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MSC Cruzeiros assinala Dia Mundial do Turismo com campanha de preços especiais para cruzeiros de inverno

No âmbito do Dia Mundial do Turismo, a companhia lançou uma campanha de preços baixos para o inverno que abrange itinerários pelo Médio Oriente, Caraíbas e Antilhas, Mediterrâneo, Norte da Europa e as Grand Voyages.

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No âmbito do Dia Mundial do Turismo, a companhia lançou uma campanha de preços baixos para o inverno que abrange itinerários pelo Médio Oriente, Caraíbas e Antilhas, Mediterrâneo, Norte da Europa e as Grand Voyages.

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A MSC Cruzeiros lançou uma campanha de preços especiais para os cruzeiros de inverno para assinalar o Dia Mundial do Turismo, que se comemora na próxima terça-feira, 27 de setembro.

Válida para os cruzeiros realizados entre novembro de 2022 e abril de 2023, esta campanha abrange itinerários pelo Médio Oriente, pelas Caraíbas e Antilhas, pelo Mediterrâneo, pelo Norte da Europa e ainda as Grand Voyages da companhia de cruzeiros.

As reservas no âmbito desta campanha já se encontram disponíveis através das agências de viagens ou do website da MSC Cruzeiros.

Recorde-se que, este inverno, a MSC Cruzeiros conta com os navios MSC World Europa, MSC Opera e MSC Splendida a operar no Médio Oriente, enquanto nas Caraíbas estão o MSC Meraviglia, MSC Divina e MSC Seaside. No Mediterrâneo a companhia colocou ainda os navios MSC Grandiosa, MSC Bellissima e MSC Lirica, enquanto no Norte da Europa está o MSC Virtuosa.

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Sevenair Academy adquire ativos da L3Harris em Portugal

Com esta aquisição, a Sevenair Academy passa a deter duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações e mais de 50 aeronaves e uma capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano.

A Sevenair Academy adquiriu, em concurso fechado, os ativos de formação de pilotos da multinacional L3Harris, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, depois de esta ter anunciado, em maio, a intenção de sair de Portugal, encerrando, assim, a sua atividade.

A Sevenair refere, em comunicado, que “sendo Portugal a nossa base de operações, não poderíamos deixar de tentar fazer um movimento de consolidação e aumentar a nossa capacidade de formação, cujo crescimento tem sido afetado por fatores externos como restrições de tráfego aéreo, escassez de hangares, dificuldade e demora no fornecimento de aeronaves novas”.

Competindo com outros sete concorrentes, alguns deles internacionais de referência no setor da formação, fundos de investimento, entre outros, e após várias fases de seleção, a Sevenair apresentou a proposta vencedores, tornando-se, assim, na maior escola de formação de pilotos da Europa, com duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações, mais de 50 aeronaves na sua maioria com uma idade inferior a quatro anos, seis simuladores, um campus para alojar centenas de alunos e a experiência consolidada de 42 anos de atividade tendo formado milhares de profissionais.

Com esta operação, a Sevenair passa a ter a capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano, na sua maioria alunos internacionais, assumindo que, depois desta aquisição, “pretendemos não só consolidar a nossa liderança do mercado nacional, mas claramente pretendemos crescer no mercado internacional, trazendo para Portugal centenas de alunos estrangeiros, algo que deve também orgulhar o país”, refere a companhia em comunicado.

“O nosso projeto, num investimento de vários milhões de euros, irá não só manter dezenas de postos de trabalho numa região onde cada um conta muito, como é o Alentejo, como irá fazer esse número aumentar substancialmente”, além de “projetar a região e o país internacionalmente com benefícios que têm um impacto extremamente positivo a nível direto e indireto”.

Com a aquisição, a Sevenair Academy está já a tomar posse dos vários ativos, tendo transferido na última semana 11 aeronaves, que se encontravam no Reino Unido, para Ponte de Sor e pretende iniciar o processo de certificação das instalações o quanto antes para que possa iniciar formação o mais rápido possível.

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2+1 = 3: Santarém entra em jogo para localização do novo aeroporto

Depois da reunião entre o primeiro -ministro, António Costa, e o líder do PSD, Luís Montenegro, Lisboa ganhou mais uma localização a estudar para o novo aeroporto. As reações não se fizeram esperar, embora todos reconheçam a urgência e necessidade desta infraestrutura.

