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TAP lança ponte aérea entre o Funchal e Lisboa

Nova ponte aérea Funchal-Lisboa conta com cinco voos por dia, que passam a sete a partir de 28 de março.

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A TAP abriu esta segunda-feira, 14 de fevereiro, uma nova ponte aérea entre o Funchal, na Madeira, e Lisboa, disponibilizando cinco voos por dia em cada sentido, que passam a sete a partir de 28 de março, informou a companhia aérea de bandeira nacional.

De acordo com a TAP, com esta nova ponte aérea, os passageiros passam a contar com “maior frequência de voos, uma grande flexibilidade na alteração das reservas no próprio dia e maior conforto”, até porque têm acesso à fast track no aeroporto de Lisboa e podem realizar o check-in até 45 minutos antes da partida do seu voo.

“Com esta oferta alargada de voos, a TAP corresponde às necessidades de transporte aéreo dos madeirenses e permite ligações otimizadas no hub de Lisboa a voos de e para outros destinos da rede TAP, potenciando também, dessa forma, o aumento da procura turística para a Madeira”, destaca a TAP no comunicado divulgado.

Até 28 de março, mantêm-se em vigor os horários atuais, sendo que, a partir dessa data, passam a existir voos com partida do Funchal às 05h15, 06h05, 09h50, 12h35, 16h00, 19h25 e 22h25, enquanto, em sentido contrário, há partidas de Lisboa pelas 07h15, 10h00, 13h25, 16h50, 19h50, 22h10 e 23h25.

Para assinalar o lançamento da nova ponte aérea entre o Funchal e Lisboa, a TAP lançou preços desde 59 euros para voos de ida-e-volta cujas vendas tenham lugar entre 17 e 23 de fevereiro, para viagens entre 1 de março e 30 de junho.

 

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TAP mantém liderança nos passageiros transportados entre o Brasil e a Europa

Desde o início do ano, a TAP já transportou 1.140.800 passageiros nas rotas entre a Europa e o Brasil, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

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A TAP manteve-se como a companhia aérea líder no transporte de passageiros entre o Brasil e a Europa e, desde o início do ano, já transportou 1.140.800 passageiros, “duas vezes mais que a segunda colocada no ranking”.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de bandeira nacional destaca o período de julho a setembro, em que a foram transportados mais de 500 mil passageiros, o que corresponde a “um aumento de 223% em relação ao ano anterior”.

A TAP destaca ainda a performance do mês de setembro, ao longo do qual realizou 1.318 voos de e para o Brasil, o que representa “92% em relação ao mesmo mês de 2019, ou seja, período pré-pandemia”.

“Com menos oferta de lugares que em 2019, em setembro, a TAP transportou 97% dos passageiros do período homólogo de 2019”, sublinha a companhia aérea na informação divulgada, revelando que, no Brasil, a TAP já está com cerca de 85% da capacidade em relação ao período anterior à pandemia e pretende chegar aos 90% até ao final do ano.

A companhia aérea de bandeira nacional reafirma o seu compromisso com o Brasil e diz que este continua a ser “um dos mercados prioritários para a TAP”, motivo pelo qual vai continuar a investir, até ao final do ano, no atendimento a passageiros brasileiros, uma vez que, defende a transportadora, este é um “diferencial” que  mantém a TAP como a principal companhia aérea internacional nas ligações entre Brasil e Europa.

Recorde-se que a TAP conta atualmente com voos diretos entre Lisboa e São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, aos quais se juntam ainda os voos entre o Porto e São Paulo e o Rio de Janeiro, num total de 13 rotas diretas entre Portugal e Brasil.

 

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ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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Azul encomenda três aviões A330neo

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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A Azul realizou uma encomenda de três aparelhos A330neo, aviões que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, vão permitir “expandir ainda mais” a rede internacional da transportadora aérea e “complementar as suas operações”.

“Estamos muito satisfeitos por ter garantido mais três aeronaves de fuselagem larga da próxima geração da Airbus, o que garante a transformação completa da nossa frota da velha geração para a nova geração. Estamos focados em manter a nossa frota de fuselagem larga estável enquanto, ao mesmo tempo, usufruímos da economia de combustível dessas aeronaves”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Recorde-se que os novos aviões A330neo oferecem custos operacionais mais baixos e um menor impacto ambiental, uma vez que combinam a tecnologia aprimorada do A350 com motores Rolls-Royce Trent 7000 altamente eficientes.

