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Turismo

Linha de Apoio ao turismo de 170 milhões permite manter mais de 41 mil postos de trabalho

Os números avançados pelo Ministério da Economia e do Mar indicam que, dos 170 milhões de euros em apoios, 60% foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

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Linha de Apoio ao turismo de 170 milhões permite manter mais de 41 mil postos de trabalho

Os números avançados pelo Ministério da Economia e do Mar indicam que, dos 170 milhões de euros em apoios, 60% foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

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A Linha de Apoio à Tesouraria para Micro e Pequenas Empresas do Turismo, uma das medidas implementadas em março de 2020 pelo Governo para mitigar os efeitos decorrentes da pandemia de COVID-19, permitiu manter 41.325 postos de trabalho no setor nos últimos dois anos.

De acordo com o comunicado emitido pelo Ministério da Economia e do Mar (MEM), “numa altura em que os resultados turísticos mostram sinais da recuperação efetiva do setor, esta Linha, que atinge agora o limite do seu orçamento e que, por isso, foi encerrada esta sexta-feira (29 de abril), concedeu apoios à tesouraria a 8.896 micro e pequenas empresas do setor do turismo, num total de 170 milhões de euros, correspondentes a mais de 17.000 candidaturas aprovadas”.

Ao nível da repartição do financiamento pelas diversas atividades turísticas abrangidas, os números indicam que 60% do financiamento foi concedido a empresas de restauração, 23% a empresas de alojamento turístico, 10% a agências de viagens e 6% a atividades de animação turística e organização de eventos.

Adicionalmente, e atento o atual contexto, o Governo aprovou o alargamento do prazo de reembolso desta linha de crédito, de dois para quatro anos, reduzindo assim para metade as exigências de reembolso por parte das empresas sobretudo nos anos de 2022 e 2023. “Com essa medida, as empresas veem, assim, ser diferida para os anos de 2024, 2025 e 2026, sem quaisquer penalizações, a exigência de reembolso de cerca de 85 milhões de euros”, afirma o gabinete do ministro António Costa e Silva.

De resto, o MEM admite que “o impacto económico do da COVID-19 no setor do turismo, e a imprevisibilidade da sua duração, justificaram a criação desta linha de financiamento, que atuou em complementaridade com outras medidas de apoio às empresas aprovadas pelo Governo, com o intuito de responder às necessidades temporárias de fundo de maneio das micro e pequenas empresas, salvaguardando a sua atividade plena e o seu capital humano”.

Já para a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, “esta linha, que foi criada logo no início da pandemia COVID-19 pelo Turismo de Portugal, e que foi sucessivamente reforçada, revelou-se como um dos principais instrumentos de apoio à tesouraria das nossas empresas, tendo sido entendido como oportuno reduzir agora para metade as exigências de reembolso, numa altura em que o setor precisa de responder com qualidade à crescente procura turística que, felizmente, surge em Portugal”.

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Eventos Publituris

Veja ou reveja os Publituris Portugal Travel Awards 2024 em imagens

4 de julho foi a data dos Publituris Portugal Travel Awards 2024. No dia em que publicamos os melhores momentos na edição em papel, fica aqui o registo digital do evento.

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A 19.ª edição dos Publituris Portugal Travel Awards decorreu no passado dia 4 de julho no Pestana Douro Riverside, na primeira vez que os prémios viajaram até à cidade do Porto.

Conhecidos que são os 22 vencedores, em 177 nomeados, e entregue o prémio “Belmiro Santos” a Raul Martins, fica o registo fotográfico no formato digital para ver e rever.

Resta-nos felicitar, mais uma vez, todos os nomeados, dar os parabéns aos vencedores, e agradecer ao main sponsor novobanco, apoios do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Câmara Municipal do Porto, aos patrocinadores Pestana Hotel Group, Consolidador.com, Mawdy, Europastry, Nescafé, Lufthansa LGSP, Grohe, e aos parceiros GR8 events, Movielight, Multislide, Workgroup.

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Eventos Publituris

A 19.ª edição dos Publituris Portugal Travel Awards em menos de 5 minutos

No dia 4 de julho, o jornal Publituris entregou pela 19.ª vez os Portugal Travel Awards. Dos 177 nomeados resultaram 22 vencedores, com Raul Martins a receber o Prémio “Belmiro Santos”.

Publituris

O Pestana Douro Riverside, no Porto, foi o palco para os Publituris Portugal Travel Awards 2024.

Contando com a presença de mais de 400 pessoas, a 19.ª edição dos prémios do jornal Publituris distinguiu 22 vencedores em igual número de categorias, votados por um júri, assinantes do jornal e subscritores da newsletter diária, havendo ainda lugar para a entrega do prémio “Belmiro Santos”.

