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CIM Viseu Dão Lafões vai investir 4M€ na valorização do turismo ativo, desportivo e de natureza

A extensão e valorização da Ecopista do Dão, e de todo o produto ligado ao turismo ativo, desportivo e de natureza associado ao território da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, vai ser alvo de investimentos globais na ordem dos 4 milhões de euros

Carolina Morgado
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CIM Viseu Dão Lafões vai investir 4M€ na valorização do turismo ativo, desportivo e de natureza

A extensão e valorização da Ecopista do Dão, e de todo o produto ligado ao turismo ativo, desportivo e de natureza associado ao território da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, vai ser alvo de investimentos globais na ordem dos 4 milhões de euros

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A extensão e valorização da Ecopista do Dão, e de todo o produto ligado ao turismo ativo, desportivo e de natureza associado ao território agregado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, vai ser alvo de investimentos globais na ordem dos 4 milhões de euros e é um dos destaques da programação desta entidade na BTL.

A Ecopista do Dão será ligada à Ecopista do Vouga, somando 66 km aos 49 km já existentes. O domínio do Walking & Cycling será fortemente consolidado com novos centros de BTT e Trail, bem como com a rede de percursos pedestres já existente. E o novo produto turístico Subidas Épicas Viseu Dão Lafões, assente em quatro percursos em algumas das mais carismáticas montanhas de Portugal, complementa a oferta orientada para os amantes do desporto e da natureza, indica a referida CIM em comunicado.

O projeto de ligação da Ecopista do Dão à nova Ecopista do Vouga resulta de uma parceria entre a CIM Viseu Dão Lafões e os municípios de Oliveira de Frades, São Pedro do Sul, Viseu e Vouzela. O objetivo é disponibilizar aos visitantes um produto turístico regional diferenciado, através da requalificação da antiga Linha do Vale do Vouga. O investimento total ultrapassa os 3,3 milhões de euros.

Após a sua conclusão, a região disponibilizará um corredor verde ciclável com um total 115 km, através de paisagens magníficas, integrando ainda as mais diversas ofertas complementares, incluindo termais e de enoturismo, garantidas pelos diversos operadores presentes. Com a ligação à Linha do Vouga, fica desenhado o mapa que, no futuro, virá a ligar a Ecopista do Dão a Aveiro.

O turismo ativo, desportivo e de natureza ocupa uma posição de centralidade para a afirmação de Viseu Dão Lafões enquanto destino de referência, e é integrado numa complementaridade de oferta que integra outros produtos de excelência, como são os casos do enoturismo, cultura e termalismo, refere ainda a nota de imprensa.

Ao longo dos cinco dias de BTL, os 14 municípios da CIM vão ter a oportunidade de mostrar os melhores projetos, eventos e produtos dos seus territórios a todos os interessados e profissionais da área do Turismo.

 

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Nova política de passaportes impacta negativamente o mercado das viagens estudantis no Reino Unido

A eliminação da “List of Travellers” por parte do Governo britânico impossibilita a viagem de estudantes somente o Cartão de Identificação em vez de passaporte. Uma análise diz, agora, que o impacto pode chegar aos 1,7 mil milhões de euros para a economia britânica.

De acordo com uma análise realizada junto de 82 operadores turísticos europeus, o número de estudantes que visitaram os Reino Unido, em 2022, caiu 83% face a 2019.

Esta quebra deve-se à nova política de passaportes e à eliminação da “List of Travellers” pela qual os grupos organizados de estudantes, acompanhados de professores, podiam viajar até ao Reino Unido utilizando somente o Cartão de Identificação em vez de passaporte.

As contas feitas pelos responsáveis pela análise – Tourism Alliance, UKinbound, English UK, BETA e ETOA – avançam que esta realidade significa uma quebra de mais de 700 milhões de libras por ano (cerca de 800 milhões de euros) à economia britânica.

Os autores da análise referem que “existe agora uma exigência para que todos esses alunos devem ter um passaporte completo. Este é um documento que muitas crianças da UE normalmente não precisam para viajar pela maior parte da Europa, e muitas não têm este documento”.

