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Museus e atrações turísticas portugueses nomeados para os Remarkable Venue Awards

Vários museus e atrações turísticas portugueses estão nomeados, para já, para cinco das sete categorias que competem aos Remarkable Venus Awards, galardões internacionais da Tigets. Envolvendo nove países, Portugal estreia-se nesta edição.

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Vários museus e atrações turísticas portugueses estão nomeados, para já, para cinco das sete categorias que competem aos Remarkable Venus Awards, galardões internacionais da Tigets. Envolvendo nove países, Portugal estreia-se nesta edição.

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Ao todo são sete categorias em competição. Agora são conhecidos os nomeados para cinco dessas sete categorias – ‘Local Mais Notável’, ‘Melhor Museu’, ‘Melhor Atração’, ‘Melhor Marco Histórico’ e ‘Melhor Experiência no Local’. Para estas categorias, a seleção dos nomeados e dos vencedores baseia-se em mais de um milhão de avaliações atribuídas pelos clientes da Tiqets às atrações que visitaram.

No final do mês, serão anunciados os nomeados para as outras duas categorias – ‘Melhor Joia Escondida’ e ‘Local Mais Inovador’ –, que são avaliadas por um júri nacional de especialistas em turismo.

As candidaturas para concorrer a estas duas categorias continuam abertas até dia 8 de setembro. As atrações portuguesas interessadas devem candidatar-se a partir de um formulário no website da Tiqets.

“Estamos convictos de que o reconhecimento das atrações nacionais nos Remarkable Venue Awards serão um contributo para a valorização e promoção deste património único, que vai ao encontro da nossa missão diária na Tiqets: tornar a cultura cada vez mais acessível”, refere Jaume Vidal, diretor regional pra Espanha e Portugal da plataforma de reserva e compra de bilhetes online para museus e atrações, disponibilizando experiências em mais de 4000 locais no mundo.

Os vencedores nacionais em cada categoria serão selecionados automaticamente para concorrer aos prémios mundiais, que serão entregues na cerimónia anual dos Remarkable Venue Awards no Tourism Innovation Summit (TIS), em Sevilha, no dia 2 de novembro.

Os museus e atrações de Portugal nomeados para as cinco categorias dos Remarkable Venue Awards baseadas em avaliações do público são:

Local Mais Notável: Oceanário de Lisboa; AquaShow Park Algarve; Castelo dos Mouros; Zoomarine Algarve.

Melhor Museu: Immersivus Gallery Porto; Museu do Tesouro Real; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação de Serralves.

Melhor Atração: Museu do FC Porto – Estádio do Dragão; Estádio da Luz e Museu Benfica – Cosme Damião; Oceanário de Lisboa; Magical Garden Alice.

Melhor Marco Histórico: Castelo dos Mouros; Palácio de Monserrate; Sé do Porto; Mosteiro dos Jerónimos.

Melhor Experiência no Local: Ideal Clube de Fado; Benagil e costa: circuito completo pelas grutas by Atlantis Tours; HippoTrip; Museu do FC Porto – Estádio do Dragão.

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Portugal ultrapassa 30 milhões de hóspedes e 77 milhões de dormidas em 2023. Receitas somam recorde de 6 MM€

Os números já tinham sido avançados, mas agora chega a confirmação. Em 2023, o alojamento turístico, em Portugal, recebeu mais de 30 milhões de hóspedes e as dormidas ultrapassaram as 77 milhões. Quanto às receitas, o turismo português atingiu novo recorde: mais de seis mil milhões de euros.

Em dezembro de 2023, o setor do alojamento turístico registou 1,8 milhões de hóspedes (+10,9%) e 4 milhões de dormidas (+8,2%), gerando 289 milhões de euros de proveitos totais (+13,9%) e 204,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+15%). Comparando com dezembro de 2019, continuam a registar-se aumentos mais expressivos, +40,8% nos proveitos totais e +44,9% nos relativos a aposento, revelam os dados apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os resultados preliminares de 2023 apontam para 30 milhões de hóspedes (+13,3%) e 77,2 milhões de dormidas (+10,7%), que terão permitido gerar mais de 6 mil milhões de euros de proveitos totais (+20,1%) e 4,6 mil milhões de euros de proveitos de aposento (+21,3%). Comparando com 2019, observaram-se aumentos mais expressivos, +40,2% e +43,0%, respetivamente.

