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Órgãos sociais da AITI tomam posse

A Associação Ibérica de Turismo do Interior (AITI) “nasce porque achamos que está na hora de mudar o relacionamento entre Portugal e Espanha e ver na união destes dois territórios uma oportunidade de futuro, no que ao turismo diz respeito”.

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Órgãos sociais da AITI tomam posse

A Associação Ibérica de Turismo do Interior (AITI) “nasce porque achamos que está na hora de mudar o relacionamento entre Portugal e Espanha e ver na união destes dois territórios uma oportunidade de futuro, no que ao turismo diz respeito”.

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Esta declaração foi feita por Miguel Martins, presidente da AITI, na cerimónia de tomada de posse, em Idanha-a-Nova, dos órgãos sociais da nova associação, que “tem como objetivo unir e valorizar os recursos de Portugal e de Espanha na área do turismo, bem como agrupar os empresários do setor para criar marcas fortes que coloquem as regiões de fronteira no mapa do turismo ibérico”, destacou ainda.

Segundo o seu presidente, “queremos que a fronteira não seja mais que uma linha territorial geográfica que divide os dois países, para acrescentar que a AITI “não é, nem será, uma associação local, mas sim transfronteiriça que quer representar o interior ibérico”.

A cerimónia teve lugar no auditório da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, com a presença da secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, que realizou ali o seu último ato público antes de assumir a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional no novo Governo.

A Associação Ibérica de Turismo do Interior tem sede em Idanha-a-Nova, um concelho que se destaca pela cooperação com Espanha e pela localização geográfica equidistante entre Lisboa, Porto e Madrid. Miguel Martins preside a direção, enquanto António Trigueiros de Aragão é presidente da Assembleia Geral e Maria José García Curto presidente do Conselho Fiscal, para o quadriénio 2022-2025.

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Emirados Árabes Unidos recuperam turismo e receitas já ultrapassam os 5MM€

Apesar da forte procura turística no primeiro semestre, os Emirados Árabes Unidos esperam uma “recuperação ainda mais forte do turismo na época do inverno”, quando as temperaturas no país são mais amenas.

Os Emirados Árabes Unidos estão a registar um forte recuperação turística depois da COVID-19 e, no primeiro semestre do ano, as receitas provenientes do setor do turismo somam já mais de cinco mil milhões de euros, avança a Lusa, que cita o vice-presidente do país, Mohamed bin Rashed.

“A receita do nosso setor do turismo é superior a 19.000 milhões de dirhams [cerca de 5.000 milhões de euros] no primeiro semestre deste ano”, afirmou o governante dos Emirados Árabes Unidos, após uma reunião do Conselho de Ministros.

De acordo com o responsável, os Emirados Árabes Unidos “foram os mais rápidos a superar os efeitos da pandemia”, nomeadamente no que ao setor do turismo diz respeito, ainda que se esperem notícias ainda mais positivas durante o próximo semestre, que nos Emirados Árabes Unidos corresponde ao principal período de procura turística, uma vez que as temperaturas são mais anemas.

Mohamed bin Rashed antecipa mesmo que nos Emirados Árabes Unidos haja uma “recuperação ainda mais forte do turismo na época do inverno”, uma vez que, neste período, as temperaturas rondam os 25 graus, abaixo dos 45 graus que se chegam a registar no verão.

O vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos revelou ainda que, no primeiro semestre do ano, o comércio externo representou 271.100 milhões de euros, acima dos 227.700 milhões de euros registados antes da pandemia da COVID-19.

“Os nossos indicadores são hoje mais fortes do que antes da pandemia. O crescimento económico é mais rápido e os setores do turismo, comércio e desenvolvimento estão maiores do que antes da covid-19”, acrescentou.

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RM Hub contrata Cluster Revenue Manager e Revenue Manager

A RM Hub contratou Frederico Fernandes para Cluster Revenue Manager e Diana Campos para Revenue Manager da empresa de formação e consultoria para a hotelaria.

