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Qatar Airways vence prémios Skytrax e é a melhor companhia aérea do mundo

Além de companhia aérea do mundo, a Qatar Airways venceu também nas categorias de Melhor Classe Executiva do Mundo, Melhor Lounge de Classe Executiva do Mundo e Melhor Companhia Aérea do Oriente Médio.

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A Qatar Airways voltou a vencer os Skytrax World Airline Awards e foi considerada como a “Airlines of the Year”, voltando a ser eleita como a melhor companhia aérea do mundo pelo sétimo ano.

Os Skytrax World Airline Awards foram entregues na passada sexta-feira, 23 de setembro, numa cerimónia que decorreu em Londres e que voltou a premiar as companhias aéreas que mais se destacaram ao longo do ano.

Além do prémio de melhor companhia aérea do mundo, a Qatar Airways recebeu também os prémios de Melhor Classe Executiva do Mundo, Melhor Lounge de Classe Executiva do Mundo e Melhor Companhia Aérea do Oriente Médio.

Recorde-se que a Qatar Airways já tinha recebido o prémio de melhor companhia aérea do mundo em 2011, 2012, 2015, 2017, 2019 e 2021, voltando agora a somar mais uma distinção em 2022.

Tal como a companhia aérea do Qatar, também o aeroporto e hub principal da Qatar Airways, o Aeroporto Internacional de Hamad, foi eleito como o Melhor Aeroporto do Mundo 2022, levando para casa o prémio pelo segundo ano consecutivo.

“Ser nomeada a Melhor Companhia Aérea do Mundo sempre foi um objetivo quando a Qatar Airways foi criada, mas ganhar este prémio pela sétima vez e receber três prémios adicionais é uma prova de todo o trabalho duro dos nossos funcionários incríveis”, considera Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Conhecidos como os Óscares da aviação, os prémios Skytrax são atribuídos anualmente com base na votação online dos passageiros aéreos. Na edição deste ano, cuja votação decorreu entre setembro de 2021 e agosto de 2022, participaram passageiros de mais de 100 nacionalidades, num total de 14,32 milhões de votos.

 

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TAP não consegue evitar greve e recomenda alteração de voos

A TAP indica que não foi possível desmarcar a greve dos tripulantes de cabina, que está agendada para 8 e 9 de dezembro, e está a recomendar aos seus passageiros que alterem os voos, sem qualquer penalização.

A TAP está a recomendar aos seus passageiros com voos marcados para 8 e 9 de dezembro que procedam à sua alteração sem qualquer penalização, devido à greve agendada pelos tripulantes de cabina da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo a companhia aérea, não foi possível desmarcar.

“Como é do conhecimento público, a TAP enfrenta um anúncio de greve do Pessoal de Cabina para os dias 8 e 9 de dezembro. Apesar de todos os esforços da Companhia para evitar esta greve, não foi possível chegar a um acordo com o sindicato que representa estes profissionais, ainda que se tenha conseguido alcançar entendimentos sobre várias matérias”, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira, pela companhia aérea de bandeira nacional.

Na informação divulgada, a TAP diz que não sabe qual será o “nível de disrupção que a operação” vai sofrer nos dias de greve, pelo que “recomenda aos seus clientes que tentem remarcar os seus voos”.

“Deverão fazê-lo através do call center ou das suas agências de viagens. A alteração das datas dos voos previstos para este período poderá ser feita sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro, e sem penalização, embora com alteração de tarifa, para qualquer outro período”, recomenda a transportadora nacional.

A TAP mostra-se ainda disponível para continuar as negociações com o sindicato que representa a tripulação de cabina e reitera que “fez todos os possíveis para que isso acontecesse em tempo útil, tendo agora de concentrar os seus esforços na organização da operação e na salvaguarda dos seus clientes”.

A companhia aérea pede desculpa aos passageiros pelos “efeitos nefastos desta greve anunciada”  e pela “perturbação que a mesma lhes poderá causar”, assegurando ainda que “está a fazer todos os esforços para os minimizar”.

Recorde-se que os tripulantes da TAP anunciaram uma greve nos dias 08 e 09 de dezembro, convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), apontando como motivos o “descontentamento, revolta e mal-estar” entre os trabalhadores.

A TAP e os sindicatos estiveram até esta segunda-feira, 21 de novembro, em negociações para a revisão do Acordo de Empresa (AE), no âmbito do plano de reestruturação, mas não foi possível chegar a acordo, uma vez que a companhia aérea propunha cortes nos salários e flexibilização de horários, enquanto os tripulantes queriam que o atual acordo de empresa fosse o ponto de partida e base para qualquer negociação futura.

