Assine já
Hotelaria

China terá mais 3.693 hotéis em 2024

As ultimas previsões para o mercado hoteleiro chinês indicam a construção de mais de 3.693 unidades até 2024, correspondendo a mais de 700 mil quartos. Até ao final do primeiro semestre de 2022 já foram inaugurados 149 novos projetos, prevendo-se que até ao final do ano se some mais 597 novos hotéis.

Victor Jorge
Hotelaria

China terá mais 3.693 hotéis em 2024

As ultimas previsões para o mercado hoteleiro chinês indicam a construção de mais de 3.693 unidades até 2024, correspondendo a mais de 700 mil quartos. Até ao final do primeiro semestre de 2022 já foram inaugurados 149 novos projetos, prevendo-se que até ao final do ano se some mais 597 novos hotéis.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados
Lisboa com maior disponibilidade de hotéis de 5 estrelas entre os 12 destinos com “luz verde”
Alojamento
Grândola vai ter um novo hotel
Alojamento
Grupo Hotusa fecha 2021 com 21 hotéis em Portugal (c/ galeria de imagens)
Alojamento
Antiga sede da FPF dá lugar a hotel digital do NUMA Group
Hotelaria

De acordo com um recente relatório da Lodging Econometrics (LE), o atual pipeline de construção de hotéis na China, referente ao final do segundo trimestre de 2022, totaliza 3.693 projetos, a que correspondem 701.974 quartos. Este número é, no entanto, mais baixo que os projetos previstos no final do primeiro trimestre, altura em que os dados avançavam com 3.711 projetos, correspondendo a 704.101 quartos, embora os atuais números indiquem uma evolução de 7% nos projetos face a igual período de 2021 e uma subida de 6% no número de quartos, comparando os dois períodos em análise.

Atualmente encontram-se em construção 2.581 projetos, a que correspondem 470.021 quartos, significando um incremento de 7% face ao mesmo período de 2022, existindo 510 projetos, ou 97.607 quartos, cujas obras de construção terão início nos próximos 12 meses, com mais 602 projetos/134.346 quartos em fase embrionária de arranque, correspondendo a subidas de 21% e 13%, respetivamente, quando comparado com igual período de 2021.

Segundo a LE, estes números podem ser atribuídos ao “recorde de projetos de nível alto e médio em construção”, bem como a novos projetos de construção que voltam a funcionar depois de terem estado parados em 2020 e 2021 devido à pandemia do COVID-19. Certo é que, “apesar da incerteza económica e de um mercado imobiliário instável, a construção de hotéis na maioria das grandes cidades foi retomada e deve continuar até o final do ano e em 2023”, avança a LE.

Chengdu, capital da província de Sichuan, no sudoeste da China, é quem lidera a construção de hotéis, com 141 projetos/28.573 quartos, seguindo-se Xangai, na costa central da China e maior cidade do país, com 128 projetos/25.200 quartos. Seguem-se Guangzhou com 115 projetos/25.420 quartos e Hangzhou com 101 projetos/21.175 quartos.

No que toca aos grupos hoteleiros com maior número de hotéis em construção, no final do 2.º trimestre de 2022, encontram-se o Hilton (685 projetos/125.252 quartos), seguido do InterContinental Hotels Group (IHG) com 443 projetos/91.494 quartos, Marriott International com 385 projetos/102.832 quartos, Accor com 203 projetos/37.478 quartos, e JinJiang Holdings com 190 projetos/19.077quartos. De resto, estes cinco grupos hoteleiros são responsáveis por 52% do pipeline de construção de hotéis em terras chinesas.

De referir que, no primeiro semestre de 2022, a China registou a abertura de 149 novos hotéis, correspondendo a 24.382 quartos, prevendo-se que, até final do ano, sejam inaugurados mais 597 novos hotéis, o que significa mais 85.627 quartos.

Caso todas estas novas aberturas aconteçam até final de 2022, o país registará o maior número de aberturas de hotéis e quartos, desde 2014.

Já para os anos seguintes, as previsões da LE apontam para 822 novos hotéis, em 2023, com 130.529 quartos, para no ano 2024 abrirem mais 748 hotéis, com um total de 138.058 quartos.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
Hotelaria

Nova edição Publituris Hotelaria: Aberturas e remodelações

Na primeira edição do ano, a Publituris Hotelaria volta a apresentar as aberturas e remodelações da praça hoteleira para os próximos três anos.