Contando com a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado; presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade; presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros; vereadora para o Turismo e Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha; presidente da APECATE, António Marques Vidal; vice-presidente- executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira; secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, secretário-geral da ARAC, Joaquim Robalo de Almeida; presidentes das ERT do Porto e Norte de Portugal (Luís Pedro Martins), do Ribatejo e Alentejo, (José Santos), Lisboa (Carla Salsinha) e Algarve (André Gomes) entre os inúmeros convidados, foram entregues os seguintes prémios:

Melhor Companhia de Aviação – TAP Air Portugal

Melhor Companhia de Aviação Lowcost – easyJet

Melhor Rent-a-Car – Europcar

Melhor Operador Turístico – Solférias

Melhor Rede de Agências de Viagens – Agência Abreu

Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros

Melhor Cadeia Hoteleira – Vila Galé Hotéis

Melhor Hotel Cinco Estrelas – Torel Avantagarde

Melhor Hotel Quatro Estrelas – Octant Hotels Furnas

Melhor Hotel Resort – Monchique Resort & Spa

Melhor Boutique Hotel – Pestana Fisherman

Melhor Hotel de Cidade – Montebelo Vista Alegre Lisboa Chiado Hotel

Melhor Hotel MICE – Meliá Ria Hotel & Spa

Melhor Hotel de Praia – EPIC Sana Algarve Hotel

Melhor Turismo Rural – Herdade da Matinha

Melhor Enoturismo – Torre de Palma Wine Hotel

Melhor Campo de Golfe – Oitavos Dunes – Cascais

Melhor Parque Temático e Diversões – Zoomarine

Melhor Empresa de Animação Turística – Picos de Aventura

Melhor Marina – Marina de Vilamoura

Melhor Destino Internacional – Dubai

Melhor Região de Turismo Nacional – Açores

Prémio “Belmiro Santos” – Raul Martins (*atribuído diretamente pela redação do Publituris)

O jornal Publituris agradece, mais uma vez, o apoio e patrocínio do Novo Banco, Turismo do Porto e Norte de Portugal, Câmara Municipal do Porto, Pestana Hotel Group, Consolidador.com, Mawdy, Europastry, Nescafé, Lufthansa LGSP, Grohe, GR8 events, Movielight, Multislide, Workgroup.

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Turismo

ANAV considera positivo o Programa ‘Acelerar a Economia’, mas diz que não agiliza apoios às PME

A propósito do Programa “Acelerar a Economia – Crescimento, Competitividade, Internacionalização, Inovação e Sustentabilidade”, aprovado em Conselho de Ministros e apresentado pelo Primeiro Ministro no passado dia 4 de julho, a ANAV considera positivas as medidas, mas diz que é preciso ir um pouco mais longe nos apoios às PME.

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“Acelerar a Economia” contém medidas fundamentais para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas segundo a ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, não agiliza apoios essenciais às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Em nota de imprensa, a  ANAV congratula-se com o esforço e com o resultado final deste trabalho do Governo, em prol do desenvolvimento e aceleração da Economia nacional, e considera “muito positivas as medidas elencadas no programa “Acelerar a Economia” para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas alerta para a existência de várias lacunas nas medidas que visam o apoio às Micro e PME, que são a esmagadora maioria das agências de viagens portuguesas, em especial no que se refere ao acesso aos fundos comunitários e a questões fundamentais de fiscalidade, que impactam pesadamente a tesouraria das empresas mais pequenas”.

Miguel Quintas, presidente da ANAV, salienta que “gostaríamos de ver maior facilidade e simplicidade no acesso aos fundos comunitários, que parecem estar, na sua maioria, direcionados para as grandes organizações, preterindo os pequenos negócios e pequenos empresários, os quais se debatem com grandes barreiras de acesso, nomeadamente em função da dimensão do investimento obrigatório e da complexidade burocrática das candidaturas”.

Por outro lado, refere que “acredito que podemos fazer um pouco mais em quatro áreas distintas, absolutamente necessárias para as agências de viagens: apoio nos Fundos de Tesouraria; apoio nas Linhas de Crédito; ajustamento na Segurança Social e redução dos Custos de Contexto e Tributações Autónomas”.

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“Acelerar a Economia” é ”muito positivo” para o Turismo, considera CTP

O pacote de medidas de apoio às empresas denominado “Acelerar a Economia”, anunciado pelo Governo, é, na opinião da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), “muito positivo para o Turismo”.

