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Turismo

Nova versão do Selo Clean & Safe do Turismo de Portugal vai para além da segurança sanitária

A nova versão do Selo Clean & Safe, criado pelo Turismo de Portugal, em 2020, vai muito mais além do que salvaguardar as condições de segurança sanitária às empresas dos vários sub-setores do turismo expostas à crise da Covid-19.

Carolina Morgado
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Nova versão do Selo Clean & Safe do Turismo de Portugal vai para além da segurança sanitária

A nova versão do Selo Clean & Safe, criado pelo Turismo de Portugal, em 2020, vai muito mais além do que salvaguardar as condições de segurança sanitária às empresas dos vários sub-setores do turismo expostas à crise da Covid-19.

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“Revelou-se mais do que uma ferramenta de preparação das empresas do setor do turismo para responder à emergência de saúde pública associada à pandemia de Covid-19, assumindo um papel essencial na retoma da atividade turística”, realça a entidade.

Partindo dos mecanismos e das ferramentas já desenvolvidos para as anteriores versões, “são agora incorporadas dimensões e especificidades que irão permitir informar e capacitar as empresas para a gestão de crises de origens diversas que possam afetar a confiança dos turistas”, destaca o Turismo de Portugal em comunicado de imprensa.

A entidade refere que na versão atualizada do Selo Clean & Safe e, num momento em que os procedimentos higieno-sanitários decorrentes da situação pandémica estão já perfeitamente incorporados pelas empresas e entidades aderentes, “pretende-se evoluir disponibilizando informação sobre outras potenciais crises de saúde pública, adicionando-se também uma nova dimensão de segurança transversal às atividades turísticas, abrangendo possíveis situações de risco decorrentes de fenómenos extremos ou riscos coletivos (tais como incêndios rurais, inundações, sismos ou tsunamis) e de constrangimentos internacionais (cibersegurança, repatriamentos, refugiados)”.

Refira-se que o selo atualizado continua opcional e gratuito, sendo válido por mais dois anos, até 14 de junho de 2024. A renovação da adesão é automática para as empresas já aderentes que passam assim a dispor de planos e guias que contribuirão para a sua capacitação nestes domínios.

O Turismo de Portugal destaca ainda na nota, que promoverá, gratuitamente, a formação sugerida às empresas para a implementação das medidas e dos planos de ação associados à nova versão do selo. Em resultado da parceria estabelecida com entidades especializadas como a NOVA Medical School, a AGIF – Agência Gestão Incêndios Rurais e a Autoridade Nacional Emergência e Proteção Civil, está disponível para os aderentes, na plataforma portugalcleanandsafe.com, a informação necessária, incluindo modelos de planos de ação, guias e documentos técnicos de apoio.

No entanto, o Turismo de Portugal avisa que, conjuntamente com os seus parceiros, continuará a a realizar auditorias aos estabelecimentos aderentes, quando tal se justifique, “garantindo a monitorização do seu desempenho Clean & Safe e ajudando-os a melhorar os seus procedimentos nas áreas agora abrangidas pelo Selo”.

Com mais de 22 mil empresas aderentes e mais de 42.500 pessoas formadas, o Selo abrange toda a cadeia de valor em áreas de atividade relacionadas com o turismo, mas também com a cultura, entre outras, e foi “um contributo decisivo para a projeção e afirmação de Portugal como destino seguro”, a nível nacional e internacional”.

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Turismo

Abertas candidaturas para projetos de investimento em inovação no âmbito do Portugal 2030

Estão abertas até 30 dezembro 2024 as candidaturas aos avisos dos sistemas de incentivos do Portugal 2030 que têm como objetivo apoiar a inovação produtiva de microempresas e PME do continente (regiões Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve), anuncia o Turismo de Portugal.

No total, segundo refere o Turismo de Portugal, no seu site oficial, são 500 milhões de euros de apoios do FEDER para projetos que contribuam para a melhoria das capacidades produtivas das PME e para o desenvolvimento de soluções inovadoras, digitais e sustentáveis, sobretudo baseadas nos resultados de I&D e no aumento do emprego qualificado.

Os avisos, um dos quais exclusivo para investimentos situados em territórios de baixa densidade (MPr – 2024 – 3 | SICE – Inovação Produtiva – Territórios Baixa Densidade), o outro, para o restante território (MPr – 2024 – 2 | SICE – Inovação Produtiva – Outros Territórios), compreendem duas fases de candidatura.