Em dezembro, Lisboa foi a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos (36,3% dos proveitos totais e 38,2% dos proveitos de aposento, respetivamente), seguida pelo Norte (18,7% e 19%) e pela Madeira (15,6% e 14,9%).

Os maiores crescimentos ocorreram no Centro (+21,2% nos proveitos totais e +23% nos de aposento), no Alentejo (+18,5% e +20%) e no Algarve (+16,6% e +19,4%). Face a dezembro de 2019, destacou-se a Madeira, com +64,9% nos proveitos totais e +75,1% nos de aposento, seguida pelo Alentejo, com +54,8% e +59,6%, pela mesma ordem.

No conjunto do ano de 2023, os maiores crescimentos nos proveitos totais e de aposento ocorreram nos Açores (+25,9% e +27,7%), em Lisboa (+24,5% e +25,7%) e no Norte (+24,2% e +25,5%, respetivamente). Comparando com 2019, os maiores aumentos nos proveitos totais e de aposento verificaram-se nas regiões autónomas (Açores com +60,3% e +62,3%, respetivamente, e Madeira com +60,2% e +72,3%).

Em dezembro, registaram-se crescimentos dos proveitos nos três segmentos de alojamento. Na hotelaria, os proveitos totais e de aposento (peso de 87% e 85% no total do alojamento turístico, respetivamente) aumentaram 13,2% e 14,7%, respetivamente. Face a dezembro de 2019, registaram-se crescimentos de 38,7% e 43,1%, pela mesma ordem.

Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 9% e 11,1%, respetivamente), registaram-se aumentos de 16,5% nos proveitos totais e 14,7% nos proveitos de aposento. Comparando com dezembro de 2019, observaram-se crescimentos de 40,5% e 43,6%, respetivamente.

No turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,9% nos proveitos totais e de aposento), os aumentos foram de 25,1% e 21,8%, respetivamente. Face a dezembro de 2019, os proveitos neste segmento mais do que duplicaram (+112% e +110,4%, nos proveitos totais e de aposento, respetivamente).

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 36,2 euros em dezembro, registando um aumento de 9,2% face a igual período de 2022 (+7,7% em novembro) e de 30,2% em comparação com dezembro de 2019.

Os valores de RevPAR mais elevados foram registados na Madeira (57,4 euros) e em Lisboa (56,3 euros).

Os maiores crescimentos ocorreram no Centro (+16,9%) e no Algarve (+15,8%), tendo os Açores registado o único decréscimo (-4,9%).

No conjunto do ano 2023, o RevPAR aumentou 15,4%, atingindo 64,8 euros. Neste período, este indicador registou crescimentos de 16,5% na hotelaria, 15,7% no alojamento local e 7,1% no turismo no espaço rural e de habitação.

Lisboa concentrou 1/5 do total de dormidas registadas em Portugal em 2023
No conjunto do ano 2023, do total de 77,2 milhões de dormidas (+10,7%) nos estabelecimentos de alojamento turístico, 73,3% concentraram-se nos 23 principais municípios.

Em 2023, o município de Lisboa concentrou 19,6% do total de dormidas, atingindo 15,1 milhões dormidas (+13,6%; +3,5% nos residentes e +15,6% nos não residentes). Este município concentrou 23,9% do total de dormidas de não residentes registadas no país em 2023 (23,8% em 2022).

Albufeira (peso de 10,1%) registou 7,8 milhões de dormidas em 2023, refletindo um aumento de 9%, que se ficou a dever ao acréscimo de dormidas de não residentes (+14,5%), dado que as dormidas de residentes decresceram (-9,1%).

