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Turismo

Linha de Apoio ao turismo de 170 milhões permite manter mais de 41 mil postos de trabalho

Os números avançados pelo Ministério da Economia e do Mar indicam que, dos 170 milhões de euros em apoios, 60% foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

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Linha de Apoio ao turismo de 170 milhões permite manter mais de 41 mil postos de trabalho

Os números avançados pelo Ministério da Economia e do Mar indicam que, dos 170 milhões de euros em apoios, 60% foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

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A Linha de Apoio à Tesouraria para Micro e Pequenas Empresas do Turismo, uma das medidas implementadas em março de 2020 pelo Governo para mitigar os efeitos decorrentes da pandemia de COVID-19, permitiu manter 41.325 postos de trabalho no setor nos últimos dois anos.

De acordo com o comunicado emitido pelo Ministério da Economia e do Mar (MEM), “numa altura em que os resultados turísticos mostram sinais da recuperação efetiva do setor, esta Linha, que atinge agora o limite do seu orçamento e que, por isso, foi encerrada esta sexta-feira (29 de abril), concedeu apoios à tesouraria a 8.896 micro e pequenas empresas do setor do turismo, num total de 170 milhões de euros, correspondentes a mais de 17.000 candidaturas aprovadas”.

Ao nível da repartição do financiamento pelas diversas atividades turísticas abrangidas, os números indicam que 60% do financiamento foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

Adicionalmente, e atento o atual contexto, o Governo aprovou o alargamento do prazo de reembolso desta linha de crédito, de dois para quatro anos, reduzindo assim para metade as exigências de reembolso por parte das empresas sobretudo nos anos de 2022 e 2023. “Com essa medida, as empresas veem, assim, ser diferida para os anos de 2024, 2025 e 2026, sem quaisquer penalizações, a exigência de reembolso de cerca de 85 milhões de euros”, afirma o gabinete do ministro António Costa e Silva.

De resto, o MEM admite que “o impacto económico do da COVID-19 no setor do turismo, e a imprevisibilidade da sua duração, justificaram a criação desta linha de financiamento, que atuou em complementaridade com outras medidas de apoio às empresas aprovadas pelo Governo, com o intuito de responder às necessidades temporárias de fundo de maneio das micro e pequenas empresas, salvaguardando a sua atividade plena e o seu capital humano”.

Já para a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, “esta linha, que foi criada logo no início da pandemia COVID-19 pelo Turismo de Portugal, e que foi sucessivamente reforçada, revelou-se como um dos principais instrumentos de apoio à tesouraria das nossas empresas, tendo sido entendido como oportuno reduzir agora para metade as exigências de reembolso, numa altura em que o setor precisa de responder com qualidade à crescente procura turística que, felizmente, surge em Portugal”.

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Hotelaria

Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

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Turismo

Negócios no setor global do turismo caem 28% em abril de 2022, aponta GlobalData

Apesar da retoma apontada pela consultora, os negócios globais no setor do turismo e viagem caíram em abril face ao mês anterior de março.

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Um total de 64 negócios (incluindo fusões e aquisições, private equity e financiamento de risco) foram anunciados no setor global do turismo e viagens (T&T) em abril, o que representa um declínio de 28,1% em relação aos 89 negócios anunciados em março de 2022, segundo aponta a GlobalData.

Aurojyoti Bose, analista da GlobalData, salienta que “todas as regiões testemunharam quedas na atividade de negócios do setor de turismo e viagens com diminuição no volume de negócios em muitos dos principais mercados globais”, considerando ainda que “o aumento dos custos de combustível e o susto da nova variante da COVID-19 estão entre as principais razões para este decréscimo”.

Os anúncios de fusões e aquisições e negócios de private equity diminuíram 42,6% e 9,1%, respetivamente, enquanto o número de negócios de financiamento de risco aumentou 11,8% em abril em relação ao mês anterior.