Os investimentos passíveis de apoio devem envolver a produção de novos bens e serviços ou melhorias significativas da produção atual, através da transferência e aplicação de conhecimento.

Podem, alternativa ou complementarmente, visar também a adoção de novos, ou significativamente melhorados, processos ou métodos de fabrico, de logística e distribuição, organizacionais ou de marketing, indica a mesma fonte.

Trata-se de avisos com um forte foco em operações que visem a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, e que contribuam para o reforço da orientação exportadora e da competitividade externa da economia portuguesa. O objetivo é criar fileiras produtivas e cadeias de valor mais amplas e geradoras de maior valor acrescentado.

Os programas financiadores são o COMPETE 2030, no caso de candidaturas com investimento elegível superior a 3 milhões euros ou de candidaturas com investimentos em mais do que uma região, desde que localizados nas regiões do Norte, Centro e Alentejo, e os Programas Regionais do Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve, nos restantes casos.

As candidaturas devem apresentar um investimento elegível entre 300 mil euros e 25 milhões de euros e estar inseridas num dos quatro tipos de ações: a criação de um novo estabelecimento, o aumento da capacidade de um estabelecimento já existente, a diversificação da produção de um estabelecimento para produtos não produzidos anteriormente ou a alteração fundamental do processo global de produção de um estabelecimento existente.

O período para apresentação de candidaturas, que devem ser submetidas no Balcão dos Fundos, compreende duas fases, a primeira até 16 de setembro de 2024, e a segunda entre 17 de setembro a 30 de dezembro deste ano.

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Plataforma Nacional de Turismo quer contribuir para a discussão de um setor que “vale muito neste país”

A nova associação quer avançar em duas frentes: a criação de ‘think tanks’ temáticos de discussão, que juntam investigadores com representantes da área do turismo, e criar notoriedade para o setor.

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A Universidade de Aveiro recebeu esta quinta-feira, 9 de maio, o 1.º Fórum da Plataforma Nacional de Turismo (PNT), uma associação recentemente criada e que junta as principais organizações, empresas, instituições do ensino superior e centros de investigação que operam na área do turismo, com o propósito de contribuir para a inovação e o desenvolvimento económico e social do país.

Carlos Costa, professor da Universidade de Aveiro, explicou que a PNT “nasceu com um conjunto de pessoas que considerou fundamental o setor do turismo ser acompanhado de forma mais próxima pelas estruturas que geram conhecimento”, salientando que “nas Universidades, começámos a desenvolver esta ideia”.

Tendo começado com 125 associados, a PNT pretende avançar em duas frentes. A primeira é a criação de think tanks temáticos de discussão, que juntam investigadores com representantes da área do turismo. Outra frente é criar notoriedade para o setor. “O Turismo vale muito neste país, cerca de 25 mil milhões de euros por ano, mas parece que os políticos têm medo do turismo. Na última campanha eleitoral, não se falou de turismo. A plataforma vai tentar encontrar alguns caminhos para que o turismo tenha mais visibilidade e mais discussão”, assegurou Carlos Costa.

João Albino Silva, professor da Universidade do Algarve – respetivamente presidente da direção e presidente da assembleia geral da PNT, destacou o dever cumprido pela associação ao “promover um debate nacional entre todos os ‘stakeholders’ do Turismo e contribuir para responder à pergunta: ‘Que futuro para o turismo português?’”.

Já Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, entidade associada da PNT, destacou o peso do turismo ao referir que o setor gera 25 mil milhões de euros por ano. “Costumo dizer que representa mais do que um PRR por ano, uma vez que o PRR somou cerca de 20 mil milhões. É uma atividade com um peso cada vez maior no PIB nacional e nas exportações. Até onde pode ir este crescimento? Qual é a nossa capacidade de resposta a esse crescimento? A Plataforma Nacional de Turismo pode dar um grande contributo para que nós, decisores públicos e políticos, mas também os privados, tenham ferramentas importantes que ajudem à reflexão e à tomada de decisões”, frisou o presidente da Turismo do Centro.

Outra nota deixada por Raul Almeida foram os desafios específicos da atividade turística na região Centro de Portugal. “Nesta região, enfrentamos os desafios globais comuns a todos, como as guerras ou a inflação, mas também desafios específicos, como são a sazonalidade, a coesão territorial ou a excessiva litoralização da atividade turística. Temos 100 municípios no Centro de Portugal e a maior parte deles são de interior. No Turismo, podemos e devemos dar um grande contributo para aumentar a coesão territorial e a coesão social, contribuindo para que os territórios de baixa densidade recebam mais turistas e tenham outra perspectiva de crescimento”, concluiu.

