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iVisa elege Lisboa como a cidade mais feliz do mundo

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking da iVisa, que analisou 40 destinos em todo o mundo.

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Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking da iVisa, que analisou 40 destinos em todo o mundo.

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A capital portuguesa foi eleita como a cidade mais feliz do mundo pela empresa americana iVisa, que elaborou um ranking com 40 destinos de diferentes países de todo o mundo, no qual Lisboa alcançou o primeiro lugar “pelo excecional resultado obtido em todos os cinco critérios do ranking”.

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking, segundo um comunicado do Turismo de Lisboa que cita os resultados deste ranking, que destaca também que Lisboa é igualmente “uma das cidades mais bonitas do mundo”, tendo conquistado, a este nível, o top 4 no ranking 2022, da U City Guide.

“Lisboa é uma cidade de excelência, uma cidade vibrante, convidativa e calorosa. Sermos reconhecidos como a cidade mais feliz do mundo é um estímulo e um desafio para continuar o trabalho de melhorar a qualidade de vida dos residentes e de tornar Lisboa um destino cada vez mais atrativo e qualificado”, congratula-se Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

O Fado, o Mosteiro dos Jerónimos, bem como a Torre de Belém ou até mesmo os pastéis de nata são, segundo a iVisa, algumas das referências a não perder aquando uma visita à cidade de Lisboa.

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“O turismo tem dois ingredientes que são comuns à sustentabilidade: pessoas e território”

O “Planetiers World Gathering” reunirá, em outubro, ‘changemakers’, ‘stakeholders’ – privados e públicos -, que estão a impulsionar a inovação sustentável. Sérgio Ribeiro, co-fundador da iniciativa, referiu ao Publituris que para o turista atual a sustentabilidade é “chave”.

Durante a apresentação do “Planetiers World Gathering”, evento que decorrerá em Lisboa, de 24 a 26 de outubro, e que juntará changemakers, stakeholders – privados e públicos -, que estão a impulsionar a inovação sustentável, Sérgio Ribeiro, co-fundador da iniciativa, referiu ao Publituris que, atualmente, “todo o mundo ainda tem um grande percurso a percorrer no que diz respeito à sustentabilidade”.

“Hoje fundamentalmente, e no turismo também, já se fala em regeneração, já que os objetivos globais que temos de atingir estão difíceis de atingir”, admitiu Sérgio Ribeiro, salientando que a pergunta que se coloca hoje é, “como é que as atividades podem regenerar os territórios e os locais?”. A resposta que o co-fundador da iniciativa dá é simples: “o turismo tem dois ingredientes que são comuns à sustentabilidade: pessoas e território”

Assim, defende que o papel do turismo é ”fundamental não só na experiência que se dá a quem vem de fora, mas como a experiência de quem cá está pode fazer esta diferença”. Ou seja, “como cuidar do território, das florestas, dos oceanos, da natureza onde estamos a viver e que, no fundo, proporciona qualidade de vida. No fundo, a sustentabilidade é isto”, refere, adiantando ainda que é essencial “preservar a qualidade de vida nos dias de hoje, mas principalmente mantê-la para os dias futuros”.

Sérgio Ribeiro recorda, também que a sustentabilidade “não é só ambiental, mas também social, económica e financeira” e que “tudo está interligado”, admitindo que “é este equilíbrio que faz a diferença”. Por isso, e com base no modelo sueco, “não há decisão nenhuma que não tome todas estas variáveis em consideração”, frisando que mesmo a vertente económica “não pode tomar decisões sem ter em conta as vertentes sociais e ambientais”.

Relativamente às consequências da pandemia, o co-fundador da “Planetiers World Gathering” admite que veio criar “extremos”. Ou seja, tanto criou grupos de pessoas muito dedicadas a deixar um legado positivo, seja nas suas organizações seja na sua vida pessoal” como, por outro lado, diz existirem entidades que estão a “ceder muito à necessidade de acelerar e abrir a torneira económica”, o que, considera, ser “uma falsa perspetiva”.

