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Britânicos estão dispostos a cortar despesas domésticas para manter férias

De acordo com um estudo da Holiday Extras, mais de 40% dos britânicos diz que vai cortar nas despesas domésticas para continuar a poder viajar nas férias, enquanto 49% admite mesmo vir a escolher destinos mais baratos.

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De acordo com um estudo da Holiday Extras, mais de 40% dos britânicos diz que vai cortar nas despesas domésticas para continuar a poder viajar nas férias, enquanto 49% admite mesmo vir a escolher destinos mais baratos.

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Apesar da subida do custo de vida e do preço das viagens, os turistas britânicos estão dispostos a fazer algumas concessões para manterem as suas férias, apurou um recente estudo da empresa de serviços de turismo Holiday Extras, que conclui que mais de 40% dos britânicos estão dispostos a cortar algumas despesas domésticas para manterem o seu período de férias.

Segundo o estudo, que entrevistou mais de mil turistas do Reino Unido e que foi divulgado pela publicação britânica especializada em turismo Travel Weekly, mais de 40% dos britânicos diz que vai cortar nas despesas domésticas para continuar a poder viajar nas férias, enquanto 49% admite mesmo vir a escolher destinos mais baratos.

No entanto, 54% dos inquiridos dizem que ainda não tomaram uma decisão e que precisam de pesquisar mais para decidir o que fazer, enquanto outros 40% garantem que estão a equacionar trocar o seu período de férias no estrangeiro por uma pausa no Reino Unido, numa percentagem que representa mais do dobro do que acontecia em 2008, data da última recessão no Reino Unido.

O estudo mostra também que muitos turistas britânicos (40%) vão esperar por oportunidades de última hora e com preços mais convidativos, confirmando que o período anual de férias é algo de que os britânicos não abdicam.

“O Banco de Inglaterra pode alertar para uma recessão, mas os turistas do Reino Unido continuam determinados a fugir no próximo ano, independentemente dos preços”, afirma David Norris, diretor de crescimento da Holiday Extras.

Recorde-se que o Banco de Inglaterra estima que a atual recessão possa durar cerca de 15 meses e provocar uma queda de 2,1% no PIB britânico, sendo, ainda assim, menos profunda que a registada em 2008, devido à crise das dividas soberanas, que provocou uma quebra de cerca de 20% na procura turística proveniente do Reino Unido.

De acordo com o responsável, apesar das dificuldades que já se sentem, os britânicos estão dispostos a “esticar seus orçamentos para garantir uma pausa” nas férias, a exemplo do que já aconteceu este ano, com a procura a aumentar por destinos mais baratos, como as ilhas gregas, a Croácia ou a Turquia.

 

 

 

 

 

 

 

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Turismo põe Transportes a liderar constituição de novas empresas

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, principalmente no distrito de Lisboa, devido ao subsetor mais ligado às atividades turísticas.

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Até final de outubro, Portugal assistiu à constituição de 40.529 novas empresas, número que foi fortemente impulsionado pelo setor dos Transportes, que liderou o crescimento na constituição de novas empresas e assistiu a mais 1.934 constituições do que em 2021, que correspondem a um aumento de 123%.

De acordo com os últimos dados setoriais da consultora Informa D&B, até 31 de outubro, a constituição de novas empresas em território nacional cresceu 16% face ao mesmo período de 2021 e está apenas 4% atrás de 2019.

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, com mais 1 934 constituições do que em 2021, o que corresponde a um aumento de 123%.

O distrito de Lisboa foi, de acordo com os dados da consultora, aquele que assistiu ao “maior aumento de novas empresas neste período, com mais 3 107 constituições do que em 2021”, o que, atribui a Informa D&B, foi “fruto do grande crescimento do setor dos Transportes, nomeadamente no subsetor mais ligado às atividades turísticas”.

