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MSC Cruzeiros volta a ter toda a frota em operação

A MSC Cruzeiros voltou este domingo, 5 de junho, a ter toda a sua frota de 19 navio em operação, depois do regresso ao mar do MSC Musica, que já está a realizar cruzeiros por Itália e Ilhas Gregas.

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MSC Cruzeiros volta a ter toda a frota em operação

A MSC Cruzeiros voltou este domingo, 5 de junho, a ter toda a sua frota de 19 navio em operação, depois do regresso ao mar do MSC Musica, que já está a realizar cruzeiros por Itália e Ilhas Gregas.

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A MSC Cruzeiros voltou este domingo, 5 de junho, a ter toda a sua frota de 19 navio em operação, depois do regresso ao mar do MSC Musica, que já está a realizar cruzeiros por Itália e Ilhas Gregas.

De acordo com um comunicado da companhia de cruzeiros, o MSC Musica vai realizar, durante o verão, um total de 23 viagens, partindo de Monfalcone/Veneza, em Itália, para visitar Katakolon, na Grécia, assim como as ilhas gregas de Creta e Santorini, além de Bari, em Itália.

“Estamos muito orgulhosos de ver toda a nossa frota de volta ao mar. Foi desafiante devido à pandemia, mas o nosso protocolo de saúde e segurança, líder no setor, colocou-nos numa posição robusta e de confiança, para que todos os nossos navios que agora estão no mar, possam oferecer aos nossos parceiros, agentes de viagens e aos seus consumidores o que eles desejam, ou seja, férias de cruzeiro relaxantes, agradáveis e, acima de tudo, seguras”, afirma Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros.

O responsável da companhia de cruzeiros lembra que a MSC Cruzeiros foi a primeira a regressar ao mar, no verão de 2020, ainda em pandemia, depois de ter adotado um protocolo de saúde e segurança, e cumpre agora a promessa realizada no ano passado, quando a MSC Cruzeiros tinha anunciado a intenção de ter toda a sua frota de regresso à operação no verão deste ano.

Este verão, a MSC Cruzeiros vai ter o MSC Meraviglia, o MSC Opera, o MSC Orchestra, o MSC Seaside, o MSC Seaview e o MSC Splendida em operação no Mediterrâneo Ocidental. Além destes, a companhia vai também contar com os navios MSC Armonia, MSC Fantasia, MSC Lirica, MSC Musica e MSC Sinfonia em operação no Mediterrâneo Oriental.

Já no Norte da Europa vão estar a operar os navios MSC Grandiosa, MSC Magnifica, MSC Poesia, MSC Preziosa e MSC Virtuosa, enquanto o MSC Divina e o MSC Seashore vão estar na América do Norte. No Médio Oriente está ainda o MSC Bellissima.

Este ano, a companhia de cruzeiros vai ainda inaugurar dois novos navios, concretamente o MSC Seascape e o MSC World Europa, que será o primeiro navio da companhia movido a GNL, ambos com chegada prevista para o final do ano, mas cujas vendas já se encontram abertas.

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Junho: Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais mais próximo dos níveis pré-pandemia

Em junho de 2022, os aeroportos nacionais movimentaram 5,7 milhões de passageiros, aproximando-se dos níveis pré-pandemia, uma vez que, comparado com o mesmo mês de 2019, verificou-se apenas uma diminuição de 2,7%.

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De acordo com dados da Atividade dos Transportes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), este terça-feira, o movimento de passageiros nos aeroportos portugueses cresceu 186,0% face a junho do ano anterior, quando em maio último o aumento tinha sido de 319,8%.

Em junho de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 95,9 mil passageiros nos aeroportos nacionais (87,1 mil no mês anterior), aproximando-se do valor observado em junho de 2019 (98,1 mil).

No primeiro semestre de 2022, o número de passageiros aumentou 344,0% (-12,8% face a igual período de 2019), continuando a tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico.

Neste período, o aeroporto de Lisboa movimentou 49,8% do total de passageiros (12,1 milhões) e registou um crescimento de 380,9% comparando com o período homólogo de 2021 (-17,0% face ao mesmo período de 2019). Considerando os três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros, Faro registou o maior acréscimo (+503,2%).

Ainda de acordo com o INE, durante o mês de junho, aterraram nos aeroportos nacionais 20,8 mil aeronaves em voos comerciais, correspondendo a 5,7 milhões de passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos).

