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Swiss aumenta operação em Portugal e lança rota Ponta Delgada-Zurique pela Edelweiss

Companhia aérea divulgou a operação para o verão em Portugal numa altura em que se encontra a assinalar o seu 20.º aniversário, que vai contar com várias iniciativas ao longo do ano.

Inês de Matos
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Swiss aumenta operação em Portugal e lança rota Ponta Delgada-Zurique pela Edelweiss

Companhia aérea divulgou a operação para o verão em Portugal numa altura em que se encontra a assinalar o seu 20.º aniversário, que vai contar com várias iniciativas ao longo do ano.

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Numa altura em que está a comemorar o seu 20.º aniversário, a Swiss anunciou o reforço da operação em Portugal, que vai contar com um aumento de voos durante o verão, assim como com o lançamento de uma nova rota entre Ponta Delgada, nos Açores, e Zurique, na Suíça, que vai ser operada pela Edelweiss.

Num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira, 4 de abril, a Swiss revela que, este verão, vai começar a operar a rota Ponta Delgada-Zurique com uma ligação por semana, que será realizada pela Edelweiss, uma subsidiária da Swiss, que vai voar para a capital açoriana uma vez por semana.

Mas, além desta nova rota, que se vem juntar à operação entre Ponta Delgada e Genebra, que a companhia aérea suíça começou a operar no verão do ano passado e que se mantém também este verão, com um voo por semana, entre junho e outubro, a Swiss anunciou uma série de outras novidades e que passam por um aumento de frequências nas rotas portuguesas.

Este verão, a Swiss vai operar nos cinco aeroportos portugueses, numa operação que volta a contar com voos entre Faro e Genebra, que vão decorrer ao longo de todo o verão, estando ainda previsto um aumento de ligações entre o Porto e Zurique, até um máximo de três voos por dia nas semanas de pico do verão.

A companhia aérea suíça vai também aumentar as frequências de Faro e Funchal para Zurique durante todo o verão, rotas que vão ser asseguradas também pela Edelweiss e que vão decorrer entre abril e outubro.

No Porto, a Swiss vai ainda operar para Genebra com até dois voos diários, enquanto as rotas de Lisboa vão contar com até dois voos por dia no caso de Zurique, enquanto a operação entre a capital portuguesa e Genebra vai ter até um voo por dia.

Entre Faro e Genebra, a operação da Swiss regressa entre junho e outubro, enquanto os voos entre o Funchal e Genebra vão decorrer apenas nos meses de abril/maio e setembro/outubro.

20.º aniversário

As operação da Swiss para este verão foi divulgada esta segunda-feira, 4 de abril, numa altura em que a companhia aérea suíça está a comemorar o seu 20.º aniversário, que foi assinalado a 31 de março e que vai ser comemorado ao longo de todo o ano, com várias iniciativas.

No comunicado divulgado, a Swiss relembra os 20 anos que passaram desde a sua fundação, numa história recheada de “eventos”, que teve início a 31 de março de 2002, com um voo entre Basileia e Zurique, e ao longo da qual foi possível afirmar a transportadora helvética como “uma das principais companhias aéreas do mundo”.

“Nos 20 anos desde sua fundação, a SWISS realizou 2,8 milhões de voos, numa distância total de 3,8 mil milhões de quilómetros, ou 95.000 voltas ao mundo. Estes voos transportaram pouco menos de 266 milhões de passageiros – cerca de 40 vezes a população da Suíça – e 5,6 milhões de toneladas de carga, o equivalente ao peso de cerca de 560 Torres Eiffel”, destaca a companhia aérea, no comunicado divulgado.

Atualmente, a companhia aérea suíça, que pertence ao Grupo Lufthansa desde 2005, voa para 92 destinos a partir do seu hub de Zurique e para 46 desde Genebra e transporta “mais passageiros e carga do que qualquer companhia aérea suíça já transportou no passado”.

Para assinalar o aniversário, a Swiss tem já previstas várias iniciativas, a exemplo do batismo de 20 aviões A220 com nomes de resorts turísticos suíços, assim como do lançamento de um vídeo especial dedicado ao jubileu da  companhia aérea, enquanto a revista de bordo da Swiss vai disponibilizar, entre julho e setembro, informação sobre várias curiosidades relacionadas com a transportadora.

As iniciativas destinadas a comemorar o 20.º aniversário da Swiss incluem ainda uma competição, que vai oferecer aos passageiros da companhia aérea helvética vários “prémios atraentes” e sobre a qual será fornecida mais informação posteriormente.

A Swiss tem vindo também a renovar a sua frota, apostando em aparelhos com menor consumo de combustível e menos poluentes, e garante que vai manter a aposta na sustentabilidade, até porque tem o objetivo de cortar para metade as emissões de carbono dos seus voos até 2030 e tornar a operação neutra até 2050.

