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EasyJet passa a emitir certificados empresariais de compensação de carbono

Novos certificados de compensação de carbono pretendem ajudar os clientes empresariais da easyJet a medir a compensação de carbono e a poupança de custos para viagens de negócios.

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Novos certificados de compensação de carbono pretendem ajudar os clientes empresariais da easyJet a medir a compensação de carbono e a poupança de custos para viagens de negócios.

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A easyJet tornou-se na primeira companhia aérea a emitir relatórios de emissões de carbono para os seus clientes empresariais, com o objetivo de “ajudar as empresas a medir o impacto da compensação das emissões de carbono quando voam com a companhia e a consequente poupança de custos para os seus programas de viagens de negócios”.

Num comunicado enviado à imprensa, a low cost britânica explica que estes certificados, que a easyJet acredita serem os primeiro a ser lançados na indústria, “partilham factos, com base em dados de voo reais para permitir às empresas medir as emissões de carbono compensadas quando voam com a easyJet e para as ajudar a estabelecer objetivos para viagens futuras”.

“Estes documentos também irão auxiliar as entidades a identificar as poupanças a nível de custos feitas com a easyJet para compensar as emissões de carbono do combustível utilizado em todos os seus voos, sem custos adicionais para os seus clientes”, acrescenta a companhia aérea, na informação divulgada.

A easyJet lembra que é, atualmente, a única grande companhia aérea europeia “a compensar as emissões de carbono do combustível utilizado em todos os voos sem custos adicionais para os seus clientes”, apoiando apenas projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, que são sistemas de certificação internacionalmente reconhecidos.

Estes relatórios empresariais de compensação de carbono fornecem ainda informações sobre as iniciativas que a companhia aérea apoia através do seu programa de compensação de carbono, bem como o trabalho mais amplo que tem feito em torno da sustentabilidade.

A companhia aérea revela ainda que, em 2021, transportou mais de três milhões de clientes empresariais, numa retoma das viagens de negócios que, segundo a easyJet, aconteceu “mais rapidamente do que o esperado”, o que leva a companhia aérea a prever que estes certificados vão despertar o interesse das empresas.

“Temos verificado que as viagens de negócio estão de volta, pelo que as empresas estão à procura não só de valor, mas também de companhias aéreas como a easyJet, que as ajudam a reduzir a sua pegada de carbono. E, como já vimos em recessões anteriores, espera-se que a nossa companhia atraia de forma desproporcionada mais viagens de negócios, com empresas e PMEs que se aproximam pelo nosso valor, rede e abordagem à sustentabilidade. Neste sentido, é como enorme satisfação que lançamos os nossos certificados de carbono para clientes empresariais, para os ajudar a compreender melhor o impacto de carbono das suas empresas”, destaca José Lopes, diretor geral da easyJet Portugal.

A easyJet lembra também que já está a trabalhar com vários parceiros líderes da indústria, incluindo a Airbus, Rolls-Royce, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, com o propósito de acelerar o desenvolvimento da tecnologia de aviões com emissões zero e de infraestruturas de apoio para a aviação do futuro e diz estar “otimista para começar a levar os seus clientes a viajar em aviões alimentados por combustão de hidrogénio, hidrogénio-eléctrico ou um híbrido de ambos, até meados dos anos 2030”.

No ano passado, a easyJet anunciou também a sua adesão à Race to Zero, uma campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas zero de carbono até 2050, comprometendo-se a estabelecer uma meta provisória baseada na ciência para 2035, bem como a atingir emissões líquidas zero de carbono até 2050.

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Passageiros de cruzeiros chegam aos 31,7 milhões em 2023 e ultrapassam valores pré-pandemia

Um recente relatório da CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que os números continuem a aumentar nos próximos anos e que, até 2027, o volume global de passageiros de cruzeiros chegue aos 39,4 milhões.

No ano passado, o volume global de passageiros de cruzeiros chegou aos 31,7 milhões, ultrapassando em 7% os números pré-pandemia, avança a CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros.

“Os cruzeiros continuam a ser um dos setores de turismo mais resilientes e de crescimento mais rápido, recuperando mais rapidamente do que as chegadas de turistas internacionais e dando um forte contribuinte para as economias locais e nacionais”, sublinha Kelly Craighead, presidente e executivo-chefe da CLIA.

De acordo com o relatório da CLIA sobre o estado da indústria de cruzeiros em 2024, os EUA foram, no ano passado, o maior mercado emissor de cruzeiristas, com 18,1 milhões de passageiros, seguindo-se a Europa com 8,2 milhões de passageiros.