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No final da reunião entre o primeiro-ministro, António Costa, e o líder do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, realizada na sexta-feira, 23 de setembro, soube-se que, afinal, há (pelo menos) mais uma localização a considerar para a futura localização do novo aeroporto de Lisboa: Santarém.

O primeiro-ministro afirmou, depois da reunião com Luís Montenegro, que há “convergência com o PSD sobre a metodologia para a decisão relativa ao novo aeroporto” e adiantou que a futura comissão técnica estudará “várias localizações”, além do Montijo e Alcochete, incluindo Santarém.

Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro disse que há acordo com o PSD sobre a metodologia a seguir até uma decisão “definitiva” sobre a localização do novo aeroporto regional de Lisboa, adiantando que, em breve, o Conselho de Ministros aprovará uma resolução para a criação de uma comissão técnica independente e de uma comissão de acompanhamento.

“Quanto às opções que estarão em avaliação, vão ser mais do que essas [Montijo e Alcochete]. Acolhemos uma sugestão do PPD/PSD de que a própria comissão, se assim o entender, possa proceder ela própria à avaliação de outras soluções que considere tecnicamente fundamentadas”, esclareceu António Costa no final da reunião com Luís Montenegro, admitindo que Santarém é uma dessas novas localizações a estudar neste processo.

António Costa registou “com muita satisfação que foi possível uma convergência quanto à metodologia a adotar. Vamos agora contactar as diferentes entidades que contribuirão para a composição da comissão técnica e da comissão de acompanhamento que farão a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), que deve estar concluída até ao final do próximo ano, tendo em vista que possa haver uma decisão final e definitiva sobre esta matéria”.

Contando também com a participação do ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santo, e o vice-presidente social-democrata, Miguel Pinto Luz, António Costa reiterou a posição de que “é fundamental” que a decisão sobre o novo aeroporto “tenha o consenso político mais alargado possível”.

“Trata-se de uma infraestrutura que servirá o país nas próximas décadas e que não deve ser sujeita a mais impasses nem a contingências com mudanças de Governo”, acrescentou.

Do lado do PSD, Luís Montenegro salientou a existência de um “acolhimento generalizado” do Governo das preocupações do partido quanto ao futuro aeroporto, considerando que há condições para que, dentro de um ano, o executivo possa tomar uma decisão final nesta matéria.

Sem se pronunciar sobre a preferência relativamente a qualquer localização para a nova infraestrutura, o líder do PSD frisou que “se vamos fazer um estudo e uma AAE comparativa, essa opção só será legitimada se tivermos em conta as conclusões do estudo”.

Montenegro não quis, assim, comprometer-se com uma posição do PSD caso o Governo decida mudar a lei que, atualmente, dá aos municípios poder de veto quanto a um futuro aeroporto, frisando que, se o Governo vier a apresentar uma proposta de lei nesse domínio, o PSD “vai fazer a sua análise e, nessa ocasião, no parlamento, tomará uma posição”.

As outras posições
Mais tarde, o Chega requereu a marcação de um debate de urgência sobre o novo aeroporto da região de Lisboa, para que todos os partidos “possam analisar, escrutinar” e o tema possa ser debatido.

Ventura salientou que “esta é uma decisão que afeta gerações, afetará múltiplos governos e múltiplos ciclos parlamentares”.

Do lado oposto do Parlamento, o secretário-geral do PCP acusou o PS e PSD de estarem novamente a adiar a localização e a construção do novo aeroporto de Lisboa, indo contra a expectativa do Presidente da República sobre o início das obras.

Com o adiamento da decisão da localização para 2023, o líder do PCP defendeu que a multinacional Vinci “continua a ganhar dinheiro”, havendo “consequências para o desenvolvimento económico não acelerando o processo”, quando o país e a TAP estão “numa situação mais difícil”.

Também a líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, acusou o Governo de usar estudos para o novo aeroporto como “manobras” para uma “grande prenda à multinacional” francesa que comprou os aeroportos portugueses ainda no tempo do Governo do PSD e CDS-PP”.

Segundo defendeu, “não há nenhuma novidade, a não ser aquilo que já se sabia”, acusando o Executivo de estar “sempre à procura da solução mais barata e este adiar de tomar de decisões ou de querer tomar decisões do ponto de vista ambiental é inaceitável”.

Outra acusação veio de João Cotrim Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal (IL), referindo que “os dois partidos [PS e PSD] do costume decidem os destinos do país entre quatro anos, entre quatro paredes, como se fossem donos do país. Não são. São donos apenas da responsabilidade do país estar no estado em que está”.

