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Mercado imobiliário madeirense aposta no golfe para atrair investidores

Este primeiro evento surge como uma ferramenta de networking, pretendendo mostrar “o que de melhor se faz no arquipélago, quer no que respeita ao setor imobiliário, quer no que respeita ao turismo”.

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Mercado imobiliário madeirense aposta no golfe para atrair investidores

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O grupo Socicorreia, a Savoy Signature, JM e o Clube de Golfe do Santo da Serra juntaram-se numa iniciativa para promover a Madeira, o turismo e o setor imobiliário.

Ao anunciar a realização do torneio JM Golf Trophy, a 9 de abril, no Clube de Golfe do Santo da Serra, na Madeira em parceria com CGSS, Savoy Signature e JM, o evento terá como objetivo atrair investidores, e mostrar “o que de melhor se faz no arquipélago, quer no que respeita ao setor imobiliário, quer no que respeita ao turismo”, lê-se no comunicado.

De acordo com os membros desta parceria a Madeira, o turismo e o setor imobiliário, “é visto pelo mercado nacional e internacional, cada vez mais como um ex-libris para investimento de larga escala, nos vários setores de atividade”.

Cada equipa – Socicorreia e Savoy Signature – contará com 60 parceiros criteriosamente selecionados pelos mesmos. Apesar de maioritariamente madeirense, a equipa do Grupo Socicorreia contará com 20 empresários vindos diretamente do Norte para esta primeira edição.

O torneio de golfe surge assim como uma ferramenta de networking, capaz não só de aproximar a diáspora madeirense, atrair investidores (inter)nacionais, mas também ao mesmo tempo mostrar como a região, as empresas, os projetos e o turismo têm um valor inigualável.

Apesar de novidade, o torneio e todas as empresas envolvidas têm já grandes ambições para o futuro, entre elas, a realização de uma edição anual na ilha da Madeira e num outro país onde exista uma forte presença de empresários da diáspora madeirense. Ainda este ano, em meados do mês de junho, o torneio JM Golf Trophy chegará a Miami, nos Estados Unidos.

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

Inês de Matos

A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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Rita Marques visita Região de Lisboa esta quinta-feira

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai conhecer vários projetos de formação, reabilitação e valorização do património, durante uma visita que realiza, esta quinta-feira, dia 19 de maio, à Região de Lisboa.

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Da agenda consta uma visita ao Palácio Nacional da Ajuda onde irá assistir à montagem das últimas peças no Museu do Tesouro Real, cuja inauguração está prevista para breve.

Rita Marques estará, igualmente, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, onde se procederá à assinatura do Protocolo “Formação + Próxima”.

O fim da visita tem encontro marcado na Tapada de Mafra para assinalar os esforços e o compromisso da região com o cumprimento dos princípios de responsabilidade e empenho ativo na conservação do património natural.

Segundo comunicado da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, esta visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços marca o início da retoma turística da região, bem como o investimento em três pilares de sucesso: a formação, a reabilitação e a valorização patrimonial.

 

 

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Turismo Basco mostra-se no Porto

Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco, indicando a Turespaña que tem havido um crescimento “de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”.

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O diretor da Agência Basca de Turismo, Daniel Solana, apresenta esta terça-feira (17 de maio) no Porto, a oferta turística do País Basco destinada ao mercado português, contando o evento com a presença de Yolanda Martínez, conselheira de turismo na Embaixada de Espanha e diretora da Delegação Oficial Espanhol em Portugal.

A apresentação, dirigida exclusivamente a convidados do sector turístico, servirá para ilustrar o poder da gastronomia basca, uma das marcas do destino Euskadi e a principal motivação dos viajantes na sua visita ao País Basco.

De referir que, em 2021, Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco. Os dados acumulados para o ano 2022, de janeiro a março, mostram, de resto, um aumento significativo do mercado português no País Basco em comparação com o mesmo período de 2021.

