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Destinature investe na valorização do birdwatching no Centro de Portugal

Com um investimento de perto de 430 mil euros, o projeto Destinature tem como objetivo valorizar o potencial turístico da observação de aves na região Centro de Portugal.

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Com um investimento de perto de 430 mil euros, o projeto Destinature tem como objetivo valorizar o potencial turístico da observação de aves na região Centro de Portugal.

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A Destinature – Agência para o Desenvolvimento do Turismo de Natureza viu aprovado o projeto iNature Birdwatching que candidatou à Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, enquadrada no Programa Valorizar promovido pelo Turismo de Portugal.

Com o objetivo de valorizar o potencial turístico da observação de aves na região Centro de Portugal, esta iniciativa vai dinamizar um trabalho em rede que envolve os territórios do Vale do Côa, Serra da Malcata, Serra da Estrela, Paul do Boquilobo, Serras D’Aire e Candeeiros, Mata do Bussaco, Serra da Lousã, Vouga-Caramulo, Serra da Gardunha e Geopark Naturtejo.

Com execução prevista até agosto de 2023, o projeto prevê o desenvolvimento de uma rede de estruturas de observação, assim como a produção de conteúdos e soluções de interpretação.

Estas propostas de visitação serão ativadas através de um calendário de animação de forte natureza pedagógica – com saídas de campo e sessões de anilhagem – assim como um programa de formação de guias, com o objetivo de capacitar os operadores para este produto turístico de grande relevância económica e com grande potencial de contribuir para a sustentabilidade do setor e dos territórios.

O projeto iNature Birwatching representa um investimento global de quase 430 mil euros, e conta com um incentivo de 70% (no montante de perto de 300 mil euros) assegurado pelo Turismo de Portugal.

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Governo apoia empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios com 10 milhões de euros

Além das três linhas de apoio apresentadas pelo Governo, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…” que irá incidir em meios digitais no mercado nacional e internacional.

O Governo lançou, em Manteigas, no distrito da Guarda, três linhas de apoio no valor global de 10 milhões de euros para as empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios do verão.

No âmbito do plano de apoio e recuperação económica das zonas do país mais afetadas pelos incêndios, o Turismo de Portugal apresentou nesta vila do coração da serra da Estrela, numa sessão que contou com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, as linhas de apoio às empresas e aos territórios afetados pelos incêndios e uma campanha promocional de aldeias e vilas do interior intitulada “Grandes em…”.

As três ajudas financeiras que constam da resolução aprovada pelo Conselho de Ministros, disponibilizam três milhões de euros para apoio à tesouraria das empresas, cinco milhões de euros para a qualificação da oferta e dois milhões de euros para transformar o turismo no território (para entidades públicas e também de natureza associativa).

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, referiu que “a resolução do Conselho de Ministros inclui várias medidas, de várias áreas”, e, em Manteigas, foi apresentada a parte “relativa à área do Turismo, que encerrava quatro dimensões (as três linhas de apoio e a campanha promocional)”.

Segundo a SETCS, os instrumentos disponibilizados são “muito competitivos”, são “bastante interessantes” e correspondem às preocupações que os empresários demonstraram numa reunião realizada recentemente em Manteigas.

Rita Marques assumiu que tem “muitas” e “boas” expectativas em relação ao aproveitamento das verbas pelos empresários do setor do turismo.

Na mesma sessão, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…”, que aposta na divulgação de aldeias e vilas do interior e mostra as especificidades dos diferentes territórios, em particular dos mais afetados pelos incêndios, nomeadamente a serra da Estrela.

A campanha vai ser feita através de meios digitais no mercado nacional e internacional, a começar por Espanha, referindo o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, que a iniciativa visa “colocar aldeias e vilas nos destinos turísticos do mundo” e que as medidas pretendem “repor a normalidade” da atividade turística nos territórios e “aumentar a sua resiliência”.

Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, disse na sessão que as medidas expostas são “importantes” para a região e “uma oportunidade para que o território seja mais competitivo e atrativo”.

Já o presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, anunciou que aquela entidade está a preparar um plano de promoção da região, que não se restringe apenas aos seis concelhos afetados pelos incêndios, mas a toda a sua área.

Por sua vez, o autarca de Manteigas, Flávio Massano, afirmou que a serra da Estrela é “uma das principais marcas” do país e o seu território “está vivo”.

