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Vueling vai voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal no verão

A Vueling vai começar a voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal a partir de 25 de junho, numa operação sazonal que vai contar com uma ligação por semana até 10 de setembro.

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Vueling vai voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal no verão

A Vueling vai começar a voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal a partir de 25 de junho, numa operação sazonal que vai contar com uma ligação por semana até 10 de setembro.

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A companhia aérea espanhola Vueling vai começar a voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal a partir de 25 de junho, numa operação sazonal que vai contar com uma ligação por semana até 10 de setembro, avança a Lusa.

De acordo com a informação avançada pela Vueling e citada pela Lusa, os voos entre Barcelona e a ilha mais turística de Cabo Verde vão decorrer aos sábados, não sendo ainda conhecidos os horários da operação.

Além da Vueling, a Lusa recorda que também a Transavia iniciou, em dezembro, uma operação entre Paris e o Sal que decorreu até abril e que foi acompanhada por uma segunda rota para a ilha da Boavista, a segunda ilha cabo-verdiana mais procurada para o turismo.

As novas rotas surgem depois do Governo de Cabo Verde ter apresentado o seu programa, no qual está incluído o objetivo de atingir 1,2 milhões de turistas até 2026 e que prevê ainda compensações para os operadores aéreos ‘low cost’, de forma a garantir a retoma do turismo após a pandemia.

“O Governo propõe atingir até 2026, uma procura não inferior a 1,2 milhões de turistas, aumentar o valor acrescentado da indústria do turismo, traduzido numa maior agregação de recursos endógenos nos serviços e no produto que o país apresenta ao visitante”, lê-se no programa do Governo cabo-verdiano.

Recorde-se que, em 2019, Cabo Verde tinha recebido 819 mil turistas, número que representou um recorde para o arquipélago. Contudo, no ano seguinte, devido à pandemia e às restrições adotadas contra a COVID-19, a procura turística pelo arquipélago recuou mais de 70%, o que gerou uma grave crise económica e financeira, já que o turismo é responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto do país.

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CEO da Ryanair coloca TAP no IAG e ITA na Lufthansa

Para o CEO da Ryanair, o futuro da aviação comercial na Europa passa por uma consolidação. Assim, Michael O’Leary antevê a compra da TAP pelo grupo IAG e da ITA pela Lufthansa. Ao site alemão Airliners.de, o líder da companhia aérea lowcost antecipa ainda uma subida no preço das viagens para este verão.

Numa entrevista ao site alemão Airliners.de, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary antecipa que o grupo Lufthansa deverá comprar a ITA – companhia aérea que sucede à extinta Alitalia – depois do grupo alemão ter realizado uma oferta de cerca de 300 milhões de euros por 40% do capital, prevendo que “o processo estará fechado dentro de três a quatro meses”.

Com essa movimentação, O’Leary acredita que a TAP será adquirida pelo International Airlines Group (IAG) – que integra a British Airways, Iberia, Vueling, Aer Lingus e Level – não antecipando timings para esta operação.

Além disso, o CEO da Ryanair acredita, igualmente, que haverá outras movimentações no mercado, com a easyJet a ser integrada no IAG ou na Air France – KLM, com a Lufthansa a juntar a húngara Wizz Air ao seu portfólio de marcas.

Com isto, O’Leary está certo de que “haverá uma consolidação no mercado da aviação comercial na Europa”.

Já no que diz respeito aos preços das viagens, o CEO da Ryanair volta a repetir que estes deverão aumentar. “Penso que as pessoas temem que os preços dos bilhetes subam no verão”, admitindo que “vão”. O’Leary espera que as tarifas médias para voos de curta distância na Europa aumentem numa percentagem de um dígito.

Como razões, Michael O’Leary refere que as capacidades no mercado europeu de tráfego aéreo ainda são “limitadas” e, embora refira que a Ryanair já esteja a voar mais do que antes da pandemia, companhias aéreas rivais como easyJet, British Airways e Lufthansa ainda estão aquém das operações de 2019.

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Emirates retoma serviço diário sem paragens entre o Dubai e Hong Kong

A Emirates vai servir um dos principais destinos da Ásia com 14 voos semanais operados pelo A380.

A Emirates vai aumentar as frequências para Hong Kong com um serviço diário sem escalas a partir do seu hub no Dubai, passando, a partir de 29 de março, a operar 14 voos semanais para Hong Kong, complementando o seu atual voo diário via Bangkok.