“Tem havido um crescimento de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”, refere a Turespaña, considerando que “Portugal é um dos principais mercados para a promoção do turismo basco”, tendo, inclusivamente, realizado uma campanha designada como “Bizit Euskadi” destinada especificamente a este mercado.

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Turismo externo contribui para Portugal ter a maior projeção de crescimento na UE em 2022, diz comissário europeu

Na habitual divulgação das previsões económicas da Primavera, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que “a reabertura do turismo externo teve um papel importante”.

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O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que a reabertura do turismo externo contribui para a projeção de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal este ano de 5,8%, o mais alto da União Europeia.

Na conferência de imprensa de apresentação das previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, em Bruxelas, Gentiloni comentou que as projeções para Portugal são “realmente boas, tanto para o crescimento, como em relação ao rácio da dívida face ao PIB, que em 2023 deverá atingir 115%, o que fica abaixo do nível pré-pandemia”.

Admitindo que a previsão de forte crescimento da economia portuguesa para este ano, a mais elevada entre os 27 Estados-membros da União, se deve também ao facto de Portugal não ter crescido “de forma tão forte em 2021 em comparação com outros países” – o PIB português cresceu 4,9% no ano passado, abaixo da média europeia de 5,4% -, o comissário europeu destacou então igualmente o papel do regresso em força dos turistas estrangeiros, depois de dois anos de pandemia da covid-19.

“Penso que a reabertura do turismo para um país maioritariamente baseado em turismo externo do que interno também teve um papel importante”, afirmou Gentiloni.

A Comissão Europeia reviu em alta de 0,3 pontos percentuais (p.p.) o crescimento económico esperado para Portugal este ano, para 5,8%, apesar dos desafios externos, segundo as previsões macroeconómicas de primavera divulgadas.

Este é o valor mais elevado entre os 27 Estados-membros da UE, seguido da Irlanda (5,4%), e muito acima da média do bloco europeu e da zona euro, ambos com projeções de crescimento de apenas 2,7% este ano.

Bruxelas prevê que o PIB de Portugal cresça 5,8% em 2022, quando em fevereiro esperava uma expansão de 5,5%, com o setor dos serviços, particularmente o turismo estrangeiro, a recuperar fortemente face a uma base baixa.

O relatório da Comissão Europeia assinala que “as perspetivas de crescimento permanecem favoráveis, apesar dos desafios relacionados com os preços das ‘commodities’, das cadeias de abastecimento globais e maior incerteza na procura externa”.

Refletindo a melhoria das condições económicas, o executivo comunitário vê o rácio da dívida pública face ao PIB a cair de 127,4% em 2021 para 119,9% do PIB em 2022, e para 115,3% em 2023, ano em que se fixaria abaixo do nível pré-pandemia.

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Turismo da Jamaica quer portugueses de volta

O Turismo da Jamaica quer os turistas portugueses de volta e acaba de nomear um representante para Portugal, Nuno Costa, cujo principal objetivo é “pressionar” para o regresso da operação charter, que já existiu, e que foi interrompida com a pandemia. Pode ser que em 2023 volte a operar.

O Turismo da Jamaica quer os turistas portugueses de volta e acaba de nomear um representante para Portugal, Nuno Costa, cujo principal objetivo é “pressionar” para o regresso da operação charter, que já existiu, e que foi interrompida com a pandemia. Pode ser que em 2023 volte a operar.

 

Voltar a pôr o nome da Jamaica na mente dos operadores turísticos, agentes de viagens e consumidor final em Portugal é o principal objetivo do turismo daquele destino, que tem agora Nuno Costa como seu representante no nosso país. “O Turismo da Jamaica, sabendo que para este ano não vai haver voos charter, nem direto, nem triangular, quer é voltar a pôr o nome do destino na mente dos operadores turísticos, agentes de viagens e no consumidor final”, disse Nuno Costa ao Publituris, referindo que “este é o primeiro grande objetivo, daí a razão da minha presença em Portugal”.