Neste sentido, João Cotrim Figueiredo salientava que os dois líderes presentes na reunião “nem souberam dizer quais são as opções de localização que esta comissão técnica independente irá analisar”, questionando a razão porque “Santarém será uma delas”.

Já a Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não acusou o Governo e o PSD de quererem incluir soluções de localização para o novo aeroporto “a pedido”, defendendo que a opção Alcochete é a “verdadeira e estratégica”.

Em comunicado, a Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não refere que os intervenientes nesta reunião (Governo e PSD) “aceitaram incluir na Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)” uma “solução de localização de um aeroporto a pedido”. O movimento cívico acusa ainda o Governo e o PSD de “coligação negativa”, de deixar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) de fora da execução dos estudos, considerando tratar-se de uma “desconsideração e desvalorização das instituições públicas, isentas e independentes”.

Do lado da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa saudou a convergência entre Governo e PSD quanto ao método de decisão sobre a nova solução aeroportuária para a região de Lisboa, considerando que “é uma boa notícia”.

Do outro lado do Atlântico, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que espera terminar o mandato, em março de 2026, “com a alegria de ver não só escolhida uma localização, não só começada a obra do aeroporto, como até porventura já uma solução transitória, se não a definitiva, em marcha”.

O chefe de Estado lembrou que “já há muito tempo” tem apelado ao diálogo político sobre esta matéria, salientando que o entendimento “é fundamental, porque o aeroporto não vai ser para este Governo, vai ser para o país e, portanto, é para este Governo, para o Governo a seguir a este Governo, para o Governo a seguir ao Governo a seguir a este Governo”.

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Ryanair anuncia novos voos de Cardiff para Faro

A nova rota Cardiff-Faro da Ryanair operará duas vezes por semana até finais de janeiro de 2023.

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A Ryanair anunciou uma nova rota Cardiff- Faro na sua programação de Inverno, a partir de 30 de outubro, referindo que esta rota é “uma extensão do Verão de 2022”. Esta nova rota funcionará duas vezes por semana, às quartas-feiras e ao domingo, salientando que “dá a oportunidade aos clientes de Cardiff a oportunidade de planear uma escapadinha de Inverno com as tarifas mais baixas da Europa”.

Com 88 bases e mais de 3.000 voos diários a operar neste Inverno, para celebrar esta nova rota de Inverno, a Ryanair irá lançar uma venda limitada de lugares, com preços a partir de 19,99 libras (cerca de 23 euros) para uma única viagem, com início a 22 de outubro e até ao final do mês de janeiro de 2023.

Jason McGuinness, director Comercial da Ryanair, refere que “os nossos clientes podem agora planear escapadinhas para o Algarve e desfrutar de algumas das melhores praias que Portugal oferece”.

Já Spencer Birns, CEO do aeroporto de Cardiff, considera ser “fantástico que a Ryanair alargue o seu programa de voos de Faro para o aeroporto de Cardiff para a época de Inverno, proporcionando uma maior escolha de opções de férias para as pessoas que procuram fugir no final do ano”.

Já noutra rota, a companhia aérea low-cost irlandesa anunciou um aumento moderado dos preços para os voos para a Áustria, “devido à inflação”. A companhia que detém a Lauda Europe já admitiu que “as viagens low-cost pertencem ao passado”, repetindo Andreas Gruber, head da Ryanair Austria, a mensagem deixada há tempo por Michael O’Leary, CEO da Ryanair, que “não existirão mais bilhetes a 10 euros”.

A imprensa austríaca avança com um aumento de 40 para os 50 euros no futuro, com a companhia aérea a esperar que “o número de passageiros não seja afetado nos próximos meses, enquanto as pessoas procuram alternativas de transporte mais baratas”.

Gruber admite que as pessoas terão “mais atenção ao preço dos bilhetes”, estimando que o número de passageiros para Viena cresça de “seis para 6,5 milhões no próximo ano”.

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Turkish Airlines vence prémios Skytrax e é a melhor companhia aérea da Europa

Além de ter sido eleita como melhor companhia aérea da Europa, a Turkish Airlines recebeu também os prémios de “Melhor Catering de Classe Executiva do Mundo” e “Melhor Companhia Aérea do Sul da Europa”. 

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A Turkish Airlines foi eleita como a melhor companhia aérea da Europa em 2022 nos Skytrax World Airline Awards, prémios que anualmente distinguem as melhores transportadoras aéreas do mundo.