Já o Reino Unido somou 2,2 milhões de cruzeiristas, o que representa um aumento de 15% face aos 1,9 milhões de passageiros de cruzeiros que tinham sido identificados em 2019.

Em relação ao tipo de cruzeiros, o relatório da CLIA indica que foram os cruzeiros de expedição que mais cresceram entre 2019 e 2023, período durante o qual o número de passageiros que navegam nestes itinerários aumentou 71%.

Os números são positivos e assim devem continuar nos próximos anos, uma vez que a CLIA estima novos aumentos dos passageiros de cruzeiros ao longo dos próximos quatro anos, chegando aos 39,4 milhões de passageiros em 2027.

O relatório da CLIA revela também que o desejo de realizar um cruzeiro está a aumentar, uma vez que, segundo uma pesquisa de março, 82% dos inquiridos que já tinham realizado um cruzeiros disseram que gostariam de voltar a realizar uma viagem deste tipo, enquanto 71% dos viajantes internacionais disseram que estavam a pensar fazer o seu primeiro cruzeiro.

O estudo mostrou ainda que as agências de viagens continuam a ser fundamentais para a venda de cruzeiros, uma vez que 73% dos inquiridos que já realizaram cruzeiros disseram que os agentes de viagens têm um “impacto significativo” na sua decisão de fazer um cruzeiro, principalmente pelo “conhecimento e experiência” que detém neste tema.

A possibilidade de visitar vários destinos numa única viagem e a boa relação custo-benefício são, segundo este estudo, as principais vantagens dos cruzeiros apontadas pelos passageiros.

“O cruzeiro oferece o melhor valor de férias que existe, com experiências incríveis proporcionadas aos hóspedes por uma força de trabalho multinacional talentosa e dedicada de quase 300.000 profissionais marítimos”, destaca Kelly Craighead.

Tal como a procura, também a oferta vai aumentar, com a CLIA a estimar que a capacidade global de cruzeiros cresça pelo menos 10% nos próximos quatro anos, passando de um total de 677 mil camas para 745 mil em 2028, uma vez que existem planos para a chegada de, pelo menos, mais 56 navios, num investimento da indústria que chega aos 38 mil milhões de dólares.

“Com pelo menos 56 novos navios a entrar em operação entre 2024 e 2028, há vastas oportunidades para carreiras em cruzeiros, que apresentam uma impressionante taxa de retenção de funcionários de mais de 80%”, conclui o responsável da CLIA.

 

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Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€

Entre janeiro e março, as receitas operacionais da Delta Air Lines cresceram 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

A Delta Air Lines regressou aos lucros e, no primeiro trimestre de 2024, apresentou um resultado positivo de 34,4 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo de 337,6 milhões de euros apurado em igual período do ano passado.

De acordo com um comunicado da companhia aérea dos EUA, as receitas operacionais cresceram, entre janeiro e março de 2024, 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

“No trimestre de março obtivemos receitas recorde graças a um desempenho operacional excecional, que permitiu um forte crescimento dos lucros”, congratula-se Ed Bastian, presidente executivo da Delta Air Lines, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

O responsável espera que seja possível manter os bons resultados também no segundo trimestre do ano, estimando que, entre abril e junho, a Delta Air Lines atinja “resultados recorde”.

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Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto

A Carnival Corporation divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, denominado “Sustainable from Ship to Shore”, que detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade.

A Carnival Corporation, uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, que detém marcas como a Costa Cruzeiros, Princess Cruises ou Aida Cruises, divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, que vem confirmar que a empresa de cruzeiros já atingiu “vários objetivos ambientais” que estavam previstos para 2030.

“A empresa atingiu vários objetivos ambientais para 2030 muito antes do previsto e está adiantada em relação a outros objetivos-chave, como a redução da intensidade de gases com efeito de estufa”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Denominado “Sustainable from Ship to Shore”, o relatório da Carnival Corporation detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade, incluindo os seus objetivos prioritários de apoio à ação climática para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e de promoção de um modelo de economia circular para reduzir os resíduos.

“Graças aos nossos 160.000 colegas extraordinários, que trabalham todos os dias com paixão e dedicação, 2023 foi um ano de conquistas significativas em toda a linha”, congratula-se Josh Weinstein, CEO e Chief Climate Officer da Carnival Corporation, sublinhando que a empresa obteve “um desempenho financeiro recorde” e recebeu três novos navios, além de ter expandido a sua presença para mais de 800 destinos e transportado 12,5 milhões de hóspedes.