Comparando com junho de 2019, registaram-se variações de -3,3% no número de aeronaves aterradas, e -2,7% nos passageiros movimentados.

Quando considera os passageiros desembarcados em junho de 2022, o INE revela que 80,8% corresponderam a tráfego internacional (70,9% no mesmo mês de 2021), na maioria provenientes do continente europeu (68,5% do total), enquanto, em relação aos passageiros embarcados, 80,4% corresponderam a tráfego internacional (70,4% em junho de 2021), tendo como principal destino aeroportos no continente europeu (68,9% do total).

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Aeromexico regressa a Havana a partir de 30 de outubro

Com sete frequências semanais, a Aeromexico vai retomar, a partir de 30 de outubro próximo, a sua operação entre a Cidade do México e Havana (Cuba, oferecendo quase 10 mil lugares por mês.

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As vendas de bilhetes para esta rota, que a transportadora aérea mexicana opera desde 2011, tendo sido suspensa devido à pandemia, já estão disponíveis. A operação será realizada em aviões Boeing 737.

Desta forma, a Aeromexico irá ampliar a sua presença na região das Caraíbas, onde também opera a rota para Santo Domingo, e com esta reativação, irá disponibilizar 120 voos e mais de 15.500 lugares por mês.

Com esta reabertura, a Aeromexico reafirma o seu compromisso de continuar a expandir a sua rede, com o objetivo de ligar o México aos destinos mais importantes do mundo. Durante o mês de agosto, a companhia aérea atingirá uma operação, com quase 570 voos diários para 90 rotas nacionais e internacionais.

 

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Royal Caribbean aligeira protocolos de navegação na Europa

A Royal Caribbean acaba de anunciar que irá implementar, a partir de 5 de setembro próximo, novas regras nos protocolos de navegação em cruzeiros pela Europa, incluindo o Reino Unido, tornando-as menos rígidas.

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A Royal Caribbean garante, em comunicado, que tem trabalhado continuamente em parceria com as entidades competentes dos destinos e fez grandes progressos para receber todos os hóspedes a bordo dos seus navios em segurança.

A intenção, segundo a companhia de cruzeiros, é trabalhar por fases à medida que vai alterand os  protocolos, para indicar que,  sempre que implementa alterações, informa todos os hóspedes com reservas que sejam afetadas.

Com as novas medidas, passará a haver a recomendação para que os seus hóspedes estejam totalmente vacinados contra o COVID19, caso sejam elegíveis. A vacinação já não será um requisito obrigatório, no entanto a companhia solicita aos passageiros que divulguem a sua situação vacinal durante o check-in para garantir que mantem uma população a bordo altamente vacinada.

Os passageiros considerados não vacinados ou sem a vacinação completa pela EMA (Agência Europeia do Medicamento), podem precisar de testes adicionais a bordo com base nas escalas do seu itinerário.

Os hóspedes vacinados deverão viajar com o seu certificado de Vacinação, pois alguns locais nos nossos portos de escala podem exigir essa documentação.

Entretanto, os testes pré-cruzeiro e a bordo permanecerão inalterados.

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easyJet anuncia nova rota entre Lisboa e Rennes e coloca à venda as ligações a partir da capital portuguesa

Para além do seu novo trajeto entre Lisboa e a cidade francesa de Rennes, a easyJet colocou à venda, esta terça-feira os outros 13 destinos que opera à partida da capital portuguesa.

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A nova rota, que começa a ser operada a partir de novembro deste ano, será garantida através de três frequências semanais: às terças, quintas e sábados, disponibilizando quase 30 mil lugares a mais.

Além das novas rotas, a easyJet irá disponibilizar outras 13 novas ligações entre Lisboa e diversas cidades da sua rede europeia. Assim, esta terça-feira foram também colocados à venda voos para Barcelona, Milão Bergamo, Bilbau, Porto Santo, Toulouse e Zurique, que serão operados a partir de 30 de outubro. Assim como para Fuerteventura, Las Palmas de Gran Canária, Marselha Provença e Marraquexe, cujos voos começam no dia 31 de outubro. Também é possível comprar já viagens para Rennes e Valência – que começam as suas operações dia 1 de novembro -, e Tenerife Sul e Birmingham – que iniciam a 2 de novembro.