A companhia aérea conta ainda receber 25 novos aparelhos Airbus A320/321neos até ao final de 2025, aviões que vão ajudar a atingir a meta da sustentabilidade da operação, uma vez que emitem menos 20% de CO2 que os aparelhos anteriores.

 

 

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Costa Cruzeiros renova programa de fidelidade e lança C|Club

O programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a chamar-se C|Club e, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

A Costa Cruzeiros redesenhou e transformou o seu programa de fidelidade, que passou a chamar-se C|Club e que, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

Com a reformulação, o programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a incluir o nível Azul, para membros que nunca tenham realizado antes um cruzeiro; Bronze para quem acumular entre um a 5.000 pontos; Prata para pontos entre os 5.001 e os 30.000; Ouro para quem acumular entre 30.001 e 140.000 pontos; e ainda o novo nível Platina para quem tiver mais de 140.001 pontos.

“O mecanismo de acumulação de pontos simplificou-se, com novas regras que permitem crescer rapidamente no clube: os passageiros ganham pontos por cada noite de cruzeiro com base na categoria da cabine escolhida e pontos adicionais com base na tarifa que compraram (“All Inclusive” ou “Super All Inclusive”), voos reservados com a Costa e gastos a bordo dos navios ou no My Costa, o website que permite aos passageiros personalizar o seu cruzeiro antes da partida”, explica a companhia de cruzeiros.

Os membros do programa de fidelidade da Costa Cruzeiros podem usufruir dos benefícios em qualquer etapa da experiência na companhia, seja no processo de reserva, que disponibiliza descontos até 20% em muitos cruzeiros; antes da partida, através da aquisição My Explorations, que oferecem um desconto de 25% em excursões adicionais; ou a bordo, já que há um desconto até 50% numa lista de produtos e serviços. No regresso a casa, os membros do programa podem ainda desfrutar de um desconto de 10% na compra do  próximo cruzeiro.

“As vantagens mais valorizadas da versão anterior mantêm-se, enquanto outras foram introduzidas, como a possibilidade de reserva antecipada do restaurante para jantar, novas ofertas de fim de cruzeiro e cartões de cabine personalizados. Outros benefícios foram reforçados, como o desconto especial de 25% em degustações de vinhos combinadas com menus no restaurante Archipélago, um espetáculo renovado do C|Club com artistas sempre diferentes, ou uma garrafa de espumante de boas-vindas na cabine”, acrescenta a companhia.

O programa conta também com promoções exclusivas e confidenciais que permitirão aos membros adquirir pontos extra através de simples atividades, como “atualizar os seus dados e descarregar a app”.

O C|Club conta ainda com a C Magazine, uma revista dedicada ao clube que está disponível em versão impressa e digital e que, tal como o programa, também foi completamente redesenhada, passando a contar com “imagens e conteúdos ainda mais inovadores”.

“Além disso, foi criada uma área especial no website da Costa Cruzeiros que permite ficar a par das ofertas, promoções disponíveis e pontuação e nível de cada um”, indica também a Costa Cruzeiros na informação divulgada.

O novo programa de fidelidade da Costa Cruzeiros foi lançado no cruzeiro C|Club, a bordo do Costa Fascinosa, uma viagem especial que, segundo a companhia de cruzeiros, contou com um “itinerário único e inédito”, que consistiu em 15 dias de viagem pelos Açores, com paragens também na Madeira, Lisboa, Málaga e Cádis.

 

 

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LATAM Airlines promove formação sobre pedidos online de grupo

A formação da LATAM Airlines decorre em formato de webinar, no dia 24 de maio, a partir das 15h00.

A LATAM Airlines vai promover, a 24 de maio, uma formação para agentes de viagens sobre como realizar pedidos online de grupos, iniciativa que decorre a partir das 15h00, informou a companhia aérea em comunicado.

“Vamos mostrar como pedir acesso à ferramenta de grupos, simular casos práticos de como solicitar grupos com a LATAM e esclarecer todas as suas duvidas”, indica a companhia aérea na nota divulgada.

A formação decorre a partir das 15h00 (hora de Portugal), em formato de webinar, e vai ter uma duração aproximada de uma hora. Os interessados em assistir, devem realizar a inscrição aqui.

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Azul retoma serviço de bordo em voos domésticos a 22 de maio

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19.

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

“A Azul, seguindo liberação da Anvisa, retomará no próximo dia 22 uma das estrelas de sua experiência, o serviço de bordo com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional”, indica a companhia aérea.

De acordo com a companhia aérea, o serviço de bordo vai ser ajustado ao horário dos voos, uma vez que vão estar disponíveis diferentes ementas, consoante o voo decorra de manhã, à tarde ou no período noturno.

