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Turismo

Setor do turismo chinês criará mais de 30 milhões de empregos na próxima década

A próxima década será de crescimento para o setor do turismo e viagens na China, antevê o WTTC. Se em termos laborais as previsões apontam para a criação de mais de 30 milhões empregos até 2032, a contribuição do setor para o PIB do país deverá atingir os 13,7%.

Victor Jorge
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Setor do turismo chinês criará mais de 30 milhões de empregos na próxima década

A próxima década será de crescimento para o setor do turismo e viagens na China, antevê o WTTC. Se em termos laborais as previsões apontam para a criação de mais de 30 milhões empregos até 2032, a contribuição do setor para o PIB do país deverá atingir os 13,7%.

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Os dados retirados do Economic Impact Report (EIR) do World Travel & Tourism Council (WTTC) sobre o setor do turismo chinês revelam que o país deverá criar mais de 30 milhões de empregos na próxima década, correspondendo a um quarto de todos os novos empregos gerados no país.

As previsões do WTTC antecipam que o setor deverá atingir mais de 107 milhões de colaboradores até 2032.

Mas não será somente o emprego no turismo a registar crescimentos. Os dados do WTTC antecipam, igualmente, uma evolução do PIB do setor do turismo e viagens a uma média de 9,7% nos próximos 10 anos, mais do dobro dos 4,4% de crescimento previsto para a economia global chinesa, tornando a China um dos países com maior crescimento no mundo.

Esta previsão faz com que as previsões indiquem um crescimento para o setor, podendo atingir valores superiores a 25,2 biliões de yuans (cerca de 3,7 biliões de euros), correspondendo a 13,7% do total da economia chinesa em 2032.

Além disso, os dados antecipam, também que a contribuição do setor do turismo e viagens para a economia global da China possa ultrapassar os níveis pré-pandémicos já no próximo ano, projetando-se um crescimento de quase 10% relativamente a 2019.

Isto faz com que, no final de 2023, a contribuição do setor para a economia nacional atinja os 13 biliões de yuans (cerca de 1,9 biliões de euros) com uma taxa de crescimento anual de mais de 32%.

Em termos de criação de emprego, o WTTC prevê que o setor também ultrapasse os níveis pré-pandémicos, com a criação de mais de 766 mil novos empregos, totalizando, assim, no final de 2023, mais de 83 milhões de colaboradores no setor.

No entanto, o WTTC salienta que estas previsões só serão concretizáveis, se a China continuar a facilitar as viagens tanto internamento como externamente.

Isto leva a presidente e CEO do WTTC a as previsões são “incrivelmente positivas”, advertindo, contudo, para o facto de “enquanto o resto do mundo e mesmo a região estarem a abrir para os viajantes, viajar para a China continua a não ser possível para os turistas internacionais”.

Assim, admite, “as viagens domésticas proporcionaram e continuarão a proporcionar algum alívio à economia da China, mas, no momento, os gastos com viagens internacionais são muito baixos e são críticos para a economia geral chinesa” e apesar de reconhecer que o corte no tempo de quarentena para os viajantes internacionais seja “um passo na direção correta”, Julia Simpson conclui que “não é o suficiente para ter um impacto real positivo”.

Recorde-se que, em 2019, quando o turismo estava no seu ponto mais alto, os gastos dos turistas internacionais na China atingiram perto de 951 mil milhões de yuans (cerca de 140 mil milhões de euros). Contudo, no ano passado, com as fronteiras fechadas, os gastos totais foram inferiores a 91 mil milhões de yuans (cerca de 13,5 mil milhões de euro), correspondendo a somente 3% do valor, ou seja, uma perda de mais de 850 mil milhões de yuans (mais de 125 mil milhões de euros).

Antes da pandemia (2019), a contribuição total do setor do turismo e viagens na China para o PIB do país rondava os 11,6% (mais de 11,9 biliões de yuans, cerca de 1,7 biliões de euros), tendo caído para 4,3% (perto 4,5 biliões de yuans, mais de 660 mil milhões de euros), representando uma quebra de 62,5%.