Segundo José Lopes, Country Manager da easyJet para Portugal, com este novo destino a partir de Lisboa, “reforçamos ainda mais a nossa operação no país. A ligação entre a capital e Rennes começa a sua operação já em novembro, o que permitirá aos nossos clientes viajar com mais facilidade”.

O responsável revela igualmente que ao serem colocados à venda outras 13 novas ligações entre Lisboa e a rede europeia da companhia, “os nossos clientes já podem marcar os destinos que desejam, satisfazendo as suas necessidades.”

Refira-se, conforme comunicado da easyJet, este investimento surge na sequência da atribuição de 18 novos slots diários no aeroporto de Lisboa pela Comissão Europeia.

A companhia aérea anunciou recentemente que irá basear mais três Airbus A321neo, em Lisboa, o que permitirá o lançamento de novas rotas e o reforço da capacidade para outros destinos. Assim, a easyJet, diz o comunicado, torna-se a companhia aérea número dois no aeroporto de Lisboa, com uma rede de 32 rotas – 30 internacionais e duas domésticas – num total de10 países.

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Princess Cruises cancela 11 cruzeiros por falta de recursos humanos

Cancelamento afeta as viagens do navio Diamond Princess, na Califórnia, EUA, entre 1 de setembro e 13 de novembro.

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A Princess Cruises foi obrigada a cancelar 11 viagens de navios de cruzeiro devido à falta de recursos humanos, numa decisão que afeta as viagens do navio Diamond Princess, na Califórnia, EUA, entre 1 de setembro e 13 de novembro.

De acordo com um comunicado da companhia de cruzeiros, que em Portugal é representada pela Mundomar Cruzeiros, a crise dos recursos humanos, que se seguiu à crise provocada pela pandemia, atingiu fortemente a Princess Cruises, que se viu agora obrigada a cancelar as viagens de um dos seus navios por falta de tripulação.

A decisão foi comunicada ao mercado por comunicado, no qual a Princess Cruises admite que foi obrigada a tomar esta “difícil decisão” de cancelar 11 viagens do Diamond Princess devido a “desafios laborais”, como a companhia de cruzeiros se refere à crise dos recursos humanos.

“No ano passado, operámos centenas de cruzeiros graças às dezenas de milhares de trabalhadores que regressaram à nossa frota. No entanto, como outros na indústria de viagens, temos vivido alguns desafios”, explica a Princess Cruises.

Todos os cruzeiros cancelados do Diamond Princess tinham partida e chegada ao porto de San Diego, na Califórnia, EUA, e os clientes afetados podem agora pedir a substituição da viagem por outra no mesmo navio ou no Crown Princess, com uma oferta extra de 100 dólares para gastar durante o cruzeiro.

Os passageiros afetados podem também adiar o cruzeiro para uma data posterior, gozando igualmente da oferta de 100 dólares para usar durante a viagem, ou pedir ainda o reembolso total da viagem.

 

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Subida dos preços das low cost vai reduzir acessibilidade das viagens internacionais, prevê GlobalData

Segundo a GlobalData, o aumento dos preços dos bilhetes nas companhias aéreas low cost já está a ameaçar a recuperação turística do Reino Unido, que estava prevista até 2024.

Inês de Matos

O aumento dos preços dos bilhetes nas companhias aéreas low cost, a exemplo da Ryanair, cujo presidente executivo, Michael O’Leary, admitiu recentemente que a época dos preços baixos na aviação terminou, vai reduzir a acessibilidade das viagens internacionais, prevê a GlobalData.

“As companhias aéreas de baixo custo, como a Ryanair, permitiram que mais e mais pessoas viajassem para o exterior. No entanto, o aumento dos preços dos bilhetes só agravará a atual crise do custo de vida, e aqueles que já estão a ter dificuldade podem ser excluídos do mercado das viagens”, afirma Benedict Bradley, analista temático da GlobalData.

De acordo com o responsável, esta crise dos preços já está a pressionar o mercado das viagens internacionais, arrastando no tempo a crise que a pandemia já tinha vindo provocar, pelo que não é de estranhar que se venha a assistir a um crescimento das viagens domésticas, enquanto as viagens internacionais vão ser pressionadas pelos cancelamentos.

A GlobalData alerta que o aumento de preços pode ser insignificante para muitos viajantes, mas ter um efeito dissuasor para muitos outros, podendo mesmo levar a que os planos de férias nos próximos anos sejam reconsiderados, a exemplo do mercado britânico, cuja recuperação estava prevista para 2024 mas em relação ao qual a GlobalData vem agora dizer que o aumento dos preços pode colocar essa perspetiva “em risco”.

