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Há que (re)pensar decisão do novo aeroporto em função da “atualidade económica, ambiental, tecnológica e climática”

Num debate organizado pela SkyExpert sobre a temática do novo aeroporto para a região de Lisboa, os intervenientes pediram que se “(re)pense” esta nova infraestrutura à luz não só do ambiente, clima e economia, mas, também, em função de uma “3.ª revolução do avião” que está aí.

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Depois de apresentado o estudo “O custo da não decisão sobre a implementação do novo Aeroporto de Lisboa”, realizado pela EY para a Confederação do Turismo de Portugal (CTP), a SkyExpert realizou um debate destinado a (re)pensar o novo aeroporto à luz da atualidade económica, ambiental, tecnológica e climática”.

O debate iniciou-se com uma reflexão sobre a “urgência” aeroportuária ditada no início dos anos 90 do século passado, quando o então Ministro das Obras Públicas, Ferreira do Amaral, declarou que a Portela iria atingir a sua capacidade máxima aos 16 milhões de passageiros/ano.

Um aeroporto para o futuro. Que futuro?
Volvidos quase 30 anos, não só esta realidade “não se verificou”, como a Portela acolheu 31 milhões de passageiros em 2019. Partindo deste exemplo, Armando Gomes de Campos, engenheiro civil e gestor financeiro, sugeriu a realização de uma análise prospectiva para se saber “como se vai viajar de avião nos próximos 100 anos” de forma a criar-se uma infraestrutura de ponta que “responda ao transporte aéreo do futuro em vez de se construir algo obsoleto e para o passado”.

“Não nos podemos enganar desta vez, nem inventar uma suposta urgência”, afirmou.

Já Carlos Teixeira, estudante de mestrado em operações de transporte aéreo e funcionário da HiFly, efetuou uma viagem aos aviões do futuro que, apesar da sua aparência ultra-moderna, estarão prontos “muito em breve”. Esta visão apoia-se na recente regulamentação deste setor lançada pela agência Europeia, a EASA, e pelos projetos aeroportuários correspondentes já em planeamento e que, de acordo com Carlos Teixeira, “têm pouco a ver com os aeroportos clássicos” que conhecemos, salientando, aliás, que “estes aviões já estão na lista de encomendas de companhias aéreas como a United, American Airlines ou Air Nostrum”.

Em Portugal, a única empresa que manifestou interesse por esta tecnologia é a SevenAir, companhia regional que opera de Tires e que liga Bragança a Portimão. Alexandre Alves, CCO da empresa, acredita, de resto, que estamos perante uma “3ª revolução do avião”. “Depois da hélice e do jato, esta terceira revolução ecológica intensificada nestes últimos dois anos irá mudar o paradigma do que é voar e do que é um aeroporto”, considerou.

Mais pessimistas, Domingos Leitão da Sociedade Portuguesa de Estudos de Aves (SPEA) e Duarte Costa, geógrafo e analista sobre alterações climáticas, consideraram que o projeto de um segundo aeroporto não está a ter em conta a urgência ambiental expressa numa agenda europeia legal e vinculativa assinada por Portugal e que passará pela redução drástica de emissões de carbono até 2050.

“Ninguém fala do elefante branco na sala e todos defendem a construção de um aeroporto projetado há 10 ou 20 anos que, chegado o dia, pode não servir para nada devido às restrições e confinamentos ambientais necessários: vimos na pandemia o que uma catástrofe pode causar no espaço e no tempo”, relembraram.

Soluções para o imediato
Para este grupo, os decisores políticos deveriam aproveitar o atraso da construção do segundo aeroporto de Lisboa para rever todo o projeto e sua urgência na ótica do transporte aéreo do futuro, da sustentabilidade, da descentralização turística do país, do aproveitamento da rede aeroportuária atual do Continente – Portela, Porto, Faro, Beja e aeródromos.

