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Tailândia simplifica regras de registo do Thailand Pass a partir de 01 de junho

A partir de 01 de junho vai ser mais fácil o registo do Thailand Pass, na sequência da aprovação, pelo Centro de Administração da Situação da Covid-19 da Tailândia (CCSA), de novas regras mais simplificadas.

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Tailândia simplifica regras de registo do Thailand Pass a partir de 01 de junho

A partir de 01 de junho vai ser mais fácil o registo do Thailand Pass, na sequência da aprovação, pelo Centro de Administração da Situação da Covid-19 da Tailândia (CCSA), de novas regras mais simplificadas.

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Os viajantes estrangeiros continuam a ter de solicitar um Thailand Pass (https://tp.consular.go.th/), no qual já só terão de incluir os detalhes do passaporte, vacinação, e uma apólice de seguro de saúde de pelo menos 10.000 dólares.

No entanto, para viajantes não vacinados ou não totalmente vacinados, será necessário apresentar um resultado negativo de teste RT-PCR ou teste ATK realizado por profissionais, 72 horas antes de viajar.

O CCSA definiu ainda três zonas codificadas por cores para um melhor controlo da Covid-19 a nível nacional: Áreas Piloto Turísticas ou zonas azuis, a Zona de Vigilância ou zona verde, e as Áreas sob Vigilância Rigorosa ou zona amarela.

Assim, os locais de entretenimento noturno; tais como pubs, bares e salas de karaoke nas zonas verde e azul, poderão retomar o seu funcionamento, assim como a venda e consumo de bebidas alcoólicas nas instalações até às 24.00 horas.

A CCSA levantou também a exigência de quarentena para contactos de alto risco.

 

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Clérigos by Night está de regresso até 16 de outubro

Até 16 de outubro, é possível subir ao cimo da Torre dos Clérigos à noite, na iniciativa Clérigos by Night, que abre as portas desta atração portuense aos turistas entre as 19h00 e as 23h00.

Até 16 de outubro, é possível subir ao cimo da Torre dos Clérigos, icónico monumento da cidade do Porto, à noite, na iniciativa Clérigos by Night, que abre as portas desta atração portuense aos turistas entre as 19h00 e as 23h00.

Durante a iniciativa Clérigos by Night, o complexo dos Clérigos vai estar recheado de eventos que arrancam logo pelas 16h00, quando os sinos tocam a rebate o Hino à Alegria da 9.ª Sinfonia de Ludwig Van Beethoven.

Mais tarde, pelas 18h00, tem início o espetáculo “Spiritus”, um evento de video mapping com 30 minutos, criado pelo atelier OCubo para a Irmandade dos Clérigos, enquanto ao lado, as visitas à Torre dos Clérigos decorrem entre as 19h00 e as 23h00.

As visitas decorrem em grupos de até 35 pessoas, têm um preço de cinco euros e são realizadas a cada 30 minutos, estando a última visita de cada noite programada para as 22h30.

“Ao fim de dois anos de grandes dificuldades para todos, sente-se de novo o pulsar do Porto, com os turistas a encherem de novo as ruas da cidade. Estamos a registar afluências ao nível de 2019, o que nos motiva a retomar na Igreja e na Torre alguns dos momentos de maior adesão do público, como é o caso dos Clérigos by Night”, explica Manuel Fernando, presidente da Irmandade dos Clérigos, considerando que esta iniciativa é também uma forma de partilhar a cidade e a cultura portuguesa com os turistas.

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Embratur promove o Pantanal e a sua biodiversidade

Porque não só de praias se faz o turismo do Brasil, a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo destaca o Pantanal, conhecido como um dos maiores reservatórios de biodiversidade do mundo, na sua lista de promoção em Portugal.

O Brasil oferece diversos locais onde se pode conhecer mais da fauna e flora. Seja explorar florestas ou conhecer a vida de animais selvagens, o país é o local indicado para expandir os horizontes ligados à natureza.