No painel que se seguiu, dedicado ao tema “Que agenda para o futuro do turismo em Portugal?”, e que contou com a presença de Bernardo Trindade, presidente da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal; Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal; e Jorge Sampaio, da comissão executiva da Turismo Centro de Portugal, este último salientou a urgência de se pensar o Turismo a longo prazo. “Falta uma estratégia global para o turismo para o nosso país. Acho incrível que, para um setor que vale quase 20% do PIB, Portugal não consiga ter uma estratégia que dure 15 ou 20 anos. A estratégia não pode mudar ao sabor dos ciclos políticos, tem de ser pensada a longo prazo. Em áreas estratégicas para o país, como esta, deveriam ser feitos pactos de regime”.

“A estratégia global para o país tem de assentar num destino global. Todo o país tem de ser um destino turístico, porque só assim conseguimos gerar e distribuir riqueza em todo o país. Os nossos grandes trunfos residem na diversidade e na autenticidade turística que temos, mas precisamos de nos organizar, para distribuir esta riqueza. Cada vez mais, o Turismo deve fazer as pazes com os cidadãos”, disse ainda Jorge Sampaio.

De referir que o 1.º Fórum da Plataforma Nacional de Turismo acontece no âmbito da Conferência Internacional INVTUR 2024, um evento organizado pela Universidade de Aveiro desde 2010 e que se tornou numa das maiores conferências científicas na área do turismo a nível mundial.

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Nações Unidas discutem papel do turismo para o desenvolvimento sustentável

O papel do turismo no desenvolvimento sustentável foi o tema central da recente Assembleia-Geral das Nações Unidas. No evento, além do foco dado à importância do setor para as sociedades e economias, houve também uma chamada de atenção para o consumo insustentável e como este está a provocar a perda de biodiversidade.

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A Assembleia-Geral das Nações Unidas realizou, recentemente, um segundo evento temático centrado no turismo e no papel fundamental do setor no desenvolvimento sustentável e na resiliência.

Organizado pelo presidente da Assembleia-Geral em colaboração com o Turismo da ONU (UN Tourism), o evento teve lugar na sede da ONU no âmbito da Semana da Sustentabilidade. A presença de Estados Membros, Observadores, organizações da sociedade civil e agências da ONU refletiu um crescente compromisso coletivo para aproveitar o poder transformador do turismo para o desenvolvimento inclusivo e sustentável.

Dirigindo-se à Assembleia-Geral, o secretário-geral do Turismo da ONU, Zurab Pololikashvili, destacou a “importância crescente do setor do turismo para as nossas sociedades e economias acarreta uma responsabilidade acrescida. Não podemos permitir que a tábua de salvação do turismo seja novamente cortada. A resiliência no setor do turismo não é apenas uma questão de planeamento ou de reação a crises. Trata-se também de abordar de forma proactiva os factores subjacentes a essas crises”.

Pololikashvili salientou ainda que “o consumo insustentável está a provocar a perda de biodiversidade, as alterações climáticas e o aparecimento de pandemias”. Por isso, considerou que “é vital que adotemos políticas que acelerem a mudança transformadora”.

Já o presidente da Assembleia-Geral da ONU, Dennis Francis, reconheceu que “precisamos de um setor de turismo global que seja sustentável – um setor com cadeias de valor locais profundas que expandam a procura de produtos e serviços feitos localmente de forma a beneficiar direta e positivamente as comunidades locais; um setor que sirva como uma força positiva para a conservação da biodiversidade, proteção do património e meios de subsistência amigos do clima”.

Plataforma de partilha
O evento temático proporcionou também uma plataforma para os Estados-Membros partilharem as melhores práticas, estratégias e abordagens inovadoras para promover o turismo sustentável e resiliente, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os principais destaques incluíram o “Fireside Chat: O Futuro do Turismo” onde os líderes da indústria do turismo, do meio académico e da sociedade civil participaram numa discussão dinâmica sobre o futuro do turismo e a necessidade de soluções inovadoras para enfrentar os desafios e oportunidades emergentes.

Nas Mesas redondas ministeriais foram realizadas discussões sobre o lançamento do Quadro Estatístico para Medir a Sustentabilidade do Turismo e estratégias para promover um turismo resiliente face aos desafios globais. Ministros e funcionários de alto nível partilharam ideias e compromissos para promover práticas e políticas de turismo sustentável.