Além do serviço de bordo, a Azul também retomou recentemente a oferta de atividades para os mais pequenos no Espaço Kids, assim como a disponibilização de duches no Lounge Azul, ambos localizados na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

“A flexibilização das restrições sanitárias determinadas pela Anvisa passa a permitir esses serviços, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras nos voos se mantem”, indica a companhia aérea brasileira.

Para a Azul, este regresso à normalidade no serviço de bordo, assim como nas atividades infantis e duches, é possível graças “à ampla cobertura vacinal e à diminuição dos casos de COVID-19 no Brasil e no mundo”.

“Estávamos ansiosos para poder retomar o nosso tradicional e tão querido serviço de bordo, uma marca inigualável da Experiência Azul, e de que os nossos clientes tanto sentiam falta. Implementaremos as medidas já a partir do dia 22, tornando a jornada de cada cliente única e especial”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

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Aviação

TACV vai reforçar operação de Portugal a partir de 04 de julho

A companhia aérea cabo-verdiana TACV anunciou que vai passar para um total de sete o número de voos semanais que opera do arquipélago para Portugal, a partir de 04 de julho: três da Praia, dois do Sal e dois de S. Vicente.

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Em comunicado, citado pela Lusa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) anuncia que vai aumentar a partir daquela data para três ligações semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Com este reforço a TACV passa também a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”, mas o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

Conforme refere notícia da Agência Lusa, a presidente do conselho de administração da TACV, Sara Pires, disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Num balanço aos quase cinco meses da retoma das operações, a executiva disse que têm estado a decorrer num bom ritmo, com uma “excelente taxa de ocupação” na rota de e para a Praia, com média de 80%.

Em relação aos voos de e para São Vicente, avançou que têm tido uma taxa de ocupação média à volta de 75%, considerada boa, mas o mesmo já não se pode dizer para o Sal, entre 45% e 50%.

Sara Pires justificou essa baixa taxa com o facto de Sal, que começou em fevereiro, ser um mercado turístico e não da “saudade”, mas garantiu que já há um operador turístico que comprou os voos de verão, como forma de rentabilizar a rota aérea.

Refira-se que Portugal é, atualmente, o único país de destino da TACV desde que retomou a operação, já de novo nas mãos do Estado cabo-verdiano, em dezembro de 2021, apenas com um avião e duas ligações semanais entre a Praia e Lisboa.

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Destinos

IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

Inês de Matos

A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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euroAtlantic airways realiza 11.º voo entre Lisboa e Díli no 20.º aniversário da independência de Timor

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

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A euroAtlantic airways (EAA) realizou na noite desta terça-feira, 17 de maio, o 11.º voo entre a capital portuguesa e Díli, numa operação que assinala os 20 anos da restauração da independência de Timor-Leste, informou a companhia aérea portuguesa em comunicado.

No voo da EAA para Díli viajaram “várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP”, que se deslocaram até à capital timorense para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste.

“Este décimo primeiro voo da euroAtlantic airways entre Lisboa e Díli é mais um marco na história da empresa, que se afirma como a única companhia portuguesa a realizar a ligação entre a capital portuguesa e a capital timorense, algo que a companhia quer continuar a garantir e até mesmo reforçar, já que esta ligação é vista como de extrema importância para os dois países”, refere a companhia aérea em comunicado, revelando que o voo de regresso a Lisboa decorre a 20 de maio.

Para Eugénio Fernandes, CEO da EAA, esta operação representa “um orgulho” para a companhia aérea, que assim permite que “tantos portugueses e timorenses possam deslocar-se durante o ano entre os dois países, de forma rápida, segura e com grande flexibilidade em termos de reserva de datas dos seus voos”.

“Somos, pois, a garantia de que os dois países irmãos continuam a ter uma ligação aérea através de uma companhia portuguesa. Fazemo-lo com muita honra, sem qualquer tipo de ajudas, sabendo que prestamos um serviço importante aos dois países”, destaca o responsável.

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Israel vai subsidiar companhias aéreas que voem da Europa para Eilat

As companhias aéreas que queiram operar voos da Europa para o Aeroporto Ramon, na estância turística israelita de Eilat, no próximo inverno, vão receber um subsídio do governo de Israel.

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De acordo com a diretriz emitida pelo Ministério do Turismo de Israel, cada companhia aérea que opera um serviço direto para Eilat receberá um subsídio de 60 euros por passageiro.

A companhia aérea terá direito ao subsídio para um máximo de 75 voos semanais a partir do mesmo aeroporto, voando de 1 de setembro de 2022 até ao final de maio de 2023, exceto nos períodos de férias de 9 a 16 de outubro de 2022 e de 5 a abril 13 de setembro de 2023. O prazo para solicitar o auxílio é até 1 setembro deste ano.

Com este convite, Israel pretende promover Eilat como centro turístico, que, como o resto do país, foi afetado pela pandemia.

