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União Europeia quer fim dos testes e quarentenas para viajantes com certificado

Segundo o jornal espanhol El País, a União Europeia está a preparar um novo modelo de gestão da pandemia, nomeadamente em relação às restrições nas viagens.

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União Europeia quer fim dos testes e quarentenas para viajantes com certificado

Segundo o jornal espanhol El País, a União Europeia está a preparar um novo modelo de gestão da pandemia, nomeadamente em relação às restrições nas viagens.

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O Conselho da União Europeia deverá aprovar esta terça-feira, 25 de janeiro, o fim da avaliação da incidência acumulada a 14 dias da COVID-19 para determinar as restrições de viagens entre países e passar a impor teste negativos ou quarentenas apenas a quem não possa confirmar a sua situação através certificado digital.

De acordo com o jornal espanhol El País, a União Europeia está a preparar um novo modelo de gestão da pandemia, nomeadamente em relação às restrições nas viagens, que indicia uma transição na forma de lidar com o vírus.

O jornal espanhol diz mesmo que as restrições poderiam já não estar em vigor se não tivesse surgido a variante Ómicron, que apareceu em dezembro, na África do Sul e é mais contagiosa, uma vez que a Europa quer que os países deixem de aplicar restrições baseadas no nível de incidência do país de proveniência, passando a ter em conta apenas o estado de saúde do indivíduo.

Caso o fim da avaliação da incidência acumulada a 14 dias venha mesmo a ser aprovada pelo Conselho da União Europeia, os viajantes que comprovem ter a vacinação completa (até nove meses depois da segunda dose), um certificado de recuperação (válido por 180 dias) ou um teste negativo (PCR, nas 72 horas à viagem, ou de antigénio, nas 24 horas anteriores), deixam de ter de realizar novo teste no destino ou de cumprir quarentenas.

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Rio Convention & Visitors Bureau abre representação comercial em Portugal

O Rio Convention & Visitors Bureau (Rio CVB) acaba de abrir um escritório de representação em Portugal com vista a ampliar a sua atuação no nosso país e fomentar o turismo daquele destino brasileiro.

A Bossa Brazil, que tem sede em Londres, é a representante oficial do Rio CVB nos mercados do Reino Unido, Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha.

O foco dessa colaboração é atrair tanto o turista de negócios como o de lazer, atuando na promoção da cidade, com a participação em feiras e roadshows e em atividades de relacionamento com o trade turístico e com a imprensa especializada presentes nestes mercados.

A Bossa Brazil dará apoio a quem já vende o Rio de Janeiro, e também incentivará aqueles que estão interessados em a Cidade Maravilhosa nos seus programas e pacotes.

“O mercado português tem uma grande relevância na receita turística, tanto para o Brasil quanto para o Rio de Janeiro”, afirmou a diretora-executiva do Rio CVB, Roberta Werner, para lembrar que antes da pandemia, as viagens internacionais injetaram seis mil milhões de dólares na economia brasileira.

Segundo a responsável, a retoma dos estrangeiros está a acontecer, “por isso estamos a intensificar a promoção da cidade nos países emissores”.

 

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Receitas turísticas de julho sobem 23,6% face ao período pré-pandemia

Segundo o Banco de Portugal, em julho, as receitas turísticas somaram 2.822,77 milhões de euros, 23,6% acima de igual mês de 2019, que tinha sido o melhor ano de sempre para o turismo nacional. E também há boas notícias no acumulado do ano.

Inês de Matos

Em julho, as receitas provenientes da atividade turística somaram 2.822,77 milhões de euros, valor que já ficou 23,6% acima de igual mês de 2019, o último ano antes da pandemia e que tinha sido o melhor ano turístico de sempre em Portugal, segundo dados divulgados esta terça-feira, 20 de setembro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, face a julho de 2019, os valores das receitas da atividade turística, que se encontram pelos gastos do turistas estrangeiros em Portugal, subiram 539,21 milhões de euros face ao mesmo mês do período pré-pandemia, sendo mesmo, de acordo com o comunicado do BdP que acompanha os números, “os mais elevados num mês de julho em toda a série”.

Em comparação com o ano passado, as notícias continuam a ser positivas, uma vez que as receitas turísticas subiram 1.669,42 milhões de euros face ao montante de 1.153,35 que tinha sido apurado em julho do ano passado, o que traduz um crescimento de 144,7%.