“Quando questionados na pesquisa de consumidores do segundo trimestre de 2022 da GlobalData, 66% dos entrevistados do Reino Unido disseram estar extremamente ou ligeiramente preocupados com o impacto da inflação no orçamento doméstico. Viajar pode ser a primeira coisa a deixar cair para aliviar esses problemas de custo de vida”, lê-se na informação divulgada pela empresa de análise de dados.

“O aumento nas tarifas está a ser impulsionado por um aumento dramático nos custos do combustível. Desde o início de 2022, o preço do combustível de aviação aumentou 90%. A Ryanair é a primeira companhia aérea de baixo custo a declarar publicamente o fim dos voos super low-cost. No entanto, a inflação do preço do combustível não é exclusiva da Ryanair e aumentará os custos gerais em todo o setor, impactando negativamente não apenas a Ryanair, mas concorrentes como easyJet e Wizz Air. Esta não é uma boa notícia para os turistas”, conclui Keir Maclean, analista da GlobalData.

Recorde-se que o presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, deu recentemente uma entrevista à BBC Radio 4, na qual admitiu que os preços da aviação vão subir, incluindo nas companhias aéreas low cost, e que o tempo dos bilhetes a 10 euros acabou, devido ao aumento dos preços provocado pela guerra na Ucrânia, principalmente do combustível da aviação.

(Leia a notícia sobre as declarações de Michael O’Leary aqui)

 

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Recurso a empresas externas é visto como “traição” pelos técnicos de manutenção da TAP

O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) denuncia também que o recurso a empresas externas para realização da manutenção dos aviões tem custos muitos mais elevados do que se a manutenção fosse feita na TAP.

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O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) considera que o recurso a empresas externas para realização de trabalho de manutenção é “uma traição” aos técnicos de manutenção da TAP, que recentemente aceitaram a proposta da companhia aérea para regressarem ao regime de horário full time, pondo fim à greve às horas extraordinárias que estava em curso.

Num comunicado enviado à imprensa, o SITEMA, que representa 666 técnicos de manutenção de aeronaves (TMA) da TAP, diz estar preocupado com o “rumo que a TAP está a levar”, até porque a contratação de empresas externas para a realização da manutenção dos aparelhos da companhia aérea de bandeira nacional tem um custo muito superior do que se a manutenção fosse realizada pelos trabalhadores da companhia aérea.

“Os TMA veem, por isso, como uma traição o recurso a empresas externas para realizarem o trabalho de manutenção que podia estar a ser prestado dentro da companhia, poupando centenas de milhares de euros à TAP, ao Estado e aos contribuintes”, considera o sindicato, num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 12 de agosto.

Para o sindicato, além de prejudicar a imagem da TAP, esta situação leva também a companhia aérea a perder “receita importante com a recusa de trabalhos para terceiros”, assim como a perder “com o pagamento que faz às empresas onde contrata trabalho que antes realizava na TAP”.

A situação é ainda pior, acusa o SITEMA, porque a TAP “continua a deixar sair para a concorrência técnicos qualificados e a manter TMA em processo de despedimento coletivo, quando está urgentemente a precisar deles”.

“O SITEMA não compreende a razão de decisões contraditórias que só prejudicam a imagem da companhia e os seus trabalhadores, que nos últimos dois anos têm feito esforços enormes para tentarem ajudar a companhia a retomar o seu lugar de direito na aviação internacional”, acrescenta o sindicato, que se mostra, contudo, “disponível para fazer parte da solução para que a TAP continue a ser considerada uma companhia de excelência”, mas sem deixar que “o bom nome dos TMA seja posto em causa”.

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Azul retoma voos entre Belém e a Flórida a 15 de dezembro

Companhia aérea brasileira vai disponibilizar quatro ligações aéreas por semana entre a capital do estado brasileiro do Pará e Fort Lauderdale, na Flórida, EUA.

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A Azul vai retomar, a 15 de dezembro, as ligações aéreas entre Belém, capital do Pará, Brasil, e Fort Lauderdale, na Flórida, EUA, disponibilizando quatro voos por semana entre os dois destinos, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

De acordo com a Azul, a informação sobre o regresso dos voos foi avançada durante uma conferência de imprensa de Cesar Grandolfo, responsável de Relações Institucionais da Azul, que considerou que esta operação vem contribuir para a descentralização das operações aéreas no Brasil.

