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Mais de 800 mil euros para Festa da Flor na Madeira que já tem programa

O secretário Regional do Turismo e Cultura da Madeira, Eduardo Jesus, que apresentou o programa da Festa da Flor 2022, em conferência de imprensa, enalteceu que a região prevê já no próximo fim de semana uma ocupação hoteleira de 90%, devido precisamente a este evento, que tem um orçamento de 835 mil euros.

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Mais de 800 mil euros para Festa da Flor na Madeira que já tem programa

O secretário Regional do Turismo e Cultura da Madeira, Eduardo Jesus, que apresentou o programa da Festa da Flor 2022, em conferência de imprensa, enalteceu que a região prevê já no próximo fim de semana uma ocupação hoteleira de 90%, devido precisamente a este evento, que tem um orçamento de 835 mil euros.

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A tradicional Festa da Flor regressa este ano ao seu figurino habitual, com um conjunto de iniciativas que não aconteceram nos últimos dois anos, devido à pandemia de covid-19, e terá lugar entre 05 e 29 de maio, anunciou Eduardo Jesus, destacando que “estamos com uma expectativa de, neste primeiro fim de semana, termos uma ocupação hoteleira de 90%. Isto significa a melhor dos últimos seis anos”.

Refira-se que em 2020 e 2021, a Festa da Flor foi adaptada ao contexto pandémico e aconteceu só depois do verão, em vez de se realizar na altura da primavera como habitualmente, tendo começado a ser um dos principais cartazes turísticos da Madeira em 1979, divulgando as flores que tornaram a ilha conhecida.

Com o tema: “Madeira, a magia das flores”, uma homenagem à primavera e às flores, o momento alto do evento, de acordo com o site oficial do Governo Regional, é já no próximo domingo, dia 08 de maio, com a realização do Cortejo Alegórico da Flor, com cerca de 1.400 figurantes, distribuídos por 13 grupos. O cortejo parte da Praça da Autonomia e seguirá pela Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses (faixa sul) até à Rotunda Francisco Sá Carneiro, Avenida Francisco Sá Carneiro e Rotunda Harvey Foster.

Posteriormente, estes elementos participarão no ‘Grupos da Flor’, com 24 atuações no Heliporto, que decorrerão nos dois fins-de-semana seguintes.

A edição deste ano assinala igualmente os regressos do espetáculo infantil do Muro da Esperança, a realização do Madeira Flower Classic Auto Parade e o Muro da Solidariedade.

Em termos de novidades há a destacar o espetáculo de artes circenses, a melhoria da área do folclore, maior extensão de tapetes e instalações florais e estátuas vivas.

Estão programados, ao longo do mês, 42 concertos, 36 atuações de grupos folclóricos e muito mais animação, com entrada gratuita, enquanto na Avenida Arriaga voltam a concentrar-se as casinhas, com flores e uma oferta diversificada de produtos tradicionais, os tapetes florais e muita animação.

No total, estarão envolvidas na edição deste ano da Festa da Flor cerca de 4.100 pessoas.

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SETCS espera fechar 2022 com receitas turísticas superiores a 2019

Rita Marques revelou também, durante uma visita ao Algarve, que vai ser realizada uma missão empresarial para atrair trabalhadores estrangeiros para o turismo português, que deverá ter lugar no último trimestre do ano.

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, mostra-se confiante quantos aos resultados turísticos e acredita que o país tem “todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão” os de 2019, quando as receitas turísticas somaram 18,7 mil milhões de euros, naquele que foi um ano recorde para a atividade turística nacional.

“Depois de dois anos muitos difíceis para o setor do turismo, temos muito boas expetativas relativamente ao mês de agosto e, portanto, achamos que temos todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão aquelas que obtivemos em 2019”, admitiu a governante em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Algarve, que decorreu esta terça-feira, 2 de agosto.

Rita Marques lembrou que o Banco de Portugal (BdP) reviu, recentemente, em alta as perspetivas para este ano relativamente às receitas turísticas, estimando que, no final de 2022, este indicador fique 4,2% acima do valor apurado em 2019.