Entregues esta sexta-feira, 23 de setembro, numa cerimónia que decorreu em Londres, os prémios Skytrax distinguiram a Turkish Airlines como melhor companhia aérea da Europa pelo desempenho da transportadora turca ao longo de 2022.

Além do prémio de melhor companhia aérea da Europa, a Turkish Airlines venceu também na categoria de “Melhor Catering de Classe Executiva do Mundo”, sendo também considerada a “Melhor Companhia Aérea do Sul da Europa”.

“Gostaríamos de agradecer aos nossos valiosos passageiros, que nos consideraram merecedores desses maravilhosos prémios, e à equipa Skytrax, que colocou essa avaliação em prática”, afirmou Ahmet Bolat, chairman da transportadora turca, durante a cerimónia, reafirmando o objetivo de tornar “a marca Turkish Airlines na melhor do mundo”.

Os Skytrax World Airline Awards são entregues anualmente e têm por base a avaliação dos passageiros das companhias aéreas, numa votação online que, nesta edição, teve lugar entre setembro de 2021 e agosto de 2022. Participaram na votação passageiros de mais de 100 nacionalidades, num total de 14,32 milhões de votos.

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TAP tem nova vogal do Conselho de Administração

Sofia Lufinha substitui Alexandra Reis, que tinha sido nomeada pelos anteriores acionistas da companhia aérea nacional e abandonou a TAP em fevereiro.

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A TAP tem, desde esta sexta-feira, 23 de setembro, uma nova vogal do Conselho de Administração, cargo que passou a ser ocupado por Sofia Lufinha, depois da saída, em fevereiro, de Alexandra Reis, avança a Lusa, que cita uma nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“A acionista única da TAP, a República Portuguesa, representada pela Direção Geral de Tesouro e Finanças, deliberou eleger a senhora engenheira Sofia Norton dos Reis Lufinha de Mello Franco como membro do Conselho de Administração da TAP, para o período remanescente do mandato em curso (quadriénio 2021/2024), com efeitos a contar de hoje”, lê-se na comunicação ao mercado.

Com a entrada de Sofia Lufinha, o Conselho de Administração (CA) da TAP passa a ser composto por Manuel Beja (presidente), Christine Oumières-Widener (vogal e presidente da Comissão Executiva), Gonçalo Pires (vogal), Ramiro Sequeira (vogal), Sílvia Gonzalez (vogal), Sofia Franco (vogal), Patrício Castro (vogal), Ana Lehmann (vogal) e João Duarte (vogal).

A Lusa recorda que, em fevereiro, Alexandra Reis renunciou ao cargo, com a administração da companhia aérea de bandeira nacional a explicar que a responsável tinha “sido nomeada pelos anteriores acionistas”, pelo que, com a alteração da estrutura societária da TAP, a anterior vogal decidiu “encerrar este capítulo da sua vida profissional” e abraçar “novos desafios”.

Sofia Lufinha transita para a TAP do Pingo Doce, onde era diretora de marketing e de desenvolvimento de negócio, e assume agora o cargo de chief strategy officer da companhia aérea  de bandeira nacional.

A nova vogal do Conselho de Administração da TAP iniciou a sua carreira profissional em 2001, na consultora McKinsey & Company, em Portugal, onde exerceu funções até março de 2013, quando transitou para o Pingo Doce.

Sofia Lufinha é licenciada em Gestão e Engenharia Industrial pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa e tem um MBA na ENSEAD.

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Air Europa anuncia codeshare com a Kuwait Airways que também inclui Portugal

Novo acordo de codeshare entre a Air Europa e a Kuwait Airways entra em vigor nos próximos meses e abrange também as rotas de Lisboa e Porto operadas pela companhia aérea espanhola.

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A Air Europa e a Kuwait Airways estabeleceram um acordo de codeshare que entra em vigor nos próximos meses e que vai aumentar as opções de voos para os passageiros de ambas as companhias aéreas na Europa, Caraíbas, América do Sul e Norte de África, e que abrange também as rotas da Air Europa para Lisboa e Porto.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, com este acordo, o código da Air Europa passa a aparecer também nos voos da Kuwait Airways para Madrid, assim como nas rotas da companhia aérea de bandeira do Kuwait para Amesterdão, Roma e Milão.

