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SETCS: Indicadores de maio permitem “encarar com otimismo os meses que se aproximam”

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, destaca a recuperação da atividade turística em maio, que já apresentou “valores muito próximos dos valores registados em 2019”.

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SETCS: Indicadores de maio permitem “encarar com otimismo os meses que se aproximam”

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, destaca a recuperação da atividade turística em maio, que já apresentou “valores muito próximos dos valores registados em 2019”.

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A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, considera que os indicadores de maio, divulgado na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), “permitem ao setor do turismo encarar com otimismo os meses que se aproximam”, pois comprovam a tendência de recuperação da atividade turística em todo o país.

“Os indicadores relativos a maio permitem ao setor do turismo encarar com otimismo os meses que se aproximam, sendo necessário dar continuidade ao trabalho de recuperação da conectividade aérea, dinamização de parcerias com os interlocutores em cada mercado emissor, e criar condições para as nossas empresas em apresentarem as suas ofertas comerciais”, considera a governante, citada num comunicado enviado à imprensa.

No comunicado divulgado, a Secretaria de Estado do Turismo Comércio e Serviços destaca que, em maio, o setor do turismo cresceu nos indicadores hóspedes (+162,1%) e dormidas (+221,8%) face a mês homólogo de 2021 e já apresentou “valores muito próximos dos valores registados em 2019”.

Em maio, o destaque foi para o desempenho dos residentes, que realizaram 1,8 milhões de dormidas (+11,6% vs maio/19), ainda que seja também de assinalar “a boa recuperação dos mercados externos, alguns dos quais já registando valores superiores a 2019”.

Foi, no entanto, nos proveitos que a tendência de recuperação foi “mais evidente”, uma vez que este indicador já ficou “12% acima dos montantes registados em período pré-pandemia”, com os proveitos totais a atingirem 456,1 milhões de euros (+264,3%) e os proveitos de aposento a somarem 338,4 milhões de euros (+275,1%) face ao mesmo período de 2021.

As dormidas aumentaram em todas as regiões, mas o seu crescimento foi mais expressivo na Madeira (+340,5%), A.M Lisboa (+330,4%) e Algarve (+271,1%), sendo que, face a 2019, registaram-se aumentos na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5) e Alentejo (+1,2%), principalmente “devido ao dinamismo do turismo interno”.

Em maio, todos os mercados internacionais apresentam sinais de recuperação, com destaque para os EUA, Países Baixos, Irlanda e Bélgica, cujas dormidas foram superiores às registadas em 2019.

No entanto, em termos absolutos, o Reino Unido afirmou-se como “o principal mercado emissor para Portugal próximo da total recuperação face a 2019”, contabilizando um crescimento de 819,4 mil dormidas, sendo de destacar que, em 2019, este mercado  representava 13,4% de todas as dormidas efetuadas no destino Portugal.

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Oferta hoteleira de Moçambique aumenta no primeiro trimestre

No primeiro trimestre do ano, Moçambique assistiu à entrada em funcionamento de 66 empreendimentos, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1% face ao mesmo período de 2023.

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Até março, Moçambique assistiu à abertura de 66 novos empreendimentos ligados à restauração e turismo, o que ditou um aumento de 414 quartos na hotelaria, avança a Lusa, que cita dados divulgados esta sexta-feira, 24 de março, pelo governo moçambicano.

Segundo um relatório de execução orçamental do Ministério da Economia e Finanças de Moçambique, no primeiro trimestre de 2024, o investimento privado mais do que triplicou face ao ano passado, somando 18,7 milhões de euros, o que ditou também o aumento dos postos de trabalho criados, que chegou aos 559 face aos 470 gerados no mesmo período do ano passado.

O relatório diz que, neste período, “entraram em funcionamento 66 empreendimentos contra 42 empreendimentos do primeiro trimestre de 2023, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1%”.

“As aberturas incrementaram a capacidade com 414 quartos contra 323 do primeiro trimestre de 2023, o que representa um crescimento de 28,2%”, lê-se ainda no relatório a que a Lusa teve acesso.

O aumento do investimento chega numa altura em que também o número de turistas está a aumentar em Moçambique, o que se deve à isenção de vistos decretada no ano passado para  países de baixo risco, o que levou à emissão de quase 30 mil vistos de fronteira ainda em 2023.

No relatório de execução orçamental do último trimestre de 2023, o governo moçambicano recorda que “foi criada uma plataforma para requisição de vistos ‘online’ e a isenção de vistos de turismo e negócios para uma lista de países de baixo risco”, num total de 29 Estados, o que “resultou na emissão de 28.963 vistos solicitados por visitantes”, até dezembro.

