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“O setor do turismo sente necessidade de se requalificar e apostar na sustentabilidade e na digitalização”

Banco oficial da BTL desde 2016, o BPI volta a marcar presença no maior evento do turismo em Portugal. Com o setor do turismo a ser assumido como “estratégico, pela sua importância na economia”, João Folque Patrício, diretor Executivo da Direção de Negócios Agricultura, Turismo e Imobiliário do BPI, salienta que “será necessário recuperar a confiança e reconstruir algumas cadeias de valor que foram fortemente abaladas com a pandemia”.

Victor Jorge
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“O setor do turismo sente necessidade de se requalificar e apostar na sustentabilidade e na digitalização”

Banco oficial da BTL desde 2016, o BPI volta a marcar presença no maior evento do turismo em Portugal. Com o setor do turismo a ser assumido como “estratégico, pela sua importância na economia”, João Folque Patrício, diretor Executivo da Direção de Negócios Agricultura, Turismo e Imobiliário do BPI, salienta que “será necessário recuperar a confiança e reconstruir algumas cadeias de valor que foram fortemente abaladas com a pandemia”.

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Posicionando-se há mais de uma década como o “Banco para o Turismo”, o diretor Executivo da Direção de Negócios Agricultura, Turismo e Imobiliário do BPI, João Folque Patrício, refere que os últimos dados revelam que o sector “está a dar passos a caminho da recuperação e da retoma que se espera para 2023”. E salienta que Portugal “conseguiu preservar o tecido empresarial do setor, bem como a sua oferta, pelo que temos todas as ferramentas para voltar a fazer o que sabemos fazer tão bem, que é receber e proporcionar ótimas experiências àqueles que visitam o nosso país”.

Que expectativas possui relativamente à BTL 2022 a menos de um mês do início do evento e depois da não realização em 2020 e 2021?
É sem dúvida uma edição muito especial. Depois de dois anos a trabalhar no digital, todos nós ansiamos por eventos como este, poder fazer networking, trocar experiências e fomentar a discussão dos novos desafios estratégicos que o sector vai enfrentar no pós-pandemia (um turismo mais sustentável, mais responsável, mais digital), sem descurar alguns temas mais antigos, como o combate à sazonalidade e interioridade, entre outros e, a partir daqui, trabalhar em parceria na retoma e desenvolvimento do sector.

O patrocínio do BPI à BTL não é de hoje. O que diferencia a presença deste ano?
O patrocínio do BPI é mais uma demonstração de apoio ao sector, que mostrou uma enorme resiliência e a capacidade de superação. No âmbito da BTL, vamos lançar a 4.ª edição do Prémio Nacional de Turismo, que reconhece o que de melhor se faz no sector em Portugal. Vamos também reforçar a divulgação do Protocolo com a Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2. Em paralelo, mantemos toda a disponibilidade para dialogar com todos os stakeholders do sector na busca de soluções de financiamento e outros serviços de apoio ao dia-a-dia, que possam potenciar o crescimento das respetivas atividades.

A estratégia do BPI centra-se no apoio a que stakeholders do setor do turismo. A estratégia é puramente nacional ou também internacional?
Há mais de uma década que o BPI se posiciona como o Banco para o Turismo e para todos os seus stakeholders. O Banco criou uma equipa especializada no sector do Turismo – incluindo na área de avaliação de risco -, com competências diversificadas, com o objetivo de reforçar o foco comercial para melhor servir os nossos clientes e em prazo adequado.

Estamos atentos às necessidades atuais dos clientes e aos desenvolvimentos na área da sustentabilidade, cujos critérios estamos a incorporar na análise de projetos. Além disso, em 2021 o BPI aderiu ao Programa Empresas Turismo 360, uma parceria promovida pelo Turismo de Portugal, que pretende mobilizar as empresas do setor a incorporarem indicadores ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) na sua gestão.

No que se refere à atividade internacional, o turismo constitui uma área estratégica do CaixaBank, acionista do BPI, que segmentou especializou os serviços para o turismo através da Marca Caixabank Hotels & Tourism. Fruto da integração no Grupo CaixaBank, estamos em condições de apoiar o investimento de players portugueses no estrangeiro e de empresas estrangeiras que vêm desenvolver os seus projetos em Portugal.

Que oferta tem o BPI para o setor do turismo e que irá ser foco na BTL 2022?
Em primeiro lugar, importa destacar que, no BPI, o setor do turismo está assumido como estratégico, pela sua importância na economia. O BPI tem uma oferta muito abrangente para os diversos agentes do sector do turismo, para apoio quer à tesouraria, quer ao investimento.

Destacamos a Linha de Apoio ao Turismo (150 milhões de euros), mas também a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021 e a Linha BPI/IFRRU 2020.