O grupo defende ainda que com uma melhor organização e gestão do espaço existente, a Portela poderá servir os interesses económicos imediatos e evitar as enormes perdas de dinheiro avançadas pelo estudo da Confederação do Turismo de Portugal. “Com o suposto novo aeroporto, essas perdas apenas se resolvem em 2030…de que forma isso pode ser considerada uma solução?” questionaram os intervenientes.

“Uma passagem, por despacho administrativo, de toda a aviação executiva da Portela para Tires, uma solução para Figo Maduro, o fim dos voos domésticos Lisboa-Porto e Lisboa-Faro, o fim de voos para destinos em que mais de 80% dos passageiros se encontram em trânsito de um voo para outro sem saírem do aeroporto” foram apenas algumas das medidas avançadas para aliviar e requalificar o tipo de tráfego existente na Portela.

Concluindo o debate, este grupo considera alcançado o objetivo de validar uma narrativa mais atual, coesa e integrada sobre o tema do aeroporto e lamenta que estes pontos estejam, até agora, totalmente fora da agenda política.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque

Segundo a análise mais recente da European Travel Commission (ETC), as chegadas e dormidas ultrapassaram os números de 2019 no primeiro semestre de 2019. Portugal aparece destacado, indicando ainda a ETC que os turistas deverão gastar mais 800 mil milhões de euros, em 2024 à medida que os planos dos viajantes estão cada vez mais diversificados.

O setor do turismo na Europa continua no trilho da recuperação no segundo trimestre de 2024, com as chegadas internacionais a crescerem 6% face a igual período de 2019, enquanto as dormidas registam uma evolução de 7% face a igual período do ano pré-pandemia, sendo que relativamente ao período homólogo de 2023 os incrementos são ainda mais assinaláveis: +12% 1 10%, respetivamente.

Na última edição do relatório trimestral da ETC, os dados indicam que tanto os destinos tradicionais como os não tradicionais do Sul da Europa e do Mediterrâneo continuam a ser as escolhas mais populares para os turistas na Europa. Registaram-se aumentos notáveis nas chegadas, em comparação com os níveis de 2019, em destinos menos conhecidos, como Sérvia (+40%) e Bulgária (+29%), bem como em destinos favoritos de longa data incluindo Malta (+37%), Portugal (+26%) e Turquia (+22%), considerando a comissão que “o sucesso contínuo destes destinos deve-se, em parte, à sua oferta comum de experiências e a condições climatéricas geralmente favoráveis”.

Os países nórdicos também revelam uma atração crescente, com as dormidas de estrangeiros a aumentarem na Dinamarca (+38%), Noruega (+18%) e Suécia (+9%), revelando “um sucesso crescente fora do Sul da Europa e em destinos relativamente mais caros”.

Em contrapartida, a região do Báltico continua a debater-se com dificuldades, com a Letónia (-24%), a Estónia (-16%) e a Lituânia (-15%) a registarem ainda chegadas internacionais muito abaixo de 2019.

Miguel Sanz, Ppesidente do ETC, considera ser “encorajador ver a crescente diversificação do panorama do turismo europeu neste trimestre”. O responsável pela ETC, cargo que já foi ocupado pelo português Luís Araújo, refere ainda que “este facto beneficia tanto os destinos emergentes como os pontos de interesse estabelecidos que podem potencialmente enfrentar uma sobrelotação. Além disso, o aumento do número de turistas em zonas menos conhecidas ajudará as pequenas empresas que ainda estão a recuperar da pandemia ou que se debatem com o aumento dos custos operacionais devido ao atual contexto económico”.

Custos e pessoal dificultam recuperação
Contudo, nem tudo são boas notícias, já que são vários os desafios que o setor das viagens enfrenta. Os profissionais do turismo ouvidos pela ETC referem como principais problemas o aumento dos custos de alojamento, das operações comerciais e dos voos, bem como a escassez de pessoal. Apesar do seu impacto contínuo, estes desafios diminuíram em comparação com o trimestre anterior.