Assim, numa altura de crescente preocupação com o meio ambiente, a Embratur apresenta o Pantanal, um dos maiores reservatórios de biodiversidade do mundo e o principal santuário de vida selvagem do continente aos turistas portugueses.

Refira-se que o Pantanal é uma região natural que engloba a maior zona húmida tropical do mundo, assim como os maiores campos inundados. Está localizada principalmente no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul, mas estende-se ao Mato Grosso e algumas zonas da Bolívia e do Paraguai. Espalha-se por uma área estimada entre 140 mil e 195 mil quilómetros quadrados. Existem vários ecossistemas sub-regionais no Pantanal, cada um com caraterísticas hidrológicas, geológicas e ecológicas distintas.

O Complexo de Áreas Protegidas do Pantanal foi registado pela UNESCO como Património Natural Mundial e Reserva da Biosfera em 2000, compreendendo o Parque Nacional Mato-Grossense do Pantanal e as Reservas Particulares de Proteção Natural Acurizal, Penha e Dorochê.

Segundo o “convite” da Embratur, os  turistas portugueses podem ficar a conhecer não só um local único de biodiversidade mas também experienciar a maior concentração de vida selvagem do continente americano. O final do outono brasileiro, que se vive no mês de junho, é a altura ideal para visitar o Pantanal e garante emoções fortes, uma vez que a seca faz com que os animais se desloquem para a beira dos rios para beber água, tornando mais fácil ver jaguares, crocodilos e muito mais de perto. Outro ponto positivo de ir ao Pantanal nesta época do ano é o facto de ser mais fácil circular nas zonas, uma vez que as estradas de terra não estão tão inundadas como é habitual.

Uma das atividades mais populares no Pantanal é o spotting noturno, que pode ser feito de carro ou barco. Como muitos animais têm hábitos noturnos, este é um período ideal para encontrar jacarés, lobos e os famosos jaguares pintados, um dos símbolos do Brasil.

Os destinos oferecem experiências únicas em alojamentos em ecolodges que promovem uma maior imersão na natureza. Há muitas atividades em que os visitantes podem participar, tais como conhecer comunidades indígenas, permanecer nas quintas de conservação, e provar a cozinha local.

 

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Viagens de avião deverão atingir 65% dos níveis de 2019 no 3.º trimestre de 2022

Os destinos de praia estão entre os mais escolhidos pelos viajantes para o terceiro trimestre de 2022, ao contrário das cidades, segundo avança a ForwardKeys. Funchal e Lisboa aparecem no estudo feito para o WTM, embora a cidade da Madeira apareça com resultados mais positivas que a capital de Portugal.

Um relatório realizado pela ForwardKeys para o World Travel Market (WTM) sobre as perspectivas de viagens de avião para o verão, revela que no terceiro trimestre do ano – julho, agosto e setembro -, as viagens aéreas globais devem atingir 65% do nível registado antes da pandemia em 2019. No entanto, esta recuperação é “irregular”, com algumas partes do mundo a sair muito melhor do que outras e alguns tipos de viagens, principalmente férias na praia, sendo muito mais populares do que as visitas urbanas e passeios turísticos.

A região do mundo para a qual a ForwardKeys aponta uma recuperação mais forte é a África e o Oriente Médio, apontando a consultora que as chegadas no terceiro trimestre devem atingir 83% dos níveis de 2019. Seguem-se as Américas, onde se espera que as chegadas de verão cheguem a 76%, e depois a Europa com 71%, e, finalmente, a Ásia-Pacífico com apenas 35%.

Destinos de praia lideram no verão de 2022
A preferência atual por férias na praia é bem ilustrada por uma comparação dos dez principais destinos de praia e urbanos da Europa, classificados pelas reservas de voos do terceiro trimestre de 2022 em relação a 2019, embora no computo geral, os números indiquem uma descida de 3% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2019.