Já o distrito do Porto, o segundo em novas constituições, registou apenas mais 595 novas empresas do que em 2021, o que se deve ao impacto do Retalho, setor que, neste período, registou uma descida de 10% na constituição de novas empresas, o que corresponde a menos 422 constituições.

“Apenas três setores viram em 2022 nascer menos empresas do que em 2021”, indica a consultora, que mostra que, além do Retalho, também as Indústrias, assim como a Agricultura e outros recursos naturais, apresentaram descidas de 4,4% e 3,1% no nascimento de novas empresas.

Tal como os Transportes, também Serviços empresariais e Serviços gerais apresentaram um bom desempenho na constituição de novas empresas, sendo os que evidenciaram “maior número absoluto de novas empresas”, o que corresponde a aumentos de 16% e 25%, respetivamente.

No Alojamento e Restauração, o período desde o início do ano e até final de outubro também foi positivo na constituição de novas empresas, registando-se um crescimento de 22% face a período homólogo do ano passado, com um total 3.887 novas empresas constituídas.

Já as Tecnologias de Informação e Comunicação (+28%), as Atividades Imobiliárias (+18%) e os Serviços Empresariais (+3%) foram os “únicos setores a superarem o registo do último ano antes da pandemia”.

A subir parecem estar também os encerramentos, ainda que a Informa D&B diga que os “números relativos ao encerramento de empresas não mostram uma tendência definida”.

Até 31 de outubro, encerraram no país 10.078 empresas, mais 30 encerramentos que no período homólogo e que correspondem a um crescimento pouco significativo de 0,3%.

“Neste período, metade dos setores apresentam valores superiores a 2021”, acrescenta a consultora, explicando que o “setor do Retalho, além de ser o que mais recua no número de novas empresas, é também o que mais contribui para o crescimento do número de encerramentos, com um aumento de 7,7% neste indicador”.

Em sentido contrário parecem estar as insolvências, uma vez que, no período em análise, se registam 1.353 novos processos de insolvência, o que corresponde a menos 326 que em 2021 e a um decréscimo de 19%.

“Esta descida nos processos de insolvências é transversal à maioria dos setores de atividade, com exceção dos Transportes, Agricultura e outros recursos naturais e Atividades imobiliárias, que registam aumentos, embora muito pouco expressivos”, conclui a Informa D&B.

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Arquivo: WTM London 2017

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Portugal com a maior participação de sempre no WTM London

Nesta edição do WTM London, que termina esta quarta-feira, 9 de novembro, na capital britânica, Portugal está representado por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística, que ocupam um stand de 814 metros quadrados.

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Portugal volta a estar representado no World Travel Market London, a feira de turismo de Londres e uma das maiores da Europa, que está a decorrer na capital britânica até esta quarta-feira, 9 de novembro, contando, este ano, com a maior participação de sempre no certame, que é composta por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística.

“A participação nacional, a maior de sempre nesta feira, é coordenada pelo Turismo de Portugal e integra 92 empresas e as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores), que ocupam um stand de 814 metros quadrados dedicado à promoção do destino”, indica o Ministério da Economia e do Mar, em comunicado.

Presentes na feira de turismo de Londres estiveram também a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, bem como Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, que mantiveram uma “agenda de contactos com entidades internacionais ligadas ao setor, desde associações empresariais a companhias aéreas, e também representantes do trade e dos destinos nacionais”.

Nas sequência das reuniões no WTM London, Rita Marques mostra-se “razoavelmente otimista com os resultados previsíveis para 2022 e a perspetiva das reservas e da procura para Portugal em 2023″, apesar da conjuntura incerta que pode alterar as perspetivas.

“Portugal, apesar de toda essa conjuntura, goza de uma imagem e uma notoriedade assinaláveis nos mercados externos e em concreto no Reino Unido, o que naturalmente nos orgulha e nos coloca em melhor posição para disputar a procura externa”, considera a governante.

