Assine já
Transportes

Carnival vai operar dois navios da Costa nos EUA sob o novo conceito “Costa by Carnival”

A partir da primavera de 2023, o Costa Venezia e o Costa Firenze vão ser operados pela Carnival nos EUA, sob o novo conceito “Costa by Carnival”, que combina o estilo italiano da Costa Cruzeiros com o serviço de bordo e entretenimento da Carnival.

Publituris
Transportes

Carnival vai operar dois navios da Costa nos EUA sob o novo conceito “Costa by Carnival”

A partir da primavera de 2023, o Costa Venezia e o Costa Firenze vão ser operados pela Carnival nos EUA, sob o novo conceito “Costa by Carnival”, que combina o estilo italiano da Costa Cruzeiros com o serviço de bordo e entretenimento da Carnival.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
1.º Navio da Costa Cruzeiros desenhado para a China chega em 2019
Homepage
Costa Cruzeiros abre reservas para o Costa Venezia
Homepage
Costa Firenze já está em Barcelona com itinerários de uma semana e seis escalas
Transportes
Costa Cruzeiros lança pacotes ‘Cruzeiro+Voo’ para as Ilhas Gregas e Turquia
Transportes

A Costa Cruzeiros anunciou que os seus navios Costa Venezia e Costa Firenze vão ser operados, a partir da primavera de 2023, pela Carnival nos EUA, sob o novo conceito “Costa by Carnival”, que “combina o estilo italiano da Costa Cruzeiros com o excelente serviço de bordo e entretenimento que os passageiros da Carnival usufruem”.

De acordo com um comunicado da companhia de cruzeiros, este novo conceito dedicado aos cruzeiristas norte-americanos vai chegar primeiro ao Costa Venezia, enquanto o Costa Firenze passa a ser operado pela Carnival na primavera de 2024, sendo que, até lá, ambos os navios vão “continuar a operar os seus itinerários regulares com a Costa Cruzeiros”.

“Estamos entusiasmados por ver estes navios icónicos da Costa Cruzeiros estrearem nos Estados Unidos sob a liderança e operação da nossa marca irmã. A Costa oferece os seus navios reconhecidos pelo design, e a Carnival proporciona a sua tradicional animação, agora num estilo italiano”, disse Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

Segundo o responsável, a decisão de colocar o Costa Venezia e o Costa Firenze a operar sob o novo conceito para o mercado norte-americano deve-se ao facto do mercado de cruzeiros estar ainda a assistir a um “lento reinício” na Ásia, enquanto nos EUA há já um “forte reinício dos cruzeiros”.

“Decidimos aproveitar esta oportunidade para que os muitos passageiros norte-americanos possam apreciar as características únicas dos nossos navios, criando sinergias neste importante mercado”, acrescenta Mario Zanetti.

A Costa Cruzeiros diz que já está a informar os seus parceiros comerciais e passageiros sobre estas alterações e garante que, em breve, vai anunciar quais os navios que vão substituir o Costa Venezia e o Costa Firenze nos seus itinerários, “cuja continuidade está confirmada”.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Aviação

Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Transportes

Norwegian finaliza acordo para compra de 50 Boeing 737 MAX 8

Além da compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com entrega prevista entre 2025 e 2028, o acordo com a fabricante norte-americano inclui ainda uma opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

O acordo tinha sido anunciado em maio deste ano, mas tinha ficado condicionado a condições a alcançar entre a Norwegian e a Boeing. A companhia norueguesa confirma agora a compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

A entrega dos aviões está prevista acontecer entre 2025 e 2028, coincidindo com o vencimento dos contratos de aluguer existentes, significando um aumento líquido da frota de aviões da companhia.

Em comunicado, a Norwegian estima registar um lucro líquido de 2.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 191 milhões de euros) no segundo trimestre de 2022 como resultado deste acordo.

Além disso, a Norwegian e a Boeing anunciaram um acordo relativamente a todas as disputas legais pendentes.

