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Emirates anuncia recrutamento em 30 cidades em todo o mundo até final de junho

A campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

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A Emirates deu início a um novo processo de recrutamento que vai passar por 30 cidades em todo o mundo e que decorre até ao final de junho, no âmbito do qual a companhia aérea do Dubai “procura pessoas talentosas com paixão pelo serviço” e que estejam interessadas numa carreira na aviação.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, a campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

“Fazemos sempre o esforço de encontrar os nossos candidatos pessoalmente sempre que podemos, e é por isso que a nossa equipa de Aquisição de Talentos está a fazer uma digressão de 30 cidades durante as próximas seis semanas para avaliar potenciais candidatos”, explica Abdulaziz Al Ali, vice-presidente executivo do Grupo Emirates para os Recursos Humanos.

Apesar do recrutamento presencial, os candidatos devem realizar a sua candidatura online, através do site da Emirates para recrutamento, onde é também possível consultar mais informação sobre o papel da tripulação de cabina da Emirates.

De acordo com a Emirates, a sua tripulação de cabina é composta por 160 nacionalidades, o que reflete a “heterogeneidade de clientes e operações internacionais em mais de 130 cidades em seis continentes” da companhia aérea.

Além da possibilidade de uma carreira na aviação, a Emirates oferece também alojamento no Dubai fornecido pela empresa, salário isento de impostos e benefícios adicionais.

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Transporte aéreo de passageiros recupera no 3.º trimestre mas continua abaixo de 2019, segundo INE

O transporte aéreo está a recuperar e, no terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram 18,5 milhões de passageiros, crescimento de 79,4% face ao mesmo período de 2021 mas que continua 1,5% abaixo do mesmo trimestre de 2019.

O transporte aéreo de passageiros está a recuperar também em Portugal e, no terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram 18,5 milhões de passageiros, número que corresponde a um crescimento de 79,4% face ao mesmo período de 2021 mas que continua 1,5% abaixo do mesmo trimestre de 2019.

De acordo com os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira, 6 de dezembro, entre julho e setembro de 2022, os aeroportos nacionais assistiram ainda à aterragem de 67 mil aeronaves em voos comerciais, o que traduz um aumento de 35,3% face ao mesmo período de 2021.

Em comparação com o terceiro trimestre de 2019, também o total de aviões que aterraram nos aeroportos nacionais desceu e ficou 1,7% abaixo do que tinha sido apurado entre julho e setembro de 2019.

Por aeroportos, foi a infraestrutura lisboeta que concentrou a maioria dos passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, com 47,1% do total de passageiros, o que representa 8,7 milhões de passageiros, ainda que este número, acrescenta o INE, traduza um decréscimo de 5,3% face ao mesmo trimestre de 2019.

Já o aeroporto do Porto concentrou 21,5% do total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais no terceiro trimestre do ano e atingiu os quatro milhões de passageiros, valor que ficou 2,0% acima do valor atingido no mesmo trimestre de 2019.

Em Faro, foram ainda movimentados 3,1 milhões de passageiros no terceiro trimestre, o que corresponde a 16,9% do total e traduz um decréscimo de 9,8% face a trimestre homólogo de 2019.

No Funchal, Madeira, foram movimentados mais 1,2 milhões de passageiros, superando em 30,3% o valor atingido no mesmo trimestre de 2019, enquanto em Ponta Delgada houve um aumento de 9,6% face aos passageiros movimentados no terceiro trimestre de 2019.

Entre julho e setembro, o tráfego internacional movimentou 14,8 milhões de passageiros e concentrou 80,2% do tráfego total, com o peso do movimento de passageiros internacionais a chegar aos 95,4% em Faro, 87,2% em Lisboa e 85,8% no Porto.

O INE diz ainda que “o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 3º trimestre de 2022, comparando com os períodos homólogos de 2019, 2020 e 2021, estão já próximos dos níveis anteriores à pandemia”.

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Tripulantes da TAP confirmam greve e anunciam nova paralisação

Reunido esta terça-feira, 6 de dezembro, em assembleia-geral, o sindicato que representa os tripulantes da TAP confirmou a greve de 8 e 9 de dezembro e decidiu marcar uma nova paralisação com um “mínimo de cinco dias de greve a realizar até dia 31 de janeiro”.

