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Portugal acaba com exigência de teste negativo para entrar no país

Decisão do Conselho de Ministros deixa cair a exigência de teste negativo para entrar em Portugal para quem apresente o certificado de vacinação ou recuperação.

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Os passageiros completamente vacinados contra a COVID-19 e que possuam certificado digital de vacinação vão deixar de ter de apresentar um teste negativo para entrar no país, segundo o comunicado do Conselho de Ministros.

O fim da exigência de testes negativos foi aprovado esta quinta-feira, 3 de fevereiro, em Conselho de Ministros, com o comunicado a explicar que deixa de ser necessário apresentar um teste negativo para quem apresente o Certificado Digital COVID-19 da UE “em qualquer das suas modalidades ou outro comprovativo de vacinação que tenha sido reconhecido”.

Recorde-se que a exigência de apresentação de um teste negativo para a COVID-19 à chegada ao país tinha entrada em vigor a 1 de dezembro de 2021, devido à Ómicron, aplicando-se a todos os passageiros que entrassem no país por via aérea, que deviam ainda apresentar um certificado de vacinação ou recuperação no desembarque.

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México recebe mais de 10M de turistas internacionais no 1.º semestre e ultrapassa 2019

No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019.

No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019, ainda antes da chegada da pandemia da COVID-19.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, os EUA continuaram a ser o principal mercado emissor de turistas internacionais para o México, contabilizando 6.660.000 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz um aumento de 50,5% face ao primeiro semestre de 2021 e uma subida de 19,1% face a período homólogo de 2019.

Os números avançados pela Unidade de Política Migratória, Registro e Identidade de Pessoas mexicana indicam que, além dos EUA, também o Canadá é um importante mercado emissor de turistas internacionais para o México, ocupando a segunda posição, com 859.580, o que corresponde a um aumento de 443,4% face ao primeiro semestre de 2021.  Na comparação com o mesmo período de 2019, o mercado canadiano ficou ainda 40,5% abaixo dos 1.445.000 turistas que tinham sido contabilizados.

Já a terceira posição no ranking de mercados emissores de turistas para o México ficou a Colômbia, com 412.542 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz uma subida de 191,9% face aos seis primeiros meses de 2021 e 49,1% acima do mesmo período de 2019.

As restantes nacionalidades contabilizaram 2.334.000 turistas nos primeiros seis meses do ano, o que representa um aumento de 136,1% face ao primeiro semestre de 2021, com uma quota de mercado de 22,7%.

O aeroporto de Cancun, um dos principais destinos turísticos do México, recebeu, entre janeiro e junho,  4.823.000 passageiros internacionais, número que ficou 83,8% acima de igual período do ano passado, enquanto o aeroporto da capital mexicana contabilizou a chegada de 1.974.000 turistas, o que revela uma subida homóloga de 111,2%. Já o aeroporto de Los Cabos recebeu 1.125.000, o que também traduz uma forte subida face a igual período de 2021, que chegou aos 51,6%.

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REVIVE abre novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias

O Paço Real de Caxias, em Oeiras, deverá ser concessionado por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

O Programa REVIVE lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, um novo concurso para a concessão e e recuperação para fins turísticos do Paço Real de Caxias, edifício histórico em Oeiras que já tinha sido alvo de um concurso em 2020, mas cujos termos do contrato se tornaram inviáveis devido ao surgimento da pandemia da COVID-19.

Com este novo concurso, pretende-se concessionar o Paço Real de Caxias por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, o novo concurso conta com “condições idênticas às do concurso anterior”, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros para colocar o edifício ao serviço do turismo. A área de construção total é de 5.817 m2.

Recorde-se que o Paço Real de Caxias é um imóvel construído em meados do século XVII e que se encontra classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953, tendo sido um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis.

Segundo o comunicado divulgado pelo Programa REVIVE, este imóvel já tinha sido sujeito a concurso e concessionado em março de 2020, no entanto, com a chegada da pandemia da COVID-19, os termos do contrato tornaram-se inviáveis, o que levou à sua revogação e ao lançamento do novo concurso.

Além do Paço Real de Caxias, atualmente, estão abertos concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

Toda a informação sobre o novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias vai estar disponível no site do Programa REVIVE a partir desta quinta-feira, 4 de agosto.