O A330neo distingue-se também pela cabine, que conta com uma área de boas-vindas redesenhada, iluminação ambiente aprimorada, compartimentos suspensos maiores e modernos e novos projetos de janelas e lavatórios. 

A Azul voa atualmente para mais de 150 destinos no Brasil, assim como para os EUA, Europa (incluindo voos desde São Paulo para Lisboa) e América do Sul, tendo recebido o seu primeiro avião A330neo em 2019.

Atualmente, a companhia aérea brasileira opera 12 aparelhos da família A330, incluindo cinco A330neo, que vão passar a oito quando os aparelhos agora encomendados forem entregues à transportadora brasileira.

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Aumento dos custos e falta de pessoal são os maiores problemas para a indústria dos cruzeiros

Além das questões relacionadas com a sustentabilidade e os impactos ambientais, o aumento dos custos e a falta de trabalhadores estão a a afetar a indústria dos cruzeiros.

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A 12.ª edição do International Cruise Summit (ICS), realizada nos dias 15 e 16 de novembro, em Madrid, colocou o foco nos problemas globais relativos ao aumento dos custos e na falta de trabalhadores que estão a afetar a indústria dos cruzeiros.

Com a indústria dos cruzeiros a registar uma recuperação da atividade em 2022, embora os níveis de ocupação ainda tenham ficado abaixo do período pré-pandémico, nos últimos três anos foram incorporados novos navios de grande capacidade com as últimas tecnologias no que diz respeito ao meio-ambiente, substituindo navios mais antigos, pequenos e ineficientes, de forma a dar espaço para as novas unidades.

Apesar dos níveis de ocupação não terem recuperado totalmente e de haver mais lugares disponíveis, as companhias de navegação estão empenhadas em não baixar os preços, o que, segundo as conclusões a que se chegou no ICS, “desvalorizaria um produto que oferece uma relação qualidade/preço excecional, e que também enfrenta uma subida de custos de combustível nunca antes vistos”.

Assim, combater os mitos que prejudicam a reputação dos navios de cruzeiro é um objetivo de curto e médio prazo, destacando não apenas a sua segurança sanitária, mas também o compromisso com a redução do impacto ambiental e o valor para os destinos, onde cada passageiro de cruzeiro produz uma despesa de 750 dólares (cerca de 720 euros) numa semana de cruzeiro.

Outras das conclusões retiradas da cimeira diz respeito à falta de voos ou frequências em determinadas rotas que se mantém, optando-se por mais portos de embarque, bem como pelo transporte de passageiros em comboio ou mesmo autocarro.

O fenómeno da escassez ocorre, de resto, em várias áreas da cadeia de fornecimento, desde a escassez de autocarros, motoristas e guias turísticos para excursões, à dificuldade em encontrar pessoal que queira trabalhar a bordo e nas operações portuárias. No entanto, a indústria espera que a normalidade seja restabelecida à medida que a atividade económica continua a evoluir.

A sustentabilidade, “um autêntico mantra” para as empresas de cruzeiros, levou-as mesmas a construírem navios com as últimas tecnologias em redução de emissões, purificação de água, programas de redução de plásticos descartáveis, papel e separação para reciclagem, tendo ampliando a sua influência, inclusivamente, aos próprios escritórios das empresas, mas também nos destinos, onde se procura uma abordagem holística que inclua não só as boas práticas ambientais ao nível do porto, mas também ao longo da cadeia de valor do destino, ou seja, nos operadores turísticos, transportes, locais a visitar ou empresas de atividade.

Além disso, as companhias estão também a investir na pesquisa de novas fontes de energia, como hidrogénio, amónia ou metanol, com protótipos projetados para entrar em operação nos próximos anos.

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Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais teve em setembro a menor diferença face aos níveis pré-pandemia

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram 5,9 milhões de passageiros, número que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, naquela que foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”, segundo o INE.

Inês de Matos

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram o movimento de 5,9 milhões de passageiros, número que traduz um crescimento de 63,1% face a mês homólogo de 2021 e que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, o que leva o Instituto Nacional de Estatística (INE) a afirmar que esta foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”.