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) confirmou esta terça-feira, 6 de dezembro, a greve da tripulação de cabina da TAP para 8 e 9 de dezembro e anunciou, pelo menos, mais cinco dias de paralisação até 31 de janeiro.

Reunido esta terça-feira, 6 de dezembro, em assembleia-geral, o sindicato deliberou pela manutenção da greve para os dias 8 e 9 de dezembro, tendo ainda, segundo disse fonte do SNPVAC à Lusa, decidido marcar uma nova paralisação com um “mínimo de cinco dias de greve a realizar até dia 31 de janeiro”.

Apesar do anuncio de uma nova greve na TAP, as datas para a paragem ainda não são conhecidas e vão ser definidas pela direção do SNPVAC, sendo comunicadas aos associados do sindicato “24 horas antes da entrada do pré-aviso de greve”.

A assembleia-geral do SNPVAC que decorreu esta terça-feira contou com a participação de mais de 600 associados, entre presenças e procurações.

A Lusa recorda que a TAP e os seus tripulantes de cabina estão em negociações para a revisão do Acordo de Empresa (AE), no âmbito do plano de reestruturação da companhia aérea.

As negociações não têm, no entanto, chegado a bom-porto, com a TAP a retirar mesmo a proposta que tinha apresentado, mas que tinha sido considerada insuficiente pelo sindicato.

Entretanto, a companhia aérea anunciou já o cancelamento de cerca de 360 voos de um total de 500 previstos para os dias 8 e 9 de dezembro, dias em que se realiza a paralisação da tripulação de cabina da TAP.

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Azul deixa de aceitar pagamentos de serviços por transferência bancária

A partir de 1 de janeiro de 2023, o pagamento de serviços como bagagem, assentos, menores desacompanhados ou transporte de animais de estimação passa a ser feito por cartão de crédito, débito ou através do site da companhia aérea.

A Azul vai deixar de aceitar, a partir de 1 de janeiro de 2023, pagamentos de serviços, como bagagem, assentos, menores desacompanhados ou animais de estimação, através de transferência bancária.

De acordo com um comunicado da companhia aérea brasileira, o pagamento destes serviços vai passar a ser realizada exclusivamente por cartão de crédito ou débito, não sendo emitida fatura localmente.

Na informação divulgada, a Azul lembra ainda que o pagamento destes serviços também pode ser realizado através do website da companhia aérea, através da consulta da reserva, no separador “Minhas Reservas”.

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Business man holding airliner aircraft plane on world globe background / worldwide travel concept

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IATA vê companhias aéreas a regressar aos lucros em 2023

A IATA estima que, em 2023, as companhias aéreas atinjam um “pequeno lucro líquido” de 4,7 mil milhões de dólares, com uma margem de 0,6%, na primeira vez que a indústria do transporte aéreo regressa a resultados positivos desde 2019.

As companhias aéreas têm vindo a reduzir as perdas decorrentes da pandemia da COVID-19 ao longo de 2022, numa tendência positiva que leva mesmo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) a estimar um regresso aos lucros em 2023.

De acordo com a associação, para 2023, prevê-se que as companhias aéreas atinjam um “pequeno lucro líquido” de 4,7 mil milhões de dólares, com uma margem de 0,6%, naquela que será a primeira vez que a indústria do transporte aéreo regressa a resultados positivos desde 2019.

“É o primeiro lucro desde 2019”, destaca a IATA, notando, contudo, que antes da pandemia a indústria registava um lucro de 26,4 mil milhões de dólares, com uma margem de 3,1%.

Este ano, as companhias aéreas ainda devem apresentar quebras, com a associação a prever perdas liquidas de 6,9 mil milhões de dólares, resultado que, apesar de negativo, traduz uma melhoria face às previsões de junho, quando a IATA estimava um prejuízo de 9,7 mil milhões de dólares.

A associação acrescenta que os resultados de 2022 vão ser “significativamente melhores” do que os registados nos dois últimos anos, quando a pandemia da COVID-19 levou a perdas de 42 e 137,7 mil milhões de dólares, em 2021 e 2022, respetivamente.