Já em termos de emprego, o setor contribuía com mais de 82 milhões de colaboradores antes da pandemia, tendo perdido mais de 12 milhões (o equivalente a mais de 15%) para um total de 69 milhões em 2020.

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Congresso APAVT

Filipe Silva (Turismo de Portugal): “A aposta terá de passar pela estruturação da oferta turística”

Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, deixou claro que “alargar a oferta comercial através das redes colaborativas” é uma das prioridades para o setor em Portugal e que isso deve ser feito com “novos temas, novos territórios, novos produtos e novos clientes”. Até porque, o que se quer é “ter melhor turismo e não mais turismo”.

Para o Turismo de Portugal (TdP) “a estruturação da oferta turística é importante para dar outras e novas experiências” a quem nos visita, reconheceu Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo da entidade, durante o painel “Grandes desafios do turismo português”, no âmbito do 47.º Congresso da APAVT.

Centrando-se na prioridade em “alargar a oferta comercial através das redes colaborativas”, Filipe Silva destacou que isso deve ser feito com “novos temas, novos territórios, novos produtos e novos clientes”, até porque é através destes projetos que é possível “combater a sazonalidade”.

Salientando que é preciso fazer com que quem nos visite “circule pelo território”, o trabalho efetuado com as redes colaborativas cria “motivações de visitação fora das grandes centralidades”.

No que diz respeito aos mercados emissores, Filipe Silva reconheceu, igualmente, que “não podemos estar dependentes de um número reduzido de mercados”, além de salientar, também, que “não podemos espartilhar o orçamento de promoção em demasiados mercados”.

Com a questão da valorização do dólar a ser encarada como uma “questão conjuntural”, Filipe Silva destacou a aposta que está a ser feita pelo Turismo de Portugal nos EUA e no Brasil, mas também “no mercado mexicano”, além de apontar o Japão, Coreia do Sul, Índia e Austrália como “mercados que viajam em contra-ciclo e que ajudam a combater a sazonalidade” e que “estão bastante interessados em percorrer o nosso território”.

Quanto a uma possível promoção ibérica, em conjunto com Espanha, Filipe Silva admitiu não se tratar de uma “discussão nova”, que “está na ordem do dia, mas que não tem passado à prática”, destacando o trabalho comum de promoção desenvolvido pelas regiões do Alentejo e Centro, juntamente com a Estremadura.

“Espanha tem interesse no Brasil, tal como Portugal tem interesse em mercados da América Latina”, frisou Filipe Silva, lembrando o programa de “stop-over” que a Iberia tem e que inclui Lisboa e Porto, reconhecendo que “é importante para o nosso posicionamento”.

Quanto aos desafios para o turismo português, Filipe Silva deixou claro que estes passam por “procurar ter melhor turismo e não mais turismo”, salientando que “o foco tem de estar no cliente” e que para tal, a “segmentação dos produtos é fulcral”, dando como exemplo produtos como o enoturismo ou o turismo literário.

“Temos de gerar negócio de repetição e de recomendação”, reconhecendo Filipe Silva que “o passa-palavra tem um poder tremendo”.

Finalmente, no que diz respeito à sustentabilidade, o executivo do TdP concluiu que “não vale a pena estar a desenvolver novas operações, sem ter um racional sustentável”, sendo que “isso não se faz de um dia para o outro. A última coisa que quereremos fazer é defraudar as expectativas de quem nos visita e dos nossos parceiros”.

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Congresso APAVT

Margarida Almeida (Amazing Evolution): “Em termos de contratação, estamos fora do mercado por causa da questão fiscal”

A CEO da Amazing Evolution, Margarida Almeida, deixou claro que “temos gente muito boa e é um desperdício não conseguirmos reter essas pessoas”. Por isso, reconhece que “a questão fiscal tem de ser resolvida rapidamente”.

A questão dos recursos humanos e a falta deste no setor do turismo em Portugal foi um dos pontos destacados por Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, reconhecendo que o nosso país “está fora do mercado por causa da questão fiscal”.