Recorde-se que a Assembleia-Geral da ONU adotou uma resolução para declarar 2027 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável e Resiliente. A resolução convida o Turismo da ONU a trabalhar com governos, agências da ONU e organizações internacionais para a implementação do ano temático.

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Francisco Calheiros: “Cá estaremos para dar voz a todos os ramos do turismo representados na CTP”

Na tomada de posse dos órgãos sociais da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) para o mandato de 2024-2027, que teve lugar esta terça-feira na Sociedade de Geografia de Lisboa, Francisco Calheiros, presidente desta confederação, afirmou que apesar de estarem “cientes dos desafios”, vão continuar “a dar voz a todos os ramos do turismo representados na CTP com vista à defesa dos seus interesses”.

Carla Nunes

Apontando que “o país e o turismo enfrentam atualmente vários desafios internos”, nomeadamente “a decisão sobre o novo aeroporto, a privatização da TAP, a execução do PRR e questões fiscais e laborais”, aos quais acrescem a instabilidade a nível internacional, o presidente da CTP afirma que “é muito difícil fazer previsões de curto ou médio prazo, muito menos a longo prazo”.

No entanto, mostra-se seguro ao afirmar que “o turismo é valor” e que “mesmo enfrentando todas as incertezas, resiste como um dos setores que mais contribui para o país, seja através dos impostos que paga, do emprego que gera e do investimento que realiza”.

Indicando que a confederação “não representa apenas os interesses empresariais do turismo”, assumindo também “uma importância muito relevante na sociedade civil”, Francisco Calheiros afinca que a CTP continuará a “influenciar decisões estratégicas para o turismo, através de compromissos, de consensos sociais e institucionais”. No entanto, deixa um aviso: “Não contarão connosco para facilitismos”.

“Vamos continuar, neste mandato, a tudo fazer para influenciar decisões que permitam a construção de legislação mais adequada ao estabelecimento de políticas públicas cada vez mais eficientes, mais amigas do investimento e da iniciativa privada, mais propiciadoras da geração de riqueza e do fortalecimento do tecido empresarial da atividade económica do turismo”, declarou.

CTP define 11 eixos estratégicos para 2024-2027

Para o efeito, Francisco Calheiros refere que a CTP definiu “11 eixos estratégicos” de atuação, nomeadamente: crescimento, dimensão e internacionalização das empresas; transportes, com acessibilidades aeroportuárias e ferroviárias, além da privatização da TAP; promoção turística externa; fiscalidade e custos de contexto; reforma do Estado; concertação social, capital humano e sua qualificação; transformação digital; fundos comunitários, como o PRR e o PT2030; sustentabilidade ambiental; reforço do papel do associativismo do turismo e demografia.

Apesar de afirmar que todos estes eixos são importantes, o presidente da CTP destaca “o tema dos transportes, com a necessidade imperiosa de um novo aeroporto”, através de “uma decisão que tenha em conta o curto, o médio e o longo prazo”.

Refere ainda que Portugal e o turismo necessitam de “uma reforma do Estado, para que se torne mais ágil, menos burocrático e que olhe mais para as empresas” – que, acrescenta, “necessitam de pagar menos impostos e ter menos custos de contexto, assim como é necessário redefinir os apoios à internacionalização e o reforço da promoção externa do país”.

Numa nota final, Francisco Calheiros afirma que “estes são temas bem conhecidos” dos atuais ministro da Economia, Pedro Reis e do Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, que acredita que vão “delinear as políticas públicas necessárias, já que conhecem a atividade turística, os seus problemas e desafios”.

O tempo “da decisão, da execução e da implementação”

Na sua primeira intervenção pública enquanto ministro da Economia, Pedro Reis afirmou na tomada de posse da CTP que “este é o tempo da decisão, da execução, da implementação”.

No seu entender, “o desafio do país e deste Governo é a execução”, apontando que “a economia portuguesa tem desafios interessantes e oportunidades estratégicas”, como “a internacionalização, a inovação, a capitalização, o talento, o ganho de escala, produtividade e competitividade”. Neste contexto, Pedro Reis considera o turismo “como um setor estratégico” para a economia, referindo a sua “capacidade de desmultiplicação noutros setores”.

“Não sou dos que acha que temos demasiado turismo. O desafio, sim, é termos mais indústria, mais comércio e serviços, e mais agricultura e agroindústria. E verão que, se o conseguirmos, diluímos virtuosamente a nossa economia em mais setores estratégicos. Para isso precisamos de uma visão integrada e articulada da economia”, termina.