A retoma do serviço oferecerá mais capacidade, escolha e flexibilidade aos passageiros, uma vez que a companhia aérea continua a expandir as suas operações globais de acordo com a procura sustentada de viagens internacionais.

Operado por um Airbus A380, o voo EK380 da Emirates partirá do Dubai às 10h45 e chegará a Hong Kong às 22h00. O voo de regresso EK381 partirá de Hong Kong às 00h35 e chegará ao Dubai às 05h00.

Ao retomar o voo Dubai-Hong Kong EK380/EK381, a Emirates refere, em comunicado, estar a “responder à crescente procura da rota e a oferecer aos passageiros a opção de voar sem paragens ou interromper as suas viagens em Bangkok”.

A Emirates salienta ainda que a experiência do A380 “continua a ser muito procurada pelos passageiros, pelas suas cabines espaçosas e confortáveis e pelos produtos da marca que oferecem aos passageiros as melhores experiências no céu como o caso do Lounge, das suites de Primeira Classe e do Shower Spa”.

Atualmente a Emirates utiliza o A380 para 40 destinos do mundo, incluindo Londres Heathrow, Sydney e Houston, passando a servir 50 destinos até ao final deste verão.

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Recuperação dos aeroportos mais rápida na América do Norte. Europa com ventos desfavoráveis por causa do Reino Unido, prevê DBRS

A recuperação dos aeroportos mundiais não se encaminha para um trajeto linear. Enquanto a situação na América do Norte parece voltar a uma “maior normalidade” em 2023, a Europa sofrerá os impactos de uma conjuntura económica instável no Reino Unido.

À medida que as restrições relativamente às viagens diminuíram em 2022, o volume de passageiros aumentou consideravelmente em comparação com 2021. A agência de notação DBRS Morningstar publicou uma análise em que prevê que a “recuperação do volume de passageiros continue em 2023”. No entanto, refere que “a trajetória de crescimento pode variar entre as regiões, dependendo das perspectivas económicas de cada região” e de outros fatores.

A pressão inflacionária na Europa e no Reino Unido é “especialmente assustadora”, admite a DBRS Morningstar, referindo que “já está a causar interrupções nos setores da educação, transporte e armazenamento”, frisando que, “se as interrupções persistirem e aumentarem de frequência em 2023, poderão afetar negativamente as operações do aeroporto”.

Com o cenário macroeconómico na América do Norte a ser um pouco mais positivo em 2023, a DBRS Morningstar acredita que a procura por viagens aéreas deve “permanecer relativamente resiliente em 2023” e o tráfego de passageiros deve continuar no caminho da “recuperação total”.

Em geral, a agência de notação financeira refere que o grande segmento do mercado doméstico nos EUA proporcionará “mais estabilidade” e “mitigará” quaisquer fatores globais que possam afetar negativamente o tráfego de passageiros em 2023. Além disso, os aeroportos dos EUA tiveram maior apoio financeiro do governo federal, o que ajudou a manter suas finanças capacidade, resiliência e competitividade.

Já relativamente à Europa, a DBRS Morningstar afirma que “existem fatores regionais mais desafiadores” que podem prejudicar as perspectivas dos aeroportos europeus. Dada a recuperação desigual em toda a região, alguns aeroportos podem enfrentar “mais pressão financeira” do que outros, devido a certos fatores regionais em andamento que provavelmente não diminuirão materialmente em 2023.

Cenário norte-americano
Os aeroportos canadianos registaram uma forte recuperação no volume total de tráfego de passageiros em 2022 com o levantamento de restrições de viagem na maioria das regiões, admitindo a DBRS Morningstar que, em caso de recessão, a duração e a magnitude será “curta e ligeira”, seguida de crescimento moderado, regressando no final de 2023 e em 2024. Assim, é esperado que o atual cenário macroeconómico de linha de base no Canadá tenha um “impacto material” no desempenho financeiro dos aeroportos canadianos e que o volume de passageiros deve “continuar o caminho para a recuperação total”.

Já nos EUA, o volume total de passageiros nos aeroportos também aumentou significativamente em 2022, atingindo 88% do nível de 2019 (nos primeiros 10 meses de 2022), de acordo com o Bureau of Transportation Statistics.