Recorde-se que o grande incêndio na serra da Estrela deflagrou no dia 6 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco) e rapidamente alastrou a outros concelhos da zona da serra da Estrela. De acordo com os dados oficiais, este fogo consumiu 28 mil hectares do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), sendo que o Governo aprovou a declaração de situação de calamidade para este território, a qual vigora durante um ano.

Já no dia 15 de setembro, o Governo tinha aprovado medidas no valor de 200 milhões de euros para aplicar nos concelhos com maior área ardida este ano em Portugal. Além dos municípios da serra da Estrela (Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia), também são elegíveis para estes apoios os municípios de Carrazeda de Ansiães (Bragança), Mesão Frio (Vila Real), Murça (Vila Real), Vila Real, Albergaria-a-Velha (Aveiro), Alvaiázere (Leiria), Ansião (Leiria) e Ourém (Santarém).

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Lisboa é a segunda cidade europeia mais barata para uma escapadinha

Apesar do aumento dos preços no alojamento indicado pelo “City Costs Barometer”, Lisboa aparece em segundo lugar como cidade mais barata para um city-break para os viajantes britânicos.

A cidade de Lisboa aparece em segundo lugar no ranking “City Costs Barometer” da Post Office Travel Money como cidade europeia mais barata para uma “city break”, depois de comparadas as 20 cidades europeias que os turistas do Reino Unido nomearam como principal escolha para visitar.

No “City Costs Barometer”, a capital portuguesa aparece atrás de Atenas, indicando a análise que, pela primeira vez em 15 anos, as “city breaks” na Europa Ocidental são mais baratas que as congéneres mais a Leste.

Lisboa apresenta um custo, para uma estadia de fim de semana (dois dias) num hotel de três estrelas, com um jantar para duas pessoas e algumas atividades, de 218 libras (cerca de 248 euros). Contudo, a análise do barómetro da Post Offide Travel Money refere que “os preços na capital portuguesa subiram 21% desde o ano passado, com o custo de duas noites de alojamento a subir de 73 libras (pouco mais de 85 euros), em setembro de 2021, para as atuais 115 libras (cerca de 130 euros)”.

Já Atenas, que apresenta um valor de 207 libras (cerca de 235 euros) para a mesma escapadinha, viu os preços caírem 15% em relação ao ano anterior.

Lisboa também aparece em segundo lugar quando analisado o preço (mais baixo) para uma refeição (de três pratos), apresentando um preço de 41 libras (cerca de 47 euros), enquanto a líder Atenas não vai além das 39 libras (cerca de 44 euros). Estes valores estão muitos distantes das 139 libras (cerca de 158 euros) apresentados por Estocolmo na Suécia.

Entre os top 10 do “City Costs Barometer” figuram ainda as seguintes cidades: Cracóvia (Polónia) com 249 euros; Riga (Letónia), com 251 euros; Budapeste (Hungria), com 252 euros; Praga (Rep. Checa), com 283 euros; Madrid (Espanha), com 340 euros; Berlim (Alemanha), com 361 euros; Dubrovnik (Croácia), com 362 euros; e Roma (Itália), com 395 euros.

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APENO lança fóruns regionais para debater enoturismo

A APENO vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional. O arranque está marcado para o próximo dia 19 de outubro, em Torres Vedras, numa iniciativa que decorrerá ao longo de 2022 e 2023.

A Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) e a Ageas Seguros, em parceria com as Comissões Vitivinícolas Regionais nacionais (CVR), vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional e que irão realizar-se em 2022 e 2023 em vários pontos do país.

O arranque destes fóruns acontece no dia 19 de outubro, com o Fórum Regional de Enoturismo de Lisboa, nos Paços do Concelho, em Torres Vedras.

“Descentralizar tem sido a palavra-chave da APENO e da Ageas Seguros para se fazer mais e melhor pelo enoturismo em Portugal. Por isso, a missão, desta vez, é abrir portas a ciclos de debates, em que o foco é discutir o melhor e o pior do enoturismo nacional, com o intuito de se encontrarem soluções para fazer crescer ainda mais um setor já de si em franca expansão, mas com muito mais ainda para dar em território português”, refere a associação em comunicado.