“As pessoas, atualmente, querem saber o que vão ganhar, o que levam, efetivamente, para casa”, frisou Margarida Almeida. “Pago quase dois ordenados, um a dia 20 ao Estado e outro ao final do mês às pessoas”, disse, destacando que “a diferença no bruto não é relevante, mas o que as pessoas levam para casa faz toda a diferença”, sendo essa uma das razões que faz as pessoas “irem para fora” e “faz toda a diferença nas operações”

“Temos gente muito boa e é um desperdício não conseguirmos reter essas pessoas”. Por isso, reconhece que “a questão fiscal tem de ser resolvida rapidamente”.

Já quanto à questão da subida de preços, Margarida Almeida admite que “esse é o caminho”, mas que terá de ser acompanhado por produto e o serviço, mas isso só se faz com pessoas”.

Ainda no tema custos, Eduardo Caetano, diretor-executivo da Portimar, vaticinou que “os custos de fazer férias vão aumentar” e que vai haver uma “redução do poder de compra das famílias”, admitindo, no entanto, que esta realidade “não tem de ser forçosamente má para Portugal”.

“As pessoas não dizem que não vão fazer férias, mas sim que vão reduzir o seu orçamento e aqui Portugal pode posicionar-se”, salientando ainda Eduardo Caetano que “os nossos concorrentes são mais caros” e que, por isso, “a opção das famílias pode recair sobre o destino Portugal”.

Para que isso aconteça, o diretor-executivo da Portimar frisou que é preciso “fazer ações de capacitação de marca”, reconhecendo que as regiões têm hoje, “produtos diferentes para apresentar”, mas que a manutenção do load factor é “uma das preocupações”.

Destacando que o Algarve “não é só sol e praia”, Eduardo Caetano apresentou o golfe como um dos ativos estratégicos que contribui para combater o efeito da sazonalidade, frisando, contudo, que “é preciso estruturar a oferta”. Exemplo disso, são os 200 quilómetros para cycling, mas para os quais concluiu “não temos infraestruturas”.

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Eventos Publituris

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa em vídeo

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as CVR da Bairrada e de Lisboa, contou com a participação de perto de duas dezenas de produtores que apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

Publituris

Foi nos dias 23 e 24 de novembro que o jornal Publituris organizou, em parceria com as Comissões Vitivinícolas de Bairrada e de Lisboa, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa.

Durante dois dias, o Altis Grand Hotel, em Lisboa, e o Hotel HF Ipanema Park, no Porto, receberam quase duas dezenas de produtores que apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

Em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, a iniciativa permitiu às centenas de agentes de viagens presentes fazer networking e conhecer os vários projetos de enoturismo desenhados para momentos em família, casais, grupos, em stopover ou eventos corporate, dos produtores representados: Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d`Oiro, Quinta de Chocapalha, Quinta do Porto Nogueira, Caves Velhas, pertencentes às região vitivinícola de Lisboa, bem como Caves São João, Caves dos Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bágeiras, Prior Lucas, Caves Messias, da região vitivinícola da Bairrada e, por fim, o Turismo do Centro.

Presentes estiveram, igualmente, a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa, incluindo o seu presidente, Francisco Toscano Rico; a Comissão Vitivinícola da Bairrada, com a presença também do presidente, José Pedro Soares; o Turismo de Portugal, representado por Lídia Monteiro, Senior Director of Sales and Marketing do Turismo de Portugal; e o Turismo Centro de Portugal, com o presidente da entidade Pedro Machado.

Esta foi a 1.ª edição deste Roadshow que divulga o Enoturismo das Regiões Vinhateiras da Bairrada e Lisboa, tendo sido promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa. Apoiado pelo Turismo de Portugal, através do Programa de Qualificação da Oferta Enoturística da Região Centro, com recurso ao “Programa Valorizar ‐ Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior”, conta ainda com apoio institucional do Turismo do Centro de Portugal, e com a organização do Jornal Publituris.

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Hotelaria

Projetos hoteleiros em desenvolvimento na região do Golfo igualam 40% dos quartos atualmente disponíveis

A região do GCC, de que fazem parte o Bahrain, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita Emirados Árabes Unidos (EAU), possui atualmente um total de 170.000 quartos em construção. Isto perfaz cerca de 40% do atual número de quartos existentes na região.