No que diz respeito às importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, também houve um crescimento, uma vez que o montante de 700,93 milhões de euros apurados em julho deste ano ficou 57,1% acima dos 446,17 milhões de euros de igual mês de 2021 e 16,4% acima dos 602,07 milhões de euros de julho de 2019.

As boas notícias prolongam-se também ao saldo da rúbrica Viagens e Turismo, que somou 2.121,84 milhões de euros no passado mês de julho, valor que ficou 200% acima dos 707,18 milhões de euros apurados em julho de 2021. Face ao mesmo mês de 2019, quando este indicador tinha somado 1.681,49 milhões de euros, o saldo cresceu 26,1%.

Acumulado até julho também sobe

No acumulado de janeiro a julho, as receitas turísticas somam já 10.681 milhões de euros, valor que ficou 10,3% acima dos 9.679,79 milhões de euros apurados em igual período de 2019.

No que diz respeito às importações do setor do turismo, o montante já chega aos 2.947,34 milhões de euros, o que também traduz um crescimento de 2,5% face aos 2.874,92 milhões de euros do acumulado de janeiro a julho de 2019.

No saldo, voltam igualmente a existir boas notícias, uma vez que também neste indicador houve uma subida, passando de um montante de 6.805,52 milhões de euros entre janeiro e julho de 2019 para 7733,67 milhões de euros em igual período deste ano, o que traduz um aumento de 13,6%.

 

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TP visita empresas turísticas de todo o país para dinamizar projetos de investimento

Com vista a dinamizar projetos de investimento em curso apoiados no âmbito do PT 2020, assim como a esclarecer o setor acerca dos programas, iniciativas e políticas desenhadas para apoiar as empresas e as regiões, o Turismo de Portugal inicia um ciclo de visitas às empresas turísticas em todo o país.

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O Turismo de Portugal anuncia na sua página oficial que, em parceria com as Entidades Regionais de Turismo, realiza um ciclo de visitas, reuniões de trabalho e sessões de esclarecimento a todas as regiões do país.

Este ciclo, informa ainda o Turismo de Portugal, visa “promover a partilha de conhecimento e experiências positivas e sustentadas, numa fase que continua a ser muito desafiante para toda a sociedade e a economia do país”.

Neste sentido, o vogal do Conselho Diretivo, Carlos Abade, inicia este périplo com uma visita de três dias ao Porto e Norte de Portugal, entre esta terça-feira e 22 de setembro, com encontros em Ponte da Barca, e Paredes de Coura, bem como reuniões com a Direção da Turismo do Porto e Norte de Portugal, e com as CIM da região.

Nesta zona do país estão igualmente encontros com empresários de Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Carrazeda de Ansiães, assim como reuniões com municípios de territórios afetados pelos incêndios deste ano (Vila Real, Carrazeda de Ansiães, Murça e Mesão Frio). O dia termina com uma visita ao Pocinho, em Vila Nova de Foz Côa. O último dia deste ciclo de visitas à região Norte, tem lugar em Vila do Conde, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, a 22 de setembro.

O Turismo de Portugal lembra que o Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” (PRT) já tem um ano de implementação, “registando-se um forte crescimento económico, já em linha com o registado em 2019”. Refira.se que PRT pretende ser um guião orientador para o setor turístico, público e privado, cujas ações estão totalmente integradas com os objetivos do Plano de Recuperação e Resiliência e da Estratégia Portugal 2030, “assegurando assim uma estratégia concertada para a retoma da economia nacional”.

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Espanha volta atrás e relaxa restrições relacionadas com a COVID-19

A Espanha mudou de opinião e decidiu relaxar os requisitos de entrada no país relacionados com a COVID-19, decisão que foi anunciada poucos dias depois do país ter alargado até 15 de novembro as restrições relacionadas com a doença.

Inês de Matos

A Espanha mudou de opinião e decidiu relaxar os requisitos de entrada no país relacionados com a COVID-19, deixando de exigir o preenchimento de um formulário online e a apresentação do respetivo código na chegada a território espanhol, numa decisão que foi anunciada poucos dias depois do país ter alargado até 15 de novembro as restrições relacionadas com a doença.