Durante a visita, Rita Marques falou também do problema da escassez de recursos humanos que afeta atualmente o setor e, além de admitir que Portugal precisa de 45 a 50 mil trabalhadores para o turismo, revelou que está a ser preparada uma missão empresarial para garantir que o país recebe trabalhadores provenientes dos países de língua portuguesa, que gozam do recentemente aprovado um regime de entrada e permanência no país.

“O objetivo é levar uma comitiva de empresários portugueses que estejam à procura de reforçar os mapas de pessoal, identificando trabalhadores dessas geografias que estejam interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares possam depois administrativamente despachar favoravelmente os vistos e possamos trazer connosco os trabalhadores que pretendem ingressar neste setor de atividade”, explicou Rita Marques, revelando que esta missão deverá acontecer no último trimestre do ano.

Para Rita Marques, a nova lei veio introduzir “alterações muitíssimo relevantes e substanciais na emissão de vistos, designadamente no âmbito dos países que ratificaram o acordo da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”.

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Governo cria grupo de trabalho para agilizar emissão de vistos

O Turismo de Portugal é um dos organismos que vão estar representados neste novo grupo de trabalho.

O Governo criou um grupo de trabalho para coordenar e acompanhar a emissão de vistos, com o objetivo de agilizar o procedimento, avança a Lusa, que cita um despacho da Presidência do Conselho de Ministros, publicado esta terça-feira, 2 de agosto, em Diário da República.

No texto do documento, a Presidência do Conselho de Ministros explica que este grupo de trabalho surge pela “necessidade de organização de fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, o combate à migração ilegal e ao tráfico de seres humanos a ela associado, assim como a regulação e agilização de condições para a entrada e permanência de cidadãos em Portugal”.

Este grupo de trabalho tem como objetivo a simplificação dos processos relativos aos pedidos de visto para tornar mais rápida a sua concessão e “acompanhar todo o processo de circuito de vistos”.

Além da simplificação e acompanhamento do processo de emissão de vistos, o grupo de trabalho vai também propor medidas para reforçar os recursos humanos nos postos consulares com mais pedidos de vistos e avaliar “a necessidade de colocação de elementos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e IEFP, I. P. (Instituto do Emprego e da Formação Profissional), nos postos mais sujeitos a pressão”.

A missão deste grupo de trabalho, que inclui representantes da Direção-Geral dos Assuntos Consulares, do SEF, do Alto Comissariado para as Migrações, do Turismo de Portugal, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, e do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, passa por “estabelecer um canal de comunicação permanente entre as entidades, das distintas áreas governativas, envolvidas nos processos de visto”.

Além de representantes dos institutos e organismos referidos, o grupo vai ainda contar com a participação de “um elemento de cada gabinete das referidas áreas governativas”, segundo o texto do documento, que entra em vigor esta quarta-feira, 3 de agosto.

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REDE-T volta a lançar Promoção de verão e oferece desconto de 15%

A Promoção de verão da REDE-T está disponível até 31 de agosto e permite que os membros da plataforma para profissionais do canal HORECA façam um registo premium e possam registar e promover os seus produtos a preços mais convidativos.

A REDE-T lançou a sua já conhecida Promoção de verão, dando oportunidade a todos os membros de, até 31 de agosto, criarem um acesso premium nesta rede que junta profissionais do canal HORECA e, desta forma, registarem e promoverem os seus produtos a preços mais convidativos, já que gozam de um desconto de 15%.

“Com a retoma em força do setor, só faria sentido motivar ainda mais todos os intervenientes e a melhor forma de o fazer seria mantendo a nossa promoção de verão”, afirma Ricardo Augusto, founder e CEO da REDE-T.

Recorde-se que a REDE-T conta com mais de 17.000 profissionais do canal HORECA registados, mais de 19.000 ofertas de trabalho e perto de 2.000 documentos para download, permitindo ainda o acesso a mais de 2.000 CVs dos melhores profissionais do setor e a um diretório de empresas com muitas das mais conhecidas marcas presentes.

