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Azul lança tarifa Last Minute válida para o mês de março

A Azul lançou uma tarifa promocional de 253 euros para viagens em classe económica entre Lisboa e São Paulo, que decorram nos dias 17, 19, 22 e 24 de março.

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A Azul lançou uma tarifa promocional Last Minute de 253 euros por pessoa, que é válida para viagens entre Lisboa e São Paulo, em classe económica, que decorram em dias selecionados do mês de março, informou a companhia aérea brasileira numa nota enviada à imprensa.

De acordo com a Azul, a tarifa Last Minute de 253 euros por pessoa inclui uma peça de bagagem e destina-se a voos nos dias 17, 19, 22 e 24 de março, em classe económica, e já se encontra disponível no sistema.

Recorde-se que a Azul disponibiliza atualmente 10 voos por semana entre Lisboa e São Paulo e, durante o verão, entre 15 de maio e 1 de setembro, vai aumentar a operação para dois voos diários, igualando a oferta que disponibilizava nesta rota antes da pandemia.

 

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Marca Pullmantur deverá ser vendida ainda no primeiro trimestre

A administradora da falência – Data Concursal – pretende vender a marca Pullmantur, principal ativo da empresa de cruzeiros que faliu há três anos, ainda no decorrer do primeiro trimestre deste ano.

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As empresas interessadas podem apresentar propostas não vinculativas, a partir de 1 de fevereiro até ao dia 22 do mesmo mês, e vinculativas até ao dia 27.

Segundo notícia divulgada pelo jornal espanhol Hosteltur, que cita o Expansión, este anúncio consta da documentação judicial de falência da empresa, que tramita perante o Tribunal de Comércio nº 1 de Madrid, e entre as quais se encontra o plano de liquidação da empresa, que especifica que as ofertas devem em todo o caso ser superiores a 177 mil euros, em correspondência com o laudo de avaliação apresentado pela EY.

De acordo com as duas publicações espanholas, a marca Pullmantur, propriedade da Royal Caribbean e Springwater, é um dos poucos ativos da empresa que ficaram por liquidar no âmbito do processo de falência aberto há três anos, e acrescentam que, previsivelmente, a insígnia da companhia de cruzeiros acabará nas mãos de um dos seus concorrentes diretos, embora se desconhece qual.

A Pullmantur declarou voluntariamente falência em plena crise sanitária devido à pandemia de COVID-19 (oficialmente em junho de 2020), que obrigou à paragem total da sua atividade sem conseguir fazer face às despesas de manutenção. Por esse motivo, o administrador da falência pediu ao juiz que isentasse de responsabilidade o conselho de administração da companhia, por se tratar de uma falência fortuita.

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Autoridades britânicas alertam viajantes da UE para impactos da greve dos serviços de fronteiras no Reino Unido no dia 1 de fevereiro

O Reino Unido viverá no próximo dia 1 de fevereiro um dia de greve que, segundo as autoridades britânicas, impactará os aeroportos e portos.

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O equivalente ao Ministério da Administração Interna do Reino Unido e respetivo Controlo de Fronteiras alertaram os viajantes provenientes da união Europeia (UE) para tempos de espera prolongados nos aeroportos e portos britânicos devido à greve anunciada pelos serviços públicos do Reino Unido para dia 1 de fevereiro.

Mais de 100.000 membros do Public and Commercial Services Union (PCS), em ma9s de 123 empregadores, irão manifestar-se no primeiro dia de fevereiro, com impacto nos ministérios, museus, portos e aeroportos.

Segundo informação avançada pelo site SchengenVisaInfo.com, também os controlos de Calais, Dunkirk e Coquelles no norte de França serão afetados.

As autoridades britânicas já informaram que irão enviar militares, funcionários públicos e voluntários afetos ao Governo para auxiliar o Controlo de Fronteiras em todos os portos e aeroportos impactados pela greve, admitindo, no entanto, que os atrasos serão inevitáveis.

“Se viajar para o Reino Unido via qualquer ponto de entrada, deverá preparar-se para disrupções e obter informação antes da viagem”, refere as autoridades britânicas numa nota de imprensa, adiantando que a grave deverá durar até dia 2 de fevereiro de manhã.

De referir que os agentes de Controlo de Fronteiras não serão os únicos em greve no dia 1 de fevereiro, alastrando-se a greve a profissionais da ferrovia, escolas, universidades, entre outros.

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Aumento da procura faz Emirates adicionar mais dois voos para a Austrália

A Emirates voltará a operar, ao mesmo nível que estava antes da pandemia, para Sydney e Melbourne, aumentando para 63 os voos semanais para a Austrália.

