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euroAtlantic airways realiza 11.º voo entre Lisboa e Díli no 20.º aniversário da independência de Timor

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

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No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

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A euroAtlantic airways (EAA) realizou na noite desta terça-feira, 17 de maio, o 11.º voo entre a capital portuguesa e Díli, numa operação que assinala os 20 anos da restauração da independência de Timor-Leste, informou a companhia aérea portuguesa em comunicado.

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

“Este décimo primeiro voo da euroAtlantic airways entre Lisboa e Díli é mais um marco na história da empresa, que se afirma como a única companhia portuguesa a realizar a ligação entre a capital portuguesa e a capital timorense, algo que a companhia quer continuar a garantir e até mesmo reforçar, já que esta ligação é vista como de extrema importância para os dois países”, refere a companhia aérea em comunicado, revelando que o voo de regresso a Lisboa decorre a 20 de maio.

Para Eugénio Fernandes, CEO da EAA, esta operação representa “um orgulho” para a companhia aérea, que assim permite que “tantos portugueses e timorenses possam deslocar-se durante o ano entre os dois países, de forma rápida, segura e com grande flexibilidade em termos de reserva de datas dos seus voos”.

“Somos, pois, a garantia de que os dois países irmãos continuam a ter uma ligação aérea através de uma companhia portuguesa. Fazemo-lo com muita honra, sem qualquer tipo de ajudas, sabendo que prestamos um serviço importante aos dois países”, destaca o responsável.

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Azul passa a voar entre Natal e Fernando de Noronha em setembro

Operação da Azul entre Natal e Fernando de Noronha arranca a 17 de setembro e vai contar com uma ligação aérea por semana, aos sábados.

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A Azul anunciou que, a partir de 17 de setembro, vai começar a voar entre a cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e a ilha de Fernando de Noronha, numa operação com uma ligação aérea por semana, aos sábados, que volta a ser operada pela companhia aérea brasileira depois da experiência positiva do ano passado.

Num comunicado enviado à imprensa, a Azul indica que as ligações aéreas têm partida de Natal pelas 13h30, chegando a Fernando de Noronha às 15h55. Em sentido inverso, a partida é às 16h35, chegando a Natal pelas 17h05, sempre em horários locais.

Os bilhetes para os voos entre Natal e Fernando de Noronha, que são realizados em aviões ATR 72-600, com capacidade para transportar até 70 passageiros, já se encontram à venda desde esta quarta-feira, 6 de julho.

“A retoma da rota Natal-Noronha, já operada no passado, é fruto do trabalho do governo do Rio Grande do Norte, principalmente das secretarias do Turismo e Fazenda, e da vontade da Azul em ampliar as suas operações na região. Essa parceria trará ainda outras novas operações neste Estado a partir do segundo semestre de 2022”, destaca Cesar Grandolfo, gerente de Relações Institucionais da Azul.

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Estas são as 10 companhias aéreas com mais voos cancelados

Somando o Top 10 das companhias com mais voos cancelados para o período de 1 a 15 de julho, serão mais de 2.000 os voos que não irão realizar-se.

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Com o caos instalado nos aeroportos por todo o mundo, a Mabrian fez uma análise às companhias aéreas com mais voos cancelados reservados entre 14 e 28 de junho para voos entre 1 e 15 de julho.

A easyJet aparece na liderança deste Top 10 com quase 1.400 voos cancelados, seguida da Turskish Airlines (399) e Scandinavian (145).

Carlos Cendra, Director of Sales & Marketing da Mabrian, refere que “altamente incomum ver companhias aéreas cancelarem voos reservados em tão curto prazo, literalmente, semanas antes de partirem e mesmo no pico do verão”.

Olhando só para este Top 10 dos cancelamentos, é possível verificar mais de 2.000 cancelamentos em toda a Europa para o período de 1 a 15 de julho, salientando “Carlos Cendra que “nunca se assistiu a nada assim e esta situação reflete as dificuldades laborais que as companhias aéreas e aeroporto estão a atravessar neste momento, sendo incapazes de regressar aos níveis de 2019”.