Assim, antecipa que, “se abrirmos rapidamente a torneira económica para sistemas anteriores, vai criar problemas mais à frente muito mais difíceis de recuperar”, destacando problemas como a falta de água e as alterações climáticas e que “não são bons para nenhum setor”.

No que diz respeito ao setor do turismo, Sérgio Ribeiro salienta a liderança que “temos tido. Temos visto que a liderança no turismo em Portugal e mesmo a nível governamental tem sido muito pragmática e séria naquilo que é a estratégia de sustentabilidade e está provado no mundo inteiro que uma organização sem a liderança focada na sustentabilidade não funciona”.

 

Os turistas estão, cada vez mais, à procura de uma experiência que, acima de tudo, esteja ligada a um contacto muito mais próximo com a natureza e, consequentemente, cuide da natureza. Este sim, é um dos efeitos da pandemia”

 

Além disso, faz referência à “rapidez” com que se tem de difundir junto dos stakeholders, neste caso do turismo, o que é, na realidade, a sustentabilidade, o que é a regeneração e a forma como podem adaptar o negócio a esta nova realidade que vai continuar.

Já quanto à crise económica que se avizinha e como esta poderá influenciar ou contrariar as políticas de sustentabilidade, Sérgio Ribeiro refere que tudo depende da “capacidade de visão que a liderança das organizações públicas e privadas – governos e empresas – produzem em conjunto e perceber que têm de se ser sistémicos na ação e dos stakeholders”. Contudo, garante que vai haver um “buraco à frente” e que poderá ser “muito maior do que atualmente estamos a ver”. Por isso, diz, “é preciso que a visão lá esteja”.

Por fim, do lado do turista, Sérgio Ribeiro destaca que, cada vez mais, a sustentabilidade é “chave”. “Estatisticamente está comprovado que os turistas estão, cada vez mais, à procura de uma experiência que, acima de tudo, esteja ligada a um contacto muito mais próximo com a natureza e, consequentemente, cuide da natureza. Este sim, é um dos efeitos da pandemia.”

“As pessoas querem um local onde possuam o verde, porque já relacionam isto com a saúde e bem-estar, e depois experiências genuínas com os locais, envolvendo as pessoas, as comunidades”, frisa o co-fundador da “Planetiers World Gathering”, concluindo que “passou-se do global para o local, passou-se a dar menos importância ao comercial e mais ao autêntico. E aí, não há nada mais autêntico do que a natureza”.

Já Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, salientou a estratégia que o instituto definiu em 2016 para os próximos 10 anos, admitindo que “fomos dos primeiros países a perguntar o que deveríamos ser no futuro. E a resposta foi clara: sustentáveis”.

Considerando que a aposta passa por ser “um dos destinos mais sustentáveis do mundo”, Luís Araújo frisou, no entanto, que “sustentabilidade sem pessoas não existe”.

“Queremos crescer, ter receitas, mas tudo de forma sustentável. Depois da pandemia percebemos que temos de alterar algo para ter um resultado diferente e melhor”, concluindo que “não conseguimos alcançar os nossos objetivos sem inovação”.

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Um potencial enoturístico às portas de Lisboa (c/ vídeo)

O Publituris levou 20 agentes de viagem a conhecer o vasto território enoturístico existente às portas de Lisboa. Em entrevista, o vice-presidente da Câmara Municipal de Alenquer, Rui Costa, destaca o potencial que o vinho poderá trazer para produtores, agentes do turismo e turistas.

Victor Jorge

Integrado na “Alma do Vinho”, iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Alenquer, juntamente com a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR Lisboa), o Publituris levou 20 agentes de viagem a conhecer as valências do enoturismo do concelho.

A pouco mais de 50 quilómetros da capital, Rui Costa, vice-presidente da Câmara Municipal de Alenquer, destaca a importância do enoturismo para o desenvolvimento da região e o potencial que o vinho poderá trazer para produtores, agentes do turismo e turistas.