Muitos dos principais mercados globais testemunharam uma desaceleração nas atividades de negócios no setor do turismo e viagens em abril de 2022. Mercados como EUA, Reino Unido, Índia e Alemanha testemunharam reduções, em volume, de 29%, 12,5%, 33,3% e 75%, em abril em relação ao mês anterior. No entanto, mercados como Japão, Espanha, França e Suécia registaram uma melhora na atividade de negócios.

 

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Turismo Basco mostra-se no Porto

Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco, indicando a Turespaña que tem havido um crescimento “de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”.

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O diretor da Agência Basca de Turismo, Daniel Solana, apresenta esta terça-feira (17 de maio) no Porto, a oferta turística do País Basco destinada ao mercado português, contando o evento com a presença de Yolanda Martínez, conselheira de turismo na Embaixada de Espanha e diretora da Delegação Oficial Espanhol em Portugal.

A apresentação, dirigida exclusivamente a convidados do sector turístico, servirá para ilustrar o poder da gastronomia basca, uma das marcas do destino Euskadi e a principal motivação dos viajantes na sua visita ao País Basco.

De referir que, em 2021, Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco. Os dados acumulados para o ano 2022, de janeiro a março, mostram, de resto, um aumento significativo do mercado português no País Basco em comparação com o mesmo período de 2021.

“Tem havido um crescimento de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”, refere a Turespaña, considerando que “Portugal é um dos principais mercados para a promoção do turismo basco”, tendo, inclusivamente, realizado uma campanha designada como “Bizit Euskadi” destinada especificamente a este mercado.

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Destinos

Turismo externo contribui para Portugal ter a maior projeção de crescimento na UE em 2022, diz comissário europeu

Na habitual divulgação das previsões económicas da Primavera, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que “a reabertura do turismo externo teve um papel importante”.

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O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que a reabertura do turismo externo contribui para a projeção de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal este ano de 5,8%, o mais alto da União Europeia.

Na conferência de imprensa de apresentação das previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, em Bruxelas, Gentiloni comentou que as projeções para Portugal são “realmente boas, tanto para o crescimento, como em relação ao rácio da dívida face ao PIB, que em 2023 deverá atingir 115%, o que fica abaixo do nível pré-pandemia”.

Admitindo que a previsão de forte crescimento da economia portuguesa para este ano, a mais elevada entre os 27 Estados-membros da União, se deve também ao facto de Portugal não ter crescido “de forma tão forte em 2021 em comparação com outros países” – o PIB português cresceu 4,9% no ano passado, abaixo da média europeia de 5,4% -, o comissário europeu destacou então igualmente o papel do regresso em força dos turistas estrangeiros, depois de dois anos de pandemia da covid-19.

“Penso que a reabertura do turismo para um país maioritariamente baseado em turismo externo do que interno também teve um papel importante”, afirmou Gentiloni.

A Comissão Europeia reviu em alta de 0,3 pontos percentuais (p.p.) o crescimento económico esperado para Portugal este ano, para 5,8%, apesar dos desafios externos, segundo as previsões macroeconómicas de primavera divulgadas.

Este é o valor mais elevado entre os 27 Estados-membros da UE, seguido da Irlanda (5,4%), e muito acima da média do bloco europeu e da zona euro, ambos com projeções de crescimento de apenas 2,7% este ano.

Bruxelas prevê que o PIB de Portugal cresça 5,8% em 2022, quando em fevereiro esperava uma expansão de 5,5%, com o setor dos serviços, particularmente o turismo estrangeiro, a recuperar fortemente face a uma base baixa.

O relatório da Comissão Europeia assinala que “as perspetivas de crescimento permanecem favoráveis, apesar dos desafios relacionados com os preços das ‘commodities’, das cadeias de abastecimento globais e maior incerteza na procura externa”.

Refletindo a melhoria das condições económicas, o executivo comunitário vê o rácio da dívida pública face ao PIB a cair de 127,4% em 2021 para 119,9% do PIB em 2022, e para 115,3% em 2023, ano em que se fixaria abaixo do nível pré-pandemia.

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Comissão Europeia reconhece mais três certificados digitais extra-comunitários

Com este reconhecimento, sobe para 67 os países com certificados COVID ligados ao sistema da UE.