O município do Funchal representou 8,1% do total de dormidas em 2023 (6,2 milhões), o que se traduziu num crescimento de 8,8% (-5% nos residentes e +11,5% nos não residentes).

No Porto, registaram-se 5,9 milhões de dormidas em 2023 (7,6% do total), representando um acréscimo de 21,9% face a 2022 (+8,8% nos residentes e +24,7% nos não residentes).

Neste período, destacou-se ainda o crescimento registado em Ourém (+33,6%; +9,9% nos residentes e +50,9% nos não residentes) e, em sentido contrário, os decréscimos nos municípios de Vila Real de Santo António (-4,1%; -12,9% nos residentes e +3,3% nos não residentes) e Lagoa (-0,2%; -13,4% nos residentes e +3,3% nos não residentes).

Face a 2019, os maiores crescimentos registaram-se em Vila Nova de Gaia (+32,5%), Porto (+28,0%) e Funchal (+24,2%), enquanto os maiores decréscimos ocorreram em Vila Real de Santo António (-15,4%) e Albufeira (-8,8%), que continuaram abaixo dos níveis pré-pandemia.

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Castro Verde tem novo guia e site de Turismo

A Câmara Municipal de Castro Verde passou a disponibilizar um novo guia e site dedicados exclusivamente à oferta turística do concelho.

O novo site e guia de turismo são um convite ao visitante para que descubra Castro Verde, o seu património, cultura e gastronomia e ambos oferecem diferentes propostas de atividades centradas nas potencialidades deste território, Reserva da Biosfera da UNESCO, indica a autarquia.

Um roteiro pelo concelho com enfoque no turismo de natureza, no birdwatching ou nas rotas do cycling e da Estrada Nacional 2, mas também na história e tradições que distinguem Castro Verde, da viola campaniça ao cante alentejano, à Batalha de Ourique e à centenária Feira de Castro.

A publicação estará disponível, gratuitamente, no posto de turismo de Castro Verde, alojamentos e restaurantes do concelho.

O presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, António José Brito, sublinhou a importância destas novas ferramentas “na divulgação das potencialidades do concelho, classificado como Reserva da Biosfera da UNESCO, bem como na atração de mais visitantes e turistas ao concelho”.

 

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ARPT do Alentejo “satisfeita” com reforço financeiro, mas aguarda informação sobre valor concreto

A Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) diz-se satisfeita com um aumento da dotação para o turismo na região, mas quer saber valor exato do aumento.

A Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) expressou “satisfação” com o anúncio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), através do seu presidente e presidente da Autoridade de Gestão do Programa Regional do Alentejo, Ceia da Silva, sobre o reforço da dotação para o turismo no âmbito do Programa Regional Alentejo 2030.

Reconhecendo que se trata de um “avanço positivo”, os responsáveis pela agência aguardam, contudo, “a divulgação do valor exato do aumento”.

“Ressaltamos a importância crucial do turismo para a economia da região do Alentejo”, pode ler-se no comunicado envio às redações. “Este setor é um motor essencial para o desenvolvimento regional, contribuindo significativamente para a geração de emprego e riqueza. A sua relevância para a sustentabilidade económica e cultural da região não pode ser subestimada”.

A agência reitera que o turismo, com o seu impacto direto e indireto na economia local, “merece um investimento adequado e proporcional à sua importância, nomeadamente ao nível do reforço para a promoção turística, o qual deverá ficar refletido nas linhas de apoio do Programa Regional do Alentejo 2021-2027 (ALENTEJO 2030)”. Por isso, os responsáveis da ARPTA esperam que o aumento prometido “esteja à altura das necessidades reais do setor, assegurando assim o seu crescimento sustentável e a valorização do património cultural e natural do Alentejo”.