Já o código da Kuwait Airways passa também a surgir nos voos transatlânticos da Air Europa de Madrid para Cancun, Miami, São Paulo, Cuba e Bogotá, assim como nas rotas que a companhia aérea espanhola realiza para Lisboa e Porto, bem como para Marraquexe, em Marrocos, e ainda nas rotas domésticas.

Além de um maior número de opções de voo, este acordo tem também a vantagem de permitir viagens com um único bilhete, entre outros benefícios para os passageiros.

Este acordo “apoia e reforça o processo de expansão e crescimento em que nos encontramos”, afirmou Imanol Pérez, diretor comercial da Air Europa, enquanto Shorouk Al-Awadhi, diretora de Planificação e Distribuição da Kuwait Airways, considera que este acordo vai ajudar a companhia a superar os efeitos da pandemia, com benefícios também para a América, Europa e Golfo Pérsico.

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AirHelp: Portugal é o 7º país europeu com mais voos cancelados de maio a agosto

Segundo dados fornecidos pela AirHelp, em Portugal, entre maio e agosto deste ano, foram cancelados 1.366 voos, tornando-se no sétimo país da Europa com mais situações desta natureza, no mesmo período.

A organização mundial especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos indica ainda que a Alemanha e Reino Unido encabeçam a lista dos dez aeroportos europeus que mais cancelamento de voos sofreram este verão.

Nos aeroportos alemães foram cancelados um total de 6.107 voos. Em segundo lugar, encontra-se o Reino Unido com 4.486 voos cancelados. Itália (2.885)), França (2.671), Países Baixos (2.076)) e Espanha (1.718 voos cancelados) encontram-se nos lugares acima de Portugal. Dinamarca, Suécia e Áustria encontram-se nos lugares abaixo do nosso país, com 1.063, 1.014 e 721 voos cancelados, respetivamente.

A AirHelp lembra, no entanto, que de forma de informar e sensibilizar os passageiros aéreos para os seus direitos quando os seus voos são atrasados, cancelados ou estão em overbooking, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’. Assim, os passageiros cujos voos sejam cancelados ou sofram um atraso de três ou mais horas, assim como os passageiros a quem seja recusado o embarque sem motivo justificável, têm um conjunto de direitos que constam do guia.

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AHP diz que é “urgente” e “imprescindível” acordo entre Governo e PSD sobre novo aeroporto

Bernardo Trindade, presidente da AHP, antevê que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033”.

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Em vésperas do encontro agendado entre o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, sobre o novo aeroporto, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) espera que a reunião corresponda a um “ponto de partida para ser rapidamente aprovada uma solução realista e definitiva que sirva Lisboa e o país”.

Em comunicado, a AHP diz acreditar que “ambos os líderes políticos irão encontrar o consenso para responder a uma situação extremamente preocupante para o crescimento económico do país”, recordando que não só o primeiro-ministro informou que só seria tomada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto em 2023, como a mesma teria de sair do consenso entre os dois principais líderes, destacando que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033.

Bernardo Trindade, presidente da AHP, sublinha: “como já nos cansámos de ver, sem consenso entre as principais forças políticas, qualquer que seja a decisão tomada só por um é posta em causa logo no momento seguinte. Ora, é fundamental que haja uma decisão definitiva e a sua execução. Lamentavelmente o tempo político e o tempo da economia não estão alinhados”.

A AHP recorda ainda o estudo da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) realizado pela EY, onde se conclui que o atraso na construção do novo aeroporto representa uma perda potencial de 6,8 mil milhões de euros até 2027 e menos 28 mil empregos.

Por isso, Bernardo Trindade reforça que, em 2022, “vivemos situações caóticas no aeroporto de Lisboa, que comprovaram o seu esgotamento a vários níveis” Considerando que esta situação foi agravada por “várias circunstâncias excecionais”, o responsável da AHP reforça que, “não havendo capacidade aeroportuária em Lisboa estamos a perder quota de mercado e oportunidades de crescer sustentadamente, trazendo até nós viajantes que gastam e geram valor no país”.

De resto, Bernardo Trindade frisa que esta será uma realidade que “vai acontecer já nos próximos anos, se não forem encontradas soluções alternativas” e que “só se vai agravar, se não for dado início quanto antes à construção do há 50 anos reclamado novo aeroporto”.

O presidente da AHP salienta ainda que, neste momento, a única alternativa é “avançar já com as obras conferindo mais estacionamentos, mais qualidade para prestadores e clientes do aeroporto”. E conclui que “é urgente, imprescindível, que haja acordo” e que o Governo “permita arrancar já com estes melhoramentos na Portela”.

