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Azul reforça oferta de voos para o GP de F1 de São Paulo

A Azul vai adicionar 10 voos extra entre os aeroportos de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), com destino a Congonhas, a 12 e 13 de novembro, para dar resposta à procura para o GP de Fórmula 1 de São Paulo.

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A Azul vai adicionar 10 voos extra entre os aeroportos de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), com destino a Congonhas, a 12 e 13 de novembro, para dar resposta à procura para o GP de Fórmula 1 de São Paulo.

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A Azul vai reforçar a oferta para dar resposta à procura expectável para o Grande Prémio de Fórmula 1 de São Paulo, que decorre entre 11 e 13 de novembro, adicionando 10 voos extra entre os aeroportos de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), com destino a Congonhas.

“Ao todo, serão 10 voos a mais distribuídos entre as duas cidades”, explica a companhia aérea brasileira, que planeia um aumento de seis voos na rota Congonhas-Curitiba e quatro entre Congonhas e Porto Alegre.

“O reforço foi programado para os dias 12 e 13 de novembro, com voos operando a partir das 8h e retorno programado para às 19h”, acrescenta a Azul, revelando que estes voos extra vão ser realizados em aviões Embraer E1, com capacidade para até 118 passageiros.

“Estamos sempre atentos para atender eventos importantes, como o GP de Fórmula 1, e outros importantes para o turismo brasileiro, que está cada vez mais aquecido, e programamos operações especiais para atender a demanda de um dos principais centros de conexões do País, como é o caso de Congonhas”, explica Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

Os bilhetes para os voos extra com destino ao GP de F1 de São Paulo já se encontram à venda através dos canais oficiais da companhia aérea.

 

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Associação das Companhias Aéreas da África Austral vai ser liderada pelo diretor-geral da LAM

João Carlos Pó Jorge, diretor-geral da LAM, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA) e vai liderar a associação nos próximos 12 meses.

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O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), João Carlos Pó Jorge, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA), liderando a associação nos próximos 12 meses.

De acordo com a Lusa, além de João Carlos Pó Jorge, também Elmar Conradie, diretor-executivo da Safair, foi eleito vice-presidente da associação, cargo que vai desempenhar ao longo do próximo ano.

O “fornecimento confiável de combustível” é, atualmente, o maior desafio para as companhias aéreas africanas, motivo pelo qual foi já apontado como a principal prioridade da AASA, a par das restrições e da quebra abrupta do negócio devido à COVID-19.

A revisão de políticas e regulamentos dos diferentes estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz ainda parte da lista de temas a abordar no novo mandato da AASA.

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Ryanair torna viagens mais fáceis para cliente com deficiências

Através desta parceria, pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair passam a estar preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas

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A Ryanair juntou-se à rede de Hidden Disabilities Sunflower, reconhecendo a Sunflower Lanyards – um símbolo globalmente reconhecido de deficiência não visível. Esta nova iniciativa faz parte do contínuo foco na experiência do cliente da companhia aérea, permitindo aos pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair apoiar ainda mais os clientes, tornando as viagens mais fáceis e mais acessíveis para todos.

Com mais de 1,5 milhões de clientes da Ryanair que requerem assistência especial todos os anos, a companhia aérea, com o apoio da Hidden Disabilities Sunflower, desenvolveu e entregou um programa de formação anual, de forma a ajudar as suas equipas a obter uma compreensão mais profunda das deficiências não visíveis.

Assim, a tripulação da Ryanair, baseada em 90 bases, “está pronta a apoiar os utilizadores desta organização com uma oferta de ajuda, compreensão ou simplesmente mais tempo”, refere a companhia aérea, em comunicado.

Tracy Kennedy, diretora de Customer Service da Ryanair, refere que a companhia transporta “mais de 165 milhões de passageiros por ano, com mais de 1,5 milhões a necessitarem de assistência especial”, salientando que através do reconhecimento da Sunflower Lanyards, é possível “às 17.000 pessoas nas nossas 90 bases de tripulação um melhor apoio aos nossos clientes com deficiências não visíveis”.