Durante um dia inteiro, os agentes de viagens convidados pelo Publiuturis tiveram a oportunidade de conhecer as ofertas de alguns dos agentes do enoturismo da região e perceber as valências disponibilizadas para turistas de todo o mundo.

De referir que o Turismo de Portugal, no âmbito da ET 2027, tem, desde 2019, em curso o programa de Ação para o Enoturismo em Portugal sob o lema “Make Portugal a Must See and Sustainable Wine Tourism Destination”. Apesar da conjuntura adversa com a pandemia em 2020 e 2021 e o conflito na Ucrânia em 2022, a execução do programa segue a bom ritmo, juntando parceiros públicos – nacionais e regionais – e privados da área dos Vinhos e do Turismo, dividindo-se em quatro grandes eixos de intervenção: Territórios, Oferta, Agentes e Promoção (Place, Product, People e Promotion).

Entre as várias ações concretizadas ou em curso do programa, e até setembro 2022, destacam-se (i) o apoio financeiro a 64 projetos responsáveis por um investimento superior a 91 milhões de euros e um incentivo de 45 milhões de euros; (ii) a 69 ações de formação envolvendo 2119 participantes; (iii) a criação da marca umbrela de promoção do país PortugueseWineTourism e ao abrigo desta a plataforma portuguesewinetourism e as campanhas de comunicação digital Wine pairs with Portugal e #Time to be/Time to Taste.

Recorde-se que esta quarta e quinta-feira, 21 e 22 de setembro, a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, participa, na 6.ª Conferência Global sobre Enoturismo da Organização Mundial de Turismo (OMT), cuja edição está a decorrer em Alba, Piemonte, Itália. Esta 6.ª edição da Conferência dedica-se, essencialmente, ao tema da Inovação, da Sustentabilidade e das oportunidades do digital no desenvolvimento da cadeia de valor do setor.

A propósito da sua participação na 6.ª Conferência de Enoturismo da OMT, Rita Marques afirmou “a grande importância para o Turismo em Portugal de poder participar ao mais alto nível em fóruns desta natureza, permitindo assim ao nosso país posicionar-se como líder a nível global neste importante setor de atividade económica, e nessa medida, influenciar o desenvolvimento futuro do turismo no mundo e em Portugal”.

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Portugal e Espanha unem-se para promover vinhos ibéricos

A campanha “Feel The European Quality With Wines From Spain and Portugal” foi lançada terça-feira, 20 de setembro, e é dirigida aos profissionais do vinho, líderes de opinião e turistas europeus que visitem Portugal e Espanha.

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Portugal e Espanha uniram-se para promover a tradição vinícola ibérica de forma conjunta, num programa que junta a ViniPortugal e a sua congénere espanhola OIVE, no âmbito do qual foi já lançada a campanha europeia “Feel The European Quality With Wines From Spain and Portugal” que, entre outros objetivos, pretende também estimular o turismo.

“Esta é uma das muitas ações previstas no programa conjunto das entidades, que terá a duração de três anos e que procura mostrar a qualidade e a tradição vitivinícola dos dois países”, indica a ViniPortugal em comunicado, dando conta que o evento de lançamento da nova campanha decorreu na terça-feira, 20 de setembro, e contou com a presença de Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, assim como da diretora-geral da OIVE, Susana García Dolla.

A decorrer em Portugal e Espanha até 2024, esta campanha representa um investimento de mais de dois milhões de euros, sendo dirigida aos profissionais do vinho (importadores e sommeliers), aos meios de comunicação, aos líderes de opinião e aos turistas europeus que visitarem qualquer um dos dois países ao longo dos três anos.

“Esta é uma campanha promocional europeia que também pretende abranger os turistas que visitam Portugal e Espanha, com o objetivo de lhes fornecer informações sobre os vinhos de qualidade disponíveis nos dois países. Por outras palavras, queremos sensibilizar os turistas internacionais sobre vinhos portugueses e espanhóis, sua história, cultura, harmonizações… e assim encorajá-los a consumir de forma responsável”.