Na análise é ainda salientado que “os números variam de país para país, mas, por exemplo, estima-se que apenas 35% das crianças italianas em idade escolar tenham passaporte. O custo (entre €50 e €120) e os encargos administrativos para obter esses documentos são uma barreira substancial para aqueles que consideram uma viagem ao Reino Unido”.

Em 2019, o Reino Unido recebeu 1,2 milhão de estudantes de países da UE que vieram para aprender inglês, conhecer a história e a cultura do país ou participar de eventos culturais e desportivos, calculando que tenham gasto cerca de mil milhões de libras (cerca de 1,2 mil milhões de euros) na economia local, sustentando perto de 17.000 empregos, admitindo-se que “são um componente significativo das atividades de ‘soft power’ do Reino Unido”.

A análise destaca ainda que “não se espera que o setor recupere, pois os operadores indicam que o número de grupos escolares que enviarão para o Reino Unido, em 2023, diminuirá em pelo menos 60%, o que significa uma perda adicional de receita para a economia do Reino Unido de 600 milhões de libras (cerca de 700 milhões de euros).

Richard Toomer, diretor executivo da Tourism Alliance, refere que “as viagens de grupo de estudantes eram um mercado importante para a economia do Reino Unido. Há muitas razões pelas quais esses grupos gostariam de visitar o Reino Unido para eventos desportivos, visitas culturais, eventos e muito mais. O que aconteceu com a outrora forte indústria de escolas de inglês do Reino Unido é um excelente exemplo dos danos causados por esta política e, como resultado, o país está a perder quase 1,5 mil milhões de libras [mais de 1,7 mil milhões de euros] em receita de exportação”.

Assim, Toomer conclui que “o Governo deve restabelecer a ‘List of Travellers’ urgentemente ou um esquema de viagens de grupo de jovens semelhante, reconhecendo o risco extremamente baixo representado por essas crianças viajantes, o custo insignificante e o impacto económico positivo”.

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Mata do Bussaco bate recorde de visitantes em 2022

A Mata Nacional do Bussaco tem registado um crescimento na ordem dos 20% em todos serviços disponíveis.

A Mata Nacional do Bussaco já recebeu, este ano, cerca de meio milhão de visitantes, número que corresponde a um recorde e que se segue a dois anos atípicos, devido à pandemia da COVID-19.

“Depois de 2020 e 2021 serem anos atípicos, com a Mata a estar fechada em alguns períodos, estamos muito satisfeitos com os números de 2022. Sabíamos que este ano, que ainda não terminou, seria de muito trabalho, mas estamos muito satisfeitos com os resultados, que batem todos os recordes conseguidos até hoje”, disse à Lusa Guilherme Duarte, presidente da Fundação Mata do Bussaco.

De acordo com o responsável, a Mata Nacional do Bussaco tem registado um crescimento na ordem dos 20% em todos serviços disponíveis, comparativamente com “o último ano dito normal, antes da pandemia”.

“Utilizando o ano de 2019 como barómetro, o número de visitantes aumentou significativamente e a venda de serviços que a Mata também proporciona superou as expectativas. Portanto, temos mais receita nas entradas na Mata, mais receita na visitação ao Convento [de Santa Cruz do Bussaco], ou seja, na exploração de todos os nossos serviços”, explicou.

Guilherme Duarte indicou também que a Fundação Mata do Bussaco vai continuar a investir na melhoria das condições de visitação do parque, estando já prevista a conclusão do processo de sinalética.

“Este ano, o projeto do Fundo Ambiental atribuiu-nos 300 mil euros, sendo fundamental para concluir o processo de sinalética. É uma mais-valia enorme, pois vai permitir que os visitantes circulem pela mata com a ajuda desta informação, sendo guias de si próprios”, acrescentou.

A par da sinalética, que deverá estar toda instalada “o mais tardar nos primeiros dias de 2023”, a Fundação pretende ainda realizar uma intervenção nas Estufas da Mata.

“Esta é uma intervenção urgente e que vai arrancar dentro de alguns dias. Vai ter um papel muito importante na produção de novas espécies, novas plantas, para além de se recuperar um espaço que os visitantes sempre gostaram muito de ver”, revelou.

Prevista está também a aquisição de três viaturas elétricas, que vão servir de apoio nas visitas à Mata, passando por espaços definidos, revelou ainda o responsável, explicando que as intervenções pretendem também reduzir a sazonalidade da Mata Nacional do Bussaco.

