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Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

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O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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Portugal e Espanha definem “pontos de encontro” no turismo transfronteiriço

Portugal e Espanha acordaram uma nova Estratégia para o Turismo Fronteiriço. Se do lado português, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, considera que “definirá conceitos de turismo virados para o futuro”, a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, refere que se trata de “uma oportunidade e não de uma necessidade”.

Victor Jorge

O ministro da Economia e do Mar de Portugal, António Costa e Silva, e a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, apresentaram esta quinta-feira, 19 de janeiro, no decorrer da FITUR 2023, em Madrid, a nova Estratégia de Sustentabilidade do Turismo Transfronteiriço 2022-2024 no que o ministro português considerou ser um “projeto transformador” e que irá desenhar “novos pontos de encontro entre os dois países”.

António Costa e Silva destacou mesmo “o dia histórico”, uma vez que se trata de um “acordo único no mundo”. De acordo com o ministro português, este acordo permitirá, através do turismo, “fixar população, atrair talento e qualificar pessoas”, dando enfâse ao que os dois países poderão oferecer em termos de gastronomia, enologia, literatura, cultura, arte, entre outros.

Salientando o facto de “estarmos a falar de 1.234 quilómetros de fronteira” e, em termos demográficos, de “cerca de 140.000 quilómetros quadrados de território”, Costa e Silva considera que este projeto “redefine o turismo através do território”, uma vez que existe “uma forte ligação entre as regiões transfronteiriças portuguesas e espanholas”.

Contudo, o ministro da Economia e do Mar português salientou o facto de ser necessário” reinventar produtos turísticos para oferecer experiências novas” que assentarão, também, numa estratégia de promoção externa conjunta.

“As comunidades sentem-se abandonadas”, destacando Costa e Silva “a coesão territorial” como factor essencial para o futuro, frisando ainda que “com as acessibilidades que estão e serão construídas, teremos a capacidade de fidelizar fluxos turísticos”.

“Os países quando trabalham juntos podem ser transfigurados”, admitindo mesmo que esta estratégia agora apresentada e que será desenvolvida no futuro, “poderá reinventar a identidades dos dois países. No fundo, queremos apresentar conceitos de turismo virados para o futuro”, terminou António Costa e Silva.

Já Maria Reyes Maroto também destacou o “acordo único” que os dois países passam a desenvolver a partir de agora e que fora assinado na Cimeira Bilateral de novembro de 2022 em Viana do Castelo. “Estamos a falar oportunidades e não de necessidades”, considerou a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha.

Reyes Maroto definiu, de resto, quatro pontos estratégicos para este acordo: “oportunidade; desenvolvimento económico e social do território; sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social; e coesão”.

No final, António Costa e Silva referiu que “as duas entidades responsáveis pela promoção do turismo de ambos os países irão agora definir a respetiva estratégia conjunta”, não tendo avançado com prazos, investimentos e quais os mercados onde será realizada a aposta na promoção desta nova parceria.

 

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Turismo

Portugal espera repetir este ano crescimento do turismo acima do esperado de 2022

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados”, afirmou Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

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Portugal apresenta-se na Feira de Turismo de Madrid (FITUR), com 92 empresas num expositor de 900 metros quadrados do Turismo de Portugal, além da presença das sete regiões turísticas do país (Porto e Norte, Centro, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores) e diversos municípios e entidades intermunicipais em ‘stands’ próprios na FITUR, com a expectativa de repetir este ano o crescimento do setor acima do que tinha sido previsto para 2022 e de captar mais turistas em Espanha.

O ano passado é já “o melhor de sempre do ponto de vista de receitas” do turismo português, com uma estimativa de mais de 22 mil milhões de euros, que comparam com os 18,4 mil milhões de 2019, o último sem qualquer impacto da pandemia de covid-19, disse aos jornalistas o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, em Madrid, na abertura da FITUR.

“Recuperámos antes do que prevíamos”, sublinhou o presidente da entidade responsável pela promoção de Portugal como destino turístico.

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados. Um exemplo disto é esta feira, a FITUR”, acrescentou Luís Araújo, que destacou que o mercado espanhol é atualmente o segundo maior para Portugal em número de hóspedes e o quarto em termos de receitas.