Victor Jorge

De acordo com o mais recente relatório da STR, realizado para o Arabian Travel Market (ATM), relativamente aos projetos hoteleiros em construção, o pipeline de desenvolvimento de hotéis na região do Golfo (Gulf Cooperation Council, sigla GCC em inglês) corresponde a 40% da atual oferta de quartos, enquanto a nível global esse valor ronda os 11%.

A região do GCC, de que fazem parte o Bahrain, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita Emirados Árabes Unidos (EAU), possui atualmente um total de 170.000 quartos em construção, liderando a Arábia Saudita este ranking com mais de 39.000 quartos, seguida dos EAU com mais de 32.000.

Danielle Curtis, Exhibition Director do Arabian Travel Market, refere que “entre a EXPO 2020, o Campeonato do Mundo de Futebol no Qatar, e o plano ambicioso da Arábia Saudita – Vision2030 -, o plano de desenvolvimento dsetor da hospitalidade da região do Golfo mantém-se robusto em contraste com a realidade global que está a quebra, devido às previsões de crescimento económico reduzido”.

“Embora o crescimento do setor da hospitalidade destaque a crescente popularidade da região no cenário global, também é indicativo da estratégia do governo regional de diversificar o crescimento do PIB dos hidrocarbonetos para o turismo, o que ajudará a impulsionar ainda mais a procura nos próximos anos”, salienta ainda Curtis.

O relatório da STR estima em 135.600 os quartos existentes na Arábia Saudita, com o pipeline ativo a ascender a 82.639 quartos, projetando-se, assim, um inventário de quartos para 2030 a rondar os 218 mil quartos. Também nos EAU, os atuais números indicam mais de 202 mil quartos, com um pipeline de perto de 49.000 quartos em construção, fazendo com que se chegue a 2030 com quase 251 mil quartos.

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Turismo

WTTC quer governos mais ambicioso no combate à pegada climática

Com o lançamento da primeira pesquisa de âmbito ambiental e social, o WTTC deu o pontapé de saída para que o setor do turismo e viagens dê o exemplo no combate às alterações climáticas. Contudo, a presidente e CEO do organismo, Julia Simpson, salientou que nada se faz se a ajuda e apoio dos governos.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) divulgou durante a 22.ª Cimeira Global, realizada em Riade, na Arábia Saudita, novos dados inovadores detalhas referentes à pegada climática do setor global do turismo e viagens.

Pela primeira vez no mundo, esta pesquisa abrange 185 países em todas as regiões e será atualizada a cada ano com os números mais recentes.

Estimativas anteriores sugeriram que o setor global do turismo e viagens era responsável por até 11% de todas as emissões. No entanto, esta pesquisa pioneira do WTTC mostra que, em 2019, as emissões de gases de efeito estufa do setor totalizaram apenas 8,1% das emissões globais.

A divergência entre o crescimento económico do setor e da sua pegada climática entre 2010 e 2019 é uma evidência de que o crescimento económico do setor do turismo e viagens está a dissociar-se se das suas emissões de gases de efeito estufa.

Estas emissões têm diminuído de forma consistente desde 2010 como resultado da evolução tecnológica, bem como da introdução de uma série de medidas de eficiência energética nas indústrias do setor.

Entre 2010 e 2019, o PIB do setor do turismo e viagens cresceu, em média 4,3%, ao ano, enquanto a pegada ambiental aumentou apenas 2,4%.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, anunciou as descobertas da Pesquisa Ambiental e Social (Environmental & Social Research, em inglês – ESR), num dos maiores projetos de pesquisa já realizado já realizado neste âmbito, dando a possibilidade ao WTTC de, pela primeira vez, relatar e rastrear com precisão o impacto que as indústrias do setor têm no meio ambiente.