Com os aumentos dos custos das empresas a conduzirem a um aumento geral das despesas de viagem, a ETC prevê que os visitantes gastem 800,5 mil milhões de euros na Europa este ano, mais 13,7% do que no ano passado. Esta evolução resulta do aumento dos preços de exploração, do regresso de turistas com despesas elevadas da região da Ásia-Pacífico e da forte procura de eventos e de viagens combinadas de negócios e lazer. O setor do alojamento, por sua vez, beneficiou especialmente no primeiro semestre do ano, com uma subida de 5,4% nas receitas por quarto disponível e de 1,8% nas taxas de ocupação.

Os aumentos mais significativos nos gastos dos viajantes, no acumulado do ano, registam-se em Espanha (25%), Grécia (25%), Itália (20%) e França (16%). Outros países, como a Croácia, a Bulgária e a Roménia, esperam ver estadias médias mais longas em 2024 do que no ano anterior, o que também resultará num aumento das receitas do turismo.

Diversificação como impulsionadora do turismo europeu
O relatório identifica uma diversificação crescente do turismo europeu, com os destinos emergentes e os mercados emissores a aumentarem a sua quota de mercado. Entre os fatores que contribuem para esta tendência contam-se “a procura de destinos não tradicionais com uma boa relação qualidade/preço, o regresso dos viajantes da região Ásia-Pacífico e a crescente disponibilidade de viagens de comboio”, refere a ETC.

Embora os EUA continuem a ser o mercado emissor de longo curso com melhor desempenho, regista-se um aumento notável dos mercados da Ásia Oriental, especialmente da China. “As cidades europeias estão a revelar-se particularmente atraentes para os visitantes chineses, uma vez que se espera que a China se torne o mercado emissor de destinos urbanos com crescimento mais rápido em 2025, ultrapassando os EUA”.

Verifica-se também um aumento do número de viajantes que optam por viagens fora de época e por destinos menos conhecidos, impulsionados pela procura de uma boa relação qualidade/preço e de experiências únicas e autênticas. Em particular, a Albânia e o Montenegro registaram um aumento notável da quota de mercado, com um aumento de 86% e 31%, respetivamente, desde 2019.

O crescente interesse em viajar fora dos circuitos habituais também se reflete nas pesquisas online para viagens na Europa, que destacaram o apelo dos cenários naturais das ilhas, como a Madeira, em Portugal, e Magerøya, na Noruega, com ambos os destinos a registarem um aumento correspondente nas chegadas e nas dormidas.

A sustentabilidade foi um dos principais fatores de reputação positiva para os destinos neste trimestre, enquanto o discurso mais negativo se centrou nos impactos sociais e ambientais da sobrelotação nos locais de turismo tradicionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade ferroviária está a abrir a porta aos viajantes para explorarem novas experiências e destinos. A empresa ferroviária nacional da Alemanha – Deutsche Bahn -, por exemplo, registou um aumento de 21% nas rotas internacionais entre 2019 e 2023, beneficiando principalmente os países vizinhos. Os serviços do Eurostar regressaram aos níveis de passageiros anteriores à pandemia e o operador ferroviário espanhol Renfe informou ter vendido 500 mil bilhetes nos seis meses seguintes ao lançamento da sua linha internacional para França.

De referir que estes três operadores têm planos para aumentar a capacidade nos próximos anos, o que realça a importância crescente dos caminhos-de-ferro no turismo europeu.

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Candidaturas aos “Best of Wine Tourism 2025” decorrem até 17 de julho

Os “Best of Wine Tourism” distinguem serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta.

Decorre até ao dia 17 de julho, mais uma edição do concurso para atribuição dos prémios Best Of Wine Tourism Awards, uma iniciativa desenvolvida desde 2003 pela Great Wine Capitals Global Network – Rede Internacional de Capitais de Grandes Vinhedos, na qual o Município representa o Porto e as regiões vinícolas do Douro e Vinhos Verdes.