A responsável frisa ainda que, “após o lançamento da formação abrangente ‘Hidden Disabilities’ este Verão, estamos extremamente orgulhosos de que os nossos pilotos, tripulação e equipas de apoio estejam agora totalmente preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas”.

Já Tristan Casson-Rennie, Diretor Regional, Irlanda & Irlanda do Norte da Hidden Disabilities Sunflower, congratula-se com o facto da Ryanair ter aderido à rede global de ‘Hidden Disabilities Sunflower’. “Passageiros com deficiências não visíveis podem voar para 36 países sabendo que serão apoiados pela tripulação da Ryanair em 228 aeroportos”, diz Casson-Rennie, concluindo ainda que “as viagens estão a tornar-se mais acessíveis para pessoas com deficiência, alargando as oportunidades de exploração, trabalho e diversão”.

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Aviação civil chinesa perde 14,6 mil milhões de euros até setembro

As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, o que se deve à redução da operação devido à COVID-19 mas também ao aumento do preço do combustível.

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As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, perdas que, segundo a Lusa, se devem às medidas de prevenção epidémica vigentes no país, no âmbito da estratégia ‘zero covid’.

Segundo a Lusa, que cita o portal de informação económica Yicai, as perdas foram especialmente acentuadas nas quatro maiores empresas chinesas do setor, concretamente Air China, China Eastern, Hainan Airlines e China Southern, que somaram perto de 90% das perdas, enquanto a Spring Airlines, principal companhia aérea low cost chinesa e que tinha sido a única a apresentar lucros nos três primeiros trimestres de 2021, também apresentou prejuízo.

“As perdas da indústria ultrapassaram o total somado de 2021 e 2020. Este ano é o pior de sempre para a aviação civil da China”, disse o analista Lin Zhijie, citado pelo portal Yicai.

De acordo com o especialista, este ano, o setor da aviação civil chinês operou apenas a 50% de 2019, enquanto no ano passado foi registada uma operação de cerca de 70% dos níveis de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

Além da diminuição da operação, as companhias aéreas chinesas estão ainda a lidar com o aumento dos preços dos combustíveis, que subiu 75% em termos homólogos, o que significa um custo extra de cerca de 40.000 milhões de yuans (5.530 milhões de euros) para as empresas do setor.

O portal Yicai lembra que, este ano, cerca de uma dezena de companhias aéreas chinesas e subsidiárias declararam insolvência, numa tendência que se deverá agravar no futuro.

Recorde-se que, devido à pandemia, a Administração de Aviação Civil da China foi obrigada a apoiar as companhias aéreas e, ainda no primeiro semestre de 2022, realizou injeções de capital na Air China, China Eastern, China Southern e no maior grupo de aeroportos do país, a Capital Airports Holdings.

A Administração de Aviação Civil da China estendeu mesmo as linhas de crédito de apoio às companhias aéreas e abriu uma nova, no valor de 150.000 milhões de yuans (20.731 milhões de euros), que se junta à que já existia e que tem um valor de 65.600 milhões de yuans (9.067 milhões de euros), sendo esta última também destinada ao apoio aos aeroportos do país.

Recorde-se que a China adoptou uma política de zero casos de COVID-19, o que leva a confinamentos rigorosos e à suspensão dos voos sempre que seja detectado um surto da doença, o que ajuda a explicar a difícil situação económica das transportadoras chinesas.

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Air France-KLM assume interesse na TAP

O interesse é assumido pelo presidente executivo da Air France-KLM, Ben Smith, que diz que, “se as circunstâncias forem as adequadas”, o grupo vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP.

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O presidente executivo do Grupo Air France-KLM, Ben Smith, assumiu que o grupo de aviação franco-holandês está interessado numa parceria ou aquisição de capital da TAP, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

“Estamos interessados”, afirmou o responsável, durante a apresentação de resultados da Air France-KLM do terceiro trimestre de 2022, em que o grupo de aviação obteve receitas de 8112 milhões de euros e um lucro de 460 milhões de euros.