O cenário macroeconómico básico para os EUA da agência de notação é semelhante ao do Canadá. No entanto, ao contrário dos aeroportos canadianos, os aeroportos dos EUA receberam ajuda económica significativa durante a pandemia do governo federal. A Lei CARES, firmada a 27 de março de 2020, deu 10 mil milhões de dólares em fundos para apoiar os aeroportos elegíveis nos EUA. A Lei CARES também aumentou a contribuição federal para 100% para o Programa de Melhorias Aeroportuárias, o que permitiu que projetos críticos de segurança e capacidade continuassem conforme planeado, independentemente das condições financeiras dos aeroportos.

A DBRS Morningstar crê, assim que “os significativos esforços de alívio económico colocaram os aeroportos dos EUA numa vantagem financeira maior do que os aeroportos canadianos, enquanto continuam a melhorar a sua infraestrutura para manter e/ou aumentar a competitividade nos últimos dois anos”.

Além disso, os aeroportos dos EUA devem permanecer relativamente resilientes por causa de um grande segmento de mercado doméstico (representou mais de 75% do volume total de passageiros nos EUA em 2019), o que mitiga o risco de quaisquer mudanças futuras nas restrições de viagens internacionais e reduz a exposição a fatores económicos globais.

Reino Unido estagnado
Passando para a Europa, os aeroportos do Reino Unido também exibiram uma forte recuperação no volume de passageiros em 2022. Nos primeiros 11 meses de 2022, o volume total de passageiros foi de 74% dos níveis de 2019. O crescimento do volume de passageiros mês a mês (variação percentual em relação ao mesmo mês em 2019) continuou a apresentar uma tendência positiva e, no final de outubro de 2022, estava em 85% dos níveis de 2019 antes de cair para 83% dos níveis de 2019 em novembro de 2022.

“É improvável vermos a mesma magnitude de crescimento do volume de passageiros em 2023”, frisa a agência de notação na análise publicada. Contudo, a procura reprimida (que levou a um aumento acentuado no volume de passageiros no início de 2022) parece ter diminuído no final do ano. Além disso, a trajetória de crescimento em 2023 também pode ser afetada por diversos fatores em andamento.

Primeiro, o cenário de linha de base projeta que a economia do Reino Unido encolherá em 2023 com um crescimento do PIB de -1%. A taxa de desemprego também deve aumentar para 4,5% em 2023, de 3,8% em 2022. Além disso, de acordo com o Office for National Statistics, a inflação do Reino Unido permanece elevada em 10,5% em dezembro de 2022 (ligeiramente abaixo de 10,7% em novembro de 2022). Portanto, a atual condição macroeconómica pode afetar “negativamente” a procura por viagens aéreas.

Em segundo lugar, uma “disputa prolongada sobre o pagamento do setor público” (como resultado da crise do custo de vida) pode causar graves interrupções nas operações do aeroporto que podem diminuir a procura por viagens aéreas durante os períodos de pico, pois os passageiros podem adiar as suas viagens ou procurar transporte alternativo que não é afetado pela ação de protesto.

Além disso, as atuais perspectivas macroeconómicas noutras partes da Europa podem reduzir a procura por viagens no segmento de mercado da UE, que historicamente contribui significativamente para o volume total de passageiros nos aeroportos do Reino Unido.

Por fim, o impacto total do “Brexit” no tráfego de passageiros no segmento de mercado da UE permanece “incerto”, uma vez que o volume de passageiros permaneceu gravemente reduzido durante 2020–21 devido à pandemia. No entanto, “foi relatado que a saída do Reino Unido da UE causou desafios laborais que afetaram muitas indústrias, incluindo o setor aeroportuário”, frisa a DBRS Morningstar, admitindo que, tal situação, “pode ter contribuído para a escassez de pessoal nos aeroportos do Reino Unido durante o verão de 2022, o que resultou na limitação do número de voos diários para aliviar o congestionamento e os atrasos”.

E a restante Europa?
De acordo com o EUROCONTROL, a Airports Council International (ACI) Europe estima em dois mil milhões os passageiros em 2022, 425 milhões a menos do que em 2019. O EURCONTROL observa que a “recuperação continua desigual em toda a Europa”, conforme indicado pelo número médio de voos diários. Além disso, observa que o mercado alemão foi um dos mais lentos a recuperar em 2022. A média de voos diários dos aeroportos de Frankfurt e Munique foi de 74% e 68% dos níveis de 2019, respetivamente. Em contraste, a média de voos diários dos aeroportos de Amsterdão, Paris Charles de Gaulle e Adolfo Suárez Madrid-Barajas foi superior a 80% do nível de 2019.