Mas o responsável destaca essencialmente o “compromisso contínuo” estabelecido pela Carnival Corporation de “liderar o caminho para tornar os cruzeiros mais sustentáveis”, de forma a atingir os objetivos para 2030 e chegar às zero emissões poluentes em 2050.

“Uma vez que estamos a avançar tão ativamente em todos os nossos objetivos de sustentabilidade para 2030, estamos a avaliar novos objetivos intermédios na procura de zero emissões de gases com efeito de estufa até 2050”, acrescentou.

É que a Carnival Corporation tem vindo a alcançar “várias metas importantes de desempenho ambiental para 2030 antes do previsto, nas suas áreas de ação climática e economia circular”, que são as principais prioridades do trajeto de sustentabilidade da empresa.

“Por exemplo, através de uma ação climática decisiva e prolongada, a empresa produz mais de 10% menos emissões absolutas de GEE hoje do que em 2011, o seu ano mais alto já registado, apesar de ter aumentado a capacidade em aproximadamente 30% desde então. Além disso, o reforço de um modelo de economia circular levou a reduções significativas no volume e no impacto dos resíduos produzidos em geral”, lê-se também no comunicado divulgado.

A redução em 20% até 2026 da intensidade de GEE – Gases com efeito estufa, a existência de ligação a terra em 64% da sua frota, a redução de 68% nas emissões absolutas de partículas, a redução de 38% no desperdício alimentar por pessoa, a eliminação de cerca de 500 milhões de produtos descartáveis de plástico a bordo e a conclusão da instalação de sistemas de tratamento de águas residuais que abrangem 70% da capacidade da sua frota, são alguns dos destaques do relatório da Carnival Corporation.

“Para além destes pontos, a Carnival Corporation está a progredir constantemente no sentido de cumprir, ou exceder, os seus objetivos de ação climática e economia circular para 2030”, refere ainda a empresa de cruzeiros, explicando que este relatório também inclui “atualizações importantes sobre o programa de gás natural liquefeito (GNL)”, bem como sobre os sistemas avançados de qualidade do ar, sistemas de lubrificação por ar e iniciativas de biocombustíveis.

“Além disso, a empresa está também empenhada em questões de diversidade e inclusão na sua equipa global de 160.000 pessoas e na promoção de um ambiente de trabalho positivo para todos os funcionários. Como parte da sua estratégia de sustentabilidade, a empresa também se foca na promoção do turismo sustentável e na criação de valor partilhado, crescimento mútuo e boa vontade com os seus parceiros de destino e as comunidades locais que visita, tal como referido no relatório”, indica ainda a Carnival Corporation.

O Relatório de Sustentabilidade 2023 da Carnival Corporation foi preparado de acordo com a Universal Standard 2021, da Global Reporting Initiative (GRI), e incorpora a terceira divulgação anual da empresa em linha com o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e a Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).

O relatório completo pode ser consultado aqui.

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SPAC fica sem direção e vai para novas eleições

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, cujo atual mandato terminava em novembro.

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A direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) caiu na sequência da demissão de dois membros, o que vai levar a novas eleições na estrutura sindical, avança o Expresso.

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, apurou o Expresso, que lembra que o mandato desta direção terminava em novembro.

João Lira Abreu e Nuno Vaz foram os elementos da direção do SPAC que se demitiram.

O Expresso diz que, nos últimos dias, houve a informação de que existia desconforto na direção no SPAC devido à recente Assembleia Geral, onde foi aprovada por uma escassa maioria a suspensão dos aumentos salariais em 2024, uma vez que os custos com trabalhadores quase duplicaram de 2022 para 2023.

 

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Bestfly diz estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”

A Bestfly, que controla o capital social da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, garante que a venda de bilhetes foi “suspensa temporariamente” como medida preventiva face à indisponibilidade de dois aviões ATR 72-600 e garante estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

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A Bestfly veio esta terça-feira, 9 de abril, esclarecer que a venda de bilhetes da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde foi “suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600” e garante que está a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

Num nota enviada à imprensa, a empresa de aviação nega a notícia avançada pela Lusa e que dava conta que a transportadora aérea tinha suspendido as ligações entre as ilhas cabo-verdianas e sem previsões de regresso, tendo a venda de bilhetes sido igualmente suspensa.

Agora, a Bestfly, que controla o capital social da TICV, que é a companhia aérea que está a operar voos entre as várias ilhas do arquipélago, veio esclarecer que a “venda de bilhetes foi suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600, que executavam a ligação inter-ilhas e que foram submetidos aos normais procedimentos de manutenção a que estão obrigados”.