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A Comissão Europeia (CE) acaba de reconhecer os Certificados Digitais COVID-19 de mais três países: Indonésia, Seychelles e Vietname, considerando-os equivalentes aos documentos emitidos pelas autoridades dos diversos países da União Europeia.

Esta decisão foi confirmada através de uma declaração publicada pela Comissão Europeia e entra em vigor com o objetivo de facilitar os processos relacionados com as viagens.

Esta alteração permitirá aos turistas provenientes destes três países entrar na União Europeia com as mesmas regras dos detentores dos Certificados Digitais COVID-19 da UE.

“Com a adesão da Indonésia, Seychelles e Vietname, o número de países e territórios ligados ao sistema da UE aumentou para 67. Além disso, tendo em conta o verão, o certificado da UE facilitará a circulação de europeus dentro e fora da UE. Portanto, embora estejamos felizes em ver que a situação está melhorando, o certificado continua sendo uma ferramenta útil para muitos destinos, por exemplo, no caso de requisitos de teste”, destacou o Comissário Europeu para a Justiça, Didier Reynders, a esse respeito.

Já no mês passado, a Comissão da União Europeia anunciou que decidiu aceitar os certificados COVID-19 emitidos pelas autoridades na Colômbia e na Malásia como equivalentes ao Certificado Digital COVID da UE.

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Turismo na Europa criará mais oito milhões de empregos na próxima década

O setor do turismo e viagens deverá, segundo o WTTC liderar o crescimento económico na Europa. Para tal, em muito contribuirá a criação de perto de oito milhões de novos empregos na próxima década.

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De acordo com os dados avançados pelo World Travel & Tourism Council (WTTC) no seu mais recente Economic Impact Report (EIR), o setor das viagens e turismo europeu deverá criar perto de oito milhões de empregos na próxima década, indicando, igualmente, que o setor será uma força motriz na recuperação económica da Europa, após mais de dois anos de dificuldades.

As contas indicam que nos próximos 10 anos e com uma taxa média de crescimento anual de 3,3%, o setor do turismo e viagens deverá crescer duas vezes relativamente à taxa da economia geral, que evoluir apenas 1,5% ao ano, com o EIR a mostrar que o PIB da Europa de referente ao turismo e viagens deverá crescer 31,4%, para 1,73 biliões de euros.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, admite que o setor do turismo e viagens está “em forte recuperação”, salientando que, em termos de contribuição para a economia e empregabilidade na Europa, “ficará perto dos níveis pré-pandémicos até ao final do próximo ano à medida que a globalidade do setor recupera”.

Os dados do EIR do WTTC para 2021 mostram que, em toda a Europa, houve um aumento de 4,7% no número de empregos no setor do turismo e viagens, representando pouco mais de 9% de todos os empregos, um contraste marcante com a queda de 12,5% no ano anterior.

A região de crescimento mais rápido no ano passado, também viu o setor recuperar a sua contribuição para o PIB com um aumento de 28%, representando 6,2% da economia da Europa, correspondendo a 1,3 biliões de euros, acima da contribuição de 5,2% (pouco mais de um bilião de euros, em 2020).

O WTTC também elogia a Comissão da UE, que desempenhou um papel importante na recuperação do setor com o lançamento do Certificado Digital COVID, em 2021.

De acordo com os dados mais recentes, mais de 1,7 mil milhões de certificados foram emitidos pelos Estados-Membros, proporcionando “um impulso muito necessário às economias, tendo salvo milhões de empregos”.

No entanto, o WTTC salienta que, em vários países europeus, “houve uma recuperação muito mais lenta do que o esperado devido a inúmeras tentativas fracassadas dos governos de reprimir a transmissão da variante Ómicron, fazendo com que a recuperação económica regional vacilasse”.

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O vídeo da 7.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris

A recordação da 7.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris 2022 em vídeo, evento que percorreu as cidades do Porto, Coimbra e Lisboa.