“Todos sabemos que a Mata vive de sol e que os dias de sol fazem toda a diferença no número de visitantes. No entanto, queremos atrair mais visitantes, criando atrativos para o resto dos dias do ano, promovendo programas que sirvam de pretexto para trazer pessoas à Mata”, concluiu.

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Foto: PSD/Açores

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Secretária de Turismo dos Açores acusa PS de “desinformação premeditada” sobre o setor

Berta Cabral informou que o Plano Anual Regional para 2023 contempla um investimento público em matéria de turismo que ascende a 13,5 milhões de euros, indicando que, em comparação com o ano de 2022, não foram considerados, para efeitos de estruturação do Plano, 10 milhões de euros correspondentes à alavancagem operada pela Associação de Turismo dos Açores (ATA) através de fundos comunitários.

A secretária do Turismo dos Açores criticou o PS regional por uma “lamentável e premeditada desinformação” quanto às verbas previstas para o setor no Plano Regional para 2023, notando que ascendem a 13,5 milhões de euros.

“O Plano Anual Regional para 2023 contempla um investimento público em matéria de turismo que ascende a 13,5 milhões de euros”, indicou a governante, em resposta a críticas do PS.

“A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas vem denunciar a lamentável e premeditada desinformação gerada, em declarações públicas, pelo deputado Carlos Silva, do grupo parlamentar do PS, no que concerne às verbas alocadas à promoção e à sustentabilidade turística no Plano Anual Regional de 2023”, lê-se na nota de imprensa do executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM.

De acordo com Berta Cabral, o deputado “foi amplamente elucidado, em sede de audição na Comissão Especializada de Economia da Assembleia Legislativa sobre este tema mas, infelizmente, opta por insistir em veicular informação que sabe ser incorreta”.

A responsável indicou que, “em comparação com o ano de 2022, não foram considerados, para efeitos de estruturação do Plano, 10 milhões de euros correspondentes à alavancagem operada pela Associação de Turismo dos Açores (ATA) através de fundos comunitários”.

Isto, porque, “esta entidade não se encontra no perímetro do Setor Público Empresarial dos Açores na sequência da decisão do anterior Governo, do PS, em inexplicavelmente desvincular-se dessa associação”, acrescentou.

“Não obstante, mantêm-se todos os pressupostos e a expetativa de que essa alavancagem seja garantida pela ATA, através do seu plano de atividades e logo que o PO Açores 2030 esteja aprovado, sem que exista qualquer redução nas verbas alocadas à promoção turística da região”, frisou.

A secretária regional notou também que 2022 está a comprovar a recuperação do setor do turismo nos Açores no pós-pandemia de covid-19, “apresentando o melhor desempenho de sempre, mesmo perante uma conjuntura internacional extremamente adversa”.

Por esse motivo, justificou, foram descontinuadas várias medidas extraordinárias de apoio ao setor já em 2022.

Berta Cabral garantiu ainda que o desenvolvimento sustentável do turismo é e continuará a ser uma prioridade do Governo dos Açores e que, “prova disso é o reconhecimento internacional inédito de que a região tem sido alvo, em particular nos meses mais recentes”.

A responsável pela pasta do Turismo no Governo dos Açores lembrou, igualmente, que está em curso o procedimento de contratualização pública para a revisão do Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores (PEMTA).

Só “após estar concluído esse trabalho – que se perspetiva para o verão IATA de 2023 – se irá dar sequência à revisão de instrumentos operacionais, como o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA), documento que os anteriores Governos do PS negligenciaram e que suspenderam parcialmente durante mais de 10 anos”, acrescentou.

Recorde-se que o PS/Açores acusou o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) de, em 2023, “cortar em quase 13 milhões de euros” as verbas para a promoção e sustentabilidade do turismo na Região.

Carlos Silva alertou ainda para “a falta do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA) e a ausência ainda de um plano estratégico e de marketing para os próximos anos”, o que “agudiza as preocupações dos empresários e a incerteza que se irá viver no próximo ano”.