Vamos continuar a disponibilizar linhas de crédito protocoladas ou instrumentos financeiros para este sector principalmente aqueles previstos no Plano “Reactivar o Turismo”, que tem uma dotação de cerca de 6.000 milhões de euros para apoiar a capitalização e financiamento das empresas do sector, mas também a qualificação, sustentabilidade e inovação.

Iremos também dinamizar uma linha de crédito criada ao abrigo de um Protocolo com a Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (vencedor do Prémio Nacional de Turismo em 2019), que inclui uma linha de 100 milhões de euros para apoio às necessidades de tesouraria e investimento da Rede de Agentes da Estrada Nacional 2.

 

O setor merece voltar ao lugar de destaque que tem na nossa economia. (…) Seria importante homenagear todos os agentes do sector pelo seu esforço e resiliência

 

O principal foco do BPI está em apoiar empresas na sua tesouraria ou nos (novos) investimentos?
A oferta do BPI compreende soluções de apoio à tesouraria e ao investimento. O foco do BPI é apoiar os nossos clientes e potenciais clientes de forma abrangente e sempre com o objetivo de apresentar as melhores soluções para cada desafio.

O BPI integrou a plataforma “Invest in Tourism”, lançada pelo Turismo de Portugal, que se pretende constituir como dinamizador do investimento nacional, mas sobretudo estrangeiro, no setor turístico português. Trata-se um roteiro para os investidores internacionais saberem os passos que têm que dar, nomeadamente ao nível das diversas opções de financiamento dos projetos.

Este poderá ser o evento da retoma para o setor do turismo ou ainda existem demasiadas dúvidas e incertezas?
Acreditamos que sim. O facto de Portugal ter uma cobertura vacinal significativa permite olhar para o futuro com esperança na recuperação da normalidade perdida, que é tão importante para o sector do turismo.

Muitos especialistas já consideram que a pandemia pode passar a endemia e, com isso, a maioria dos mercados emissores poderá começar a levantar as restrições em vigor.

É claro que será necessário recuperar a confiança e reconstruir algumas cadeias de valor que foram fortemente abaladas com a pandemia (mão-de-obra, transporte, abastecimento, logística, entre outros) e esse é um esforço que ainda poderá durar alguns anos.

Os últimos dados sobre o sector revelam que o sector está a dar passos a caminho da recuperação e da retoma que se espera para 2023.

Portugal conseguiu preservar o tecido empresarial do setor, bem como a sua oferta, pelo que temos todas as ferramentas para voltar a fazer o que sabemos fazer tão bem, que é receber e proporcionar ótimas experiências àqueles que visitam o nosso país.

Falando agora especificamente do BPI, que necessidades sentiram por parte do setor do turismo e que respostas foram dadas pelo banco?
No primeiro momento da pandemia o BPI procurou responder aos problemas conjunturais que afetaram a tesouraria das empresas, desde as linhas específicas COVID de apoio à economia, moratórias, restruturações, entre outros. Num segundo momento, e num enquadramento extraordinário, o BPI nunca deixou de apoiar os seus clientes, procurando sempre as melhores soluções para cada situação.

Em simultâneo, o BPI nunca deixou de analisar as intenções de investimento que nos foram apresentadas, tendo verificado que mesmo no contexto pandémico continuou a existir procura e investimento em novas unidades de alojamento ou requalificação de unidades existentes e para a qual contribuímos com as melhores soluções de financiamento.

O setor do turismo, a par do que acontece de forma generalizada em todos os outros sectores da nossa economia, sente necessidade de se requalificar e apostar na sustentabilidade e na digitalização, só para referir os principais, para os quais o BPI tem procurado dar resposta.

Importa realçar por fim, o facto do BPI estar inserido no maior grupo financeiro Ibérico, o Grupo CaixaBank, que tem uma grande experiência e provas dadas no financiamento ao sector do turismo, da qual os nossos clientes em Portugal agora também podem beneficiar.

 

Fruto da integração no Grupo CaixaBank, estamos em condições de apoiar o investimento de players portugueses no estrangeiro e de empresas estrangeiras que vêm desenvolver os seus projetos em Portugal

 

De forma geral, a banca em Portugal consegui dar resposta às necessidades e exigências do setor do turismo nacional?
Sim, numa ótica de procura de soluções adequadas às necessidades específicas de cada cliente, sem esquecer o papel fundamental da banca no tema das moratórias.

Além da BTL 2022, que outras ações irão desenvolver para este ano de 2022 e que mercados terão como alvo?
O BPI pretende fomentar, aprofundar e criar novos laços com os diferentes players do setor, por um lado, promovendo e disponibilizando-se para reunir com clientes e parceiros, e por outro, apostando na divulgação dos instrumentos de apoio ao setor.

