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Número de voos comerciais na UE aumenta 25% em agosto face a 2021

Com os voos a aumentar no espaço da UE em agosto de 2022, face ao mesmo mês de 2021, Portugal registou mais 1.000 voos relativamente a igual período do ano passado. Comparado com 2019, tanto UE como Portugal ainda estão negativos (-14% e -2%, respetivamente).

Victor Jorge
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Número de voos comerciais na UE aumenta 25% em agosto face a 2021

Com os voos a aumentar no espaço da UE em agosto de 2022, face ao mesmo mês de 2021, Portugal registou mais 1.000 voos relativamente a igual período do ano passado. Comparado com 2019, tanto UE como Portugal ainda estão negativos (-14% e -2%, respetivamente).

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Segundo dados recentes do Eurostat, o número de voos no espaço da União Europeia (UE) registou um incremento de 25% face ao mesmo mês de 2021, indicando a entidade estatística europeia que, relativamente a 2019, a diferença está a atenuar-se, referindo um decréscimo de 14%.

Este aumento de 25% faz com que o número absoluto de voos comerciais atingisse os 596.930, em agosto de 2022, comparando com os 478.996 de agosto de 2021 e com os 695.912 do mesmo mês de 2019.

Os dados mostram que somente dois Estados-Membros registaram aumentos, quando comparado agosto de 2019 com o mesmo mês de 2019: Grécia (+5%) e Luxemburgo (+2%).

Já Portugal registou, em agosto deste ano, 39.585 voos comerciais, um ligeiro decréscimo face aos 39.631 do mês de julho anterior, mas um aumento relativamente ao mês de agosto de 2020 em que foram operados 29.508 voos. Já quando comparado com o oitavo mês de 2019, o Eurostat indica uma diferença de 896 a menos (40.481 voos), ou seja, menos 2%.

Nos restantes Estados-Membros, a maiores descidas (comparando agosto de 2022 e agosto de 2019) foram registadas pela Eslovénia (-42%), Letónia (-39%) e Finlândia (-31%).

No que diz respeito aos aeroportos, o Eurostat indica crescimentos de 25,4% para a Madeira, numa comparação dos meses de agosto de 2022 com 2019, enquanto o de Ponta Delgada aumento o número de voos comerciais em 14,8%. Já Lisboa, Faro e Porto, registam decréscimos de 6,5%, 8,2% e 2,6%, respetivamente.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla_Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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O Grupo Lufthansa conecta o mundo protegendo o seu futuro

No Grupo Lufthansa, estamos convencidos de que viajar torna o mundo um lugar melhor. É por isso que usamos toda a nossa experiência, energia e conhecimento para tornar o voo neutro em CO2 uma realidade

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Já em 2030, queremos reduzir as nossas emissões líquidas de CO2 em 50% em relação a 2019 e, em 2050, queremos atingir a neutralidade de CO2.

Embora nem todas as soluções existam atualmente, os fundamentos científicos e tecnológicos já estão estabelecidos e agora é uma questão de ação conjunta. Como empresa, temos conhecimentos técnicos e operacionais profundamente enraizados no nosso ADN. Estabelecemos padrões elevados para a nossa indústria e temos uma grande paixão de voar.

Estamos convencidos de que essas qualidades nos permitirão abrir novos caminhos em conjunto com os nossos clientes, parceiros e formuladores de políticas, enquanto continuamos a conectar pessoas, culturas e economias no futuro – de maneira sustentável. Juntos, podemos #MakeChangeFly

Website principal da campanha https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment.html

Vídeo  https://www.youtube.com/watch?v=jT-OpFjC5-A

Frota Moderna

Até 2030, teremos pelo menos 190 aeronaves com baixo consumo de combustível em serviço. É um grande investimento no futuro que reduzirá o consumo de combustível e, com ele, as emissões de carbono até 30% em cada voo.