No comunicado divulgado, a ViniPortugal explica que, mais do que a tradição vinícola, Portugal e Espanha partilham também a paixão pelo vinho, ingrediente que, segundo a campanha agora lançada, é aquele que “faz destacar os vinhos ibéricos”.

O setor vinícola ibérico desempenha ainda “um papel fundamental na sustentabilidade económica, social e ambiental de muitas aldeias em Espanha e Portugal, gerando milhares de empregos diretos e indiretos que vão muito para além das vinhas e adegas, prevenindo e combatendo o despovoamento rural”, acrescenta a ViniPortugal, defendendo que o impacto positivo deste setor “não se limita apenas aos países produtores, mas contribui também para impulsionar a economia europeia através de atividades como o transporte, logística, marketing e vendas”.

Recorde-se que Espanha é, atualmente, o primeiro país no mundo em área de vinha, que corresponde a 950 mil hectares, sendo também um dos países com a maior variedade e qualidade de vinhos do mundo, enquanto Portugal é o décimo maior produtor de vinho do mundo e o país da União Europeia com a maior diversidade de castas por quilómetro quadrado.

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Ribeira do Porto é um dos tesouros cinematográficos da Europa

A Ribeira do Porto é o único lugar português na lista divulgada pela Academia Europeia de Cinema, juntando-se a locais em França, Polónia, Espanha, Reino Unido ou Letónia.

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A Ribeira do Porto foi esta terça-feira, 20 de setembro, eleita como um dos tesouros da cultura cinematográfica europeia pela Academia Europeia de Cinema, que reconhece que esta zona histórica portuense tem um valor histórico “que deve ser mantido e protegido”, avança a Lusa, que cita a organização desta distinção.

A criação da lista de “Tesouros da Cultura Cinematográfica Europeia” é uma iniciativa da Academia Europeia de Cinema com o objetivo de elencar locais e espaços que são simbólicos para o cinema europeu, “lugares de valor histórico que devem ser mantidos e protegidos não só agora como para as gerações futuras”, lê-se na nota de imprensa.

A Ribeira do Porto é um dos 22 tesouros cinematográficos da Europa, com a Academia Europeia de Cinema a lembrar que esta zona histórica foi já cenário de três filmes do realizador português Manoel de Oliveira, concretamente “Douro, Faina Fluvial” (1931), “Aniki Bobó” (1942) e “O Porto da Minha Infância” (2001).

A Ribeira do Porto é o único lugar português na lista divulgada pela Academia Europeia de Cinema, juntando-se a locais em França, Polónia, Espanha, Reino Unido ou Letónia.

Para a academia é preciso preservar, por exemplo, o Studio Babelsberg (Alemanha), onde Fritz Lang fez “Metropolis” (1927) e Wes Anderson filmou “Grand Budapest Hotel” (2014), a Fontana di Trevi, em Roma, cenário de “A doce vida” (1961), de Federico Fellini, ou uma praia em França, onde Agnès Varda fez “As praias de Agnès” (2008).

“Em vez de nos limitarmos a organizar os prémios europeus de cinema, a Academia Europeia de Cinema vai abranger a história e as pessoas que fizeram o que é hoje o cinema europeu”, afirmou o diretor da academia, Matthijs Wouter Knol, em comunicado.

O objetivo da academia é anualmente acrescentar novos locais a esta lista de “tesouros cinematográficos” e trabalhar este património junto de novos públicos.

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Rio Convention & Visitors Bureau abre representação comercial em Portugal

O Rio Convention & Visitors Bureau (Rio CVB) acaba de abrir um escritório de representação em Portugal com vista a ampliar a sua atuação no nosso país e fomentar o turismo daquele destino brasileiro.

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A Bossa Brazil, que tem sede em Londres, é a representante oficial do Rio CVB nos mercados do Reino Unido, Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha.