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Turismo europeu permanece resiliente apesar da menor confiança

O mais recente relatório da European Travel Commission revela que o turismo na Europa enfrentou com “sucesso” o verão de 2022. O problema está na incerteza para 2023 que deverá favorecer as viagens de curta distância, apesar de se esperar uma evolução por parte do turismo americano.

Victor Jorge

De acordo com o último relatório trimestral da European Travel Commission (ETC), o setor do turismo na Europa enfrentou com sucesso outro verão desafiador, com o agravamento da inflação e a escassez de pessoal a ameaçar a recuperação. As companhias aéreas europeias resistiram bem, com volumes de voos de agosto a cair apenas 11% em relação a 2019.

Face a estes números, a ETC admite que se tratam de “dados encorajadores” e que sugerem uma perspectiva “positiva para 2022”, com a região a recuperar cerca de 75% dos volumes de viagens de 2019 no presente ano.

No entanto, o inverno continua ameaçado, pois uma recessão iminente e uma inflação mais alta em toda a Europa “pesarão nos gastos do consumidor e na procura do turismo”, salientando, no entanto, a ETC que esta realidade poderá “atrasar, mas não atrapalhar a recuperação”. A guerra prolongada na Ucrânia e restrições adicionais de viagem para turistas russos em toda a Europa também atrasarão a recuperação na Europa Oriental, refere a ETC.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que “o turismo europeu está a mostrar-se excecionalmente resistente à inflação. Embora a crise do custo de vida esteja a fazer com que muitos mudem a sua abordagem relativamente às viagens, isso não está a diminuir o seu desejo de explorar a Europa”. Luís Araújo salienta ainda que “as viagens de curta distância serão uma tábua de salvação para o setor nos próximos meses, à medida que mais viajantes optarem por viagens mais curtas e próximas. À medida que continuamos a enfrentar os desafios trazidos pela incerteza global, é crucial reconstruir um setor que mantenha a sustentabilidade em mente”, termina.

Menor confiança impulsiona viagens de curta distância
Face à incerteza económica e do aumento da inflação, a ETC prevê que os viajantes preferirão viagens de curta distância, que tendem a ser mais económicas. Em setembro deste ano, a confiança do consumidor na França atingiu uma baixa de nove anos. Tendências semelhantes também foram observadas em outros grandes mercados de origem, como o Reino Unido e a Alemanha.

No geral, o preço das férias será um fator decisivo para as famílias, que se vêm confrontadas com menos rendimento disponível, acreditando a ETC que isso pode ser “benéfico para a Europa”, pois as férias intra-europeias, bem como as viagens domésticas, tendem a ser mais baratas do que as alternativas de longa distância. Atualmente, as viagens de curta distância representam cerca de 72% do total de visitas na Europa e devem crescer em popularidade no restante do ano.

O impacto de um dólar forte
As viagens de longa distância para a Europa ainda estão significativamente deprimidas, prejudicadas por restrições e sentimentos negativos persistentes da Ásia e do Pacífico. O mercado chinês, em particular, mostrou progressos mínimos em direção à recuperação devido ao levantamento mais lento das restrições de viagens.

Contudo, a ETC acredita que “nem tudo está perdido” para viagens de longa distância, já que o turismo transatlântico recebe um impulso dos turistas americanos que beneficiam da força do dólar americano – que valorizou cerca de 20% em relação ao euro no ano passado.

Um dólar forte já provou ser uma “tábua de salvação” para muitos destinos europeus, com os dados mais recentes a mostrarem que três em cada cinco países recuperaram pelo menos 70% dos volumes de viagens dos EUA de 2019 até ao presente ano.

A ETC destaca, de resto, vários destinos que superaram a procura de viagens em 2019, aparecendo a Turquia (+61%) como o destino com maior recuperação, seguida por Portugal (+17%), Lituânia (+7%), Montenegro (+6%) e Polónia (+6%).

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Alentejo tem uma nova rota turística sobre o vinho de talha

A Rota do Vinho de Talha vai estar disponível ainda este mês, associando este tipo de vinho ancestral ao território e atrações turísticas de 22 municípios do Alentejo.

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O Alentejo vai passar a contar, ainda este mês, com a Rota do Vinho de Talha, uma nova rota turística que associa o ancestral vinho de talha ao território e que passa por um total de 22 municípios alentejanos.