As entidades que promovam atividades de enoturismo na região do Porto, Douro e Vinhos Verdes podem concorrer a estes prémios em sete categorias distintas: Alojamento, Arquitetura e Paisagem, Arte e Cultura, Experiências Inovadoras, Práticas Sustentáveis, Experiências Gastronómicas e Serviços de Enoturismo.

Serão premiados os serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta, em cada uma das referidas categorias.

Numa segunda fase, o vencedor de cada categoria entra na competição internacional, sendo candidato a um prémio global, atribuído por um júri composto por representantes das cidades/regiões membro desta rede: Adelaide-South Australia (Austrália), Bilbao-Rioja (Espanha), Bordeaux (França), Cape Town-Cape Winelands (África do Sul), Hawke’s Bay (Nova Zelândia), Lausanne (Suíça), Mainz-Rheinhessen (Alemanha), Mendoza (Argentina), Porto (Portugal), S. Francisco-Napa Valley (EUA), Valparaíso-Casablanca Valley (Chile) e Verona (Itália).

O vencedor internacional será divulgado no jantar de encerramento da Assembleia Geral Anual das Great Wine Capitals, que este ano se realiza de 20 a 24 de outubro, em Verona (Itália).

Irá ainda decorrer o People’s Choice Award, para que o público, através de plataforma online, possa também votar no preferido.

A cerimónia oficial de entrega destes prémios vai ocorrer no Porto, em fevereiro de 2025.

De referir que este concurso constitui uma oportunidade para as entidades promoverem e comunicarem a sua marca nos setores do turismo e do vinho, pela atenção mediática dada à competição e aos seus premiados. Os vencedores do concurso beneficiam, ainda, da possibilidade de integrar esta rede de enoturismo de âmbito mundial e usufruir da partilha de experiências e de boas práticas.

“O enoturismo é um segmento privilegiado na nossa estratégia para o desenvolvimento e sustentabilidade do destino, pela relevância que tem para a promoção dos nossos vinhos e paisagens, mas também para o desenvolvimento económico e cultural de toda a região”, refere a vereadora do Pelouro do Turismo e da Internacionalização.

Catarina Santos Cunha considera, por isso, que “que estes prémios são uma oportunidade ímpar para reconhecer e celebrar a excelência e a inovação da nossa oferta de enoturismo, e de posicionar o Porto e a região como destino enoturístico de referência a nível mundial”.

O formulário de candidatura e as regras do concurso podem ser consultados aqui.

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“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira

Conhecida a posição da APAVT relativamente à não participação na BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, considera que “a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”. Contudo, esperando que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”, a organização diz estar a registar “um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”.

Depois de conhecida a decisão da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) de não participar na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, “lamenta” a posição da associação, tendo em conta que “a APAVT sempre foi um parceiro estratégico da BTL, que em muito contribui para o sucesso e crescimento do maior e melhor evento do setor do turismo em Portugal”, esperando, contudo, que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”.

Sabendo-se que o espaço ocupado pela APAVT era o maior stand privado da feira, Pedro Braga refere que “serão encontradas soluções que permitirão mitigar e até superar, em termos da área da distribuição presente, a oferta habitualmente disponível”.

“Estamos sempre disponíveis para o diálogo, mas, neste momento, e atenta a posição que nos foi comunicada pela APAVT, consideramos que a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”, assinala o responsável pelo Eventos Próprios do CCL – FIL.

Apesar desta posição da APAVT, Pedro Braga indica que, até ao momento, “registamos um crescimento muito acentuado por parte das empresas de distribuição para a edição de 2025 da BTL”.

“Para além da muito valiosa e importante presença da APAVT, a BTL sempre contou com muitos outros expositores na área da distribuição que habitualmente ocupam uma área de 5.000m2 de oferta no B2C”, frisa Pedro Braga.