João de Almeida, a presidente da APENO, considera que, dois anos depois da criação da associação, “fala-se muito de enoturismo, mas ainda ninguém tem definições nem números que ajudem a compreendê-lo, entre outras questões que têm de ser debatidas”. Por isso, diz, “a APENO tem estado focada em resolver estas questões e em criar bases sólidas de trabalho para que Portugal seja considerado uma região de referência no enoturismo a nível mundial”.

Já Francisco Toscano Rico, presidente da CVR de Lisboa, refere que “é no enoturismo que reside o maior potencial para crescermos em valor”; considerando que o Fórum Regional de Enoturismo, com a sua componente formativa especializada e a partilha de conhecimento por quem trabalha a temática dos territórios “é uma excelente oportunidade para as empresas reforçarem as suas competências nucleares num momento em que o enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos de Lisboa está a crescer a um ritmo quase frenético”, afirma Francisco Toscano Rico, Presidente da CVR de Lisboa.

Os próximos fóruns já estão agendados e serão realizados na Região da Península de Setúbal, no dia 31 de outubro de 2022; e na Região Tejo, no dia 7 de novembro de 2022, com as datas dos próximos eventos nas restantes regiões vitivinícolas nacionais a serem divulgadas em breve.

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TripWonder estreia-se em Lisboa

A nova plataforma online que quer revolucionar a forma como viajamos, TripWonder, acaba de chegar a Lisboa.

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Com uma aposta em itinerários personalizados e na experiência e conhecimentos de pessoas locais, a TripWonder, que se estreia em Lisboa, quer mudar a forma como se viaja e como se experiência cada destino.

A nova plataforma promete, assim, mostrar os lugares mais escondidos de uma cidade, pouco turísticos que merecem mesmo a pena visitar, as melhores atrações para quem quer fugir das enchentes de turistas, ou que restaurantes recomendam os locais.

Para tal, isso, a startup portuguesa conta com uma plataforma com dezenas de “Locals” (pessoas locais) que a ajudam a garantir uma experiência totalmente personalizada e genuína, mesmo antes da chegada ao destino. No site da Tripwonder os “Travelers” poderão encomendar itinerários com base numa vasta seleção de interesses escolhidos por si previamente. Com essa informação os Locais registados na plataforma preparam as recomendações perfeitas com os conhecimentos de quem melhor conhece o destino.

Numa primeira fase, a startup decidiu apostar na cidade de Lisboa para lançar a sua nova plataforma online e conta já com mais de 26 lisboetas dispostos a desvendar todos os segredos da cidade.

Para quem está a pensar visitar a capital portuguesa, basta entrar no site da TripWonder, preencher o formulário com as informações necessárias, incluindo o destino, duração da viagem, categorias de interesse e orçamento, e a seguir é só selecionar um “Local” para desenhar o itinerário perfeito para a sua estadia.

A plataforma oferece ainda uma opção de criação de itinerários urgentes para pedidos de última hora que garantem um roteiro personalizado em apenas 24h.

 

 

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África quer transformar o turismo para crescimento e oportunidades

A África compromete-se a repensar o setor do turismo e o seu papel central na condução do crescimento e das oportunidades em todo o continente.

A 65ª sessão da Comissão Regional da OMT para África, que reuniu cerca de 25 Ministros do Turismo e representantes de alto nível de 35 países, bem como líderes do setor privado, teve lugar na Tanzânia. Poucos dias após a OMT celebrar o Dia Mundial do Turismo, o encontro abraçou o tema desse dia de ‘ Repensar o Turismo’ , com foco em inovação, branding, emprego e educação e parcerias.

No seu discurso de boas-vindas, o Secretário-Geral da OMT, Zurab Pololikashvili destacou “o turismo em África tem uma longa história de recuperação. E mostrou a sua resiliência novamente. Muitos destinos estão relatar fortes números de chegadas, mas devemos olhar além dos números e repensar como o turismo funciona para que o nosso setor possa aproveitar o seu potencial único de transformar vidas, impulsionar o crescimento sustentável e oferecer oportunidades em toda a África”.

A reunião da Comissão Regional da África foi realizada no momento em que a recuperação do turismo está em andamento em todo o continente.

De acordo com os dados mais recentes da OMT, nos primeiros sete meses do ano, as chegadas internacionais em toda a África aumentaram 171% em relação aos níveis de 2021, impulsionadas em grande parte pela procura regional.

Para ajudar os membros a capitalizar a retoma do setor e construir maior sustentabilidade e resiliência, a OMT está a priorizar empregos e formação juntamente com investimentos maiores e mais direcionados ao turismo.