“A resiliência tem sido a marca registrada das companhias aéreas na crise da COVID-19. Ao olharmos para 2023, a recuperação financeira ganhará forma com o primeiro lucro da indústria desde 2019. Essa é uma grande conquista”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Apesar do otimismo, o responsável da IATA diz que as receitas estimadas para este ano rondam os 779 mil milhões de dólares, o que prova que a indústria do transporte aéreo tem ainda “caminho a percorrer” para regressar a uma “base financeira sólida”.

Controlo de custos dita resultados positivos

De acordo com a IATA, os resultados esperados para 2022 resultam de um “forte controlo de custos”, que as companhias aéreas também foram obrigadas a realizar devido ao aumento do preço do combustível.

Este ano, o yield dos passageiros deverá crescer 8,4%, ficando acima dos 5,6% de crescimento que tinha sido previsto em junho, o que, segundo a IATA, deverá ditar um crescimento das receitas de passageiros para 438 mil milhões de dólares.

As receitas provenientes da carga aérea também estão a subir, o que deverá contribuir igualmente para um aumento de 43,6% das receitas gerais face a 2021, chegando aos 727 mil milhões de dólares.

Já os restantes indicadores devem “evoluir de forma negativa” depois da revisão em baixa das expetativas de crescimento do PIB e também devido ao atraso na reabertura de vários mercados, como é o caso da China.

Desta forma, a IATA diz que o tráfego de passageiros, que segundo as previsões de junho deveria atingir, este ano, 82,4% dos níveis pré-pandemia, não deverá evoluir da mesma forma, ficando-se por 70,6% dos níveis pré-COVID.

A IATA prevê também que os custos com o combustível devem ficar, este ano, num valor médio de US$ 138,8/barril, valor que fica “consideravelmente acima dos US$ 125,5/barril” previstos em junho.

Já as perspectivas para 2023 são mais animadoras e a IATA estima mesmo um lucro de 4,7 mil milhões de dólares e receitas de 779 mil milhões de dólares, numa melhoria da atividade que, diz a associação, se deverá registar apesar das “crescentes incertezas económicas” e da desaceleração do PIB global.

“Apesar das incertezas económicas, há muitos motivos para estar otimista em relação a 2023. A inflação mais baixa do preço do petróleo e a procura reprimida contínua devem ajudar a manter os custos sob controlo, à medida que a forte tendência de crescimento continua”, considera Willie Walsh, que alerta, no entanto, para o facto das margens estarem reduzidas.

2023 deverá chegar a 85,5% dos níveis de 2019

A IATA está otimista em relação ao próximo ano e considera mesmo que, ao longo de 2023, deverá ser possível atingir 85,5% dos níveis de 2019, com o transporte de passageiros a gerar receitas na ordem dos 522 mil milhões de dólares.

A IATA realça que grande partes destas expetativas está ainda dependente de mercados como o chinês, cujas restrições continuam a refletir-se no fraco desempenho deste mercado no transporte doméstico e internacional.

Apesar da China, a IATA estima que, em 2023, a indústria do transporte aéreo ultrapasse, pela primeira vez, a marca de quatro mil milhões de passageiros, uma vez que se espera que o total de passageiros no próximo ano chegue aos 4,2 mil milhões.

Mesmo com o aumento de passageiros, a IATA espera que o yield de passageiros diminua 1,7%, à medida que as companhias aéreas passem os aumentos dos custos com o combustível para os consumidores. No entanto, a IATA diz que a procura deverá crescer 21,1%, ou seja, acima da capacidade, que deverá subir apenas 18%.

Já os custos gerais devem aumentar 5,3% e chegar aos 776 mil milhões de dólares, ainda assim, cerca de 1,8 pontos percentuais abaixo do crescimento da receita e ditando o regresso das companhias aéreas ao lucro.

O custos unitários sem combustível, por sua vez, devem descer, praticamente igualando os níveis de 2019, enquanto os ganhos de eficiência devem ditar um aumento na ocupação de passageiros, com o load factor a subir para 81%, ficando apenas “um pouco abaixo” dos 82,6% de ocupação alcançados em 2019.