Refira-se que Eilat e o sul do país são um destino quente, com muitas horas de sol por ano, com atividades culturais para desfrutar na cidade, com o deserto de Negev e todo um conjunto de desportos.

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Emirates reduz perdas em 80% no último ano fiscal

No último ano fiscal, que terminou a 31 de março, a Emirates apresentou um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros do anterior ano fiscal.

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A Emirates apresentou, no último ano fiscal, que terminou a 31 de março, um prejuízo de 1.100 milhões de dólares, valor que traduz uma descida de 80% face às perdas de 5.500 milhões de euros que a companhia aérea do Dubai tinha apresentado no anterior ano fiscal, que tinha ficado marcado pela impacto da COVID-19.

De acordo com um comunicado da companhia aérea divulgado esta segunda-feira, 16 de maio, no último ano fiscal, a Emirates alcançou receitas no total de 16,1 mil milhões de dólares, o que corresponde a um aumento de 91% face ao ano anterior, com a Emirates a indicar que se nota uma “forte procura dos clientes à medida que as restrições de viagens diminuem em todo o mundo”.

Na informação divulgada, a Emirates refere que também aumentou a capacidade e retomou várias ligações aéreas, considerando, por isso, que os resultados do último ano fiscal “mostram uma forte recuperação em todos os negócios”.

“A forte procura dos clientes levou a uma grande melhoria no desempenho financeiro em comparação com as perdas sem precedentes do ano passado”, congratula-se Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO do Grupo Emirates.

Este ano, acrescenta o responsável, a Emirates está focada na recuperação das suas “operações com rapidez e segurança, onde quer que as restrições relacionadas com a pandemia tenham diminuído”.

Recorde-se que, no último ano, a Emirates recebeu um apoio de 956 milhões de euros do Estado do Dubai, que é o seu principal acionista, isto depois de, no ano anterior, ter registado cerca de 6.000 milhões de euros de perdas, naquela que foi a primeira vez em quase 30 anos de história que a Emirates apresentou prejuízo.

 

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Ryanair reduz perdas e estima ultrapassar tráfego pré-pandemia no próximo ano

No último ano fiscal, a Ryanair reduziu o prejuízo em 56,4%, aumentou o volume de negócios em 193% e registou uma “forte recuperação” do tráfego, ainda que só em 2023 conte ultrapassar o valor pré-pandemia.

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A Ryanair revelou esta segunda-feira, 16 de maio, que registou um prejuízo de 355 milhões de euros no último ano fiscal (até 31 de março), valor que fica 56,4% abaixo do registado em igual período do ano passado, quando a transportadora aérea low cost tinha apresentado perdas de 815 milhões de euros.

De acordo com os resultados revelados pela companhia aérea, no último ano fiscal, a Ryanair viu o volume de negócios aumentar 193%, para 1,64 mil milhões de euros, enquanto a tarifa aérea média caiu 27%, para 27 euros, devido à pandemia da COVID-19 e à guerra na Ucrânia.

Já as receitas totais aumentaram 190% para 4,80 mil milhões de euros, com a Ryanair a indicar que “a receita auxiliar apresentou um desempenho sólido, gerando mais de 22 euros por passageiro à medida que o tráfego se recuperava e os hóspedes optavam cada vez mais por embarque prioritário e assentos reservados”.

Apesar do impacto da pandemia e do conflito militar, a Ryanair registou uma “forte recuperação” no tráfego de passageiros, subindo de 27,5 milhões de passageiros em 2021 para 97,1 milhões em 2022, embora este número tenha ficado 35% abaixo dos níveis pré-pandémicos.

A companhia aérea está otimista quanto ao futuro e diz mesmo que as reservas têm vindo a aumentar nas últimas semanas, ainda que não ao nível dos anos anteriores à pandemia, com a Ryanair a indicar que também os preços precisam de ser estimulados.

“Há, no entanto, uma procura reprimida e estamos cautelosamente otimistas de que as tarifas de pico do verão de 2022 ficarão um pouco acima dos níveis de pico do verão de 2019 (pré-Covid)”, indica a Ryanair, na informação divulgada esta segunda-feira, 16 de maio.

Para 2023, a Ryanair estima um aumento de tráfego para 165 milhões de passageiros, valor que deverá ultrapassar os 97 milhões de passageiros previstos para o ano fiscal de 2022 e os 149 milhões de passageiros que a companhia aérea tinha transportado antes da pandemia.

Ainda assim, a Ryanair mantém-se cautelosa nas previsões de lucro, uma vez que, explica a companhia aérea, devido à COVID-19 e ao conflito militar na Ucrânia, assim como ao “risco contínuo de fluxos de notícias adversos em ambos os tópicos, é impraticável (se não impossível) fornecer uma orientação de lucro sensível ou precisa, neste momento”.

 

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