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Depois de aprovado em Conselho de Ministros e anunciado pelo próprio primeiro-ministro, Luís Montenegro, juntamente com o ministro da Economia, Pedro Reis, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) considera Programa “Acelerar a Economia” como “muito positivo”, embora refira que ainda falta “a devida programação e calendarização das medidas”. Mas a CTP diz-se “confiante” que esta iniciativa vai ser importante para as empresas do Turismo e que o Governo irá encontrar a melhor forma de viabilizar as medidas que constam no Programa “Acelerar a Economia”.

Francisco Calheiros, presidente da CTP destaca especificamente o facto de existir um pacote de medidas que considera “estrategicamente” o Turismo, “projetando-o e tendo por base a sua importância fundamental para a economia portuguesa”.

Francisco Calheiros considera que “já tardava vermos aprovadas várias medidas que a CTP tem vindo a solicitar há muito tempo e que tão necessárias são para o crescimento da atividade e das suas empresas e para a sustentabilidade económica e ambiental”.

Entre as medidas anunciadas, a CTP congratula-se, nomeadamente, com a decisão de avançar com medidas já antes propostas pela Confederação como a descida progressiva do IRC; a revisão do SIFIDE II; a revisão do “goodwill”; a revisão da definição de small Midcap e Midcap; o lançamento de uma nova estratégia para o Turismo; o reforço da digitalização no Turismo; assim como um plano de sustentabilidade ambiental e climática para o Turismo, a reestruturação do modelo de formação em Turismo ou o programa de integração de migrantes no Turismo.

“O Governo ouviu, pois, muitas das propostas que a CTP tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos, considerando-as no pacote de medidas e apoio às empresas aprovado em Conselho de Ministros, o que para a CTP é algo muito positivop, mas, frisa o Presidente da CTP, “agora, tal como se tem passado com o novo aeroporto, para além do anúncio das medidas falta a sua concretização”.

Assim e ainda que aplaudindo o programa de apoio às empresas anunciado, para a CTP faltam aprovar, porém, outras medidas, como o apoio à fusão e consolidação de empresas com vista a ganharem escala internacional ou um “simplex” administrativo, fiscal e laboral para o Turismo.

“Estas serão propostas que vamos ainda apresentar e negociar com o Governo”, conclui Francisco Calheiros.

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Turismo

Governo quer “acelerar economia” com quase duas dezenas de medidas para o turismo

Dá pelo nome “Programa Acelerar a Economia” e contém 60 medidas, que têm diferentes prazos de execução e implementação no horizonte temporal da legislatura em curso. O Publituris identificou 18 medidas diretamente relacionadas com o turismo, embora existam mais que, indiretamente, terão, também elas, impacto no turismo.

Victor Jorge

O Governo apresentou, no último Conselho de Ministros, realizado em Oliveira de Azeméis, o programa Acelerar a Economia – Crescimento, Competitividade, Internacionalização, Inovação e Sustentabilidade, com 60 medidas fiscais e económicas destinadas a responder a 20 desafios para acelerar o crescimento da economia. O Turismo está contemplado em quase 1/3 das medidas apresentadas, com o Publituris a identificar 18 medidas concretas a aplicar ou aplicadas ao setor do turismo, existindo ainda mais algumas, concretamente, no que diz respeito a questões de rodem fiscal que também elas irão impactar as empresas com atividade no turismo em Portugal.

Ao fim de três meses de governação, nos quais o Ministro da Economia e os Secretários de Estado do Turismo, da Economia e do Mar ouviram diversas entidades públicas e privadas, participaram em eventos, visitaram empresas, instituições e reuniram com as mais diversas organizações e individualidades, com o programa a resultar da articulação fluída e produtiva com os diversos ministérios. O Governo liderado por Luís Montenegro refere que “as medidas serão revistas, ajustadas e aumentadas, se necessário, em função da evolução da economia nacional e do contexto geopolítico global”.

Na apresentação deste programa, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, referiu que o objetivo é “facilitar a vida das empresas para que elas possam criar mais riqueza e, por via disso, pagar melhores salários», sendo que estas 60 medidas foram aprovadas para “acelerar o crescimento económico como pressuposto para termos um País mais próspero e, por via dessa prosperidade, mais justo”, disse ainda o líder do Governo.

Sublinhando trata-se de “decisões concretas, que se implementam e executam no ato imediato à realização deste Conselho de Ministros», Luís Montenegro diz “confiar nas pessoas que arriscam algum do seu capital, nos empresários, e nas que são o ativo capaz de produzir mais, melhor, de dar competitividade e produtividade, que são os trabalhadores”.

Ora para o turismo, em concreto, existem diversas medidas que visam diretamente o setor, sendo que existem outras que, indiretamente, poderão trazer mais competitividade a uma das indústrias com mais peso no PIB nacional.