Já o gasto com combustível deverá rondar os 229 mil milhões de dólares, continuando a representar cerca de 30% das despesas das companhias aéreas, uma vez que a IATA espera “uma relativa estabilização do abastecimento de combustível após as perturbações iniciais da guerra na Ucrânia”.

Apesar do otimismo para 2023, a IATA alerta que também existem riscos, que são essencialmente provenientes dos desafios económicos e geopolíticos que se devem manter no próximo ano, a exemplo da subida dos juros para controlar a inflação e da recessão prevista em algumas economias, o que pode afetar a procura.

No entanto, a IATA prevê que, em 2023, se dê uma reabertura gradual da China ao tráfego internacional, com alivio também nas restrições domésticas a partir do segundo semestre do ano, com a IATA a sublinhar mesmo que “um prolongamento das políticas Zero COVID da China afetaria adversamente as perspectivas”.

A reabertura da China leva a IATA a estimar que, em 2023, as companhias aéreas da Ásia-Pacífico registem perdas de 6,6 mil milhões de dólares, abaixo das perdas de 10 mil milhões de dólares previstas para este ano.

Esta região deverá, contudo, apresentar o maior crescimento na procura de passageiros em 2023, chegando a 59,8%, valor que fica acima do aumento previsto na capacidade, que é de 47,8%, com a IATA a estimar que esta região chegue a 70,8% dos níveis de procura pré-crise e a 75,5% da capacidade pré-pandemia.

Na América do Norte, as companhias aéreas devem regressar aos lucros ainda este ano, com a IATA a estimar um resultado positivo de 9,9 mil milhões de dólares em 2022 e de 11,4 mil milhões em 2023.

Na América do Norte, espera-se que, no próximo ano, a procura por viagens aéreas aumente 6,4%, também acima do aumento previsto na capacidade, que é de 5,5%, estimando-se que o transporte aéreo nesta região chegue a 97,2% dos níveis de procura de 2019 e com 98,9% da capacidade.

No caso da Europa, a IATA prevê perdas de 3,1 mil milhões de dólares para este ano e 621 milhões de euros de lucro em 2023, com a procura a subir 8,9%, também acima do aumento da capacidade, que deverá chegar aos 6,1%, sendo possível que, ao longo do ano, a região atinja 88,7% dos níveis de procura de 2019, com 89,1% da capacidade pré-crise.

No Médio Oriente, a IATA estima, este ano, um prejuízo de 1,1 mil milhões de dólares, enquanto o próximo ano já deverá trazer um lucro de 268 milhões de dólares. Nesta região, a procura deverá subir 23,4%, superando o aumento previsto na capacidade, que é de 21,2%, o que leva a IATA a prever que no Médio Oriente se atinjam 97,8% dos níveis de procura de 2019 e 94,5% na capacidade.

Na América Latina, as perdas devem ficar, este ano, pelos dois mil milhões de dólares, caindo para 795 milhões de dólares no próximo ano, sendo, a par de África, as únicas regiões do mundo onde o resultado das companhias aéreas devem continuar a apresentar prejuízo no próximo ano, já que, em África, se espera uma perda de 638 milhões de dólares este ano e de 213 milhões em 2023.

Na América Latina, a IATA prevê ainda um crescimento de 9,3% na procura e de 6,3% na capacidade, estimando que, ao longo de 2023, a região chegue a 95,6% dos níveis de procura pré-crise e a 94,2% da capacidade disponibilizada antes da pandemia.

Já em África, as perspectivas para 2023 indicam um aumento de 27,4% na procura e de 21,9% na capacidade, pelo que, ao longo do ano, se espera que África alcance 86,3% dos níveis de procura pré-crise e 83,9% da capacidade anterior à pandemia.

Apesar de considerar que os lucros previstos para 2023 são “muitos escassos”, o diretor-geral da IATA defende que é “incrivelmente significativo” que a indústria tenha conseguido regressar à lucratividade e considera mesmo que, ainda que existam desafios “complexos” para 2023, a aviação “construiu uma grande capacidade de se ajustar às flutuações”.