“Não será mais necessário preencher o formulário de controlo de saúde para viajar para Espanha nem apresentar o código QR SpTH (Spain Travel Health) no embarque ou no aeroporto de chegada”, anunciou o Ministério da Saúde espanhol, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 19 de setembro.

O portal SpTH, assim como as aplicações móveis de saúde, já deixaram inclusive de estar operacionais esta terça-feira, 20 de setembro, apesar de ainda existirem dúvidas quanto aos procedimentos que passam a ser adotados, não sendo, por exemplo, claro se os passageiros têm de apresentar prova de vacinação ou recuperação da doença à chegada.

O certo é que ainda na semana passada, as autoridades espanholas tinham anunciado um prolongamento das restrições de entrada em território espanhol até 15 de novembro, mantendo a necessidade de os passageiros não vacinados apresentarem um teste negativo ou prova de recuperação da doença há mais de seis meses.

A Espanha era até aqui um dos poucos países europeus que ainda mantinham a necessidade de apresentar teste negativo ou prova de recuperação na chegada a território espanhol, além do preenchimento do formulário de saúde, requisitos que começam agora a ser retirados.

Tal como a Espanha, também os Países Baixos têm vindo a abolir várias medidas adotadas na sequência da COVID-19 e, no passado sábado, 17 de setembro, anunciou mesmo o fim de todas as regras e restrições.

“A decisão do governo significa que, a partir de 17 de setembro de 2022, nenhuma restrição ou exigência relacionada com a COVID-19 se aplica a viajantes que entrem nos Países Baixos, incluindo os provenientes de países fora da UE/área Schengen”, indicou o executivo neerlandês em comunicado.

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Festival ART&TUR divulga território do Centro de Portugal

Na apresentação do festival deste ano foram revelados os próximos três concelhos que receberão o ART&TUR: Lousã, em 2023; Caldas da Rainha, em 2024, e Fundão, em 2025

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A 15.ª edição do ART&TOUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, uma co-organização entre a Centro Portugal Film Commission e a Turismo Centro de Portugal, terá palco na cidade de Ourém de 25 a 28 de outubro.

Nos quatro dias do festival serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas, que resultaram da short list da competição, composta por 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram na competição e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que especialistas refletirão sobre temas atuais abordados nos filmes exibidos.

Francisco Dias, diretor do Festival, salientou que, “embora seja um evento de nicho, este festival chega ao mundo inteiro e às pessoas certas, como são as entidades de turismo e as equipas de produção”, destacando ainda que “estamos a promover a qualidade do nosso turismo”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, referiu que o festival “está em linha do que queremos fazer todos os dias: divulgar o território do Centro de Portugal em todos os mercados”.

Para o responsável do Turismo da região Centro, “este é um evento internacional e, ao mesmo tempo, descentralizado, uma vez que acontece todos os anos em locais diferentes da região, sustentável e inclusivo. Por isso, inspira e renova a confiança dos mercados externo e interno”. Além disso, sublinhou que, “por ser descentralizado, é um contributo para desmistificar a ideia de que os grandes eventos só podem acontecer nos grandes centros”.

Do lado da Câmara Municipal de Ourém, o presidente da autarquia, Luís Albuquerque, sublinhou que este festival se “insere na estratégia do município para captar eventos e atrair visitantes ao território”, de que são exemplo o congresso da AHP e o Encontro da Diáspora, que se vão realizar em Ourém ainda este ano.

Na apresentação, foram também revelados os próximos três concelhos que receberão o ART&TUR, Lousã, em 2023; Caldas da Rainha, em 2024, e Fundão, em 2025.

Filmes e mais filmes
No primeiro dia do ART&TUR, 25 de outubro, serão exibidos os primeiros filmes a concurso, divididos no primeiro dia em cinco secções: “Filmes do Centro de Portugal”, “Filmes do Norte de Portugal”, “O Turismo no Interior de Portugal”, “Filmes sobre Gastronomia” e “Portugal Como Destino de Surf e Aventura”.

As sessões serão intercaladas por mesas-redondas, grandes momentos de partilha de experiências. Neste primeiro dia, serão abordados os temas “O cinema como motor do desenvolvimento regional”, “Estará o Interior de Portugal condenado?”, “O vinho, o azeite e a dieta mediterrânica” e “Portugal, país do surf e da aventura”.