A RM Hub anunciou a contratação de um Cluster Revenue Manager e de um Revenue Manager, cargos que passam a ser assumidos por Frederico Fernandes e Diana Campos, respetivamente, cuja contratação se deve “ao aumento de clientes nacionais e internacionais”, adianta a empresa de formação e consultoria para a hotelaria.

De acordo com a RM Hub, Frederico Fernandes, que assume o cargo de Cluster Revenue Manager, é licenciado em Gestão Turística pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo, onde fez também uma pós-graduação em Gestão Hoteleira.

O responsável conta com sete anos de experiência profissional em Revenue Management no Grupo Teixeira Duarte Hotelaria, onde começou por ser coordenador de reservas, tendo posteriormente chegado a Revenue Manager.

Já Diana Campos, que assume o cargo de Revenue Manager, tem 10 anos de experiência em Hotelaria, sendo que grande parte do seu percurso profissional foi feita no Santana Hotel & Spa, onde foi directora-geral, com responsabilidades também ao nível da direção comercial, financeira, Revenue Management e operacional.

Diana Campos é licenciada em Gestão pela Faculdade de Economia do Porto e conta com um mestrado em Economia e Administração de Empresas pela mesma instituição de ensino superior, além de um mestrado em Gestão pelo ISCTE Business School e de uma pós-graduação em Direção Hoteleira, pela Universidade Lusófona de Lisboa.

“Estes dois novos profissionais são imprescindíveis para mantermos o nível de qualidade de serviço prestado aos nossos clientes”, afirma Rudi Azevedo, CEO da RM Hub, explicando que a empresa tem uma carteira de 60 unidades hoteleiras na Europa e está a conhecer um forte crescimento.

Para o responsável, o sucesso da empresa “depende dos profissionais que integram os quadros da RM Hub” e cuja missão passa por implementar estratégias e processo de Revenue Management, com o objetivo de “otimizar e maximizar receitas”.

A RM Hub está no mercado hoteleiro desde 2018 e surgiu com o objetivo de garantir aos seus clientes melhores resultados através da implementação de procedimentos que permitem adotar boas práticas.

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Sevilha promove-se em Lisboa

A oferta turística de Sevilha estará presente na capital portuguesa no próximo dia 21 de setembro, numa ação de promoção que terá lugar no Museu Medeiros de Almeida.

Todas as novidades da oferta turística deste ano da região de Sevilha serão apresentadas no próximo dia 21 a partir das 19h30, durante um workshop, seguido de um jantar cocktail com a participação do trade turístico português.

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Turkey, Istanbul – Blue Mosque

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Turquia e Grécia lideraram recuperação turística no verão

Segundo o mais recente estudo da ForwardKeys, além da Turquia e Grécia, Portugal foi um dos países que apresentaram melhor desempenho, ficando apenas 10% abaixo dos resultados de 2019.

Inês de Matos

A Turquia e a Grécia lideraram a recuperação turística neste verão e apresentaram crescimentos de 9% e 2%, respetivamente, face ao verão de 2019 nas chegadas internacionais de turistas, de acordo com a mais recente pesquisa da ForwardKeys, que revelou os dados de julho e agosto.

De acordo com o estudo, tal como a Turquia e a Grécia, houve mais três países na Europa que se aproximaram bastante dos resultados de 2019, concretamente a Eslovénia, que ficou apenas 7% abaixo do resultado do período pré-pandemia, a Islândia, cujo resultado terá ficado a 8% de igual período de 2019, e Portugal, que ficou a 10% dos resultados de há três anos.

Mas, além dos resultados, o estudo da ForwardKeys indica também que os destinos europeus poderiam ter registado resultados ainda mais positivos se não se tivesse registado o caos no aeroportos que se prolongou por quase todo o verão.

Sem a interrupção que afetou muitos aeroportos europeus, a ForwardKeys estima que a recuperação nas reservas de voos intra-europeus teria sido cinco pontos percentuais acima da registada.