 

 

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Foster + Partners desenha um dos maiores aeroportos do mundo na Arábia Saudita

A Foster + Partners é o gabinete responsável pelo projeto de um dos maiores aeroportos do mundo. O Aeroporto Internacional King Salman terá seis pistas e capacidade para 185 milhões de passageiros, em 2050.

O gabinete de arquitetura britânico Foster + Partners ficou responsável por desenhar o Aeroporto Internacional King Salman de seis pistas em Riade, que deve tornar-se um dos maiores aeroportos do mundo.

Batizado em homenagem ao rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, o Aeroporto Internacional Rei Salman incorporará os terminais existentes com o nome do ex-rei Khalid bin Abdulaziz Al Saud.

Juntamente com o Aeroporto Internacional King Salman, que deve acomodar até 120 milhões de viajantes até 2030 como um dos maiores aeroportos do mundo, a Foster + Partners também está a projetar 12 quilómetros quadrados de instalações residenciais e recreativas, lojas de comércio e instalações de apoio ao aeroporto.

Até 2050, prevê-se que a capacidade de passageiros aumente para 185 milhões de viajantes, com capacidade para processar 3,5 milhões de toneladas de carga.

“Olhando para o futuro, o novo Aeroporto Internacional King Salman reimagina o terminal tradicional como um único hub, servido por várias entradas”, refere o chefe do gabinete Foster + Partners, Luke Fox.

“O terminal tem muito do lugar onde se encontra instalado e conecta os passageiros às experiências sensoriais da cidade, com elementos naturais, luz temperada e instalações de última geração”.

O gabinete refere ainda que o aeroporto funcionará como “um centro logístico global, estimulará o transporte, o comércio e o turismo e atuará como uma ponte ligando o Oriente ao Ocidente”.

De acordo com a Foster + Partners, o projeto levará em consideração a identidade de Riade e a cultura saudita, afim de criar uma “experiência de viagem única”, além de obter a certificação LEED Platinum, avançando o gabinete que o aeroporto utilizará energia renovável e incorporará “iniciativas ecológicas de ponta” no seu projeto.

O Aeroporto Internacional King Salman é o terceiro aeroporto projetado pela Foster + Partners na Arábia Saudita. A construção do Aeroporto Internacional do Mar Vermelho já começou, “inspirado nas cores e texturas da paisagem do deserto”.

O gabinete também está a projetar um terminal de aeroporto privado e uma torre de controle para Amaala, um resort de luxo na costa do Mar Vermelho, o que levou a Foster + Partners a retirar-se do movimento “Architects Declare”, do qual era signatário.

Além disso, está a projetar vários projetos destinados a construir o turismo na Arábia Saudita, incluindo o hotel Southern Dunes e um hotel em forma de anel sobre palafitas como parte do Projeto Mar Vermelho na costa oeste do país.

Projetos anteriores desenhados pelo gabinete no país incluem um quarteto de estações ferroviárias de alta velocidade em Meca, Medina, Jeddah e King Abdullah Economic City.

O grupo de ativistas “Cimate, Architects Climate Action Network”, pediu ao gabinete que abandonasse o aeroporto de Amaala, que servirá exclusivamente o aeroporto de luxo, ou que se retirasse do grupo de ação de mudança climática “Architects Declare”.

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easyJet oferece presentes de Natal a 12 passageiros

A easyJet está a oferecer presentes aos seus passageiros e, até 12 de dezembro, todas as reservas realizadas através do site da companhia aérea low cost ficam habilitadas a ganhar viagens para 2023, entre outras ofertas.

A easyJet está a oferecer presentes aos seus passageiros e, até 12 de dezembro, todas as reservas realizadas através do site da companhia aérea low cost ficam habilitadas a ganhar viagens para 2023.

Nesta oferta da easyJet, que vai premiar 12 passageiros ao longo de 12 dias, o primeiro prémio corresponde a quatro voos de ida e volta para o vencedor e um acompanhante à escolha, com a companhia aérea a permitir até quatro mudanças de nome para o acompanhante, de forma a que seja possível partilhar a viagem com mais amigos ou familiares.

Já o segundo prémio corresponde à oferta de lugares, bagagem e do transporte de equipamento desportivo, como skis ou pranchas de snowboard, surf ou outros desportos.