O local escolhido para a tomada de posse dos órgãos sociais da CTP para o mandato de 2024-2027, na Sociedade de Geografia de Lisboa, teve em conta o facto de ter sido aí que se realizou 1.º Congresso Nacional de Turismo, em 1936, além do 4.º Congresso Internacional de Turismo, em 1911, como referiu Francisco Calheiros.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Foto: Diana Quintela

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Programa de Governo destaca 12 pontos para o Turismo

Entregue esta quarta-feira ao presidente da Assembleia da República, José Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem diversos pontos referente ao turismo. Decidir “rapidamente sobre a construção do novo aeroporto” e “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013” são dois deles. Mas há mais.

Victor Jorge

São 12 os pontos que o Programa do Governo, liderado por Luís Montenegro, destaca para o setor do Turismo. Entregue esta quarta-feira, 10 de abril, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, ao presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem como horizonte o final da Legislatura, em 2028, e assume uma linha de ação convergente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, assim como, com a Estratégia Portugal 2030, que enquadra a aplicação dos fundos europeus estruturais e de investimento.

Assim, no que diz respeito ao Turismo, o Governo pretende “eliminar de imediato a Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (AL)”, bem como a “caducidade das licenças anteriores ao programa Mais Habitação, e revendo simultaneamente as limitações legais impostas pelo Governo socialista”.

Aposta é também a “qualificação da oferta turística” e o aumento da procura, concentrando em mercados que garantam um “crescimento em valor e combatendo a sazonalidade”.

Relativamente aos Transportes pode ler-se que a aposta passa por “atrair Transporte Aéreo regular e diversificado nos aeroportos nacionais” e “decidir rapidamente” a construção do novo aeroporto.

“Clarificar as regras de investimento imobiliário e atração de investimento (residentes e não residentes); Identificar necessidades de infra-estrutura turística, promovendo o seu investimento público e privado, incluindo as áreas necessitadas de alojamento e infra-estrutura de transportes e lançar programas de apoio à satisfação dessas necessidades” são outros pontos destacados neste Programa de Governo.

No emprego e formação, “valorizar o ensino e formação contínua em Turismo e criar/consolidar uma rede nacional integrada de formação (hubs), com escala e qualidade, suportando conteúdos programáticos complementares que potenciam a oferta de qualidade” são outras preocupações espelhadas no programa do XXIV Governo da República, além de referir-se a promoção de um turismo sustentável, partindo do princípio que o turista “além de visitar lugares, pretende viver experiências, respeitando o meio-ambiente e as comunidades locais”.

“Consolidar Portugal como destino turístico de excelência em tudo o que está ligado à economia azul, ao mar e às atividades náuticas” é considerado como “eixo fundamental para a nossa oferta”.

Nos pontos dedicados ao Turismo não falta, também, uma referência ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), referindo-se o “acelerar a componente 16” do mesmo, focada na transição digital do tecido empresarial (aceleradoras do comércio digital e bairros comerciais digitais).

Pelo descrito, percebe-se, igualmente, que é intenção “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013 no quadro de consolidação e autonomia das Entidades Regionais de Turismo (ERT), face ao processo de assunção de novas competências pelas comunidades intermunicipais, resultante do processo de descentralização em matéria da promoção turística”.

Finalmente, “concretizar a Agenda do Turismo para o Interior” e “iniciar o processo de criação de uma nova agenda para o turismo, que assegure a sua sustentabilidade económica, social e cultural, bem como a definição de novas metas, num espírito de cooperação com todos os parceiros que potencie a competitividade de Portugal”, fecham os pontos do Programa de Governo dedicados ao setor do Turismo.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Turismo de Portugal, CMVM e IAPMEI assinam protocolo de colaboração

O Turismo de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I.P., assinaram um protocolo de colaboração com vista a alcançar objetivos comuns respeitantes ao desenvolvimento empresarial.

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A assinatura deste protocolo representa um marco significativo para o reforço da cooperação entre instituições com contacto relevante junto das empresas, contribuindo para um empreendedorismo ativo e conhecedor das oportunidades e desafios, promovendo o crescimento sustentável da economia portuguesa.

Neste âmbito, a CMVM, o IAPMEI e o Turismo de Portugal comprometem-se a desenvolver iniciativas conjuntas, nomeadamente para a promoção do recurso a opções alternativas de financiamento, incluindo o mercado de capitais, e para incentivar a adoção pelas empresas de boas práticas ambientais, sociais e de governance.