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Victor Jorge

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Os vencedores dos Portugal Travel Awards 2024 são destaque na edição 1515 do Publituris

Os vencedores dos Portugal Travel Awards 2024 são, naturalmente, o grande destaque da primeira edição de julho do Publituris. Mas há mais: Brasil, África do Sul, Lufthansa LGSP, BAE Ventures e um dossier dedicado ao Enoturismo.

Publituris

A primeira edição do mês de julho do jornal Publituris faz, naturalmente, capa com os vencedores dos Portugal Travel Awards 2024, conhecidos a 4 de julho, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

Nesta 19.ª edição dos Portugal Travel Awards o jornal Publituris distingui:

Melhor Companhia de Aviação – TAP Air Portugal

Melhor Companhia de Aviação Lowcost – easyJet

Melhor Rent-a-Car – Europcar

Melhor Operador Turístico – Solférias

Melhor Rede de Agências de Viagens – Agência Abreu

Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros

Melhor Cadeia Hoteleira – Vila Galé Hotéis

Melhor Hotel Cinco Estrelas – Torel Avantagarde

Melhor Hotel Quatro Estrelas – Octant Hotels Furnas

Melhor Hotel Resort – Monchique Resort & Spa

Melhor Boutique Hotel – Pestana Fisherman

Melhor Hotel de Cidade – Montebelo Vista Alegre Lisboa Chiado Hotel

Melhor Hotel MICE – Meliá Ria Hotel & Spa

Melhor Hotel de Praia – EPIC Sana Algarve Hotel

Melhor Turismo Rural – Herdade da Matinha

Melhor Enoturismo – Torre de Palma Wine Hotel

Melhor Campo de Golfe – Oitavos Dunes – Cascais

Melhor Parque Temático e Diversões – Zoomarine

Melhor Empresa de Animação Turística – Picos de Aventura

Melhor Marina – Marina de Vilamoura

Melhor Destino Internacional – Dubai

Melhor Região de Turismo Nacional – Açores

Prémio “Belmiro Santos” – Raul Martins (*atribuído diretamente pela redação do Publituris)

Os temas da edição 1515 do jornal Publituris não se esgotam, contudo, com os vencedores dos Publituris Portugal Travel Awards 2024.

Nos “Destinos” desta edição, damos a conhecer Maceió e Porto Galinha, para onde o Publituris viajou a convite da Soltrópico. Umas férias nestes dois destinos é um convite para sentir os pés na areia e o sol no corpo. Já foram destinos turísticos no Brasil preferidos dos portugueses para férias durante todo o ano, hoje mais esfriados, mas o sentimento dos dois lados do Atlântico é que tudo vai voltar a ser como antes e até crescer, porque o destino está lá, cheio de atrativos, com uma oferta hoteleira de nível internacional e de serviços turísticos cada vez melhor e mais moderna.

Já nas “Viagens”, por altura da Africa’s Travel Indaba, fomos conhecer, a convite do Turismo da África do Sul, a província de Noroeste, uma autêntica preciosidade na oferta turística deste país, que conta com paisagens únicas e uma cultura inigualável, e onde nos sentimos como se estivéssemos numa qualquer ligação em direto para o canal National Geographic.

Nos “Transportes”, entrevistámos Paulo Geisler, CEO da Lufthansa Ground Services Portugal (LGSP). Criada em 2011 para dar apoio às companhias aéreas do Grupo Lufthansa em terra, a LGSP tornou-se num polo de inovação que dá atualmente resposta a muitas das necessidades diárias da operação aeroportuária e muitas das vezes de forma remota, colocando a cidade do Porto no centro de um negócio que continua a crescer, e que vai apresentar novidades, com o objetivo de passar a disponibilizar serviços a terceiros.

“Walk the Talk: AI in Hospitality and Travel 2024-2026”, que se realiza em Lisboa, é o “kick-off” para mais 23 eventos que a BAE Ventures irá realizar em todo o mundo focado no setor do turismo. Por isso, para a “Tecnologia”, falámos com Henrique Veiga, CEO da BAE Ventures. Considerando que “estamos ainda no início” desta “nova era” digital com a Inteligência Artificial, Henrique Veiga admite estamos em tempos “comparáveis ao aparecimento da internet, e que vai mudar profundamente o mundo tal como o conhecemos”.

No “Dossier” desta edição, destaque para o Enoturismo. O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, declarou ao Publituris que “enoturismo é um produto de grande afirmação” de Portugal, e que é ambição do nosso país tornar-se “um caso de excelência a nível mundial”. O enoturismo é, hoje, um dos 22 produtos turísticos que compõem as marcas de promoção do turismo português, presente em 25 mercados, considerados “maduros, competitivos e capazes de gerar novos negócios, nomeadamente, no que diz respeito ao alargamento a novos mercados”.