Por destinos, Istambul, na Turquia, liderou em termos de desempenho, registando um aumento de 2% nas chegadas internacionais, seguindo-se Atenas, na Grécia, que ficou 7% abaixo de igual período de 2019, bem como a capital islandesa de Reiquiavique e a cidade portuguesa do Porto, ambas com queda de 8%, e Málaga, cuja descida face a 2019 foi de 13%.

A ForwardKeys explica o positivo desempenho da Turquia com o declínio contínuo no valor da lira turca e a abertura do país ao mercado russo, que continuou a ser bem-vindo na Turquia numa altura em que os voos com origem na Rússia foram proibidos em quase toda a Europa, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Apesar disso, a Grécia também registou um desempenho muito positivo, até porque, durante a pandemia da COVID-19, este foi um dos poucos países europeus que adotaram requisitos mais ligeiros.

Já o principal mercado de emissão de turistas foi o Reino Unido, numa tendência que se mantém para os próximos meses, com a ForwardKeys a explica que a procura de voos continua em alta para os três próximos meses, estando apenas 2% abaixo do período pré-pandemia.

“A recuperação da pandemia continuou apesar do caos nas viagens e das reduções de capacidade causadas pela escassez de funcionários. Neste momento, as reservas antecipadas para viagens de lazer mostram uma recuperação contínua nas viagens aéreas”, afirma Olivier Ponti, vice-presidente de insights da ForwardKeys.

O responsável mostra-se, contudo, cauteloso quanto ao futuro devido à guerra na Ucrânia, que está a afetar os preços da energia e as economias europeias, o que, provavelmente, vai ter reflexo na confiança dos consumidores e na procura corporativa.

“Dito isso, atualmente há uma concentração de reservas de voos durante os picos do outono e no Natal, o que pode levar a mais interrupções nos voos se as recentes dificuldades de recrutamento experimentadas pela indústria da aviação persistirem”, alerta ainda Olivier Ponti.

 

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Ministro da Economia quer modelo de organização do turismo aplicado a outros setores

António Costa e Silva quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

De acordo com o governante, que participou esta sexta-feira, 9 de setembro, numa ação política para jovens do PS, na Batalha, o turismo é “um dos grandes motores da nossa economia, representando cerca de 20% das exportações” e, este ano, vai bater o recorde de 2019 em termos de receitas.

“Muita gente pensava que só em 2023, 24 chegaríamos lá, mas o turismo reinventou-se em função da qualidade dos operadores, da dinâmica do mercado, das políticas públicas que foram desenhadas, do apoio muito constante que existe entre as autoridades, as empresas, o Ministério da Economia e as campanhas de promoção”, elogiou António Costa e Silva.

Por isso, para o governante, o modelo de organização do turismo deve ser copiado por outros setores, apesar de, como afirmou o ministro da Economia e do Mar, existir “no país algum preconceito contra o turismo”.

“Não podemos aceitar isso. O que precisamos de fazer é reproduzir a excelência dos operadores, das empresas, das políticas públicas, noutras áreas para criar diferentes motores de desenvolvimento e de crescimento da economia portuguesa”, afirmou.

António Costa e Silva lembrou que, no primeiro semestre do ano, a economia portuguesa cresceu 11,9%, subida que “compara com o fraco crescimento do primeiro trimestre de 2021” e que, destacou o ministro, “foi o maior crescimento da União Europeia”

“Surpreendentemente, no segundo trimestre foi na ordem dos 7,1%” e a razão está “no consumo interno e na procura externa líquida”, acrescentou, destacando a contribuição “dos serviços e sobretudo do turismo” para o crescimento do segundo semestre.

António Costa e Silva defende, assim, que é preciso “olhar não só para o que o país tem em termos de facilidades, mas também para o que o país faz bem”, sobretudo para responder aos grandes desafios que identificou e que passam, essencialmente, pela inflação e pelas consequências da guerra na Ucrânia.