Em relação a Espanha há, assim, segundo Luís Araújo, “um trabalho a fazer” para aumentar as receitas, através de “segmentos específicos” do mercado.

De um ponto de vista mais global, a estratégia é “tentar diversificar ainda mais o núcleo de mercados” que são fundamentais para o turismo português, afirmou.

Para este objetivo, uma das chaves de crescimento está nas ligações aéreas, de que o turismo português depende por causa da localização geográfica do país.

“Temos conseguido retomar as rotas que tínhamos perdido em 2020 e 2021 e estamos já com os indicadores muito próximos [aos dos anos anteriores]. Este ano, 2023, vamos ultrapassar 2019. É uma das grandes âncoras para a retoma do setor”, afirmou o presidente do Turismo de Portugal.

Luís Araújo destacou que “o crescimento faz-se em todos os aeroportos” e deu como exemplo, precisamente, Espanha, país que teve ligações com os cinco aeroportos nacionais portugueses no ano passado, através da companhia aérea espanhola Iberia, “um fator ótimo de distribuição” de turistas, principalmente de mercados a que no passado Portugal não chegava, como o mexicano ou outros da América do Sul.

“O nosso papel é, em conjunto com cada um dos nossos aeroportos, e há ainda margem para crescer em muitos dos aeroportos, tentar demonstrar esta capacidade de atração para todas as regiões. Aquilo que nós entendemos é que existe obviamente um ‘hub’, que é Lisboa e faz esta distribuição, mas existem muitos motivos de interesse para muitos mercados para destinos como Algarve, o norte ou as ilhas”, afirmou.

Presente na FITUR está também o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, que destacou, em declarações aos jornalistas, a importância do mercado espanhol e a “forte presença” de empresas nacionais na feira de Madrid deste ano.

“O mercado espanhol é um mercado muito importante para o nosso país, é o segundo maior mercado em dormidas e o primeiro em algumas regiões, como o Norte, Centro e Alentejo. E, nesse contexto, temos também de trabalhar vários segmentos para crescer também em valor e crescer também no interior, no território do interior de Portugal”, afirmou.

O ministro da Economia, António Costa Silva, e a ministra espanhola do Turismo, Reyes Maroto, apresentam esta quinta-feira, 19 de janeiro, a Estratégia de Cooperação Transfronteiriça entre Portugal e Espanha para o setor do turismo, que foi acordada na última cimeira ibérica, em novembro passado.

“É um reforço para desenvolver também turisticamente o interior do nosso país”, sublinhou Nuno Fazenda, que considerou a região transfronteiriça “uma centralidade ibérica” que é necessário potenciar através da promoção turística, mas também do aumento e melhoria das ligações aéreas, rodoviárias e ferroviárias entre Portugal e Espanha, como está previsto, sublinhou, no âmbito de investimentos com fundos europeus dos planos de recuperação e resiliência.

O secretário de Estado manifestou-se “muito satisfeito” com a adesão de empresas e outras entidades a esta edição da FITUR, com vista à afirmação de Portugal como destino turístico no mercado espanhol.

Em paralelo, defendeu a continuidade na aposta dos mercados estratégicos para Portugal dentro e fora da Europa, onde está concentrada 80% da procura turística do país.

Neste contexto, deu como exemplo o sucesso recente da aposta nos Estados Unidos, que transformou este país no quinto com maior peso no turismo português.

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Ministro do Turismo da Jordânia visita Fátima no 2.º semestre para analisar parcerias

O crescimento do Turismo Religioso faz com que o novo ministro do Turismo da Jordânia, Markam Al-Queisi, visite Fátima no 2.º semestre deste ano para analisar a possibilidade de futuras parcerias em prol de ambos os destinos.

Victor Jorge

O ministro do Turismo da Jordânia, Makram Al-Queisi, referiu esta quarta-feira, durante o decorrer na FITUR Madrid, que se realiza até ao próximo dia 22 de janeiro, que virá a Portugal para estudar com as entidades de Fátima uma possível parceria “para benefício de ambos os destinos”.