 

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Programa SAF Corporativo arrecada prémio de sustentabilidade para a Air France-KLM

A Air France-KLM foi distinguida pelo seu programa SAF Corporativo na categoria ‘Grande Empresa’ durante a gala dos XIII prémios Corresponsables, em Espanha.

A Air France-KLM foi distinguida pelo seu programa SAF Corporativo na categoria ‘Grande Empresa’ durante a gala dos XIII prémios Corresponsables, que foi atribuído na semana passada, numa cerimónia em Barcelona, Espanha.

De acordo com a Air Fran-KLM, os prémios Corresponsáveis “distinguem anualmente as melhores práticas de Responsabilidade Social, Sustentabilidade e ODS, além das melhores ações de comunicação corresponsável”.

Em destaque esteve o programa SAF Corporativo da Air France-KLM, que, segundo o grupo de aviação, “propõe às empresas desempenharem um papel ativo no futuro das viagens mais respeitosas com o ambiente”, uma vez que permite que os clientes corporativos possam estimar as emissões de CO2 das suas viagens e “determinar a contribuição anual que desejam dedicar ao referido programa”.

“Muito obrigado aos prémios Corresponsables e felicidades a todos os galardoados. É uma honra para a Air France-KLM receber este prémio, que nos incentiva a continuar a trabalhar em prol da sustentabilidade. O combustível de aviação sustentável é, hoje, uma das medidas mais eficazes para reduzir as emissões de CO2 das viagens aéreas. O nosso objetivo é aumentar cada vez mais a proporção de SAF que utilizamos”, afirma Laurent Perrier, diretor geral da Air France-KLM para Portugal e Espanha.

O responsável  espera também que este prémio funcione como “um incentivo” para que todos os clientes da Air France-KLM se juntem à iniciativa do programa SAF Corporativo.

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Europcar anuncia participação na 10.ª Conferência de Gestão de Frotas

A Europcar participa na 10.ª Conferência de Gestão de Frotas, iniciativa dirigida aos responsáveis de compras e gestão de viaturas nas empresas e que decorre quinta-feira, 24 de novembro, no Centro de Congressos do Estoril.

A Europcar vai participar na 10.ª Conferência de Gestão de Frotas, iniciativa dirigida aos responsáveis de compras e gestão de viaturas nas empresas e que vai decorrer quinta-feira, 24 de novembro, no Centro de Congressos do Estoril.

Nesta iniciativa, organizada pela Fleet Magazine e que é considerada como o principal evento para um setor que representa cerca de 80% das viaturas que são vendidas no país, a Europcar vai promover a mobilidade sustentável e dar a conhecer as soluções disponíveis na sua frota.

“Com o objetivo de promover e acelerar a mobilidade sustentável em Portugal, a Europcar apresenta um stand na área de exposição do Congresso, onde os participantes podem ter contacto com um Tesla em exibição, exemplo da sua frota rumo à mobilidade sustentável”, indica a empresa de rent-a-car, em comunicado.

No mesmo stand, a Europcar vai também disponibilizar uma “Roda da Sorte” digital, onde os visitantes terão a oportunidade de, através de uma aplicação previamente aberta num tablet, rodar a Roda da Sorte e ganhar vários prémios.

“A ativação será transmitida para o público em tempo real através de LCD exposto e conectado ao tablet, de forma a que outros espectadores possam também observar o jogo a decorrer”, acrescenta a empresa.

Segundo Paulo Pinto, Head of Portugal do Europcar Mobility Group em Portugal, a presença neste evento pretende “promover e fortalecer o compromisso da Europcar com uma mobilidade mais sustentável, aumentando a consciencialização de todos os participantes para o tema”.

“Acreditamos que os carros elétricos e híbridos são uma realidade que veio para ficar, com todas as suas vantagens associadas, e estamos muito entusiasmados por poder passar esta mensagem num evento tão relevante para o setor”, acrescenta o responsável.

A 10.ª Conferência de Gestão de Frotas espera receber perto de 500 participantes e conta com uma área de exposição que vai contar com a participação dos mais de 30 patrocinadores do evento, que vão apresentar as suas soluções de mobilidade e frotas para empresas.