 

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Julho foi o melhor mês de sempre para o turismo na República Dominicana

A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021.

A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021, que tinha batido todos os recordes.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, que cita o ministro do Turismo da República Dominicana, David Collado, o número de turistas não residentes no país, em julho, ficou 10% acima de mês homólogo de 2018 e 24% acima de igual mês de 2019, tendo ainda crescido 30% face a julho do ano passado.

Por mercados, os EUA, Canadá, Colômbia, Porto Rico, Espanha, Cuba e Reino Unido foram os principais países de origem dos turistas estrangeiros que visitaram a República Dominicana em julho, cujo impacto económico no país foi de 931 milhões de dólares (909 milhões de euros).

Além dos turistas que chegaram ao país por via áreas, a República Dominicana recebeu ainda 98.389 turistas em navios de cruzeiro e, no acumulado de janeiro a julho, o país contabiliza já 4.182.000 turistas estrangeiros, estando no bom caminho para atingir o marco de sete milhões de turistas previstos pelas autoridades dominicanas para este ano.

 

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Turismo do Algarve propõe redução de água em fontes, piscinas e espaços verdes

As propostas da Região de Turismo do Algarve (RTA) foram concertadas com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as associações do setor e vem juntar-se a um leque diversificado de ações que já vinha a ser aplicado no turismo e na hotelaria.

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A Região de Turismo do Algarve (RTA) propôs aos empreendimentos turísticos reduzir ou eliminar fontes ornamentais, diminuir a rega dos espaços verdes ou renovar a água das piscinas como medidas de contingência para responder à situação de seca, avança a Lusa, que cita João Fernandes, presidente da entidade regional de turismo.

“Nós enviámos medidas que versam várias áreas de atuação do setor do turismo, em especial a hotelaria, porque os golfes já estão num trabalho mais fino, campo a campo, com a Agência Portuguesa do Ambiente, e fruto de um trabalho que começámos em 2020 com o Plano de Eficiência Hídrica”, indicou à Lusa João Fernandes.

De acordo com o responsável, as propostas foram concertadas com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as associações do setor e vem juntar-se a um leque diversificado de ações que já vinha a ser aplicado  no turismo e na hotelaria para reduzir os consumos de água.

João Fernandes considera que era necessário tomar medidas, uma vez que a região se encontra “numa situação de contingência, em que há um grande stresse hídrico, provocado por uma situação preocupante e prolongada de seca”, mas sem estar em causa o consumo humano.

“Isto é muito importante dizer, porque nem turistas nem residentes vão ter, até outubro do próximo ano, cortes de abastecimento de água para consumo humano”, sublinhou o responsável.

O presidente da RTA explicou que foi definido “um conjunto de medidas de contingência a adotar pelos empreendimentos turísticos”, de forma a que existam “ganhos de eficiência hídrica, por um lado, e reduções de consumo, por outro”.

Além disso, foi também recomendado “o uso de fontes alternativas de água”, que permitam um “maior equilíbrio entre a captação de água superficial e subterrânea”, consoante a disponibilidade de cada zona.

As propostas da RTA preveem ainda que os empreendimentos turísticos realizem auditorias regulares ao consumo de água e promovam o “envolvimento” de clientes e ‘staff’ na deteção de perdas, de forma a que seja possível a “adoção de práticas mais responsáveis na utilização da água”.

Por outro lado, está também previsto o reforço da informação aos clientes sobre “procedimentos para mudança de lençóis e toalhas, estabelecendo um período mínimo de utilização de toalhas de dois dias”, assim como a formação de trabalhadores de seções específicas, nomeadamente lavandarias, sensibilizando estes colaboradores para os comportamentos que fomentem a poupança de água.

Apesar das propostas, João Fernandes lembra que o setor já vinha a adotar medidas que permitissem reduzir o consumo de água, a exemplo da utilização de redutores de caudais, instalação de autoclismos de dupla descarga, temporizadores de torneiras.