O foco dessa colaboração é atrair tanto o turista de negócios como o de lazer, atuando na promoção da cidade, com a participação em feiras e roadshows e em atividades de relacionamento com o trade turístico e com a imprensa especializada presentes nestes mercados.

A Bossa Brazil dará apoio a quem já vende o Rio de Janeiro, e também incentivará aqueles que estão interessados em a Cidade Maravilhosa nos seus programas e pacotes.

“O mercado português tem uma grande relevância na receita turística, tanto para o Brasil quanto para o Rio de Janeiro”, afirmou a diretora-executiva do Rio CVB, Roberta Werner, para lembrar que antes da pandemia, as viagens internacionais injetaram seis mil milhões de dólares na economia brasileira.

Segundo a responsável, a retoma dos estrangeiros está a acontecer, “por isso estamos a intensificar a promoção da cidade nos países emissores”.

 

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Receitas turísticas de julho sobem 23,6% face ao período pré-pandemia

Segundo o Banco de Portugal, em julho, as receitas turísticas somaram 2.822,77 milhões de euros, 23,6% acima de igual mês de 2019, que tinha sido o melhor ano de sempre para o turismo nacional. E também há boas notícias no acumulado do ano.

Inês de Matos

Em julho, as receitas provenientes da atividade turística somaram 2.822,77 milhões de euros, valor que já ficou 23,6% acima de igual mês de 2019, o último ano antes da pandemia e que tinha sido o melhor ano turístico de sempre em Portugal, segundo dados divulgados esta terça-feira, 20 de setembro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, face a julho de 2019, os valores das receitas da atividade turística, que se encontram pelos gastos do turistas estrangeiros em Portugal, subiram 539,21 milhões de euros face ao mesmo mês do período pré-pandemia, sendo mesmo, de acordo com o comunicado do BdP que acompanha os números, “os mais elevados num mês de julho em toda a série”.

Em comparação com o ano passado, as notícias continuam a ser positivas, uma vez que as receitas turísticas subiram 1.669,42 milhões de euros face ao montante de 1.153,35 que tinha sido apurado em julho do ano passado, o que traduz um crescimento de 144,7%.

No que diz respeito às importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, também houve um crescimento, uma vez que o montante de 700,93 milhões de euros apurados em julho deste ano ficou 57,1% acima dos 446,17 milhões de euros de igual mês de 2021 e 16,4% acima dos 602,07 milhões de euros de julho de 2019.

As boas notícias prolongam-se também ao saldo da rúbrica Viagens e Turismo, que somou 2.121,84 milhões de euros no passado mês de julho, valor que ficou 200% acima dos 707,18 milhões de euros apurados em julho de 2021. Face ao mesmo mês de 2019, quando este indicador tinha somado 1.681,49 milhões de euros, o saldo cresceu 26,1%.

Acumulado até julho também sobe

No acumulado de janeiro a julho, as receitas turísticas somam já 10.681 milhões de euros, valor que ficou 10,3% acima dos 9.679,79 milhões de euros apurados em igual período de 2019.

No que diz respeito às importações do setor do turismo, o montante já chega aos 2.947,34 milhões de euros, o que também traduz um crescimento de 2,5% face aos 2.874,92 milhões de euros do acumulado de janeiro a julho de 2019.

No saldo, voltam igualmente a existir boas notícias, uma vez que também neste indicador houve uma subida, passando de um montante de 6.805,52 milhões de euros entre janeiro e julho de 2019 para 7733,67 milhões de euros em igual período deste ano, o que traduz um aumento de 13,6%.

 

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TP visita empresas turísticas de todo o país para dinamizar projetos de investimento

Com vista a dinamizar projetos de investimento em curso apoiados no âmbito do PT 2020, assim como a esclarecer o setor acerca dos programas, iniciativas e políticas desenhadas para apoiar as empresas e as regiões, o Turismo de Portugal inicia um ciclo de visitas às empresas turísticas em todo o país.