Para completar este dossier e o tema do Enoturismo, entrevistámos ainda o presidente da Entidade Regional do Alentejo e Ribatejo, José Santos; a coordenadora da Rota dos Vinhos do Alentejo, Maria Teresa Chicau; e damos a conhecer algumas das propostas de norte a sul do país.

Nesta edição do Publituris, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor); Ana Jacinto (AHRESP); João Caldeira Heitor (ISG); Amaro F. Correia (Atlântico Business School); e Joaquim Robalo de Almeida (ARAC).

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Turismo de Portugal coloca, juntamente com a banca, mais 300 milhões de euros à disposição do setor

O Turismo de Portugal, em conjunto com 12 entidades bancárias, assinou um protocolo que revê e reforça a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta Turística 2024 em 300 milhões de euros. A nova linha prevê o aumento do valor máximo a atribuir, por operação, passando de 1,5 milhões de euros para 3 milhões de euros.

Victor Jorge

O Turismo de Portugal (TdP) acaba de rever e reforçar, através da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta Turística 2024, o apoio ao setor do turismo nacional, com mais 300 milhões de euros, tendo feito alguns ajustes, passando as empresas a dispor do dobro do valor face à linha anterior, o que equivale, no máximo, a três milhões de euros por operação, num total que não pode exceder 80% do investimento elegível.

Na apresentação desta linha de apoio, Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, começou por assinalar os 264 projetos financiados com a linha anterior permitiu apoiar, num valor acumulado de 415 milhões de euros de investimento, tendo ainda alocado 212 milhões de euros de financiamento entre aquilo que era a intervenção do Turismo de Portugal e a intervenção das instituições de crédito.

“Esta dimensão e a necessidade de criar e reforçar esta linha vem, de facto, da constatação de que, apesar ou até por força do crescimento que o setor do turismo tem, continua a enfrentar desafios grandes que exigem, por parte das empresas, respostas grandes, nomeadamente naquilo que é a qualificação do seu produto, o posicionamento da sua oferta, aquilo que é a criação atualmente da sua marca, bem como daquilo que é a diversificação da sua proposta de valor”, assinalou Carlos Abade, admitindo que “isso exige investimento constante por parte das empresas”.

Por isso, indicou o presidente do Turismo de Portugal, “é necessário criar condições para que as empresas tenham as melhores condições para poderem investir e responder aos desafios não só da inovação, mas também desafios como a sustentabilidade. E esta questão e esta dimensão e o esforço desta linha vem precisamente neste sentido de dar condições para que as empresas possam continuar a investir, continuar a crescer”.

Constituindo uma linha de crédito, criada entre o Turismo de Portugal e 12 instituições de crédito, trata-se de um financiamento de médio e longo prazo de projetos turísticos que sobretudo qualificam a oferta, Carlos Abade referiu que esta linha faz parte de um conjunto de “instrumentos de apoio público que existem, muito focada no apoio àqueles projetos que qualificam a oferta, mas que o façam, com requisitos de sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social”.

Afirmando que se trata de “um modelo de partilha, de liquidez e de risco” entre o Turismo de Portugal e as instituições de crédito, serão estas últimas a realizarem a validação dos projetos e das propostas de valor, tratando-se de um “mecanismo complementar e não de substituição”.

Com o financiamento a ser repartido em 40% pelo TdP e 60% pela banca, sendo que no caso das grandes empresas, a proporção passa para 30% pelo TdP e os restantes 70% pelos bancos, Carlos Abade indicou que as empresas não pagam juros na parcela referente ao Instituto Público, sendo que no caso da banca fica definido que as comissões a cobrar, independentemente da sua natureza, não podem ultrapassar, no seu conjunto, 0,5% do montante do financiamento em dívida concedido.

Nas operações elegíveis, destaque para a requalificação e reposicionamento de empreendimentos, estabelecimentos e atividades; criação de empreendimentos, estabelecimentos e atividades, desde que, cumulativamente sejam implementados nos territórios de baixa densidade, sejam adequados à procura turística atual ou potencial e acrescentem valor à região; projetos de empreendedorismo; e projetos integrados no Programa REVIVE.

Pontos importantes desta nova linha, relativamente à anterior, passam pela elegibilidade das despesas com investimento em alojamento para os trabalhadores da empresam; aumento do valor do prémio de desempenho para um máximo de 35% (PME) ou 15% (não PME) do valor do empréstimo do Turismo de Portugal; parte do valor do prémio (10%) ficar dependente da obtenção de distinção Sustainability Leader no âmbito do Programa Empresas Turismo 360º; bem como no alargamento da possibilidade de enquadramento regulamentar do auxílio do TdP (regime de minimis, apoio a PME e Auxílios com Finalidade Regional”.