A mais de sete meses do arranque da feira, que se realiza de 12 a 16 de março na FIL, o responsável pelo evento destaca que, para 2025, “estamos a registar um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”, referindo que “alguns destes expositores são associados da APAVT, que já tinham espaço próprio fora do stand da APAVT, e que, neste contexto, nos têm contactado para aumentar o seu espaço para a BTL 2025. Outros, são expositores que habitualmente marcavam presença através da APAVT e que agora manifestam interesse em assegurar diretamente a sua presença na BTL”. Além disso, diz Pedro Braga, “registamos ainda uma significativa procura por parte de novas empresas do setor que reconhecem na BTL uma plataforma fundamental para as suas vendas e crescimento”.

Por isso, afirma que a BTL 2025 “será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição, o que permitirá aos visitantes, que já reconhecem na BTL o seu momento anual de compra de férias, encontrar as melhores ofertas e os melhores destinos”.

“Não obstante, e porque reconhecemos e valorizamos o trabalho desenvolvido pela APAVT, reiteramos a nossa total disponibilidade e interesse para viabilizar uma presença institucional, enquanto representante dos seus associados, na maior montra do setor do turismo em Portugal”, conclui Pedro Braga.

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TAAG apresenta novo visual com chegada do novo A220

O novo visual da TAAG – Linhas Aéreas de Angola aparecerá, previsivelmente, no 3.º trimestre de 2024, aquando da entrega do Airbus A220-300.

No âmbito da estratégia de transformação e reafirmação da imagem de marca, a TAAG Linhas Aéreas de Angola vai aplicar os traços da sua identidade visual às aeronaves A220 e B787 Dreamliner que foram encomendadas aos fabricantes Airbus e Boeing, respetivamente.

Em comunicado, a companhia aérea de Angola refere que “as aeronaves conservam, na sua decoração, toda a ‘angolanidade’, com o reforço visual da palanca na cauda do avião e nas asas, e com a utilização do padrão de cores inspirado no pano tradicional angolano, denominado ‘samakaka’”.

A primeira aeronave da frota TAAG dentro deste conceito (new livery) será o Airbus A220-300, com capacidade para 137 passageiros (12 em classe executiva e 125 em classe económica), com data de entrega prevista para o 3.º trimestre do ano em curso.

Num contexto em que se aproximam desafios importantes, como a transferência da operação da TAAG para o Novo Aeroporto Internacional de Luanda, Dr. António Agostinho Neto, e a alteração do cenário competitivo, com a introdução do Mercado Único Africano de Transportes Aéreos (MUTAA/SAATM), a companhia está a materializar o seu plano estratégico com o crescimento da frota e destinos, de forma a captar um maior nível de tráfego e a reforçar a conectividade regional.

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Centro de Portugal aposta no turismo sustentável na Naturcyl

Durante a apresentação, realizada em Segóvia, Espanha, Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo do Centro, deixou a certeza que a região está a “trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”.

A Turismo Centro de Portugal (TCP) participou na apresentação da 7.ª edição da Naturcyl – Feira de Ecoturismo de Castela e Leão, em Segóvia, Espanha. O evento, que decorreu esta quarta-feira, 10 de julho e em que o Centro de Portugal é o destino internacional convidado, tem como tema “Reservas da Biosfera, soluções locais para problemas globais”.

A edição deste ano da Naturcyl contará com um programa extenso e diversificado, para todos os públicos, que inclui conferências e workshops temáticos, atividades em família e ecoturismo gastronómico. O astroturismo terá também especial destaque e haverá espaço para encontros profissionais entre agentes de viagens e profissionais do setor de Turismo de Natureza.

A vice-presidente Anabela Freitas representou a TCP na sessão de apresentação do evento que se realizará de 20 a 22 de setembro juntamente com o conselheiro da Cultura, Turismo e Desporto da Junta de Castela e Leão, Gonzalo Santonja; o vice-presidente da Província de Segóvia, José María Bravo Gozalo; o presidente do município do Real Sitio de San Ildefonso, Samuel Alonso Llorente; e o diretor da Naturcyl, Carlos Sánchez.