Em termos de destinos de praia os dados indicam uma liderança de Antalya (Turquia), com uma evolução de 81% face ao mesmo período de 2019, à frente de Tirana (Albânia), com +36%, e Mykonos (Grécia) +29%.

O Funchal aparece neste Top 10, com um crescimento na procura de 11% face ao mesmo trimestre de 2019.

No que toca aos destinos urbanos, a descida é maior do que nos destinos de praia, com uma quebra de 25% face ao terceiro trimestre de 2019, com a única cidade com variação positiva a pertencer a Nápoles, com um aumento de 5%. Istambul (Turquia) mantém igual ao período pré-pandémico analisado, ficando à frente de Atenas (-5%) e Lisboa -8%), embora a ForwardKeys reconheça que estas cidades funcionem como “portas de entrada para resorts de praia”.

Uma tendência semelhante é exibida nas Américas, onde as reservas de viagens aéreas para o Caribe, América Central e México, no terceiro trimestre de 2022, estão 5% acima dos níveis de 2019, enquanto as reservas de voos para a América do Sul e para os EUA e Canadá ficam, respetivamente, 25% e 31% atrás do que eram em 2019. Os destinos com melhor desempenho são Costa Rica (+24%) à frente da Jamaica (+17%) e República Dominicana (+13%).

Custos não impedem vontade de viajar
“O entusiasmo para viajar novamente a nível internacional é tão forte que um aumento nas tarifas aéreas teve relativamente pouco impacto na procura”, frisa a ForwardKeys na análise. Por exemplo, a tarifa média dos EUA para a Europa aumentou mais de 35% entre janeiro e maio, sem nenhuma desaceleração percetível nas taxas de reserva. E essas tarifas ficaram quase 60% acima do ano anterior. As tarifas para viagens curtas e intra-regionais (ou seja, dentro das Américas) também aumentaram substancialmente (+47%), o que é menos do que para as viagens longas.

Já as perspectivas relativamente às viagens de verão para África e Médio Oriente devem-se, segundo à ForwardKeys a uma combinação de fatores. “Vários aeroportos do Médio Oriente atuam como ‘hubs’ para viagens entre a Ásia-Pacífico e a Europa, o que levou o Médio Oriente a beneficiar da recuperação das viagens intercontinentais, principalmente impulsionadas por pessoas que retornam aos países asiáticos para visitar amigos e parentes”.

O encerramento do espaço aéreo russo também contribuiu para o aumento do tráfego nos ‘hubs’, verificando-se, por exemplo, um aumento de 23% no Cairo que aumentou a conectividade com os mercados europeus. Também a Nigéria (+14%), Gana (+8%) e Costa do Marfim (+1%) beneficiam de grandes diásporas na Europa e nos EUA que estão a ver os expatriados a regressarem aos países para visitarem amigos e familiares.

A ForwardKeys destaca ainda Cabo Verde como destino que está a atrair com sucesso visitantes de longa distância da Europa.

Olivier Ponti, vice-presidente de Insights da ForwardKeys, conclui que “com as restrições às viagens a serem levantadas em 2022, a conectividade restabelecida e a confiança do consumidor recuperada, a procura por viagens internacionais está a aumentar mais uma vez, marcando um afastamento da tendência de viagens domésticas que dominou em anos recentes”.

Por isso, diz que, “no terceiro trimestre deste ano, os turistas estão relativamente mais interessados em deixar a pandemia para trás com uma pausa relaxante na praia do que consumir cultura, cidades e passeios”.

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Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

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Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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CEIT integra radar de inteligência turística de João Pessoa

O Radar de Inteligência da Economia do Turismo (RIET) é uma ferramenta que, numa primeira fase, vai permitir “mapear informações, dados e indicadores sobre a marca territorial”.