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 16 de novembro, pelo INE, em setembro de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 97,2 mil passageiros nos aeroportos nacionais (99,4 mil no mês anterior), número que também se aproximou “do valor observado em setembro de 2019 (98,3 mil)”.

No nono mês de 2022, os aeroportos nacionais contabilizaram também a aterragem de 21,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que traduz  uma subida de 33,3% face ao mesmo período de 2021, ainda que, em comparação com igual mês de 2019 se registe uma descida de 1,4% no número de aeronaves aterradas.

Dos passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em setembro, 80,7% corresponderam a tráfego internacional, quando em igual mês do ano passado representavam 76,9% do total, tendo a maioria dos passageiros sido provenientes do continente europeu (67,3% do total).

Já no que diz respeito aos passageiros embarcados, 81,1% corresponderam a tráfego internacional (77,4% em setembro de 2021), e o principal destino voltou a ser o continente europeu (69,0% do total).

O dados de setembro levam o INE a indicar que, “em 2022, tem-se verificado uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico,
com o mês de setembro a revelar a maior aproximação a 2019, até ao momento”.

Acumulado até setembro ainda abaixo de 2019

A recuperação é também visível nos dados relativos ao período acumulado entre janeiro e setembro de 2022, ao longo do qual o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 171,5% em comparação com o mesmo período de 2021, ainda que permaneça 8,2% abaixo de período homólogo de 2019.

Por aeroportos, foi a infraestrutura de Lisboa que movimentou a maior parte do tráfego de passageiros, contabilizando 48,7% do total, o que corresponde a 20,8 milhões de passageiros e traduz um aumento de 194,1% face ao mesmo período de 2021, ainda que, face ao acumulado até setembro de 2019, se registe ainda uma descida de 12,5%.

Entre os três aeroportos nacionais com maior volume de tráfego, foi em Faro que se registou o maior crescimento em relação ao ano passado, com um aumento de 214,1%, enquanto o Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019, ficando a apenas 5,5% do resultado do acumulado até setembro do período pré-pandemia.

No que diz respeito a mercados, o Reino Unido voltou a ser o principal país de origem e de destino dos voos, apresentando um crescimento de 326,8% no número de passageiros desembarcados e 338,4% no número de passageiros embarcados, face a 2021, o que, lembra o INE, também se deve ao facto do corredor aéreo com este país ter estado encerrado durante grande parte do período em análise de 2021.

Já a França ocupou a segunda posição e registou aumentos de 144,6% nos passageiros desembarcados e 145,4% nos passageiros embarcados, face ao mesmo período de 2021, enquanto Espanha ocupou a terceira posição como principal país de origem e de destino dos passageiros que passaram pelos aeroportos nacionais neste período.

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Parceria entre Iberia e Allianz prolongada até final de 2025

A parceria entre a Iberia e a Allianz Partners, prolongada por mais três anos, contempla proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem, entre outros.

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A Iberia e a Allianz Partners prolongaram a parceria existente por mais três anos, terminando, assim, em dezembro de 2025, disponibilizando soluções de seguro de viagem aos clientes da Iberia residentes em 13 mercados europeus.

Para residentes de outros países, inclusivamente na LATAM, a Allianz refere, em comunicado, que “serão disponibilizadas em breve soluções de proteção de viagem para 2023”, adiantando que “proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem serão alguns dos benefícios incluídos”.

Nalguns países, os clientes também beneficiam de serviços de teleconsulta e estarão protegidos contra doenças relacionadas com a COVID-19 durante uma viagem, incluindo cobertura para emergências médicas, quarentena pessoal obrigatória e recusa de embarque devido a uma suspeita de doença, disponibilizando a Allianz Partners uma linha de assistência de viagem 24 horas por dia, sete dias por semana aos clientes.

Os produtos e serviços de proteção de viagem são fornecidos pela Allianz Partners diretamente quando os clientes da Iberia reservam o seu bilhete de avião no website da companhia aérea, através da aplicação móvel ou do serviço de call center da Iberia.

Relativamente a esta parceria, Jean-Marc Paihol, diretor de Parcerias Estratégicas Globais e Membro do Conselho de Administração da Allianz Partners, refere que ela “confirma o nosso compromisso em apoiar as principais companhias aéreas em todo o mundo e demonstra mais um passo importante na nossa posição como parceiro líder de seguros para o setor das companhias aéreas”.