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TAP mantém liderança nos passageiros transportados entre o Brasil e a Europa

Desde o início do ano, a TAP já transportou 1.140.800 passageiros nas rotas entre a Europa e o Brasil, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

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A TAP manteve-se como a companhia aérea líder no transporte de passageiros entre o Brasil e a Europa e, desde o início do ano, já transportou 1.140.800 passageiros, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de bandeira nacional destaca o período de julho a setembro, em que a foram transportados mais de 500 mil passageiros, o que corresponde a “um aumento de 223% em relação ao ano anterior”.

A TAP destaca ainda a performance do mês de setembro, ao longo do qual realizou 1.318 voos de e para o Brasil, o que representa “92% em relação ao mesmo mês de 2019, ou seja, período pré-pandemia”.

“Com menos oferta de lugares que em 2019, em setembro, a TAP transportou 97% dos passageiros do período homólogo de 2019”, sublinha a companhia aérea na informação divulgada, revelando que, no Brasil, a TAP já está com cerca de 85% da capacidade em relação ao período anterior à pandemia e pretende chegar aos 90% até ao final do ano.

A companhia aérea de bandeira nacional reafirma o seu compromisso com o Brasil e diz que este continua a ser “um dos mercados prioritários para a TAP”, motivo pelo qual vai continuar a investir, até ao final do ano, no atendimento a passageiros brasileiros, uma vez que, defende a transportadora, este é um “diferencial” que  mantém a TAP como a principal companhia aérea internacional nas ligações entre Brasil e Europa.

Recorde-se que a TAP conta atualmente com voos diretos entre Lisboa e São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, aos quais se juntam ainda os voos entre o Porto e São Paulo e o Rio de Janeiro, num total de 13 rotas diretas entre Portugal e Brasil.

 

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ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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Azul encomenda três aviões A330neo

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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A Azul realizou uma encomenda de três aparelhos A330neo, aviões que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, vão permitir “expandir ainda mais” a rede internacional da transportadora aérea e “complementar as suas operações”.

“Estamos muito satisfeitos por ter garantido mais três aeronaves de fuselagem larga da próxima geração da Airbus, o que garante a transformação completa da nossa frota da velha geração para a nova geração. Estamos focados em manter a nossa frota de fuselagem larga estável enquanto, ao mesmo tempo, usufruímos da economia de combustível dessas aeronaves”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Recorde-se que os novos aviões A330neo oferecem custos operacionais mais baixos e um menor impacto ambiental, uma vez que combinam a tecnologia aprimorada do A350 com motores Rolls-Royce Trent 7000 altamente eficientes.

O A330neo distingue-se também pela cabine, que conta com uma área de boas-vindas redesenhada, iluminação ambiente aprimorada, compartimentos suspensos maiores e modernos e novos projetos de janelas e lavatórios. 

A Azul voa atualmente para mais de 150 destinos no Brasil, assim como para os EUA, Europa (incluindo voos desde São Paulo para Lisboa) e América do Sul, tendo recebido o seu primeiro avião A330neo em 2019.

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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Aumento dos custos e falta de pessoal são os maiores problemas para a indústria dos cruzeiros

Além das questões relacionadas com a sustentabilidade e os impactos ambientais, o aumento dos custos e a falta de trabalhadores estão a a afetar a indústria dos cruzeiros.

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A 12.ª edição do International Cruise Summit (ICS), realizada nos dias 15 e 16 de novembro, em Madrid, colocou o foco nos problemas globais relativos ao aumento dos custos e na falta de trabalhadores que estão a afetar a indústria dos cruzeiros.

Com a indústria dos cruzeiros a registar uma recuperação da atividade em 2022, embora os níveis de ocupação ainda tenham ficado abaixo do período pré-pandémico, nos últimos três anos foram incorporados novos navios de grande capacidade com as últimas tecnologias no que diz respeito ao meio-ambiente, substituindo navios mais antigos, pequenos e ineficientes, de forma a dar espaço para as novas unidades.

Apesar dos níveis de ocupação não terem recuperado totalmente e de haver mais lugares disponíveis, as companhias de navegação estão empenhadas em não baixar os preços, o que, segundo as conclusões a que se chegou no ICS, “desvalorizaria um produto que oferece uma relação qualidade/preço excecional, e que também enfrenta uma subida de custos de combustível nunca antes vistos”.

Assim, combater os mitos que prejudicam a reputação dos navios de cruzeiro é um objetivo de curto e médio prazo, destacando não apenas a sua segurança sanitária, mas também o compromisso com a redução do impacto ambiental e o valor para os destinos, onde cada passageiro de cruzeiro produz uma despesa de 750 dólares (cerca de 720 euros) numa semana de cruzeiro.