De acordo com um levantamento realizado pela redação estão previstos 149 hotéis até 2025, que se traduzem em cerca de 10.114 unidades de alojamento. As cidades do Porto e Lisboa representam grande parte destes números, com 52 unidades previstas na Invicta e 50 hotéis na capital, num total conjunto de 6.452 unidades de alojamento.

Também no âmbito das renovações existem novidades para os próximos três anos, com os hoteleiros a investir cerca de 25,7 milhões de euros na remodelação dos seus hotéis. Ao que a Publituris Hotelaria conseguiu apurar, até ao fecho da edição de janeiro estavam em calha renovações em 35 unidades hoteleiras, sendo que algumas renovações previstas para os próximos anos servirão para converter conceitos e ainda adaptar antigos hotéis a novos grupos e marcas.

Nesta edição damos ainda conta das perspetivas do setor para 2023. Expressões como “prudência”, “otimismo moderado” e “preocupação” fazem parte do léxico dos hoteleiros e associações quando se reportam às suas expetativas para este novo ano. No entanto, e “apesar das nuvens no horizonte”, parece existir um consenso de que este pode ser “um bom ano”, constituindo uma oportunidade para a “consolidação da atividade”, novas aberturas, remodelações e novas representatividades associativas além-fronteiras.

Já a análise CLEVER deste mês debruça-se sobre dados de voos para avaliar se o “otimismo que domina a procura turística mundial” é, ou não, justificado. Um convite de Luís Brites, CEO na CLEVER Hospitality Analytics, e Jesus Ramirez Medina, Senior Sales Manager Ibéria na SOJERN, [to] “always look on the bright side of life”.

No capítulo dos fornecedores, a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Paulo Rodrigues, gestor da “Lisbon Food Affair”, para perceber os contornos desta nova feira profissional dedicada ao setor alimentar em Portugal, que decorre de 12 a 14 de fevereiro na FIL. Sustentada por três pilares – inovação, sustentabilidade e internacionalização –, a “Lisbon Food Affair promete ser “um espaço que distingue o que se faz de diferente e inovador, onde será possível encontrar respostas aos novos desafios do setor”, de acordo com Paulo Rodrigues.

A fechar a edição, na “Palavra de Chef” deste mês o destaque vai para Jorge Lavos Costa, que desde maio do ano passado assume o cargo de chef-executivo nas unidades hoteleiras da United Investments Portugal (UIP), nomeadamente no Pine Cliffs Resort (Algarve), Sheraton Cascais Resort, Yotel Porto e Hyatt Regency Lisboa. Foi neste último hotel, inaugurado apenas há uns meses, que a Publituris Hotelaria teve a oportunidade de falar com o chef sobre o seu percurso, o regresso a Portugal e o processo de gestão das cozinhas destas unidades.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality); Susana Mesquita (ISAG); Jaime Quesado; Karina Simões (JLL); Alberto Henriques (Savills); Silvia Dragomir (Worx) e Gonçalo Garcia (Cushman & Wakefield Portugal).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Hotelaria

Antiga sede do FC Porto foi transformada no Axis Porto Club

A nova unidade de quatro estrelas conta com 53 quartos, tendo sido alvo de um investimento de cinco milhões de euros. Com esta nova abertura, o grupo que detém a rede de hotéis Axis passa a contar com sete hotéis no norte do país.

O AXIS Hotéis & Golfe abriu um novo hotel na antiga sede do Futebol Clube do Porto (FCP), o Axis Porto Club.

A unidade hoteleira localizada num edifício centenário na Praça dos Aliados, junto à Câmara Municipal do Porto, foi alvo de um investimento de cinco milhões de euros. Esta disponibiliza 53 quartos, 14 dos quais são suites, e ainda um restaurante e bar, o UMAMI, “que oferece uma vista privilegiada para a câmara municipal”, como indicado em comunicado.

Na mesma nota de imprensa é assegurado que a requalificação da antiga sede do FC Porto “foi elaborada com o objetivo de retratar e homenagear a história da relação entre o clube e a cidade do Porto”. Desta forma, a escultora e artista Ester Monteiro foi chamada para criar várias obras que demonstrassem essa articulação. Na escadaria que percorre o edifício, por exemplo, é possível encontrar o excerto do poema “Aleluia” do portuense Pedro Homem de Melo, criado no final da década de 60. A última quadra do poema divide-se entre o primeiro e o último andar.