Já o secretário de Estado do Turismo (SET), Pedro Machado, recordou que, em 2009, tínhamos cerca de 500 milhões de pessoas no mundo a viajar por motivação turística e que, em 2030, esse número deverá aumentar para 1,3 mil milhões. “Portugal possui três ativos qualificadores que fazem a diferença naquilo que é a nossa perspetiva competitiva: segurança, um sistema de saúde público compatível e confiável para ativos que viajem para o destino, e, finalmente, algo que não é transacionável, mas algo que faz a diferença do ponto de vista daquilo que é a projeção, a promoção e a valorização do destino que são os portugueses”.

Pedro Machado assinalou ainda o que o Governo tem feito face à necessidade de recursos humanos, “lançámos o pacote para as migrações”; no que diz respeito aos problemas de mobilidade e de atratividade internacional, “lançámos o projeto do aeroporto internacional”; no domínio da entrada dos cidadãos estrangeiros, “o Governo está neste momento a resolver o problema dos dados biométricos para que se facilite e diminua o tempo de transição, para facilitar o fluxo destes cidadãos”, fazendo ainda referência ao processo de revisão dos empreendimentos turísticos, revisão da Lei 33.

Pedro Machado assinalou também que, no que toca à qualificação da experiência turística, “ela passa pela estruturação do produto. Esta relação com as Entidades Regionais de Turismo, com as Agências de Promoção Externa, com os Municípios, com as Comunidades Intermunicipais, que hoje também sacam e assacam responsabilidades na componente da estruturação, são para nós um elemento chave”.

A terminar o SET destacou ainda que “a qualificação da oferta passa, igualmente, pelo grau de satisfação das comunidades que recebem o turismo. O turismo tem de ser, deve ser, uma atividade económica forte, desde que ela compense também as comunidades residentes que recebem turistas. A ideia de acrescentar valor, a ideia de acrescentar coesão, a ideia de nós podermos mitigar perceções públicas que comecem a surgir sobre aquilo que é hoje o impacto do turismo, também é uma missão da qualificação da nossa oferta”.

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Nova Edição: Turismo Náutico, Vê Portugal, Insider, Indaba e ainda Portugal Travel Awards

Turismo Náutico, o debate dos cinco presidentes das ERT durante o Vê Portugal, os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”, e a Africa´s Travel Indaba 2024 são temas da nova edição do Publituris.

Publituris

A última edição de junho do jornal Publituris faz capa com o Turismo Náutico. A extensa costa portuguesa é propícia a qualquer que seja a atividade náutica que possa ser pensada. Contudo, o Turismo Náutico não se faz só no litoral, mas também no interior e cada vez são mais as ofertas disponibilizadas aos amantes do ambiente aquático. Falta agora diversificar, inovar, apostar na qualidade e promover.

Para conhecer melhor a oferta existente, o jornal Publituris falou, igualmente, com André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, e Raul Almeida, presidente da Turismo do Centro de Portugal.

Na “Distribuição”, damos a conhecer a Insider. A operar há dois anos na Madeira, esta jovem DMC oferece programas exclusivos e experiências únicas para clientes que procuram uma abordagem personalizada para explorar a verdadeira essência da ilha. A proposta passa por uma Madeira mais “luxury”, fugindo dos tradicionais pacotes pré-formatados, para propostas “tailor made”, explicou ao Publituris Filipe Fraga, Managing Partner da Insider.

Nesta edição trazemos ainda o que de mais importante aconteceu no Vê Portugal – Fórum do Turismo Interno, organizado pela Turismo do Centro de Portugal. Reunidos os cinco presidentes das Entidades Regionais de Turismo (ERT), foram identificados os desafios que as regiões enfrentam, mas também as oportunidades que estão por e para aproveitar. Para tal, reivindicam uma revisão da Lei 33 que, segundo o secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, está “para breve”.

Nas “Capas que fazem História”, destaque para a edição de 1 de julho de 1974 que dava conta das palavras do primeiro-ministro de então, Palma Carlos. “O nosso país continua a oferecer as mesmas condições de segurança que oferecia até ao momento da revolução”, afirmava o primeiro-ministro de visita a Bruxelas.

A edição 1514 do Publituris é, também, a edição que traz pela última vez os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”. Com as votações a terminar a 27 de junho, os vencedores das 22 categorias serão conhecidos a 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

A votação está aberta em https://premios.publituris.pt/

Também nesta edição damos a conhecer o que aconteceu na Africa´s Travel Indaba 2024. A maior feira de turismo da África do Sul afirmou, este ano, o seu caráter pan-africano, naquela que foi a melhor e mais concorrida edição dos últimos 10 anos.