Além da presença no WTM London, as autoridades nacionais de turismo estão também a desenvolver um conjunto de outras ações promocionais no mercado britânico, que é um dos principais emissores de turistas para Portugal e responsável por 1,4 milhões de hóspedes, 6,1 milhões de dormidas e 2,25 mil milhões de euros em receitas entre janeiro e agosto de 2022, valores que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e do Mar, estão “já muito próximos dos verificados em 2019”, com as receitas a ultrapassarem mesmo esse ano em 0,4%.

Nos próximos meses, Portugal vai motivar ações de comunicação no mercado britânico, como é caso da Campanha de Publicidade #TimeToBe, exclusiva em meios digitais, além de ações específicas de Relações Públicas dirigidas a opinion makers e à imprensa especializada.

“Complementarmente, manter-se-á a aposta no trade marketing, com iniciativas destinadas a operadores turísticos e companhias aéreas britânicas, bem como a promoção dos nossos principais produtos turísticos, e outros que contribuem para uma boa diversificação da carteira de experiências turísticas, entre os quais o Enoturismo, Gastronomia, Turismo Literário, Surf ou Festivais”, acrescenta o comunicado divulgado.

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Centro de Portugal apresenta vantagens da região aos nómadas digitais em ciclo de workshops

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover vários workshops para dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro, dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

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O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover um ciclo de workshops que visam dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, numa iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro e que é dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

De acordo com informação publicada na newsletter do TCP, este projeto, denominado “Work From Centro de Portugal”, pretende promover “as vantagens desta região para os nómadas digitais e para todos os trabalhadores interessados em trabalhar à distância a partir deste território”.

A entidade regional de turismo explica que, no âmbito deste projeto, foi já disponibilizada uma plataforma que permite aos nómadas digitais conhecerem melhor a oferta e vantagens do território, e através da qual é possível ter acesso a um “diretório dos espaços disponíveis, direcionados para trabalhadores remotos e empreendedores”.

No âmbito deste projeto, o TCP vai promover também um ciclo de workshops dedicados a cada uma das sub-regiões do Centro de Portugal, através dos quais se pretende dar uma “resposta de estruturação de produto e comunicação neste segmento emergente no Centro de Portugal”.

Esta terça-feira, 8 de novembro, já teve lugar o primeiro destes workshops, que foi dedicado à região de Coimbra e que decorreu no Auditório da Biblioteca Miguel Torga, em Arganil.

Na quarta-feira, 9 de novembro, tem lugar o workshop dedicado à Serra da Estrela, que decorre pelas 10h00, no Ninho de Empresas de Manteigas, enquanto no dia 14 de novembro decorre a iniciativa dedicada ao Oeste, com início pelas 10h00, no Auditório da Biblioteca Municipal José Soares, na Nazaré.

No dia 15, decorre o workshop sobre a região de Leiria, numa iniciativa com início às 10h00 e que tem lugar no Auditório da Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos, enquanto no dia 17 está previsto o workshop sobre a Beira Baixa, a partir das 10h00, em Idanha-a-Nova, em local ainda por definir.

A encerrar este ciclo de workshops, o TCP promove ainda uma iniciativa dedicada ao Médio Tejo, no dia 18 de novembro, pelas 10h00, em local a definir em Abrantes, assim como outra a Viseu Dão Lafões, no dia 21 de novembro, a partir das 15h00, no Auditório Municipal de Tondela.

As inscrições para os workshops já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui.

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com inscrições abertas

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas online.

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai contar com a participação de cerca de 20 expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada.

A iniciativa vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, com a sessão de Lisboa a ter lugar no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em stopover ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913 256 261.

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Mercados de Natal da Polónia e arquipélago dos Bijagós em destaque na B travel Xperience Lisboa

A B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para os Mercados de Natal da Polónia e o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

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Em novembro, a B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para as iniciativas dedicadas aos Mercados de Natal da Polónia e ao arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, está já confirmada a participação da diretora do Turismo da Polónia para Espanha e Portugal, Agata Witosławska, que vem à capital portuguesa dar a conhecer os Mercados de Natal de algumas das principais cidades polacas.