Segundo Ben Smith, o Grupo Air France-KLM vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP, com vista a uma parceria ou aquisição de capital, quando for aberto o processo de reprivatização da companhia aérea de bandeira nacional.

“A consolidação é um factor-chave para nós, especialmente na Europa”, acrescentou o presidente executivo da Air France-KLM, explicando que o grupo de aviação tem “estudado durante vários anos” o mercado da Península Ibérica.

Recorde-se que, além do interesse manifestado na TAP, a Air France-KLM está atualmente em conversações para entrar no capital da ITA, companhia aérea italiana que veio substituir a Alitalia.

A Reuters adianta que o grupo franco-holandês terá apresentado uma proposta de 350 milhões por 50% do capital da ITA, mais uma ação, de modo a garantir a maioria do capital.

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Iberia estima capacidade 105% acima de 2019 no início de 2023

No último trimestre de 2022, a Iberia conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

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A Iberia estima que, no primeiro trimestre de 2023, seja possível aumentar em 105% a capacidade oferecida face a igual período de 2019, antes da pandemia da COVID-19, o que será possível graças aos novos aviões que a companhia aérea espanhola se prepara para receber.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da Iberia, no último trimestre de 2022, a companhia aérea conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

No comunicado citado pela Lusa, a Iberia sublinha que já restabeleceu toda a sua rede de voos e destinos na América Latina, está a crescer nos Estados Unidos, com a rota para Dallas, e terá uma maior implantação em várias rotas da sua rede de curto e médio curso em Espanha e na Europa.

Em Espanha, a transportadora conta mesmo disponibilizar, este inverno, uma maior capacidade do que acontecia em 2019 nas redes de curta distância e médio curso, nomeadamente em destinos de negócios mas também lazer.

“Em Espanha, a Iberia reforça a sua posição na Air Bridge, e recupera todas as frequências que operava antes da pandemia”, informa a companhia aérea no comunicado divulgado.

E também na América Latina a Iberia já recuperou a totalidade da rede que tinha antes da pandemia da COVID-19, meta que foi atingida com a retoma dos voos para o Rio de Janeiro e Caracas, que eram os únicos que ainda não tinham sido retomados e que a Iberia voltou a operar este fim-de-semana, ambos com três frequências por semana.

No total, a Iberia conta, este inverno, com cerca de 260 voos semanais, a maioria dos quais são diários e ligam a Europa a 18 destinos em 16 países da América Latina.

A Iberia destaca ainda a recuperação nos EUA, que conta este inverno com um aumento de capacidade em comparação com 2019, já que a companhia aérea vai disponibilizar 589.000 lugares nas rotas norte-americanas, o que representa um aumento de 15% face a 2019, e cerca de 2.000 voos, mais 21% do que no inverno pré-pandemia.

A Iberia vai também manter a rota para Dallas, nos EUA, ao longo de todo o ano e, em dezembro, passa a operar no terminal 8 do aeroporto JFK, em Nova Iorque, EUA.

Na Europa, a companhia aérea destaca ainda os crescimentos em Itália (Roma e Milão), França (Paris), Suíça (Genebra) e Portugal, onde a rota para o Funchal funcionará durante todo o inverno, concluiu.

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Lucro da Air France/KLM no 3.º trimestre supera período homólogo de 2019

No 3.º trimestre do ano, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo Air France/KLM transportaram ainda 25 milhões de passageiros, subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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No terceiro trimestre de 2022, o Grupo Air France/KLM registou um lucro de 460 milhões de euros, valor que já é superior ao registado no mesmo período de 2019 e que dá esperança ao grupo de aviação franco-holandês de que será possível terminar 2022 com um lucro superior a 900 milhões de euros.

De acordo com o Grupo Air France/KLM, entre julho e setembro, foi registado um volume de negócios de 8.110 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 77,6%, num resultado que foi superior em 500 milhões de euros ao do terceiro trimestre de 2019, antes da pandemia da covid-19.

Com o lucro do terceiro trimestre, a empresa apresenta resultados líquidos de 232 milhões de euros desde o início do ano, depois de prejuízos de 7.100 milhões de euros em 2020 e de 3.300 milhões de euros em 2021.