O executivo da Mabrian salienta, contudo, que, “embora o maior número de voos cancelados pertença à easyJet, com 1.394 voos, este facto só abrange 5,5% da capacidade de voo da companhia (um em cada 20 voos), pretendendo o maior rácio á Turkish Airlines, com perto de 7%”.

“Na verdade, devemos manter alguma perspetiva sobre essa situação geral, pois quando analisamos os números gerais em termos de percentagem da capacidade aérea de uma companhia aérea, o que percebemos é que em muitos casos os cancelamentos em termos relativos são muito baixos – a taxa mais baixa do Top 10 é a Air Europa, com menos de 0,5% dos voos cancelados, o que significa que 199 dos 200 ainda estão programados para voar”, destaca Cendra.

No entanto, Carlos Cendra conclui que “cada cancelamento represente um pesadelo para alguém e a perda de receitas para a companhia. Ninguém está a ganhar com a situação”, destacando ainda o facto, “claramente, como indústria, ainda estamos longe de conseguir resolver o problema”.

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Brussels Airlines cancela 675 voos para julho e agosto

Os cancelamentos de voos sucedem-se por toda a Europa. Agora é a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de um total de 675 voos para os meses de julho e agosto.

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Depois da British Airways, foi também a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de 675 voos durante os meses de julho e agosto, depois de ver-se obrigada a cancelar a maioria dos voos, fruto da greve de três dias que assolou os aeroportos da Bélgica, avança a agência noticias belga.

Este número equivale a cerca de 6% do total de voos previstos para os próximos meses com a medida a ir ao encontro das reivindicações de pilotos e pessoal de cabine para que a companhia reduza a carga de trabalho.

Recorde-se que a greve que afetou a Brussels Airlines de 23 a 25 de junho, levando ao cancelamento de 316 voos, teve impacto em cerca de 40.000 passageiros. Depois desta greve, sindicatos e companhia aérea reuniram-se, sem chegar a qualquer acordo, levando à decisão agora tomada.

Até esta data já foram cancelados 148 voos de verão, mas os sindicatos admitem que não é o suficiente, o que fez a companhia tomar medidas e cancelar mais 500 voos para os próximos meses, totalizando 675: 372 voos cancelados em julho e mais 303 para o mês de agosto.

Peter Gerber, CEO da Brussels Airlines, já veio admitir que será “comercialmente impossível cancelar mais voos”.

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Deco reclama “intervenção célere” para garantir direitos dos passageiros com voos cancelados

Na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a DECO pede ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

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A Deco instou esta terça-feira, 5 de julho, o Ministério das Infraestruturas e a Autoridade Nacional da Aviação Civil a intervirem para acautelar os interesses dos passageiros afetados pelos cancelamentos de voos em Lisboa, cujo direito à assistência “não está a ser aplicado”.

“Isto não é uma situação nova, uma vez que disrupções e problemas no aeroporto [de Lisboa], infelizmente, têm sido cada vez mais constantes. O que nos preocupa são as respostas que estão sempre a ser dadas aos consumidores e, sobretudo, o facto de estes terem direitos que não são aplicados e de ser necessário ter planos de contingência preparados quer pela infraestrutura aeroportuária, quer pelas próprias transportadoras, para garantir o direito à assistência”, afirmou o coordenador do departamento jurídico da Deco – Associação de Defesa do Consumidor em declarações à agência Lusa.

Segundo Paulo Fonseca, na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a associação enviou hoje cartas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) reclamando “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

“No fim de semana recebemos algumas dezenas de queixas, o que é demonstrativo que os passageiros estão com dificuldade em exercer os seus próprios direitos”, avançou à Lusa, precisando que em causa está o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, já que “não houve queixas relativamente aos outros aeroportos”.

Conforme salientou, os passageiros do transporte aéreo “têm um conjunto de direitos que estão fixados e são automaticamente aplicáveis em situações de cancelamento, de recusa de embarque [devido ao designado ‘overbooking’] ou de atraso superior a três horas”, nomeadamente o direito à assistência e, embora com algumas exceções, o direito a indemnização.