“É, por isso, falso que esta suspensão tenha sido realizada “sem previsões de regresso”, lê-se na nota informativa divulgada, na qual a Bestfly explica ainda que esta suspensão foi uma “ação responsável da TICV e de caráter temporário, com efeito até entrar em vigor a solução para regularizar a ligação inter-ilhas”.

A empresa acrescenta que esta suspensão “constituiu uma medida tomada proativamente pela TICV, de acordo com o seu dever de não comercialização de bilhetes neste cenário transitório e de proteção dos passageiros com bilhetes adquiridos previamente”.

A Bestfly diz, por isso, que “continua comprometida com a prestação de um bom serviço inter-ilhas em Cabo Verde, tendo com esta decisão assumido a responsabilidade de preservar, acima de tudo, o interesse dos seus passageiros”.

A Bestfly aproveita também para revelar que, a 8 de abril de 2024, foram iniciados “os procedimentos de envio para Cabo Verde de uma aeronave contratualizada pela TICV para assegurar a manutenção da ligação inter-ilhas no arquipélago, cuja entrada foi autorizada pela Agência de Aviação Civil”.

Este aparelho, acrescenta a informação divulgada, é um “Bombardier Dash 8 Q300, com capacidade para transportar 50 passageiros”, que estava na África do Sul e que deverá ter chegado esta quarta-feira, 10 de abril, a Cabo Verde.

“Estando concluída a mobilização da aeronave para Cabo Verde, a operação da TICV será regularizada com brevidade. Esta aeronave ficará ao serviço da TICV até à entrada em linha dos ATR 72-600 que se encontram em manutenção”, lê-se ainda no comunicado enviado à imprensa.

Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, garante que a empresa vai continuar a “trabalhar no sentido de assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”, até porque está ciente da importância deste serviço para a coesão territorial e social do arquipélago.

“Desempenhamos esta missão com um grande sentido de responsabilidade. Procurámos agir de forma responsável e proativa para evitar a aquisição de bilhetes neste momento de transição, antes da chegada de uma nova aeronave que irá repor o funcionamento da conectividade inter-ilhas”, garante o responsável.

 

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Porto de Setúbal reforça aposta nos cruzeiros e participa na Seatrade Cruise Global

O Porto de Setúbal explica que esta participação se insere no reforço da aposta na indústria dos cruzeiros, uma vez que a infraestrutura se pretende posicionar “como porto vocacionado para receber pequenos navios de cruzeiros, inseridos em rotas europeias”.

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O Porto de Setúbal está a participar na Seatrade Cruise Global, o maior evento mundial da indústria de cruzeiros, que se encontra a decorrer em Miami, EUA, até esta quinta-feira, 11 de abril.

Num comunicado enviado à imprensa, o Porto de Setúbal explica que esta participação se insere no reforço da aposta na indústria dos cruzeiros, uma vez que a infraestrutura se pretende posicionar “como porto vocacionado para receber pequenos navios de cruzeiros, inseridos em rotas europeias”.

A aposta neste tipo de cruzeiros, acrescenta o Porto de Setúbal, “permitirá desenvolver a região e potenciar sinergias com outras áreas económicas, tais como o turismo, a marítimo-turística, a pesca e a aquicultura”.

“A aposta na atividade de cruzeiros justifica-se pela procura crescente do porto por parte dos operadores e pelo interesse que manifestam em incluí-lo nos seus itinerários. Para além das experiências com escalas anteriores, uma 2019 e outra em 2021, estão já previstas quatro para 2024. Estima-se que, em poucos anos, seja alcançada uma “velocidade de cruzeiro” de quarenta navios por ano”, afirma António Caracol, vogal do Conselho de Administração da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra.

Recorde-se que, atualmente, a APSS está a ultimar o projeto para um edifício modular, de apoio à atividade de cruzeiros, a construir em zona portuária, junto à Doca dos Pescadores, cujo desenho e requisitos têm vindo a ser articulados com as entidades que efetuam o controlo operacional e têm envolvimento nas escalas, concretamente com a Autoridade Aduaneira, a GNR e Capitania / Polícia Marítima.

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MSC Cruzeiros anuncia início da construção do MSC World Asia

O MSC World Asia será o terceiro navio da “World Class” da MSC Cruzeiros, que deverá ser entregue à companhia de cruzeiros em 2026. Em abril do próximo ano, chega ainda o MSC World America, o segundo desta classe, cuja cerimónia de ‘float out’ já foi realizada.