Apesar da representação do Turismo da Jamaica na Europa estar sediada em Berlim, desenvolvendo toda a parte da promoção, para Portugal “quiseram focar-se mais, e convidaram-me para fazer esse trabalho, uma vez que conheço o destino onde vivo há 17 anos, desde 2005, também ainda tenho conhecimento da maior parte dos players do mercado (tour operadores e agentes de viagens) e se não tenho de algum novo grupo, há forma de lá chegar, porque conheço as pessoas”, esclareceu.

A participação em eventos promovidos pelo trade em Portugal é outra das apostas de Nuno Costa. Começou na BTL, passou pela Convenção Bestravel, depois pelo roadshow de Os Especialistas, e Convenção Airmet, “estando sempre numa relação direta com os grupos de agências de viagens e com os operadores, no sentido de continuar a fazer essa promoção não só nos eventos, mas ao nível das redes, das equipas de vendas, formações quando for possível e, sobretudo também, para que eles perceberem que têm alguém cá em Portugal, e mesmo que esteja na Jamaica, mas alguém que é português, conhece muito bem o destino e lhes pode dar qualquer tipo de apoio. Através de um email ou via Whatsapp, estarei sempre disponível para esclarecer qualquer dúvida, até porque muitas vezes o agente de viagens não conhece o destino”, apontou. O responsável tomou conhecimento que, neste momento, apenas um ou dois operadores em Portugal programam a Jamaica, em voos regulares (a única hipótese atualmente), mas com oferta muto reduzida. Daí que “pretendo, igualmente, que os operadores que tenham programação não charter, incluam a Jamaica. Os operadores que fazem brochuras mais dedicadas, como Praias Exóticas ou Luas de Mel, interessam-nos”, realçou.

Destino caiu em esquecimento

Sem a operação charter triangular com Samaná (República Dominicana) que vigorou entre 2006 e 2019, com cinco operadores turísticos em Portugal envolvidos, durante os meses de maio/junho a meados de setembro, o destino Jamaica caiu no esquecimento em Portugal. “Quando as agências de viagens começam a ter as ofertas para outros destinos, mesmo nas Caraíbas, se não está a Jamaica, fica esquecida. O cliente pode querer a Jamaica, mas se não houver esse tipo de oferta ou de exposição do destino, fica esquecido”.

Nuno Costa lembra que a nível de procura, a Jamaica nunca foi um destino de massas como outros pontos das Caraíbas que estão no mercado há 20 ou 30 anos, mas enquanto houve a operação charter, os números foram sempre “muito bons”. Inclusivamente “houve alturas em que o mercado português reagiu melhor até do que o espanhol, porque havia charters de Lisboa e de Madrid. O mercado português sempre gostou muito do destino, portanto, se houver oferta de charter, ele vai voltar”, sublinhou, indicando que eram anualmente entre cinco mil a seis mil passageiros. “Havendo o charter esse número pode aumentar, mas nunca será possível em voos regulares”, frisou.

Quanto ao regresso dessa operação no próximo ano, o representante do Turismo da Jamaica afirmou que “será sempre uma decisão dos operadores. O meu trabalho aqui é dar apoio, dar abertura, mas o fundamental é os operadores querem fazê-lo. Acho, sinceramente, que vai haver alguma pressão dos agentes de viagens e do mercado para que o destino volte a ser oferecido em voos charter. É normal porque já aconteceu, é um destino que as pessoas gostaram, e é normal que os operadores precisem de destinos novos e diversificar o seu produto”. Não sendo possível para já em 2022 este tipo de operação, há os voos regulares. Assim, neste momento, para se chegar à Jamaica, a partir de Portugal, há várias formas, seja via Europa, seja combinado com os Estados Unidos ou Canada. Pela Europa, a opção número um, conforme explica o responsável, é por Zurique com uma conexão de duas a três horas, com a Swiss e ligação a Montego Bay com a Edelweiss, companhia aérea do grupo Swiss. A segunda opção, e ainda sem ter de dormir na Europa, é sair de Lisboa no primeiro voo da manhã da Lufthansa até Frankfurt e apanhar um voo da Condor também para Montego Bay, na costa norte da ilha onde está o turismo. Há outras opções na Europa, mas será sempre necessário ficar de uma noite para outra.