Além do “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Pedro Mestre (Algarve Sunboat), Marta do Carmo Palmeirão (ISAG), e António Paquete (economista).

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Segurança e qualidade entre as prioridades dos viajantes long-haul para a Europa

O mais recente barómetro da European Travel Commission (ETC) dá conta que, apesar dos desafios, a Europa continua a ser o destino preferido para muitas pessoas que vivem fora do Velho Continente. E se os grupos etários mais jovens (18-24 e 34-49) e os viajantes com rendimentos elevados são os que se apresentam mais positivos, a segurança e a qualidade do destino são fatores essenciais, relegando o preço para segundo ou terceiros planos.

Victor Jorge

O entusiasmo pelas viagens está a aumentar nos principais mercados internacionais, com 59% dos inquiridos interessados em viagens ao estrangeiro no verão de 2024, correspondendo a um aumento de 9% em comparação com 2019. O apelo da Europa está a aumentar gradualmente, embora a um ritmo mais lento, devido a preocupações com a segurança e a acessibilidade dos preços. No entanto, a Europa continua a ser uma das principais escolhas de destino, com 41% dos inquiridos a planearem visitar este verão o Velho Continente, embora este número seja 4% inferior ao registado em 2019, revela o último Barómetro de Viagens de Longo Curso (LHTB), publicado pela European Travel Commission (ETC) e pela Eurail BV, com foco em mercados como a Austrália, Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia do Sul e EUA, para os meses de maio a agosto de 2024.

Entre as principais conclusões da análise da ETC regista-se que a China e o Brasil demonstram a mais forte intenção de visitar a Europa este verão, com 62% e 52% dos viajantes a planearem uma viagem, respetivamente. Em ambos os países, este número é maioritariamente impulsionado por indivíduos de rendimentos mais elevados.

Os viajantes dos EUA e do Canadá demonstram uma abordagem mais cautelosa em relação às viagens à Europa, com um ligeiro aumento do interesse desde o ano passado para 40% e 42%, respetivamente.

A Austrália e a Coreia do Sul revelam um entusiasmo moderado, com um interesse de 37% e 35%, respetivamente.

Já o Japão mostra um interesse mais limitado, com 19%, uma vez que a recuperação das viagens neste mercado continua a ser lenta.

Em todos os mercados, os viajantes mais jovens (18-24 anos e 34-49 anos) e os que têm rendimentos mais elevados revelam uma maior preferência pelas viagens à Europa.

Miguel Sanz, presidente da ETC, Miguel Sanz, admite que “as tendências positivas que estamos a registar no comportamento das viagens são vantajosas para os viajantes e para os destinos. Estamos a assistir a um interesse crescente em estadias mais longas, permitindo aos turistas desenvolver uma ligação mais profunda com a cultura local e apoiar as empresas que tornam cada destino único”.

Além disso, o líder da ETC assinala que “a abertura às viagens fora de época constitui uma oportunidade de ouro para distribuir o turismo de forma mais homogénea ao longo do ano”, concluindo que “isto pode ajudar a reduzir a pressão social e ambiental dos períodos de ponta e apoiar melhor a economia dos visitantes dos destinos”.

Preço já não é prioridade
A segurança surgiu como o principal critério para os viajantes de longo curso quando escolhem um destino na Europa este verão. Quase metade (45%) dos inquiridos dá prioridade a destinos europeus considerados seguros, o que representa um aumento de 9% em comparação com o verão de 2022 e de 6% desde o verão de 2023. As infraestruturas turísticas de qualidade ocupam o segundo lugar (38%), seguidas de um ressurgimento de 7% no apelo dos marcos icónicos, de 29% no verão de 2023 para 36% no verão de 2024.

Incluído no inquérito pela primeira vez, “condições meteorológicas estáveis” é o principal fator para 31% dos inquiridos. A conveniência também desempenha um papel notável, com 20% dos viajantes a optarem por destinos que podem ser alcançados através de um voo direto e 20% a preferirem um destino com boas ligações ferroviárias a outros locais de interesse.

Embora a acessibilidade económica continue a ser uma consideração para 23% dos inquiridos, diminuiu em relação aos 32% do ano passado. Esta mudança indica que os viajantes se concentram cada vez mais na qualidade e na segurança, valorizando uma experiência de viagem tranquila em detrimento de limitações orçamentais rigorosas.