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SETCS espera fechar 2022 com receitas turísticas superiores a 2019

Rita Marques revelou também, durante uma visita ao Algarve, que vai ser realizada uma missão empresarial para atrair trabalhadores estrangeiros para o turismo português, que deverá ter lugar no último trimestre do ano.

Inês de Matos

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, mostra-se confiante quantos aos resultados turísticos e acredita que o país tem “todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão” os de 2019, quando as receitas turísticas somaram 18,7 mil milhões de euros, naquele que foi um ano recorde para a atividade turística nacional.

“Depois de dois anos muitos difíceis para o setor do turismo, temos muito boas expetativas relativamente ao mês de agosto e, portanto, achamos que temos todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão aquelas que obtivemos em 2019”, admitiu a governante em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Algarve, que decorreu esta terça-feira, 2 de agosto.

Rita Marques lembrou que o Banco de Portugal (BdP) reviu, recentemente, em alta as perspetivas para este ano relativamente às receitas turísticas, estimando que, no final de 2022, este indicador fique 4,2% acima do valor apurado em 2019.

Durante a visita, Rita Marques falou também do problema da escassez de recursos humanos que afeta atualmente o setor e, além de admitir que Portugal precisa de 45 a 50 mil trabalhadores para o turismo, revelou que está a ser preparada uma missão empresarial para garantir que o país recebe trabalhadores provenientes dos países de língua portuguesa, que gozam do recentemente aprovado um regime de entrada e permanência no país.

“O objetivo é levar uma comitiva de empresários portugueses que estejam à procura de reforçar os mapas de pessoal, identificando trabalhadores dessas geografias que estejam interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares possam depois administrativamente despachar favoravelmente os vistos e possamos trazer connosco os trabalhadores que pretendem ingressar neste setor de atividade”, explicou Rita Marques, revelando que esta missão deverá acontecer no último trimestre do ano.

Para Rita Marques, a nova lei veio introduzir “alterações muitíssimo relevantes e substanciais na emissão de vistos, designadamente no âmbito dos países que ratificaram o acordo da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”.

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Governo cria grupo de trabalho para agilizar emissão de vistos

O Turismo de Portugal é um dos organismos que vão estar representados neste novo grupo de trabalho.

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O Governo criou um grupo de trabalho para coordenar e acompanhar a emissão de vistos, com o objetivo de agilizar o procedimento, avança a Lusa, que cita um despacho da Presidência do Conselho de Ministros, publicado esta terça-feira, 2 de agosto, em Diário da República.

No texto do documento, a Presidência do Conselho de Ministros explica que este grupo de trabalho surge pela “necessidade de organização de fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, o combate à migração ilegal e ao tráfico de seres humanos a ela associado, assim como a regulação e agilização de condições para a entrada e permanência de cidadãos em Portugal”.

Este grupo de trabalho tem como objetivo a simplificação dos processos relativos aos pedidos de visto para tornar mais rápida a sua concessão e “acompanhar todo o processo de circuito de vistos”.

Além da simplificação e acompanhamento do processo de emissão de vistos, o grupo de trabalho vai também propor medidas para reforçar os recursos humanos nos postos consulares com mais pedidos de vistos e avaliar “a necessidade de colocação de elementos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e IEFP, I. P. (Instituto do Emprego e da Formação Profissional), nos postos mais sujeitos a pressão”.

A missão deste grupo de trabalho, que inclui representantes da Direção-Geral dos Assuntos Consulares, do SEF, do Alto Comissariado para as Migrações, do Turismo de Portugal, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, e do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, passa por “estabelecer um canal de comunicação permanente entre as entidades, das distintas áreas governativas, envolvidas nos processos de visto”.

Além de representantes dos institutos e organismos referidos, o grupo vai ainda contar com a participação de “um elemento de cada gabinete das referidas áreas governativas”, segundo o texto do documento, que entra em vigor esta quarta-feira, 3 de agosto.

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REDE-T volta a lançar Promoção de verão e oferece desconto de 15%

A Promoção de verão da REDE-T está disponível até 31 de agosto e permite que os membros da plataforma para profissionais do canal HORECA façam um registo premium e possam registar e promover os seus produtos a preços mais convidativos.

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A REDE-T lançou a sua já conhecida Promoção de verão, dando oportunidade a todos os membros de, até 31 de agosto, criarem um acesso premium nesta rede que junta profissionais do canal HORECA e, desta forma, registarem e promoverem os seus produtos a preços mais convidativos, já que gozam de um desconto de 15%.

