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Nova Estratégia do Turismo da Madeira pronta para implementação

Após terem sido cumpridas todas as fases e concluído o prazo de consulta pública, o documento da Estratégia do Setor do Turismo da Região Autónoma da Madeira 2022 – 2027, está pronto para começar a ser implementado.

Carolina Morgado
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Nova Estratégia do Turismo da Madeira pronta para implementação

Após terem sido cumpridas todas as fases e concluído o prazo de consulta pública, o documento da Estratégia do Setor do Turismo da Região Autónoma da Madeira 2022 – 2027, está pronto para começar a ser implementado.

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Desenvolvido pela ‘Deloitte Business Consulting’, e acompanhado pela Direção Regional do Turismo, segue-se a monitorização, acompanhamento e dinamização das ações previstas, tendo por base o documento final.

A Estratégia para o Turismo da Região Autónoma da Madeira para 2022-2027 foi apresentada no final de dezembro último, depois de vários meses de trabalho e de reuniões que juntaram vários players do setor, indica o site oficial do Governo Regional.

O secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, citado no mesmo site, considera importante que tudo tenha sido cumprido no documento, depois do envolvimento do setor na fase anterior à consulta pública. “Foram contributos relevantes, que aconteceram desde a primeira hora, os quais evidenciaram, mais uma vez, que há uma identificação de cada interveniente do setor nesta estratégia que é de todos”, sublinhou.

A estratégia para 2022-2027 tem uma visão em linha com a da anterior (2017-2021), “introduzindo a fusão experiencial entre o Mar, a Montanha e a Cultural e revelando o destino não apenas como um “must visit” europeu, mas sim, global e com uma vasta oferta de experiências diferenciadas”. Visa, acima de tudo, “afirmar a região como um destino turístico para todo o ano, seguro, diferenciado pelo clima ameno, pelo acolhimento aos turistas e visitantes, pela autenticidade e diversidade, pela qualidade das experiências e pelo compromisso com a sustentabilidade económica social e ambiental”.

 

O documento, que tem um capítulo dedicado ao Porto Santo, agrega um conjunto de seis pilares estratégicos para o desenvolvimento da região nomeadamente: Natureza, Turismo Ativo & Desportivo; Mar & Turismo Náutico; Saúde & Wellness; Património Cultural; Gastronomia & Vinho; Lifestyle, Trendiness & Novas Tendências e Consciousness & Sustainability.

Foram também definidos seis drivers orientadores para a estratégia: reforçar a gestão do destino, melhorando o conhecimento e monitorizando a performance do setor do Turismo; apostar na diversidade, diferenciação e estruturação da oferta turística; investir no aumento da notoriedade do destino Madeira; atrair, qualificar e valorizar os Recursos Humanos do setor do Turismo; fomentar o investimento no setor do Turismo e assegurar a sustentabilidade do destino (ambiental, como económico e social).

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

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Turismo de Portugal associa-se à proteção do Oceano através do surf

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”.

O Turismo de Portugal associou-se à Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho, através da organização de dois eventos paralelos que pretendem mostrar ao mundo a estreita relação de Portugal com o mar, elemento central na nossa história e na nossa cultura e, simultaneamente, perspetivar o futuro centrado no Oceano.

Organizada com o apoio dos governos de Portugal e do Quénia e sob o mote “Save Our Ocean, Protect Our Future”, a Conferência pretende ser uma chamada à ação pelos oceanos, um apelo aos líderes de todo o mundo e a todos os setores de relevo a agirem para reverter o declínio da saúde dos oceanos.

O Turismo de Portugal juntou-se a esta iniciativa evidenciando a importância da preservação do Oceano como propósito-base para a construção do turismo do futuro, através da organização de dois eventos, que contam com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Nesta sessão “Let’s Sea – The Waves for the future”, o Turismo de Portugal, a World Surf League (WSL), o MEO e a EDP juntaram-se para destacarem o papel do surf na proteção dos oceanos e relembrar como todo o ecossistema que envolve empresas, atletas e instituições se deve mobilizar em torno deste desígnio.

Um contributo para a discussão sobre a necessidade de inovação e tecnologia com o objetivo de impulsionar as indústrias para a transição sustentável (económica, ambiental e social).