Em entrevista ao Publituris, Makram Al-Queisi considera que ambos os destinos possuem “uma forte componente no Turismo Religioso” e que uma parceria seria “uma boa forma de promover os dois destinos em muitos mercados internacionais e estabelecer trabalho conjunto no segmento que tem vindo a crescer exponencialmente”.

De referir que Makram Al-Queisi, que foi nomeado ministro do Turismo e das Antiguidades da Jordânia há pouco mais de um mês, conhece Portugal, uma vez que exerceu o cargo de Embaixador Extraordinário não residente no nosso país em 2014.

“Fátima é um lugar único e sabemos as visitas internacionais que possui ao longo do ano”, referiu Makram Al-Queisi ao Publituris. “Naturalmente que o nosso interesse em Portugal não se limita a Fátima”, avançando o ministro jordano que em termos de operação turística, a Jordânia irá contar com um voo charter a partir de maio e que irá prolongar-se até novembro, começando com um voo semanal, esperando, contudo, “e dado os números que esperamos de turistas portugueses, esse voo poderá passar a bissemanal”.

A Jordânia recebeu, em 2022, mais de 4.000 turistas portugueses, número que as autoridades do Turismo da Jordânia esperam duplicar com esta operação entregue à Avoris.

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Emprego e Formação

Município de Redondo promove formação na área do turismo

Através do Programa “Formação + Próxima”, o curso é destinado a profissionais do setor e incide sobre conteúdos como a hotelaria, enoturismo, restauração e bebidas. A próxima sessão está agendada para dia 19 de janeiro.

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No âmbito da parceria estabelecida com o Turismo de Portugal, decorreu, na Enoteca de Redondo, a primeira sessão de formação do Curso de Serviço de Vinhos na Restauração, que o Município disponibiliza, de forma gratuita, aos agentes económicos. Através do Programa “Formação + Próxima”, o curso é destinado a profissionais do setor e incide sobre conteúdos como a hotelaria, enoturismo, restauração e bebidas.

Pretende, por um lado, fornecer conhecimentos inerentes a um serviço de vinhos de qualidade nos estabelecimentos e, por outro, refletir sobre a importância dos pormenores “invisíveis” aos olhos do cliente, trabalhando sobre a elaboração da Carta e protocolo do serviço. Partindo da importância crescente do turismo vínico na região, esta é mais uma iniciativa que vem reforçar a aposta do Município no apoio ao setor.

A próxima sessão está agendada para dia 19 de janeiro e, ao longo do ano, preveem-se módulos noutras áreas de interesse para a atividade turística.

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Transportes

Tribunal de Contas avança com auditoria à TAP

O presidente do Tribunal de Contas (TdC), José Tavares, anunciou que a instituição vai avançar com uma auditoria à TAP, após as notícias vindas a público sobre a companhia aérea.

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“Temos também prevista uma auditoria em TAP”, disse hoje José Tavares, numa audição na Comissão de Orçamento e Finanças, no parlamento.

O responsável do Tribunal de Contas (TdC) respondia à pergunta do deputado social-democrata Hugo Carneiro sobre se a instituição previa uma ação de auditoria à TAP.

José Tavares realçou que perante polémicas o Tribunal tende a manter-se à margem, mas “acompanha, vê, ouve e lê”, estando prevista a ação no plano da instituição.

O presidente do TdC revelou ainda que tenciona apresentar dois relatórios este ano sobre a auditoria solicitada à ANA – Aeroportos de Portugal.

Até ao final deste semestre deverá ser entregue o relatório sobre a privatização da gestora aeroportuária e até ao final do ano um segundo relatório sobre a gestão da empresa.

O responsável do TdC indicou ainda que “muito em breve” será apresentada uma auditoria sobre o modelo de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com um “ponto da situação sobre a execução” do plano.

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Transportes

easyJet soma mais 5 novas rotas às 20 já apresentadas para o verão de 2023

O número de rotas operadas pela easyJet, no verão de 2023, ascenderá a um total de 89, fazendo com que o diretor-geral da companhia no nosso país, José Lopes, antecipe um novo recorde de lugares: 11,2 milhões.

Victor Jorge

A easyJet anunciou esta terça-feira, 17 de janeiro, mais cinco novas rotas para o verão para o verão de 2023 que se juntam, assim, às 20 previamente anunciadas, totalizando 89 rotas a serem operadas em Portugal.