As discussões na reunião da Comissão centraram-se na recuperação imediata e a longo prazo do turismo em todo o continente, inclusive através da redefinição do roteiro da Agenda da OMT para África 2030. Os principais tópicos destacados pelos participantes de alto nível incluíram a aceleração do turismo para o crescimento inclusivo, o avanço da sustentabilidade do setor e o papel das parcerias público-privadas para alcançar esses dois objetivos.

Paralelamente, também foi discutida a maior relevância da conectividade aérea, incluindo viagens aéreas de baixo custo no continente, bem como a necessidade premente de apoiar as pequenas e médias empresas na obtenção das ferramentas digitais e do conhecimento de que precisam para competir.

 

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Mundial do Qatar impulsiona reservas de voos para a região do Golfo

As reservas para a região do Golfo estão a registar um crescimento exponencial para o período do Mundial de Futebol que se realiza de 20 de novembro a 18 de dezembro, no Qatar.

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O Campeonato do Mundo de Futebol do Qatar, a realizar de 20 de novembro a 18 de dezembro, está a impulsionar as reservas para o país do Médio Oriente, segundo indica uma análise realizada pela ForwardKeys.

Os números da consultora mostram que as reservas provenientes dos 31 países que participam no Mundial organizado pela FIFA para o Qatar, bem como para os Emirados Árabes Unidos (EAU), onde muitos dos fãs irão permanecer durante o evento, estão 10 vezes acima dos níveis pré-pandemia.

Em termos de crescimento, o país de origem com performance mais forte, para o período em que decorre a prova, são os Emirados Árabes Unidos, com um aumento 103 maior que no ano de 2016, ano que serve de benchmark, já que entre 2017 e 2021 as viagens entre os dois destinos estavam canceladas devido a uma crise diplomática.

Em segundo lugar, aparece o México, com uma procura 79 maior que no mesmo período de 2019, seguido da Argentina (+77 vezes) e Espanha (+53 vezes).

A forte performance dos EAU é explicada pela falta de alojamento no Qatar, esperando-se que muitas pessoas permaneçam nos EAU e voem durante o dia para o Qatar em dias de jogos. Atualmente, as viagens de um dia representam 4% de todas as chegadas ao Qatar durante o Campeonato do Mundo, 85% das quais têm origem nos Emirados Árabes Unidos.

Apesar da exigência de apresentar um teste COVID-19 negativo para entrar no Qatar, a popularidade do torneio é tanta que já foram feitas milhões de buscas online por voos para o país organizador do Mundial nos primeiros nove meses do ano. Segundo as contas da ForwardKeys, 12% são para viagens com origem nos EAU, 12% dos EUA, 7% de Espanha, 7% da Índia, 6% do Reino Unido e 6% da Alemanha.

O torneio, que se realiza pela primeira vez no Médio Oriente, “beneficiará toda a região do Golfo, já que as reservas de voos para os países da região durante toda a competição estão atualmente 16% acima do normal, enquanto para a fase de grupos as reservas estão 61% acima”, refere a ForwardKeys em nota de imprensa.

Uma análise mais aprofundada revela que muitos visitantes que se deslocam ao Campeonato do Mundo também estão a viajar para outros destinos na região. A ForwardKeys indica que “o número de viajantes que fica pelo menos duas noites no Qatar e, pelo menos mais duas noites noutro país da região do Golfo, é 16 vezes maior do que antes da pandemia em 2019”.

O Dubai é, de longe, o maior beneficiário dessa tendência, captando 65% das visitas, seguido de Abu Dhabi (14%), Jeddah (8%), Mascate (6%) e Medina (3%). Já o mercado de origem mais importante para estes “turistas regionais” são, segundo a análise da ForwardKeys, “os EUA, que é responsável por 26% das visitas, seguidos do Canadá (10%), Reino Unido (9%) e França, México e Espanha, cada um com 5%”.

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Turismo de Portugal vence European Enterprise Promotion Awards

O Turismo de Portugal venceu o 1.º Prémio Nacional dos European Enterprise Promotion Awards – EEPA, na categoria de “Empreendorismo Responsável e Inclusivo”, em reconhecimento pela importância do selo Clean & Safe.