Durante a apresentação, o ministro Gonzalo Santonja enfatizou a crescente relevância da feira, que se tem consolidado como “uma referência internacional enquanto feira especializada na observação da natureza” e que “impulsiona o aproveitamento turístico dos recursos naturais, sob critérios de sustentabilidade e respeito pelo património natural”.

Anabela Freitas destacou, por sua vez, a importância do Ecoturismo na região Centro de Portugal, assim como as práticas sustentáveis para a atividade turística. “Hoje, cada vez mais turistas desejam participar na vida das comunidades que visitam e têm a preocupação de preservar a natureza envolvente. Para a Turismo do Centro, é essencial garantir a sustentabilidade dos destinos. Estamos a trabalhar ativamente para cumprir os objetivos de sustentabilidade e de preservação dos recursos do nosso território”, sublinhou. “Espero que esta feira seja o primeiro de muitos passos conjuntos para o desenvolvimento sustentável dos territórios e das economias locais, em benefício das populações”, concluiu.

O Centro de Portugal, como destino internacional convidado, terá uma participação e notoriedade especial na feira, com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vasto património da região ao nível do Turismo de Natureza.

Recorde-se que o território do Centro de Portugal inclui, parcial ou totalmente, quatro Reservas da Biosfera da UNESCO, que são o tema desta edição da feira: as Reservas da Biosfera Transfronteiriça da Meseta Ibérica, Transfronteiriça do Tejo, das Berlengas e do Paul do Boquilobo. Outros destaques da participação do Centro de Portugal serão o projeto Starlight Aldeias do Xisto, focado no astroturismo, e os Geoparques Mundiais da UNESCO, Estrela, Naturtejo, Oeste e Arouca (em parte), entre muitas outras áreas protegidas.

A Naturcyl é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, no Parque Nacional da Serra de Guadarrama, a feira atraiu 10.500 visitantes.

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Consórcio estuda criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha

Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol uniram esforços para estudar a criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha.

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Seis empresas – Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol – uniram forças para enfrentar os principais desafios da implantação da aviação movida a hidrogénio em Espanha.

Esta é a primeira vez que uma colaboração reúne toda a cadeia de valor, desde a produção de energia primária até às operações em terra com hidrogénio, com duas companhias aéreas a bordo e numa rede completa de aeroportos ao mesmo tempo.

Esta colaboração proporcionará aos parceiros uma visão holística da aeronave movida a hidrogénio e da forma como esta pode ser integrada no ecossistema aeroportuário.

Em comunicado, o consórcio informa que “não se centrará apenas no abastecimento e nas infraestruturas de hidrogénio, mas também nos requisitos específicos das operações em terra nos aeroportos”. O objetivo final é promover e apoiar o crescimento do ecossistema da aviação a hidrogénio em Espanha.

“Na Airbus, a descarbonização da aviação é um dos nossos objetivos mais importantes e a implantação de aeronaves comerciais movidas a hidrogénio com o seu ecossistema é uma dessas alavancas fundamentais. Dado o grande potencial da Espanha em termos de energias renováveis e produção de hidrogénio com baixo teor de carbono, é essencial que a indústria da aviação como um todo colabore para garantir uma futura cadeia de abastecimento de hidrogénio de ponta a ponta até aos aeroportos”, afirma Karine Guenan, vice-presidente do Ecossistema ZEROe da Airbus.

Do lado da Aena, a diretora de Sustentabilidade, Ana Salazar, acrescenta que “a descarbonização do setor do transporte aéreo é uma prioridade para a Aena”, considerando ainda que esta colaboração “permitir-nos-á compreender melhor como se poderá materializar no futuro o processo de fornecimento de hidrogénio aos aeroportos espanhóis, a fim de estabelecer um roteiro para enfrentar os principais desafios apresentados pela introdução deste novo vetor energético em ambiente aeroportuário”.