A Pesquisa Ambiental e Social (ESR) mais ampla incluirá medidas do impacto do setor em relação a uma série de indicadores, incluindo poluentes, fontes de energia, uso de água, bem como dados sociais, incluindo idade, salário e perfis de género e empregos relacionados com o turismo e viagens.

Segundo o WTTC, “os governos de todo o mundo têm agora uma ferramenta para dar indicação sobre a tomada de decisão e acelerar a mudança ambiental com mais precisão”.

Nesse sentido, Julia Simpson salienta que “até agora não tínhamos uma maneira setorial de medir com precisão a nossa pegada climática. Esses dados fornecerão aos governos as informações detalhadas de que precisam para progredir em relação ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

“O setor do turismo e viagens está a realizar grandes progressos no sentido da descarbonização, mas os governos devem definir a as etapas de atuação. Precisamos de um foco forte no aumento da produção de combustíveis de aviação sustentável com incentivos governamentais. A tecnologia existe. Também precisamos de um maior uso de energia renovável nas nossas redes nacionais, para que, quando acendemos a luz num quarto de hotel, tenhamos a certeza que estamos a utilizar uma fonte de energia sustentável”.

“A chave é tornarmo-nos mais eficientes e dissociarmos a taxa de crescimento da quantidade de energia que consumimos. A partir de hoje, cada decisão, cada mudança levará a um futuro melhor e mais brilhante para todos”, concluiu Julia Simpson.

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Distribuição

Nova edição: Entrevistas APAVT, SETCS, TPNP, FITUR, Emirates e Réveillon

A próxima edição do jornal Publituris publica neste número várias entrevistas. A primeira é ao presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, a poucos dias do 47. Congresso da associação. Entrevistados foram, também, Rita Marques, na altura ainda SETCS, e Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, por altura do WTM London, bem como Maria Valcare, diretora da FITUR, e David Quito, country manager da Emirates. O dossier desta edição é dedicado ao “Réveillon”.

Publituris

A próxima edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista a Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), a poucos dias do arranque do 47.º Congresso da associação que se realiza nos Açores, de 8 a 11 de dezembro.

Ao Publituris, Pedro Costa Ferreira admitiu não acreditar que 2023 acompanhe o crescimento do setor do turismo registado em 2022, até porque “incerteza” é a palavra-chave para o ano que vem. Também para 2023 não é esperada uma decisão relativamente ao novo aeroporto, embora saliente que, antes de uma primeira reunião da Comissão de Acompanhamento, a localização já esteja decidida, uma vez que há que defenda Alcochete.

No que diz respeito à TAP, o presidente da APAVT diz que o que a associação “precisa, é de uma TAP que consiga desenvolver o processo de crescimento e que consiga segurar o ‘hub’ português”, além de “ter êxito no processo de recuperação”.

O Publituris marcou presença, enquanto Media Partner, no World Travel Market London 2022. Nas inúmeras conferências realizadas durante o evento, não faltaram temas como os recursos humanos, tecnologia, sustentabilidade, os “novos” turistas” e o “novo” turismo. Contudo, a palavra “incerteza” esteve presente em todos os painéis num evento marcado pela necessidade de “repensar o turismo”.

Entrevistada imediatamente após o final da Conferência dos Ministros do Turismo, durante o World Travel Market London 2022 (WTM), a agora ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, entretanto substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida, admitiu que “em momento algum identificamos a necessidade, depois de dois anos volvidos de pandemia, de melhorar ou alterar substancialmente a nossa estratégia”. Por isso, o otimismo para 2022 é grande e a possibilidade de se atingir os 20 mil milhões de euros em receitas é ainda maior.

Provavelmente na última entrevista que deu enquanto SETCS, Rita Marques salientou que, “mais do que ‘rethink tourism’, o que temos de fazer é execute the strategy’. Agora será outro a executá-la.

Também durante o WTM 2022, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que admitiu que o turismo está “finalmente de regresso”. A poucos dias de receber o prémio ‘Gold Trophy’ pelo filme promocional ‘The Majestic Adventures of Ofelia de Souza’, nos New York Festival TV & Film Awards, salientou que, sem guerra a região estaria a crescer a “números incríveis”. Contudo reconhece que “é importante não esquecer a necessidade de manter um plano B, porque não havendo uma pandemia, há uma guerra e haverá uma retração de muitas economias”.