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O Turismo de Portugal venceu o 1.º Prémio Nacional dos European Enterprise Promotion Awards – EEPA, na categoria de “Empreendorismo Responsável e Inclusivo”, distinção que foi entregue ao instituto pelo lançamento do selo Clean & Safe, que surgiu durante a pandemia, como um instrumento de gestão de crises.

“O prémio reconhece o projeto como uma iniciativa pioneira e inovadora que tem contribuído de forma decisiva para a projeção e afirmação de Portugal como destino seguro”, indica o Turismo de Portugal, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira, 10 de outubro.

Criado pelo Turismo de Portugal em 2020, o selo Clean & Safe pretendia “distinguir as atividades turísticas que assegurassem o cumprimento de requisitos de higiene e limpeza para prevenção e controlo do vírus COVID-19 e de outras eventuais infeções”.

A par do selo, foi também desenvolvida uma plataforma de gestão do projeto que registava e disponibilizava as respetivas adesões, tendo sido ainda delineado e concretizado um programa de formação e capacitação dirigido a todos os aderentes e que atingiu mais de 42 500 pessoas.

“Em plena crise pandémica, este projeto revelou-se mais do que uma mera ferramenta de preparação das empresas do setor do turismo para responder à emergência de saúde pública, assumindo um papel essencial na retoma da atividade turística e na manutenção da excelência de Portugal enquanto destino turístico”, considera o Turismo de Portugal, lembrando que este selo ultrapassou os 23.000 aderentes.

Em junho do ano passado, passou a estar também disponível uma versão do selo que funciona enquanto instrumento de “gestão de crises” e que mantém o foco na questão sanitária, mas que passou a prever “outras eventuais crises de saúde pública”, a exemplo de outras pandemias, assim como uma nova dimensão de segurança transversal às atividades turísticas, que abrange possíveis situações de risco decorrentes de incêndios rurais, inundações, sismos ou tsunamis, bem como de constrangimentos internacionais, como o cibercrime.

Recorde-se que os EEPA distinguem boas práticas de promoção do empreendedorismo na Europa e servem de inspiração para os agentes, quer a nível nacional, quer a nível europeu, por atuarem ativamente na criação de um ecossistema coletivo promotor do desenvolvimento empresarial.

Lançados pela Comissão Europeia em 2005, estes prémios são, mais que um simples concurso de empreendedorismo, uma iniciativa alinhada com as prioridades da estratégia Europa 2020.

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Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema vai ser reforçado com 2ME

A proposta de Orçamento de Estado (OE) entregue, esta segunda-feira, pelo Governo na Assembleia da República, prevê o reforço de dois milhões de euros ao Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema, que vai estar dotado de 14 milhões de euros em 2023.

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Segundo apurou a Lusa, a proposta do OE para 2023, entregue no parlamento e disponibilizada no `site` daquela instituição, prevê a “transferência de uma verba até ao montante de 12 milhões de euros, proveniente do saldo de gerência do Turismo de Portugal, com origem em reembolsos de beneficiários de fundos europeus, e de uma verba de dois milhões de euros, proveniente do Fundo de Fomento Cultural, para aplicação no reforço do capital do Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema”.

A notícia da Lusa revela ainda que a intenção de o Governo reforçar o Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema, que prevê incentivos a produtoras estrangeiras que queiram filmar em Portugal, tinha sido anunciada em 11 de agosto pelo ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva. No entanto, o orçamento disponível para 2022 já tinha sido esgotado.

Segundo a mesma fonte, este ano houve 43 candidaturas a incentivos fiscais para filmagens em Portugal, no âmbito do Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema (FATC), tendo sido atingido o teto máximo de 12 milhões de euros orçamentados para 2022.

Este mecanismo de financiamento recente, no âmbito do FATC, prevê incentivos às produtoras estrangeiras que queiram fazer filmes, séries ou outras obras audiovisuais em território português e com envolvimento de produtoras nacionais.

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ACTEP considera este um “bom momento” para agências de viagens de Portugal apostarem no turismo ‘outbound’ chinês

Para Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), esta é a “oportunidade certa” para aposta no turismo ‘outbound’ chinês.

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A poucos dias da realização do 20.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (CPC), a partir do dia 16 deste mês, Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), salienta que a China “abre portas à entrada de agências de viagens portuguesas no seu importante mercado turístico de ‘outbound’”. A associação afirma ainda, em comunicado, que “o ajustamento político das agências de viagens estrangeiras na China é um sinal positivo de que a China está disposta a abrir ainda mais o mercado turístico de ‘outbound’ e reforçar as ligações com o resto do mundo, incluindo Europa e Portugal”, destacando a “oportunidade que será para as agências de viagens portuguesas”.