Os avanços tecnológicos estão a desempenhar um papel importante para nós também na modernização da frota existente. Por exemplo, AeroSHARK é um filme adesivo biônico que replica a pele de tubarões e otimiza a aerodinâmica do fluxo de ar em locais específicos, reduzindo assim o atrito. A SWISS será a primeira companhia aérea de passageiros do mundo a usar a nova tecnologia AeroSHARK para reduzir ainda mais as emissões de carbono e o consumo de combustível.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/modern-fleet.html

Combustível sustentável de aviação

Para nós, o desenvolvimento e o uso de Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF) são um passo fundamental no caminho para a aviação neutra em carbono. O conceito fundamental por trás do SAF é substituir os combustíveis fósseis a longo prazo usando alternativas sustentáveis.

Durante muitos anos, o Grupo Lufthansa tem sido um dos maiores compradores da SAF. Está constantemente a investir em pesquisa e desenvolvimento industrial de diversas abordagens tecnológicas que tornarão o SAF disponível em maior quantidade e com menor custo o mais rápido possível. O SAF atualmente utilizado pelo Grupo Lufthansa é produzido a partir de materiais residuais biogênicos, como óleos de cozinha usados.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/sustainable-aviation-fuel.html

Operação de Voo eficientes

Usando a tecnologia mais recente, estamos focados em criar mais eficiência nas operações de voo do dia-a-dia. Ao otimizar os processos em terra e nas rotas de voo, também reduzimos o CO2 de forma sustentável.

Em 2021, as medidas de otimização nas áreas de desempenho e procedimentos, redução de peso, otimização de rotas e desenvolvimentos tecnológicos já pouparam 30.400 toneladas de emissões de CO2. E isso é apenas o princípio.

Carbono neutro

Através do “Compensaid”, estamos permitindo que os nossos passageiros compensem as suas emissões de carbono usando combustível de aviação sustentável ou projetos de proteção climática a longo prazo, em cooperação com a altamente respeitada fundação “myclimate”, por exemplo.

Seja no momento da reserva ou posteriormente, através do “Compensaid” os passageiros podem optar pessoalmente por Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF), para apoiar projetos certificados de compensação de carbono, ou simplesmente selecionar uma combinação de ambos.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-and-environment/fly-co2-neutral.html

Intermodalidade

Seja viajando de comboio ou de autocarro para o avião, combinar vários modos de transporte de forma inteligente é uma forma importante de oferecer uma alternativa atraente e sustentável em percursos curtos. As companhias aéreas do Grupo Lufthansa estão constantemente a expandir a sua cooperação com fornecedores ferroviários locais. Por exemplo, estamos a oferecer uma alternativa ferroviária para qualquer voo doméstico de e para Frankfurt e agora estamos a trazer passageiros de cinco países europeus de comboio para os nossos “hubs”.

Através do planeamento inteligente e processos otimizados, as viagens de comboio ou autocarro são perfeitamente coordenadas com os voos, para que os passageiros possam desfrutar de uma experiência de viagem perfeita, independentemente dos diferentes modos de transporte.

Redução de resíduos e plásticos

Estamos focados intensamente em todas as formas de reduzir o desperdício, com base nos princípios de “reduzir – reutilizar – reciclar – substituir” à medida que desenvolvemos produtos e serviços de bordo. Estamos minimizando tudo o que é desnecessário e promovendo um design sustentável nos nossos produtos de bordo. Por exemplo, no caso de refeições a bordo, estamos analisando alimentos produzidos de maneira eficiente em termos de recursos com materiais de embalagem ecologicamente corretos. Além disso, ao fabricar produtos frescos de uma forma mais adequada à procura, é necessário deitar fora menos alimentos não utilizados.

Até 2025, pretendemos substituir gradualmente os artigos de plástico de uso único por materiais mais sustentáveis. Além disso, estamos apoiando tecnologias inovadoras, como a start-up “materiais sem rastros” que estão criando alternativas biodegradáveis ao plástico.

https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment/waste-and-plastic-reduction.html

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A crise do custo de vida está a mudar a maneira como passamos as férias?

De 7 a 9 de novembro, Londres recebe o World Travel Market. Uma recente pesquisa da WTM mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

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Após anos de restrições, as pessoas querem compensar o tempo perdido e reagendar viagens que talvez tenham cancelado. De acordo com dados de pesquisa do Google, o número de pessoas que procuram “férias baratas” on-line disparou, especialmente entre aqueles que planeiam viajar em 2023.