Acabámos de realizar a cerimónia final do Prémio Nacional de Turismo 2021, no passado dia 7 de fevereiro, num evento em que temos como parceiros a Impresa e a Deloitte e o apoio institucional do Turismo de Portugal e do Governo português. Só para dar uma ideia da importância deste Prémio, em 2021 foram apresentadas 439 candidaturas em 5 categorias distintas, mais 10% que a edição de 2020, o que é demonstrativo da resiliência e dinâmica do setor, apesar das circunstâncias adversas que o País vivia e em particular este sector.

Por esse motivo, iremos aproveitar a BTL para fazer o lançamento da 4.ª edição do Prémio Nacional de Turismo (PNT 2022).

Conforme já foi referido, iremos também dinamizar uma linha de crédito criada ao abrigo de um Protocolo com a Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (vencedor do Prémio Nacional de Turismo em 2019), que inclui uma linha de 100 milhões de euros para apoio às necessidades de tesouraria e investimento da Rede de Agentes da Estrada Nacional 2 que se localizem nos concelhos atravessados por esta icónica estrada. Pretendemos com este protocolo promover o desenvolvimento das regiões mais interiores do país, que começaram a despertar um maior interesse por parte dos turistas, nacionais e internacionais, contribuindo assim uma maior coesão do território.

Se tivesse de fazer um pedido à organização da BTL 2022, qual seria?
Pediria que dessem muita visibilidade ao evento, porque sem dúvida que o setor merece voltar ao lugar de destaque que tem na nossa economia. Além disso, seria importante homenagear todos os agentes do sector pelo seu esforço e resiliência.

No final do evento, que balanço gostaria de fazer da BTL 2022?
Gostaria muito que este evento coincidisse com o fim das restrições à mobilidade que tanto afetaram o sector turismo globalmente, marcando este ano 2022 como o ano de referência da tão esperada retoma do sector.

Gostaria que este evento venha reforçar ainda mais o posicionamento do BPI como um Banco para o Turismo, e o nosso enorme reconhecimento pela fantástica resiliência e superação de todos as empresas e profissionais do sector.

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ANAV marca presença na BTL 2025

Associação Nacional de Agências de Viagens (ANAV) estará, pela primeira vez, presente na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL.

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A Associação Nacional de Agências de Viagens (ANAV) revelou que irá marcar presença, pela primeira, na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL, feira que se realizará de 12 a 16 de março de 2025 na FIL.

Sem dar a conhecer a forma como esta presença será marcada, nem quantos e quais os associados que estarão na FIL ao longo dos cinco dias, Miguel Quintas, presidente da ANAV, afirma que “a associação jamais deixaria que as Agências de Viagens portuguesas ficassem órfãs da participação na BTL”, recordando ainda que “a ANAV é uma associação de todas e para todas as Agências de Viagens, que mantém o firme propósito de aumentar, desenvolver e robustecer a capacidade de negócio de todos os associados e que, na prossecução desta missão de unir e fortalecer o setor”.

Em comunicado, a ANAV sublinha que “as Agências de Viagens, como canal de distribuição, são, por excelência, o setor que une todas as vertentes do turismo em Portugal, e que não poderiam, por nenhum motivo, ficar de fora de um evento nacional desta dimensão e importância”.

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FITUR Sports quer definir o futuro do turismo desportivo

De 22 a 26 de janeiro na IFEMA MADRID, a FITUR 2025 acolhe a terceira edição da sua seção de turismo desportivo. As áreas principais serão o desporto ao ar livre, o desporto de competição e os eventos desportivos e as viagens de negócios desportivas.

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A FITUR anuncia a terceira edição consecutiva da FITUR Sports após entrada na agenda de eventos essenciais para os profissionais do turismo desportivo. Organizada pela IFEMA MADRID e SPAIN IS SPORT – AFYDAD, a Associação Espanhola de Fabricantes e Distribuidores de Artigos Desportivos, a seção aproveitará as sinergias da Feira Internacional de Turismo de 22 a 26 de janeiro de 2025.

Após as duas primeiras edições, esta é uma das áreas da FITUR que se consolidou como um evento especializado de referência nacional e internacional, consolidando a ligação entre o turismo e o desporto como um motor fundamental do desenvolvimento socioeconómico.

A FITUR Sports tem como objetivo “promover o intercâmbio de conhecimentos através de um programa de conferências e gerar oportunidades de negócio”, refere a organização da feira. Para tal, foram definidas três áreas-chave em torno das quais girarão os conteúdos: Desporto Outdoor, Desporto de Competição e Desporto Eventos e Viagens de Negócios Desportivas.