No caso do direito à assistência, apesar de o regulamento europeu aplicável prever que aos passageiros afetados têm de ser asseguradas “refeições e bebidas em proporção razoável ao tempo de espera” e “alojamento em hotel, caso se torne necessária a estadia por uma ou mais noites”, os relatos feitos à Deco apontam para a mera entrega de vales que os passageiros apenas podem utilizar no aeroporto e para a recusa da garantia de alojamento por alegadamente “não existir alojamento disponível nas proximidades”.

“Dar um vale a um passageiro para usar no próprio aeroporto quando o consumidor só tem voo dali a três dias é inaceitável do ponto de vista da proteção dos direitos dos consumidores. É necessário um reforço deste direito à assistência e, também, alojamento em hotel”, sustenta Paulo Fonseca.

Neste sentido, na carta enviada à tutela, ao ministério de Pedro Nuno Santos, a Deco destaca a “necessidade de impor quer às transportadoras, quer à infraestrutura aeroportuária, a implementação de planos de contingência em diferentes níveis, consoante o grau de afetação de passageiros e a natureza e duração da situação disruptiva”, de forma a “assegurar a assistência e demais direitos dos consumidores”.

“Estes planos deverão, também, definir medidas que visem a existência de estruturas e mecanismo de apoio e informação adequados às necessidades sentidas pelos passageiros quando enfrentam situações de atraso ou cancelamento de voos”, lê-se na missiva, a que a Lusa teve acesso.

O objetivo é que, em caso de necessidade, “esses mecanismos de contingência sejam de imediato acionados e tenham, por exemplo, um conjunto de estabelecimentos hoteleiros preparados para receber os passageiros”.

Já no que diz respeito ao direito à indemnização, o coordenador do departamento jurídico da Deco explica que esta pode ir dos 250 euros aos 600 euros, “dependendo do tipo de voo e da distância”, e precisa que não é aplicável em algumas situações, “designadamente perante circunstâncias extraordinárias não oponíveis à própria transportadora, como uma intempérie, um ataque terrorista, uma guerra ou a situação vivida o ano passado com a pandemia, com a imposição do cancelamento dos voos”.

Neste caso, a associação diz ter denunciado na carta dirigida à ANAC as “dúvidas” que mantém relativamente às justificações – ou falta delas – dadas aos passageiros afetados pelos atrasos ou cancelamentos.

“Como foram apontados vários motivos para justificar o cancelamento, muitos deles que não são verdadeiras circunstâncias extraordinárias, parece-nos que o direito à indemnização está a ser evitado”, explicou Paulo Fonseca.

Segundo salienta, “as transportadoras têm de dar uma informação pormenorizada ao consumidor sobre o estado do seu voo”, havendo “mecanismos que lhes permitem, até pelos formulários de contacto, ter acesso a dados dos passageiros e contactá-los diretamente para lhes dar toda a informação em tempo útil”.

De acordo com o responsável da Deco, no caso da TAP – cujos voos têm sido dos mais afetados em Lisboa – têm sido apontados desde “constrangimentos noutros aeroportos, a constrangimentos no serviço de ‘handling’ e, até, constrangimentos relacionados com um jato privado”. “Ou seja, não há, de facto, um apuramento de quais são as reais situações de cancelamento e de cada voo em concreto”, afirmou.

Afirmando-se particularmente “preocupado” porque “esta já é uma situação recorrente”, o que leva a que “os consumidores já tenham receio de viajar de avião porque não sabem se vão conseguir ter voo a tempo e capacidade para embarcar”, Paulo Fonseca alerta que, se já é possível “antever que o verão vai ser disruptivo, também já se sabe que no Natal e na passagem de ano se vai repetir a mesma situação”.

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British Airways cancela mais 650 voos em julho

A British Airways anunciou o cancelamento de mais 650 voos para este mês de julho. Entre os destinos mais afetados está Portugal, além de Grécia e Espanha.

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Segundo avança a imprensa britânica a British Airways irá cancelar mais 650 voos este mês a partir dos aeroportos de Heathrow e Gatwick, apontando como causa a elevadíssima procura e falta de pessoal.

A companhia aérea britânica pediu autorização para cortar 105.000 lugares relativamente à sua capacidade para o mês de julho nos dois aeroportos: 76.000 lugares para Heathrow e 29.400 para Gatwick.

O corte nos voos impactará maioritariamente a Europa e destinos de lazer como Grécia, Espanha e Portugal.