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A recordação da 7.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris 2022. Percorremos as cidades do Porto Pestana Douro Riverside, Coimbra Hotel Dona Inês Coimbra e Hotel Tivoli Coimbra, e Lisboa Pestana Palace Lisboa em três dias de networking com a presença de 38 expositores, perto de 4.000 reuniões de trabalho, sob o mote: “receber bem, proporcionar experiências enriquecedoras num universo feito de pessoas para pessoas”.

Obrigado aos patrocinadores Turismo Centro de Portugal, parceiros Iberobus , YVU e apoios da APAVT e GR8events Agency.
Fica a promessa de regressarmos em 2023 … ainda melhor.
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Espanha mantém sede da OMT por mais 40 anos

A OMT continuará em terras espanholas, mais concretamente, na capital Madrid. A mudança de instalações está prevista para 2024 e o espaço será cedido gratuitamente.

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A Organização Mundial do Turismo (OMT) irá manter-se em Espanha, cedendo o Governo espanhol, de forma gratuita, o Edifício de Exposições do Palácio do Congressos de Madrid, durante 40 anos.

O acordo assinado com o Executivo de Pedro Sanchéz estipula que o espaço, pertencente à Turespaña, e que está sem utilização desde 2012, será alvo de obra que estarão terminadas em 2024. O espaço de mais de 9.000 m2 contará com três pisos.

No Boletim Oficial do Estado (BOE) estabelece, igualmente, que a OMT terá de devolver o edifício que ocupa com a sede atual desde 1980.

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Nova Edição: Turismo da Suíça, Centenário do Turismo e dossier de Turismo Religioso

A nova edição do Publituris, a última do mês de abril, faz capa com uma entrevista a Martin Nydegger, CEO do Switzerland Tourism, que destaca os diversos argumentos do destino que se quer “livrar” da sazonalidade do inverno.

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A nova edição do Publituris, a última do mês de abril, faz capa com uma entrevista a Martin Nydegger, CEO do Switzerland Tourism, que destaca os diversos argumentos do destino que se quer “livrar” da sazonalidade do inverno.

“Para a Suíça, é essencial que exista uma mistura equilibrada de visitantes”, diz o responsável, que veio a Portugal para estabelecer uma parceria com o Turismo de Portugal e mostrar que o país não é “apenas” neve.

Nesta edição, destacamos ainda o Centenário do Turismo em Portugal quando passa uma década das comemorações, que aconteceram em 2011 e 2012. Em entrevista, Jorge Mangorrinha, que foi o presidente da Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal, fala sobre o estado atual do setor e sobre a evolução que conheceu nos últimos anos.

O Turismo da Jamaica, que nomeou Nuno Costa para representante em Portugal, é outro dos destaques. Com o fim dos charters para esta ilha das Caraíbas, Nuno Costa explica que a sua principal missão é voltar a atrair os portugueses e colocar de novo a Jamaica no imaginário dos turistas lusos.

Já o dossier desta edição é dedicado ao Turismo Religioso, um segmento que é uma das apostas do Turismo de Portugal e cuja oferta a nível nacional inclui diversas temáticas, desde o Culto Mariano (Caminhos de Fátima Altares Marianos), Caminhos de Santiago, Herança Judaica e Legado Islâmico.

Além das novidades e do atual estado da procura por programas de Turismo Religioso, este dossier inclui também uma entrevista a Luís Miguel Albuquerque, presidente do Município de Ourém, onde se localiza o Santuário de Fátima.

Nos ‘Transportes’, temos ainda um artigo sobre a Veltagus, uma das mais antigas empresas de animação marítimo-turística de Lisboa e que está já em plena recuperação, depois do impacto da pandemia. A procura voltou em força, principalmente pelos cruzeiros no Tejo, de tal forma que a empresa está já a pensar no aumento da sua frota.

Na secção da ‘Distribuição’, há ainda uma entrevista a Miguel Jesus, diretor-geral da Image Tours, operador turístico que garante que, apesar do efeito da pandemia, não vai mudar o seu posicionamento no mercado português, com programação para destinos do Médio Oriente e asiáticos.