A recuperação desigual também pode ser observada em termos de volume de passageiros. Os dados do volume de passageiros sugerem que a recuperação em França e em Espanha (ambos em mais de 80% dos níveis de passageiros de 2019 no final de setembro de 2022) estão à frente da Alemanha (cerca de 73% do nível de 2019 no final de setembro de 2022). “Apesar da recuperação da região em 2022, há uma série de desafios pela frente”, destaca a DRBR Morningstar.

A ACI Europe reviu, recentemente, a sua previsão e agora projeta que a recuperação total do volume de passageiros não será alcançada até 2025 (revista a partir de 2024), projetando uma trajetória de crescimento mais lenta durante o horizonte de previsão (2023–27) do que o esperado anteriormente, como resultado “do risco geopolítico em curso, deterioração das perspectivas macroeconómicas, tarifas aéreas mais altas, capacidade restrita e custos regulatórios mais altos”. A ACI Europe projeta, também, que o volume de passageiros em 2023 será de 91% dos níveis de 2019.

Por isso, a DBRS Morningstar prevê “mais mudanças nas políticas de transporte em relação à transição para emissões líquidas zero até 2050”, referindo que “mudanças políticas como o Fit for 55 da UE – pacote de propostas para tornar o clima, energia, uso da terra, transporte e tributação da UE para políticas adequadas para reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030 – provavelmente apresentarão desafios adicionais para o setor de aviação que podem aumentar o custo das viagens aéreas no futuro”.

Recorde-se que, como parte do Fit for 55, o regulador da UE exige que todos os voos (sejam aeronaves da UE ou não), partindo de aeroportos europeus, usem combustível de aviação sustentável (SAF) começando com uma meta de 2% (percentagem de SAF em todos os voos) em 2025 e aumentar gradualmente para níveis mais elevados nas próximas décadas.

Assim, a DBRS Morningstar conclui que a recuperação das viagens aéreas continue nos aeroportos canadianos. No entanto, o limitado apoio financeiro do governo federal nos últimos dois anos “reduzirá a capacidade financeira dos aeroportos canadianos de assumir quaisquer programas significativos de capital financiados por dívida”.

Já nos EUA, os aeroportos devem permanecer “relativamente resilientes”, apesar do menor crescimento económico projetado em 2023. “Fatores regionais desafiadores na Europa, no entanto, podem afetar negativamente os aeroportos, alguns mais do que outros, em 2023”, termina a análise da DBRS Morningstar.

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SNPVAC aprova proposta apresentada pela TAP e desconvoca greve

A dois dias da greve, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) aprovou a proposta apresentada pela TAP e desconvoca a paralisação marcada para os dias 25 a 31 de janeiro.

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O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) aprovou esta segunda-feira, 23 de janeiro, a proposta melhorada apresentada pela TAP, desconvocando, assim a greve de sete dias prevista para os dias 25 a 31 de janeiro de 2023.

O SNPVAC reuniu-se em assembleia geral na Ordem dos Contabilistas Certificados, em Lisboa, para debater e votar a última versão da proposta laboral da TAP, com melhorias face ao que fora chumbado na semana passada.

Segundo a agência Lusa, a proposta apresentada pela TAP foi aprovada com 654 votos a favor, 301 votos contra e 20 abstenções.

No passado dia 19 de janeiro, a TAP referia, em comunicado, que a greve teria um custo total direto estimado de “48 milhões de euros (29,3 milhões em receitas perdidas e 18,7 milhões em indemnizações aos passageiros)” Além disso, a equipa executiva da companhia aérea nacional previa também “perdas de 20 milhões adicionais devido ao impacto potencial nas vendas para outros dias e à sub-otimização de outros voos, com passageiros reacomodados”.

A greve teria, também, um impacto ao nível do cancelamento de voos, estimando-se que não se realizariam 1.316 voos e 156 mil passageiros seriam afetados.

Em relação à sessão da passada quinta-feira, destaque para a cedência da TAP quanto à anulação do corte de 25% em ajudas de custo complementares.