O resultado permite que a Air France/KLM possa voltar a reduzir a sua dívida, tendo o grupo de aviação anunciado já que tenciona antecipar o pagamento de mil milhões de euros dos 3.500 milhões de euros em empréstimos garantidos pelo Estado francês.

Os resultados financeiros foram também acompanhados por uma melhoria dos resultados operacionais, já que, neste trimestre, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo transportaram 25 milhões de passageiros, o que indica uma subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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Mudança da Vueling para o Terminal 2 do aeroporto de Lisboa acontece a 4 de novembro

A ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas” no aeroporto de Lisboa e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

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A ANA Aeroportos de Portugal veio esta sexta-feira, 28 de outubro, esclarecer que a mudança da Vueling para o Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, acontece a 4 de novembro, ao contrário do que a empresa que gere os aeroportos nacionais tinha inicialmente indicado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas no Aeroporto Humberto Delgado” e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

Esta alteração já tinha sido comunicado a 20 de outubro, ainda que, na ocasião, a ANA Aeroportos de Portugal indicasse que a passagem da Vueling para o Terminal 2 da infraestrutura aeroportuária lisboeta deveria acontecer a 30 de outubro, data em que também a easyJet e a Eurowings mudam de terminal, passando a low cost britânica para o Terminal 1, enquanto a transportadora de baixo custo do Grupo Lufthansa passa a operar no Terminal 2.

A ANA Aeroportos de Portugal pede, no entanto, aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa, de forma a obterem mais informações.

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Azul aumenta oferta para Lisboa no fim do ano

Entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, a Azul vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

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A Azul anunciou que, entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

“Para Lisboa, capital de Portugal e a porta de entrada da Azul para a Europa, a operação de final de ano ocorre entre os dias 19 de dezembro e 31 de janeiro. Além dos dois voos operados regularmente, a partir de Viracopos, a companhia vai aumentar a oferta para a capital portuguesa com um terceiro voo, partindo de Viracopos às segundas e retornando de Lisboa às terças-feiras”, indica a companhia aérea brasileira, em comunicado.

O aumento de oferta da Azul para Lisboa é acompanhado também pelo reforço da capacidade para Orlando e Fort Lauderdale, nos EUA, assim como para Punta del Este e Montevidéu, no Uruguai, que passam a contar com maior oferta no período do fim de ano.

“Para a alta temporada, a companhia vai ofertar 1.121 voos internacionais, entre voos regulares e reforço de malha, partindo de diversas bases brasileiras, como os aeroportos de Campinas (SP), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Belém (PA) e Manaus (AM)”, lê-se no comunicado divulgado pela Azul, que indica também que a venda de bilhetes já está disponível nos canais oficiais da companhia aérea.

No caso de Orlando, a Azul vai passar a operar mais um voo desde Viracopos, em Campinas, totalizando dois voos diários, aos quais se juntam mais dois voos diários para Fort Lauderdale, na Flórida, desde Viracopos, numa operação que vai ainda contar com um aumento das ligações diretas desde as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.

“A partir do dia 15 de dezembro, a capital do Amazonas passa a ter ligação direta com o aeroporto de Fort Lauderdale três vezes na semana, enquanto a capital paraense retoma sua ligação direta com o mesmo terminal a partir do dia 16, oferecendo voos quatro vezes na semana”, refere ainda a Azul.

Já no caso do Uruguai, a companhia aérea tem previsto um aumento da oferta de voos para Punta del Este, desde Campinas, enquanto no período entre 21 de dezembro de 2022 e 28 de janeiro de 2023 passam a existir dois voos semanais.

A partir de 21 de dezembro, a companhia aérea brasileira vai também passar a oferecer mais uma opção de ligação com Montevidéu, no Uruguai, com partida de Florianópolis, em Santa Catarina, numa operação que vai decorrer ao longo de todo o ano.