O terceiro prémio, por sua vez, contempla a oferta de um valor de 100 libras (cerca de 115,99 euros) para utilizar na compra dos produtos easyJet vendidos a bordo dos voos da companhia aérea.

“Estamos encantados por lançar hoje esta campanha natalícia de 12 dias, com prémios incríveis para quem reservar a sua próxima viagem”, afirma José Lopes, country manager da easyJet para Portugal.

Segundo a easyJet, os passageiros premiados com viagens para 2023 podem escolher viajar para qualquer um dos destinos da easyJet, numa oferta que abrange 1000 rotas, para mais de 150 aeroportos, em 35 países.

“Entre os dias 1 e 12 de dezembro, todos os clientes que reservarem voos na easyJet vão estar automaticamente habilitados a ganhar, exceto os residentes em Itália. Os vencedores serão escolhidos de forma aleatória e contactados diretamente”, acrescenta a companhia aérea.

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Pacote “Cruise & Golf” da Costa Cruzeiros passa a incluir itinerários do Costa Toscana no Golfo Pérsico

A Costa Cruzeiros alargou o pacote “Cruise & Golf” aos itinerários do Costa Toscana no Golfo Pérsico neste inverno, passando a permitir que os adeptos da modalidade possam jogar em campos dos Emirados Árabes Unidos e Omã.

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A Costa Cruzeiros está a alargar o pacote “Cruise & Golf” aos itinerários do Costa Toscana no Golfo Pérsico durante o inverno, passando a permitir que os seus passageiros adeptos desta modalidade desportiva possam jogar golfe também em campos dos Emirados Árabes Unidos e Omã.

Num comunicado enviado à imprensa, a Costa Cruzeiros explica que este pacote “Cruise & Golf” já estava disponível nos itinerários do Mediterrâneo do Costa Smeralda, que visitam Itália, França e Espanha, passando, a partir desde inverno, a incluir também os campos de golfe da região do Golfo Pérsico.

“Os entusiastas do golfe terão assim a oportunidade de jogar em alguns dos mais belos clubes de golfe de Itália, França e Espanha (com o Costa Smeralda), ou nos Emirados Árabes Unidos e Omã (com o Costa Toscana), durante escalas em destinos incluídos nos itinerários dos cruzeiros”, indica a Costa Cruzeiros, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 5 de dezembro.

Para usufruir deste pacote, os passageiros devem realizar a reserva do cruzeiro pretendido, seja através do site da companhia de cruzeiros ou de uma agência de viagens, adicionando de seguida o pacote “Cruise & Golf”, que inclui três ou quatro Green Fees” para aceder aos clubes de golfe incluídos na oferta.

“A seleção de campos de golfe para os cruzeiros de inverno 2022/23 do Costa Toscana é exclusiva, com a vantagem adicional de se poder jogar à noite, devido às longas escalas do itinerário do navio”, acrescenta a companhia de cruzeiros.

O Emirates Golf Club e o “The Els Club” são as opções de campos de golfe disponíveis no Dubai, às quais se juntam o Abu Dhabi Golf Club e o Yas Links Golf Club, ambos em Abu Dhabi. Já em Omã é possível escolher entre o Almouj Golf Club e o Ghala Golf Club.

Além dos ‘green fees’, este pacote da Costa Cruzeiros inclui também uma série de serviços agregados à prática da modalidade, como transferes de ida e volta entre o navio e o campo, embarque e desembarque prioritários, transporte personalizado e armazenamento a bordo do equipamento de golfe, além da oferta de uma mala, kit de boas-vindas na cabine e área reservada no restaurante.

“Além disso, há uma oferta especial dedicada aos golfistas e às suas famílias para desfrutar da excecional variedade de restaurantes disponíveis no Costa Smeralda e no Costa Toscana – incluindo o restaurante Archipiélago, que oferece menus criados para a Costa por três grandes chefs, Bruno Barbieri, Hélène Darroze e Ángel León – e experimentar uma série de tratamentos e serviços selecionados no spa e salão de beleza ‘Solemio’ a bordo”, indica ainda a Costa Cruzeiros.