Além disso, a FITUR Sports conseguiu envolver os principais atores públicos e privados, incluindo o Conselho Superior de Desportos (Conselho Superior de Desportos), Turespaña, UNWTO, CEOE, ADESP, bem como as diferentes federações e associações profissionais ligadas ao desporto e ao turismo, além dos principais patrocinadores.

De referir que a FITUR Sports 2024 estendeu-se pelos cinco dias da feira, com três dias profissionais com 30 sessões, 100 oradores e mais de 20 horas de conteúdos, com mais de mil visitantes por dia, além da área de exposição e a área de networking localizada num campo de padel. Para além disso, a transmissão streaming online atingiu mais de 8.000 visualizações durante os três dias, “o que demonstra o elevado interesse gerado pelo programa”, conclui a organização da feira de Madrid.

Entre o programa já definido contam-se as seguintes sessões:

Quarta-feira 22 de janeiro: Desporto e turismo ativo ao ar livre. Dinâmicas emergentes, gestão de destinos, desenvolvimento de produtos e experiências, sustentabilidade, marketing e comercialização.

Quinta-feira 23 de janeiro: Desporto profissional e de competição. Neste segundo dia, especialistas na matéria abordarão os desportos de equipa, os campos de treino, os torneios, campeonatos, golfe, as necessidades do atleta de elite, viagens de equipas de competição, viagens médicas e tendências em resorts e equipamentos de turismo desportivo.

Sexta-feira 24 de janeiro: Estratégias, impacto e legado dos eventos desportivos. O último dia profissional será encerrado com a abordagem de temas como os eventos desportivos e grandes eventos participativos, bilhética e experiências de hospitalidade, VIP, Sports Marketing Travel e MICE & Sports (viagens de negócios no setor desportivas), bem como as sinergias a explorar entre as marcas, o retalho e o turismo desportivo.

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“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira

Conhecida a posição da APAVT relativamente à não participação na BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, considera que “a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”. Contudo, esperando que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”, a organização diz estar a registar “um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”.

Victor Jorge

Depois de conhecida a decisão da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) de não participar na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, “lamenta” a posição da associação, tendo em conta que “a APAVT sempre foi um parceiro estratégico da BTL, que em muito contribui para o sucesso e crescimento do maior e melhor evento do setor do turismo em Portugal”, esperando, contudo, que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”.

Sabendo-se que o espaço ocupado pela APAVT era o maior stand privado da feira, Pedro Braga refere que “serão encontradas soluções que permitirão mitigar e até superar, em termos da área da distribuição presente, a oferta habitualmente disponível”.

“Estamos sempre disponíveis para o diálogo, mas, neste momento, e atenta a posição que nos foi comunicada pela APAVT, consideramos que a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”, assinala o responsável pelo Eventos Próprios do CCL – FIL.

Apesar desta posição da APAVT, Pedro Braga indica que, até ao momento, “registamos um crescimento muito acentuado por parte das empresas de distribuição para a edição de 2025 da BTL”.

“Para além da muito valiosa e importante presença da APAVT, a BTL sempre contou com muitos outros expositores na área da distribuição que habitualmente ocupam uma área de 5.000m2 de oferta no B2C”, frisa Pedro Braga.

A mais de sete meses do arranque da feira, que se realiza de 12 a 16 de março na FIL, o responsável pelo evento destaca que, para 2025, “estamos a registar um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”, referindo que “alguns destes expositores são associados da APAVT, que já tinham espaço próprio fora do stand da APAVT, e que, neste contexto, nos têm contactado para aumentar o seu espaço para a BTL 2025. Outros, são expositores que habitualmente marcavam presença através da APAVT e que agora manifestam interesse em assegurar diretamente a sua presença na BTL”. Além disso, diz Pedro Braga, “registamos ainda uma significativa procura por parte de novas empresas do setor que reconhecem na BTL uma plataforma fundamental para as suas vendas e crescimento”.

Por isso, afirma que a BTL 2025 “será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição, o que permitirá aos visitantes, que já reconhecem na BTL o seu momento anual de compra de férias, encontrar as melhores ofertas e os melhores destinos”.

“Não obstante, e porque reconhecemos e valorizamos o trabalho desenvolvido pela APAVT, reiteramos a nossa total disponibilidade e interesse para viabilizar uma presença institucional, enquanto representante dos seus associados, na maior montra do setor do turismo em Portugal”, conclui Pedro Braga.