“O Axis Porto Club é muito mais do que uma ligação ao Futebol Clube do Porto. É um hotel com uma história que é importante destacar mas, acima de tudo, um espaço com alma do Norte que sabe receber bem todos os que cá chegam. Tivemos a preocupação de manter a sua identidade, tornando-o um espaço de todos e para todos. O nosso objetivo é fazer com que os nossos hóspedes se sintam em casa e respirem a hospitalidade do Norte”, garante Filipe Silva, Member of Board of Directors do grupo Axis Hotéis e Golfe.

A história do edifício e a sua relação com o FCP remonta a 1933, quando o clube arrendou o primeiro andar ao proprietário, César Augusto Bordallo, para instalar os serviços de sede e secretaria. Estes mantiveram-se no edifício ao longo de quase cinco décadas, até a sede ser transferida para o Estádio das Antas, em 1982. A varanda da sede do FC Porto tornou-se um espaço que faz parte da memória coletiva da cidade, tendo sido palco de consagração de diversos campeões e vencedores.

Com esta abertura, o Axis Porto Club junta-se aos restantes seis hotéis do grupo que detém a rede de hotéis Axis, localizados em Póvoa de Varzim, Ofir, Viana do Castelo, Porto, Braga e Ponte de Lima, onde o grupo detém ainda o Campo de Golfe.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Hilton lança a marca Spark by Hilton para segmento económico premium

Com 100 acordos já assinados nos EUA e com previsão de abrir os primeiros hotéis este ano, a cadeia hoteleira norte-americana acaba de lançar uma nova marca premium de baixo custo, a Spark by Hilton, para “preencher um espaço aberto na indústria”.

Publituris

“Após uma extensa pesquisa, a introdução do Spark by Hilton preenche um espaço aberto no setor ao criar uma nova opção de alojamento económico premium para atender às necessidades de hóspedes e proprietários que procuram valor, qualidade e consistência”, explicou a empresa. Nos últimos 15 anos, a Hilton duplicou organicamente o seu portefólio de marcas e número de quartos em todo o mundo, criando uma gama complementar de liderança em todas as categorias.

O Spark by Hilton é voltado para “hóspedes que pretendem maximizar o valor de sua experiência de viagem” e entre os seus elementos diferenciadores estão um design simples, espaços comuns e comodidades práticas, detalha o grupo hoteleiro. Os hotéis terão ferramentas como check-in digital 24 horas e chave digital. ​

 

“Olhando para a categoria económica, vimos um segmento que cresceu de forma exponencial, mas carece de consistência, dando-nos a oportunidade de atender às necessidades desse segmento mal atendido de viajantes”, disse Matt Schuyler , diretor da marca Hilton, segundo comunicado do grupo hoteleiro.

Para garantir o objetivo de uma experiência de qualidade, cada propriedade será obrigada a concluir uma remodelação, abrangendo todas as áreas voltadas para os hóspedes, antes de ingressar no Spark by Hilton.

A cadeia garante que esta marca vai permitir aos proprietários “reinventar o segmento económico e focar-se em áreas que impulsionam a experiência do hóspede”, ao mesmo tempo que confere uma imagem uniforme em cada hotel.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Angra do Heroísmo. Terceira

Hotelaria

AHP aplaude revogação da taxa turística nos Açores

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) aplaude a decisão tomada pela Região Autónoma dos Açores de revogar a taxa turística na região, que acaba de ser publicada pelo Decreto Legislativo Regional.

Publituris

A vice-presidente executiva da AHP, considera esta decisão “importantíssima, não só porque há a revogação de um tributo fiscal; pelo momento em que ocorre; mas mais ainda pelos fundamentos invocados pelo próprio Parlamento Regional”.

Por outro lado, Cristina Siza Vieira defende que este é “um exemplo que muito gostaríamos que, noutros destinos, outras Câmaras Municipais e/ou Associações de Municípios que já têm ou pretendem implementar taxas turísticas seguissem, refletindo sobre o tema e ponderassem outras soluções.”

“Sobretudo” – reforça a responsável – “como resulta implícita da própria deliberação, uma taxa turística é uma solução inimiga do crescimento económico da promoção turística dos Açores e do crescimento sustentável da economia regional”, concluindo, “É um orgulho ver que a RAA faz justiça ao seu galardão de primeiro arquipélago do Mundo com a certificação “destino sustentável” e ao reconhecimento que merece como grande referência europeia de desenvolvimento sustentável”.