“De Varsóvia a Cracóvia, mas também Gdansk e Wroclaw, os participantes podem provar os doces típicos polacos de Natal e ficar a conhecer alguns dos costumes e atrações natalícias da Polónia”, indica a B travel Xperience Lisboa, em comunicado.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, que decorre a 10 de novembro, a partir das 18h30, está também prevista a participação do jornalista de viagens Ricardo Santos, que vai partilhar a sua mais recente experiência da viagem que fez pela Polónia.

No dia 16 de novembro, há uma Travel Talk dedicada às “Viagens e o respeito pela vida animal”, que conta com a participação de Sandra Duarte Cardoso, co-fundadora e presidente da SOS Animal – Portugal, que vai falar sobre o impacto que as viagens têm na vida animal nos diversos destinos e como melhor se pode respeitar o ambiente enquanto se viaja.

A 24 de novembro, regressam as Travel Talks e, desta vez, o tema será o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, numa iniciativa que vai falar sobre o “Orango Parque – Ilhas Bijagós” e que conta com a participação da fundação CBD-Habitat, que vai dar a conhecer o projeto de turismo sustentável que fomenta no Parque Nacional de Orango.

Além da conversa sobre o arquipélago dos Bijagós, vai ser ainda inaugurada uma exposição fotográfica, que convida os visitantes da B Travel Xperience Lisboa a viajar até aos Bigajós, ficando a conhecer a vida desta população que vive em harmonia com o ambiente envolvente.

Recorde-se que os eventos da Xperience Lisboa são de entrada livre e decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h30. Apesar da entrada livre, é necessária inscrição, que pode ser realizada pelo e-mail [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

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Viajantes de negócios dispostos a voar menos

Os profissionais que viajam em negócios acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Contudo, pretendem que os líderes das respetivas empresas deem o exemplo.

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Três em cada cinco viajantes de negócios reduziram os seus hábitos de voo como resultado da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Transport & Environment.

Na pesquisa realizada junto de mais de 2.506 profissionais no Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Espanha, 74% afirmaram que as empresas devem estabelecer metas corporativas de redução de voos e que isso deve fazer parte da política de viagens para combater as mudanças climáticas.

A pesquisa concluiu ainda que que quase três quartos dos profissioanis acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. E dos 1.279 entrevistados que relataram precisar voar em trabalho, 62% salientaram que reduziram os seus hábitos de voo em comparação com os níveis pré-pandemia. Já 27% disseram que voam com a mesma frequência que antes e 11% revelaram que estão a voar mais.

“Os hábitos de voo corporativo mudaram e os profissionais querem um novo normal em que as empresas assumam a responsabilidade de reduzir a sua parcela de emissões”, afirma Denise Auclair, corporate travel campaign managerda Transport & Environment.

“A mudança acontecerá com metas e políticas claras que se alinham com as expectativas dos profissionais das empresas. Isso só pode ajudar as empresas na corrida atual para recrutar e reter os melhores talentos.”

A pesquisa também destacou um impacto potencial nas reuniões, com 72% dos entrevistados a referirem que estão dispostos a fazer menos voos para reuniões internas e 67% estão dispostos a planear mais reuniões locais, em vez de reuniões globais, para reduzir voos de longa distância. “Os profissionais entendem o impacto climático dos voos de longa distância e estão dispostos a reduzir suas viagens”, refere ainda Auclair, concluindo, no entanto, que esses mesmos funcionários “esperam que a liderança das empresas dê o exemplo e estabeleça metas ambiciosas de redução de viagens de negócios”.

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Valência eleita Capital Verde Europeia 2024

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

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A cidade espanhola de Valência foi eleita Capital Verde Europeia 2024, distinção da Comissão Europeia que reconhece e recompensa cidades com mais de 100.000 habitantes que tenham implementado projetos para reduzir o seu impacto ambiental e melhorar a qualidade de vida.