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Culture and Tourism Innovation Global Summit dia 16 de julho em Lisboa

O Culture and Tourism Innovation Global Summit, que terá lugar na próxima terça-feira, dia 16 de julho, em Lisboa, vai reunir os melhores profissionais da indústria para partilhar conhecimento, experiências e novas visões do futuro do setor. No evento serão igualmente apresentados casos de sucesso, estratégias e tendências.

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A agenda dos trabalhos conta com diferentes painéis especialmente projetados para capacitar executivos, dotando uma estratégia digital e sustentável para os seus negócios, indica a organização do evento, a Rede do Empresário.

O primeiro painel, com o tema “Estado de Arte da Cultura e do Turismo”, às 10h, contará com a participação de Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo; da deputada socialista Ana Mendes Godinho; Isabel Tavares, diretora de Vendas e Marketing da The Editory Collection Hotels; Lídia Monteiro; vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal; e Raquel Vila Verde, Head of Communication and Brand Management Department na Caixa Geral de Depósitos.

Ainda de manhã terá lugar o painel dedicado ao tema “Desenvolvimentos Positivos com Abordagem de toda a Indústria: Colaboração, Inovação e Tecnologia”, que contará com representantes do Grupo Pestana, D-EDGE, Grupo UIP, Turismo de Portugal e TAP, como oradores.

Segue-se o terceiro painel: “Comunicação, Tecnologia e os Facilitadores da Educação”, que terá como oradores representantes da Les Roches, LCA, CARMA, CLEVER e da Escola Superior de Hotelaria do Estoril.

O evento vai ainda analisar a “Sustentabilidade na Cultura e no Turismo”, com representantes da AHP, Quinta do Roseiral, MSC Cruzeiros, Abreu e AILD, bem como o “Futuro dos Recursos Humanos na Cultura e Turismo”, com a presença de responsáveis da Fórum Turismo, KeepTalent Portugal, Merytu e Time4Travel.

Da parte da tarde, e antes da sessão de encerramento haverá espaço para o painel com o tema “Mudança para o futuro – Avanços na cultura e turismo sustentável”, com participação de representantes da Câmaras Municipais de Lisboa, Leiria, Torres Vedras e Loulé.

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APAVT está fora da BTL 2025. “Não vejo como poderemos regressar”, afirma presidente da associação

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) não participará na próxima BTL, feira que se realiza de 12 a 16 de março de 2025.

Victor Jorge

A Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT) está, nesta altura, fora da Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025.

O Publituris confirmou esta decisão junto do presidente da associação, Pedro Costa Ferreira, que confirmou que “as condições financeiras que a BTL nos exigiu não permitem a continuidade da nossa presença”.

Questionado se esta posição poderá ser revertida, o presidente da APAVT afirma que “face ao histórico do processo, e aos argumentos da BTL, não vejo como poderemos regressar”, admitindo que, no que diz respeito à não participação de operadores e agentes de viagem, “parece-me óbvio que perderemos todos, incluindo a feira e os consumidores”.

Com a BTL a dividir-se entre três dias dedicados ao mercado B2B e dois (fim de semana) ao consumidor final (B2C), e face à possibilidade de os associados da APAVT perderem um ponto importante de venda, Pedro Costa Ferreira considera que “cada associado saberá reagir, de acordo com os seus objetivos e estratégia comercial. Todos eles, como nós, estão habituados a transformar eventuais problemas em soluções”.

Questionado se a APAVT poderá mudar a sua posição, o presidente da associação respondeu: “A APAVT não tomou uma posição, apenas não conseguiu satisfazer as exigências financeiras da BTL”.

Recorde-se que na BTL 2024, o stand da APAVT foi o maior espaço privado, com uma área de 1.200 metros quadrados, contando com a presença de 80 expositores, incluindo nove operadores turísticos, 60 agências de viagens, duas empresas de rent-a-car, companhias aéreas e DMC.

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Sustentabilidade, qualificação profissional e desenvolvimento em destaque da reunião do GT de Turismo do G20

Qualificação profissional, sustentabilidade e formas de financiamento para o desenvolvimento do setor, foram alguns dos temas debatidos na 3ª Reunião do Grupo de Trabalho (GT) de Turismo do G20, realizada no Rio de Janeiro. O encontro reuniu cerca de 20 delegações dos países que integram o grupo das maiores economias mundiais. O Ministério do Turismo do Brasil é o coordenador do grupo.

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A secretária executiva da pasta, Ana Carla Lopes, ressaltou que “encontros como estes são essenciais para fortalecer os laços entre nossas nações, promover um entendimento mais profundo das nossas culturas e economias, além de possibilitar o compartilhamento de experiências que irão impactar em debates importantes, como a ampliação da participação feminina no setor turístico, o desenvolvimento de um turismo acessível para pessoas com deficiência, mais sustentável, ou melhor, mais responsável. Aquele que é bom para o turista, para o meio ambiente e, principalmente, bom para os moradores”, disse.