Há igualmente os EUA ou Canadá (Nova Iorque, Miami, Toronto), mas os clientes têm que dormir nessas cidades. Depois pode-se fazer combinados porque há voos diários dessas cidades para Montego Bay.

Há muitos turistas portugueses que conhecem a Jamaica através de cruzeiros que atracam no destino, mas não é só isso que o destino pretende. Segundo Nuno Costa, “é um ponto importante, mas queremos mais”.

Sem charter ainda, a Jamaica é um destino caro? O representante responde que, em termos de hotelaria está ao nível do custo do México, mas um pouco mais caro que a República Dominicana, mas explicou que há hotéis para todos os gostos. Na ilha normalmente todos os all inclusive são de cinco estrelas, mas há hotéis coloniais, há boutique hotéis e até villas, ou seja, há muita oferta, depende tudo do cliente. “O que faz a diferença é o aéreo porque, se formos comparar preços, o avião custará 800 euros, praticamente o mesmo preço de um pacote para a República Dominicana. Se juntarmos o hotel, estamos a falar de 1.500 euros”, referiu.

Mas é um destino de todo o ano. A época alta na Jamaica é o inverno na Europa, que começa aproximadamente a 15 de dezembro e vai até a segunda semana de março, e é quando os preços estão mais altos e é quando nos principais mercados emissores do turismo da Jamaica (norte-americanos e canadianos) está muito frio. Nuno Costa, que estará lá e cá, conclui que “o mais importante, e a mensagem que tento passar ao mercado português é que estou aqui, vou estar sempre em ligação com o mercado para dar apoio, confiança e ajudar os agentes de viagens que não conhecem o destino, e se houver um conjunto de eventos que justifiquem a minha presença, cá estarei”.

O que se pode fazer na Jamaica?

Tirando a praia, a Jamaica tem uma componente de natureza muito forte, revelou o representante do destino em Portugal. É uma ilha pequena, praticamente da dimensão do Algarve, e muito verde, podendo encontrar-se facilmente tanto montanhas, como rios, cascatas, tudo de forma concentrada.

Além disso, segundo Nuno Costa, tem a parte cultural, das pessoas, das gentes e das suas culturas africana/inglesa, o rastafary originário da Etiópia, tem a música (o reggae) que tem tudo à volta do Bob Marley, mas não só, tem a parte das montanhas onde se cultiva o café e, como é uma ilha, há muitos desportos náuticos e passeios de barco, e ainda o rum na costa sul, uma zona ainda por conhecer pois está em desenvolvimento.

Os grandes centros do turismo são três: para além da capital é Kingstown (uma cidade de negócios no sul da ilha, que se deve, no entanto, visitar, pois é lá que se encontra o Museu de Bob Marley), há Montego Bay, a capital do turismo, onde chegam os aviões, Negril que está na ponta oeste, em viagem de hora e meia, e Ocho Rios, a este, que está a cerca de hora e meia também. É nestes centros onde está concentrada a maior parte da hotelaria. Por exemplo, em Montego Bay, num raio de 20/25 kms existem pelo menos 30 unidades hoteleiras all inclusive. Há ainda Porto António, local que o responsável considera “lindíssimo, mas está ainda muito por desenvolver, diria que seria o quarto centro turístico, não tem hotéis em all inclusive, mas é visto em passeio ou para turistas que queiram algo muito específico, como hotéis boutiques em cima do mar ou villas.