“Com a retoma em força do setor, só faria sentido motivar ainda mais todos os intervenientes e a melhor forma de o fazer seria mantendo a nossa promoção de verão”, afirma Ricardo Augusto, founder e CEO da REDE-T.

Recorde-se que a REDE-T conta com mais de 17.000 profissionais do canal HORECA registados, mais de 19.000 ofertas de trabalho e perto de 2.000 documentos para download, permitindo ainda o acesso a mais de 2.000 CVs dos melhores profissionais do setor e a um diretório de empresas com muitas das mais conhecidas marcas presentes.

 

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Julho foi o melhor mês de sempre para o turismo na República Dominicana

A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021.

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A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021, que tinha batido todos os recordes.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, que cita o ministro do Turismo da República Dominicana, David Collado, o número de turistas não residentes no país, em julho, ficou 10% acima de mês homólogo de 2018 e 24% acima de igual mês de 2019, tendo ainda crescido 30% face a julho do ano passado.

Por mercados, os EUA, Canadá, Colômbia, Porto Rico, Espanha, Cuba e Reino Unido foram os principais países de origem dos turistas estrangeiros que visitaram a República Dominicana em julho, cujo impacto económico no país foi de 931 milhões de dólares (909 milhões de euros).

Além dos turistas que chegaram ao país por via áreas, a República Dominicana recebeu ainda 98.389 turistas em navios de cruzeiro e, no acumulado de janeiro a julho, o país contabiliza já 4.182.000 turistas estrangeiros, estando no bom caminho para atingir o marco de sete milhões de turistas previstos pelas autoridades dominicanas para este ano.

 

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Turismo do Algarve propõe redução de água em fontes, piscinas e espaços verdes

As propostas da Região de Turismo do Algarve (RTA) foram concertadas com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as associações do setor e vem juntar-se a um leque diversificado de ações que já vinha a ser aplicado no turismo e na hotelaria.

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A Região de Turismo do Algarve (RTA) propôs aos empreendimentos turísticos reduzir ou eliminar fontes ornamentais, diminuir a rega dos espaços verdes ou renovar a água das piscinas como medidas de contingência para responder à situação de seca, avança a Lusa, que cita João Fernandes, presidente da entidade regional de turismo.

“Nós enviámos medidas que versam várias áreas de atuação do setor do turismo, em especial a hotelaria, porque os golfes já estão num trabalho mais fino, campo a campo, com a Agência Portuguesa do Ambiente, e fruto de um trabalho que começámos em 2020 com o Plano de Eficiência Hídrica”, indicou à Lusa João Fernandes.

De acordo com o responsável, as propostas foram concertadas com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as associações do setor e vem juntar-se a um leque diversificado de ações que já vinha a ser aplicado  no turismo e na hotelaria para reduzir os consumos de água.

João Fernandes considera que era necessário tomar medidas, uma vez que a região se encontra “numa situação de contingência, em que há um grande stresse hídrico, provocado por uma situação preocupante e prolongada de seca”, mas sem estar em causa o consumo humano.

“Isto é muito importante dizer, porque nem turistas nem residentes vão ter, até outubro do próximo ano, cortes de abastecimento de água para consumo humano”, sublinhou o responsável.

O presidente da RTA explicou que foi definido “um conjunto de medidas de contingência a adotar pelos empreendimentos turísticos”, de forma a que existam “ganhos de eficiência hídrica, por um lado, e reduções de consumo, por outro”.

Além disso, foi também recomendado “o uso de fontes alternativas de água”, que permitam um “maior equilíbrio entre a captação de água superficial e subterrânea”, consoante a disponibilidade de cada zona.

As propostas da RTA preveem ainda que os empreendimentos turísticos realizem auditorias regulares ao consumo de água e promovam o “envolvimento” de clientes e ‘staff’ na deteção de perdas, de forma a que seja possível a “adoção de práticas mais responsáveis na utilização da água”.

Por outro lado, está também previsto o reforço da informação aos clientes sobre “procedimentos para mudança de lençóis e toalhas, estabelecendo um período mínimo de utilização de toalhas de dois dias”, assim como a formação de trabalhadores de seções específicas, nomeadamente lavandarias, sensibilizando estes colaboradores para os comportamentos que fomentem a poupança de água.