As cinco sessões do segundo dia de festival, dia 26, têm os seguintes temas: “Filmes sobre jovens talentos de África”, “Parque Arqueológico do Vale do Côa”, “A Aldeia Aqui Tão Perto”, “Filmes da Competição Internacional – 1ª parte” e “Filmes Sobre Ciência e Ecologia”. Mais uma vez, as sessões serão intercaladas por mesas-redondas, neste caso sobre “Interpretação e Salvaguarda do Património Arqueológico” e “Faz Sentido Viver em Aldeias do Interior?”.

A manhã do terceiro dia, dia 27, será preenchida com um programa cultural para convidados. Ao início da tarde, e depois de ser apresentado o projeto europeu “Olive4All”, de valorização do património olivícola, retoma-se a exibição de filmes, com mais três sessões: “Filmes Sobre Turismo Sustentável”, “Filmes da Competição Internacional – 2ª parte” e “Filmes da Competição Internacional – 3ª parte”.

O último dia de Festival ART&TUR, dia 28, prossegue com o programa cultural para convidados e termina, a partir das 17h30, com a Gala de Prémios ART&TUR Ourém 2022. Esta contará com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, autarcas, embaixadores, investigadores e professores de turismo, comunicação e marketing, empresários, equipas de produção audiovisual, artistas, jornalistas e os titulares dos filmes vencedores.

Além do vasto programa de exibição de filmes e de mesas-redondas, a edição de 2022 do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo incluirá o ART&FACTORY, uma parceria com a Centro de Portugal Film Comission. Esta iniciativa é um concurso de produção audiovisual em que participam realizadores internacionais, que irão produzir, na semana imediatamente antes do festival, filmes promocionais no território que recebe o ART&TUR — este ano, o Médio Tejo.

 

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Moedas quer aeroporto para melhorar qualidade do turismo em Lisboa

Presidente da Câmara de Lisboa passou a liderar os novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025 e definiu o aumento de atratividade da capital como principal desafio para este mandato.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, quer melhorar a qualidade do turismo em Lisboa e apostar na interseção do turismo com a Cultura, o Comércio e a Ciência, objetivos que, segundo o autarca, vão nortear o próximo mandato dos novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025, mas que só podem ser atingidos quando houver uma decisão sobre o novo aeroporto da capital.

“Temos de apostar cada vez mais na qualidade do Turismo em Lisboa e na interseção do Turismo com outros setores, nomeadamente a Cultura, o Comércio e a Ciência. E este objetivo só pode ser atingido se for tomada uma decisão urgente sobre o novo aeroporto internacional de Lisboa, que tem de ser localizado na região, a uma distância razoável do centro da cidade e ser uma referência ao nível da sustentabilidade”, defende o autarca, que preside aos novos corpos sociais da ATL.

De acordo com a ATL, o mandato que agora se inicia tem como “principal desafio aumentar a atratividade de Lisboa, dando continuidade ao dinamismo e inovação, do setor público e privado, para criar melhor Turismo”, o que passara pelo incremento da qualidade da oferta e da interseção deste com outros setores, nomeadamente Cultura, Comércio e Ciência.

Além da Câmara Municipal de Lisboa, integram os novos corpos sociais da ATL também as Câmaras Municipais de Cascais, Sintra, Mafra e Loures; assim como a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e as associações empresariais da Hotelaria (AHP), Restauração (AHRESP), Agências de Viagens (APAVT) e Comércio (UACS).

A ANA – Aeroportos de Portugal, a TAP, a AVIS Budget Group e a Barraqueiro Transportes também integram os novos corpos sociais na área dos Transportes, enquanto o Centro Nacional de Cultura, o Centro Cultural de Belém, o Quake e a Everything is New representam agentes e equipamentos culturais.

Já a Pousada de Lisboa, o EPIC Sana Hotel e o Hotel Quinta da Marinha representam o setor da hotelaria; enquanto a Altice Arena e o Clube Campo da Aroeira são os representantes dos equipamentos turísticos de Feiras, Congressos e Eventos e do Golfe, respetivamente.