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

“Esta é a primeira vez que Valência se candidata à Capital Verde Europeia, distinção que até agora só foi atribuída a uma cidade espanhola (Vitoria, 2012), e que a torna uma referência para a sustentabilidade urbana e políticas de transição ecológica”, destaca o Visit València, num comunicado enviado à imprensa.

Para ser eleita Capital Verde Europeia 2024, Valência passou um exame exaustivo de sustentabilidade, que avalia 12 indicadores, nomeadamente ar, ruído, resíduos, água, natureza e biodiversidade, uso do solo, eco-inovação, mitigação das alterações climáticas, adaptação às alterações climáticas, mobilidade, eficiência energética e gestão governamental.

No comunicado divulgado, o Visit València lembra que, além da criação e proteção de espaços verdes como o Parque Natural de Albufera, o pomar periurbano e os Jardins de Turia, a cidade está também envolvida em iniciativas de mobilidade sustentável, boa gestão de resíduos urbanos e a recuperação de espaços públicos como a Praça da Câmara Municipal ou a Plaza de la Reina.

“Além disso, Valência tem outras credenciais de sustentabilidade importantes, tais como o título de Capital Europeia do Turismo Inteligente 2022 e a Capital da Alimentação Sustentável em 2017. Foi também pioneira na medição e compensação da pegada de carbono e utilização de água para fins turísticos e é uma das 100 cidades selecionadas pela União Europeia para o projeto da Missão Cidades, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2030”, acrescenta o organismo de promoção turística.

O Visit València sublinha ainda que a cidade tem vindo a “sofrer várias mudanças no núcleo urbano nos últimos anos”, a exemplo da pedonalização do centro da cidade e dos enclaves mais importantes da cidade, com o objetivo de tornar Valência numa das “primeiras cidades neutras em termos de carbono na Europa”.

“A recentemente inaugurada Plaza de la Reina, bem como as ruas em redor do Mercado Central, ou em breve da Praça da Câmara Municipal, vão libertar o centro de Valência de trânsito para a transformar numa cidade para peões”, acrescenta o Visit València, notando que “as ruas de Valência têm uma rede de mais de 160 quilómetros de ciclovias que ajudam a reduzir as emissões de CO2”.

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Créditos: Gonçalo Português | Cortesia AHRESP

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Governo lança programa com escolas de turismo para ajudar a orientar nómadas digitais

De acordo com a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, este programa vai colocar as 12 escolas de turismo do país a ajudar os nómadas digitais a escolherem a melhor localização para se poderem instalar em Portugal.

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O governo está a preparar um programa que visa orientar os nómadas digitais que se queiram instalar no país e que vai colocar as 12 escolas de turismo que existem no país a ajudar estes viajantes a escolherem a melhor localização para se poderem instalar em Portugal.

A informação foi avançada esta sexta-feira, 4 de novembro, pela secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, durante a Web Summit, que voltou a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa.

Estamos a preparar um programa nas nossas escolas de turismo – e temos 12 espalhadas por Portugal – e, basicamente, a ideia é ajudar a decisão destes nómadas digitais, informando sobre as potencialidades do país, qual será a melhor localização para se poderem instalar”, explicou Rita Marques.

A governante deu o exemplo do surf, considerando que os nómadas digitais interessados neste desporto de ondas podem escolher destinos como Peniche ou a Nazaré, ambos no centro do país, explicando que o papel das escolas de turismo passará por “facilitar a decisão” dos nómadas digitais.

Rita Marques espera que estas medidas possam atrair “mais nómadas digitais não só para as grandes cidades, mas também para o interior” do país, que “tem potencialidades extraordinárias para viver e trabalhar”.

Durante a sua intervenção no painel “A Ascensão do Nómada Digital”, Rita Marques vantagens defendeu ainda as vantagens do novo regime de entrada de nómadas digitais em Portugal, invocando a importância de “atrair jovens para Portugal” e considerando que os nómadas digitais são um grupo que “pode impulsionar a economia”.