Uma nova pesquisa do World Travel Market London (WTM) mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

Embora as pessoas ainda optem por ir de férias, o tipo de férias que reservam mudou. Agora, trata-se de encontrar o melhor negócio e reduzir os luxos.

A pesquisa recente da WTM mostrou que um em cada cinco inquiridos decidiu “negociar”, optando por ficar em hotéis mais baratos e voar em companhias aéreas de baixo custo. Com as despesas mais altas do que nunca e uma recessão iminente, não surpreende que as pessoas procurem rentabilizar ao máximo o seu dinheiro aquando da reserva de umas férias.

E quais são os luxos que os turistas estão mais dispostos a abrir mão para reduzir custos? Quase 40% das pessoas sacrificariam hotéis 5*, 33% abririam mão de mais espaço para as pernas nos voos e 32% livrar-se-iam da franquia extra de bagagem, de acordo com dados da WTM.

No entanto, há algumas coisas que estamos mais relutantes em sacrificar. Garantia de bom tempo e localização próxima dos principais locais ainda são aspetos que as pessoas desejam manter como parte das suas férias anuais.

Face a um custo de vida cada vez mais alto, parece incomum que as pessoas ainda estejam a dar prioridade às férias, então qual é o ímpeto da procura?

De acordo com a Euronews, a Associação dos Agentes de Viagem Britânica referiu: “Ao longo dos anos, os clientes disseram-nos repetidamente que as férias são uma das últimas coisas que cortariam quando procuram aliviar pressões financeiras em orçamentos já de si esmagados”.

A pesquisa do World Travel Market parece apoiar esta constatação, já que aqueles que já estão a planear umas férias, a maioria referiu que esperava viajar duas vezes em 2023. Os dois principais tipos de viagem indicados foram as férias clássicas na praia e viagens em família.

Por fim, os dados do World Travel Market também mostram que quase metade das pessoas que reservaram um lugar ao sol, fizeram-no porque querem ter algo pelo que esperar.

Descubra mais tendências no World Travel Market London, de 7 a 9 de novembro de 2022

Aceda aqui à biblioteca de imagens WTM

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CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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tagsTAP

A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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Iberia com voos diretos para Luanda em ‘codeshare’ com TAAG

As capitais de Espanha e Angola passam a estar ligadas diretamente com dois voos semanais da Iberia em ‘codeshare’ com a TAAG.

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A Iberia e a TAAG Linhas Aéreas de Angola estabeleceram um acordo de ‘codeshare’ que permite à companhia aérea espanhola oferecer voos diretos entre Madrid e Luanda ao mesmo tempo que reforça a conectividade entre a Europa e África.

Em comunicado, a Iberia informa que os voos serão efetuados duas vezes por semana, com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, com o voo de regresso, a partir de Luanda, a realizarem-se às terças-feiras e domingos.

Além dos voos diretos entre Madrid e Luanda, os clientes da companhia aérea espanhola poderão fazer ligações da capital angolana com a Cidade do Cabo e Joanesburgo, na África do Sul, Windhoek na Namíbia e Maputo em Moçambique.

Entretanto, a TAAG irá oferecer aos seus clientes ligações para voos da Iberia de Madrid para Barcelona, Porto, Amsterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Roma e Milão.

Esta parceria, refere a Iberia em comunicado, “insere-se no objetivo comum entre Espanha e Angola de criar novas oportunidades comerciais, económicas, culturais e turísticas internacionais”.

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ACTEP considera este um “bom momento” para agências de viagens de Portugal apostarem no turismo ‘outbound’ chinês

Para Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), esta é a “oportunidade certa” para aposta no turismo ‘outbound’ chinês.

Publituris

A poucos dias da realização do 20.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (CPC), a partir do dia 16 deste mês, Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), salienta que a China “abre portas à entrada de agências de viagens portuguesas no seu importante mercado turístico de ‘outbound’”. A associação afirma ainda, em comunicado, que “o ajustamento político das agências de viagens estrangeiras na China é um sinal positivo de que a China está disposta a abrir ainda mais o mercado turístico de ‘outbound’ e reforçar as ligações com o resto do mundo, incluindo Europa e Portugal”, destacando a “oportunidade que será para as agências de viagens portuguesas”.