Ainda assim, admite o presidente da RTA, era preciso sensibilizar o setor para “utilizar água de qualidade inferior para regas e lavagens” ou para “melhorar a limpeza de filtros de piscinas e o tratamento da água para evitar a necessidade de renovação da água”.

Mas João Fernandes considera que é também preciso “reduzir ou adaptar as técnicas de limpeza de zonas pública, evitando lavagens com mangueira ou máquina de pressão, reduzir ou mesmo anular o funcionamento de fontes ornamentais, acelerar medidas na área da rega que levem a maior eficiência, como instalar contadores por várias secções, para se detetar perdas e analisar melhor consumos, e privilegiar a utilização de espécies endógenas em espaços verdes, com menor necessidade hídrica”.

“O que estamos aqui a falar, neste momento, é da necessidade de acelerarmos a implementação dos processos de eficiência hídrica e de inclusivamente fazermos – como é o caso das fontes ornamentais, da rega dos espaços verdes ou da renovação da água das piscinas – medidas mais de curto prazo, específicas, por causa do stresse hídrico pontual neste verão”, acrescentou.

No caso do golfe, que já vinha a reduzir os consumos de água, até por uma questão de sustentabilidade, João Fernandes realça que já existia um esforço para aumentar a rega com águas residuais tratadas, com o objetivo de multiplicar o valor total utilizado de um hectómetro cúbico, para oito, até ao final de 2023.

O presidente da RTA destacou ainda a “redução da área do jogo para haver menos área regada, a mudança de relva para relvas de estação quente, com menos consumo de água” ou “melhorias de eficiência da própria rega e drenagem, criando pontos comuns de confluência da água” como outras das medidas a adotar no golfe, que já é “dos produtos turísticos mais sustentáveis ambientalmente”.

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Europcar Mobility Group patrocina Volta a Portugal

O Europcar Mobility Group (EMG) vai patrocinar o Prémio da Camisola da Montanha na próxima edição da Volta a Portugal, que decorre entre 4 e 15 de agosto.

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O Europcar Mobility Group (EMG) vai patrocinar o Prémio da Camisola da Montanha na próxima edição da Volta a Portugal, que decorre entre 4 e 15 de agosto, trazendo de volta a prova mais emblemática do ciclismo nacional.

“Partimos para a estrada já no próximo dia 4 de agosto com entusiasmo, por fazermos parte de um evento desportivo com tanta história e tradição no nosso país. É uma honra e um orgulho podermos dizer que a Europcar é um dos patrocinadores da Volta a Portugal”, sublinha Paulo Pinto, Head of Portugal da EMG em Portugal.

Nesta edição da Volta a Portugal, o EMG patrocina o Prémio da Camisola da Montanha e, além da presença na camisola do vencedor deste prémio, vai estar também presente na prova com stands com animação destinada ao público, enquanto a organização vai viajar em carros cedidos pela marca.

“A ligação da Europcar a este evento, surge de forma natural, dando continuidade a uma estratégia global de mobilidade sustentável, que já está em curso há alguns anos. A Europcar tem solidificado a sua atividade através de uma frota diversificada que disponibiliza um conjunto de soluções atrativas de mobilidade e alternativas ao veículo próprio tais como: aluguer de veículos ligeiros de passageiros e de carga de mercadorias, veículos elétricos, e ainda aluguer de bicicletas, scooters e motos”, acrescenta Paulo Pinto.

No total, a prova conta com 10 etapas em vários pontos do país, oferecendo ao EMG a oportunidade de “se aproximar dos consumidores nacionais, reforçando a ligação à marca”, uma vez que estão previstas ativações criadas especialmente para animar a festa que a Volta proporciona pelas localidades por onde passa.

 

 

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Portugal passa a integrar os Remarkable Venue Awards

Os Remarkable Venue Awards são organizados pela plataforma de venda de bilhetes eletrónicos Tiqets e este ano vão incluir, pela primeira vez, Portugal e eleger os melhores museus e atrações turísticas do país.

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Pela primeira vez, os Remarkable Venue Awards, organizados pela plataforma de venda de bilhetes eletrónicos Tiqets, vão incluir Portugal e eleger os melhores museus e atrações turísticas do país, contando também com um júri português de especialistas em turismo e cultura.