Além destes voos, a Azul vai também ligar Montevidéu a Foz do Iguaçu, no Paraná, cujos voos arrancam a 20 de dezembro, incluindo duas ligações aéreas por semana nos dois sentidos, estando ainda prevista uma ligação direta entre Recife e a capital do Uruguai com início em novembro, que passa a dois voos por semana, a partir de 21 de dezembro.

“Estamos muito felizes por implementar estas novidades nas rotas internacionais, que gradualmente vão retomando os níveis anteriores e, principalmente, por descentralizar as operações partindo de diferentes localidades do Brasil, em concordância com a premissa da Azul que é interligar todas as regiões do país aos mais diferentes destinos”, destaca Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

 

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João Moreira Baptista, General Manager Summerwind Portugal

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João Moreira Baptista é o novo country manager da TAAG em Portugal

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação, passou também a assumir o cargo de country manager da TAAG em Portugal.

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Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, a companhia aérea angolana passou a também a ter um novo country manager em Portugal, cargo que passa a ser assumido por João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação de companhias aéreas em Portugal.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro, e que é assinado pelo próprio João Moreira Baptista, o responsável garante que o novo cargo representa “uma oportunidade única e repleta de desafios”, até porque a TAAG e a sua Administração pretendem dar uma “energia renovada” ao modelo de negócio da companhia aérea.

“Da minha parte, poderão contar com uma determinação e ambição inabaláveis”, garante o novo country manager da TAAG em Portugal, que se mostra também comprometido em “consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal”.

“Estou consciente da minha responsabilidade para com todos, a Administração, os colegas e os passageiros, a todos posso apenas expressar o meu orgulho por fazer parte da equipa e o meu compromisso no cumprimento dos objetivos que me proponho alcançar”, conclui João Moreira Baptista.

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easyJet oferece viagem a Marrocos em passatempo que vai testar conhecimentos sobre a companhia e o destino

Passatempo decorre este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, e vai oferecer uma viagem a Marraquexe para duas pessoas a quem provar ter mais conhecimentos sobre a companhia aérea e sobre o destino.

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A easyJet vai promover, este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, um passatempo que vai oferecer uma viagem a Marraquexe, em Marrocos, a quem provar que melhor conhece a companhia aérea low cost, que começa na próxima segunda-feira, 31 de outubro, a voar para a cidade marroquina, que é considerada um dos principais destinos turísticos deste país do norte de África.

O passatempo, que vai decorrer junto à Estação do Oriente, em Lisboa, vai desafiar os portugueses a testarem os seus conhecimentos sobre a operação aérea em Portugal e a tirarem uma fotografia original no Photobooth da companhia, ficando habilitados a ganhar um viagem para duas pessoas a Marraquexe.

“Para se habilitarem a ganhar, os participantes serão testados com oito questões sobre a easyJet e o destino Marrocos, para onde a companhia começa a voar no próximo dia 31 de outubro, inaugurando, assim, a primeira rota com partida de Lisboa para fora do continente europeu. Em caso de empate nas respostas, um júri selecionado escolherá a fotografia mais original e determinará o vencedor”, indica a easyJet, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro.

O vencedor do passatempo será contactado pela easyJet via e-mail e o prémio poderá ser usufruído entre novembro de 2022 e 31 de março de 2023, com exceção dos períodos festivos.

O passatempo está disponível para participantes residentes em Portugal Continental e/ou Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, com idade igual ou superior a dezoito anos e as fotografias tiradas no Photobooth devem ser enviadas à companhia aérea por email, até às 23h59 do dia 29 de outubro.

“A easyJet está a fazer uma enorme aposta no mercado português, com mais rotas e novas frequências, em que a nova ligação a Marraquexe se insere. É um destino de eleição para os portugueses, ideal para short-breaks, que queremos aproximar com duas frequências semanais e a baixos custos”, acrescenta José Lopes, country manager da easyJet em Portugal.

Recorde-se que a nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe arranca na próxima segunda-feira, 31 de outubro, e conta com duas ligações aéreas por semana, fazendo parte do  novo plano de expansão da companhia aérea no aeroporto de Lisboa, depois de receber 18 novas slots da Comissão Europeia.

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