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços sublinhou ainda que este não é um regime dedicado apenas a estrangeiros, mas também a cidadãos portugueses que foram para o estrangeiro, e que o objetivo do Governo não é vender o país apenas a estrangeiros.

“Não estamos a vender o país apenas a estrangeiros, mas a portugueses que trabalham em empresas americanas e canadianas e que podem trabalhar a partir de Portugal”, acrescentou.

Relativamente às criticas que o programa tem recebido, uma vez que tem sido associado à subida dos preços da habitação, Rita Marques considerou apenas que o Governo “tem de estar atento e criar políticas públicas que façam sentido”, dando a entender que, no futuro, podem ser atribuídos benefícios aos nómadas digitais que se desloquem para zonas do interior ou menos centrais do país.

Durante a participação na Web Summit, Rita Marques falou ainda sobre a greve que os tripulantes de cabine da TAP agendaram para 8 e 9 de dezembro, considerando que esta paralização vai “com certeza” impactar o turismo.

“A TAP é um parceiro fundamental para o turismo (…) e todo o setor privado do turismo tem apoiado a TAP”, concluiu, assinalando que o direito à greve “está consagrado” na legislação e mostrando-se convencida que será possível chegar a um “discurso harmonizado e apaziguador para resolver os problemas dos trabalhadores”.

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Portugal e Espanha preparam estratégia comum para o turismo nas zonas fronteiriças

Portugal e Espanha vão desenvolver uma estratégia comum para o turismo nas zonas fronteiriças, que visa a valorização e promoção dos destinos turísticos, mas também a formação de recursos humanos.

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Portugal e Espanha vão desenvolver uma estratégia comum para o turismo nas zonas fronteiriças, que visa a valorização e promoção dos destinos turísticos, mas também a formação de recursos humanos, avança a Lusa, que cita o Ministério da Economia.

A ‘Estratégia conjunta para a Sustentabilidade do Turismo Transfronteiriço entre Portugal e Espanha 2022-2024’ abrange diversas áreas, nomeadamente “planos de sustentabilidade turística” para melhorar os destinos fronteiriços e aumentar a procura ao longo do ano, assim como o “desenvolvimento de produtos e experiências turísticas na fronteira”.

Esta estratégia foi um dos acordos assinados esta sexta-feira, 4 de novembro, durante a cimeira ibérica, que decorreu em Viana do Castelo, e, segundo resposta do Ministério da Economia à Lusa, prevê também a realização de ações de formação e “geração de conhecimento e investigação em turismo transfronteiriço”.

Cultura, história, património, recursos naturais, gastronomia e artesanato dos destinos fronteiriços, assim como os incentivos aos centros de estudo dos dois lados da fronteira para aprofundar conhecimentos “sobre os recursos turísticos” e a promoção da “investigação no domínio da cooperação transfronteiriça, abordando os desafios das comunidades residentes e propondo oportunidades para o seu desenvolvimento”, são algumas das áreas que vão ser abordadas nas ações de formação previstas.

Esta estratégia conjunta prevê também a promoção externa dos destinos fronteiriços e da região como um “destino ibérico”, nomeadamente junto de mercados mais distantes, para os quais faz sentido juntar Portugal e Espanha numa única deslocação.

Para o Ministério da Economia, existe “um grande potencial que Portugal e Espanha podem e devem explorar em conjunto”, nomeadamente em mercados da América do Norte e da Ásia.

O Ministério da Economia sublinhou que Portugal e Espanha partilham uma fronteira terrestre de 1.234 quilómetros, a mais longa da União Europeia e que, “ao nível bilateral, Espanha é desde há muito um mercado estratégico para o turismo nacional”.