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O Turismo de Portugal anuncia na sua página oficial que, em parceria com as Entidades Regionais de Turismo, realiza um ciclo de visitas, reuniões de trabalho e sessões de esclarecimento a todas as regiões do país.

Este ciclo, informa ainda o Turismo de Portugal, visa “promover a partilha de conhecimento e experiências positivas e sustentadas, numa fase que continua a ser muito desafiante para toda a sociedade e a economia do país”.

Neste sentido, o vogal do Conselho Diretivo, Carlos Abade, inicia este périplo com uma visita de três dias ao Porto e Norte de Portugal, entre esta terça-feira e 22 de setembro, com encontros em Ponte da Barca, e Paredes de Coura, bem como reuniões com a Direção da Turismo do Porto e Norte de Portugal, e com as CIM da região.

Nesta zona do país estão igualmente encontros com empresários de Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Carrazeda de Ansiães, assim como reuniões com municípios de territórios afetados pelos incêndios deste ano (Vila Real, Carrazeda de Ansiães, Murça e Mesão Frio). O dia termina com uma visita ao Pocinho, em Vila Nova de Foz Côa. O último dia deste ciclo de visitas à região Norte, tem lugar em Vila do Conde, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, a 22 de setembro.

O Turismo de Portugal lembra que o Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” (PRT) já tem um ano de implementação, “registando-se um forte crescimento económico, já em linha com o registado em 2019”. Refira.se que PRT pretende ser um guião orientador para o setor turístico, público e privado, cujas ações estão totalmente integradas com os objetivos do Plano de Recuperação e Resiliência e da Estratégia Portugal 2030, “assegurando assim uma estratégia concertada para a retoma da economia nacional”.

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Espanha volta atrás e relaxa restrições relacionadas com a COVID-19

A Espanha mudou de opinião e decidiu relaxar os requisitos de entrada no país relacionados com a COVID-19, decisão que foi anunciada poucos dias depois do país ter alargado até 15 de novembro as restrições relacionadas com a doença.

Inês de Matos

A Espanha mudou de opinião e decidiu relaxar os requisitos de entrada no país relacionados com a COVID-19, deixando de exigir o preenchimento de um formulário online e a apresentação do respetivo código na chegada a território espanhol, numa decisão que foi anunciada poucos dias depois do país ter alargado até 15 de novembro as restrições relacionadas com a doença.

“Não será mais necessário preencher o formulário de controlo de saúde para viajar para Espanha nem apresentar o código QR SpTH (Spain Travel Health) no embarque ou no aeroporto de chegada”, anunciou o Ministério da Saúde espanhol, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 19 de setembro.

O portal SpTH, assim como as aplicações móveis de saúde, já deixaram inclusive de estar operacionais esta terça-feira, 20 de setembro, apesar de ainda existirem dúvidas quanto aos procedimentos que passam a ser adotados, não sendo, por exemplo, claro se os passageiros têm de apresentar prova de vacinação ou recuperação da doença à chegada.

O certo é que ainda na semana passada, as autoridades espanholas tinham anunciado um prolongamento das restrições de entrada em território espanhol até 15 de novembro, mantendo a necessidade de os passageiros não vacinados apresentarem um teste negativo ou prova de recuperação da doença há mais de seis meses.

A Espanha era até aqui um dos poucos países europeus que ainda mantinham a necessidade de apresentar teste negativo ou prova de recuperação na chegada a território espanhol, além do preenchimento do formulário de saúde, requisitos que começam agora a ser retirados.

Tal como a Espanha, também os Países Baixos têm vindo a abolir várias medidas adotadas na sequência da COVID-19 e, no passado sábado, 17 de setembro, anunciou mesmo o fim de todas as regras e restrições.