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Turismo europeu aproxima-se dos níveis pré-pandémicos em 2023. Portugal destaca-se com crescimento de 11%

As chegadas de turistas estrangeiros à Europa foram 1,6% inferiores aos valores de 2019 no último trimestre de 2023. Portugal foi dos destinos mais procurados, com um crescimento de 11%

No final de 2023, o turismo europeu continuou a sua recuperação robusta, aproximando-se dos níveis pré-pandémicos, apesar das pressões inflacionistas. Em todos os destinos analisados, as chegadas de turistas estrangeiros ficaram 1,6% abaixo dos números de 2019, com o número de noites 0,6% abaixo, mostrando uma procura resiliente em todo o continente – uma tendência que deve continuar em 2024, avança a última edição do relatório trimestral “Tendências e perspectivas do turismo europeu”, publicado pela European Travel Commission (ETC)

A recuperação é sustentada por fortes viagens intra-europeias, principalmente da Alemanha, França e Países Baixos. As chegadas de longo curso também estão a recuperar, mas a um ritmo mais lento, apresentando variações significativas entre regiões como a Ásia-Pacífico e a América do Norte.

Destinos com boa relação qualidade/preço muito procurados
As viagens europeias mantiveram-se resilientes nos últimos meses de 2023, com dois terços dos destinos a registarem uma recuperação total ou a registarem chegadas e/ou dormidas dentro de 10% dos níveis pré-pandémicos. Entre estes, os destinos do sul da Europa continuam a ser os principais, impulsionados pelo clima favorável que se estende até à época baixa. A Sérvia registou o maior aumento de chegadas (+15%), juntamente com Portugal (+11%), Montenegro (+10%), Turquia (+9%) e Malta (+8%). São também destinos populares para férias com tudo incluído e custos de viagem mais acessíveis, “o que tem sido fundamental para atrair viajantes preocupados com os preços”, salienta a ETC.

Outros países também conseguiram uma recuperação significativa em comparação com 2019, com destaque para a Islândia que registou um aumento de 12% nas chegadas, mesmo com as erupções vulcânicas, enquanto os Países Baixos aumentaram as dormidas de turistas em 16%, apesar de um aumento menor de 2% nas chegadas, indicando estadias mais longas.

Em contrapartida, os destinos da Europa Oriental que fazem fronteira com a Rússia registaram uma recuperação mais lenta, com países como a Lituânia (-32%), a Letónia (-29%), a Estónia (-27%) e a Finlândia (-24%) a ficarem para trás.

Turismo resiliente num contexto de inflação económica
“A recuperação das chegadas e das dormidas em toda a Europa está a ocorrer num contexto em que a inflação afeta tanto a indústria como os turistas”, admite o relatório da ETC. No quarto trimestre de 2023, a inflação aumentou 23% em comparação com os níveis de 2019, com aumentos particularmente pronunciados observados em despesas relacionadas com o turismo, como voos internacionais (+49%), pacotes de férias (+47%) e preços de hotéis (+35%). “Estes preços mais elevados afetaram as finanças das famílias, mas não dissuadiram a maioria das pessoas que desejam viajar”, frisa a ETC.

As pressões sobre os preços diminuíram ligeiramente nos últimos meses de 2023 em comparação com o trimestre anterior para os custos relacionados com o turismo, mas permanecem significativamente elevadas em relação aos níveis pré-pandémicos.

Recuperação desigual das viagens de longo curso para a Europa
Embora os turistas chineses tenham representado 13 % das chegadas de longo curso da Europa em 2019, o seu regresso desde a reabertura da China tem sido lento, mas constante. As chegadas de chineses, em 2023, situam-se 67% abaixo dos níveis pré-pandémicos, em comparação com a média de 22% para todos os outros mercados de origem de longo curso.

Para além dos estrangulamentos de capacidade, os viajantes chineses mantiveram-se avessos ao risco ao longo do último ano, privilegiando mais as viagens domésticas. Contudo, “os destinos europeus podem esperar uma maior recuperação deste mercado em 2024, prevendo-se que atinja 39% abaixo dos valores de 2019”, admite a ETC.

“Prevê-se também que as mudanças geracionais e as influências dos meios de comunicação social venham a remodelar cada vez mais as preferências de viagem dos chineses, provocando uma mudança para experiências de luxo e mais autênticas”, pode ler-se no relatório.