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Voos de agosto já ficaram a 94,7% de 2019, segundo a NAV Portugal

Segundo a NAV Portugal, os dados de agosto mostram que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

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A NAV Portugal revelou esta quinta-feira, 22 de setembro, que, em agosto, o total de voos controlados em território nacional já ficou a 94,7% de igual mês de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, o que indica que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

Segundo uma nota informativa da NAV Portugal, “o tráfego IFR (Instruments Flight Rules) na Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa totalizou 57.703 movimentos”, o que traduz uma diminuição de “5,3% face aos 60.941 voos registados no mês de agosto de 2019, ano de referência para a aviação”.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.861 voos IFR diários, registando-se
uma perda de 104 voos diários face a agosto de 2019”, acrescenta a empresa de gestão de tráfego aéreo nacional.

Já na RIV de Santa Maria, “o tráfego IFR em agosto de 2022 ascendeu a 17.476 movimentos, traduzindo-se num aumento de 6,5% face aos 16.410 voos controlados no mesmo mês mas em 2019”.

“Em termos médios foram controlados este mês 564 voos IFR por dia, tendo-se registado
um ganho de 34 voos diários face a agosto de 2019”, refere também a empresa que gere o tráfego aéreo em Portugal.

No acumulado até agosto, foram já controlados 395.940 voos na RIV Lisboa, o que traduz uma quebra de 39.949 voos IFR face ao tráfego acumulado de 2019, enquanto na RIV Santa Maria foram controlados 107.702 voos, o que indica também uma perda de 3.871 voos IFR em comparação com o mesmo período de 2019.

Apesar de, no acumulado entre janeiro e agosto, continuarem a existir quebras face a igual período de 2019, a NAV Portugal diz que “em ambas as RIV’s, o tráfego acumulado até agosto de 2022, é superior ao total verificado em 2021”.

 

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Azul anuncia novos voos de Recife para o Uruguai e EUA na 43.ª edição da ABAV

A Azul anunciou o lançamento de novos voos para o Uruguai e EUA no primeiro dia da 43.ª edição da ABAV Expo Internacional, uma das principais feiras de turismo do Brasil, que arrancou esta quarta-feira, 21 de setembro, em Pernambuco.

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A Azul anunciou esta quarta-feira, 21 de setembro, que vai abrir novos voos para Montevideu, capital do Uruguai, e para a Florida, nos EUA, num anúncio que foi feito no dia da abertura da 43.ª edição da ABAV Expo Internacional, uma das principais feiras de turismo do Brasil, que decorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, até esta sexta-feira, 23 de setembro.

De acordo com a companhia aérea brasileira, os voos para Montevideu têm inicio em novembro, contando com uma ligação aérea por semana, que passa a duas a partir de dezembro. Já os voos para a Florida arrancam no Carnaval de 2023, com duas ligações por semana, que passam a cinco voos semanais a partir de julho do próximo ano.

“Estávamos ansiosos para retomar os nossos voos internacionais em Recife, que é o nosso principal hub de conectividade no Nordeste. A capital pernambucana sempre recebeu a Azul de braços abertos e o carinho que os nordestinos têm para com a nossa companhia reflete-se nas nossas operações no aeroporto de Recife”, afirma Fábio Campos, diretor de Relações Institucionais da Azul.

Segundo Fábio Campos, a partir de janeiro de 2023, a Azul vai passar a contar com 90 descolagens diárias no aeroporto de Recife, num reforço de operação que vai tornar o hub da companhia aérea na capital pernambucana “cada vez mais forte”.

O anúncio dos novos voos foi realizado no primeiro dia da ABAV Expo Internacional, que arrancou esta quarta-feira, 21 de setembro, e que conta com a participação de agentes de viagens e fornecedores da indústria do Turismo do Brasil.

Na edição deste ano, a Azul conta com um stand de 81 metros quadrados na feira, onde a companhia aérea dá a conhecer as suas ligações aéreas, assim como os serviços da sua operadora de viagens, a Azul Viagens.

Recorde-se que, além dos novos voos para Montevideu e para a Florida desde Recife não são as únicas novidades que a companhia aérea brasileira anunciou para os próximos meses, uma vez que, a 15 de dezembro, a Azul vai também lançar novas ligações de Belém e Manaus, no Norte do Brasil, para Fort Lauderdale, na Flórida, EUA.

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