A TAP, depois de conhecida a decisão do SNPVAC veio, em comunicado, “congratular-se” com o cancelamento da greve, salientando que esta “vai permitir que a companhia cumpra todas as expectativas criadas aos passageiros que confiaram na TAP para realizar as suas viagens”.

No mesmo comunicado ainda é referido que esta decisão “conduz a uma nova etapa na vida da TAP, reabrindo a negociação do novo Acordo de Empresa, juntando agora todos os sindicatos representativos dos trabalhadores da TAP, na busca de um equilíbrio que permita cumprir os termos do Plano de Restruturação. Assegurados ficam também os interesses de todos os envolvidos, na prossecução do caminho que nos conduzirá à necessária estabilidade, sustentabilidade e crescimento da empresa”.

A Comissão Executiva da TAP salienta, igualmente, o “empenho total” nas negociações com o SNPVAC, de forma que este desfecho fosse possível, frisando que “vai manter esta abertura e diálogo com todas as estruturas representantes dos trabalhadores”.

No final, a companhia afirmar que “a operação da TAP mantém-se sem qualquer alteração e todos os compromissos assumidos com os nossos clientes serão respeitados, numa demonstração inequívoca de que todos os seus profissionais estão fortemente empenhados na defesa e desenvolvimento da TAP”.

 

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Porto de Lisboa ultrapassa a centena de escalas em ‘turnaround’

O Porto de Lisboa ultrapassou, pela primeira vez, a centena de cruzeiros no segmento ‘turnaround’. O ano ficou ainda marcado por novos navios a realizarem escala e novos operadores a iniciarem atividade no porto da capital portuguesa.

Victor Jorge

O Porto de Lisboa bateu o recorde de escalas e passageiros de cruzeiro no segmento turnaround, ou seja, nos cruzeiros que têm embarque e/ou desembarque no terminal de cruzeiros da capital portuguesa.

Segundo os números avançados pelo Porto de Lisboa, em 2022, foi ultrapassada, pela primeira vez, a centena de escalas em turnaround (103) e registaram-se 88.292 mil passageiros neste segmento.

Face a 2019, estes números representam um crescimento de 43% nas escalas e 21% no número de passageiros.

Em comunicado, o presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Carlos Correia, “congratula-se com os resultados alcançados, que revelam uma demonstração efetiva de que o Porto de Lisboa continua a merecer a melhor atenção e o interesse por parte dos operadores de cruzeiro para embarque e desembarque dos seus navios”.

Neste contexto, refere que o Terminal de Cruzeiros de Lisboa tem sido preponderante e recorda a sua distinção como o melhor da Europa, atribuída pelo World Cruise Awards, em 2022.

Carlos Correia acrescenta ainda que “os excelentes resultados quantitativos alcançados traduzem o desenvolvimento e a valorização sustentada deste segmento de negócio no Porto de Lisboa, fruto da resiliência à adversidade, da capacidade, e do esforço coletivo de inúmeros players que, diariamente, persistem em torno do objetivo comum de potenciar o porto e a cidade de Lisboa como um destino sustentável de cruzeiros de excelência”.

Em termos económicos, é de realçar a importância do segmento de turnaround, pois é aquele que traz mais riqueza aos destinos. De acordo com o Estudo de Impacto Económico da Atividade de Cruzeiros em Lisboa, promovido pela APL em parceria com a “Lisbon Cruise Port”, e realizado pela Netsonda e a Nova SBE, um passageiro embarcado gasta em média 367 euros, em Lisboa.

“Considerando que, em 2022, embarcaram no Porto de Lisboa 45.276 passageiros, estamos a falar de cerca de 17 milhões de impacto económico direto gerado apenas pelas pessoas que iniciaram a sua viagem na capital portuguesa”, salienta o presidente da APL.

Novos navios e operadores
O ano de 2022 ficou marcado pelos 22 navios de cruzeiro que escalaram pela primeira vez o Porto de Lisboa, com destaque para o Silver Dawn e o Evrima, navios batizados no porto da capital portuguesa. O Valiant Lady, AIDAcosma, Celebrity Beyond e o World Traveller destacaram-se por incluírem Lisboa na sua viagem inaugural.

A este propósito, Carlos Correia considera que “deve ser visto com apreço o interesse conquistado por Lisboa na eleição das companhias de cruzeiro para a realização de um momento tão importante como o batismo de um navio”.

Em termos de inovação e sustentabilidade, a maioria destes navios merece especial importância, porque dispõem de novas tecnologias ambientais que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo.