“É de tal forma importante, que enquanto mercado emissor, é tratado como mercado interno alargado, ou seja, um prolongamento do mercado português”, indica o Ministério da Economia à Lusa, lembrando que, no que respeita à promoção, o mercado ibérico é visto como um “único mercado internacional” , sendo aliás o único que “pode ser trabalhado pelas Entidades Regionais de Turismo”.

A estratégia para o turismo insere-se na Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço de Portugal e Espanha, anunciada na cimeira ibérica da Guarda de outubro de 2020, para abranger 1.551 freguesias portuguesas e 1.231 municípios espanhóis.

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Disneyland Paris propõe Natal ainda mais mágico no 30.º aniversário

O Natal Encantado da Disney vai decorrer entre 12 de novembro e 8 de janeiro, este ano, com espetáculos e atrações que vão assinalar também o 30.º aniversário do parque.

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A Disneyland Paris, que está a celebrar o 30.º aniversário, já se está a preparar para a quadra natalícia e, este ano, propõe um Natal ainda mais mágico, com novidades e atrações dedicadas a esta época do ano, no Natal Encantado da Disney, que decorre entre 12 de novembro e 8 de janeiro.

“Este ano a magia do Natal será ainda mais intensa com as comemorações do 30º aniversário e surpreenderá, certamente, visitantes de todas as idades. Quer venham passar momentos mágicos com a família, fazer uma escapadela inesquecível com amigos, ou mesmo passar um fim de semana romântico, a Disneyland Paris é o melhor destino para viver as férias de Natal”, lê-se num comunicado do parque.

A Disneyland Paris indica que, assim que entrarem no parque, os visitantes vão ser logo surpreendidos pela “majestosa árvore brilhante com 24 metros de altura”, que dá o mote ao ambiente natalício, que será ainda composto por “música de Natal, grinaldas e flocos de neve a voar no ar da zona ao redor da Main Street USA”.

No que diz respeito a espetáculos, destaque para o drone Disney D-Light, que foi produzido para a celebração do 30. º aniversário e que ilumina o céu da Disneyland Paris todas as noites, assim como para o o “Disney Dreams! of Christmas”, um espetáculo noturno que volta a animar o parque e que, nesta edição, vai assinalar também o aniversário da Disneyland Paris.

Este ano, o Natal da Disneyland Paris conta também com o regresso do desfile “Mickey’s Dazzling Christmas Parade”, que estreou no ano passado e que conta com cinco carros alegóricos coloridos e iluminados que vão celebrar a magia do inverno durante o dia e à noite.

A magia do Natal vai chegar ainda aos hotéis da Disneyland Paris, que vão estar enfeitados com decorações de Natal, e que vão contar com a presença de várias personagens vestidas de acordo com a época, onde não vai faltar o Pai Natal.

Durante o dia, vai estar ainda disponível o espetáculo musical “Let’s Sing Christmas!”, com a participação do Mickey, da Minnie, do Donald, da Margarida e do Pateta.

Ao nível da restauração, o Natal também não vai ser esquecido, uma vez que vai estar disponível nos espaços de comidas e bebidas da Disneyland Paris uma “grande variedade de pratos e guloseimas alusivos à ocasião”, enquanto o Parque Walt Disney Studios vai retomar o L’Hiver Gourmand, um mercado de inverno que vai ser “composto por chalés elegantes, três deles em estreia, onde é servido pão de especiarias, crepes, chocolate quente e outras delícias”.

Além da programação especial dedicada ao Natal, também as lojas da Disneyland Paris vão disponibilizar “uma grande variedade de produtos” dedicados ao Natal.

A Disneyland Paris vai ainda contar com uma festa de passagem do ano, a decorrer a 31 de dezembro, entre as 20h30 e as 02h00, e que inclui um espetáculo de fogo-de-artifício, acesso a atrações repletas de emoções, participação de personagens da Disney, espetáculos exclusivos e muitas outras surpresas alusivas ao 30.º aniversário do parque.

As reservas para estadias de Natal e passagem do ano já se encontram disponíveis e podem ser realizadas aqui.

 

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