Ainda na seção “Meeting Industry”, e a menos de dois meses do arranque do evento que dá o pontapé de saída no universo das feiras de turismo no mundo, Maria Valcare, diretora da FITUR, diz que “o fio condutor comum a tudo o que a FITUR mostra, é o crescimento sustentável”. Com várias FITUR dentro da FITUR, a novidade da edição de 2023 está na aposta no turismo desportivo com a FITUR Sports.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Réveillon, momento alto para o turismo, que começa a ressentir-se do aumento dos preços provocado pela inflação, mas não no que à venda de viagens de Fim de Ano diz respeito. O Publituris conversou com oito operadores turísticos e agências de viagens, que garantem o crescimento da procura por programas nesta época muito desejada para destinos como a Madeira, Brasil e Cabo Verde. Num contexto de crise, o setor torna-se mais competitivo, mas “continua a existir mercado para todo o tipo de produtos”.

Constrangido por “limitações económicas e pandémicas”, o viajante português manifesta preocupação pelos grandes fluxos de passageiros nos aeroportos, taxas de ocupação das companhias aéreas e dos hotéis e, especialmente, pela questão da segurança sanitária (e agora também física) dos destinos a eleger. Agências e operadores “reajustam a oferta à procura expectável”, em função da “disponibilidade e necessidades dos clientes” que, “mais seletivos e exigentes”, não dispensam a celebração com jantar e festa caraterística do Réveillon.

E a um mês da grande festa que celebra a Passagem de Ano em quase todo o mundo, a Publituris reúne algumas das melhores programações turísticas que para o Réveillon 2022.

Nos “Transportes”, a comemorar uma década em Portugal, a Emirates está a viver um período positivo e a registar taxas de ocupação elevadas na rota de Lisboa, que volta a contar com dois voos diários.

David Quito, country manager da Emirates para Portugal, admite que “Portugal é, hoje, um destino fundamental para a Emirates, apesar do período negro da pandemia”.

Além dos “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Miguel Mello do Rego (Allianz Partners Portugal), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), contando ainda com o “Observatório”, de António Paquete (economista e consultor de empresa), e de uma “Análise” de Luiz S. Marques (Dreams – Universidade Lusófona).

Boas leituras!

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Edição digital: Entrevistas APAVT, SETCS, TPNP, FITUR, Emirates e Réveillon

A próxima edição do jornal Publituris publica neste número várias entrevistas. A primeira é ao presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, a poucos dias do 47. Congresso da associação. Entrevistados foram, também, Rita Marques, na altura ainda SETCS, e Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, por altura do WTM London, bem como Maria Valcare, diretora da FITUR, e David Quito, country manager da Emirates. O dossier desta edição é dedicado ao “Réveillon”.

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A próxima edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista a Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), a poucos dias do arranque do 47.º Congresso da associação que se realiza nos Açores, de 8 a 11 de dezembro.

Ao Publituris, Pedro Costa Ferreira admitiu não acreditar que 2023 acompanhe o crescimento do setor do turismo registado em 2022, até porque “incerteza” é a palavra-chave para o ano que vem. Também para 2023 não é esperada uma decisão relativamente ao novo aeroporto, embora saliente que, antes de uma primeira reunião da Comissão de Acompanhamento, a localização já esteja decidida, uma vez que há que defenda Alcochete.

No que diz respeito à TAP, o presidente da APAVT diz que o que a associação “precisa, é de uma TAP que consiga desenvolver o processo de crescimento e que consiga segurar o ‘hub’ português”, além de “ter êxito no processo de recuperação”.

O Publituris marcou presença, enquanto Media Partner, no World Travel Market London 2022. Nas inúmeras conferências realizadas durante o evento, não faltaram temas como os recursos humanos, tecnologia, sustentabilidade, os “novos” turistas” e o “novo” turismo. Contudo, a palavra “incerteza” esteve presente em todos os painéis num evento marcado pela necessidade de “repensar o turismo”.