Refira-se que, depois da aprovação, pela Assembleia Legislativa Regional, de uma taxa turística aplicável aos hóspedes que pernoitassem em empreendimentos turísticos e estabelecimentos de AL na Região em maio do ano passado, a AHP “vê com grande satisfação a profunda revisão de estratégia que o novo diploma personifica”.

Lembra ainda que vem ao encontro do que “defendia, e há muito defende”, e que tornou público nessa altura, quando, em comunicado, lamentava a aprovação da taxa turística nos Açores e reforçava que esta decisão “penaliza a hotelaria, é inoportuna e não acrescenta qualquer valor ao destino”.

A AHP, conforme refere em comunicado de imprensa divulgado esta quinta-feira, “tem tido intervenção sistemática contrária à imposição cega das taxas turísticas, quer quanto aos destinos em que se aplicam; quer quanto ao fim a que se destinam e quer quanto ao modelo de gestão das receitas cobradas”, ao mesmo tempo que se afirma “contra a criação de taxas que agravem o custo das estadas em Portugal, seja no Continente ou nas Regiões Autónomas, e que não tragam benefício para o próprio turista e para o destino”.

Diz agora o Decreto Legislativo Regional que “a revogação da taxa turística é uma solução amiga do crescimento económico, amiga da promoção turística dos Açores e do crescimento sustentável da economia regional”, e reconhece que “as circunstâncias económicas vividas, em resultado da escalada da inflação, que penaliza a economia, a generalizada oposição dos municípios dos Açores à aplicação da taxa turística, bem como a circunstância de que a aplicação desta taxa encarece o destino turístico dos Açores, num momento de grande vulnerabilidade económica, aconselham a sua revogação.”

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Sines Sea View hotel já abriu

O quatro estrelas Sines Sea View, um hotel Business & Leisure, que promete trazer conforto e lazer aos negócios, tendo o mar como pano de fundo e uma forte ligação à cultura local, já abriu portas.

Publituris

Com dois andares, a nova unidade hoteleira dispõe de 120 quartos, divididos em três tipologias – suítes, quartos duplos e twin superiores. Todos combinam design, estilo, elegância e conforto, com janelas grandes que oferecem uma vista panorâmica tanto para Sines como para o oceano.

Os azulejos Viúva Lamego dão uma forte expressão de originalidade ao hotel, ao adornarem e criarem uma ligação entre os vários espaços com peças distintas e requintadas.

O Sines Sea View Business & Leisure disponibiliza ainda um Spa que, além de salas de tratamento e massagem, inclui uma piscina interior aquecida, jacuzzi, sauna e um ginásio totalmente equipado.

Outro dos destaques do novo hotel é o Rooftop, Bar à Vista, uma área lounge acolhedora e sofisticada, bem como o restaurante Volta do Mar, onde as tradições ganham vida. A viagem que se faz neste espaço foi pensada ao detalhe, com cada momento a oferecer uma história diferente, capturando o espírito do Alentejo.

Com uma forte componente empresarial, a equipa do hotel promete ajudar a planear cada evento até ao último detalhe. De conferências a casamentos, o Sines Sea View Business & Leisure tem salas de reuniões muito versáteis, com a possibilidade de criar dois ambientes distintos, combinando uma decoração contemporânea com tecnologia de ponta.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Ala privada do Palácio Pombal em Lisboa vai dar lugar a hotel

Já tem aprovação, por parte da Câmara Municipal de Lisboa, o projeto de alteração e ampliação de uma ala privada do Palácio Pombal, classificado como Imóvel de Interesse Público, para a construção de um hotel.

Publituris

Em reunião privada do executivo municipal, esta quarta-feira, o projeto de arquitetura para obras de alteração com ampliação de um dos três núcleos que constituem o Palácio Pombal, no imóvel da Rua de O Século, na freguesia da Misericórdia, foi aprovado, segundo notícia da Agência Lusa.

Relativamente ao projeto de arquitetura para obras no Palácio Pombal, a aprovação da proposta apresentada pela vereadora do Urbanismo, Joana Almeida (independente eleita pela coligação “Novos Tempos”), fica condicionada ao cumprimento do parecer da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

“A proposta preconiza a realização de obras de alteração e ampliação num imóvel de habitação, com mudança de uso para turismo, para o adaptar a empreendimento turístico (hotel de quatro estrelas) com vinte unidades de alojamento, que incide sobre um dos três núcleos que constituem o Palácio Pombal, classificado como Imóvel de Interesse Público”, lê-se no documento aprovado pela CML, citado pela Lusa

A intervenção prevista, segundo a proposta, “irá permitir a reabilitação do edifício de gaveto entre a Rua de O Século e a Rua da Academia das Ciências, com cinco pisos e um logradouro, e do volume edificado sobre as antigas cocheiras do palácio, contribuindo para a valorização do conjunto em que estes se integram, cuja relevância arquitetónica e histórico patrimonial é notória”.