De acordo com o responsável da associação, as agências de viagens com investimento estrangeiro, que estejam já estabelecidas ou venham a estabelecer-se em Pequim, Xangai ou Chongqing, estão agora autorizadas a organizar operações turísticas para chineses viajarem para fora.

Esta decisão advém de uma decisão que o Conselho de Estado da China aprovou no dia 8 de outubro, relativa ao ajuste provisório de certas disposições do regulamento sobre a atividade das agências de viagens, que se manterão em vigor até 8 de abril de 2024.

Embora o turismo ‘outbound’ da China ainda esteja suspenso, Yong Liang considera que esta abertura é um sinal “muito positivo”, indicando que a China irá expandir ainda mais o seu mercado de ‘outbound’ e está disposta a “fortalecer ainda mais as ligações com o resto do mundo, incluindo a Europa e Portugal”, refere o presidente da ACTEP.

As agências de viagens com capital estrangeiro vão poder implementar o sistema de licenciamento para os turistas chineses viajarem para o estrangeiro, embora para obter as necessárias qualificações empresariais precisem de cumprir determinadas condições, designadamente a necessidade de um período prévio de dois anos de operação no país.

Por isso, Yong Liang admite que “este é um bom momento para as agências de viagens de Portugal com forte vontade de se expandir para o enorme mercado turístico chinês”, frisando que a criação de agências de viagens na China “não só pode proporcionar oportunidades para as empresas de turismo portuguesas organizarem turistas chineses para viajarem em Portugal e noutros países da Europa, mas também expandir-se mais na área do recetivo, quando turistas portugueses e de países de língua portuguesa forem à China para turismo”.

Contudo, e uma vez que o turismo de ‘outbound’ da China ainda não está aberto, o impacto direto deste ajustamento “não será imediato”, salienta o presidente da ACTEP. Mas, conclui, “agora é a oportunidade certa, depois, pode ser demasiado tarde para entrar, quando a epidemia diminuir”, manifestando a disponibilidade da ACTEP para ajudar as agências portuguesas nestes processos.

De resto, Yong Liang recorda que a China foi, antes da pandemia, “o maior mercado turístico do mundo e voltará a sê-lo em poucos anos”. “Todo o esforço promocional que a ACTEP agora fez será muito útil para garantir que Portugal está bem posicionado para esta recuperação, razão pela qual queremos envolver as autoridades turísticas portuguesas, nacionais e regionais e as agências de viagens portuguesas neste esforço”, conclui Yong Liang.

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Vale do Lobo Wine Connection Tasting Experience em 2ª edição nos dias 22 e 23

Já estão confirmados mais de 40 expositores para a segunda edição do Vale do Lobo Wine Connection Tasting Experience, que terá lugar nos dias 22 e 23 deste mês.

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Este evento, que junta no mesmo espaço produtores e distribuidores de vinhos, bebidas espirituosas e produtos regionais, decorre no Auditorium de Vale do Lobo, no Algarve, nos dias 22 e 23 de outubro, entre as 16h00 e as 22h00.

Com mais de 40 expositores já confirmados, oriundos das várias regiões do país, o evento promete uma experiência de degustação de exceção, com a apresentação das últimas novidades e colheitas especiais de vinho nos dois dias do certame.

Após o que diz ter sido uma primeira edição de sucesso, em 2019, o Vale do Lobo Wine Connection Tasting Experience reserva em 2022 novidades para todos os gostos e preferências. Este evento foi especialmente desenvolvido a pensar não só nos verdadeiros apreciadores e profissionais da área, mas também no público em geral, que tem desta forma a oportunidade de conhecer, descobrir, degustar e adquirir as distintas propostas dos expositores presentes.

A nova edição inclui um serviço de catering da empresa Algarve Fine Food, disponível na área de foodcourt do evento, com muitas opções de petiscos, iguarias e sabores tradicionais. Outro dos atrativos do evento será a música ao vivo.

O “II Vale do Lobo Wine Connection Tasting Experience” integra o programa de eventos do resort algarvio de 2022, que inclui concertos ao ar livre, espetáculos exclusivos, mercados temáticos, bem como diversos eventos desportivos, atividades e experiências para famílias.

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