As novas rotas ligarão Lisboa a Glasgow (duas vezes por semana, a partir de 2 de junho), o Porto a Nápoles (2 voos por semana, a partir de 1 de abril) e Palermo (um voo semanal, a partir de 1 de julho), e Faro a Barcelona e Toulouse (ambos com dois voos semanais, com voos a partir de 26 de junho e 28 de junho, respetivamente).

Com este aumento da oferta, a easyJet passará a oferecer um total de 89 rotas, distribuídas pelos aeroportos de Lisboa, que conta agora com um total de 35 rotas (17 novas), o Porto com 26 destinos (3 novas) e Faro com 21 trajetos (2 novas). Já no Funchal, a easyJet conta com o total de 9 rotas (3 novas) e mantém duas rotas no Porto Santo.

Um recorde de 11,2 milhões de passageiros para 2023
Este aumento do número de rotas em Portugal faz crescer também a capacidade de lugares disponíveis, anunciando a companhia que, para 2023, estão previstos 11,2 milhões de lugares, que em comparação com o ano anterior representa um aumento de 36% face aos 8,2 milhões de lugares disponibilizados em 2022.

No encontro com a imprensa, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, destacou “o forte investimento da companhia no país, antevendo “o verão mais movimentado de sempre”, admitindo que “iremos fulminar o nosso recorde”.

Destacando o investimento “realmente forte” que a easyJet irá fazer em Portugal, José Lopes revelou que a estas cinco novas rotas agora anunciadas poderá ser somada mais uma, sendo que esta está dependente de ‘slot’ no mercado de destino e não em Portugal.

Este aumento de oferta é, de acordo com José Lopes, o último que deverá acontecer, reconhecendo que “no futuro não deverão existir mais ‘slots’ a disponibilizar no mercado nacional”, admitindo mesmo que “Lisboa não terá capacidade para aumentos nos próximos seis a oito anos”, ou seja, até a região de Lisboa conhecer uma nova infraestrutura aeroportuária.

Já no Porto, José Lopes referiu alguns constrangimentos que poderão existir, devido à repavimentação da pista que já deveria estar a decorrer, mas que sofreu atrasos. Esta obra será, segundo informação avançada pelo diretor-geral da easyJet Portugal, por troços, com o horário das obras a decorrer da meia-noite às seis horas da manhã.

Certo é que a operação da easyJet cresceu mais em Lisboa do que as ‘slots’ disponibilizadas pela Comissão Europeia, situação que resultou da transferência de ‘slots’ da TAP para o mercado, bem como por mais seis ‘slots’ que a companhia passou a ter por perda da concorrência.

Com 10 aeronaves baseadas em Portugal, não foi somente o número de aviões que cresceu, revelando José Lopes que, face ao período pré-pandemia, a companhia cresceu para 830 colaboradores, quando em 2019 eram 350 e há uma década esse número não ultrapassava a centena. “Isto tem impacto direto na economia e na vida das pessoas”, frisou José Lopes.

Relativamente à operação, o diretor-geral da companhia no nosso país admitiu que a easyJet “não se vê como companhia com um caráter exclusivamente de lazer, já que tem uma forte operação étnica (emigração)”, fazendo referência, por exemplo, ao grande fluxo de emigrantes que a easyJet transportou aquando da ida de portugueses para o Reino Unido, especialmente, para a região londrina.

“75% dos passageiros que transportamos vêm de fora para Portugal”, considerando que os “city-breaks assumiram um papel essencial na atual conjuntura. Contudo, o objetivo da easyJet “não é só trazer turistas de fora para Portugal, mas também proporcionar aos portugueses a possibilidade de realizarem as suas escapadas”.

Para tal, a o responsável da easyJet revelou que os preços não aumentaram, até porque, “não podemos aumentar preço e querer aumentar a oferta e apresentar preços atrativos para que o mercado seja estimulado”.

E se as rotas e a operação crescem, também o número de aeronaves aumentou, com Lisboa a ter mais um A320 e mais três A321 neo, enquanto no Porto passaram as estar disponíveis seis A320 neo e em Faro 3 aeronaves do mesmo tipo.