Europa, sim, mas mais países
67% dos viajantes de longo curso para a Europa estão a optar por itinerários com vários países. Para as viagens internacionais dentro da Europa, as companhias aéreas de serviço completo continuam a ser a escolha preferida de 51% dos inquiridos. Os passes de comboio surgem como a segunda opção mais popular (30%) devido à sua flexibilidade e rentabilidade na navegação por vários destinos. As companhias aéreas de baixo custo (29%) e os bilhetes de comboio simples/de ida e volta (24%) também são populares entre os viajantes preocupados com o orçamento.

Por outro lado, 21% dos inquiridos declararam planear uma visita aprofundada a um único país europeu. Para estas viagens domésticas, os bilhetes de comboio simples/de ida e volta são a escolha mais popular (32%), oferecendo uma forma conveniente e eficiente de viajar entre cidades em distâncias curtas a médias. Os viajantes que procuram mais liberdade e flexibilidade optam antes pelo aluguer de automóveis (29%).

Em geral, os viajantes demonstram uma mudança de prioridades, com um desejo crescente de experiências de viagem mais envolventes. Apesar da crescente popularidade dos orçamentos diários de gama média (100 a 200 euros) desde 2019 (+8%), há também um maior interesse em férias prolongadas. Embora as viagens de uma a duas semanas continuem a ser a escolha mais popular (57%), as escapadelas superiores a duas semanas aumentaram de 13% em 2019 para 21% em 2024.

Comportamentos responsáveis entram na agenda dos viajantes
Pela primeira vez, o inquérito também aprofundou a flexibilidade dos viajantes para explorar determinados comportamentos de viagem associados a uma maior sustentabilidade social e ambiental. Nomeadamente, 53% dos inquiridos afirmaram estar dispostos a viajar para a Europa durante os períodos de menos movimento, atraídos pelas potenciais poupanças de custos e pela oportunidade de conhecer mais de perto atrações emblemáticas.

No entanto, quando se trata de escolher destinos e experiências específicas, os viajantes dão frequentemente prioridade à familiaridade. 61% dos inquiridos preferem destinos com infra-estruturas bem desenvolvidas e atrações de renome. Embora a atração pelos locais mais populares continue a ser forte, 39% mostram interesse em explorar locais menos conhecidos em toda a Europa.

Uma preferência semelhante por novas experiências ou pela familiaridade pode ser observada na forma como os viajantes interagem com as empresas de turismo. Metade dos inquiridos quer apoiar os fornecedores locais, enquanto a outra metade prefere alojamentos, restaurantes e marcas comerciais familiares.

Foto: Depositphotos.com
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Lisboa recebe evento sobre Inteligência Artificial em hospitalidade e viagens

Nos dias 9 e 10 de julho, Lisboa discutirá a importância da IA na revolução das indústrias de hospitalidade e viagens.

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A BAE Ventures escolheu Lisboa para acolher nos próximos dias 9 e 10 de julho o encontro de lançamento do “Walk the Talk: AI in Hospitality and Travel 2024-2026”, um projeto coorganizado em Portugal com o Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality.

Ao longo desta série de 24 eventos, o objetivo é explorar o crescente papel da Inteligência Artificial (IA) na revolução das indústrias de hospitalidade e viagens, pretendendo a iniciativa de Lisboa reunir líderes e decisores políticos e empresariais do setor do turismo, inovadores e profissionais de todo o mundo.

“Será uma oportunidade única para compreender mais a fundo e explorar o potencial transformador das tecnologias de IA na melhoria das experiências dos clientes e da eficiência operacional”, refere a organização do evento para quem o mesmo tem como objetivo “incrementar o envolvimento de toda esta indústria numa visão futurista, mas com um potencial de implementação a muito curto prazo”.

Nesse sentido, Henrique Veiga, CEO da BAE Ventures, admite que “a IA veio para ficar, temos de saber aproveitá-la em proveito das pessoas e das economias, também ao nível do turismo”.

Já Alexandra Ventura, diretora-executiva do Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality, considera que “estamos perante um game-changer. A IA, com a miríade de oportunidades que levanta, deve ser devidamente entendida e explicada. Aos temores de muitos, cabe-nos encontrar uma resposta, capaz de veicular o papel das novas tecnologias na melhoria da qualidade de vida de todos nós. Também em hospitality este é um aspeto crucial”.

Para a respnsável da Nova SBE, o evento pretende ser “um momento de mudança, na mentalidade e na capacidade de responder aos desafios que se levantam. É tempo, pois, de dar um salto em frente, rumo ao futuro deste negócio e na relação entre os vários agentes económicos”.

Ao longo dos dois dias, Lisboa receberá vários painéis de debate e keynote speeches, que reunirão algumas das principais vozes em IA, hospitalidade e viagens. Serão, também, organizados workshops interativos, sessões projetadas para demonstrar aplicações práticas de IA em ambientes reais.

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