*Artigo publicado originalmente na edição 1462 do Publituris.

 

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“Porto e Norte enquanto alavanca no Turismo” em discussão dia 18 de maio

“Porto e Norte enquanto alavanca no Turismo” é tema de um webinar que terá lugar esta quarta-feira, dia 18 de maio, a partir das 19 horas.

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Promovido pela Atlântico Business School, este webinar contará com participação de João Moura profissional na indústria do Turismo e criador da Here & Dare, Luís Pedro Martins presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, Amaro Correia, consultor de empresas do setor do turismo e docente na Atlântico Business School e Miguel Azevedo, Product Manager da Go Travel Portugal.

A participação é gratuita e aberta ao público, mas sujeita a inscrição no seguinte link: https://bit.ly/3wr17hp.

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Turismo da Tailândia lança passatempo “Hidden Spots in Amazing Thailand”

Nesta 9.ª edição, o passatempo da Autoridade de Turismo da Tailândia decorre sob o tema “Hidden Spots in Amazing Thailand” e vai oferecer uma viagem para duas pessoas a Banguecoque e Phuket.

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A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) retomou o passatempo que testa os conhecimentos dos portugueses sobre o destino asiático e que, este ano, decorre sob o tema “Hidden Spots in Amazing Thailand”, no qual vai ser oferecida uma viagem para duas pessoas a Banguecoque e Phuket ao vencedor.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela TAT, nesta 9.ª edição do passatempo, que decorre as 00:01 do dia 14 de maio de 2022 e as 23h59 de 17 de junho de 2022, através do website  amazingthailand.turismotailandes.org.pt, podem participar os maiores de 18 anos, residentes em Portugal.

“A edição de 2022 do passatempo é dedicada aos lugares mais recônditos da Tailândia e também a outros mais conhecidos, que os visitantes não devem perder”, destaca a TAT, explicando que, “semanalmente, e durante cinco semanas, os concorrentes registados no microsite do passatempo serão convidados a responder a um quiz de escolha múltipla com oito perguntas sobre os mais variados temas relacionados com a Tailândia”.

Os concorrentes que obtiverem pelo menos 80% de respostas certas ao fim das cinco semanas de participação ficam habilitados a um sorteio de prémios, que decorrerá no dia 25 de junho às 12 horas, no Pavilhão Tailandês, no Jardim Vasco da Gama, em Lisboa, durante o Thai Festival.

O primeiro prémio deste passatempo, que é oferecido pela rede de agências de viagem Bestravel, parceira do passatempo, é uma viagem dupla de oito dias a Banguecoque e a Phuket, enquanto o segundo prémio consiste num voucher para um Jungle Safari para duas pessoas e alojamento de duas noites no Elephant Hills Camp; e o terceiro inclui três noites de alojamento para duas pessoas no hotel da cadeia Khaolak Merlin Resort, em Phang-Nga.

“Ao todo serão atribuídos 10 prémios pelo sorteio realizado aleatoriamente por via informática, através de um sistema validado por uma entidade externa credenciada para o efeito”, indica a TAT.

“Esta é uma iniciativa muito querida pelos residentes em Portugal que têm participado ativamente nas últimas edições do quiz. Trata-se também de uma oportunidade de promover aquele que é um dos destinos de sonho da maioria dos portugueses através de várias curiosidades sobre a cultura e história tailandesa”, realça Rosário Louro, representante da Autoridade de Turismo da Tailândia em Portugal.

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TCP inteira-se das valências turísticas de Sever do Vouga

Uma equipa da Turismo Centro de Portugal visitou o concelho de Sever do Vouga para se inteirar in loco das valências turísticas do território e reunir com empresários locais ligados a este setor.