Nesta edição, as opiniões são assinadas por Francisco Jaime Quesado (Economista, gestor  e especialista em Inovação e Competitividade), Susana Mesquita (docente do ISAG – European Business School) e Edgar Bernardo (professor Adjunto do ISCE).

Boas leituras!

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Portugal diz “Willkommen” à Suíça Turismo

A Suíça Turismo está, oficialmente, em Portugal, tornando-se na 23.ª representação do país helvético a nível mundial. Num evento que contou com a presença do CEO da entidade suíça, Martin Nydegger, foi dada a conhecer a parceria com o Turismo de Portugal (TdP). Se do lado suíço esta parceria é algo “inédito”, para Luís Araújo, presidente do TdP, “nada melhor do que abrir as nossas portas aos nossos amigos e a alguém que quer trabalhar connosco”.

Victor Jorge

A Suíça Turismo abriu, oficialmente, a sua delegação em Portugal, representando, segundo palavras do CEO da entidade que gere o turismo no país helvético, “um momento incrivelmente importante”.

Para Martin Nydegger, que esteve presente no evento que marcou o arranque oficial da Suíça Turismo em Portugal, “há muito que nós próprios nos perguntávamos quando poderíamos entrar em Portugal”, tornando o nosso país na 23.ª representação da Suíça Turismo em 27 países, detendo 34 escritórios.

De resto, Nydegger garantiu que “muito pode ser feito em Portugal”, destacando os laços culturais existentes entre os dois países e os mais de 250 mil portugueses que residem na Suíça e que se podem tornar “em embaixadores do turismo da Suíça em Portugal”.

Esta aproximação com o mercado português é, igualmente, fruto de uma parceria e cooperação (com o Turismo de Portugal), abrindo a porta a uma estratégia de promoção entre e os dois países, até porque, segundo o CEO da Turismo Suíça, “as nossas montanhas não concorrem com as vossas praias”.

De acordo com Martin Nydegger, esta parceria é, aliás, algo “inédito”, já que “ninguém fez algo semelhante”.

De resto, em entrevista ao Publituris, realizada antes desta apresentação e que poderá ler na edição impressa desta sexta-feira (29 de abril), o CEO da Suíça Turismo destaca os diversos argumentos do destino que se quer “livrar” da sazonalidade do inverno.

“Para a Suíça, é essencial que exista uma mistura equilibrada de visitantes”, diz o responsável, que veio a Portugal para estabelecer esta parceria com o Turismo de Portugal e mostrar que o país não é “apenas” neve.

Do lado do Turismo de Portugal (TdP), o presidente da entidade, Luís Araújo, salientou a amizade entre os dois países, destacando mesmo que, “se há algo que funciona, é a amizade e a colaboração”.

“Não há nada melhor do que abrir as nossas portas aos nossos amigos e a alguém que quer trabalhar conosco”, admitindo que, “há anos que tentávamos estabelecer esta parceria”.

Para o presidente do Turismo de Portugal, “este é o tempo de estimular as pessoas a viajar e saber como trabalhar e aprender juntos”. Até porque, segundo adiantou Luís Araújo, a Suíça foi o 10.º mercado em dormidas e o 5.º em receitas, em 2021.

Assim, terminou o presidente do TdP, “é tudo sobre colaboração e permitir que os nossos povos possam partilhar experiências”.

No final, Magdalena Betsdant, Cônsul da Embaixada da Suíça em Portugal, concluiu que “somos ambos países pequenos [Portugal e Suíça] no Continente europeu, mas com fortes ligações entre ambos”.

De referir que, segundo adiantou Martin Nydegger ao Publituris, o setor do turismo é o 5.º setor mais importante na economia suíça, responsável por não mais do que 5% do PIB do país, muito longe do setor financeiro, farmacêutico, industrial e relojoeiro num país que possui metade da área de Portugal e onde o português é a 5.ª língua mais falada, depois do alemão, francês, italiano e inglês.

A delegação da Suíça Turismo em Portugal será liderada por Leslie Bent.

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