Pelo contrário, os mercados da América do Norte, como os EUA e o Canadá, registaram uma recuperação significativa. Dois terços dos destinos europeus registaram um aumento das chegadas e/ou das dormidas provenientes dos EUA, enquanto mais de metade registou o mesmo relativamente ao Canadá. Além disso, as companhias aéreas americanas e canadianas anunciaram o desenvolvimento de sistemas combinados de reserva de voos e comboios para a Europa, oferecendo uma opção de viagem mais sustentável quando se deslocam na região.

Miguel Sanz, presidente da ETC, refere que “a elevada procura de viagens registada em 2023 deu um impulso significativo às economias europeias e ajudará a melhorar os balanços das empresas de turismo, que foram duramente atingidas pelas restrições às viagens. No entanto, o regresso aos níveis pré-pandémicos também exercerá pressão para acelerar a transição sustentável do setor das viagens.”

 

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Dubai recebe 17,15 milhões de turistas e alcança melhor desempenho de sempre em 2023

No ano passado, o Dubai recebeu 17,15 milhões de turistas, naquele que foi o melhor desempenho de sempre do destino e que traduz um crescimento de 19,4% face ao ano anterior, segundo o DET – Departamento de Economia e Turismo do Dubai.

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No ano passado, o Dubai recebeu 17,15 milhões de turistas, naquele que foi o melhor desempenho de sempre do destino e que traduz um crescimento de 19,4% face ao ano anterior, avança o DET – Departamento de Economia e Turismo do Dubai, em comunicado.

Na informação divulgada, o DET sublinha que o total de turistas recebido pelo Dubai em 2023 ultrapassou também os números de 2019, o último ano antes da pandemia, quando o Dubai recebeu 16,73 milhões de visitantes.

“Este crescimento está alinhado com os objetivos da Agenda Económica de Dubai D33, lançada há pouco mais de um ano pelo Xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, Vice-Presidente e Primeiro-Ministro dos Emirados Árabes Unidos e Governante de Dubai, para consolidar ainda mais a posição do Dubai como uma das três principais cidades globais para negócios e lazer, e a melhor cidade para visitar, viver e trabalhar”, congratula-se o DET, realçando que “o desempenho do setor do turismo acompanha de perto o crescimento do PIB do emirado em 3,3% nos primeiros nove meses de 2023”.

Quanto a mercados, a maioria dos visitantes do Dubai no ano passado era proveniente do Médio Oriente e Norte de África (28%), “demonstrando que o Dubai é um destino de confiança e preferido para visitantes dos mercados vizinhos”, seguindo-se a Europa Ocidental e o sul da Ásia, que representaram, respetivamente, 19% e 18% das chegadas.

Já a Comunidade de Estados Independentes e a Europa Oriental contribuíram com 13% das chegadas, enquanto as regiões do norte da Ásia e do sudeste asiático representaram 9% das chegadas, as Américas contribuíram com 7%, África com 4% e a Australásia com 2%.

O DET diz também que, em 2023, a performance do setor hoteleiro do destino “continuou a apresentar um desempenho forte, superando os níveis pré-pandemia em todas as métricas de hospitalidade – ocupação, dormidas, estada média, taxa média diária (ADR) e receita por quarto disponível (RevPAR)”.

No setor hoteleiro, a ocupação média, em 2023, situou-se em 77,4%, nível que é considerado “um feito excecional tendo em conta um aumento geral de 19% na oferta de quartos em 2023 em comparação com 2019, que passou de 126.120 quartos disponíveis no final de dezembro de 2019 em 741 estabelecimentos para 150.291 quartos em 821 estabelecimentos no final de 2023”.

No ano passado, também as dormidas no Dubai atingiram valor recorde, somando 41,70 milhões, o que representa um aumento de 11% em comparação com 2022 (37,43 milhões), crescimento que, segundo o DET, “também representa um aumento substancial de 30% em relação aos números pré-pandemia de 2019, que registaram 32,11 milhões de dormidas”.