Já Ignacio Valeros, diretor de Revenue Management da Iberia, salienta que o objetivo é “oferecer uma experiência holística aos nossos clientes, com todos os serviços que podem acompanhá-los na sua jornada de voo”, destacando que a parceria com a Allianz Partners permite que os clientes “viajem com facilidade, sabendo que antes ou durante a viagem estão protegidos por um parceiro de confiança”.

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Centro de operações da Turkish Airlines recebe certificação LEED

Com esta certificação o objetivo passa por melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente.

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A Turkish Airlines recebeu, recentemente, o certificado Leed v4.1 pelo Centro de Operações – Terminal para Tripulação de Voo no aeroporto de Istambul.

A atribuição deste certificado – LEED v4.1 O+M: EB Certificate -, diz a companhia, “continua a provar o valor que a Turkish Airlines atribui à humanidade e ao meio ambiente com trabalhos voltados para a produtividade energética”.

Com a conclusão do processo do Centro de Operações da Turkish Airlines – Terminal para Tripulação de voo, a companhia aérea de bandeira tornou-se a primeira companhia aérea da Europa e a terceira do mundo a ter certificado de platina.

Relativamente â obtenção do certificado, Abdulkerim Çay, Chief Human Resources Officer da Turkish Airlines, refere que “continuamos a aprimorar as nossas operações ecológicas não apenas com os nossos voos, mas também com os nossos espaços de trabalho”. O responsável adianta ainda que, “tornar-se a primeira companhia aérea na Europa a obter o certificado de platina, mais alto do sistema de classificação Leed, é um indicador valioso”.

O centro de operações da Turkish Airlines está localizado no aeroporto de Istambul e distingue-se pelas características ambientais, tratando-se de um edifício de escritório e terminal de classe A capaz de acomodar aproximadamente 2.000 funcionários de escritório e cerca de 1.000 tripulantes de cockpit e 4.500 tripulantes de cabine durante os dias de maior movimento. A seção do terminal da tripulação permite que os pilotos e a tripulação de cabine se preparem para os voos e passem o tempo com outros membros da tripulação para fazer os preparativos necessários. Também permite passar o tempo livre na área lounge de 14.500 m2, que oferece acesso direto à aeronave e um restaurante aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana. Considerando o número de tripulações que atende, a capacidade deste edifício excede 36 aeroportos em Türkiye e possui certificado LEED v4.1 O+M: EB, que é a versão mais atual para instalações aéreas.

Com o certificado LEED v4.1 O+M: EB Platinum, o objetivo é melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente. A melhoria da eficiência energética, da água e da qualidade interior permite a diminuição dos custos operacionais do terminal, ao mesmo tempo que abre caminho para os objetivos de sustentabilidade. Além disso, os objetivos da transportadora de incluem adotar os critérios determinados durante o processo de certificação como um todo e aplicar a todos os seus edifícios.

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Ryanair em parceria com fundo sustentável do Citi

A parceria entre a Ryanair e o Citi servirá para apoiar diferentes projetos de financiamento sustentável, como energia renovável, conservação de água, saúde e educação em mercados emergentes.

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A Ryanair acaba de anunciar uma parceria com o Citi, instituição bancária, para se tornar na primeira companhia aérea europeia a depositar fundos na nova Solução de Depósito Sustentável, lançada no início deste ano.

Esta parceria possibilita a Ryanair investir o excesso de caixa para apoiar diferentes projetos de financiamento sustentável do portfólio do Citi, como energia renovável, conservação de água, saúde e educação em mercados emergentes.

A iniciativa apoia a agenda de sustentabilidade da Ryanair, com os fundos a serem canalizados para financiar ou refinanciar ativos numa carteira de projetos elegíveis de finanças verdes e/ou sociais, com base nos critérios estabelecidos no Citi Green Bond Framework, Social Finance Framework e Social Bond for Affordable Housing Framework.

Thomas Fowler, diretor de Sustentabilidade da Ryanair, refere que esta parceria “não só ajudará a administrar as nossas finanças de maneira mais sustentável, mas também impulsionará ainda mais a nossa agenda de sustentabilidade como um todo, pois apoiamos vários projetos de sustentabilidade em todo o portfólio do Citi, desde a conservação da água até habitação acessível e muito mais.”