Nesta 6.ª edição, os Remarkable Venue Awards vão premiar os melhores museus e atrações turísticas de Espanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido, assim como dos estreantes Alemanha, Portugal e Emirados Árabes Unidos.

“Temos apostado cada vez mais na promoção da cultura e do turismo portugueses. É, por isso, um enorme prazer incluir Portugal nestes prémios, que certamente serão uma excelente plataforma para reconhecer o fantástico trabalho que os museus e as atrações nacionais têm vindo a desenvolver, bem como contribuir para a sua projeção lá fora”, refere Jaume Vidal, diretor regional da Tiqets para Espanha e Portugal.

No total, estes prémios vão distinguir os melhores museus e atrações turísticas em sete categorias, estando já a decorrer as inscrições para as categorias de ‘Local Mais Inovador’ e de ‘Melhor Joia Escondida’, que vão estar abertas até 8 de setembro.

Para se candidatarem, as atrações portuguesas devem preencher um formulário que está disponível no website da Tiqets, sendo os nomeados e vencedores destas duas categorias determinados por um júri nacional de especialistas, através das pontuações atribuídas em relação a um conjunto de critérios. O júri será relevado em breve.

Os Remarkable Venue Awards são constituídos por três tipos de prémios: os Prémios regionais baseados em candidaturas, para os quais os monumentos e atrações de cada país se podem candidatar, e que são atribuídos nas categorias ‘Local Mais Inovador’ e ‘Melhor Joia Escondida’ por um júri nacional de especialistas.

Além destes, há ainda os Prémios regionais baseados em avaliações do público, para os quais não existem candidaturas e que são atribuídos a partir das avaliações que os clientes das Tiqets dão, na plataforma, às atrações que visitaram. Estes prémios são concedidos às cinco restantes categorias – ‘Local Mais Notável’, ‘Melhor Atração’, ‘Melhor Museu’, ‘Melhor Experiência no Local’ e ‘Melhor Marco Histórico’.

Por fim, são atribuídos os Prémios mundiais, para os quais todos os vencedores regionais se tornam automaticamente candidatos. Estes prémios são atribuídos, na totalidade das sete categorias, através de uma votação global do público.

 

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76% dos consumidores diz preferir passar as férias “cá dentro”

A escolha dos portugueses parece inclinar-se para umas férias “cá dentro”, com a maioria a preferir a praia como destino. Quanto ao orçamento, somente 11% dos consumidores irã gastar mais de 1.000 euros nestas férias de verão.

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Segundo um estudo realizado pela Escolha do Consumidor, 76% dos consumidores vai passar as férias em território nacional e apenas 24% irá para fora do país.

O estudo realizado online, que teve como base a opinião dos consumidores para perceber as suas preferências relativamente às suas férias de verão, indica ainda que 79% dos consumidores passa férias com a família, 16% com os amigos e apenas 5% dos inquiridos respondeu que gosta de passar férias sozinho.

Para a marcação das férias, o estudo concluiu que 48% pede ajuda à família e amigos, 46% gosta de ser o próprio a marcar e 7% respondeu que procura uma agência de viagens para facilitar este processo.

Questionados sobre qual o tipo de destino de férias de eleição 51% dos portugueses prefere a praia, 44% prefere tanto praia, como campo ou cidade, a restante percentagem dos inquiridos gosta de fazer viagens mais turísticas permitindo conhecer outras cidades.

Quanto aos fatores que pesam para a preferência pelas férias “cá dentro, são vários, desde a simples preferência por passar o verão em Portugal, por ainda existir algum receio do risco de contágio do vírus da COVID-19 ou simplesmente porque preferem não gastar tanto dinheiro numa viagem.

No que diz respeito aos gastos para as férias deste verão, 41% dos inquiridos diz disponibilizar entre 500 a 1.000 euros, 41% apenas até 500 euros, e cerca de 11% dos inquiridos gasta entre 1.000 a 2.000 euros.