Além dos navios, houve três operadores que também se estrearam no Porto de Lisboa, a Virgin Voyages, a Scenic Luxury Cruises & Tours e a Ritz Carlton Yatch Collection, sendo estas duas últimas destinadas a um nicho de mercado de elevados recursos económicos.

Mais escalas que não significam mais passageiros
No global, o Porto de Lisboa registou 327 escalas de navios de cruzeiro, o que representa uma subida de 5,5%, face às 310 contabilizadas em 2019.

O crescimento de escalas não se traduziu, no entanto, num aumento de passageiros – 492.438 passageiros – a exemplo do que se passou na generalidade do setor, em grande medida justificado pelos registos alcançados no 1.º semestre, período em que ainda vigoravam os protocolos sanitários a bordo por parte das companhias.

De referir ainda que, num ano de grande importância no relançamento e reconfiguração do mercado global de cruzeiros, a APL deu “continuidade a umas ações e iniciou outras, no âmbito da estratégia de valorização e qualificação da indústria de cruzeiros na cidade de Lisboa em termos económicos, sociais e ambientais”.

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Ryanair reduz emissões em 165 mil toneladas com nova tecnologia da Boeing

Com a aplicação desta nova tecnologia, a Ryanair espera diminuir em 1,5% o consumo de combustível, o que representará uma redução anual de 65 milhões de litros e menos 165 mil toneladas em emissões.

Victor Jorge

Depois de um acordo no valor de 175 milhões de dólares (cerca 161 milhões de euros) com a Aviation Partners Boeing (APB), a Ryanair anuncia a instalação os “Split Scimitar Winglets”, sistema que redefine o fluxo de ar nas asas, nos primeiros 400 Boeing 737-800.

De acordo com a companhia aérea, esta modificação “melhorará a eficiência da aeronave relativamente ao combustível em 1,5%, reduzindo o consumo anual da Ryanair em 65 milhões de litros e as emissões carbónicas em 165 mil toneladas”.

Com as expectativas da Ryanair em transportar 225 milhões de passageiros no ano de 2026, esta iniciativa segue o objetivo da companhia em atingir ‘net zero’ em 2050.

Thomas Fowler, diretor de Sustentabilidade da Ryanair, afirma que “como companhia aérea europeia mais eficiente ambientalmente, estamos a liderar o caminho na sustentabilidade da aviação como este investimento na nossa frota bem demonstra”. O responsável adianta ainda que “esta tecnologia ajudar-nos-á a alcançar os nossos objetivos ambiciosos no que diz respeito ao ambiente no nosso caminho para alcançar zero emissões em 2050. Estamos impressionados com o design de asas da APB e estamos expectantes com a instalação das mesmas não só nestas primeiras aeronaves, mas em mais 400 unidades para reduzir as nossas emissões”.

Do lado da APB, Patrick LaMoria, Chief Commercial Officer (CCO), refere no mesmo comunicado, que “ter o operador da maior frota mundial de aeronaves 737-800 Next Generation a instalar esta tecnologia é o compromisso final da APB e dos seus produtos”.

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MSC Virtuosa faz escala inaugural no Porto do Funchal

A MSC Cruzeiros assinalou, no Porto do Funchal (Madeira), a escala inaugural do seu mais recente navio, o MSC Virtuosa, em evento simbólico que contou com a presença de várias entidades locais e agentes de viagens.

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Para além da troca de placa comemorativas com o comandante do navio e as autoridades locais, realizou-se uma apresentação onde se deram a conhecer mais informações sobre o navio, sobre o compromisso de sustentabilidade da companhia, assim como todas as novidades do inverno 2022/2023 e do verão 2023, com principal destaque para os cruzeiros portugueses, e a operação com partida e chegada ao Funchal. Por último, foi teve lugar uma “ship tour” pelo navio antes do almoço, informou a MSC Cruzeiros.

O MSC Virtuosa é um dos mais recentes navios da MSC Cruzeiros e da inovadora classe Meraviglia, inaugurado em 2021, e inclui 19 decks que disponibilizam aos passageiros de todas as idades restaurantes de alta gastronomia, entretenimento de classe mundial, bares e lounges, lojas de compras, centros de spa e fitness, um parque aquático e clubes de crianças até jovens. A sua característica mais emblemática é a sua promenade interior de 112 metros com uma cúpula em LED.