Do lado do Citi, David Tsui, chefe de Produtos de Depósito e Investimento de Sustentabilidade Global (ESG) do Citi, salienta que a entidade bancária está a oferecer a “oportunidade de apoiar projetos ambientais e sociais elegíveis nos portfólios do Citi”, referindo que o Citi tem o compromisso de “financiar e facilitar um bilião de dólares em finanças sustentáveis até 2030 como parte da meta de acelerar ainda mais a economia sustentável de baixo carbono”.

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United Airlines investe em refinaria de biofuel

Com mais este investimento, a United Airlines pretende ser pioneira no primeiro voo 100% SAF.

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A United Airlines anunciou um investimento estratégico na produção de combustível de aviação sustentável (Sustainable Aviation Fuel – SAF) numa parceria com a NEXT Renewable Fuels, o que resultará na construção de uma refinaria de biofuel em Port Westward no Estado de Oregon, que deverá iniciar a produção no início de 2026.

A NEXT irá produzir, em velocidade cruzeiro, cerca de 50.000 barris por dia de SAF, gasóleo renovável ou outros combustíveis renováveis, sendo que a United Airlines poderá investir mais de 37,5 milhões de dólares, desde que, como anuncia em comunicado, a NEXT cumpra os requisitos definidos pela companhia aérea.

“Atualmente, uma das maiores barreiras para aumentar a oferta e reduzir os custos de combustível sustentável é que não temos a infraestrutura para transportá-lo com eficiência, mas a localização estratégica e os ativos da NEXT resolvem esse problema e fornecem um plano para instalações futuras. que precisam ser construídos”, admite Michael Leskinen, presidente da United Airline Ventures.

O executivo reconhece que este investimento “não apenas reforçará as ambições da NEXT e criará soluções de curto prazo para expandir o nosso fornecimento de SAF, mas também demonstrará o nosso compromisso em produzir SAF na escala necessária para descarbonizar o setor de aviação”.

Do lado da NEXT, Christopher Efird, CEO e presidente da companhia, refere que “a indústria de combustíveis limpos está a descolar e o nosso acesso a matérias-primas, distribuição multimodal e grandes ‘players’ do setor posiciona-nos como um fornecedor líder de SAF na costa Oeste”, concluindo que o investimento da United na NEXT “fortalece a nossa determinação de ser um dos líderes em combustíveis limpos no setor de transporte”.

Este anúncio por parte da United marca o quinto investimento em tecnologia relacionada com SAF da companhia aérea e seu primeiro investimento diretamente numa biorefinaria.

A United pretende, de resto, realizar o primeiro voo de passageiros do mundo usando 100% de SAF, tendo lançado, recentemente, o programa “Eco-Skies Alliance”, que, entre os 30 participantes corporativos, comprou coletivamente mais de 7 milhões de galões de combustível de aviação sustentável.

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Emirates volta a recrutar em Portugal

A companhia aérea do Dubai vai voltar a promover dois Open Days para recrutar tripulação em Lisboa e em Faro, que vão decorrer a 21 e 23 de novembro, respetivamente.

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A Emirates vai voltar a promover uma ação de recrutamento em Portugal e, desta vez, leva os seus Open Days a Lisboa e Faro, que recebem as sessões de recrutamento a 21 e 23 de novembro, respetivamente.

De acordo com um comunicado da companhia aérea do Dubai, os candidatos devem apresentar-se no hotel Ramada Lisbon by Wyndham, em Lisboa, ou no Eva Senses Hotel, em Faro, acompanhados  dos documentos necessários.

Todos os requisitos para este processo de recrutamento estão disponíveis aqui, onde é também possível fazer uma candidatura prévia e enviar “o curriculum vitae (CV) atualizado e em inglês, assim como uma fotografia recente”.

A companhia aérea lembra que os candidatos selecionados, assim como toda a tripulação da Emirates, recebem formação nas instalações da companhia aérea no Dubai.

Os candidatos selecionados podem também contar com “um pacote salarial distintivo no mercado que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito oferecido pela companhia, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Os benefícios oferecidos abrangem também família e amigos, uma vez que a tripulação de cabina da Emirates desfruta de benefícios de viagem para si e para as suas famílias e amigos, para todos os destinos para os quais a companhia aérea voa.

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