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A Emirates vai aumentar a sua operação para duas grandes cidades australianas: Sydney e Melbourne. A companhia aérea também retomará os serviços para Christchurch, na Nova Zelândia, via Sydney.

A partir de 26 de março, Melbourne passará de dois para três voos diários via Singapura, e com um terceiro voo direto a retomar também em Sydney a partir de 1 de maio. O aumento da operação vem no seguimento do recente anúncio da companhia aérea sobre os dois voos diários para Brisbane, com início a partir de 1 de junho. “Este aumento aparece numa altura de muita procura por viagens aéreas e num período em que a companhia aérea reafirma o seu compromisso em aumentar os seus serviços de e para a Austrália”, refere a companhia, em comunicado.

Os dois voos irão operar num Boeing-777 de três classes, oferecendo aos passageiros lugares na Classe Económica, Executiva e Primeira Classe.

Até meados do ano, a Emirates estará a operar 63 voos semanais para a Austrália, com capacidade para transportar mais de 55.000 passageiros por semana de e para as suas principais cidades.

O terceiro voo recentemente retomado entre o Dubai e Melbourne significa que a Emirates está a fornecer uma nova opção de conectividade entre Singapura e Melbourne, para servir uma forte procura entre ambas as cidades.

A partir de 1 de maio de 2023, a Emirates acrescentará um terceiro voo diário entre o Dubai e Sydney, operado por um Boeing 777-300ER. O voo EK416 da Emirates partirá do Dubai às 21h30, chegando a Sydney às 17h20 do dia seguinte. O voo de regresso EK417, partirá de Sydney às 21h30, chegando ao Dubai às 04h30. A companhia aérea serve atualmente Sydney com dois voos diários e ambos os voos oferecem aos seus clientes a aclamada experiência Premium Economy.

A ligação Dubai a Melbourne, via Singapura, com início a 26 de março de 2023, será operada como EK404 utilizando um Boeing 777-300ER e partirá do Dubai às 21h15, chegando a Singapura às 08h50. O voo seguirá então para Melbourne, descolando às 10h25 de Singapura, chegando às 20h35 – hora local. O voo de regresso ao Dubai EK405 descola de Melbourne às 03h25, chegando a Singapura às 08h15. O voo parte então para o Dubai às 09h40, chegando às 13h00 – hora local.

A Emirates reiniciará, também, os serviços para Christchurch via Sydney a partir de 26 de março de 2023, e o voo A380 operará como EK412 e EK413.

O voo EK412 parte do Dubai às 10h15, chegando a Sydney às 07h00. O voo continuará, partindo de Sydney às 08h45, chegando a Christchurch às 13h50. O voo EK413 parte de Christchurch às 18h20, chegando a Sydney às 19h40. Por fim, o voo EK413 partirá para o Dubai às 21h45, chegando às 05h15 – hora local.

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Iberia alarga ao Belize a rede de destinos na América Central com acordo com TAG Airlines

Iberia e TAG Airlines assinaram um acordo que reforça a aposta da companhia aérea espanhola na América Latina.

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A Iberia e a TAG Airlines, companhia de bandeira da Guatemala, assinaram um acordo que permite a cada companhia comercializar bilhetes e voos entre si, com o objetivo de impulsionar a conectividade entre a Guatemala e a Europa.

Com este acordo, a Iberia incorpora o Belize como novo país da América Central ao mesmo tempo que poderá oferecer novos destinos no interior da Guatemala como a zona arqueológica de Tikal, Flores ou Puerto Barrios, entre outros.

Através desta parceria, os viajantes guatemaltecos, que têm com origem o país da América Central, poderão conectar-se com mais de 100 destinos na Europa.

Víctor Moneo, diretor de Alianças e Acordos Estratégicos da Iberia, refere que este acordo com a TAG Airlines “é um exemplo mais da aposta na América Latina, uma região que é chave para nós”. O responsável salienta ainda, em comunicado, que “na Guatemala incrementámos as nossas frequências de voos e já contamos com uma maior variedade de opções para os clientes que queiram viajar dentro do país e para a Europa”.

Recorde-se que na FITUR, realizada de 18 a 22 de janeiro, em Madrid, foi assinada uma Carta de Intenção com o Instituto Guatemalteco do Turismo (INGUAT), com o objetivo de um trabalho conjunto numa campanha de promoção turística para 2023.