O conjunto de iniciativas planeadas incluem a realização de encontros com empresas para partilhar informação sobre o financiamento através do mercado de capitais, nomeadamente através da organização de encontros no âmbito do “Roteiro de Financiamento em Mercado” e da colaboração da CMVM em iniciativas e eventos do IAPMEI e do Turismo de Portugal nos quais a sua participação se justifique.

O protocolo prevê ainda o desenvolvimento de projetos de apoio às empresas que visam a respetiva capacitação e o reforço da governance bem como a divulgação de iniciativas relevantes conjuntas ou de cada uma das instituições, através dos seus canais de comunicação.

De forma a estimular a partilha de conhecimentos entre as três instituições, serão promovidas ações de capacitação, entre as quais sessões dedicadas ao processo de entrada e as vantagens do mercado de capitais para as empresas portuguesas.

Esta parceria vem na sequência do trabalho já desenvolvido nesta matéria e reflete o compromisso e a dedicação das instituições em identificar oportunidades para desenvolver mais ações de cooperação para o desenvolvimento empresarial.

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Novo SET: “Uma ótima escolha”, diz a CTP

Numa pequena nota de imprensa, a Confederação do Turismo de Portugal congratula-se com a nomeação de Pedro Machado para a Secretaria de Estado do Turismo.

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De acordo com Francisco Calheiro, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), a nomeação de Pedro Machado “é uma ótima escolha para secretário de Estado do Turismo”.

Numa breve nota de imprensa, a CTP congratula-se com o facto de o turismo voltar a ter uma Secretaria de Estado exclusiva no âmbito da orgânica do XXIV Governo, algo que tinha deixado de existir no anterior Executivo.

Para o presidente da CTP, Pedro Machado “é uma ótima escolha do primeiro-ministro e do ministro da Economia para secretário de Estado do Turismo. Pedro Machado irá seguramente exercer bem as suas funções, já que conhece em profundidade a atividade turística, os seus problemas e desafios, graças aos cargos que exerceu no setor, pelo que irá com certeza dar a máxima atenção ao turismo e aos vários temas estratégicos que lhe estão subjacentes”, conclui Francisco Calheiros.

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Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo

Após 10 anos à frente dos destinos da Turismo do Centro, Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo do XXIV Governo de Portugal.

Victor Jorge

Após algumas horas de espera, foi publicada a lista dos secretários de Estado que compõem o XXIV Governo, com Pedro Machado, ex-presidente da Região de Turismo do Centro de Portugal, a ser nomeado secretário de Estado do Turismo.

Licenciado em Filosofia, Mestre em Ciências de Educação, na Área de Especialização – Psicologia Educacional, Doutorando em Património Alimentar: Culturas e Identidades, bem como em Turismo, Pedro Machado foi presidente da Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal entre 2013 e 2023.

Desde do término das funções como presidente da Turismo do Centro, Pedro Machado manteve-se à frente da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, cargo que acumulava desde 2007 com a presidência da ERT.

Nascido a 27 de novembro de 1966, do curriculum de Pedro Machado fazem ainda parte passagens pelo Conselho Geral do Instituto Politécnico de Coimbra (desde 2021); Membro Cooptado da Escola Superior de Turismo e Hotelaria, Guarda Politécnica (desde 2018); Personalidade Convidada do Conselho Consultivo do Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo (desde 2018); Membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu (desde 2017); Membro Cooptado do Departamento de Gestão, Economia e Turismo da Universidade de Aveiro (desde 2017); Presidente da Assembleia Geral da Centro de Portugal Film Commission e Presidente da Assembleia Geral da iNature.

Na última entevista que deu ao jornal Publituris, Pedro Machado destacava o legado deixado ao longo destes últimos anos: “A marca Centro de Portugal”.

Leia a última entrevista concedida por Pedro Machado ao jornal Publituris por altura da FITUR 2023.

A tomada de posse dos 41 secretários de Estado do XXIV Governo de Portugal está marcada para 5 de abril, a partir das 18h00, no Palácio da Ajuda.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Turismo

Portugal Ventures fecha 1.º trimestre com cinco novos investimentos no valor de 5,3M€

Batardas Circular Unity, Neptune, Yon Living e Your Tours são as cinco startups que receberam um total de 5,3 milhões de euros de investimento por parte da Portugal Ventures.