“O acordo para a compra de 50 aviões novos e de baixo consumo constitui um grande avanço na estratégia para consolidar a nossa posição de mercado nos países nórdicos”, declarou Geir Karlsen, CEO da Norwegian.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Lufthansa reativa operação com A380 a partir do verão de 2023

Detendo ainda oito Airbus A380, depois de ter vendido seis aeronaves, a companhia aérea alemã pretende reativar voos com este “gigante” a partir do verão de 2023, encontrando-se a analisar os destinos para onde voará.

O grupo Lufthansa decidiu reativar a operação com os Airbus A380, respondendo assim à procura por parte dos clientes e ao atraso na entrega das aeronaves entretanto encomendadas.

A companhia espera regressar aos voos de longo curso com o A380 a partir do verão de 2023, encontrando-se, atualmente, a estudar quantas aeronaves irá reativar e quais os destinos para onde voará.

A Lufthansa ainda possui 14 Airbus A380, parqueados em Espanha e França, tendo vendido já seis unidades, restando ainda oito no portefólio.

Os membros do Conselho de Administração da Deutsche Lufthansa AG anunciaram, em carta conjunta aos clientes, que, no verão de 2023, espera ter “um sistema de transporte aéreo muito mais confiável em todo o mundo”, sendo essa uma das razões para “receber de volta” os passageiros a bordo dos Airbus A380 que, segundo a companhia “gozam de grande popularidade”.

Além disso, a companhia está a fortalecer e a modernizar a frota com “cerca de 50 novas aeronaves de longo curso Airbus A350, Boeing 787 e Boeing 777-9 e mais de 60 novos Airbus A320/321 nos próximos três anos”.

De referir que o Airbus é o maior avião de passageiros com 73 metros de comprimento, 24 metros de altura, com capacidade de transportar 509 passageiros.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Portugal e Quénia assinam acordo para abrir ligações aéreas diretas “em breve”

O primeiro-ministro português e o Presidente queniano assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

O primeiro-ministro, António Costa, e o Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

Os acordos foram assinadas depois de uma reunião entre o líder do executivo português e o chefe de Estado queniano, que decorreu em São Bento, e, no caso do acordo para a abertura de voos, representa “um passo importante ao nível das relações comerciais, sobretudo no domínio do turismo”, disse à Lusa fonte diplomática.

“Estamos certos de que contribuirá para a crescente internacionalização das empresas portuguesas num mercado importante como o do Quénia”, acrescentou a fonte citada pela Lusa, que esclarece que, para entrar em vigor, este acordo deve ser ainda ratificado pelos parlamentos dos dois países.

Além da abertura de ligações aéreas, Portugal e o Quénia acordaram também a formalização de consultas regulares políticas entre os dois países para o tratamento de questões bilaterais e internacionais, tendo ainda sido assinado um memorando que prevê que o Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros desenvolva programas de formação de quadros quenianos.

A reunião desta terça-feira decorreu à margem da 2.ª Conferência dos Oceanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que é coorganizada por Portugal e pelo Quénia, e que decorre até sexta-feira, 1 de julho, na Altice Arena, em Lisboa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Norwegian Cruise Line lança nove itinerários de inverno nas Canárias com embarque em Lisboa

No total, a companhia de cruzeiros vai disponibilizar embarques em Lisboa para os nove cruzeiros pelas Canárias que vão ser realizados pelo navio Norwegian Sun, entre novembro de 2022 e março de 2023.

A Norwegian Cruise Line (NCL) anunciou que, no próximo inverno, vai disponibilizar embarques em Lisboa para os nove cruzeiros pelas Canárias que vão ser realizados pelo navio Norwegian Sun, entre novembro de 2022 e março de 2023.

Num comunicado enviado à imprensa, a NCL explica que o Norwegian Sun vai disponibilizar vários itinerários com partida da capital portuguesa, que variam entre os 10 e os 14 dias, e que, pela primeira vez desde 2017, passam pelo arquipélago espanhol das Canárias.

Além de Lisboa, os itinerário do Norwegian Sun vão contar também com embarques em Málaga e Santa Cruz de Tenerife, e incluem portos de escala que são novos para a companhia de cruzeiros, como a Ilha da Horta (Portugal), Puerto del Rosario, San Sebastián de la Gomera (ambos nas Ilhas Canárias), Ceuta (Espanha) e Agadir (Marrocos).