200.000 lugares entre Guatemala e Espanha
A Iberia tem vindo a reforçar a sua posição na Guatemala, tendo aumentado, recentemente, as frequências de voo para sete, o que devolvo um voo diário à conectividade entre ambos os países.

Este aumento de capacidade, que começou a crescer em janeiro de 2023, pressupõe a recuperação total dos números que a Iberia possui antes da pandemia, permitindo à companhia espanhola aumentar para quase 200.000 os lugares entre Guatemala e Espanha ao longo deste ano.

A conectividade da Iberia com a América Latina é muito forte e volta a ser uma das apostas da companhia aérea espanhola em 2023. Com 18 destinos em 16 países e uma oferta de 260 voos semanais, a Iberia reconhece que esta região do mundo é central na sua estratégia corporativa.

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Nova plataforma cidadã defende Aeroporto de Beja como “complemento” ao de Lisboa

Uma nova plataforma cidadã constituída em prol do Aeroporto de Beja vai entregar um documento à comissão técnica independente sobre o novo aeroporto de Lisboa que defende a infraestrutura alentejana como “solução sustentável” para o país.

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“Nenhum alentejano diz que o Aeroporto de Beja é para substituir o de Lisboa”, mas que “tem condições para ser o complemento do Aeroporto de Lisboa, através da ferrovia”, salientou Manuel Valadas, da comissão dinamizadora da plataforma cidadã Sim ao Aeroporto Internacional de Beja.

A nova plataforma é apresentada publicamente esta sexta-feira, 27 de janeiro, na Casa do Alentejo, em Lisboa, às 11:30, e junta representantes de vários movimentos em defesa do Alentejo, tendo o apoio técnico de diversos especialistas.

Em comunicado, os promotores da iniciativa revelaram que vão elaborar um memorando estratégico para entregar à Comissão Técnica Independente que é responsável pela análise estratégica e multidisciplinar do novo aeroporto de Lisboa.

Este memorando, que vai ser entregue à comissão até final deste mês, será “sobre a necessidade de incluir a utilização do Aeroporto Internacional de Beja como a solução sustentável e resiliente” para “responder às necessidades aeroportuárias do país”.

Segundo Manuel Valadas, o objetivo da iniciativa “é criar condições para que o Aeroporto de Beja funcione”.

“E, neste documento que vamos entregar, dizemos como isso vai ser feito e o que é que pretendemos que isto represente para a região do Alentejo e para o país”, acrescentou.

Este responsável disse ainda que o Aeroporto de Beja deve ser “um elo de desenvolvimento estratégico para a região”, nomeadamente como “plataforma para os negócios, para as exportações, para as pessoas e para as empresas da região”.

Para tal, Manuel Valadas pediu também o “apoio das câmaras municipais da região, do tecido empresarial e, fundamentalmente, das pessoas”.

“Porque a cidadania tem de fazer o seu trabalho e o Alentejo tem de ser capaz de trabalhar em conjunto”, defendeu.

No comunicado, a plataforma deixou alguns dos argumentos em prol da utilização do aeroporto da cidade alentejana, nomeadamente o facto de se tratar de um equipamento já construído e “sem restrições de expansão”.

A infraestrutura está “preparada para tráfegos aéreos de passageiros e mercadorias, de médio e longo curso”, disse, acrescentando que está oficialmente reconhecida como um dos quatro aeroportos situados em Portugal continental e “tem a vantagem de reunir as condições de exploração imediata”.

O Aeroporto de Beja “possui condições geográficas e capacidade para servir diretamente uma ampla região do Alentejo e Espanha, como complementarmente os Aeroportos de Faro e Lisboa, face à sua eminente saturação”, elencou também a plataforma de cidadãos, entre outras vantagens enumeradas.

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Voos internos em Cabo Verde com aumento homólogo superior a 33% em dezembro

Os voos domésticos em Cabo Verde movimentaram quase 24.100 passageiros em dezembro, um aumento homólogo superior a 33%, segundo dados da Agência de Aviação Civil (AAC).

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De acordo com informação da agência que regula o setor em Cabo Verde, em dezembro registou-se um movimento global de 48.188 passageiros em voos domésticos, em embarques e desembarques, nos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos do país. Como cada passageiro é contado no embarque e no desembarque (aeroportos diferentes), trata-se de um movimento equivalente a 24.094 passageiros em voos domésticos num mês.

Este movimento compara com os 36.073 passageiros em dezembro de 2021 (+33,6%), período ainda afetado pelas restrições impostas face à covid-19, e com o recorde (desde o início da pandemia) de quase 30.000 em agosto de 2022.