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Turismo de Portugal e Fundação José Saramago apresentam projeto Viagem a Portugal Revisited

O projeto Viagem a Portugal Revisited, no âmbito do Turismo Literário, recria os roteiros de Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais. Apresentação decorre segunda-feira, 12 de setembro.

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O Turismo de Portugal e a Fundação José Saramago apresentam segunda-feira, 12 de setembro, o projeto Viagem a Portugal Revisited, iniciativa no âmbito do Turismo Literário que recria os roteiros percorridos por Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade singular para dar a conhecer o imenso território onde Saramago se inspirou, os locais, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover Portugal como destino de turismo literário”, explica o Turismo de Portugal, que é o promotor do projeto em parceria com a Fundação José Saramago.

De acordo com o Turismo de Portugal, esta iniciativa “insere-se no Programa de Ação para o Turismo Literário que pretende colocar Portugal no mapa dos destinos literários, valorizar e promover a oferta de turismo literário e enaltecer a língua portuguesa e os seus escritores, em diálogo com o território, contribuindo para a coesão social e territorial e impulsionando o negócio turístico”.

A sessão de apresentação do projeto Viagem a Portugal Revisited decorre na Biblioteca Palácio Galveias, esta segunda-feira, 12 de setembro, a partir das 17h30.

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União Europeia suspende acordo de vistos com a Rússia

A suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixam de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos. Decisão entra em vigor segunda-feira, 12 de setembro.

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O Conselho da União Europeia decidiu esta sexta-feira, 9 de setembro, suspender o o acordo de facilitação de vistos com a Rússia, cujos cidadãos passarão a ter mais dificuldades em viajar para território comunitário a partir de segunda-feira.

De acordo com a Lusa, a suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixarão de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen de livre circulação, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos.

A adoção da decisão de suspender o acordo pelo Conselho da União Europeia segue-se à proposta apresentada pela Comissão Europeia na passada terça-feira, na sequência de acordo político alcançado em Praga, no final de agosto, pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE.

Com esta suspensão, os cidadãos russos que pedirem um visto para território da União Europeia vão passar a pagar uma taxa de visto mais elevada, uma vez que este valor vai subir de 35 para 80 euros para todos os requerentes, e esperar um maior período de tempo pela autorização de entrada, uma vez que o prazo para que os consulados tomem uma decisão vai passar de 10 para 15 dias, podendo mesmo chegar a 45 dias, quando for necessário um exame mais aprofundado.

Além destas alterações, passam também a ser aplicadas regras mais restritivas em matéria de vistos de entradas múltiplas, com os requerentes russos a deixarem de ter acesso fácil a vistos válidos para entradas múltiplas no espaço Schengen, sendo-lhes também exigida uma lista mais longa de documentos comprovativos.

“Um acordo de facilitação de vistos permite o acesso privilegiado à UE aos cidadãos de parceiros de confiança com os quais partilhamos valores comuns. Com a sua guerra de agressão não provocada e injustificada, incluindo os seus ataques indiscriminados contra civis, a Rússia quebrou esta confiança e espezinhou os valores fundamentais da nossa comunidade internacional”, afirmou já ministro do Interior da República Checa, Vít Rakusan, país que preside ao Conselho da UE neste semestre.

O governante checo considera que  “a decisão de hoje [sexta-feira, 9 de setembro] é uma consequência direta das ações da Rússia” e mais uma prova do “compromisso inabalável” do bloco europeu para com a Ucrânia e o seu povo.

Recorde-se que a decisão de suspender o acordo de vistos com a Rússia foi tomada pelos chefes de diplomacia dos 27 Estados-membro da UE na reunião de ‘rentrée’ política, celebrada em Praga no final de agosto, que decorreu cerca de seis meses depois do início da invasão da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

A decisão, que o ministro dos Negócios Estrangeiros português, João Gomes Cravinho, já veio considerar “equilibrada”, deverá ser publicada em jornal oficial ainda esta sexta-feira, sendo aplicável a partir de segunda-feira, dia 12 de setembro.

De acordo com dados da Comissão Europeia, à data de 01 de setembro deste ano, cerca de 963 mil cidadãos russos detinham vistos válidos para o espaço Schengen.