Publituris

A Portugal Ventures, sociedade de capital de risco do Grupo Banco Português de Fomento (BPF), fechou o 1.º trimestre com investimento em cinco startups da área do turismo – Batardas Circular Unity, Neptune, Yon Living e Your Tours – num total de 5,3 milhões de euros.

Estes investimentos resultam da 1.ª edição da Call “Turismo+Crescimento”, uma iniciativa da Portugal Ventures em parceria com o Turismo de Portugal e o Nest – Centro de Inovação para o Turismo, tendo como objetivo investir em projetos/empresas do setor do turismo que contribuam para aumentar a competitividade da oferta turística do país; melhorar a experiência do turista em Portugal e promover a eficiência das empresas do setor.

A Call “Turismo+Crescimento” privilegiou projetos envolvidos no Programa Empresas Turismo 360º e que contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), apresentando soluções que promovem a desmaterialização de processos e serviços, reciclagem, reutilização e redução de resíduos, integração de energias limpas, eficiência energética, eficiência hídrica, mobilidade inteligente, bem como os localizados nos territórios de baixa densidade.

Pedro de Mello Breyner, vogal Executivo da Portugal Ventures, salienta que “estes novos investimentos que veem agora reforçar o portefólio de turismo desenvolvem soluções inovadoras dentro do seu segmento, aliando o Turismo a outros setores absolutamente fundamentais para o desenvolvimento da economia atual como é o caso da alimentação da náutica, da tecnologia e da sustentabilidade”.

Pedro de Mello Breyner reforça ainda que “esta capacidade de criar sinergias e retirar o melhor de cada área é o caminho para um futuro do setor mais forte, dinâmico e que responde às necessidades de um mercado emergente”.

Conheça as start-ups que receberam o investimento por parte da Portugal Ventures:

  • Batarda’s: A Batarda’s é uma empresa de produção alimentar sem glúten com o propósito de proporcionar experiências gastronómicas seguras, saudáveis e saborosas numa base de oferta de excelência para celíacos e não celíacos. Produção controlada pela empresa, e implementação de canais de distribuição próprios, B2B e retalho, grande distribuição e canal Horeca.
  • Circular Unity: A Circular Unity é uma organização pioneira de tecnologia ecológica que facilita a sustentabilidade para as indústrias de eventos, entretenimento, desporto, audiovisual e hotelaria. O seu principal produto, impactALL, é uma solução inteligente que automatiza a recolha de dados, a gestão da sustentabilidade, a elaboração de relatórios e a comunicação de dados de sustentabilidade. Aproveitando Inteligência Artificial treinada em sustentabilidade, sensores IoT, integrações API e a tecnologia de visão computacional, o impactALL simplifica o processo de relatório de sustentabilidade, facilitando às organizações a medição da sua pegada carbónica e a tomada de medidas para reduzir o seu impacto ambiental.
  • Neptune: A Neptune é uma empresa de prestígio ibérico no setor náutico, sediada em Aveiro, que detém um estaleiro naval de referência, dedicando-se à produção de embarcações de luxo sob a marca ROM. Os seus serviços não se limitam à produção de barcos de alta gama, mas também de remodelação e refits de embarcações à vela e a motor, bem como ao parqueamento de embarcações em seco (Dry-Dock).
  • Yon Living: A Yon Living é uma startup de co-living que tem como objetivo proporcionar experiências de vida partilhada inesquecíveis em casas de luxo para nómadas digitais. As casas estão totalmente equipadas com tudo o que um nómada digital precisa para uma estadia prolongada, incluindo internet de alta velocidade, comodidades partilhadas, serviços de limpeza regulares e acesso a eventos comunitários, como aulas de surf, clubes de jantar e passeios artísticos, para ajudar a promover um sentido de comunidade entre os hóspedes.
  • Your Tours: A Your Tours Portugal é um DMC e recetivo português, muito focado no B2B, que cria viagens hiper-personalizadas e autênticas em todo o território português incluindo, claro, Ilhas da Madeira e Açores e, brevemente, em toda a Península Ibérica, combinando e utilizando tecnologias imersivas e inovadoras. Pelo facto de ser uma DMC criada por guias, a sua visão é disruptora e inovadora, na forma como as viagens personalizadas são criadas, promovidas e geridas, para no final serem experienciadas verdadeiramente. A sua proposta centra-se em produtos e serviços de viagem de alto nível de detalhe e atenção, combinando tecnologias como VR360, itinerários digitais, IA, entre outros, que culminam em recomendações de viagem personalizadas e mapas interativos, para uma experiência de viagem única e inteiramente personalizada. Oferecem variados serviços, tais como excursões privadas de um dia ou pacotes de viagem multi-dias, itinerários e pacotes Self-Guided – os quais permitem a exploração e experiências auto-guiadas, fornecendo itinerários compatíveis com o Google Maps – e programas de viagens à medida (Tailor-Made), customizados ao ínfimo detalhe para satisfazer as preferências únicas de cada grupo/pessoa.
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Francisco Calheiros mantém-se à frente da CTP por mais três anos

Francisco Calheiros foi reeleito presidente da Confederação do Turismo de Portugal para o período 2024-2027, em representação da AHRESP.