María José Sanz, diretora de Qualidade e Ambiente da Air Nostrum, explica, por sua vez, que o compromisso é de “estar ao lado dos criadores de novas tecnologias destinadas a descarbonizar o transporte aéreo. Como companhia aérea regional, podemos ser relevantes no projeto porque temos as condições necessárias para nos tornarmos os primeiros implementadores da tecnologia do hidrogénio, graças à dimensão dos nossos aviões e à distância média que voamos”.

Teresa Parejo, diretora de Sustentabilidade da Iberia, destaca que “a colaboração entre os diferentes atores é necessária para avançar na descarbonização do setor”, admitindo que “o hidrogénio fará previsivelmente parte do futuro da aviação, que virá mais tarde e complementará o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis; para alcançar esse futuro, temos de começar a dar os primeiros passos agora”.

Andrés Suárez, Global Strategy & Innovation Lead da Exolum, refere que a empresa está “comprometida com o desenvolvimento e operação de infraestruturas que contribuam para impulsionar a transição energética e a descarbonização da mobilidade aérea em todas as suas áreas e, especialmente, com a implantação do hidrogénio como uma solução energética futura para o sector”.

Luis de Oyarzabal, diretor sénior de Novos Negócios da Repsol, termina assinalando que o hidrogénio renovável é “fundamental na nossa estratégia de descarbonização. Não só o utilizaremos nas nossas aplicações industriais, como também prevemos o seu potencial no domínio da mobilidade. Para promover este mercado, consideramos essencial colaborar com os melhores parceiros, reunidos neste centro, para tirar o máximo partido da oportunidade que temos”.

Refira-se que a Airbus lançou o programa “Hydrogen Hub at Airports” para promover a expansão da infraestrutura de hidrogénio na aviação. Até à data, foram assinados acordos com parceiros e aeroportos em 13 países, incluindo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

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APAVT está fora da BTL 2025. “Não vejo como poderemos regressar”, afirma presidente da associação

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) não participará na próxima BTL, feira que se realiza de 12 a 16 de março de 2025.

Victor Jorge

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) está, nesta altura, fora da Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025.

O Publituris confirmou esta decisão junto do presidente da associação, Pedro Costa Ferreira, que confirmou que “as condições financeiras que a BTL nos exigiu não permitem a continuidade da nossa presença”.

Questionado se esta posição poderá ser revertida, o presidente da APAVT afirma que “face ao histórico do processo, e aos argumentos da BTL, não vejo como poderemos regressar”, admitindo que, no que diz respeito à não participação de operadores e agentes de viagem, “parece-me óbvio que perderemos todos, incluindo a feira e os consumidores”.

Com a BTL a dividir-se entre três dias dedicados ao mercado B2B e dois (fim de semana) ao consumidor final (B2C), e face à possibilidade de os associados da APAVT perderem um ponto importante de venda, Pedro Costa Ferreira considera que “cada associado saberá reagir, de acordo com os seus objetivos e estratégia comercial. Todos eles, como nós, estão habituados a transformar eventuais problemas em soluções”.

Questionado se a APAVT poderá mudar a sua posição, o presidente da associação respondeu: “A APAVT não tomou uma posição, apenas não conseguiu satisfazer as exigências financeiras da BTL”.

Recorde-se que na BTL 2024, o stand da APAVT foi o maior espaço privado, com uma área de 1.200 metros quadrados, contando com a presença de 80 expositores, incluindo nove operadores turísticos, 60 agências de viagens, duas empresas de rent-a-car, companhias aéreas e DMC.

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Abreu regressa com os Travel Talks em streaming

As Abreu Travel Talks estão de volta com as conversas descontraídas sobre viagens em que várias figuras públicas nacionais contam as suas experiências.

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As Abreu Travel Talks estão de regresso às plataformas de streaming e o primeiro episódio conta com a participação de Bruno Nogueira. O humorista e ator aceitou o desafio e juntou-se à Agência Abreu para a gravação, ao vivo, do primeiro episódio desta segunda temporada. A melhor altura para viajar, os destinos preferidos e peripécias vividas são contadas na primeira pessoa por Bruno Nogueira, que recorda experiências em países como o Japão, Argentina, Marrocos, entre outros.