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A MSC Cruzeiros e os estaleiros Chantiers de l’Atlantique anunciaram esta quarta-feira, 10 de abril, o início da construção do MSC World Asia, o terceiro navio da “World Class” da companhia de cruzeiros, que deverá ser entregue em 2026.

O anuncio foi feito durante a Seatrade Cruise Global, em Miami, durante a qual a MSC Cruzeiros realizou também o  float out do MSC World America, o segundo navio desta classe, que vai ser batizado em Miami, a 9 de abril de 2025.

“O nome segue o formato dos navios de “World Class” que homenageiam os diferentes continentes, simbolizando a natureza global da MSC Cruzeiros e, embora os detalhes de onde o navio irá operar ainda não tenham sido revelados, o MSC World Asia contará com toques de design exclusivos, experiências e características inspiradas neste incrível continente”, começa por indica a companhia de cruzeiros.

Tal como o MSC World Europa e o MSC World America, também o terceiro navio desta classe vai ser movido a GNL, um tipo de combustível mais sustentável e que continua a ser visto como o “caminho para a descarbonização marítima”, entre outras inovações que permitem um menor impacto ambiental, a exemplo da ligação à rede elétrica em terra.

Além do nome do terceiro navio da “World Class”, a MSC Cruzeiros realizou também a cerimónia de float out do MSC World America, que decorreu no estaleiro de Saint-Nazaire em França e que assinala a entrada na fase final de construção deste navio.

“O navio ultramoderno entra na sua fase final de construção, pronto para ser oficialmente nomeado no dia 9 de abril de 2025 no novo e moderno terminal da MSC Cruzeiros em PortMiami, com uma viagem de celebração para a Ocean Cay MSC Marine Reserve”, indica ainda a MSC Cruzeiros.

De acordo com a MSC Cruzeiros, este navio “promete um novo mundo de cruzeiros com uma série de novos recursos enriquecedores e envolventes, especialmente concebidos para todos os segmentos do mercado de cruzeiros norte-americano, desde jovens casais até famílias multigeracionais”.

“O MSC World America é mais um exemplo da incrível parceria profissional entre nós e os Chantiers de l’Atlantique, com quem concebemos cinco protótipos distintos e inovadores-sendo o mais recente a inovadora plataforma “World Class”. Em cada navio, esforçamo-nos por melhorar e aperfeiçoar não apenas a tecnologia ambiental, mas também os novos recursos que enriquecem a experiência do passageiro”, refere Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da MSC Cruises.

Além das preocupações ambientais, os navios da “World Class” da MSC Cruzeiros contam com uma silhueta distinta, que exibe uma “proma de prumo exclusiva que se eleva verticalmente a partir da linha da água com uma elegante popa em forma de Y que se abre para uma impressionante promenade”.

“Estes navios são uma metrópole urbana ultramoderna no mar, oferecendo um mundo de experiências diferentes- abrangendo 22 decks, com mais de 2.600 camarotes e suítes, oferecendo mais de 40.000 metros quadrados de espaço público e apresentando o maior Yacht Club da MSC Cruzeiros até hoje. O exclusivo conceito “navio dentro de um navio” oferece níveis de conforto incomparáveis, com generosos espaços públicos que incluem um lounge e restaurantes privativos, camarotes elegantes e áreas externas com um solário que se estende por dois decks com vistas panorâmicas para o oceano”, refere ainda a MSC Cruzeiros.

 

 

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Azul retoma voos para o Acre e passa a voar para todas as capitais brasileiras

Com a abertura de dois voos diários para Rio Branco, no estado brasileiro do Acre, a 4 de outubro, a Azul passa a voar para todas as 27 capitais brasileiras.

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A Azul – Linhas Aéreas do Brasil vai retomar, a 4 de outubro, os voos para Rio Branco, no estado brasileiro do Acre, passando a ligar todas as 27 capitais brasileiras, informou a companhia aérea, em comunicado.

A operação para o Acre, indica a companhia aérea, vai contar com dois voos por dia, ligando a capital acreana com Rondônia e Minas Gerais, sendo a única rota direta do Acre com a região Sudeste.

“Os voos serão operados por aeronaves Airbus A320, com capacidade para 174 Clientes, o que aumentará em 50% a oferta de assentos no aeroporto de Rio Branco”, revela a Azul, explicando que “os dois voos vão conectar as três capitais, Rio Branco (AC), Porto Velho (RO) e Belo Horizonte (MG)”.