Recorde-se que este pacote está disponível nos itinerários do Costa Smeralda pelo Mediterrâneo em 2022 e ao longo de todo o ano de 2023, assim como nos itinerários de inverno 2022/2023 do Costa Toscana, que está a realizar viagens de uma semana nos Emirados Árabes Unidos e Omã, às quais se aplica o pacote “voo+cruzeiro”, e que inclui escalas longas de dois dias e uma noite no Dubai, Mascate e Abu Dhabi.

 

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Ryanair lança tarifas a 49,99 euros para acomodar passageiros afetados pela greve da TAP

A tarifa especial de 49,99 euros, a que a Ryanair chama ‘tarifa de resgate’, está disponível a 8 e 9 de dezembro, em sete rotas com saída de Lisboa e noutras três desde o Porto.

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A Ryanair anunciou esta segunda-feira, 5 de dezembro, o lançamento de tarifas de 49,99 euros por pessoa que visam dar resposta aos passageiros afetados pela greve da tripulação de cabina da TAP, que decorre na próxima quinta e sexta-feira, 8 e 9 de dezembro.

A tarifa especial de 49,99 euros, a que a Ryanair chama ‘tarifa de resgate’, está disponível em sete rotas com saída de Lisboa e em outras três desde o Porto, que ligam a capital a Londres Stansted, Bruxelas Charleroi, Dublin, Madeira, Ponta Delgada, Veneza e Marselha, enquanto desde o Porto estão abrangidas as rotas para Londres, Madeira e Luxemburgo.

“A Ryanair volta a salvar o dia com tarifas de resgate de apenas 49,99€ para acomodar os 50.000 portugueses/visitantes retidos pelo cancelamento de 50% dos voos da TAP, nos dias 8 e 9 de dezembro”, refere a companhia aérea low cost, em comunicado.

A Ryanair considera que os “cancelamento em massa” na TAP estão a arruinar os planos de viagem dos clientes da companhia aérea de bandeira nacional, motivo pelo qual os passageiros devem escolher a Ryanair, que “continua a operar uma programação completa, oferecendo tarifas baixas líderes do setor, escolha, confiabilidade e atendimento ao cliente”.

Recorde-se que os tripulantes de cabina da TAP agendaram para esta quinta e sexta-feira, 8 e 9 de dezembro, uma greve que levou a companhia aérea de bandeira nacional a cancelar 360 dos cerca de 500 voos previstos para estes dois dias.

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easyJet já voa entre o Funchal e Milão

A nova rota da easyJet liga o Funchal, na Madeira, à cidade italiana de Milão às quartas-feiras e domingos.

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A easyJet abriu este domingo, 4 de dezembro, a nova rota que liga o Funchal, na Madeira, a Milão, em Itália, numa operação que conta com duas frequências semanais e cujo arranque foi assinalado com uma cerimónia no aeroporto madeirense e com a oferta de chocolates temáticos aos passageiros.

“Este novo trajeto, realizado às quartas-feiras e domingos (duas frequências semanais), marca o início das operações entre a Madeira e Itália e o alargamento crescente da sua rede”, destaca a easyJet, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 5 de dezembro.

Segundo a companhia aérea, o voo inaugural que deu início à ligação entre Funchal e Milão Malpensa foi realizado numa aeronave Airbus A321 Neo, que transportou para a cidade italiana cerca de 130 passageiros.

“Alargar a nossa operação no Funchal, a partir de dezembro, significa uma ligação adicional entre Milão e Portugal. É com grande satisfação e orgulho que garantimos cada vez mais ligações aéreas aos nossos clientes”, congratula-se José Lopes, country manager da easyJet para Portugal.

Com a abertura dos voos desde o Funchal, a easyJet passa a contar com um total de 16 voos semanais para Milão Malpensa desde território nacional.

A nova rota Funchal-Milão Malpensa é uma das quatro novas operações que a companhia aérea tinha anunciado para o aeroporto Cristiano Ronaldo, na Madeira, e que incluem também novos voos para Paris Charles de Gaulle e Lyon.

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Avião Fotos de banco de imagens por Vecteezy

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Tráfego aéreo volta a recuperar em outubro e chega a 74,2% dos níveis de 2019

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, segundo os mais recentes dados da IATA.