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O CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial estabeleceu uma parceria com a prefeitura de João Pessoa, no Brasil, e com a Universidade Federal da Paraíba, no âmbito da qual foi já lançado o Radar de Inteligência da Economia do Turismo (RIET), ferramenta que, numa primeira fase, vai permitir “mapear informações, dados e indicadores sobre a marca territorial”.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo CEIT, estes dados serão, depois, apesentados a “toda a cadeia de valor do turismo através de publicações, painéis, boletins económicos e anuários estatísticos dinâmicos”.

“Será focado no mercado interno, integrando um conjunto de pesquisas técnicas para identificar os impactos, comportamentos e perfis socioeconómicos dos visitantes”, acrescenta a informação divulgada.

O RIET vai também disponibilizar “o acesso aos resultados das sondagens empresariais que serão desenvolvidas pelo órgão municipal de turismo”, com o objetivo de “avaliar o desempenho dos diferentes segmentos”.

No âmbito desta iniciativa, vai ainda ser criada “uma linha de subsídios para a construção de cenários estratégicos para o desenvolvimento turístico da Capital da Paraíba”.

“A intenção é potenciar a marca João Pessoa alicerçada num turismo sustentável para que a cidade possa ser mais competitiva e atrativa, não só para os turistas, mas também para os pessoenses”, destaca Ferdinando Lucena, coordenador do RIET.

Já Daniel Rodrigues, secretário de Turismo de João Pessoa, sublinha a importância da ferramenta, cujos resultados “ajudarão o destino e os demais órgãos ligados ao turismo a criar uma linha de ação focada nas necessidades da economia do setor”.

A importância deste projeto é ainda destacada por Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT, que refere que o RIET vai apoiar “processos de gestão da marca territorial em tempo real”, sendo também “fulcral” para dar uma “resposta mais fundamentada aos desafios do futuro”.

Para o responsável, esta é mais uma oportunidade de estreitar relações entre Portugal e o Brasil de forma a construir uma autêntica plataforma de benchmarking intercontinental.

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Portugal entre os destinos mais procurados pelos americanos para o 4 de julho, revela a Mabrian

Entre os destinos europeus mais procurados pelos americanos para os feriados do 4 de julho, Portugal só é ultrapassado pela Espanha. No que diz respeito aos preços, a consultora refere que o nosso país apresenta os voos com os preços mais em conta.

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Portugal aparece entre os destinos internacionais mais procurados pelos norte-americanos para o fim de semana do feriado nacional de 4 de julho. De acordo com os dados da Mabrian, Portugal só é suplantando pelo México e Espanha.

Enquanto Portugal aparece com mais de 13 milhões de buscas, à frente da Grécia (com 11,7 milhões), Itália (com 10,3 milhões) e França (com 9,6 milhões), a liderança pertence ao México, destino que registou 36 milhões de buscas. Já Espanha aparece em segundo lugar e primeiro destino europeu procurado neste ranking, mercê das mais de 20 milhões de buscas.

Segundo os dados analisados pela Mabrian, regista-se uma procura crescente, indicando, igualmente, que “Grécia e Itália são os destinos com maior interesse dos americanos”.

No que diz respeito aos preços, a Mabrian indica que os preços mais competitivos para voos diretos (uma viagem) a partir dos EUA têm como destinos o México e a República Dominicana, com valores a não excederem os 350 euros. Já os preços mais caros para voos diretos a partir dos EUA e com destino à Europa, têm como destino a Grécia, apontando a Mabrian valores médios de 1.000 euros.

Para a Europa, Portugal aparece, novamente, bem classificado, com os valores mais baixos entre os destinos europeus, com um preço médio de 670 euros.

Em média, os preços para os destinos europeus começam nos 855 euros.

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Viseu Dão Lafões aspira a números históricos este verão

A região Viseu Dão Lafões pretende atingir números históricos este verão, e entende que os pode conseguir com a nova campanha de promoção turística que acaba de lançar, que aposta nas caraterísticas mais fortes e identitárias do território.

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“Queremos impulsionar aquele que pode vir a ser o melhor verão de sempre para o turismo da região”, afirma Fernando Ruas, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, entidade responsável pela campanha.