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Tanto para Minas Gerais como para a VBRATA, o mercado português “é de altíssima prioridade”

Tanto para o Estado de Minas Gerais como para a VBRATA (Europe – Visit Brazil Travel, Cultural and Business Association), o mercado português “é de altíssima prioridade”, reconheceu ao Publituris o presidente da Associação Europeia do Trade Turístico Especialista em Brasil, Glauco Chris Fuzinatto, no lançamento, esta quarta-feira, em Lisboa, da campanha “Minas Gerais, Destino do Ano” em Portugal.

A ação da VBRATA, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (SECULT), e o SEBRAE MG (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), teve como objetivo relançar o destino em Portugal que, para aquele Estado brasileiro, é o primeiro mercado emissor europeu de turistas, e segundo internacional, depois da Argentina.

A presença de Minas Gerais no país teve também como foco, segundo o responsável, fortalecer as relações “muito fortes com Portugal devido ao barroco e toda a história que os liga”. Por outro lado, a Associação levou em conta a parceria que mantém com Minas Gerais que se vem fortalecendo cada vez mais.

Em cada ano, a VBRTA seleciona um destino para que seja “O destino do ano” nos mercados que trabalha. No dia em que se assinalava o bicentenário da independência do Brasil, a 7 de setembro, as rainhas foram Minas Gerais e Lisboa, e contou com a presença de operadores turísticos e agentes de viagens portugueses, que tiveram a oportunidade de redescobrir aquele estado brasileiro através das suas atrações turísticas e culturais, novos destinos emergentes, da gastronomia, e da música. O evento, que decorreu no Espaço Espelho de Água, de propósito por se situar junto ao Padrão dos Descobrimentos, terminou com a atuação, junto à Torre de Belém, da Orquestra Filarmónica de Minas Gerais, que integra quase 100 elementos.

O Estado de Minas Gerais tem uma vasta riqueza cultural, uma culinária abundante e uma natureza exuberante o que faz com que as cidades mineiras se destaquem no turismo nacional. A arte ocupa as ruas e as igrejas e é possível encontrar rotas que mudam a experiência do turista, num encontro entre tradição e contemporaneidade. Uma região cultural consolidada no Brasil, em virtude do seu conjunto artístico cultural em várias áreas, razão pelo qual foi escolhida como o destino do ano em Portugal.

A VBRATA, criada em Londres em 2010, a VBRATA é uma associação sem fins lucrativos que congrega profissionais do trade turístico estabelecidos na Europa. Destina-se única e exclusivamente à promoção do Brasil, executando projetos para tornar a comercialização dos atrativos turísticos e culturais do país de forma profissional e com resultados crescentes.

Outras ações previstas para Portugal

“Em Portugal temos feito muitas ações, designadamente os nossos tradicionais roadshows. Em outubro de 2021 marcámos a retoma do turismo pós pandemia com um evento em que privilegiámos a cidade de Lisboa devido à conetividade aérea muito importante entre a Europa e o Brasil”, explicou Glauco Chris Fuzinatto.

O responsável adiantou que “Portugal é para nós um mercado prioritário, e temos uma série de famtours para o Brasil, mas o mais importante é que os agentes de viagens que são selecionados para participar têm que ter feito primeiro na nossa formação online. O nosso foco é direcionar quem tem interesse em visitar o Brasil que passe a sua reserva a um associado da VBRATA”.

Assim, sublinhou que “estamos a abrir-nos para associados em Portugal, a operadores turísticos e agências de viagens que montam os seus pacotes para o Brasil. A anuidade é gratuita e a pessoa só tem que passar por uma série de critérios”. O presidente da associação acredita que a VBRATA regressará ao nosso país, para mais um roadshow nas cidades do Porto, Coimbra e Lisboa, e no próximo ano promete organizar novas famtours e presstrips, bem como levar a cabo ações que cheguem também ao público final porque “não adianta treinar e capacitar os agentes de viagens e operadores se o público final não tiver interesse em viajar para o Brasil”, apontou.