“A medida vem tornando Moçambique mais competitivo e facilitando o acesso de potenciais investidores ao país”, é ainda referido no documento citado pela Lusa.

A Lusa recorda também que o governo moçambicano já tinha afirmado no relatório de execução orçamental do terceiro trimestre do ano passado que a decisão de facilitar e isentar de vistos turistas de países de baixo risco fez aumentar o número de visitas ao país em 34% nos primeiros 90 dias de implementação da medida.

O Governo estima uma “despesa média” por cada visitante em 110 dólares e o tempo médio de visita de quatro dias, pelo que cada visitante representa 440 dólares “de novos fundos” para a economia.

“O aumento de visitantes ao país em virtude desta medida representa um crescimento do setor e um efeito multiplicador na economia moçambicana”, acrescenta-se no relatório sobre a execução orçamental no terceiro trimestre.

O Governo moçambicano já tinha avançado, em agosto de 2023, que mais de 13.000 cidadãos estrangeiros entraram em Moçambique ao abrigo da medida de isenção de vistos introduzida em maio, a grande maioria turistas, incluindo de Portugal.

De acordo com dados avançados pela ministra da Cultura e do Turismo, Eldevina Materula, dessas isenções, com vistos concedidos na fronteira, “mais de 10.000” entraram em Moçambique “com o propósito de turismo e os restantes três mil em negócios”.

“Este é um sinal claro que as medidas tomadas pelo Governo estão a surtir efeitos na dinamização do nosso setor. Com estas medidas, temos claramente um novo padrão de turistas, sendo que as nacionalidades americana, britânica, portuguesa, chinesa e alemã se destacam como as cinco principais entradas em Moçambique”, afirmou a governante, em agosto.

Recorde-se que Moçambique introduziu em dezembro de 2022 o Visto Eletrónico (e-Visa) e, no dia 1 de maio, entrou em vigor a isenção de vistos para cidadãos de 29 países, tendo sido ainda revista a medida de concessão de vistos de investimentos para períodos mais alargados aos cidadãos estrangeiros que detenham investimento em Moçambique, simplificando os requisitos de atribuição.

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Governo dos Açores cria grupo de trabalho para revisão do Plano Ordenamento Turístico da região

Um grupo de trabalho, com a missão de coordenar todo o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores-POTRAA, e liderado por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo, acaba de ser criado.

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Um despacho, que acaba de ser publicado no Jornal Oficial dos Açores, revela que o Governo Regional constituiu um grupo de trabalho para coordenar a revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma (POTRAA), que será presidido por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo.

Considerando a aprovação do Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores – Horizonte 2030 [PEMTA2030], “mostra-se, agora, necessário reiniciar o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região”, daí a constituição deste grupo de trabalho, de âmbito técnico, com a missão de coordenar este processo “no que diz respeito à organização procedimental, orientação dos consultores, caso existam, e da equipa técnica, acompanhamento da execução contratual, preparação e organização de reuniões e outros eventos, entre outras tarefas necessárias para a boa prossecução do presente procedimento”, indica o documento.

De acordo com o Governo Regional, importa “territorializar a nova visão, missão e objetivos estratégicos para o turismo dos Açores, plasmados no PEMTA2030, numa perspectiva de qualificação dos ativos identitários e qualificadores da experiência turística e de promoção dos produtos estratégicos definidos, tendo por base a sustentabilidade do destino turístico e, quando possível, a assunção da sua capacidade regenerativa”.

Pretende-se a implementação, nas nove ilhas dos Açores, de um “instrumento de planeamento e gestão territorial do setor do turismo, inovador e eficaz, na linha do que de melhor se faz noutros destinos turísticos internacionais sustentáveis”, contribuindo para a “salvaguarda e valorização dos recursos naturais, ambientais e paisagísticos”, segundo o despacho.

 

 

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Mais de 82 mil turistas portugueses visitaram o Brasil em quatro meses

Nos primeiros quatro meses deste ano 82.164 turistas portugueses visitaram o Brasil, o que corresponde a uma subida de 13,8% face ao mesmo período de 2023. No ranking dos mercados emissores Portugal posiciona-se em 7º lugar, o segundo europeu, atrás da França.