Normalização da situação nos aeroportos
Depois de um verão atribulado em grande parte dos aeroportos europeus, José Lopes antecipa que neste verão de 2023 a situação já esteja “regularizada”, considerando que as grandes disrupções aconteceram devido à “falta de pessoal, principalmente no handling, mas que tem vindo a ser colmatada com novas contratações”. Neste aspeto, José Lopes referiu que tem vindo a manter um diálogo não só com a empresa de handling parceira da easyJet (Portway), mas também com a ANA e as entidades oficiais.

“Em 2022, o mercado não teve o número de passageiros que registou em 2019. Por isso, há margem para melhorar, já que o desejo para viajar mantém-se, senão mesmo aumentou”, referiu José Lopes. O que esta instabilidade criou foi, segundo o diretor-geral da easyJet Portugal, “um aumento das reservas ‘last-minute’”, sendo, por isso, necessário “dar confiança para dar estabilidade ao consumidor”, para que “em 2024 já possamos navegar num ano normal”.

Quanto ao tipo de viagens que os turistas farão no futuro próximo, José Lopes admite uma predominância das viagens de curto e médio curso em detrimento das viagens de longo curso.

Assim, José Lopes deixou um pedido ao setor da hotelaria: “em virtude de Portugal ser um destino com muita procura e uma vez que as viagens de curto e médio curso ainda irão prevalecer, seria bom que os hoteleiros não ‘estiquem’ os preços e assim não afastar as pessoas que queiram vir visitar Portugal. Até porque essa realidade impactará a nossa oferta. Se os preços forem demasiados altos, ninguém quererá voar para Portugal”.

A terminar José Lopes conclui: “queremos ser a companhia aérea mais amada em Portugal. Logo temos de investir e estamos a investir de modo a manter-nos um passo à frente”.

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Aviação

Airbus entrega mais 50 aeronaves comerciais em 2022

A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais. Destaque para a família A320 da qual foram entregues 516 unidades. A carteira de encomendas, a 31 de dezembro de 2022, ascendia a 7.239 aeronaves.

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A Airbus entregou, em 2022, 661 aeronaves comerciais a 84 clientes, tendo registado 1.078 novos pedidos brutos. A entrega destas 661 aeronaves correspondem a mais 50 unidades que no ano anterior de 2021, significando um aumento de 8% face ao exercício anterior quando a companhia entregou 611 aviões.

Entre as famílias de aeronaves entregues, em 2022, destaque para os A320, com 516 unidades, mais 33 unidades que em 2021. Dos A350, a Airbus entregou 60 unidades, mais cinco que em 2021, e dos A220 e A330 foram entregues 53 e 32 unidades, respetivamente (mais três e 14, em cada um dos casos). Já dos A380, a Airbus revela que não procedeu a qualquer entrega contra as cinco unidades entregues em 2021.

Relativamente à carteira de encomendas da Airbus, a 31 de dezembro de 2022, a companhia refere que esta ascendia a 7.239 aeronaves.

Face ás entregas efetuadas no ano passado, Guillaume Faury, CEO da Airbus, considera que foram “menos do que pretendíamos”, mas, adianta que “a significativa entrada de pedidos abrangendo todas as nossas famílias de aeronaves, incluindo cargueiros, reflete a força e a competitividade da nossa linha de produtos”.

A Airbus informa ainda ter recebido 1.078 novos pedidos (820 líquidos) em todos os programas e segmentos de mercado, incluindo vários compromissos de alto nível de algumas das principais operadoras do mundo. Em número de aeronaves, a Airbus registou um ratio líquido entre pedidos e entregas significativamente superior a um.

Por programas, o A220 obteve 127 novos pedidos brutos firmes. A Família A320neo conquistou 888 novos pedidos brutos. No segmento widebody, a Airbus obteve 63 novos pedidos brutos, incluindo 19 unidades A330 e 44 aeronaves A350, dos quais 24 foram para o recém-lançado A350F.