O estudo inquiriu ainda se o cenário fosse diferente e os portugueses tivessem possibilidade de não terem qualquer limite de tempo ou orçamento, as preferências iriam para dar a volta ao mundo ou ir às Maldivas, Tailândia, Indonésia ou Grécia.

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OMT: Turismo internacional recuperou quase metade dos níveis de 2019 até maio

Apesar das chegadas internacionais terem recuperado 46% dos níveis de 2019, a OMT está preocupada com o impacto da guerra na Ucrânia, inflação, aumento de juro e caos nos aeroportos, que podem comprometer a recuperação no resto do ano.

Inês de Matos

O turismo internacional apresentou uma forte recuperação nos primeiros cinco meses do ano e contabilizou 250 milhões de chegadas, traduzindo uma subida de quase 225% face às 77 milhões de chegadas internacionais de igual período de 2021, o que mostra que, em comparação com 2019, o turismo internacional já recuperou “quase metade (46%) dos níveis pré-pandemia”, segundo o último Barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT).

“A recuperação do turismo ganhou ritmo em várias partes do mundo, enfrentando os desafios que estão no seu caminho”, sublinha Zurab Pololikashvili, secretário-geral da OMT, citado no comunicado que acompanha os resultados do Barómetro do Turismo Mundial, que foi divulgado esta segunda-feira, 1 de agosto.

Segundo os dados do Barómetro da OMT, a Europa e as Américas lideraram a recuperação nos primeiros cinco meses do ano, com a Europa a contabilizar mesmo quatro vezes mais chegadas internacionais que no mesmo período do ano passado, num crescimento que chega aos 350% e que se deve ao levantamento de todas as restrições relacionadas com a COVID-19 em vários países, o que fez disparar a procura inter-regional.

A OMT destaca o mês de abril, que apresentou um crescimento “particularmente robusto”, com um aumento de 458% na procura internacional, o que se ficou a dever às celebrações da Páscoa, que se assinalaram nesse mês.

Tal como a Europa, também o continente Americano apresentou um forte desempenho entre janeiro e maio, período em que as chegadas internacionais aumentaram 112%, valores que, quer na Europa, quer na América, não foram suficientes para alcançar os números de 2019.

“A forte recuperação é, no entanto, medida em relação aos fracos resultados de 2021 e as chegadas permanecem 36% e 40% abaixo dos níveis de 2019 em ambas as regiões, respetivamente”, acrescenta a OMT.

Além da Europa e América, a recuperação do turismo internacional chegou também ao Médio Oriente, que apresentou um crescimento de 157% nas chegadas internacionais até maio, assim como a África, onde houve um acréscimo de 156%, regiões que, ainda assim, ficaram 54% e 50% abaixo dos níveis de 2019, respetivamente.

Na Ásia-Pacífico, as chegadas internacionais praticamente duplicaram entre janeiro e maio, subindo 94%, ainda que, também nesta região, os números continuem 90% abaixo dos níveis pré-pandemia, uma vez que, justifica a OMT, “algumas fronteiras permaneceram fechadas para viagens não essenciais”.

Por sub-regiões, a OMT diz que também há uma recuperação e que várias dessas sub-regiões recuperaram 70% a 80% das chegadas internacionais, a exemplo das Caraíbas e da América Central, que lideraram o crescimento entre janeiro e maio, seguindo-se o sul do Mediterrâneo, assim como o Oeste e Norte da Europa.

Gastos acompanham crescimento

Tal como as chegadas, também os gastos dos turistas internacionais estão a aumentar e, segundo a OMT, os gastos dos turistas provenientes turistas da França, Alemanha, Itália e Estados Unidos estão agora em 70% a 85% dos níveis pré-pandemia, enquanto os gastos dos turistas da Índia, Arábia Saudita e Qatar superaram já os níveis de 2019.

A recuperação das receitas turísticas já supera mesmo os valores de 2019 em vários países, a exemplo de Portugal, mas também da República da Moldávia, Sérvia, Seicheles, Roménia, Macedónia do Norte, Santa Lúcia, Bósnia e Herzegovina, Albânia, Paquistão, Sudão, Turquia, Bangladesh, El Salvador, México e Croácia.