Os dados mais recentes da Embratur revelam que dos 2,9 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o Brasil, de janeiro a abril deste ano, considerada a terceira melhor marca da história do destino, 1.070.545 são argentinos, mesmo assim, com uma quebra do 11,1% quando comparado com os primeiros quatro meses do ano anterior, enquanto na segunda posição são estão os chilenos (258.523), mercado que mais cresceu em termos percentuais (+32,2%).

Os Estados Unidos, com 251.419 turistas (+9%) foi o terceiro país emissor para o Brasil no período analisado, seguindo-se o Paraguai 217.392 (+9,8%) e o Uruguai 199.316 (+13,8%).

No ranking da Embratur, o primeiro mercado europeu é o francês, (84.468 turistas – 25,5%) colocado na sexta posição. Depois é que vem o mercado português Portugal 82.164 (+13,8%), que ultrapassou o alemão 75.025 (+15,7%), o britânico 65.994 (+15%), e o italiano, com 55.165 turistas (+18,5%), a fechar o top 10.

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Centro de Portugal é o Destino Internacional Protagonista da Naturcyl 2024 em Espanha

A oferta de ecoturismo e de turismo de natureza do Centro de Portugal vai estar em destaque na Naturcyl 2024, em Espanha, uma vez que a região acaba de ser eleita, pela organização da Feira de Ecoturismo de Castela e Leão o Destino Internacional Protagonista.

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O Centro de Portugal vai ser o primeiro Destino Internacional Protagonista da edição de 2024 da Naturcyl, evento de referência na promoção do ecoturismo que se realiza em Espanha, de 20 a 22 de setembro. O anúncio foi feito pela organização, que destaca “as muitas maravilhas que esconde este território”.

A Feira de Ecoturismo de Castela e Leão é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, a feira atraiu 10.500 visitantes.

A grande novidade deste ano é a eleição de um Destino Internacional Protagonista. A escolha recaiu no Centro de Portugal, que terá assim uma participação e notoriedade especial na feira. A Turismo Centro de Portugal estará presente na Naturcyl com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vastíssimo património natural da região. Além disso, participará nas jornadas de comercialização de Turismo de Natureza (B2B) que ocorrerão em paralelo.

Um dos motivos que levou a que o Centro de Portugal tenha sido o preferido foi a grande diversidade da oferta de turismo de natureza da região, que inclui os Geoparques da UNESCO Estrela, Naturtejo e Oeste, os Parques Naturais do Tejo Internacional, da Serra da Estrela e do Douro Internacional, bem como as reservas da Malcata e da Faia Brava, entre muitas outras áreas protegidas. Além disso, possui duas Cartas Europeias de Turismo Sustentável: as Montanhas Mágicas e as Terras do Lince.

De acordo com Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, Espanha é um mercado estratégico para a região, “pela proximidade – é o principal emissor de turistas para a região – e por receber mais de 80 milhões de turistas por ano”, referindo ainda que “em Espanha, como no Centro de Portugal, tem havido um grande aumento da procura pelo turismo de natureza e pelo mundo rural, produtos turísticos que estão na génese da Naturcyl. Por isso, foi com grande satisfação que recebemos a informação de que o nosso território será o primeiro Destino Internacional Protagonista da feira”.

O responsável regional acredita que este facto “é uma oportunidade de ouro para promovermos a oferta de ecoturismo existente na região e para consolidarmos a nossa identidade territorial enquanto destino de Turismo de Natureza”.

 

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Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores com 321,1 M€ no Plano e Orçamento para 2024

Os setores do Governo Regional dos Açores tutelados por Berta Cabral, ou seja, o Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, contam com uma dotação total de 321,1 milhões de euros do Plano e Orçamento (PO) para 2024.

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Intervindo no Parlamento açoriano, na discussão das propostas de Orientações de Médio Prazo 2024-2028 e do Plano e Orçamento para 2024, a secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral sublinhou que esta verba está “fundamentada nas necessidades prementes” das ilhas, da economia dos Açores “e, acima de tudo, das pessoas, sem ignorar desafios que urge resolver e oportunidades que não podem ser desperdiçadas”.

No Turismo, com uma dotação de 19,1 milhões de euros, a governante disse, citada em nota publicada na página oficial do Governo Regional, não abdicar do objetivo fundamental de ter turismo todo o ano em todas as ilhas e refere que, sendo o setor mais transversal da economia e aquele que mais alavanca todos os outros setores produtivos, há a responsabilidade coletiva de “contribuir de forma positiva e construtiva para o seu desenvolvimento sustentável fundado na qualidade, na excelência e na produção de bem-estar para os residentes”.