“A decisão do governo significa que, a partir de 17 de setembro de 2022, nenhuma restrição ou exigência relacionada com a COVID-19 se aplica a viajantes que entrem nos Países Baixos, incluindo os provenientes de países fora da UE/área Schengen”, indicou o executivo neerlandês em comunicado.

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Festival ART&TUR divulga território do Centro de Portugal

Na apresentação do festival deste ano foram revelados os próximos três concelhos que receberão o ART&TUR: Lousã, em 2023; Caldas da Rainha, em 2024, e Fundão, em 2025

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A 15.ª edição do ART&TOUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, uma co-organização entre a Centro Portugal Film Commission e a Turismo Centro de Portugal, terá palco na cidade de Ourém de 25 a 28 de outubro.

Nos quatro dias do festival serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas, que resultaram da short list da competição, composta por 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram na competição e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que especialistas refletirão sobre temas atuais abordados nos filmes exibidos.

Francisco Dias, diretor do Festival, salientou que, “embora seja um evento de nicho, este festival chega ao mundo inteiro e às pessoas certas, como são as entidades de turismo e as equipas de produção”, destacando ainda que “estamos a promover a qualidade do nosso turismo”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, referiu que o festival “está em linha do que queremos fazer todos os dias: divulgar o território do Centro de Portugal em todos os mercados”.

Para o responsável do Turismo da região Centro, “este é um evento internacional e, ao mesmo tempo, descentralizado, uma vez que acontece todos os anos em locais diferentes da região, sustentável e inclusivo. Por isso, inspira e renova a confiança dos mercados externo e interno”. Além disso, sublinhou que, “por ser descentralizado, é um contributo para desmistificar a ideia de que os grandes eventos só podem acontecer nos grandes centros”.

Do lado da Câmara Municipal de Ourém, o presidente da autarquia, Luís Albuquerque, sublinhou que este festival se “insere na estratégia do município para captar eventos e atrair visitantes ao território”, de que são exemplo o congresso da AHP e o Encontro da Diáspora, que se vão realizar em Ourém ainda este ano.

Na apresentação, foram também revelados os próximos três concelhos que receberão o ART&TUR, Lousã, em 2023; Caldas da Rainha, em 2024, e Fundão, em 2025.

Filmes e mais filmes
No primeiro dia do ART&TUR, 25 de outubro, serão exibidos os primeiros filmes a concurso, divididos no primeiro dia em cinco secções: “Filmes do Centro de Portugal”, “Filmes do Norte de Portugal”, “O Turismo no Interior de Portugal”, “Filmes sobre Gastronomia” e “Portugal Como Destino de Surf e Aventura”.

As sessões serão intercaladas por mesas-redondas, grandes momentos de partilha de experiências. Neste primeiro dia, serão abordados os temas “O cinema como motor do desenvolvimento regional”, “Estará o Interior de Portugal condenado?”, “O vinho, o azeite e a dieta mediterrânica” e “Portugal, país do surf e da aventura”.

As cinco sessões do segundo dia de festival, dia 26, têm os seguintes temas: “Filmes sobre jovens talentos de África”, “Parque Arqueológico do Vale do Côa”, “A Aldeia Aqui Tão Perto”, “Filmes da Competição Internacional – 1ª parte” e “Filmes Sobre Ciência e Ecologia”. Mais uma vez, as sessões serão intercaladas por mesas-redondas, neste caso sobre “Interpretação e Salvaguarda do Património Arqueológico” e “Faz Sentido Viver em Aldeias do Interior?”.

A manhã do terceiro dia, dia 27, será preenchida com um programa cultural para convidados. Ao início da tarde, e depois de ser apresentado o projeto europeu “Olive4All”, de valorização do património olivícola, retoma-se a exibição de filmes, com mais três sessões: “Filmes Sobre Turismo Sustentável”, “Filmes da Competição Internacional – 2ª parte” e “Filmes da Competição Internacional – 3ª parte”.