O surf, desporto ligado ao Oceano, deve liderar a sua proteção, estabelecendo objetivos e criando âncoras de comunicação que permitam mobilizar comunidades e parceiros, contribuindo assim ativamente para as metas 14 e 17 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Foram apresentados os projetos “Unwanted Shapes – Zero Impact, Full Performance”, uma iniciativa promovida pelo MEO, Turismo de Portugal e World Surf League que ambiciona que, até aos Jogos Olímpicos de 2028, toda a indústria do Surf esteja a utilizar pranchas feitas de material sem impacte ambiental. Neste evento foi ainda dado a conhecer o projeto “EDP Surf For Tomorrow”, que tem como objetivo investir na formação da nova geração de surfistas ibéricos e desenvolver o seu talento com um compromisso reforçado com a proteção dos Oceanos, criando uma geração de surfistas mais responsáveis e conscientes da necessidade de implementar uma abordagem regenerativa no ecossistema marinho.

Outra das iniciativas levadas a cabo pelo Turismo de Portugal, a EDP, o MEO e a WSL é o “Let’s Sea – Riding Portuguese Waves”, na Costa da Caparica, evento que proporciona às comitivas internacionais presentes na Conferência uma experiência única no mar português. Para além de uma aula de surf, está prevista a divulgação de informação especifica sobre a proteção das linhas de costa e dos oceanos, apelando ao envolvimento de todos os responsáveis neste propósito maior.

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”. De resto, a entidade presidida por Luís Araújo refere que “a sustentabilidade é um dos pilares do turismo do futuro, um propósito incontornável para a atividade turística a nível mundial. Criando um turismo mais sustentável, mais responsável e mais consciente, cria-se um melhor amanhã”.

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Israel adapta Cidade Velha de Jerusalém a pessoas com mobilidade reduzida

Após 12 anos de obras, a Cidade Velha de Jerusalém, em Israel, está agora completamente adaptada a visitas de pessoas com mobilidade reduzida, “graças à disponibilização de infraestruturas adequadas e soluções de mobilidade”.

Após 12 anos de obras, a Cidade Velha de Jerusalém, em Israel, está agora completamente adaptada a visitas de pessoas com mobilidade reduzida, “graças à disponibilização de infraestruturas adequadas e soluções de mobilidade”.

De acordo com a newsletter do Ministério do Turismo de Israel, “as pessoas com deficiência agora podem percorrer toda a Via Dolorosa em Jerusalém. Doze anos após o início das obras, a Cidade Velha de Jerusalém agora está totalmente acessível”.

“Graças à disponibilização de infraestruturas adequadas e soluções de mobilidade, as pessoas com necessidades especiais podem aceder a todos os locais sagrados, mas também a restaurantes e lojas, e descobrir a história da cidade. Especificamente, as rampas permitem a passagem de cadeiras de rodas, mas também de minicarros e veículos especiais de emergência”, indica o Ministério do Turismo de Israel, na informação divulgada.

O vídeo sobre a Cidade Velha de Jerusalém para pessoas com mobilidade reduzida já está disponível no Youtube.

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Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

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O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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China reduz período de quarentena para visitantes internacionais

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio.

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O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio, avança a Lusa, que cita a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As novas regras foram anunciadas esta terça-feira, 28 de junho, mas algumas das medidas já se encontram em vigor desde o início do mês em Pequim, assim como nas províncias de Hubei, Zhejiang e Jiangsu.

O alivio de restrições na China surge depois de a maioria dos países do mundo ter abolido barreiras para viagens internacionais e representa a mudança mais significativa relativamente à COVID-19 no país, uma vez que a China continua a seguir uma política de ‘zero casos’, mantendo, por isso, as fronteiras praticamente encerradas a cidadãos estrangeiros, desde março de 2020.

Com a mudança, os estrangeiros passam também a poder, desde 20 de junho, visitar familiares chineses diretos ou viajar para o país, caso tenham residência permanente na China continental, não precisando de apresentar uma carta convite de uma autoridade de nível provincial, ao solicitar um visto de trabalho, como acontecia até aqui.

As autoridades da aviação civil da China também disseram, no início deste mês, que o número de voos internacionais está a aumentar e que estão a falar com vários países para ampliar o número de rotas, tendo várias companhias aéreas na China indicado ainda que estão a planear lançar novas rotas internacionais.

Apesar disso, a Lusa lembra que os voos para a China continuam sujeitos à política do “circuit breaker” (‘interruptor’), o que quer dizer que, quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por duas semanas. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por um mês.

As autoridades chinesas anunciaram na semana passada, por exemplo, a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China pelo período de um mês, após detetarem dez casos de covid-19, a 12 de junho, num voo oriundo de Lisboa.

 

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África do Sul elimina todas as restrições da Covid-19 para salvar turismo

A África do Sul acaba de levantar todas as todas as restrições da Covid-19. Elimina testes e vacinação para entrada de viajantes no país, bem como o uso obrigatório de máscaras e limitações em reuniões, eventos e conferências.