“A programação de voos partindo de Belém vai ao encontro da premissa da Azul, que é descentralizar as nossas operações e fomentar o turismo nas mais diferentes regiões do país e do mundo. Estamos bastante felizes com a retomada dessa conexão partindo de uma cidade tão importante do país e agradecidos pela parceria do governo para chegarmos a esse dia”, explicou o responsável. 

Os voos entre Belém e Fort Lauderdale são diretos e não têm escalas, e vão ser operados num avião A321neo, com capacidade para transportar 174 passageiros.

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Qatar Airways põe autocarro alusivo ao Mundial de Futebol a circular pela Europa

A ‘The Journey Tour’ consiste num autocarro interativo que vai chamar a atenção para o Mundial de Futebol de 2022 e que arranca em Londres, a 13 de agosto, passando por mais 12 cidades europeias.

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A Qatar Airways anunciou esta quinta-feira, 11 de agosto, que nos próximos meses vai levar a ação ‘The Journey Tour’ a várias capitais europeias para assinalar a chegada do Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar e para o início do qual faltam apenas 100 dias.

Esta iniciativa, que pretende chamar a atenção para o arranque da competição desportiva e dar a conhecer o destino do Qatar aos europeus, começa este sábado, 13 de agosto, em Londres e vai passar também por Manchester, Bruxelas, Amesterdão, Berlim, Munique, Frankfurt, Düsseldorf, Copenhaga, Zurique, Paris, Madrid e Barcelona.

De acordo com a companhia, a iniciativa consiste num autocarro interativo que vai disponibilizar várias experiências, incluindo a possibilidade de testar as habilidades futebolísticas contra o conhecido jogador brasileiro Neymar Jr., sendo também possível aprender mais sobre a história do Qatar e desta competição de futebol, além de ser possível conhecer a Sarma, a primeira tripulante de cabine Meta-humana.

Além do autocarro interativo, a ação ‘The Journey Tour’ estende-se também às redes sociais, uma vez que a companhia aérea está a promover um passatempo através da utilização da hashtag #FlytoQatar2022 que vai sortear bilhetes para os jogos do Mundial de Futebol de 2022 e pacotes de viagens com tudo incluído para assistir à prova desportiva.

“Na Qatar Airways, estamos orgulhosos por apoiar este torneio incrível como Companhia Aérea Parceira Oficial da FIFA. Com apenas 100 dias para o final, temos o prazer de ajudar a aumentar a emoção e a paixão por este evento através do ‘The Journey Tour’ – e estamos ansiosos para receber os fãs no Qatar para o pontapé inicial em novembro”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

 

 

 

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Voos a 10€? “Não vamos ver esses preços nos próximos anos”, diz Michael O’Leary

O presidente executivo da Ryanair culpa a invasão da Rússia à Ucrânia pela subida do preço do combustível, que está a levar a um aumento dos preços dos bilhetes aéreos, inclusive nas companhias aéreas de baixo custo.

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O presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou esta quinta-feira, 11 de agosto, que o tempo dos preços baixos na aviação está a terminar devido ao aumento do combustível, considerando mesmo que a época dos voos a 10 euros acabou e não deverá regressar tão cedo.

“Acho que não haverá voos a 10 euros, porque os preços do petróleo estão muito mais altos, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Acho que não vamos ver esses preços nos próximos anos”, afirmou o responsável, em entrevista à BBC Radio 4.

Michael O’Leary acrescentou que as tarifas médias dos bilhetes na Ryanair deverão aumentar cerca de 10 euros, para 50 euros por trajeto, ao longo dos próximos cinco anos, num aumento que não deverá, no entanto, ser um problema para as companhias aéreas de baixo custo.

Para Michael O’Leary, mesmo com as atuais restrições orçamentais, muito por culpa da inflação, a procura por viagens aéreas deverá continuar, o que o leva a acredita que, mesmo com um aumento de preços, as companhias aéreas low cost vão “sair-se bem”.

Na mesma entrevista, o presidente executivo da Ryanair criticou ainda os efeitos do ‘Brexit’, que levou a uma redução do número de trabalhadores europeus no Reino Unido, correspondendo a centenas de milhares de empregos.

 

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