Para a OMT, os resultados positivos devem continuar ao longo do verão, essencialmente no hemisfério Norte e à medida que mais países levantem as restrições à COVID-19 que ainda existem, o que já aconteceu em 62 destinos turísticos, incluindo 39 na Europa e um número crescente na Ásia.

Incerteza preocupa

Apesar da recuperação, a OMT mostra-se preocupada quanto à sua continuação e alega que o aumento da procura acima do previsto está a causar problemas operacionais, o que a juntar à guerra na Ucrânia, aumento da inflação e das taxas de juro, pode representar “um risco para a recuperação” e colocar em causa os cenários avançados em maio e que previam que, este ano, as chegadas internacionais atingissem 55% a 70% dos níveis pré-pandemia.

“Os resultados dependem da evolução das circunstâncias, principalmente das mudanças nas restrições de viagem; inflação, incluindo altos preços de energia e condições económicas gerais; evolução da guerra na Ucrânia, bem como da situação sanitária”, acrescenta a OMT, considerando que também a “falta de pessoal, congestionamento severo nos aeroportos e atrasos e cancelamentos de voos” podem prejudicar a recuperação.

Por isso, a OMT diz que as suas previsões apontam para uma recuperação mais rápida na Europa e América, enquanto Ásia e o Pacífico devem “ficar para trás devido a políticas de viagens mais restritivas”, prevendo-se que as chegadas internacionais de turistas podem subir para 65% ou 80% dos níveis de 2019 em 2022 na Europa, enquanto nas Américas podem atingir 63% a 76% desses níveis.

Já em África e no Médio Oriente, as chegadas podem atingir 50% a 70% dos níveis pré-pandemia, enquanto na Ásia e no Pacífico devem permanecer em 30% dos níveis de 2019 no melhor cenário, “devido a políticas e restrições mais rígidas”, considera a OMT.

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Reino Unido sugere férias em Portugal para evitar fila de espera em França

O secretário de Estado do Brexit, Jacob Rees-Mogg, lembrou que Portugal permite que os turistas britânicos utilizem as e-Gates, os que facilita a entrada de turistas do Reino Unido no país.

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O secretário de Estado do Brexit, Jacob Rees-Mogg, sugeriu na passada quinta-feira, 28 de julho, aos britânicos que façam férias em Portugal em vez de França, de forma a evitarem as extensas filas de trânsito e de controlo de passaportes em Dover.

“Vale a pena notar que os portugueses permitiram que os britânicos utilizassem e-Gates para entrar em Portugal. Portanto, pode ser que as pessoas achem mais fácil ir de férias a Portugal”, disse o governante britânico, em declarações à estação Sky News.

Segundo Jacob Rees-Mogg, as filas que se verificam desde a semana passada para entrar em França não são resultado do Brexit, mas sim das autoridades francesas, que “não colocaram pessoas suficientes para operar as cabines adicionais” dos serviços de imigração que foram colocadas pelo porto de Dover.

Por isso, Jacob Rees-Mogg sugeriu aos britânicos que venham de férias para Portugal em vez de França, uma vez que, além de permitir a utilização das e-Gates, Portugal é o “aliado mais antigo” do Reino Unido.

“Por isso, devemos ser sempre muito simpáticos para com os portugueses”, acrescentou Jacob Rees-Mogg.

Apesar das e-Gates estarem disponíveis para a entrada dos turistas britânicos, como acontece também com os passageiros provenientes dos EUA, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Japão e Singapura, esta modalidade é válida apenas para os maiores de 18 anos.

Recorde-se que os problemas para atravessar o canal da Mancha, que liga França e o Reino Unido, começaram na semana passada e, apesar do Governo britânico atribuir as responsabilidades às autoridades francesas, França veio recusar qualquer tipo de culpa, indicando que os problemas se devem ao aumento dos controlos de passaportes necessários devido ao Brexit.

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