Reafirmando que 2024 será um ano bastante positivo para este setor na Região, Berta Cabral assegurou que vai “dar continuidade à política de qualificação dos recursos e do produto turístico, investindo na sustentabilidade do destino, na digitalização do setor, na promoção externa e no desenvolvimento da conetividade internacional, de acordo com o Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores 2030”.

Para a Mobilidade, a secretária Regional considerou que o investimento superior a 134 milhões de euros visa assegurar intervenções em infraestruturas portuárias de todas as ilhas, incluindo obras nos portos de Vila do Porto, Ponta Delgada e Praia da Vitória, assim como nos aeródromos à responsabilidade da Região, nomeadamente a aerogare da Graciosa e o processo para ampliação da pista do aeroporto do Pico.

Berta Cabral deu conta ainda que a “Tarifa Açores” é para manter, sendo complementada com o “Passe Açores 9 Ilhas”, com o objetivo de estimular, de forma cada vez mais assertiva, a construção de um mercado interno, a mitigação dos efeitos da sazonalidade turística, a criação de condições de excelência para que os jovens conheçam, promovam e contribuam ativamente para o espírito de açorianidade e para o desenvolvimento de todas as ilhas.

“A proposta de investimento que estruturámos dá sequência a diversas medidas e obras estruturantes, que terão um impacto direto em importantes objetivos económicos na Região, incluindo o desenvolvimento sustentável do turismo, a mobilidade dos açorianos, a descarbonização da economia e a preparação de infraestruturas fundamentais”, concluiu.

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Coimbra: Projeto de turismo sustentável tem apoio de 4,9M€ da Comissão Europeia

A Câmara Municipal de Coimbra e a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, entre outros parceiros, viram aprovada uma candidatura à European Urban Initiative com um projeto de turismo sustentável intitulado “COIMBRA ST LLM”, que implica um financiamento de 4,9 milhões de euros para a sua implementação.

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A candidatura vai permitir o desenvolvimento de ferramentas de monitorização e de apoio ao desenvolvimento de práticas turísticas mais sustentáveis, que vão contribuir para responder a desafios associados à mobilidade, à criação de emprego, à qualidade do serviço prestado e à perceção dos residentes sobre o impacto do turismo, avança a autarquia de Coimbra no seu site oficial.

Refira-se que a European Urban Initiative é uma iniciativa europeia que visa apoiar cidades na implementação de projetos inovadores para tornar as áreas urbanas mais sustentáveis, inclusivas e resilientes, apresentando um projeto de turismo sustentável.

O projeto de Coimbra destacou-se entre as 112 candidaturas apresentadas por 12 estados-membros da União Europeia. Coimbra destaca-se como a única cidade portuguesa selecionada.

Este projeto, elaborado numa parceria entre a CM Coimbra e a CIM-RC, é liderado pela autarquia e tem ainda como parceiros o Turismo de Portugal, a Universidade de Coimbra, o Instituto Politécnico de Coimbra, o Instituto Pedro Nunes, a Present Technology e a Inova +. Estes parceiros vão, agora, trabalhar em conjunto na implementação das ações e das medidas propostas.

“Esta inédita aprovação de um projeto camarário desta índole e desta dimensão, em Coimbra, extra quadros comunitários clássicos e numa lógica de captação de instrumentos de financiamento diretamente dirigidos pela Comissão Europeia, reunindo todos os parceiros e apoios que o tornaram possível, vai colocar Coimbra de uma forma inovadora no radar turístico nacional, internacional e das instituições europeias, incluindo a própria Comissão Europeia, e muito contribuirá para a afirmação criativa da marca Coimbra, concorrendo de forma sólida para o desenvolvimento turístico, económico, cultural e ambiental do concelho de Coimbra”, refere o presidente da autarquia, José Manuel Silva, citado na notícia.

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Governo alivia restrições impostas ao consumo de água no Algarve devido à seca

O Governo decidiu aliviar as restrições impostas aos consumos de água na agricultura e no setor urbano do Algarve, incluindo o turismo, para fazer face à seca na região, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Faro.

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“O Governo decidiu revogar a resolução 26A de 2024, de 20 de fevereiro, e nas próximas semanas vai ser aprovada e publicada uma outra resolução que visa dar continuidade a uma política de responsabilidade, mas, ainda assim, aliviar as restrições que estão hoje em vigor face à situação de 2023”, afirmou o primeiro-ministro, após uma reunião da comissão de acompanhamento da seca, em Faro.