Rodrigo Gomes, Roberta Medina, Ljubomir Stanisic e Mónica Franco, Luís Castro, chef Kiko, Isabela Valadeiro, Pedro Ribeiro, Mariana Monteiro e Joana Marques completam o leque de convidados das restantes Abreu Travel Talks, gravadas em estúdio.

Dirigido a todos os apaixonados por viagens – mas também a quem não o seja e pretenda apenas saber mais sobre a sua figura pública favorita -, estas conversas apresentam-se como um espaço de partilha e primam pelo ambiente descontraído, sem qualquer guião definido ou convenções, onde cada um revela o que mais aprecia quando viaja.

Tal como na primeira temporada, as 10 Abreu Travel Talks desta nova edição, serão disponibilizadas, semanalmente, nas plataformas do Spotify, Apple e Youtube.

“O que move estas pessoas quando viajam? Será a cultura e a história? A gastronomia? A atração pela novidade? Voltamos com esta 2.ª temporada das Abreu Travel Talks para conhecer as experiências únicas que os nossos convidados têm para partilhar”, refere Pedro Quintela, diretor-geral de Vendas e Marketing da Abreu.

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Aeroporto do Porto volta a ser o melhor de Portugal, diz AirHelp

De um total de 239 aeroportos analisados, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro é o primeiro aeroporto português em 117.º lugar. O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é considerado o pior aeroporto português.

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O Aeroporto Francisco Sá Carneiro volta a ser considerado o melhor aeroporto de Portugal. Segundo a análise realizada pela AirHelp – formada por aproximadamente 240 aeroportos de 70 países distintos de todo o mundo e recolhidos dados sobre chegadas e partidas entre 1 de maio de 2023 e 30 de abril de 2024 – o aeroporto do Porto obteve uma pontuação global de 7,60, alcançado 7,30 na pontualidade; 8,20 na consideração dos clientes e 7,90 na qualidade da sua área de restauração e lojas. De uma forma geral, a pontuação global deste aeroporto melhorou, já que, em 2023, apresentou uma pontuação de 7,52, tal como os parâmetros de pontualidade e consideração dos clientes, tendo piorado somente na qualidade da sua área de restauração e lojas.

Em segundo lugar no ranking nacional, o Aeroporto de Faro obteve uma pontuação global de 7,27, enquanto o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a ser o pior aeroporto de Portugal, com uma pontuação global de 6,59.

A nível global, contudo, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro passou do 91.º lugar, em 2023, para o 117.º lugar, enquanto as infraestruturas aeroportuárias de Faro e Lisboa desceram, respetivamente, da 137.ª para a 185.ª posição, e do 191.º para o 234.º lugar, pela mesma ordem.

É na Ásia, mais precisamente na cidade de Doha (Catar) que se situa o melhor aeroporto do mundo, segundo o ranking da AirHelp. O Doha Hamad International Airport obteve uma pontuação global de 8,52, considerando 8,30 na pontualidade; 8,70 nas avaliações dos passageiros; e 8,90 para a qualidade das instalações comerciais e de restauração. Em 2023, este aeroporto ficou na quinta posição.

Em segundo lugar na classificação está o aeroporto sul-africano da Cidade do Cabo, com uma pontuação de 8,50. Por fim, em terceiro lugar, encontra-se o Aeroporto de Chubu, Nagoya (Japão), com uma pontuação de 8,49. Este aeroporto foi avaliado pela primeira vez pela AirHelp e teve uma entrada direta para o Top 3 do ranking.

De referir que, para determinar a classificação dos aeroportos, a AirHelp considera três áreas: a pontualidade (60%), a consideração dos clientes (20%) e a qualidade das suas áreas de restauração e lojas (20%).

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