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Tecnologia

Destinux atualiza plataforma com novas funcionalidades

Com o intuito de responder às tendências do setor, a plataforma para a gestão de viagens de negócios Destinux introduz, agora, uma série de funcionalidades para ajudar as empresas a alinhar o orçamento das viagens de negócios aos objetivos, assim como, monitorizar e analisar de forma eficiente todos os custos.

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A Consultia Business Travel apresentou, recentemente, novas funcionalidades digitais incorporadas na plataforma Destinux, que permitem responder às atuais exigências da gestão de viagens de negócios.

Lançada em Portugal em 2022, a plataforma digital incorpora, agora, um conjunto de funcionalidades que se adaptam às exigências do setor. Alinhar o orçamento das viagens corporativas com os objetivos da empresa, bem como monitorizar e analisar todos os dados para um reajustamento instantâneo, são os novos serviços que a Destinux disponibiliza às empresas que oferece uma maior eficiência na gestão viagens de negócios.

“Ser mais eficiente, económico, sustentável e seguro, são as principais preocupações das empresas, que sofreram transformações na gestão de viagens corporativas após a crise pandémica”, considera a empresa, em comunicado. Para responder às necessidades do setor, o software Destinux proporciona às empresas, através da nova ferramenta Travel Management Dashboard, uma gestão mais estratégica e eficiente das suas viagens corporativas. Com uma gestão integral baseada na digitalização, permite alinhar o investimento nas viagens corporativas com os objetivos pré-definidos da organização e controlar que estes não se desviem do orçamento, o que permite atingir uma poupança de 20%.

Focada nos passageiros e nos responsáveis de gestão de viagens das empresas, a funcionalidade ‘Digitalização de Orçamentos’, otimiza a gestão interna da empresa, pois permite guardar os orçamentos correspondentes às viagens da empresa, editar, descarregar e gerir os mesmos. Ao consultar os motores de busca do sistema, que se ligam à indústria de viagens, é possível obter informações sobre os serviços necessários para as viagens, como: horários, custos e disponibilidade.

A plataforma Destinux, regista e reproduz a estrutura empresarial da empresa, sob aconselhamento da equipa de operações, que garante as vantagens das potencialidades oferecidas pelo sistema, permitindo, assim com a nova ferramenta ‘Registo e Gestão de Passageiros’, que as empresas atualizem de forma contínua e autónoma a estrutura da organização. Com esta função, as empresas gerem os utilizadores durante o processo de viagens corporativas, de acordo com a estrutura da empresa e os custos.

Preocupações “verdes”
Para satisfazer e responder às necessidades ecológicas das empresas através da digitalização, o serviço ‘Destinux Green’ calcula as emissões de CO2 produzidas pelas viagens corporativas, fornece às empresas um relatório das emissões geradas durante um ano e permite-lhes compensar a sua pegada de carbono de forma certificada com projetos de descarbonização ambiental. O sistema permite, ainda, às empresas cumprir as políticas de digitalização e implementar políticas de compras baseadas na sustentabilidade, tais como adquirir fornecedores mais sustentáveis. Trata-se de ganhar eficiência e tornar as viagens empresariais mais ecológicas, alinhando o orçamento de viagens de negócios aos objetivos da empresa e monitorizando todos os dados em tempo real.

O sistema coloca ao alcance da empresa a indústria de viagens com preços acessíveis e descontos facilmente detetados ao exibi-los por preferência e simbolizados com o ícone Destinux. Com a funcionalidade ‘Preços Especiais’, a Destinux, que estabelece uma comunicação direta com os fornecedores, para além de partilhar uma gama de opções, ofertas e preços mais baixos, apresenta os valores corporativos do próprio cliente, assinalado com o logotipo do mesmo e dos fornecedores, para que a empresa tenha ao seu dispor um conjunto de preços acessíveis e possa selecionar a opção que melhor se adapta às suas necessidades e poupar custos.

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Transportes

Binter lança promoção para voos entre a Madeira e as Canárias

A nova promoção da Binter aplica-se às passagens adquiridas até 23 de janeiro, para viajar entre o dia 1 de março e 15 de junho de 2023.

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A Binter lançou uma nova promoção que permite aos seus clientes adquirir passagens a preços mais reduzidos para voar entre a Madeira e as Ilhas Canárias. A nova promoção aplica-se às passagens adquiridas até 23 de janeiro, para viajar entre o dia 1 de março e 15 de junho de 2023.