Luís Montenegro indicou que o Executivo vai aprovar um “alívio de cerca de 20 hectómetros cúbicos na restrição que está hoje em vigor em todas as áreas de atividade”, distribuindo-se este valor por “2,65 hectómetros cúbicos de alívio no consumo urbano, de 13,14 de alívio no consumo da agricultura e de 4,17 no alívio no consumo para o turismo”.

Em fevereiro, o anterior Governo, liderado por António Costa, decretou a situação de alerta no Algarve devido à seca e aplicou medidas de contingência que previam reduções de consumo de 25%, para a agricultura, e de 15%, para o setor urbano.

Agora, Luís Montenegro anunciou um alívio destas restrições, embora frisando que é preciso preservar ao máximo a água, que é “um recurso escasso” na região.

Montenegro disse ainda que os dados representam, “face a 2023, um diminuição de disponibilidade de 10% no consumo urbano e 13% no consumo para agricultura e turismo”.

O primeiro-ministro disse ainda que é necessário “diminuir perdas nas várias utilizações de água” e recorrer a águas residuais em casos onde esta fonte é viável, como nos golfes, assegurando que o objetivo do Governo é também promover investimento que “possa ajudar a esta gestão mais eficiente” da água.

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Propósito da taxa de entrada em Veneza é um fracasso porque número de turistas aumentou

A introdução da taxa que gere os fluxos turísticos em Veneza é contrariada pelos factos. A cidade recebe cada vez mais turistas, diz o vereador Giovanni Andrea Martini, líder do grupo da lista ‘Cidade inteira junta’, durante uma conferência de imprensa no Palazzo Grazioli, na sede da Associação de Imprensa Estrangeira em Roma.

Convocado precisamente para falar dos primeiros resultados da contribuição para o acesso a Veneza – cinco euros – introduzida em abril passado a título experimental, o vereador Giovanni Andrea Martini afirmou que “o bilhete para Veneza é um fracasso sensacional. Mais turistas chegam todos os dias”.

Uma medida que, segundo disse, não abranda o turismo de massa, pelo contrário, e que teria sido implementada “para evitar que Veneza fosse colocada na lista negra da UNESCO”. As chegadas registadas, sublinha, “são numericamente superiores às dos anos anteriores”.

“Olhando para os dados disponíveis, só no dia 19 de maio Veneza registou 70 mil inscrições, enquanto no dia 23 de abril do ano passado foram 66 mil e no dia 2 de junho de 2023, feriado nacional, foram 65 mil”, apontou Martini, destacando que a medida serve “apenas para arrecadar dinheiro”.

Como reiterado diversas vezes durante o encontro com a imprensa estrangeira, Veneza representa o emblema da cidade aberta, mas que hoje se encontra “fechada por vontade política de uma administração que com esta medida traz para casa um pouco de dinheiro”. Mas isso não salva, segundo o vereador da oposição, “a alma da cidade”.

A solução para gerir o turismo de massa deve ser de longo prazo. Na conferência de imprensa em Roma, a medida da administração Brugnaro foi contestada pelo vereador: “A cidade está em desordem, é necessária uma solução a longo prazo”.

Poderia-se pensar também – destacou o vereador – num número limitado com reserva gratuita e sem pedido de dados para salvaguarda da privacidade, além do regresso dos residentes permanentes. Isto numa cidade que tem 49 mil cidadãos no centro histórico e que em média duplica o número de turistas que chegam todos os dias.

Defendeu que “se quisermos que a vida da cidade mude, devemos permitir que a cidade mude a sua vida”, para concluir que “devemos superar a desertificação social criada por esta floresta de arrendamentos de curta duração e de habitações públicas que não são atribuídas”.

Refira-se que nos primeiros 11 dias da nova taxa, a cidade italiana arrecadou cerca de 977.430 euros com a venda de 195 mil bilhetes. Mesmo assim, este montante é inferior ao custo de implementação do sistema de reservas, campanhas informativas e verificação de bilhetes, estimado em três milhões de euros.

A medida, inicialmente em fase experimental, será aplicada em 29 dias específicos durante os meses de maio, junho e julho, incluindo fins de semana e feriados.

Após o período experimental, a taxa pode ser aumentada para 10 euros por dia, com multas de até 300 euros para quem tentar visitar a cidade sem bilhete. A eficácia da medida continuará a ser avaliada, mas as críticas indicam que podem ser necessários ajustes significativos para alcançar os objetivos desejados.