Um porta-voz da British Airways referiu que “tomámos medidas preventivas no início deste ano para reduzir a nossa programação de verão para fornecer aos clientes o máximo de aviso possível sobre quaisquer alterações nos seus planos de viagem”.

“Com toda a indústria da aviação continua a enfrentar o período mais desafiador da sua história, lamentavelmente, tornou-se necessário fazer algumas reduções adicionais”, indicando a mesma fonte que a companhia está “em contato com os clientes para pedir desculpas e oferecer para remarcar ou emitir um reembolso total.”

No mês passado, o Governo do Reino Unido ofereceu uma “amnistia” única às companhias aéreas nas regras usuais de ‘slots’ nos aeroportos para incentivar as transportadoras a operar horários de verão “realistas” na tentativa de minimizar a interrupção nos aeroportos.

 

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Qatar Airways e Airlink lançam codeshare para melhorar ligações no sul de África

Nova parceria entre a Qatar Airways e a Airlink abrande 45 destinos e 13 países, e pretende contribuir para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África.

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A Qatar Airways e a Airlink estabeleceram um acordo de codeshare para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África, que abrande 45 destinos e 13 países, informaram as companhias aéreas, em comunicado.

“Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem”, lê-se na informação divulgada.

Com este acordo, os passageiros passam a poder reservar voos entre o sul de África e os EUA, Europa e Ásia, sendo que esta parceria também aumenta a abrangência de voos da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.

“Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”, considera Akbar al Baker, CEO da Qatar Airways.

Para Rodger Foster, CEo da Airlink, “este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região” do sul de África, uma vez que a companhia aérea conta com uma “extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo”.

“Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que a Qatar Airways foi a única companhia aérea que abriu novos voos para África durante a pandemia, tendo lançado, durante esse período, os voos para Luanda, em Angola, assim como para Harare, no Zimbabué, e Lusaca, na Zâmbia. Este mês, a companhia aérea do Qatar vai também retomar os voos para Windhoek, na Namíbia.

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Swiss aumenta frequências do Porto para Zurique e Genebra até 14 voos adicionais por semana

A Swiss adicionou um voo ‘early bird’ à operação para Zurique e uma ligação noturna para Genebra, passando a disponibilizar até 14 voos adicionais por semana para a Suíça à partida do Porto.

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A Swiss vai aumentar para até 14 voos adicionais por semana o número de ligações aéreas do Porto para Zurique e Genebra, na Suíça, num aumento de oferta que chega aos 10 voos por semana para Zurique e que entrou em vigor sexta-feira, 1 de julho, enquanto Genebra conta com mais quatro voos por semana.

“A Swiss International Air Lines (SWISS) está a expandir os seus serviços para os passageiros portugueses tanto para voos de negócios como de lazer à partida do Porto no verão de 2022, com dez frequências semanais adicionais para Zurique e mais quatro voos semanais para Genebra”, destaca a companhia aérea helvética, que pertence ao Grupo Lufthansa, em comunicado.

No caso de Zurique, explica a Swiss, além do voo matinal que já existia e dos voos que decorrem a meio do dia, assim como à noite, passa a existir mais um voo ‘early bird’, que tem lugar quatro vezes por semana e que arrancou na passada sexta-feira, 1 de julho.

Esta nova ligação ‘early bird’ parte do Porto pelas 03h05 e chega à cidade suíça de Zurique pelas 06h30, horário que, segundo a companhia aérea, é ideal para os passageiros que têm voos de ligação através do hub da companhia aérea.

Além do aumento de oferta entre o Porto e Zurique, a Swiss está também a reforçar a operação entre a cidade Invicta e Genebra, destino que, além do voo diário ao meio-dia, passou também a contar, a partir de 17 de junho, com um voo noturno adicional.

“A Swiss tem estado presente no mercado português com voos do Porto e Lisboa desde a sua fundação há 20 anos”, destaca Thomas Ahlers, diretor-geral de Vendas do Lufthansa Group para Portugal, revelando que a companhia aérea está “a oferecer 70% mais voos a partir do Porto do que em 2019, antes da pandemia, até seis frequências diárias”.