Já o ADR igualou o de 2022 e ficou nos AED536, enquanto o RevPAR teve um aumento de 6% em comparação com 2022 (AED415 vs. AED391) e um crescimento de 33% em relação ao período pré-pandemia de 2019 (RevPAR de AED312).

A estada média, por sua vez, foi de 3,8 noites em 2023, um aumento de 10% em relação às 3,4 noites em 2019.

“Estamos a aproveitar estrategicamente o impulso significativo gerado durante um 2023 altamente bem-sucedido para impulsionar o crescimento em todos os segmentos do turismo. À medida que aguardamos com expectativa a chegada de mais visitantes em 2024, o apoio inabalável dos nossos parceiros dos setores público e privado será crucial para aumentar a nossa capacidade de mostrar as ofertas incomparáveis do Dubai”, afirma Issam Kazim, CEO do DET.

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Vale de Ílhavo adere às Aldeias de Portugal

A adesão de Vale de Ílhavo à rede Aldeias de Portugal foi formalizada este domingo, 11 de fevereiro, depois da assinatura de um protocolo com a Associação de Turismo de Aldeia (ATA).

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O Município de Ílhavo anunciou a formalização da adesão de Vale de Ílhavo à rede Aldeias de Portugal, depois da assinatura de um protocolo com a Associação de Turismo de Aldeia (ATA), que decorreu este domingo, 11 de fevereiro.

“No âmbito da candidatura, aprovada, à Rede Nacional de Aldeias Turísticas Situadas em Espaço Rural – Aldeias de Portugal, o Município de Ílhavo assume, conjuntamente com a comunidade, o compromisso de promover a preservação do património material e imaterial, as boas práticas ambientais e a inclusão social de Vale de Ílhavo”, lê-se num comunicado da autarquia.

A Câmara Municipal de Ílhavo diz que é com “grande orgulho” que viu reconhecido “o património histórico e cultural de Vale de Ílhavo”, onde se destaca o Carnaval de Vale de Ílhavo e seus emblemáticos Cardadores, o Pão de Vale de Ílhavo, com as suas padas e folares, os ofícios e os recursos naturais e agrícolas, características distintivas da sua ruralidade e beleza paisagística.

O processo de adesão de Vale de Ílhavo às Aldeias de Portugal teve início em 2022 e contou com o envolvimento da comunidade de Vale de Ílhavo, “através de um trabalho de pesquisa, que incidiu sobre a realização de entrevistas individuais e recolha de testemunhos, a criação de uma base de dados de pontos de interesse, contactos e potencialidades da Aldeia”.

A autarquia explica ainda que foram também “promovidos encontros com a comunidade para recolha de contributos para o desenvolvimento do Plano de valorização da Aldeia e atividades âncora”.

 

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Centro de Portugal fortalece parcerias para valorizar recursos turísticos da região

A Turismo Centro de Portugal (TCP) integra 11 redes colaborativas da região Centro que submeteram candidaturas a fundos comunitários, no âmbito do PROVERE – Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos do Centro 2030, cujas cerimónias de assinatura de alguns dos contratos de consórcio ocorreram durante a semana passada.

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Estas redes colaborativas, compostas por parceiros de áreas diversas, têm como objetivo primordial valorizar os recursos e o potencial económico dos territórios rurais e de baixa densidade, impulsionando o desenvolvimento regional.

As cerimónias de assinatura de alguns dos contratos de consórcio ocorreram durante esta semana, contando com a presença de Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo Centro de Portugal. As candidaturas serão agora submetidas à avaliação pelo Programa Regional do Centro.

Refira-se que a TCP foi convidada para integrar os consórcios das seguintes redes colaborativas: Aldeias de Montanha; Aldeias do Xisto; Aldeias Históricas de Portugal; Center-Geoparks; iNature – Turismo Sustentável em Áreas Classificadas; Fileira dos Vinhos das Regiões Vitivinícolas da Região Centro; Náutica de Interior no Centro de Portugal; Portugal Romano; Queijos do Centro de Portugal; Rede de Quintas Ciência Viva da Região Centro; e Valorização dos Territórios Termais da Região Centro.