Outras das conclusões retiradas da cimeira diz respeito à falta de voos ou frequências em determinadas rotas que se mantém, optando-se por mais portos de embarque, bem como pelo transporte de passageiros em comboio ou mesmo autocarro.

O fenómeno da escassez ocorre, de resto, em várias áreas da cadeia de fornecimento, desde a escassez de autocarros, motoristas e guias turísticos para excursões, à dificuldade em encontrar pessoal que queira trabalhar a bordo e nas operações portuárias. No entanto, a indústria espera que a normalidade seja restabelecida à medida que a atividade económica continua a evoluir.

A sustentabilidade, “um autêntico mantra” para as empresas de cruzeiros, levou-as mesmas a construírem navios com as últimas tecnologias em redução de emissões, purificação de água, programas de redução de plásticos descartáveis, papel e separação para reciclagem, tendo ampliando a sua influência, inclusivamente, aos próprios escritórios das empresas, mas também nos destinos, onde se procura uma abordagem holística que inclua não só as boas práticas ambientais ao nível do porto, mas também ao longo da cadeia de valor do destino, ou seja, nos operadores turísticos, transportes, locais a visitar ou empresas de atividade.

Além disso, as companhias estão também a investir na pesquisa de novas fontes de energia, como hidrogénio, amónia ou metanol, com protótipos projetados para entrar em operação nos próximos anos.

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Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais teve em setembro a menor diferença face aos níveis pré-pandemia

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram 5,9 milhões de passageiros, número que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, naquela que foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”, segundo o INE.

Inês de Matos

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram o movimento de 5,9 milhões de passageiros, número que traduz um crescimento de 63,1% face a mês homólogo de 2021 e que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, o que leva o Instituto Nacional de Estatística (INE) a afirmar que esta foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”.

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 16 de novembro, pelo INE, em setembro de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 97,2 mil passageiros nos aeroportos nacionais (99,4 mil no mês anterior), número que também se aproximou “do valor observado em setembro de 2019 (98,3 mil)”.

No nono mês de 2022, os aeroportos nacionais contabilizaram também a aterragem de 21,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que traduz  uma subida de 33,3% face ao mesmo período de 2021, ainda que, em comparação com igual mês de 2019 se registe uma descida de 1,4% no número de aeronaves aterradas.

Dos passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em setembro, 80,7% corresponderam a tráfego internacional, quando em igual mês do ano passado representavam 76,9% do total, tendo a maioria dos passageiros sido provenientes do continente europeu (67,3% do total).

Já no que diz respeito aos passageiros embarcados, 81,1% corresponderam a tráfego internacional (77,4% em setembro de 2021), e o principal destino voltou a ser o continente europeu (69,0% do total).

O dados de setembro levam o INE a indicar que, “em 2022, tem-se verificado uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico,
com o mês de setembro a revelar a maior aproximação a 2019, até ao momento”.

Acumulado até setembro ainda abaixo de 2019

A recuperação é também visível nos dados relativos ao período acumulado entre janeiro e setembro de 2022, ao longo do qual o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 171,5% em comparação com o mesmo período de 2021, ainda que permaneça 8,2% abaixo de período homólogo de 2019.

Por aeroportos, foi a infraestrutura de Lisboa que movimentou a maior parte do tráfego de passageiros, contabilizando 48,7% do total, o que corresponde a 20,8 milhões de passageiros e traduz um aumento de 194,1% face ao mesmo período de 2021, ainda que, face ao acumulado até setembro de 2019, se registe ainda uma descida de 12,5%.

Entre os três aeroportos nacionais com maior volume de tráfego, foi em Faro que se registou o maior crescimento em relação ao ano passado, com um aumento de 214,1%, enquanto o Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019, ficando a apenas 5,5% do resultado do acumulado até setembro do período pré-pandemia.

No que diz respeito a mercados, o Reino Unido voltou a ser o principal país de origem e de destino dos voos, apresentando um crescimento de 326,8% no número de passageiros desembarcados e 338,4% no número de passageiros embarcados, face a 2021, o que, lembra o INE, também se deve ao facto do corredor aéreo com este país ter estado encerrado durante grande parte do período em análise de 2021.

Já a França ocupou a segunda posição e registou aumentos de 144,6% nos passageiros desembarcados e 145,4% nos passageiros embarcados, face ao mesmo período de 2021, enquanto Espanha ocupou a terceira posição como principal país de origem e de destino dos passageiros que passaram pelos aeroportos nacionais neste período.