As obras serão no único núcleo do Palácio Pombal que pertence a uma entidade privada, sendo os restantes propriedade municipal e do Estado português.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Salário mínimo no Vila Galé será fixado nos 900 euros

O grupo Vila Galé  anunciou em conferência de imprensa esta quarta-feira, 11 de janeiro, que vai proceder ao aumento médio dos salários dos colaboradores em 11%, além de fixar o salário mínimo nos 900 euros.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé  anunciou em conferência de imprensa esta quarta-feira, 11 de janeiro, que vai proceder ao aumento médio dos salários dos colaboradores em 11%, além de fixar o salário mínimo nos 900 euros.

De acordo com os responsáveis pelo grupo, o aumento de 11% nos salários será feito de forma proporcional, sendo que quem tem salários mais baixos terá um aumento maior e quem tem salários mais altos terá um aumento menor.

Relativamente ao aumento do salário mínimo praticado no grupo para os 900 euros, Jorge Rebelo de Almeida e Gonçalo Rebelo de Almeida, presidente do Conselho de Administração e CEO do Vila Galé, respetivamente, garantem que, a par do aumento, os colaboradores mantém o conjunto de benefícios oferecidos pelo grupo, onde estão incluídos seguro de saúde, férias gratuitas e descontos até 65% nos hotéis Vila Galé, prémios anuais de produtividade e planos de formação contínua ou bolsas de apoio à educação.

Serão ainda criadas soluções para apoiar o acesso à habitação e contribuir com outros apoios sociais e incentivos para os seus colaboradores.

O Vila Galé tem cerca de 1.350 colaboradores em Portugal. O investimento do grupo em recrutamento cifra-se nos quatro milhões de euros, sendo que as próximas quatro aberturas do grupo (Vila Galé Monte do Vilar, Vila Galé Nep Kids, Vila Galé Collection São Miguel e Vila Galé Collection Tomar) resultarão na contratação de pelo menos 150 colaboradores.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Hotelaria

Vila Galé regista receitas de cerca de 218 milhões de euros em 2022

Num almoço de imprensa que teve lugar esta quarta-feira, 11 de janeiro, o Vila Galé deu conta que o valor de receitas do grupo em 2022 chegou aos cerca de 218 milhões de euros, somando os valores obtidos não só nas unidades de Portugal, como também do Brasil.

Carla Nunes

Num almoço de imprensa que teve lugar esta quarta-feira, 11 de janeiro, o Vila Galé deu conta que o valor de receitas do grupo em 2022 chegou aos cerca de 218 milhões de euros, somando os valores obtidos não só nas unidades de Portugal, como também do Brasil.

Em Portugal, o grupo registou uma receita de 135 milhões de euros o ano passado, um valor que ficou 18% acima do verificado em 2019. Para comparar em valores exatos com o ano de 2019, ou seja, excluindo as três unidades abertas durante o período da pandemia (Vila Galé Serra da Estrela, Vila Galé Collection Alter Real e  Vila Galé Douro Vineyards), bem como  o Vila Galé Collection Elvas, as receitas de 2022 representam um crescimento de 12% face a 2019.

Ainda em território nacional, Gonçalo Rebelo de Almeida, CEO do Vila Galé, dá conta que em 2022 o grupo registou um milhão de quartos ocupados, dois milhões de dormidas e 670 mil clientes. Refere ainda que o mercado português conseguiu crescer face a 2019, 2020 e 2021 nos hotéis Vila Galé em Portugal, “contrariando as expetativas” do grupo, representando 44% das dormidas e 53% dos clientes.

Em Portugal, o segundo mercado emissor foi o Reino Unido (14%), que se manteve “quer em dormidas, quer em clientes”, seguido pela Alemanha (7%), Espanha (5%) e França (4%). O Brasil (3%) surge como um dos mercados importantes das unidades do Vila Galé em Portugal, a par dos Estados Unidos da América (2%).