“As Ilhas Canárias sempre foram um ponto de interesse dos viajantes de todo o mundo e agora são muito mais quando se procura o muito desejado sol de inverno”, afirma Kevin Bubolz, Managing Director Europe da Norwegian Cruise Line, considerando que estes itinerários “dão uma combinação única das Ilhas Canárias com paragens em Portugal, no território continental de Espanha, bem como em Marrocos”.

Os cruzeiros do Norwegian Sun vão também oferecer aos passageiros a oportunidade de conhecer os destinos de noite, uma vez que preveem escalas com uma “média de 12 horas em cada porto, com uma estadia prolongada até à noite em Lisboa, Santa Cruz de Tenerife, Las Palmas (Espanha) e Casablanca (Marrocos)”, estando mesmo previstas escalas noturnas no Funchal e em Santa Cruz de Tenerife.

Além do Norwegian Sun, a NCL vai ter em operação, este verão, nove cruzeiros na Europa, incluindo o Norwegian Prima, o membro mais recente da frota da NCL e o primeiro da inovadora Prima Class, que está prestes a inaugurar os cruzeiros na Islândia, em agosto de 2022. A par da Islândia, a NCL oferece também itinerários pelas Ilhas Gregas, Fiordes na Noruega, Mediterrâneo e Canárias.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

easyJet apresentou medidas de sustentabilidade no Connecting Europe Days

Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

A easyJet participou esta terça-feira, 28 de junho, no Connecting Europe Days, evento especial destinado a reunir políticos, representantes da indústria e a Comissão Europeia para discutir o transporte, a mobilidade e o seu papel na sustentabilidade, e no qual foram apresentados “os esforços que a indústria da aviação está a empreender para se tornar mais sustentável”.

“A easyJet tem o prazer de participar neste evento especial e nele demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”, indica a companhia aérea.

Para este evento, que decorreu no Terminal 2 do Aeroporto Lyon-Saint Exupéry, em França, a easyJet promoveu, em colaboração com o projeto ALBATROSS do Single European Sky’s ATM Research (SESAR), um voo entre Lisboa e Lyon que contou com um “plano de voo otimizado e especificamente projetado para mostrar o potencial de economia significativa de CO2, se o Céu Único Europeu for implementado”.

Além disso, acrescenta a easyJet, três dos voos da companhia aérea que partem do aeroporto de Lyon vão passar a ter “uma mistura de 30% de combustível de aviação sustentável (SAF), produzido e fornecido pela TotalEnergies, reduzindo as emissões de cada um desses voos em 27% em comparação com o uso de combustível de aviação convencional”.

Na informação divulgada, a easyJet explica que cada um dos seus voos “já é 100% compensado, sem custos adicionais para os clientes” e que a companhia aérea “só investe em projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, programas de certificação reconhecidos internacionalmente”.

“A companhia aérea opera a sua moderna frota de aviões de forma eficiente e visa preencher a maioria dos seus lugares para assim reduzir as emissões de CO2 por passageiro”, acrescenta a easyJet.

A transportadora aérea low cost explica que a preocupação com a sustentabilidade dos seus voos a levou, no ano passado, a juntar-se à Race to Zero, a campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas de carbono zero até 2050, tendo também publicado recentemente a sua meta de melhoria da intensidade das emissões de carbono de 35% até 2035.

“Em última análise, é a ambição da easyJet voar em aviões de emissão zero de carbono e a companhia aérea está a trabalhar com vários parceiros em todo o setor, incluindo Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, para acelerar o desenvolvimento de tecnologia de aviões com emissão zero de carbono e a infraestrutura necessária”, lê-se no comunicado divulgado.

Além destas ações, a easyJet também eliminou mais de 36 milhões de itens de plástico descartáveis​​usados​​nos seus voos e também adotou os novos uniformes da tripulação feitos de garrafas plásticas recicladas.