As redes Aldeias do Xisto, Aldeias Históricas de Portugal, iNature e Valorização dos Territórios Termais da Região Centro representam fases evolutivas de PROVERES anteriores.

Anabela Freitas destaca a importância destas parcerias refere que ao integrar estes consórcios, a Turismo Centro de Portugal “reforça o seu compromisso com o desenvolvimento regional, posicionando-se como uma entidade impulsionadora de projetos inovadores que potenciam o património e a sustentabilidade na região Centro”.

Objetivos estratégicos das 11 candidaturas

Aldeias de Montanha: Transformar as Aldeias de Montanha numa referência nacional na revitalização do espaço rural, destacando os recursos inimitáveis das serras da Estrela e Gardunha e das suas comunidades.

Aldeias Históricas de Portugal: Dar continuidade ao trabalho desenvolvido, tendo em vista a afirmação de uma rede de aldeias históricas, com património único preservado, eficientes e que contribuem para a agenda climática.

Aldeias do Xisto: Consolidar as Aldeias do Xisto como o principal ativo de desenvolvimento territorial supramunicipal do Pinhal Interior, liderando a nível regional e nacional a agenda das aldeias (natureza, comunidade, sustentabilidade e inovação).

Center-Geoparks: Promover e divulgar o património geológico e cultural dos quatro geoparques da região Centro (Estrela; Naturtejo; Oeste; e Serras de Aire e Candeeiros), como base para uma estratégia de desenvolvimento do território.

Fileira dos Vinhos das Regiões Vitivinícolas da Região Centro: Valorizar a fileira do vinho, de forma a estimular a atividade económica, a promover a atração de capital humano qualificado, a incrementar o enoturismo e a dinamizar e desenvolver os territórios.

iNature – Turismo Sustentável em Áreas Classificadas: Valorizar o património natural das áreas protegidas dos territórios de baixa densidade da região Centro, como aspeto central na construção uma oferta de excelência.

Náutica de Interior no Centro de Portugal: Posicionar a região como referência para o turismo náutico de águas interiores a nível nacional e internacional, potenciando a criação de oportunidades de negócio, emprego e valor acrescentado ao território.

Portugal Romano: Valorizar o património romano na região, promovendo uma abordagem integrada, inovadora e criativa, com vista à competitividade e atratividade dos territórios.

Queijos do Centro de Portugal: Valorizar economicamente os queijos qualificados da região, preservando os recursos naturais, os saberes tradicionais e os traços históricos característicos destes territórios e das comunidades que ao longo dos tempos os transformaram.

Rede de Quintas Ciência Viva da Região Centro: Desenvolver uma Rede de Quintas Ciência Viva, com o objetivo de promover a literacia agrícola e divulgar a inovação no mundo rural, através da valorização dos recursos locais e ecossistemas agroalimentares.

Valorização dos Territórios Termais da Região Centro: Afirmar o Centro como região líder na inovação e sustentabilidade do recurso água mineral natural, tendo em vista a competitividade da região, a fixação de população qualificada, a promoção de saúde e bem-estar e de estilos de vida saudáveis e equilibrados.

 

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Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses em 2023

No ano passado, o número de turistas portugueses que visitou o Brasil aumentou 21% face ao ano anterior, colocando Portugal na sétima posição entre os principais mercados externos emissores de turistas para o Brasil, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur.

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No ano passado, o Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses, número que traduz um aumento de 21% face ao ano passado, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional de Turismo.

De acordo com declarações do responsável à Lusa, Portugal foi o sétimo mercado emissor de turistas para o Brasil no ano passado, depois da Argentina (1,9 milhões de visitantes), Estados Unidos (668 mil), Chile (458,5 mil), Paraguai (424,5 mil), Uruguai (334,7 mil) e França (187,5 mil).