De acordo com o responsável da associação, as agências de viagens com investimento estrangeiro, que estejam já estabelecidas ou venham a estabelecer-se em Pequim, Xangai ou Chongqing, estão agora autorizadas a organizar operações turísticas para chineses viajarem para fora.

Esta decisão advém de uma decisão que o Conselho de Estado da China aprovou no dia 8 de outubro, relativa ao ajuste provisório de certas disposições do regulamento sobre a atividade das agências de viagens, que se manterão em vigor até 8 de abril de 2024.

Embora o turismo ‘outbound’ da China ainda esteja suspenso, Yong Liang considera que esta abertura é um sinal “muito positivo”, indicando que a China irá expandir ainda mais o seu mercado de ‘outbound’ e está disposta a “fortalecer ainda mais as ligações com o resto do mundo, incluindo a Europa e Portugal”, refere o presidente da ACTEP.

As agências de viagens com capital estrangeiro vão poder implementar o sistema de licenciamento para os turistas chineses viajarem para o estrangeiro, embora para obter as necessárias qualificações empresariais precisem de cumprir determinadas condições, designadamente a necessidade de um período prévio de dois anos de operação no país.

Por isso, Yong Liang admite que “este é um bom momento para as agências de viagens de Portugal com forte vontade de se expandir para o enorme mercado turístico chinês”, frisando que a criação de agências de viagens na China “não só pode proporcionar oportunidades para as empresas de turismo portuguesas organizarem turistas chineses para viajarem em Portugal e noutros países da Europa, mas também expandir-se mais na área do recetivo, quando turistas portugueses e de países de língua portuguesa forem à China para turismo”.

Contudo, e uma vez que o turismo de ‘outbound’ da China ainda não está aberto, o impacto direto deste ajustamento “não será imediato”, salienta o presidente da ACTEP. Mas, conclui, “agora é a oportunidade certa, depois, pode ser demasiado tarde para entrar, quando a epidemia diminuir”, manifestando a disponibilidade da ACTEP para ajudar as agências portuguesas nestes processos.

De resto, Yong Liang recorda que a China foi, antes da pandemia, “o maior mercado turístico do mundo e voltará a sê-lo em poucos anos”. “Todo o esforço promocional que a ACTEP agora fez será muito útil para garantir que Portugal está bem posicionado para esta recuperação, razão pela qual queremos envolver as autoridades turísticas portuguesas, nacionais e regionais e as agências de viagens portuguesas neste esforço”, conclui Yong Liang.

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Votações para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 encerram hoje

Os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão ser entregues a 18 de outubro, numa cerimónia a decorrer na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

Publituris

A votação para escolher os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 termina esta sexta-feira, 7 de outubro, dia em que ainda poderá votar nos 104 os nomeados, divididos por 15 categorias, que concorrem nesta edição.

A votação está disponível aqui e, para validar o voto, é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Além dos 104 os nomeados, divididos por 15 categorias, que concorrem nesta edição, os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão também voltar a atribuir o Prémio Belmiro Santos, que será entregue diretamente pela redação do Publituris.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão ser entregues a 18 de outubro, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

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Portugal no top 3 dos destinos “baby-friendly”

A segurança, o bom clima, a oferta de quartos familiares disponibilizadas, fazem com que Portugal apareça em destaque neste ranking.

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Portugal foi considerado um dos destinos de férias mais “baby-friendly” para visitar no mundo, aparecendo em terceiro lugar, logo a seguir à Grécia (1.º lugar) e Turquia (2.º lugar), num estudo realizado pela Airport Parking Reservations, considerando um país com “bom clima, praias maravilhosas e gastronomia deliciosa”.

Atribuindo notas de 0 a 10, Portugal atingiu um score final de 7,45, abaixo dos 8 da Grécia e dos 7,65 da Turquia.