Refira-se que esta associação possui um sistema de capacitação online que visa despertar o interesse de profissionais do trade turístico na Europa para vários destinos brasileiros, e poder comercializá-los de forma mais correta.

Leia na próxima edição do Publituris a entrevista com o secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

 

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Lisboa entre as capitais com mais “espaços verdes” na Europa

Com o turismo a mostrar cada vez uma maior tendência na procura por espaços verdes, Lisboa aparece bem colocada entre as capitais europeias.

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Um estudo conduzido pela Drinking Straw coloca Lisboa como uma das capitais mais verdes na Europa, com um total de 61 espaços verdes. As contas indicam que Lisboa possui 4,59 parques e 4,77 jardins por 100.000 pessoas na cidade, numa população total de mais de 544 mil pessoas.

Isto coloca Lisboa somente atrás de Paris, Luxemburgo, Dublin e Cardiff, mas à frente de cidades como Bratislava, Helsínquia, Reiquejavique, Barcelona ou Belfast.

O líder deste ranking (Paris) apresenta, segundo o estudo, um total de 325 espaços verdes, perfazendo 7,62 parques e 5,66 jardins por 100.000 pessoas.

Apesar de apresentar um número menor de espaços, a cidade de Luxemburgo, dado a sua dimensão e menos população (cerca de 95 mil pessoas), apresenta 13 espaços verdes, mas um rácio de 8,51 parques por 100.000 habitantes.

Ainda à frente de Lisboa aparecem Dublin e Cardiff. No primeiro caso, a capital irlandesa aparece com 66 espaços verdes (6,47 parques e 2,86 jardins por 100.000 pessoas), enquanto Cardiff, em quarto lugar, possui 37 espaços verdes.

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Revive Natureza abre novos concursos para duas estações ferroviárias e integra mais cinco imóveis

Os dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração são relativos às antigas estações ferroviárias da Lousã e Serpins, ambas localizadas no concelho da Lousã. As candidaturas decorrem até 5 de janeiro de 2023.

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A Turismo Fundos abriu esta quarta-feira, 7 de setembro, dois novos concursos para concessão das estações ferroviárias localizadas no concelho da Lousã e anunciou a integração de cinco casas florestais neste programa que visa a reabilitação de edifícios históricos para fins turísticos.

Segundo um comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e do Mar, os dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, são relativos às antigas estações ferroviárias da Lousã e Serpins, ambas localizadas no concelho da Lousã.

O concurso para atribuição da concessão das duas estações ferroviárias do concelho da Lousã estão abertos à apresentação de candidaturas por parte dos interessados até 5 de janeiro de 2023.

“Estas duas antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, explica a informação divulgada.

Os dois novos concursos agora abertos vêm aumentar para 60 o total de concursos já lançados pela Turismo Fundos no âmbito do Revive Natureza, 40 dos quais respeitantes a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 20 relativos a estações de caminho de ferro desativadas.

“Este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, acrescenta o Ministério da Economia e do Mar, no comunicado divulgado esta quarta-feira.

Além do lançamento dos dois novos concursos, a Turismo Fundos anunciou também a integração de outros cinco imóveis no Revive Natureza, todos localizados na Serra da Lousã e que, em tempos estiveram ao serviço da intervenção florestal do Estado, concretamente a Casa de Guarda de Hortas, a Casa de Guarda do Porto Espinho, a Casa de Guarda do Estoirão, a Casa de Guarda do Braçal e a Casa de Guarda da Mata do Sobral.

“A integração destas duas estações localizadas na Lousã no Acordo celebrado entre a IP Património e a Turismo Fundos,  em 2021, é  um bom exemplo, não só da excelente interação entre estas entidades e os municípios, como também da importante função que o Revive Natureza desempenha na dinamização da economia e do nosso património, proporcionando a sua requalificação num contexto de atividades económicas relacionadas com o turismo”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

 

 

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