Entrevistada imediatamente após o final da Conferência dos Ministros do Turismo, durante o World Travel Market London 2022 (WTM), a agora ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, entretanto substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida, admitiu que “em momento algum identificamos a necessidade, depois de dois anos volvidos de pandemia, de melhorar ou alterar substancialmente a nossa estratégia”. Por isso, o otimismo para 2022 é grande e a possibilidade de se atingir os 20 mil milhões de euros em receitas é ainda maior.

Provavelmente na última entrevista que deu enquanto SETCS, Rita Marques salientou que, “mais do que ‘rethink tourism’, o que temos de fazer é execute the strategy’. Agora será outro a executar essa estratégia.

Também durante o WTM 2022, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que admitiu que o turismo está “finalmente de regresso”. A poucos dias de receber o prémio ‘Gold Trophy’ pelo filme promocional ‘The Majestic Adventures of Ofelia de Souza’, nos New York Festival TV & Film Awards, salientou que, sem guerra a região estaria a crescer a “números incríveis”. Contudo reconhece que “é importante não esquecer a necessidade de manter um plano B, porque não havendo uma pandemia, há uma guerra e haverá uma retração de muitas economias”.

Ainda na seção “Meeting Industry”, e a menos de dois meses do arranque do evento que dá o pontapé de saída no universo das feiras de turismo no mundo, Maria Valcare, diretora da FITUR, diz que “o fio condutor comum a tudo o que a FITUR mostra, é o crescimento sustentável”. Com várias FITUR dentro da FITUR, a novidade da edição de 2023 está na aposta no turismo desportivo com a FITUR Sports.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Réveillon, momento alto para o turismo, que começa a ressentir-se do aumento dos preços provocado pela inflação, mas não no que à venda de viagens de Fim de Ano diz respeito. O Publituris conversou com oito operadores turísticos e agências de viagens, que garantem o crescimento da procura por programas nesta época muito desejada para destinos como a Madeira, Brasil e Cabo Verde. Num contexto de crise, o setor torna-se mais competitivo, mas “continua a existir mercado para todo o tipo de produtos”.

Constrangido por “limitações económicas e pandémicas”, o viajante português manifesta preocupação pelos grandes fluxos de passageiros nos aeroportos, taxas de ocupação das companhias aéreas e dos hotéis e, especialmente, pela questão da segurança sanitária (e agora também física) dos destinos a eleger. Agências e operadores “reajustam a oferta à procura expectável”, em função da “disponibilidade e necessidades dos clientes” que, “mais seletivos e exigentes”, não dispensam a celebração com jantar e festa caraterística do Réveillon.

E a um mês da grande festa que celebra a Passagem de Ano em quase todo o mundo, a Publituris reúne algumas das melhores programações turísticas que para o Réveillon 2022.

Nos “Transportes”, a comemorar uma década em Portugal, a Emirates está a viver um período positivo e a registar taxas de ocupação elevadas na rota de Lisboa, que volta a contar com dois voos diários.

David Quito, country manager da Emirates para Portugal, admite que “Portugal é, hoje, um destino fundamental para a Emirates, apesar do período negro da pandemia”.

Além dos “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Miguel Mello do Rego (Allianz Partners Portugal), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), contando ainda com o “Observatório”, de António Paquete (economista e consultor de empresa), e de uma “Análise” de Luiz S. Marques (Dreams – Universidade Lusófona).

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Turismo

CTP espera que novo SECTS “prossiga o trabalho de reforço do turismo na economia portuguesa”

Depois de anunciada a saída de Rita Marques, a CTP “agradece o serviço prestado em prol do turismo”, esperando que o novo responsável pela Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda de Almeida, “prossiga o trabalho, tendo em vista o reforço do papel do turismo na economia portuguesa”.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) reagiu, em comunicado, à saída da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, agradecendo-lhe “o serviço prestado em prol do turismo, durante estes anos que foi responsável pela tutela da atividade turística”.