Em dezembro de 2019, antes da pandemia de covid-19, 71.425 passageiros foram transportados nos voos domésticos no arquipélago.

No mês passado foram contabilizados ainda 902 voos domésticos em Cabo Verde, contra os 707 em dezembro de 2021.

Os voos domésticos eram operados desde 17 de maio de 2021 apenas pela angolana BestFly, em regime de concessão emergencial de seis meses atribuída pelo Governo cabo-verdiano. A partir de 24 de outubro, a BestFly passou a operar apenas com a Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV, companhia que adquiriu em julho de 2021), terminando o regime de concessão emergencial.

O grupo angolano BestFly comprou há mais de um ano 70% do capital social da TICV aos espanhóis da Binter, ficando os restantes 30% com o Estado cabo-verdiano, e concentrou as ligações aéreas domésticas apenas na TICV, que não operava voos comerciais desde 16 de maio de 2021.

Em 2020, os voos domésticos em Cabo Verde, operados então apenas pela TICV, movimentaram cerca de 125 mil passageiros, menos 286 mil (-230%) face ao ano anterior, face às restrições impostas pela pandemia de covid-19, e em 2021 subiu para 143.876 passageiros.

Os passageiros das ligações aéreas domésticas em Cabo Verde atingiram em 2017 o recorde de quase 465 mil (movimento total de 929.595 embarques e desembarques), com mais de 10.200 voos.

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Prejuízos da Boeing aumentam 17,44 % em 2022

Com prejuízos há quatro anos, a subida de 7% na faturação, para mais de 66 mil milhões de dólares (cerca de 60 mil milhões de euros) não foi suficiente para a Boeing sair da zona vermelha nos que diz respeito aos prejuízos.

Victor Jorge

A Boeing anunciou que no exercício de 2022 aumentou os prejuízos em 17,44% para 4.935 milhões de dólares (cerca de 4.531 milhões de euros).

O construtor aeronáutico norte-americano mantém os prejuízos há quatro anos, primeiro com os problemas nos aviões 737 MAX, depois com a crise económica causada pela pandemia de covid-19, que ainda afeta a empresa, já que hesitou em aumentar a produção à espera que a cadeia de fornecimento estivesse estabilizada.

Em comunicado, a empresa revela que teve uma faturação anual acumulada de 66.608 milhões de dólares, mais 7% em relação a 2021.

O presidente executivo da Boeing, Dave Calhoun, considerou que 2022 foi um “ano importante” na recuperação da empresa.

“A procura em toda a nossa carteira é sólida e seguimos focados em impulsionar a estabilidade nas nossas operações e na cadeia de fornecimento para cumprir os nossos compromissos em 2023 e nos anos seguintes”, acrescentou.

A companhia está a produzir 31 aparelhos do modelo 737 por mês e conta aumentar essa produção para 50 unidades mensais em 2025 e 2026.

No quarto trimestre, o mais seguido pelos analistas de Wall Street, a companhia teve perdas de 634 milhões de dólares (581 milhões de euros), o que representa uma redução de 84,69% em relação ao mesmo período de 2021.

As receitas entre outubro e dezembro alcançaram 19.980 milhões de dólares, mais 35,06% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados não foram bem recebidos na bolsa e as ações da Boeing recuavam 2,35% nas operações eletrónicas antes da abertura de Wall Street.

Sobre o autorVictor Jorge

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TAP lança promoção para a Madeira

Os voos de ida-e-volta para a Madeira têm um preço a partir de 49 euros, com a promoção da TAP a contemplar, igualmente, voos para os Açores, com preços a partir de 59 euros.

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A TAP lançou uma campanha promocional com voos de ida-e-volta para a Madeira a partir de 49 euros, em reservas realizadas até ao dia 1 de fevereiro e viagens até 31 de março.

Com a mesma validade e períodos de viagem, esta promoção da TAP contempla também os Açores, com viagens de ida-e-volta para Ponta Delgada e Terceira disponíveis a partir de 59 euros.

Esta promoção aplica-se tanto à partida de Portugal continental como das ilhas.

Em comunicado, a TAP refere que “estimula assim os seus clientes a explorarem as regiões autónomas e a usufruírem de alguns dos locais mais belos de Portugal”.

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Aeroporto de Munique e Lufthansa expandem parceria

O Aeroporto de Munique e a Lufthansa reforçaram a parceria estratégica para tornar a infraestrutura aeroportuária num hub de transporte intermodal, sempre com a sustentabilidade, inovação, digitalização em mente.