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A lista encabeçada por Francisco Calheiros para liderar a Confederação do Turismo de Portugal (CTP), em representação da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), foi eleita para o próximo mandato de 2024 a 2027.

A eleição decorreu no dia 27 de março de 2024, em Assembleia Geral Eleitoral, tendo a lista única que se apresentou ao ato eleitoral recebido 94,9% do número total de votos expressos.

O presidente da CTP reeleito, Francisco Calheiros, “regista com satisfação a votação expressiva neste ato eleitoral, o que significa um voto de confiança dos associados da CTP nesta lista constituída pelos representantes do turismo nacional”.

Neste novo mandato, o presidente da CTP reeleito salienta pretender dar “continuidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver em prol do setor do turismo e em defesa dos interesses dos nossos associados”.

“Neste próximo triénio temos muitos desafios pela frente e são várias as prioridades estratégicas que definimos, sabendo bem as dificuldades que enfrentamos, numa conjuntura nacional e internacional de grande incerteza. Mas sou um otimista e sei bem que saberemos ultrapassar todos os obstáculos e continuar a fazer do turismo o motor da economia portuguesa”, frisa Francisco Calheiros.

Os novos órgãos sociais para o próximo mandato têm como presidente da Mesa da Assembleia Geral, a Sociedade Grupo Pestana, SGPS, S. A., representada por José Theotónio e como presidente do Conselho Fiscal a Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S. A., representada por Jorge Rebelo de Almeida.

Para o triénio 2024-2027, a direção da Confederação do Turismo destaca como principais eixos estratégicos do novo mandato, num âmbito geral, a reforma do Estado; a execução do PRR; o PT2030; a fiscalidade e os custos de contexto e as questões da demografia.

Especificamente para o turismo, os temas prioritários da direção da CTP até 2027 são os apoios à consolidação e internacionalização das empresas; a transformação digital, a privatização da TAP e obviamente a decisão sobre o novo aeroporto.

Os órgãos sociais da CTP para o triénio 2024-2027 são:

Conselho Diretivo
Presidente: Francisco Calheiros (AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal)
Vice-presidente: Bernardo Trindade (AHP – Associação da Hotelaria de Portugal)
Vice-presidente: Carlos Moura (AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal)
Vice-presidente: Pedro Costa Ferreira (APAVT – Associação Portuguesa das Agência de Viagens e Turismo)
Vice-presidente: Jorge Armindo Teixeira (APC – Associação Portuguesa de Casinos)
Vice-presidente: Rodrigo Pinto de Barros (APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo)
Vice-presidente: Vítor Costa (ATL – Associação Turismo de Lisboa – Convention and Visitors Bureau)
Vogal: Hélder Martins (AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve)
Vogal: Joaquim Robalo de Almeia (ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos)
Vogal: Luís Eduardo Miranda (ALEP – Associação de Alojamento Local em Portugal)
Vogal: José Luís Arnaut (ANA – Aeroportos de Portugal, S.A.)
Vogal: Manuel Proença (Hoti Hotéis, SGPS, S. A.)
Vogal: Luís Rodrigues (TAP, Transportes Aéreos Portugueses, S. A)

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: José Theotónio (Grupo Pestana, SGPS, S. A)
Vice-presidente: António Moura Portugal (RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal)
Secretária: Rosa Maria Costa (Associação Visit Azores)

Conselho Fiscal
Presidente: Jorge Rebelo de Almeida (Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S. A.)
Vice-presidente: António Jardim Fernandes (ACIF – Associação Comercial e Industrial do Funchal – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira)
Vogal: Frederico Sanches (CNIG – Conselho Nacional da Indústria do Golfe)

A tomada de posse dos novos órgãos sociais realizar-se-á no dia 11 de abril, às 15h00, no Ritz Four Seasons Hotel Lisboa

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