Na breve nota de imprensa, a diz ter mantido sempre “um relacionamento institucional muito positivo com a secretária de Estado”, considerando que Rita Marques, nestes anos que esteve à frente desta pasta, “sempre se pautou por um diálogo aberto com a Confederação do Turismo de Portugal; mostrou-se conhecedora dos dossiers; reforçou o papel do Turismo como atividade essencial para a economia do País e esteve sempre disponível e atenta aos problemas que a atividade enfrentou, nomeadamente nos difíceis anos da pandemia”.

A concluir, a CTP espera que o novo secretário de Estado com a tutela do Turismo “prossiga o trabalho de parceria realizado até aqui, tendo em vista o reforço do papel do Turismo na economia portuguesa”.

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1.º Roadshow do Enoturismo aposta na diferenciação da oferta turística (c/ fotogaleria)

No 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as CVR da Bairrada e de Lisboa, dezenas de produtores apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas de Bairrada e de Lisboa, realizou-se a 23 e 24 de novembro em Lisboa e no Porto, respetivamente no Altis Grand Hotel e no Hotel HF Ipanema Park, na presença de dezenas de produtores que apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

Foi o caso da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa, incluindo o seu presidente, Francisco Toscano Rico; da Comissão Vitivinícola da Bairrada, com a presença também do presidente, José Pedro Soares; do Turismo de Portugal, representado por Lídia Monteiro, Senior Director of Sales and Marketing do Turismo de Portugal; e do Turismo Centro de Portugal, cujo presidente, Pedro Machado participou também no Roadshow que teve lugar no Altis Grand Hotel, em Lisboa.

Reunindo quase duas dezenas de expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, a iniciativa permitiu às centenas de agentes de viagens presentes fazer networking e conhecer os vários projetos de enoturismo desenhados para momentos em família, casais, grupos, em stopover ou eventos corporate, dos produtores representados: Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d`Oiro, Quinta de Chocapalha, Quinta do Porto Nogueira, Caves Velhas, pertencentes às região vitivinícola de Lisboa, bem como Caves São João, Caves dos Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bágeiras, Prior Lucas, Caves Messias, da região vitivinícola da Bairrada e, por fim, o Turismo do Centro.

Esta foi a 1.ª edição deste Roadshow que divulga o Enoturismo das Regiões Vinhateiras da Bairrada e Lisboa, tendo sido promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa. Apoiado pelo Turismo de Portugal, através do Programa de Qualificação da Oferta Enoturística da Região Centro, com recurso ao “Programa Valorizar ‐ Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior”, conta ainda com apoio institucional do Turismo do Centro de Portugal, e com a organização do Jornal Publituris.

A Publituris acompanhou, em reportagem, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa e dará conta ao leitor, na sua próxima edição, da perspetiva de produtores de vinho, agentes turísticos e organismos oficiais sobre o potencial do enoturismo no setor.

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Victor Jorge

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou esta terça-feira, 29 de novembro, as propostas do primeiro-ministro de exoneração de três secretários de Estado: dos Assuntos Fiscais, da Economia, e do Turismo, Comércio e Serviços.

Rita Marques deixa, assim, a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), cargo que ocupava desde outubro de 2019, sendo substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida.

O novo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços tem uma licenciatura em Turismo, um Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais e um doutoramento em Planeamento Regional e Urbano.

Técnico Superior e professor Universitário de profissão, conforme se pode ler na biografia no site do Parlamento, o novo SETCS foi deputado nas XIV e XV legislaturas, pelo círculo de Castelo Branco tendo ocupado o cargo de diretor do Departamento de Gestão de Programas Comunitários no Turismo de Portugal.

Recorde-se que Rita Marques ocupava a Secretaria de Estado do Turismo desde outubro de 2019 (acumulando a partir da tomada de posse do XXIII Governo as pastas do Comércio e Serviços), tendo substituído Ana Mendes Godinho que na altura subiu a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Antes de ocupar o lugar de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques era CEO da Portugal Ventures.

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A posse dos novos titulares terá lugar na próxima sexta-feira, 2 de dezembro, pelas 12h00, no Palácio de Belém.

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