Durante o encontro, a qualificação profissional foi destacada como essencial para a melhoria dos serviços turísticos, aumento da competitividade e geração de empregos e renda. O grupo reforçou a necessidade de investimentos para promover a educação turística e o desenvolvimento de competências. O debate sobre sustentabilidade trouxe à tona a necessidade de práticas que minimizem o impacto ambiental do turismo, promovendo um equilíbrio entre o crescimento econômico e a preservação do meio ambiente.

“A troca de experiências e conhecimentos entre os nossos países e organizações é fundamental para avançarmos, juntos, na construção do turismo que o mundo precisa e merece: mais inclusivo e responsável”, finalizou a secretária executiva, Ana Carla Lopes.

O chefe da Assessoria Especial de Relações Internacionais do Ministério brasileiro do Turismo, Heitor Kadri, falou sobre os resultados obtidos no encontro. “Conseguimos chegar a resultados concretos, fechar documentos que irão compor a decisão dos líderes no final do ano”, disse, apontando que “o Brasil conduziu da melhor forma possível, teve a parceria dos demais países e tenho a certeza de que as nossas discussões vão melhor a orientar as políticas internacionais do Turismo”, concluiu.

O encontro também foi uma oportunidade para avaliar as discussões e avanços do Grupo de Trabalho de Turismo do G20 entre os anos de 2010 e 2023, garantindo o apoio e a continuidade das ações estratégicas da cúpula. A reunião contou com a presença de entidades internacionais, como a ONU Turismo, o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que trouxeram contribuições com suas perspectivas e expertise no setor.

Recorde-se que a primeira reunião de ministros do Turismo do G20 ocorreu em 2010, convocada pelo governo sul-africano, quando era chamada de T20. No mesmo ano, sob a presidência sul-coreana, foi realizado o segundo encontro para discutir a contribuição do setor para o crescimento económico e a criação de empregos.

O próximo encontro do grupo está agendado entre os dias 19 e 21 de setembro, em Belém do Pará, e contará com a participação de ministros do Turismo de outros países membros. Durante a presidência do G20 pelo Brasil, serão realizadas mais de 100 reuniões de grupos de trabalho. Em novembro ocorrerá a cúpula presidencial, no Rio de Janeiro.

A prioridade do Grupo de Trabalho de Turismo é estabelecer a promoção do desenvolvimento sustentável no setor turístico, com ações que envolvam a qualificação e a capacitação com foco na cooperação internacional e no fortalecimento das instituições multilaterais.

O desenvolvimento sustentável tem sido uma prioridade na agenda do G20 e o investimento na cooperação internacional e no fortalecimento das instituições multilaterais pode mitigar as assimetrias no setor turístico e promover práticas sustentáveis, inclusivas e inovadoras no setor.

O GT pretende realizar um trabalho integrado com a “Trilha de Finanças do G20”, com o intuito de procurar orientações sobre o financiamento do turismo e os bancos multilaterais, com o objetivo de fortalecer o setor como um vetor de desenvolvimento socioeconómico.

A plataforma online de boas práticas e o Painel de Turismo e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do G20 são ferramentas importantes para monitorar o progresso e impulsionar a contribuição do turismo para os ODS. O Brasil tem participado ativamente das discussões e contribuído para o desenvolvimento do setor nos países do G20.

 

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Jantar dos Eventos volta a reunir profissionais da indústria a 9 de julho

Porto volta a receber mais uma edição do Jantar dos Eventos, que é já um dos momentos de networking mais importantes do ano para os profissionais desta indústria. O local do evento mantém-se secreto, mas estão garantidas muitas surpresas para todos os participantes.

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O Jantar dos Eventos é uma das datas mais aguardadas pelos profissionais da indústria. Este ano, o encontro realiza-se a 9 de julho. O local, como habitualmente, será revelado apenas no próprio dia, sendo certo que acontecerá na cidade do Porto.

No ano passado, o evento realizou-se nos jardins do ISAG, no Porto, contando com mais de 600 participantes e a representação de mais de 20 áreas que atuam no setor, tais como catering, agências de comunicação e eventos, audiovisuais, artistas, hotéis e transportes.

À semelhança do que aconteceu em 2023, Filipe Trindade, um dos fundadores do Jantar dos Eventos e do Clube dos Eventos, estima que a edição deste ano registe “uma forte adesão de profissionais do setor”, a avaliar “pelo número de inscritos até ao momento”. As inscrições são limitadas e podem ser feitas em www.clubedoseventos.pt.