De acordo com a Lusa, a nova rota, nascida de um projeto liderado pela Câmara Municipal da Vidigueira, integra adegas, restaurantes, alojamentos e espaços museológicos de 22 concelhos do Alentejo, num produto turístico que se espera que leve um maior número de turistas à região.

“A ideia é criar um produto turístico que una o Alentejo em torno do vinho da talha e que este ‘chapéu’ promova o território e o património cultural, gastronómico e arqueológico”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara da Vidigueira, Rui Raposo.

A rota, que surgiu na sequência do trabalho feito pelo município da Vidigueira para candidatar a produção de vinho de talha a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, permite “associar o vinho de talha a um projeto turístico” e, ao mesmo tempo, “reforçar a candidatura” deste tipo de ‘néctar’ a Património da Humanidade com “a componente intermunicipal”.

Segundo Rui Raposo, o vinho de talha é um “produto único, muito tradicional e autêntico”, que permite criar “experiências completamente diferentes” relacionadas com “a técnica da produção” e o seu “conceito natural e biológico”.

Para o autarca, existe espaço para valorizar este produto vínico e contrariar “a fama de sazonalidade”, de que “só se bebia em determinada altura do ano, e que não podia ser engarrafado, porque não tinha qualidade”.

“Todas estas questões foram pensadas” quando foi desenvolvido o projeto da rota, disse o autarca, sustentando que a iniciativa vai ajudar a “preservar uma técnica ancestral com 2.000 anos e a desenvolver o território, que tem um produto único e de excelência”.

Além da rota, vai também ser criado um site informação de todos os espaços que integram a iniciativa, de forma a que os visitantes possam definir os seus próprios percursos, assim como “onde quer almoçar, que museu quer visitar, que adega quer conhecer e que vinhos quer provar”.

A par desta possibilidade, vão também ser disponibilizados “cinco ou seis pacotes” com propostas de visitas “já predefinidas”, segundo Rui Raposo, que referiu que a rota e a respetiva página de internet ficam disponíveis este mês.

Além de Vidigueira, integram a rota os concelhos de Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Arronches, Borba, Beja, Campo Maior, Cuba, Elvas, Estremoz, Évora, Ferreira do Alentejo, Marvão, Mora, Moura, Mourão, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Serpa e Viana do Alentejo.

O vinho de talha distingue-se essencialmente pelo facto de fermentar de modo ancestral e espontâneo na talha, através do contacto com o barro, ao invés de em cubas, o que lhe confere características únicas.

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Embratur lança nova campanha de promoção turística na Europa

Sob o mote “Brasil. É mais, muito mais do que você imagina.”, a campanha da Embratur vai estar em vigor na Europa até final de novembro e apresenta o Brasil como o melhor destino de natureza, ecoturismo e sol e praia.

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A Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo lançou uma nova campanha de promoção turística que convida os turistas europeus a visitarem o Brasil no próximo verão, sob o mote “Brasil. É mais, muito mais do que você imagina.”.

A nova campanha da Embratur arrancou em outubro e vai estar em vigor até ao final de novembro, apresentando os destinos brasileiros segmentados por três nichos de turismo: praia e sol, natureza e ecoturismo, cultura e hospitalidade.

“Vamos aproveitar a grande retomada do turismo mundial para consolidar o Brasil como melhor destino de natureza, ecoturismo e sol e praia. E vamos fazer isso enaltecendo a nossa cultura, diversidade e hospitalidade para os europeus”, explica Silvio Nascimento, presidente da Embratur, citado num comunicado enviado à imprensa.

A nova campanha de promoção turística do Brasil conta com peças publicitárias para televisão, outdoors digitais, redes sociais, sites do trade turístico, sites de busca, revistas e taxidoors.

A campanha inclui também vídeos especiais pensados para a internet e que ensinam aos turistas um pouco mais sobre o Brasil e o povo brasileiro, nomeadamente sobre as expressões que os brasileiros tipicamente usam, além de materiais dedicados aos nómadas digitais e a investidores interessados em adquirir visto de residência permanente no Brasil.

“A inspiração para estes vídeos nasce da grande diversidade de destinos que o país oferece e da vontade de apresentar uma surpreendente variedade de opções turísticas existentes nos seus 6 diferentes biomas e nos quase oito mil quilómetros de praias. São tantos destinos turísticos que é impossível saber exatamente o que esperar do Brasil”, acrescenta a Embratur.