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A visita começou no Museu Municipal, e seguiu-se um percurso em veículos todo-o-terreno, no qual a equipa foi conduzida por alguns dos principais atrativos turísticos do território. Os pontos altos foram as Minas do Braçal, conjunto de edifícios que transportam os visitantes a um tempo em que a extração mineira era de grande importância para a região, e a Cascata da Cabreia, espaço natural que atrai visitantes durante todo o ano. O Parque do Areeiro, os Passadiços do Gresso, a Anta da Cerqueira e a Albufeira do Rio Vouga foram outros dos locais visitados.

A comitiva reuniu ainda com empresários locais no Vougapark, onde esclareceu todas as dúvidas sobre possibilidades de investimento e financiamento na atividade turística. O dia terminou com um percurso a pé na Ecopista do Vouga, implementada no antigo troço da linha ferroviária do Vouga e que acompanha o rio ao longo de 11 quilómetros.

“Esta visita que efetuámos em Sever do Vouga, que surgiu na sequência de outras que temos realizado a outros destinos do Centro de Portugal, permitiu-nos ficar a conhecer ainda melhor as enormes potencialidades deste território para a atividade turística”, disse Pedro Machado, presidente da TCP, para considerar que “Sever do Vouga reúne todas as condições para ser uma referência no turismo de natureza, no turismo ativo e desportivo, no turismo náutico, no turismo gastronómico e até no turismo industrial”.

 

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Portugal Events recebeu 158 candidaturas

De acordo com o Ministério da Economia e do Mar, o programa Portugal Events recebeu 158 candidaturas e viu aprovados 83 projetos, que poderão atrair mais de 1,8 milhões de turistas e visitantes a Portugal.

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O programa Portugal Events, lançado no ano passado, já recebeu 158 candidaturas, informou o Ministério da Economia e do Mar, revelando que “foram aprovados 83 projetos, 62 dos quais são eventos associativos/corporativos”.

“Este programa recebeu 158 candidaturas que, maioritariamente, respeitam a projetos com execução prevista já em 2022. O valor total de investimento associado ascende a 157 milhões de euros, sendo o incentivo solicitado superior a 30 milhões de euros”, indica o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado sexta-feira, 13 de maio.

Segundo o Ministério, esta “forte procura por parte das empresas” vem comprovar o sucesso deste mecanismo de apoio financeiro do Turismo de Portugal, que privilegia “o apoio à realização de eventos que, pelo seu posicionamento, notoriedade e imagem internacional, contributo para a qualificação da experiência turística ou para o desenvolvimento da economia, demonstrem ser relevantes para a sustentabilidade do setor do turismo”.

De acordo com a informação divulgada, os projetos que mereceram o apoio público “abrangem a totalidade do território nacional, destacando-se as regiões do Porto e Norte e de Lisboa”, estimando-se que possam contribuir para atrair mais de 1,8 milhões de turistas e visitantes para o território nacional.

“O Programa privilegia o apoio a eventos que pelo seu reconhecimento internacional, caráter diferenciador e grau de exposição mediática contribuam para o incremento da notoriedade de Portugal, enquanto palco de grandes eventos”, explica o Ministério da Economia e do Mar.

A “sustentabilidade e a relevância turística intrínseca de cada evento, bem como o seu alinhamento com a estratégia no que se refere às tipologias de eventos prioritárias para a qualificação da experiência turística e para a adequada estruturação de produtos turísticos” foram, segundo o Ministério, os aspetos considerados como prioritários para a seleção dos projetos.

Recorde-se que o Programa Portugal Events, agora suspenso por se ter ultrapassado a dotação prevista, visa contribuir para a concretização das metas estratégicas da ET2027, através da promoção da coesão territorial e da mitigação da sazonalidade da atividade turística.

O programa é também considerado “um importante impulso para a retoma do setor, conforme preconizado pelo Plano de Ação Reativar o Turismo | Construir o Futuro” e vai agora ser alvo de “análise e avaliação, perspetivando-se que venha a ser reaberto para a apresentação de candidaturas a eventos a realizar em 2023”.

 

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