Estão já confirmadas as presenças de Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal e Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

O Jantar de Eventos é organizado pelo Clube dos Eventos. Networking e partilha de experiências são os ingredientes principais desde o início, em 2008, num encontro informal de profissionais da área, impulsionado por Filipe Trindade, do Centro de Congressos da Alfândega do Porto, Jorge Ferreira, da empresa Best Events, Francisco Viana Brito, dos hotéis NH, e João Cardoso, da New Audiovisuais.

 

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FITUR celebra 45.º aniversário com perspetivas de “casa cheia”

Marcada para 22 a 26 de janeiro de 2025, e com o México como país convidado, a organização da FITUR prevê um evento no qual serão “consolidados os recordes registados em todos os parâmetros em 2024”.

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A FITUR, Feira Internacional de Turismo, reunirá o mercado mundial do turismo, de 22 a 26 de janeiro, na IFEMA MADRID, num contexto de recuperação do turismo, prevendo uma “45.ª edição na qual serão consolidados os recordes registados em todos os parâmetros em 2024”.

Com um forte enfoque profissional, a FITUR representará toda a cadeia de valor do turismo e os países e destinos, o setor do alojamento, agências e operadores turísticos, empresas de tecnologia, meios de transporte e instituições de todo o mundo, e será uma montra para as últimas tendências do setor.

Nesta nova edição, com o México como país parceiro, a FITUR apresenta-se como “uma ferramenta fundamental ao serviço da dinamização do negócio turístico global, tendo a “criação e o intercâmbio de conhecimento como um fator-chave para a inovação, competitividade e sustentabilidade”.

A FITUR 2025 será, assim, um evento “multifacetado” que oferecerá uma variedade de benefícios para destinos e empresas do setor do turismo, com um com um foco consolidado no trabalho em rede, visibilidade global, vendas diretas e formação dos seus profissionais, impulsionando as empresas participantes, mas também o crescimento e a inovação de todo o setor e lançando as bases para o próximo ano turístico.

Para além disso, como parte da sua estratégia de ser uma plataforma chave de aceleração de negócios e know-how, em 2025 a Feira Internacional de Turismo mantém o seu compromisso com a especialização. Neste sentido, irá oferecerá conteúdos nos segmentos turísticos e anuncia a renovação das secções monográficas: FITUR 4all, que, na sua segunda edição, dá mais um passo em frente com a publicação do “Guía de Buenas Prácticas en Accesibilidad en el turismo by Fitur4all (Guia de Boas Práticas na Acessibilidade Turística); FITUR Cruises, dedicada ao mundo dos cruzeiros; FITUR Know-How & Export, destinada a promover a internacionalização do conhecimento turístico das empresas espanholas; FITUR LGTB+ e o seu enfoque na diversidade e a inclusão nos destinos; FITUR Lingua, que se centra nos desafios e oportunidades do turismo linguístico; a FITUR Screen e a crescente popularidade do turismo cinematográfico; FITUR Desporto, com o desporto como motivação para viajar, tanto para assistir a grandes eventos desportivos, bem como para a prática de desporto; FITUR Talent, com destaque para as pessoas, a gestão de talentos e a formação profissional como factores-chave para o crescimento do setor; FITUR TechY, com destaque para a tecnologia e inovação turística; e a FITUR Woman, que aborda a igualdade e o papel da mulher no emprego turístico.

Estes 10 espaços são complementados pela FITURNEXT como canal de compromisso responsável tanto do evento e do setor em geral, cujo desafio desta vez se centra em como o turismo pode contribuir para uma gestão alimentar sustentável. Também com Travel Technology, que reúne empresas de tecnologia de viagens de todo o mundo e que, após o seu crescimento de 23% em 2024, espera-se que mantenha um aumento mais sustentado.

María Valcarce, diretora da FITUR, refere que “depois de um 2024 em que a feira bateu recordes em todos os seus parâmetros, esperamos que nesta nova edição, que é tão especial por ser o 45.º aniversário, continuemos a consolidar a nossa influência global graças ao apoio dos setores público e privado e de todos os atores da cadeia de valor”. A diretora da FITUR conclui ainda que, “abrir o calendário anual das feiras de turismo é um privilégio e um desafio, e os números das organizações internacionais relativos ao primeiro semestre do ano permitem-nos estar otimistas”.

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“Meeting Forums” do Publituris contam já com 25 ‘buyers’ internacionais

A três meses dos “Meeting Forums” 2024 do Publituris, o evento conta já com 25 ‘buyers’ internacionais confirmados.

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Nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2024, o jornal Publituris vai organizar o seu evento MICE dirigido ao mercado internacional – “Portugal Meeting Forums by Publituris”.