Apesar das propostas, João Fernandes lembra que o setor já vinha a adotar medidas que permitissem reduzir o consumo de água, a exemplo da utilização de redutores de caudais, instalação de autoclismos de dupla descarga, temporizadores de torneiras.

Ainda assim, admite o presidente da RTA, era preciso sensibilizar o setor para “utilizar água de qualidade inferior para regas e lavagens” ou para “melhorar a limpeza de filtros de piscinas e o tratamento da água para evitar a necessidade de renovação da água”.

Mas João Fernandes considera que é também preciso “reduzir ou adaptar as técnicas de limpeza de zonas pública, evitando lavagens com mangueira ou máquina de pressão, reduzir ou mesmo anular o funcionamento de fontes ornamentais, acelerar medidas na área da rega que levem a maior eficiência, como instalar contadores por várias secções, para se detetar perdas e analisar melhor consumos, e privilegiar a utilização de espécies endógenas em espaços verdes, com menor necessidade hídrica”.

“O que estamos aqui a falar, neste momento, é da necessidade de acelerarmos a implementação dos processos de eficiência hídrica e de inclusivamente fazermos – como é o caso das fontes ornamentais, da rega dos espaços verdes ou da renovação da água das piscinas – medidas mais de curto prazo, específicas, por causa do stresse hídrico pontual neste verão”, acrescentou.

No caso do golfe, que já vinha a reduzir os consumos de água, até por uma questão de sustentabilidade, João Fernandes realça que já existia um esforço para aumentar a rega com águas residuais tratadas, com o objetivo de multiplicar o valor total utilizado de um hectómetro cúbico, para oito, até ao final de 2023.

O presidente da RTA destacou ainda a “redução da área do jogo para haver menos área regada, a mudança de relva para relvas de estação quente, com menos consumo de água” ou “melhorias de eficiência da própria rega e drenagem, criando pontos comuns de confluência da água” como outras das medidas a adotar no golfe, que já é “dos produtos turísticos mais sustentáveis ambientalmente”.

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Europcar Mobility Group patrocina Volta a Portugal

O Europcar Mobility Group (EMG) vai patrocinar o Prémio da Camisola da Montanha na próxima edição da Volta a Portugal, que decorre entre 4 e 15 de agosto.

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O Europcar Mobility Group (EMG) vai patrocinar o Prémio da Camisola da Montanha na próxima edição da Volta a Portugal, que decorre entre 4 e 15 de agosto, trazendo de volta a prova mais emblemática do ciclismo nacional.

“Partimos para a estrada já no próximo dia 4 de agosto com entusiasmo, por fazermos parte de um evento desportivo com tanta história e tradição no nosso país. É uma honra e um orgulho podermos dizer que a Europcar é um dos patrocinadores da Volta a Portugal”, sublinha Paulo Pinto, Head of Portugal da EMG em Portugal.

Nesta edição da Volta a Portugal, o EMG patrocina o Prémio da Camisola da Montanha e, além da presença na camisola do vencedor deste prémio, vai estar também presente na prova com stands com animação destinada ao público, enquanto a organização vai viajar em carros cedidos pela marca.

“A ligação da Europcar a este evento, surge de forma natural, dando continuidade a uma estratégia global de mobilidade sustentável, que já está em curso há alguns anos. A Europcar tem solidificado a sua atividade através de uma frota diversificada que disponibiliza um conjunto de soluções atrativas de mobilidade e alternativas ao veículo próprio tais como: aluguer de veículos ligeiros de passageiros e de carga de mercadorias, veículos elétricos, e ainda aluguer de bicicletas, scooters e motos”, acrescenta Paulo Pinto.

No total, a prova conta com 10 etapas em vários pontos do país, oferecendo ao EMG a oportunidade de “se aproximar dos consumidores nacionais, reforçando a ligação à marca”, uma vez que estão previstas ativações criadas especialmente para animar a festa que a Volta proporciona pelas localidades por onde passa.

 

 

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Portugal passa a integrar os Remarkable Venue Awards

Os Remarkable Venue Awards são organizados pela plataforma de venda de bilhetes eletrónicos Tiqets e este ano vão incluir, pela primeira vez, Portugal e eleger os melhores museus e atrações turísticas do país.