A nova campanha de promoção turística do Brasil já está disponível para visualização através do canal de Youtube da Embratur.

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Consultia Business Travel lança nova ferramenta que ajuda empresas a reduzir pegada ambiental

A Destinux Green está integrada na plataforma Destinux e permite que as empresas automatizem os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono nas viagens de negócios.

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A Consultia Business Travel lançou uma nova ferramenta para ajudar as empresas a reduzir a pegada ambiental das suas viagens de negócios, a Destinux Green, que está integrada na plataforma Destinux, através da qual as empresas podem automatizar os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono ao incluírem práticas sustentáveis nas viagens corporativas.

“Em resposta às preocupações de impacto ambiental das empresas, o sistema de Destinux Green calcula as emissões de CO2 produzidas pelas viagens corporativas e fornece às empresas um relatório das emissões geradas durante um ano. O novo serviço permite às empresas compensar a pegada de carbono, através da participação em projetos de responsabilidade ambiental e social ao oferecer um conjunto de iniciativas nacionais e internacionais adaptadas aos interesses e políticas empresariais de cada organização”, explica a Consultia Business Travel, em comunicado.

A ferramenta Destinux Green está conectada ao Climatetrade, um sistema aprovado com tecnologia Blockchain que aporta transparência durante todo o processo de compensação de emissões, gerando assim confiança ao mesmo tempo que assegura o impacto real das atividades de compensação de carbono.

De acordo com a Consultia Business Travel, no final da transação, “é emitido um certificado de compensação com informações sobre o projeto escolhido e uma chave de cadeia de bloqueio, bem como o certificado oficial de cancelamento dos créditos no seu registo correspondente”.

“As empresas que compensam todas as emissões de carbono que geram durante um ano recebem o selo “Destinux Green” emitido pela plataforma Destinux, especialista em gestão integrada e avaliação de viagens de empresas”, acrescenta a empresa de gestão integral das viagens de negócios.

Transparência, flexibilidade, segurança e eficiência são as vantagens que o Destinux Green oferece, uma vez que permite compensar a pegada ambiental das viagens de negócios “a pedido da empresa no momento que desejar” e através de um sistema aprovado, o Climatetrade, que permite à empresa obter rapidamente o relatório detalhado com os registos contabilísticos de cada certificação.

“O sistema Destinux, para além de tornar as viagens de negócio mais eficientes permite, agora, às empresas minimizar o impacto ambiental através da utilização de práticas sustentáveis ao incluir a realização de relatórios sobre a pegada de carbono de cada empresa durante todo o processo de gestão das viagens”, indica ainda a Consultia Business Travel.

Segundo Carlos Martínez, CEO da Consultia Business Travel, a sustentabilidade das viagens de negócio é “fundamental” para os clientes da empresa, que estão cada vez mais preocupados com o impacto ambiental das suas deslocações.

“As organizações estão cada vez mais preocupadas em cumprir os seus objetivos de sustentabilidade, com ações que neutralizem o seu impacto ambiental. Pelo que a tecnologia implementada pela Destinux torna mais fácil fazê-lo de uma forma segura e eficiente. Assim, o nosso sistema inovador permite-lhes gerir as viagens das empresas de uma forma abrangente, transparente e sustentável”, explica o responsável.

A Consultia Business Travel concentra a sua atividade em impulsionar e implementar a tecnologia no setor das viagens de negócios, com enfoque na digitalização e escalabilidade do modelo, desenvolvendo internamente toda a sua tecnologia, o que o torna ágil e adaptável às necessidades do setor e de empresas.

 

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Faro já arrecadou um milhão de euros com taxa turística em 2022

O valor arrecadado pela autarquia da Faro com a taxa turística, que é aplicada entre março e outubro, e tem um valor de 1,5 euros por noite, corresponde ao dobro do inicialmente estimado.

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O presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, revelou à Lusa que a autarquia já arrecadou, este ano, perto de um milhão de euros com a taxa turística, o dobro do que se previa inicialmente.