A três meses da 8.ª edição deste evento, que conta com o apoio do Turismo de Portugal, TAP Air Portugal, Vila Galé Hotéis, MiceBuzz e YVU, estão já confirmados 25 buyers internacionais.

O objetivo é mostrar, divulgar e sublinhar Portugal como destino fundamental, na organização de eventos MICE, com foco exclusivo no mercado português, na sua diferenciação, oferta e mais-valia.

Os buyers internacionais já confirmados são:

TUI Centrum Podrozy Lodz Poland & UniTour Lodz (Polónia)
OGS SRL (Itália)
GI-Travel-Xcentive (Países Baixos)
YourTravel Business (Países Baixos)
Terramundus BV (Países Baixos)
Crossover Conferences & Events (Espanha)
Profi Reisen (Alemanha)
Blome & Pillardy Event GmbH (Alemanha)
Alliance Eurasia Travel (França)
Lufthansa City Center Almabus Business Travel (Polónia)
mach 2 Sports Tours Entertainment GmbH (Alemanha)
Alaman Consulting GmbH (Áustria)
VoyageExpert Events (Países Baixos)
International Biodeterioration and Biodegradation Society (Reino Unido)
Slupsky Event Management (Países Baixos)
Ayeyu Hola Afrika (Espanha)
Toy Family Treasures LLC (Alemanha)
Attentive (Espanha)
Henner Group (França)
Inter Travel Sport & Event AS (Noruega)
International Financial Cryptography Association (Países Baixos)
EF Tours Passports Tours usa Starbook voyages (França)
Eurazeo (França)
Cream Events and Travel (Alemanha)
Blue Travel & Events (França)

Do lado dos suppliers, estão já confirmadas as seguintes empresas:

Turismo de Portugal
Bomporto Hotels
Hard Rock Cafe
Savoy Signature
Portugal Green Travel (DMC)
WOW
Highgate Portugal
Pestana Hotel Group
Gr8 events
HF Hotels
Amazing Evolution
Sana Hotels
Bensaude Hotels
Açoreana DMC
Grupo Açorsonho Hotéis
Benfica Eventos
Parques de Sintra
TAP Air Portugal
Fita Preta Enoturismo
Nova SBE
Vila Gale Hotels
DP Tours
In Azores

O evento arranca no dia 1 de outubro, com a chegada dos buyers internacionais, seguido de um Cocktail Dinatoire no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos.

O segundo dia, 2 de outubro, será dedicado, em exclusivo, a reuniões, a realizar no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, com um working lunch. À noite, o jantar será num local emblemático na Costa do Estoril.

O último dia, 3 de outubro, suppliers & buyers terão oportunidade de ter um dia completo para visitar a região de Oeiras, palco deste evento, ao qual se seguirá uma famtrip, para os buyers internacionais, de dois dias à região do Alentejo, com alojamento e refeições incluídas.

Para saber mais sobre os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024 visite o site em: https://meetingforums.publituris.pt/2024/

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Cabo Verde Investment Forum vem a Portugal

O fórum Cabo Verde Investment, que se tem afirmado como o maior evento promocional do país, vai ter uma edição em Portugal, foi anunciado no Sal. No entanto, a página oficial do evento avança que será em novembro deste ano, em Lisboa.

Este ano, após a edição na ilha do Sal (dias 12 e 13 de junho), o Cabo Verde Investment Forum será realizado em Boston no próximo mês, em setembro no Brasil e, posteriormente, em Portugal. A garantia foi dada por José Almada, presidente da Cabo Verde Trade Invest, entidade que organiza o evento promovido pelo governo.

“Para além das edições nacionais, este ano nós vamos ter a oportunidade de internacionalização do evento, após o Sal, nós estaremos no próximo mês em Boston, em setembro teremos uma outra edição em São Paulo, e também teremos o Cabo Verde Investment Forum em Portugal”, disse, citado pela imprensa local. O turismo, como pilar económico maior de Cabo Verde, tem ocupado papel de destaque tanto nas palestras como nos encontros de negócios.

Partilhar as estratégias de desenvolvimento do governo e o estado do ambiente de negócios e da economia; promover oportunidades de investimento em sectores prioritários e emergentes; mobilizar recursos financeiros para a implementação de projetos, através da identificação de instrumentos financeiros disponíveis aos investidores; encorajar o estabelecimento de parcerias, conectando empresários que tenham projetos de investimento em Cabo Verde com potenciais investidores e financiadores; e demonstrar aos investidores não-residentes o potencial e os benefícios de investir em Cabo Verde, e o seu papel como a “Plataforma do Atlântico Médio para a economia mundial”, são os propósitos do evento, que conta com sessões plenárias, sessões temáticas (oportunidades de investimento) e encontros de negócios.

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