O estudo refere que 49% de todos os hotéis portugueses oferecem a opção de quarto familiar para quem viaja com crianças, destacando ainda o índice de segurança de 70,37, superior à média dos países estudados.

A temperatura média anual no país – 15,2 Cº – e um nível de precipitação a rondar os 591 mm por ano, constituem fatores que colocam Portugal no topo do ranking, destacando-se ainda as mais de 2.500 atividades que as crianças poderão realizar no país.

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Guatemala é “País Parceiro” da FITUR 2023

Para o Instituto Guatemalteco de Turismo (INGUAT), a FITUR 2023 será a plataforma que mostrará o país como “surpreendente e imparável, de acordo com o seu objetivo de posicionar as principais atrações turísticas do país a nível mundial”.

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A Guatemala será o país parceiro na Feira Internacional de Turismo (FITUR) 2023, que irá realizar a sua 43.ª edição de 18 a 22 de janeiro de 2023.

De acordo com o Instituto Guatemalteco de Turismo (INGUAT), a união de forças com a FITUR, como “País Parceiro”, constitui uma “ampla plataforma internacional que mostrará a Guatemala como surpreendente e imparável, de acordo com o seu objetivo de posicionar as principais atrações turísticas do país a nível mundial”.

O diretor-geral da IFEMA MADRID, Juan Arrizabalaga, salientou que “para a FITUR é especialmente importante estabelecer esta aliança estratégica com a Guatemala, o que ajudará a aumentar o seu reconhecimento como destino preferido e o seu posicionamento turístico internacional”.

De resto, os responsáveis pela FITUR 2023 enfrentam a próxima edição com perspectivas “muito positivas apoiadas pela aceleração da atividade turística e pelo exercício de resiliência desenvolvido nas suas edições anteriores com o importante aval institucional e setorial”.

Em comunicado, a organização salienta que a oferta da FITUR 2023 será “fortemente marcada pela especialização”, representada ao longo das diferentes seções, tais como: FITUR KNOW HOW & EXPORT, centrada na internacionalização; FITURTECHY, com tópicos de vanguarda como o big data e a inteligência artificial; FITUR TALENT, com ênfase na formação profissional na indústria do turismo; FITUR SCREEN, abordará a ligação entre turismo e audiovisual; FITUR LGBT + , centrada na diversidade de destinos e no segmento LGBT; FITUR CRUISES , dedicada à indústria dos cruzeiros;  FITUR MICE, ponto de encontro para conhecer o turismo de reuniões; e FITUR NEXT, promovendo a sustentabilidade. Outras secções relevantes são FITUR WOMAN e FITUR LINGUA. A FITUR continuará também a sua fórmula de hibridação através de FITUR LIVEConnect.

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A CROISIEUROPE amplia a sua oferta de reserva antecipada para todas as suas saídas de 2023

A empresa oferece até 15% de desconto para reservas feitas antes de 31 de janeiro.

A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, prorroga o prazo do seu “Early Booking” para todas as reservas efetuadas até 31 de janeiro de 2023. A oferta inclui cruzeiros em rios europeus, cruzeiros marítimos, cruzeiros de longa distância e até mesmo suas partidas especiais para a Páscoa no Reno e no Sena.

Todas as reservas feitas antes de 31 de janeiro para partidas em 2023 podem beneficiar dos seguintes descontos:
• 15% em todos os cruzeiros fluviais em rios europeus: Reno, Danúbio, Garona, Loire, Sena, Douro, Guadalquivir, etc.
• 15% em todos os cruzeiros marítimos a bordo do La Belle des Océans e La Belle de L’Adriatique, pelo Mediterrâneo, o Adriático ou o Mar Vermelho.
• 8% em cruzeiros de longa distância: Mekong, Nilo e África Austral.
CroisiEurope propõe uma variedade de itinerários e datas de partida em suas viagens este ano para poder usufruir de uma frota moderna e inovadora, um serviço de alta qualidade, Wi-Fi gratuito, excelente gastronomia e um pacote completo e variado de excursões para conhecer os detalhes cada destino, atendendo assim às expectativas dos clientes mais exigentes.

Sobre o autorMargarida Magalhães

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