Victor Jorge

O Aeroporto de Munique (Alemanha) e a Lufthansa reforçaram a parceria estratégica, com as duas companhias a assinar uma Carta de Intenção com o objetivo de intensificar e continuar o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária de Munique.

Na Carta de Intenção, ambas as partes comprometem-se a partilhar a estratégia de sustentabilidade para expandir o Aeroporto de Munique como um hub de transporte intermodal, com a expansão da infraestrutura baseada nas necessidades e com a promoção da digitalização e inovação nas operações. Isto inclui projetos como o operação inteligente de passageiros e processos automatizados de handling, a fim de tornar a experiência de viagem dos passageiros mais agradável e eficiente.

Para se manterem competitivas a longo prazo, ambas as organizações estão a impulsionar o cumprimento das suas metas de sustentabilidade para que todo o campus do Aeroporto de Munique seja beneficiado. O compromisso com as respetivas metas de clima e sustentabilidade é uma componente central da Carta de Intenção.

Jost Lammers, CEO do Aeroporto de Munique, refere que “atravessámos tempos difíceis devido à pandemia juntamente com a Lufthansa e voltaremos a ter a mesma força que nos caracterizava. Com os objetivos partilhados em termos de sustentabilidade, inovação, digitalização e a melhoria persistente do Aeroporto de Munique como um hub premium, continuaremos com sucesso esta parceria estratégica”.

Do lado da Lufthansa, Stefan Kreuzpaintner, CCO da Lufthansa Airlines, salienta que a “parceria com o Aeroporto de Munique pode ser descrita como única. Juntos iremos continuar a liderar e ultrapassar os desafios na indústria da aviação”. O executivo da companhia aérea alemã refere ainda que “a sustentabilidade é um dos temas chave, incluindo ligações ferroviárias – não só para chegar rápida e convenientemente ao aeroporto -, mas também para a mitigação vital para a contribuição climática”.

Albert Füracker, ministro das Finanças da Baviera e chaiman do Conselho de Supervisão da Flughafen München GmbH, frisa que “a sustentabilidade é um tema importante para o futuro da aviação. Já em 2016, acordámos que o Aeroporto de Munique terá uma operação CO2 neutra no máximo até 2030. Estamos a trabalhar para esse ambicioso objetivo climático com medidas muito abrangentes e estamos no bom caminho para atingi-lo”.

Refira-se que a parceria entre o Aeroporto de Munique e a Lufthansa para construir e expandir o tráfego no aeroporto iniciou-se no final da década de 1990. Com a construção e operação conjuntas do Terminal 2, aberto em 2023, as duas companhias lançaram um modelo de cooperação único na Europa, colocando o Aeroporto de Munique como um dos hubs mais eficientes na aviação global.

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Conselho Regional do Centro defende novo aeroporto a norte do rio Tejo

O Conselho Regional do Centro entende que é a localização a norte do Tejo é a que “melhor serve” os interesses do país e da região, além de ser “uma solução mais sustentável”.

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O Conselho Regional do Centro (CRC) defendeu a localização de um novo aeroporto “a norte do rio Tejo” por ser a que “melhor serve” os interesses do país e da região. “Tudo indica que a localização a norte do rio Tejo é aquela que melhor serve os interesses nacionais e regionais, evidenciando vantagens comparativas face às restantes soluções em estudo”, afirmou o CRC, numa moção aprovada por unanimidade numa reunião realizada em Coimbra, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

O organismo regional liderado por João Paulo Fernandes, presidente da Câmara Municipal do Fundão, destacou a importância de “uma localização de excelência face à proximidade a acessibilidades rodoviárias”, como a A1, a A23, a A13 e a A15, bem como ferroviárias.

Neste ponto o autarca realçou “as concordâncias com o novo traçado de alta velocidade, Linha do Norte, Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa”, além de que a localização recomendada “pode colocar o novo aeroporto próximo de um maior número de sedes de municípios, sem com isso se afastar mais de 30 minutos de Lisboa, podendo alcançar cerca de 4,5 milhões de pessoas num raio de 75 minutos”.

Por outro lado, a solução preconizada pelo Conselho Regional do Centro contribui “decisivamente para elevar os índices de coesão territorial do país”, ao permitir a construção do aeroporto “mais próximo, em termos relativos, das NUT III de mais baixa densidade” demográfica.

O CRC entende ainda que a localização a norte do Tejo é “uma solução mais sustentável”, constituindo-se o novo aeroporto como “investimento que pode minimizar o impacto financeiro para o país”, beneficiando de “uma visão de longo prazo”.

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