Uma caraterística do MSC Virtuosa é o MSC Starship Club, apresentado pelo primeiro bartender robótico humanóide futurista do mundo, chamado Rob.

 

 

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António Costa e Silva admite que o IAG é uma das opções de topo para a privatização da TAP

O ministro da Economia e Mar, António Costa e Silva, admitiu, em entrevista concedida ao jornal espanhol El Economista, aquando da sua visita a Madrid no âmbito da participação de Portugal na Fitur, que o IAG, o grupo que detém a Iberia, é uma das opções de topo para a privatização da TAP.

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O governante português deixou claro que “a TAP é hoje uma empresa saudável e estão criadas as condições para a privatização para que a Iberia e outros operadores internacionais interessados ​​nela possam participar”, afirmou.

Embora entre os possíveis candidatos também existam outras opções, como a Lufthansa ou a Air France-KLM, para Portugal, a Iberia é fundamental porque já tem ligações com os três aeroportos continentais do país (Lisboa, Porto e Faro), bem como com a Madeira, e o ministro da Economia considera, na entrevista, que “a conectividade com o hub aeroportuário de Barajas iria potenciar o turismo e a economia do país e não só a TAP como também a Ibéria têm aqui um papel importante”.

Costa e Silva considera que “temos de lidar com a conectividade aérea porque há estudos que revelam que a falta dela condiciona a nossa economia face ao resto da Europa, visto que somos um país periférico”, realçando que a TAP desempenha um papel fundamental no crescimento do turismo e da economia portugueses.

Entretanto, o mesmo jornal espanhol indica que a  IAG, empresa-mãe da Iberia, não confirma nem desmente para já o eventual interesse na transportadora de bandeira do país vizinho – “não comentamos” -, enquanto continua focada em resolver a compra da Air Europa .

Além da conectividade aérea, Portugal e Espanha também estão avançando nas conexões ferroviárias de alta velocidade. “Na última cimeira ibérica que tivemos em Viana do Castelo, em dezembro, os dois governos falaram disso”, explicou o ministro. “É um ponto chave no desenvolvimento do turismo transfronteiriço e queremos promover as concessões ferroviárias, embora neste momento a prioridade seja a união entre o Porto e Vigo, para ligar o eixo norte de Portugal à Galiza”, aponta. No entanto, António Costa e Silva admite que “estamos também a estudar outras ligações porque gostaríamos que Portugal estivesse ligado a Espanha e que a Península Ibérica estivesse ligada às grandes redes europeias de transporte de alta velocidade. “Olhamos para a Península como um todo e vemos que podemos desenvolver um grande projeto transnacional”

 

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Governo dos Açores destaca importância das acessibilidades para as ilhas do Triângulo

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, destacou a importância estratégica das acessibilidades aérea e marítima para o desenvolvimento e mobilidade das ilhas do Triângulo (Faial, Pico e São Jorge), bem como no combate à sazonalidade.

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Na sequência de uma reunião, na cidade da Horta (ilha do Faial) com os novos corpos gerentes da Associação de Municípios do Triângulo, liderada por Luís Silveira, que preside à Câmara Municipal das Velas de São Jorge, José Manuel Bolieiro realçou que “a experiência piloto que o Governo dos Açores realizou quer na viabilidade aérea, com a introdução da Tarifa Açores [que permite viagens aéreas interilhas a 60 euros para os residentes], quer na mobilidade marítima, com um valorização de uma ligação inovadora entre São Roque do Pico e Velas de São Jorge, com um aumento de frequência, potenciou a economia e o desenvolvimento” do Triângulo.

Em declarações aos jornalistas, o líder do executivo açoriano apontou ainda a necessidade de “dar satisfação em oferta à procura turística das ilhas do Triângulo”, bem com de apostar na sua promoção, como forma de combater a sazonalidade.

O governante elogiou a “unidade organizativa” que a Associação de Municípios do Triângulo representa enquanto movimento de “promoção e incentivo ao desenvolvimento que o Triângulo potencia no quadro dos Açores”.

No que refere aos desafios mais imediatos destas três ilhas em concreto, o presidente do Governo reconheceu que o “combate à sazonalidade” no campo turístico é um dos elementos em ter em conta.