Designada “Um Verão sem Comparação”, a campanha está sustentada naquilo que de melhor existe nos 14 municípios que a compõem e vem impulsionar aquele que poderá ser “um verão histórico” para o turismo local.

“Queremos com esta campanha impulsionar um desempenho que será a todos os títulos excecional, pelo que representa em termos de recuperação dos anos marcados pela pandemia, e considerando até os melhores números anteriores”, destacou o presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

Na campanha, o território de Viseu Dão Lafões assume-se como ponto de referência para as férias de sonho dos amantes da natureza, dos apaixonados pela gastronomia e vinhos, bem como de todos os adeptos de propostas de saúde e bem-estar, que, sozinhos ou acompanhados, desejam tirar o melhor partido do seu tempo de lazer, indica nota de imprensa da entidade.

 

A campanha sucede a uma proposta anterior, “O Verão é Aqui!”, que foi dinamizada no verão de 2021.

Com uma comunicação a ser desenvolvida em diferentes formatos e plataformas (em meios físicos, online, na rádio e na imprensa escrita), focada nas experiências que o território pode oferecer a quem o visita, esta campanha, de âmbito nacional, está ancorada nas mais-valias da região, composta por 14 municípios.

Paralelamente, a CIM aposta na iniciativa “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé”, uma proposta de ativação da Rede de Percursos Pedestres da região, desenvolvida em colaboração com os municípios. Esta iniciativa apresenta um calendário de 14 caminhadas – uma por cada município da CIM Viseu Dão Lafões –, com níveis de dificuldade que variam entre o 1 (fácil) e o 2 (médio).

 

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Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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iVisa elege Lisboa como a cidade mais feliz do mundo

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking da iVisa, que analisou 40 destinos em todo o mundo.

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A capital portuguesa foi eleita como a cidade mais feliz do mundo pela empresa americana iVisa, que elaborou um ranking com 40 destinos de diferentes países de todo o mundo, no qual Lisboa alcançou o primeiro lugar “pelo excecional resultado obtido em todos os cinco critérios do ranking”.

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking, segundo um comunicado do Turismo de Lisboa que cita os resultados deste ranking, que destaca também que Lisboa é igualmente “uma das cidades mais bonitas do mundo”, tendo conquistado, a este nível, o top 4 no ranking 2022, da U City Guide.

“Lisboa é uma cidade de excelência, uma cidade vibrante, convidativa e calorosa. Sermos reconhecidos como a cidade mais feliz do mundo é um estímulo e um desafio para continuar o trabalho de melhorar a qualidade de vida dos residentes e de tornar Lisboa um destino cada vez mais atrativo e qualificado”, congratula-se Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

O Fado, o Mosteiro dos Jerónimos, bem como a Torre de Belém ou até mesmo os pastéis de nata são, segundo a iVisa, algumas das referências a não perder aquando uma visita à cidade de Lisboa.

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Lançada nova app para explorar pontos turísticos em Portugal

Uma nova aplicação turística para Android e iOS promete mudar a forma como os turistas visitam o património cultural português. O lançamento foi feito em Monção esta semana.

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A app Travizco da Impactzero Software oferece uma variedade de formas de explorar o país, desde pesquisas na aplicação à leitura de códigos QR e visitas em modo exploratório e automático.

O grande diferencial desta ferramenta, segundo a empresa que a desenvolveu, é a sua funcionalidade de audioguia, que permite um uso “mãos livres” em que o visitante é informado por áudio da história de um ponto de interesse ao se aproximar do mesmo.

O primeiro concelho a aderir à Travizco foi Monção. Assim, o presidente da autarquia, António Barbosa, considera a app “uma vantagem turística para o nosso território”.

No entanto, já há outros concelhos de Portugal em lista de espera para aderir à Travizco e uma rede de sugestões de visita já disponíveis para todo o país.

 

 

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