“No total, a Swiss está a operar um número recorde de nove voos diários das cinco cidades portuguesas de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada para a Suíça no horário de verão, o que sublinha o importante significado do mercado português para a Suíça”, acrescenta o responsável.

O aumento de oferta da Swiss no Porto coincide com o 20.º aniversário da companhia aérea, motivo pelo qual a Swiss está a oferecer tarifas mais baixas para ligações de ida e volta, cujos preços começam agora nos 99 euros, valor que já inclui taxas.

No âmbito do aniversário, a companhia aérea está ainda a oferecer um vale de 20 euros para o próximo voo da Swiss a partir de Portugal. Para obterem o código promocional, os interessados devem visitar o site swiss.com e, até ao final de julho, realizar uma reserva para uma viagem que tenha lugar até 31 de dezembro.

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Tráfego da Ryanair dispara em junho

No primeiro semestre de 2022, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

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A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de junho, número que representa uma subida de 203% face aos 5,3 milhões de passageiros que a companhia aérea low cost tinha transportado em igual mês do ano passado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Ryanair indica que o bom desempenho do tráfego teve reflexos também na ocupação dos voos, que chegou aos 95% no sexto mês do ano, 23 pontos percentuais acima do registado em junho de 2021, quando este indicador se ficava pelos 72%. Em junho, a Ryanair realizou mais de 88.500 voos.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

Na ocupação dos voos, os primeiros seis meses do ano fica também marcado pelo bom desempenho, já que este indicador chegou aos 86%, 14 pontos percentuais acima dos72% registados até junho de 2021.

A Ryanair lembra ainda que o tráfego e a ocupação dos seus voos tem vindo sempre a crescer desde dezembro do ano passado, quando a companhia transportou 9,5 milhões de passageiros com um load factor de 81%, valores que sofreram uma quebra em janeiro, devido à Ómicron, para sete milhões de passageiros e uma ocupação de 79%.

Em fevereiro, contudo, as notícias voltaram a melhorar e a Ryanair já transportou 8,7 milhões de passageiros, com uma ocupação de 86%, enquanto em março se registou uma forte subida, com um tráfego de 11,2 milhões de passageiros e uma ocupação de 87%, ainda que a Ryanair diga que o tráfego deste mês foi “afetado pela crise causada pela invasão russa à    Ucrânia”.

Os números voltaram ainda a aumentar em abril, com 14,2 milhões de passageiros e 91% de ocupação, assim como em maio, quando a Ryanair transportou mais 15,4 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 92%.

 

 

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Turkish Airlines conta lançar voos sem escalas para a Austrália em 2026 ou 2027

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

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A Turkish Airlines pretende abrir voos sem escalas entre Istambul, na Turquia, e Sydney e Melbourne, na Austrália, numa operação que, segundo Ahmet Bolat, presidente da Turkish Airlines, poderá arrancar em 2026 ou 2027, uma vez que a companhia aérea turca está ainda a estudar o tipo de aparelho a usar nesta rota.

“A Austrália é o último continente para o qual a Turkish Airlines não voa”, recordou o responsável, durante a reunião geral anual da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que decorreu em Doha, no Qatar.

De acordo com Ahmet Bolat, a rota entre Istambul e a Austrália poderá vir a ser realizada num avião A350-1000XWB ou Boeing 777X, em vez dos A340-500s ou 777-200LRs que, acrescenta o responsável, acarretam maiores custos com o combustível.

“Os nossos estudos mostram uma grande perda (financeira) com essas aeronaves, especialmente com os altos preços atuais do combustível”, afirmou o presidente da Turkish Airlines, explicando que, por isso, a companhia aérea deve “optar por uma versão adicional, o A350-1000XWB, para serviços de ultralonga distância de Istambul a Sydney e Melbourne”.

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

Até à chegada dos voos sem escalas, a Turkish Airlines vai manter os acordos de codeshare que já disponibiliza nos voos para a Austrália e está em conversações com outros parceiros para alargar a oferta

“Com a frota existente, não podemos fazer voos sem escalas. Estamos a conversar com os nossos parceiros de codeshare porque é mais confortável operar a Austrália com a mesma aeronave”, concluiu o responsável.

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KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

Victor Jorge

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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