Inês de Matos

O tráfego aéreo global voltou a recuperar em outubro e aumentou 44,6% face a igual mês de 2021, ficando a 74,2% dos níveis registados em outubro de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados revelados pela IATA na passada quinta-feira, 1 de dezembro, em outubro, o tráfego doméstico desceu 0,8% face a igual período do ano passado, o que se deveu ao facto da China continuar a adotar fortes restrições à COVID-19, o que levou a que o crescimento de outros mercados tornasse menos expressivos os números globais.

Face a outubro de 2019, o tráfego doméstico chegou, no entanto, a 77,9% dos níveis registados, com a IATA a adiantar que as “reservas domésticas futuras permanecem em cerca de 70% do nível pré-pandémico”.

Já o tráfego internacional subiu 102,4% face a outubro do ano passado, ficando a 72,1% dos níveis registados em mês homólogo de 2019, o que foi impulsionado pelo forte crescimento de todos os mercados, com especial destaque para a região da Ásia-Pacífico.

No caso das viagens internacionais, adianta a IATA, as reservas antecipadas “aumentaram para cerca de 75% dos níveis pré-pandémicos, após a reabertura anunciada por várias economias asiáticas”.

“Tradicionalmente, em outubro, estamos na temporada de viagens mais lenta no Hemisfério Norte, por isso é muito reconfortante ver que a procura e que as reservas antecipadas continuam tão fortes. É um bom presságio para a próxima temporada de inverno e para uma recuperação contínua”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que, em outubro, o tráfego aéreo internacional mais aumentou, num crescimento de 440,4% face a igual mês do ano passado, que foi mesmo o mais elevado registado entre todas as regiões no último ano, ainda que a IATA chame a atenção para o facto deste crescimento ter por base os números muito baixos de 2021. Nesta região, a capacidade cresceu também 165,6%, enquanto o load factor aumentou 39,5 pontos percentuais, para 77,7%.

No Médio Oriente, o crescimento registado em outubro foi também forte e chegou aos 114,7% face a igual mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 55,7% e o load factor cresceu 21,8 pontos percentuais, para 79,5%.

Na América do Norte o crescimento do tráfego de outubro foi de 106,8% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade registou uma subida de 54,1% e o load factor aumentou 21,4 pontos percentuais, fixando-se nos 83,8%.

Na América Latina, por sua vez, outubro trouxe um crescimento de 85,3% no tráfego aéreo face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a capacidade subiu 66,6% e o load factor aumentou 8,7 pontos percentuais, para 86,0%, o mais alto entre todas as regiões.

Em África, o crescimento do tráfego aéreo de outubro chegou aos 84,5% em comparação com outubro do ano passado e a capacidade subiu 46,9%, enquanto o load factor cresceu 14,5 pontos percentuais, para 71,3%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa o crescimento registado em outubro foi o mais baixo entre todas as regiões e chegou apenas aos 60,8% em comparação com outubro de 2021, ainda que, nesta região, o tráfego aéreo internacional já viesse a crescer há mais tempo. Em outubro, capacidade na Europa subiu ainda 34,7% e o load factor aumentou 13,8 pontos percentuais, para 84,8%, afirmando-se como o segundo mais elevado entre todas as regiões do mundo.

“As pessoas estão desfrutando da liberdade de viajar e as empresas reconhecem a importância do transporte aéreo para seu sucesso”, acrescenta Willie Walsh, sublinhando que, a mais recente pesquisa da IATA com líderes empresariais, indica que 84% destes responsáveis não se imaginam a fazer negócios internacionais “sem acesso uma rede de transporte aéreo” e 89% acreditam mesmo que “estar perto de um aeroporto com conexões globais lhes dá uma vantagem competitiva”.

“Os governos precisam prestar atenção à mensagem de que as viagens aéreas são fundamentais para a forma como vivemos e trabalhamos. Essa realidade deve orientar as políticas para permitir que a aviação opere da maneira mais eficiente possível, ao mesmo tempo em que apoia as metas de emissões líquidas zero da indústria para 2050”, conclui o responsável da IATA.

 

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