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Parceria entre Iberia e Allianz prolongada até final de 2025

A parceria entre a Iberia e a Allianz Partners, prolongada por mais três anos, contempla proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem, entre outros.

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A Iberia e a Allianz Partners prolongaram a parceria existente por mais três anos, terminando, assim, em dezembro de 2025, disponibilizando soluções de seguro de viagem aos clientes da Iberia residentes em 13 mercados europeus.

Para residentes de outros países, inclusivamente na LATAM, a Allianz refere, em comunicado, que “serão disponibilizadas em breve soluções de proteção de viagem para 2023”, adiantando que “proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem serão alguns dos benefícios incluídos”.

Nalguns países, os clientes também beneficiam de serviços de teleconsulta e estarão protegidos contra doenças relacionadas com a COVID-19 durante uma viagem, incluindo cobertura para emergências médicas, quarentena pessoal obrigatória e recusa de embarque devido a uma suspeita de doença, disponibilizando a Allianz Partners uma linha de assistência de viagem 24 horas por dia, sete dias por semana aos clientes.

Os produtos e serviços de proteção de viagem são fornecidos pela Allianz Partners diretamente quando os clientes da Iberia reservam o seu bilhete de avião no website da companhia aérea, através da aplicação móvel ou do serviço de call center da Iberia.

Relativamente a esta parceria, Jean-Marc Paihol, diretor de Parcerias Estratégicas Globais e Membro do Conselho de Administração da Allianz Partners, refere que ela “confirma o nosso compromisso em apoiar as principais companhias aéreas em todo o mundo e demonstra mais um passo importante na nossa posição como parceiro líder de seguros para o setor das companhias aéreas”.

Já Ignacio Valeros, diretor de Revenue Management da Iberia, salienta que o objetivo é “oferecer uma experiência holística aos nossos clientes, com todos os serviços que podem acompanhá-los na sua jornada de voo”, destacando que a parceria com a Allianz Partners permite que os clientes “viajem com facilidade, sabendo que antes ou durante a viagem estão protegidos por um parceiro de confiança”.

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Centro de operações da Turkish Airlines recebe certificação LEED

Com esta certificação o objetivo passa por melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente.

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A Turkish Airlines recebeu, recentemente, o certificado Leed v4.1 pelo Centro de Operações – Terminal para Tripulação de Voo no aeroporto de Istambul.

A atribuição deste certificado – LEED v4.1 O+M: EB Certificate -, diz a companhia, “continua a provar o valor que a Turkish Airlines atribui à humanidade e ao meio ambiente com trabalhos voltados para a produtividade energética”.

Com a conclusão do processo do Centro de Operações da Turkish Airlines – Terminal para Tripulação de voo, a companhia aérea de bandeira tornou-se a primeira companhia aérea da Europa e a terceira do mundo a ter certificado de platina.

Relativamente â obtenção do certificado, Abdulkerim Çay, Chief Human Resources Officer da Turkish Airlines, refere que “continuamos a aprimorar as nossas operações ecológicas não apenas com os nossos voos, mas também com os nossos espaços de trabalho”. O responsável adianta ainda que, “tornar-se a primeira companhia aérea na Europa a obter o certificado de platina, mais alto do sistema de classificação Leed, é um indicador valioso”.

O centro de operações da Turkish Airlines está localizado no aeroporto de Istambul e distingue-se pelas características ambientais, tratando-se de um edifício de escritório e terminal de classe A capaz de acomodar aproximadamente 2.000 funcionários de escritório e cerca de 1.000 tripulantes de cockpit e 4.500 tripulantes de cabine durante os dias de maior movimento. A seção do terminal da tripulação permite que os pilotos e a tripulação de cabine se preparem para os voos e passem o tempo com outros membros da tripulação para fazer os preparativos necessários. Também permite passar o tempo livre na área lounge de 14.500 m2, que oferece acesso direto à aeronave e um restaurante aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana. Considerando o número de tripulações que atende, a capacidade deste edifício excede 36 aeroportos em Türkiye e possui certificado LEED v4.1 O+M: EB, que é a versão mais atual para instalações aéreas.

Com o certificado LEED v4.1 O+M: EB Platinum, o objetivo é melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente. A melhoria da eficiência energética, da água e da qualidade interior permite a diminuição dos custos operacionais do terminal, ao mesmo tempo que abre caminho para os objetivos de sustentabilidade. Além disso, os objetivos da transportadora de incluem adotar os critérios determinados durante o processo de certificação como um todo e aplicar a todos os seus edifícios.

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