“Como companhia aérea líder na Europa, a easyJet está empenhada em trabalhar com a indústria e os governos para apoiar e acelerar esta mudança necessária. No entanto, a descarbonização total não pode acontecer sem o apoio do governo para implementar o Céu Único Europeu e incentivar novas tecnologias. Cabe a todos nós proteger os benefícios da aviação para as próximas gerações e, ao mesmo tempo, garantir que fazemos todo o possível para proteger o nosso planeta”, afirma Thomas Haagensen, diretor de Mercados e Marketing do Grupo easyJet e responsável pela sustentabilidade no Conselho Executivo da companhia aérea.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Publituris

No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Transavia voa entre o Porto e Lyon com 30% de combustível SAF

Companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM revela que esta iniciativa é uma das ações identificadas pelo grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

Publituris

A Transavia realizou esta terça-feira, 28 de junho, um voo entre o Porto e Lyon, em França, que utilizou, pela primeira vez, 30% de combustível SAF (combustível de aviação sustentável), numa iniciativa que, segundo a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, faz parte das ações do grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

“O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050”, indica a Transavia, explicando que, a curto prazo, o grupo pretende reduzir as emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019.

Para reduzir as emissões poluentes, acrescenta a companhia aérea, um dos trunfos que estão atualmente ao dispor da aviação é o SAF, que corresponde a um tipo de combustível de “origem não fóssil”, produzido a partir de “resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana”.

Segundo a Transavia, estes tipos de combustíveis “podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo”, motivo pelo qual, este ano, França passou a exigir que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.

“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota”, sublinha Sébastien Mir, diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

MSC World Europa já concluiu primeiros testes de mar

O MSC World Europa começa a navegar no inverno de 2022/23 e vai ser o primeiro navio movido a GNL da frota da MSC Cruzeiros.

Publituris

O MSC World Europa, o primeiro navio movido a Gás Natural Liquefeito (GNL) da MSC Cruzeiros, já concluiu os primeiros testes de mar, que incluíram avaliação de desempenho dos motores do navio, manobrabilidade, consumo de combustível, sistemas de segurança, velocidade e distâncias de travagem.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia de cruzeiros explica que o MSC World Europa será “o primeiro da pioneira MSC World Class – uma nova classe de navios que apresentará uma plataforma de cruzeiro completamente nova – e poderá acomodar até 6.762 passageiros”.

O navio, que começa a navegar no inverno de 2022/23, foi construído pelos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique, em Saint-Nazaire, França, e é um dos três cruzeiros a GNL que a MSC Cruzeiros encomendou aos estaleiros franceses, que vão também construir o terceiro navio da ´World Class II´, que deverá começar no início do próximo ano.

Além do MSC World Europa, estes estaleiros franceses têm também em construção o MSC Euribia, que também já navega, tendo agora sido transferido para a ‘doca seca’ para terminar os trabalhos, antes de se juntar à frota da MSC Cruzeiros, em junho de 2023.

“Estabelecemos um importante compromisso no ano passado de atingir o objetivo de zero emissões de gases de efeito estufa até 2050 liderando a indústria de cruzeiros no caminho para a descarbonização. O MSC World Europa e o MSC Euribia desempenharão um papel fundamental nesta jornada”, congratula-se Pierfrancesco Vago, Executive Chairman, Cruise Division of MSC Group.

Além de ser movido a GNL e, por isso, ser um navio mais amigo do ambiente, o MSC World Europa conta também com um design inovador em Y, onde se destaca a Europa Promenade de 104 metros de comprimento, assim como o Venon Drop @ The Spiral, um slide de 11 decks de altura, o mais longo no mar.

No próximo inverno, o navio começa a navegar no Mar Arábico, onde vai realizar sete viagens noturnas entre dezembro de 2022 e março de 2023, à partida do Dubai, rumando, depois, em março de 2023, para o Mediterrâneo, onde vai operar cruzeiros de sete noites com escala nos portos italianos de Génova, Nápoles e Messina, bem como Valetta em Malta, Barcelona em Espanha e Marselha em França.

Já o MSC Euribia chega em junho do próximo ano e vai passar a temporada inaugural no Norte da Europa, realizando um itinerário pelos Fiordes Noruegueses, à partida de Kiel.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.