Os turistas internacionais foram responsáveis por receitas de 6,42 mil milhões de euros no Brasil, o que representa um novo recorde para o país e um crescimento anual de 41%, ficando este valor 1,5% acima do registado em 2014, ano em que o Brasil recebeu o Campeonato do Mundo de Futebol e que tinha sido o mais elevado registado na história do turismo brasileiro.

“Conseguimos um número muito surpreendente, até para nós mesmos”, sublinhou Marcelo Freixo, considerando que a entrada de Lula da Silva na presidência foi um dos fatores determinantes para os valores recordes.

De acordo com Marcelo Freixo, a nova conjuntura política no Brasil “foi muito favorável” para o trabalho da Embratur, pois representou o regresso do “Brasil da democracia, da sustentabilidade, o Brasil da cultura”.

“Era o Brasil que o mundo sentia saudade”, acrescentou o presidente da Embratur.

Recorde-se que o Brasil pretende chegar aos 10 milhões de turistas estrangeiros em quatro anos, depois de em 2023 ter acolhido quase seis milhões, mais 62,7% do que o registado em 2022.

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Governo aprova quadro de medidas para reduzir consumo de água no Algarve

O Governo espera que, com a resolução agora aprovada, seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

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O Governo aprovou esta quinta-feira, 8 de fevereiro, em Conselho de Ministros, uma resolução que define o quadro de medidas de carácter temporário para reduzir os consumos e racionalizar a utilização dos recursos hídricos na região do Algarve.

Com este quadro de medidas, o Governo espera que seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

“Para além de medidas estruturais que se encontram em curso, a implementação de medidas de resposta imediata que minimizem os efeitos da conjuntura de seca é essencial face à situação de seca prolongada na região do Algarve que tem vindo a agravar a situação de escassez hídrica da região”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

No Algarve, a capacidade das albufeiras encontra-se a um nível de 25%, comparado com os 45% do ano passado pela mesma altura, o que está a ameaçar o abastecimento regional.

Recorde-se que o Governo anunciou, a 19 de janeiro, cortes no consumo de água no Algarve devido à seca que se tem vindo a agravar na região, prevendo-se uma redução de 25% na agricultura e de 15% no setor urbano, que inclui o turismo.

Na altura, o ministro do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, explicava que o corte decidido não vai provocar “restrição ao desenvolvimento da atividade” turística, esperando-se que exista apenas um “condicionamento relativamente à eficiência hídrica e poupança de água”.

A necessidade de impor cortes de água no Algarve foi decidida pela Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca que, de acordo com Duarte Cordeiro, propôs 46 medidas que estão, agora, refletidas na resolução do Conselho de Ministros.

No entanto, em janeiro, Duarte Cordeiro dizia que não estavam previstos apoios para compensar o turismo devido às restrições de água, mas o comunicado do Conselho de Ministros fala na “atribuição de apoios para as medidas extraordinárias e autoriza a realização de despesa por diversas entidades”, sem, contudo, explicitar que apoios estão previstos e para que setores.

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Porto e Norte com hotéis a 75% de ocupação no Carnaval

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

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A taxa de ocupação das unidades de alojamento turístico na região do Porto e Norte de Portugal para o Carnaval ronda os 75%, avança o Observador, que cita fonte oficial da entidade regional de turismo.

“A ocupação hoteleira, ainda sem os dados totalmente compilados, porque as reservas nesta altura são muito de ‘last minute’ (última hora), apontam para uma ocupação hoteleira média no destino a rondar os 75%, o que poderemos considerar que são números interessantes“, refere a fonte citada.

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

“Alguns turistas nacionais e de mercados de proximidade, aproveitam para tirar uns dias de descanso e dinamizar a atividade turística”, explicou a fonte do TPNP citada na notícia original.

Luís Pedro Martins, presidente da TPNP, mostra-se “novamente animado e com grande expectativa” face às previsões para o Carnaval, assim como para o ano de 2024, que o responsável espera que possa correr como 2023, em que a região fechou o ano com 6,9 milhões de hóspedes, mais 15% do que em 2022, e 13,3 milhões de dormidas, o maior crescimento nacional (14,9%).

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