O último dia de Festival ART&TUR, dia 28, prossegue com o programa cultural para convidados e termina, a partir das 17h30, com a Gala de Prémios ART&TUR Ourém 2022. Esta contará com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, autarcas, embaixadores, investigadores e professores de turismo, comunicação e marketing, empresários, equipas de produção audiovisual, artistas, jornalistas e os titulares dos filmes vencedores.

Além do vasto programa de exibição de filmes e de mesas-redondas, a edição de 2022 do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo incluirá o ART&FACTORY, uma parceria com a Centro de Portugal Film Comission. Esta iniciativa é um concurso de produção audiovisual em que participam realizadores internacionais, que irão produzir, na semana imediatamente antes do festival, filmes promocionais no território que recebe o ART&TUR — este ano, o Médio Tejo.

 

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Moedas quer aeroporto para melhorar qualidade do turismo em Lisboa

Presidente da Câmara de Lisboa passou a liderar os novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025 e definiu o aumento de atratividade da capital como principal desafio para este mandato.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, quer melhorar a qualidade do turismo em Lisboa e apostar na interseção do turismo com a Cultura, o Comércio e a Ciência, objetivos que, segundo o autarca, vão nortear o próximo mandato dos novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025, mas que só podem ser atingidos quando houver uma decisão sobre o novo aeroporto da capital.

“Temos de apostar cada vez mais na qualidade do Turismo em Lisboa e na interseção do Turismo com outros setores, nomeadamente a Cultura, o Comércio e a Ciência. E este objetivo só pode ser atingido se for tomada uma decisão urgente sobre o novo aeroporto internacional de Lisboa, que tem de ser localizado na região, a uma distância razoável do centro da cidade e ser uma referência ao nível da sustentabilidade”, defende o autarca, que preside aos novos corpos sociais da ATL.

De acordo com a ATL, o mandato que agora se inicia tem como “principal desafio aumentar a atratividade de Lisboa, dando continuidade ao dinamismo e inovação, do setor público e privado, para criar melhor Turismo”, o que passara pelo incremento da qualidade da oferta e da interseção deste com outros setores, nomeadamente Cultura, Comércio e Ciência.

Além da Câmara Municipal de Lisboa, integram os novos corpos sociais da ATL também as Câmaras Municipais de Cascais, Sintra, Mafra e Loures; assim como a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e as associações empresariais da Hotelaria (AHP), Restauração (AHRESP), Agências de Viagens (APAVT) e Comércio (UACS).

A ANA – Aeroportos de Portugal, a TAP, a AVIS Budget Group e a Barraqueiro Transportes também integram os novos corpos sociais na área dos Transportes, enquanto o Centro Nacional de Cultura, o Centro Cultural de Belém, o Quake e a Everything is New representam agentes e equipamentos culturais.

Já a Pousada de Lisboa, o EPIC Sana Hotel e o Hotel Quinta da Marinha representam o setor da hotelaria; enquanto a Altice Arena e o Clube Campo da Aroeira são os representantes dos equipamentos turísticos de Feiras, Congressos e Eventos e do Golfe, respetivamente.

Já a Direção da ATL é composta por 17 elementos e é liderada pela Câmara Municipal de Lisboa, representada pelo presidente, Carlos Moedas, e inclui também a ANA – Aeroportos de Portugal, representada por José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração, enquanto presidente adjunto e o EPIC Sana Lisboa Hotel, representado por Paulo Monge, diretor de Desenvolvimento de Mercados, no cargo de presidente do Convention Bureau.

A Comissão Executiva desta Direção é composta pelo presidente, pelo presidente adjunto e pelo diretor-geral, Vítor Costa, enquanto a Mesa da Assembleia Geral é encabeçada pelo Centro Nacional de Cultura, representado pela presidente, Maria Calado, e o Conselho Fiscal é liderado pela Pousada de Lisboa, representada pelo administrador do Pestana Hotel Group, Luís Castanheira Lopes.

O mandatário dos novos Corpos Sociais da ATL foi o presidente da AHP, Bernardo Trindade.

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