“Ficámos muito satisfeitos, não só pela verba arrecadada, mas ainda mais porque corresponde ao dobro do que tínhamos previsto”, disse o autarca à Lusa, referindo que este foi o primeiro ano em que a taxa turística de Faro funcionou normalmente, depois de dois anos de suspensão devido à pandemia.

De acordo com Rogério Bacalhau, o montante arrecadado foi muito superior ao previsto, o que quer dizer que, ao contrário do que acontecia há uns anos, Faro já se tornou um destino turístico e prova que a adoção da taxa não provocou qualquer perda de competitividade, como previam os opositores da taxa.

Recorde-se que a taxa turística de Faro tem um valor de 1,5 euros por noite e é aplicada entre março e outubro de cada ano, por um período máximo de sete noites em cada estadia de hóspedes com idade igual ou superior a 13 anos de idade.

O autarca garantiu que a taxa vai continuar a ser aplicada e espera que outros concelhos algarvios aprovem regulamentos em breve para beneficiarem deste acréscimo de receita.

“Esta receita é importante também para o setor turístico, porque permite fazer mais investimentos na melhoria de Faro enquanto destino”, explicou o autarca da capital algarvia, considerando que o valor arrecadado com a taxa permite “aumentar o número de visitantes e a qualidade da oferta”, nomeadamente ao nível do espaço público, património, oferta cultural e de eventos, e serviços prestados aos turistas.

Rogério Bacalhau explicou ainda que a taxa de Faro foi previamente “harmonizada” no seio da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), onde estão representados os 16 concelhos algarvios, isto apesar do presidente da AMAL, António Miguel Pina, ter dito que preferia a aplicação, a partir de 2023, de uma taxa turística municipal com um valor comum a toda a região, que só seria, contudo, aplicada depois de ouvidos os parceiros do setor do turismo.

Atualmente, apenas Faro e Vila Real de Santo António adotaram uma taxa turística em todo o território algarvio, ainda que, em Vila Real de Santo António, a taxa tenha moldes diferentes, uma vez que é cobrada ao longo de todo o ano e tem um valor de um euro por noite em unidades hoteleiras, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação, agroturismo  alojamento local, enquanto nos parques de campismo e caravanismo ou em áreas de serviço de autocaravanas, o valor da taxa desce para 50 cêntimos por dia.

 

 

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Turismo põe Transportes a liderar constituição de novas empresas

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, principalmente no distrito de Lisboa, devido ao subsetor mais ligado às atividades turísticas.

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Até final de outubro, Portugal assistiu à constituição de 40.529 novas empresas, número que foi fortemente impulsionado pelo setor dos Transportes, que liderou o crescimento na constituição de novas empresas e assistiu a mais 1.934 constituições do que em 2021, que correspondem a um aumento de 123%.

De acordo com os últimos dados setoriais da consultora Informa D&B, até 31 de outubro, a constituição de novas empresas em território nacional cresceu 16% face ao mesmo período de 2021 e está apenas 4% atrás de 2019.

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, com mais 1 934 constituições do que em 2021, o que corresponde a um aumento de 123%.

O distrito de Lisboa foi, de acordo com os dados da consultora, aquele que assistiu ao “maior aumento de novas empresas neste período, com mais 3 107 constituições do que em 2021”, o que, atribui a Informa D&B, foi “fruto do grande crescimento do setor dos Transportes, nomeadamente no subsetor mais ligado às atividades turísticas”.

Já o distrito do Porto, o segundo em novas constituições, registou apenas mais 595 novas empresas do que em 2021, o que se deve ao impacto do Retalho, setor que, neste período, registou uma descida de 10% na constituição de novas empresas, o que corresponde a menos 422 constituições.

“Apenas três setores viram em 2022 nascer menos empresas do que em 2021”, indica a consultora, que mostra que, além do Retalho, também as Indústrias, assim como a Agricultura e outros recursos naturais, apresentaram descidas de 4,4% e 3,1% no nascimento de novas empresas.

Tal como os Transportes, também Serviços empresariais e Serviços gerais apresentaram um bom desempenho na constituição de novas empresas, sendo os que evidenciaram “maior número absoluto de novas empresas”, o que corresponde a aumentos de 16% e 25%, respetivamente.