Durante estes dias, os passageiros podem comprar os bilhetes desde 61,30 euros para voar às Ilhas Canárias. Os passageiros que voam do Porto Santo para as Canárias podem fazê-lo a partir de 70 euros. Estes preços são válidos por percurso em caso de adquirir uma passagem entre a Madeira e Tenerife.

Os bilhetes podem ser adquiridos através dos canais de venda habituais da companhia: www.binter.pt, atendimento no telefone 291 290 129 ou através das agências de viagens, onde poderá consultar as condições e os preços.

A Binter melhorou, também, o atendimento aos passageiros dos voos entre o Porto Santo e a Madeira, aos quais já se aplica o desconto automático de residente para os passageiros que estejam inscritos no portal SIMplifica do Governo Regional da Madeira.  Os bilhetes podem ser adquiridos em todos os canais de venda.

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CROISIEUROPE regressa à FITUR 2023 com condições especiais para grupos

A empresa apresentará as suas novidades e itinerários fluviais e marítimos para a nova temporada.

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A CroisiEurope, líder europeia em cruzeiros fluviais, regressa à Fitur 2023 promovendo os seus itinerários fluviais e marítimos para a nova temporada, em barcos de última geração, adequados a grupos organizados, incentivos, famílias e associações, mercado em que são grandes especialistas. Apresentará também os seus produtos exclusivos de longo curso no Nilo, Vietname, Camboja, e no Chobe com a sua  combinação única de cruzeiro e safari no coração da África selvagem.

A CroisiEurope convida todas as agências especializadas em grupos a marcar uma consulta e a parar no stand 4E34 onde a companhia de navegação irá oferecer informações detalhadas sobre os seus cruzeiros, bem como sobre as condições específicas para a contratação de grupos, promoções e descontos, com uma grande variedade de itinerários com tudo incluído a bordo, bebidas, Wi-Fi gratuito, assistência a bordo, excursões com guias locais e informações a bordo em espanhol, entre outros.

O departamento exclusivo de vendas de grupos da CroisiEurope  oferecerá conselhos adaptados às necessidades de cada grupo, tais como serviços suplementares, excursões, extensões ou transferes, para personalizar a viagem, com a possibilidade de organizar a viagem ideal para pequenos grupos,  fretar um barco e adaptá-lo aos gostos e necessidades dos participantes, processando todos os aspetos  da viagem de forma ágil e eficiente.

O tamanho dos barcos da empresa torna-os ideais para hospedar grupos organizados de qualquer tamanho.  Com mais de 200 itinerários, a CroisiEurope é  a única empresa versátil o suficiente para oferecer cruzeiros de rios, canais e mares na Europa e em todo o mundo.  Para além dos seus variados itinerários e atenção aos detalhes por parte da tripulação, o seu número crescente de clientes valoriza a fabulosa gastronomia a bordo.

Pode marcar uma consulta pelo correio [email protected].

SOBRE A CROISIEUROPE: A CroisiEurope é a primeira empresa de cruzeiros fluviais da Europa na sua categoria e possui uma frota muito actualizada e moderna de 56 navios, 48 ​​navios próprios (33 fluviais, 6 peniche, 2 marítimo-costeiros, 5 no Mekong e 2 na África Austral) e 8 em operação. Todos eles são projetados, construídos e comercializados pela própria empresa. A sua sede está localizada em Estrasburgo e desde 2005 já tem uma forte presença em Espanha, onde se vai consolidando pouco a pouco. Há mais de 40 anos trabalhamos com a mesma ideia: Descobrir o mundo através de seus rios. Uma ideia na qual a CroisiEurope aplica toda a sua experiência para oferecer aos seus clientes férias inesquecíveis. Uma extensa variedade de destinos, uma frota de navios inovadora e elegante, uma gastronomia e seleção de vinhos cuidadosa e a atenção requintada ao detalhe por parte da tripulação significam que oferecer um cruzeiro CroisiEurope significa ter a certeza de satisfazer os clientes mais exigentes. No ano passado, mais de 220.000 pessoas viajaram com a CroisiEurope.

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