Relativamente às reservas em Portugal, 42% foram realizadas por via de canais diretos, algo que Gonçalo Rebelo de Almeida associa ao facto de “o cliente português conhecer e ter uma ligação à marca”.

No Brasil, as receitas de 2022 cifraram-se nos 464 milhões de reais (cerca de 83 milhões de euros), um crescimento de 25% face a 2019. Excluindo as receitas do Vila Galé Alagoas e do Vila Galé Paulista, o  crescimento é de 14% quando comparado com o de 2019.

Neste último ano as unidades do Vila Galé no Brasil registaram 568 mil quartos ocupados, 1,35 milhões de dormidas e 324 mil clientes, sendo que o Brasil (93%), a Argentina (2%) e Portugal (1,5%) são os três principais mercados emissores no total de dormidas.

Sendo assim, no total das unidades de Portugal e do Brasil, em 2022 o Vila Galé registou 3300 dormidas, perto de um milhão de clientes e um milhão e meio de quartos ocupados. A taxa de ocupação, de acordo com Gonçalo Rebelo de Almeida esteve “em linha com a de 2019”, com uma média total do grupo “ligeiramente inferior a 58%”.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Management

Rita Marques passa a administradora na The Fladgate Partnership

Depois de deixar, em dezembro de 2022, a Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques assume agora um lugar como administradora na The Fladgate Partnership, com a responsabilidade sobre a divisão dos Hotéis e do Turismo.

Publituris

Depois de terminar funções como Secretária de Estado do Turismo no período de 2019-2022, em dezembro do final do ano passado, Rita Marques assume agora funções como administradora da The Fladgate Partnership, com a responsabilidade sobre a divisão dos Hotéis e do Turismo, ficando à frente da gestão de importantes unidades como o WOW, o quarteirão cultural de Gaia.

As novas funções da ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS) serão iniciadas a 16 de janeiro, revelando Rita Marques, em comunicado, estar “certa que construiremos excelentes oportunidades para continuarmos a valorizar o Vinho do Porto, promovendo a redescoberta da cidade do Porto e da região do Douro, enquanto destinos vínicos e culturais de excelência”.

Para Adrian Bridge, a integração de Rita Marques no grupo Fladgate Partnership, “beneficiará do conhecimento e da experiência nas áreas da gestão de negócio e do turismo. Este reforço vem alavancar a forte aposta na área do turismo, no qual o grupo tem vindo e vai continuar a investir e que é uma boa sustentação para o negócio principal, o vinho do Porto”.

A cargo de Rita Marques vai ficar a direção do WOW, o quarteirão cultural de Gaia, as caves da Taylor’s e da Fonseca, o hotel The Yeatman, o Vintage House no Douro, o Hotel da Estrela e o Palacete Chafariz d’El Rei em Lisboa, ainda o Museu do Vitral, o Ferry no rio Douro e os 20 restaurantes do grupo. A juntar a esta carteira, estará também o novo hotel de luxo, que nascerá em Vila Nova de Gaia no final de 2024, e as lojas na baixa portuense.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

VidaMar Resort Hotel Algarve oferece nova tipologia de quartos

Os Club Rooms & Suites são uma nova tipologia de quartos com serviços exclusivos e benefícios para quem deseja ser um hóspede premium do VidaMar Resort Hotel Algarve.

Publituris

Os hóspedes que optarem pelos Club Rooms & Suites têm direito a um welcome drink à chegada, enquanto se prepara o check-in personalizado. Nos amplos quartos, localizados no bloco central do VidaMar Algarve com elevadores de acesso exclusivos e vista panorâmica para o azul infinito do mar, está disponível diariamente um menu de pequeno-almoço à la carte que poderá ser servido ali, para maior comodidade e privacidade, ou no restaurante Olivo que fica num recanto sossegado do resort. Não falta também o Welcome VIP com bebidas de seleção do hotel incluindo vinho.

A escolha de um Club Room ou Suite inclui o livre acesso ao MarClub (abertura sazonal), com piscina de água salgada aquecida, bar e camas balinesas, área restrita a adultos.

Os benefícios deste “clube privado” estendem-se também às experiências de bem-estar interiores, estando garantido o acesso diário ao circuito de águas do OSMOS Wellness Center: piscina interior aquecida animada com jatos sequenciais, jacuzzi, sauna, banho turco, banheiras de hidromassagem, fontes de gelo e duches de água fria para contraste com a temperatura perfeita.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.