 

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Suíça pondera taxas de entrada em locais turísticos populares

A cobrança de taxas de entrada em locais turísticos populares da Suíça só faz sentido se os turistas estrangeiros também ganharem com a taxa, diz o setor de turismo suíço.

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A idílica localidade de Lauterbrunnen, na Suíça, está a considerar a possibilidade de cobrar uma taxa de entrada no estilo de Veneza para diminuir o excesso de turismo. A aldeia é frequentemente paralisada por ondas de turistas interessados em aproveitar a sua beleza natural e tranquilidade.

“Desde que a medida também beneficie o turista, ela é aceita e até mesmo apreciada”, disse Markus Brenner, porta-voz da Suíça Turismo, à emissora pública suíça SRF e citado pelo SWI.

“Quando vou a Lauterbrunnen, sei que terei de pagar a taxa, mas com certeza encontrarei uma vaga de estacionamento. Também sei que o número de turistas no vale é limitado”, refere o responsável, acrescentando que também “é preciso ser compreensível para os turistas e deixar claro o que eles receberão em troca”.

Brenner considera que o excesso de turismo na Suíça está confinado a locais específicos em determinadas épocas do ano, rejeitou a ideia de que o país é constantemente invadido por turistas, mas mesmo assim, pediu aos habitantes locais que demonstrem tolerância.

Lauterbrunnen, na região do Oberland Bernês, não é o único ponto turístico a se sentir vítima do próprio sucesso turístico. A aldeia vizinha de Iseltwald, às margens do lago, foi paralisada há alguns anos por um fluxo inesperado de fãs da série da Netflix Crash Landing on You.

Refira-se que Lauterbrunnen situa-se num dos mais impressionantes vales dos Alpes, entre gigantes escarpas e cumes montanhosos. Com as 72 estrondosas cascatas, vales acolhedores, coloridos prados alpinos e solitárias pousadas de montanha, o Vale Lauterbrunnen constitui uma das maiores áreas de conservação da natureza da Suíça.

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Pendular é um dos parceiros do futuro Surf Park Óbidos

Pronta a disponibilizar uma solução que permite agilidade e facilidade na gestão de serviços, a Pendular, empresa dedicada à gestão de compras e contratos, associou-se ao grupo responsável pelo investimento no futuro parque temático sobre surf que vai nascer em Óbidos, firmando compromisso com o apoio à gestão, competitividade e sucesso do projeto.

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Vai nascer em Óbidos um parque temático sobre surf, que inclui aldeamento turístico de quatro estrelas com capacidade máxima para 144 camas, restaurante, loja de surf, skate parks, courts de padel e beach ténis, escola de surf, espaço de wellness, zonas verdes, pistas de bicicleta, bem como zona de eventos corporativos. A Pendular, considerada líder de mercado no setor da gestão de compras e contratos, associou-se ao grupo responsável por este investimento, firmando um laço de compromisso com o apoio à gestão, competitividade e sucesso do projeto.

Numa altura em que a proposta de valor do outsourcing se propõe a uma redução de custos entre 10% a 30%, ao centralizar e gerir custos e operações (controlando as diferentes variáveis que os influenciam), o recurso à Pendular “revelou-se uma mais valia para as entidades gestoras do projeto já que, desde uma avaliação das necessidades de equipamentos e serviços; conciliação das necessidades e look and feel; proposta de soluções e seleção de fornecedores, a Pendular estará presente de forma contínua ao longo do desenvolvimento do projeto, construindo um plano que lhes garanta a máxima competitividade, centralizando num só parceiro, serviços que influenciam, de forma determinante, a eficiência da operação”, destaca a nota de imprensa.

Para a Pendular, “este é um projeto do qual muito nos orgulha fazer parte, não só do ponto de vista da sua dimensão, onde o outsourcing pode realmente fazer a diferença e contribuir para a otimização de tempo e custos de toda a operação; mas também pelo prazer que é ser parte de um projeto de valorização e enriquecimento da zona Oeste do país, que acolherá um espaço diferenciador e que, pelas suas características ímpares, atrairá um vasto público, dinamizando a economia e património cultural da região”, refere Vitor Gomes Ribeiro, CEO da empresa de gestão de compras e contratos com mais de 25 anos de atuação no mercado nacional.

Com abertura prevista para 2026, a Surfers Cove, responsável pelo projeto, estima que os resultados se centrem, maioritariamente, no negócio relacionado com o surf, com potencial para criar cerca de 50 postos de trabalho.

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