De acordo com a transportadora, o primeiro voo sai às 08h45 de Belo Horizonte e chega em Rio Branco às 11h00, depois segue em direção a Porto Velho, pousando às 13h55, e retornando para a capital mineira às 14h40 com chegada prevista às 19h05.

Já o segundo voo parte às 21h40 de Belo Horizonte e chega em Porto Velho às 0h05, pousando em Rio Branco às 01h00, retornando para a capital mineira às 01h45 com chegada prevista às 07h40.

“Esta retoma é um marco muito importante para a Azul, pois operar em todas as capitais vai ao encontro da proposta da empresa de conectar o Brasil com os brasileiros. Isso é especialmente importante num país de dimensões continentais, em que o transporte regional que fazemos assume um protagonismo maior”, refere Fábio Campos, vice-presidente Institucional da Azul.

Os voos da Azul para o Acre permitem também conexão com outros 54 destinos no Brasil, como Brasília, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo, além de voos internacionais como Fort Lauderdale e Orlando, nos Estados Unidos, e Curaçao no caribe, através do BH Airport, o hub da Azul em Belo Horizonte.

 

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easyJet recebe mais um avião A321neo

A easyJet recebeu esta terça-feira, 9 de abril, mais um aparelho A321neo, o 400.º a juntar-se à frota da companhia aérea low cost e cujo primeiro voo foi realizado com uma mistura com 5% de Combustível de Aviação Sustentável (SAF).

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A easyJet recebeu esta terça-feira, 9 de abril, mais um avião A321neo, o 400.º a juntar-se à frota da companhia aérea low cost e cuja entrega foi assinalada com uma cerimónia na fábrica da Airbus em Hamburgo, na Alemanha.

“A mais nova aquisição à frota apresenta um design de pintura especial, com o número 400 composto por aviões em miniatura”, refere a easyJet, explicando que também o primeiro voo deste novo avião foi especial.

Este primeiro voo do novo avião da easyJet, que decorreu esta terça-feira e ligou Hamburgo-Finkenwerder ao hangar de manutenção da easyJet em Berlim/Brandemburgo, foi alimentado “com 5% de Combustível de Aviação Sustentável (SAF), marcando a primeira utilização de SAF num serviço easyJet na Alemanha”.

“À medida que continuamos o nosso programa de renovação da frota com aeronaves mais eficientes em termos de consumo de combustível e mais silenciosas da família A320neo, estamos orgulhosos de continuar a trabalhar com a Airbus e a CFM, que têm uma abordagem persistente ao nível da produção e sustentabilidade e continuam a ser parceiros fiáveis da easyJet”, congratula-se David Morgan, Diretor de Operações da easyJet, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

Recorde-se que o primeiro avião Airbus A320 foi entregue à easyJet há 20 anos e, desde então, a companhia aérea tornou-se num dos maiores operadores destes aparelhos, contando, atualmente, com mais de 330 destas aeronaves ao serviço.

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Teresa Gonçalves demite-se da presidência da SATA

A presidente da companhia aérea açoriana SATA, Teresa Gonçalves, demitiu-se do cargo por “motivos pessoais”, anunciou o Governo Regional.

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No cargo desde abril de 2023, após a saída de Luís Rodrigues para a liderança da TAP,  Teresa Gonçalves apresentou a demissão, indicando o Governo Regional dos Açores que a presidente da SATA (grupo que inclui a SATA Air Açores e a Azores Airlines) alegou “motivos pessoas”.

Em entrevista ao jornal Publituris, publicada na edição de 29 de março, Teresa Gonçalves fazia um balanço “muito positivo”, referindo que “conseguimos implementar coisas muito giras e trabalhar internamente com os nossos trabalhadores, dando-lhes formação e criando condições para eles se sentirem bem no trabalho e dar a conhecer a SATA, ou seja, pôr a SATA no mundo”.

Na altura, a ainda CEO da SATA salientava que havia muito trabalho para “dinamizar e dar a conhecer a SATA na América do Norte, nomeadamente em Boston e em Nova Iorque, mas também em Toronto, no Canadá. Portanto, fizemos um trabalho muito forte para dinamizar este mercado, que é muito importante para a SATA porque tem um peso muito relevante nas rotas que operamos – atualmente, representa 23% das nossas rotas e teve um crescimento de 54% face ao ano anterior”.

Leia a última entrevista dada pela CEO do grupo SATA, Teresa Gonçalves, ao Publituris.

 

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