No Alojamento e Restauração, o período desde o início do ano e até final de outubro também foi positivo na constituição de novas empresas, registando-se um crescimento de 22% face a período homólogo do ano passado, com um total 3.887 novas empresas constituídas.

Já as Tecnologias de Informação e Comunicação (+28%), as Atividades Imobiliárias (+18%) e os Serviços Empresariais (+3%) foram os “únicos setores a superarem o registo do último ano antes da pandemia”.

A subir parecem estar também os encerramentos, ainda que a Informa D&B diga que os “números relativos ao encerramento de empresas não mostram uma tendência definida”.

Até 31 de outubro, encerraram no país 10.078 empresas, mais 30 encerramentos que no período homólogo e que correspondem a um crescimento pouco significativo de 0,3%.

“Neste período, metade dos setores apresentam valores superiores a 2021”, acrescenta a consultora, explicando que o “setor do Retalho, além de ser o que mais recua no número de novas empresas, é também o que mais contribui para o crescimento do número de encerramentos, com um aumento de 7,7% neste indicador”.

Em sentido contrário parecem estar as insolvências, uma vez que, no período em análise, se registam 1.353 novos processos de insolvência, o que corresponde a menos 326 que em 2021 e a um decréscimo de 19%.

“Esta descida nos processos de insolvências é transversal à maioria dos setores de atividade, com exceção dos Transportes, Agricultura e outros recursos naturais e Atividades imobiliárias, que registam aumentos, embora muito pouco expressivos”, conclui a Informa D&B.

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Arquivo: WTM London 2017

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Portugal com a maior participação de sempre no WTM London

Nesta edição do WTM London, que termina esta quarta-feira, 9 de novembro, na capital britânica, Portugal está representado por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística, que ocupam um stand de 814 metros quadrados.

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Portugal volta a estar representado no World Travel Market London, a feira de turismo de Londres e uma das maiores da Europa, que está a decorrer na capital britânica até esta quarta-feira, 9 de novembro, contando, este ano, com a maior participação de sempre no certame, que é composta por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística.

“A participação nacional, a maior de sempre nesta feira, é coordenada pelo Turismo de Portugal e integra 92 empresas e as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores), que ocupam um stand de 814 metros quadrados dedicado à promoção do destino”, indica o Ministério da Economia e do Mar, em comunicado.

Presentes na feira de turismo de Londres estiveram também a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, bem como Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, que mantiveram uma “agenda de contactos com entidades internacionais ligadas ao setor, desde associações empresariais a companhias aéreas, e também representantes do trade e dos destinos nacionais”.

Nas sequência das reuniões no WTM London, Rita Marques mostra-se “razoavelmente otimista com os resultados previsíveis para 2022 e a perspetiva das reservas e da procura para Portugal em 2023″, apesar da conjuntura incerta que pode alterar as perspetivas.

“Portugal, apesar de toda essa conjuntura, goza de uma imagem e uma notoriedade assinaláveis nos mercados externos e em concreto no Reino Unido, o que naturalmente nos orgulha e nos coloca em melhor posição para disputar a procura externa”, considera a governante.

Além da presença no WTM London, as autoridades nacionais de turismo estão também a desenvolver um conjunto de outras ações promocionais no mercado britânico, que é um dos principais emissores de turistas para Portugal e responsável por 1,4 milhões de hóspedes, 6,1 milhões de dormidas e 2,25 mil milhões de euros em receitas entre janeiro e agosto de 2022, valores que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e do Mar, estão “já muito próximos dos verificados em 2019”, com as receitas a ultrapassarem mesmo esse ano em 0,4%.

Nos próximos meses, Portugal vai motivar ações de comunicação no mercado britânico, como é caso da Campanha de Publicidade #TimeToBe, exclusiva em meios digitais, além de ações específicas de Relações Públicas dirigidas a opinion makers e à imprensa especializada.

“Complementarmente, manter-se-á a aposta no trade marketing, com iniciativas destinadas a operadores turísticos e companhias aéreas britânicas, bem como a promoção dos nossos principais produtos turísticos, e outros que contribuem para uma boa diversificação da carteira de experiências turísticas, entre os quais o Enoturismo, Gastronomia, Turismo Literário, Surf ou Festivais”, acrescenta o comunicado divulgado.

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