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Pela primeira vez, os Remarkable Venue Awards, organizados pela plataforma de venda de bilhetes eletrónicos Tiqets, vão incluir Portugal e eleger os melhores museus e atrações turísticas do país, contando também com um júri português de especialistas em turismo e cultura.

Nesta 6.ª edição, os Remarkable Venue Awards vão premiar os melhores museus e atrações turísticas de Espanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido, assim como dos estreantes Alemanha, Portugal e Emirados Árabes Unidos.

“Temos apostado cada vez mais na promoção da cultura e do turismo portugueses. É, por isso, um enorme prazer incluir Portugal nestes prémios, que certamente serão uma excelente plataforma para reconhecer o fantástico trabalho que os museus e as atrações nacionais têm vindo a desenvolver, bem como contribuir para a sua projeção lá fora”, refere Jaume Vidal, diretor regional da Tiqets para Espanha e Portugal.

No total, estes prémios vão distinguir os melhores museus e atrações turísticas em sete categorias, estando já a decorrer as inscrições para as categorias de ‘Local Mais Inovador’ e de ‘Melhor Joia Escondida’, que vão estar abertas até 8 de setembro.

Para se candidatarem, as atrações portuguesas devem preencher um formulário que está disponível no website da Tiqets, sendo os nomeados e vencedores destas duas categorias determinados por um júri nacional de especialistas, através das pontuações atribuídas em relação a um conjunto de critérios. O júri será relevado em breve.

Os Remarkable Venue Awards são constituídos por três tipos de prémios: os Prémios regionais baseados em candidaturas, para os quais os monumentos e atrações de cada país se podem candidatar, e que são atribuídos nas categorias ‘Local Mais Inovador’ e ‘Melhor Joia Escondida’ por um júri nacional de especialistas.

Além destes, há ainda os Prémios regionais baseados em avaliações do público, para os quais não existem candidaturas e que são atribuídos a partir das avaliações que os clientes das Tiqets dão, na plataforma, às atrações que visitaram. Estes prémios são concedidos às cinco restantes categorias – ‘Local Mais Notável’, ‘Melhor Atração’, ‘Melhor Museu’, ‘Melhor Experiência no Local’ e ‘Melhor Marco Histórico’.

Por fim, são atribuídos os Prémios mundiais, para os quais todos os vencedores regionais se tornam automaticamente candidatos. Estes prémios são atribuídos, na totalidade das sete categorias, através de uma votação global do público.

 

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76% dos consumidores diz preferir passar as férias “cá dentro”

A escolha dos portugueses parece inclinar-se para umas férias “cá dentro”, com a maioria a preferir a praia como destino. Quanto ao orçamento, somente 11% dos consumidores irã gastar mais de 1.000 euros nestas férias de verão.

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Segundo um estudo realizado pela Escolha do Consumidor, 76% dos consumidores vai passar as férias em território nacional e apenas 24% irá para fora do país.

O estudo realizado online, que teve como base a opinião dos consumidores para perceber as suas preferências relativamente às suas férias de verão, indica ainda que 79% dos consumidores passa férias com a família, 16% com os amigos e apenas 5% dos inquiridos respondeu que gosta de passar férias sozinho.

Para a marcação das férias, o estudo concluiu que 48% pede ajuda à família e amigos, 46% gosta de ser o próprio a marcar e 7% respondeu que procura uma agência de viagens para facilitar este processo.

Questionados sobre qual o tipo de destino de férias de eleição 51% dos portugueses prefere a praia, 44% prefere tanto praia, como campo ou cidade, a restante percentagem dos inquiridos gosta de fazer viagens mais turísticas permitindo conhecer outras cidades.

Quanto aos fatores que pesam para a preferência pelas férias “cá dentro, são vários, desde a simples preferência por passar o verão em Portugal, por ainda existir algum receio do risco de contágio do vírus da COVID-19 ou simplesmente porque preferem não gastar tanto dinheiro numa viagem.

No que diz respeito aos gastos para as férias deste verão, 41% dos inquiridos diz disponibilizar entre 500 a 1.000 euros, 41% apenas até 500 euros, e cerca de 11% dos inquiridos gasta entre 1.000 a 2.000 euros.

O estudo inquiriu ainda se o cenário fosse diferente e os portugueses tivessem possibilidade de não terem qualquer limite de tempo ou orçamento, as preferências iriam para dar a volta ao mundo ou ir às Maldivas, Tailândia, Indonésia ou Grécia.

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