“As ilhas com menos população nos grupos Central e Ocidental, bem como em Santa Maria, no grupo Oriental, têm essa dificuldade”, disse José Manuel Bolieiro, considerando, segundo notícia da Lusa, que há um “trabalho a desenvolver pelo Governo Regional e as autarquias”.

O chefe do executivo açoriano lembrou, por outro lado, que a Tarifa Açores “já foi um elemento muito interessante, com o turismo que potenciou” dentro do arquipélago, “num ano ainda muito condicionado pela pandemia” e que “deverá agora continuar a surtir efeito”.

Por sua vez, o presidente da Associação de Municípios do Triângulo, Luís Silveira, também em declarações as jornalistas, e segundo a Lusa, sublinhou a “abertura total do presidente do Governo dos Açores para que possa apresentar candidaturas na região e aos fundos comunitários para promover o destino Triângulo dentro do destino Açores”, algo que “nunca se teve até aqui embora se o tenha procurado há alguns anos a esta parte”.

 

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AirHelp ajudou 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos em 10 anos de atividade

A empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013 e, desde então, já ajudou 1,5 milhões de passageiros a receberem compensação por atrasos ou cancelamentos de voos.

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A AirHelp, empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos, está a celebrar uma década de atividade, período ao longo do qual, adianta a empresa em comunicado, foi possível ajudar 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos.

“Em 10 anos, mais de 1,5 milhões de passageiros aéreos reclamaram, com sucesso, uma indemnização em resultado de atrasos e cancelamentos de voos”, destaca a AirHelp, lembrando que iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013, enquanto “organização sem fins lucrativos, com o objetivo de ajudar passageiros aéreos a reclamar os seus direitos relativamente a más práticas realizadas por companhias aéreas”.

De acordo com a informação enviada à imprensa pela AirHelp, a ideia para a criação da empresa surgiu “quando o fundador, Henrik Zillmer, passou por uma má experiência com um voo atrasado e se sentiu desprotegido e desinformado sobre os seus direitos”.

“Zillmer sentiu o desconforto e dificuldade que os viajantes experienciavam por terem de lidar diretamente com as companhias aéreas, bem como a necessidade de serem tratados de forma mais próxima e eficiente. Assim, nasceu a AirHelp com o compromisso de colmatar estas necessidades”, explica a AirHelp.

Atualmente com um novo líder, cargo que passou a ser ocupado, em 2022, por Tomasz Pawliszyn, a AirHelp cresceu, contando agora com 350 colaboradores e disponibilizando um serviço em 17 idiomas e através de uma rede de parceiros em 30 países, a AirHelp mantém, no entanto, o foco na defesa dos passageiros aéreos.

“É um orgulho ver a AirHelp como organização pioneira na afirmação dos direitos dos passageiros. Na última década, 1,5 milhões de viajantes confiaram em nós, foram compensados devido a perturbações nos seus voos e foram empoderados enquanto passageiros. Na AirHelp investimos continuamente em informação e tecnologia de ponta para facilitar ao máximo as reclamações dos nossos clientes e lutamos continuamente para alterar as leis que prejudicam todos os passageiros aéreos”, afirma Tomasz Pawliszyn, CEO da AirHelp.

Exemplo desse investimento é o facto da AirHelp contar, atualmente, com “a maior equipa de advogados especializados em direitos dos passageiros aéreos”, bem como com assistentes de inteligência artificial (IA) que “ajudam a processar reclamações e indemnizações de forma rápida, eficiente e em grande escala”.

A AirHelp diz também que, ao longo dos anos, a sua experiência jurídica tem ajudado a “melhorar a lei, ganhando importantes casos de referência que serviram para estabelecer jurisprudência e dos quais todos os passageiros aéreos beneficiam atualmente, incluindo aqueles que não reclamam através da organização”.

“A AirHelp ganhou uma série de casos que ajudaram a remover condições impostas por companhias aéreas consideradas injustas, bem como a remover obstáculos desnecessários exigidos pelas mesmas aquando da reclamação de indemnizações por parte dos passageiros”, acrescenta a empresa.

A AirHelp é ainda co-fundadora da Association of Passenger Rights Advocates (APRA) e tem vindo a arrecadar vários prémios, como o Spark Innovation Award e o Launch People’s Choice Award, publicando ainda, desde 2015, o AirHelp Score, “um ranking global das companhias aéreas líderes mundiais em termos do seu cumprimento da pontualidade, feedback dos clientes e processos de reparação de queixas dos clientes”.

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