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Depois de mais de dois anos, o levantamento das restrições permitirá à África do Sul recuperar a sua competitividade turística face a outros destinos africanos. A decisão é do Conselho de Coordenação Presidencial, que determinou a revogação de todas as restrições restantes da Covid-19, uma vez que haviam servido ao seu propósito, mas não eram mais necessários.

A eliminação das restrições no setor MICE permitirá o regresso de delegados, expositores e viajantes de negócios de todo o mundo.

Para o turismo sul-africano, a decisão beneficiará toda a cadeia de valor do setor, acelerando a recuperação das chegadas e da rentabilidade.

o diretor-geral interino da agência nacional de turismo da África do Sul, Themba Khumalo, qualificou a decisão como um passo na direção certa que “vai beneficiar significativamente toda a cadeia de valor do sector do turismo”, acelerando a retoma do turismo, números de chegadas de turistas e níveis de rentabilidade pré-pandemia.

Antes da pandemia o setor das viagens e turismo gerava 1,5 milhões de empregos e contribuía com 25,349 milhões de euros para a economia sul-africana, o que representava 8,6% da atividade económica total do país.

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Fórum Turismo promove webinar sobre Turismo LGBTQIA+

A Associação Fórum Turismo promove, no próximo dia 30 de junho, às 17h30, um webinar com o tema “Portugal: um destino LGBTQIA+”.

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O objetivo é consciencializar o Turismo da forma como os destinos podem acolher esta comunidade, quais as estratégias atuais e quais os passos futuros para um setor mais inclusivo.

Este webinar enquadra no âmbito da iniciativa “3 Faces da Moeda” promovida e organizada por esta associação, que visa abordar os temas mais relevantes da atualidade, ligando-os ao setor do turismo.

Como oradores, o evento conta com a presença de Allan Barbosa, ativista e membro da direção na Associação Queer Tropical, integrante do Coletivo Aveiro Sem Armários e da Marcha LGBTQIA+ em Aveiro; Maria João Pereira, licenciada, mestre e doutorada em Ciências da Educação e coordenadora do TPC, um projeto educativo e de apoio ao estudo da Associação Renovar a Mouraria e Joana Alves, licenciada na área do Turismo, pela Escola Superior de Educação de Coimbra e profissional no Museu do Aljube Resistência e Liberdade.

A moderar a conversa estará Tiago Braz, mestre em Educação – Desenvolvimento Social e Cultural, pela UL, Gestor de Projetos no Fórum Turismo e arte-educador na ONG Conversas Associação Internacionais (CAI), em projetos com pessoas em situação de vulnerabilidade.

A participação no webinar é gratuita, mediante inscrição através do link https://bit.ly/3ymXWcI.

A propósito desta iniciativa, António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo explica que “acreditamos num Turismo sem fronteiras no que diz respeito à inclusão”.

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Portugal entre os destinos mediterrânicos com menor subida nos preços na hotelaria

A Grécia é, segundo uma análise realizada pela Mabrian, a campeã da subida de preços nos hotéis nos destinos mediterrânicos.

Victor Jorge

De acordo com uma análise da Mabrian, Portugal está entre os destinos mediterrânicos onde os preços na hotelaria menos subiu.

Na comparação feita entre os dias 25 de julho e 7 de agosto de 2022 e os mesmos dias de 2019, regista-se que foi na Grécia onde os preços mais subiram.

Efetivamente, no caso dos hotéis de 3*, a Mabrian indica uma estagnação dos preços em Portugal (0%), sendo o Egito o destino mediterrânico que maior subida apresenta (+25%), seguido da Grécia (+19,2%) e da Tunísia (+10,8%).

França apresenta-se como o único destino mediterrânico onde os preços dos hotéis de 3* desceu (-12%) no período analisado pela consultora.

Já nos hotéis de 4*, Portugal apresenta uma subida de 10,4% face ao período em análise que compara os anos de 2022 e 2019. O campeão da subida de preços é a Grécia (+62,7%), seguida do Egito (+40,9%) e da Tunísia (-28,3%). Mas existem destinos onde o preço apresenta uma descida, casos da França e Itália, com baixas de 11,3% e 5,3%, respetivamente.

Finalmente, nos hotéis de 5*, a subida de preços registada em Portugal é superior aos de 4*, já que o preço sobe 18,3% face a igual período de 2019. O líder neste capítulo volta a ser a Grécia, com uma subida de 110%, seguida, novamente, do Egito (+48,3%) e Tunísia (+26,6%).

Espanha, França e Itália registam subidas inferiores às indicadas para Portugal, com a Mabrian a estimar evoluções de 14,2% no caso espanhol e 13,2% e 1% para os hotéis de 5* franceses e italianos.

No campo das descidas, somente a Turquia apresenta um decréscimo nos preços (-9,9%) nos hotéis de 5*.

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