Já a Direção da ATL é composta por 17 elementos e é liderada pela Câmara Municipal de Lisboa, representada pelo presidente, Carlos Moedas, e inclui também a ANA – Aeroportos de Portugal, representada por José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração, enquanto presidente adjunto e o EPIC Sana Lisboa Hotel, representado por Paulo Monge, diretor de Desenvolvimento de Mercados, no cargo de presidente do Convention Bureau.

A Comissão Executiva desta Direção é composta pelo presidente, pelo presidente adjunto e pelo diretor-geral, Vítor Costa, enquanto a Mesa da Assembleia Geral é encabeçada pelo Centro Nacional de Cultura, representado pela presidente, Maria Calado, e o Conselho Fiscal é liderado pela Pousada de Lisboa, representada pelo administrador do Pestana Hotel Group, Luís Castanheira Lopes.

O mandatário dos novos Corpos Sociais da ATL foi o presidente da AHP, Bernardo Trindade.

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Lisboa é o melhor destino para o portal alemão Travelbook

Na capital portuguesa, a Travelbook destaca o “desenvolvimento positivo” de Lisboa no que diz respeito à sustentabilidade e as “muitas atrações e atividades” que a cidade disponibiliza.

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O portal de viagens alemão Travelbook elegeu a capital portuguesa como o melhor destino turístico, na categoria “cidades”, destacando o “desenvolvimento positivo” de Lisboa no que diz respeito à sustentabilidade e as “muitas atrações e atividades” que a cidade disponibiliza.

“É sempre difícil chegar a uma decisão quando os nomeados são cidades como Nova Iorque, Barcelona, Tel Aviv, Singapura ou Lisboa. No final, a decisão foi baseada nos critérios que tínhamos escolhido, como sustentabilidade, a limpeza e segurança no destino”, disse à Lusa Nuno Alves, editor-chefe da Travelbook.

Além de Lisboa, a Travelbook distinguiu mais seis destinos, tendo premiado a Costa Rica como melhor destino de “longa distância”, enquanto Espanha venceu na categoria de melhor destino para “férias de praia”. Já a Noruega foi eleita como melhor destino para “férias de inverno” e a Tailândia venceu por ter a “melhor gastronomia”, enquanto Bora Bora foi o destino eleito pelo público.

A Travelbook recebe mais de cinco milhões de visitas por mês e pertence ao grupo de media Axel Springer, o maior da Alemanha e da Europa, tendo a notícia que dá conta do prémio atribuído à cidade de Lisboa merecido destaque na primeira página da publicação Bild.

“Para os destinos, é um motivo de orgulho e demonstra o reconhecimento pelo trabalho que fazem em termos de divulgação num mercado tão importante como a Alemanha”, acrescentou Nuno Alves, que diz não ter dúvidas que o prémio que destaca Lisboa como a melhor cidade como destino turístico “irá contribuir para que possa receber mais turistas com origem na Alemanha”.

“Houve bons argumentos que levaram Lisboa a ganhar, por exemplo, o desenvolvimento positivo na área da sustentabilidade, seja ecológica ou social. Além disso, a capital portuguesa oferece muitas atrações e atividades, não só na cidade, mas também nos arredores”, apontou.

As nomeações foram realizadas pelos leitores do portal ‘online’ de viagens alemão e a decisão coube ao júri dos “Travelbook Awards”, que foram entregues, pela primeira vez, numa cerimónia que decorreu em Frankfurt, na Alemanha.

Na página da Travelbook pode ler-se que o “toque especial de Lisboa transforma a cidade num destino de bem-estar”, que conta ainda com “monumentos sublimes e miradouros espetaculares que impressionam”.

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Museu do Oriente organiza curso sobre turismo na China

Dividido em oito sessões online, este curso oferece um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

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O Museu do Oriente organiza, de 1 de outubro a 19 de novembro, um curso que pretende aprofundar o estudo do fenómeno turístico na China numa perspetiva histórica e antropológica. “História e Antropologia do Turismo na China” divide-se em oito sessões online, aos sábados, oferecendo este curso um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

Orientado pelo historiador António Barrento e pela antropóloga Tânia Ganito, o curso aborda a história do turismo desde a Antiguidade até ao período contemporâneo, com enfoque na tradição turística letrada no período imperial, na evolução da cultura de turismo em finais da Dinastia Qing e no período republicano, bem como no desenvolvimento do turismo vermelho na República Popular da China. Incidindo a análise sobre a China, esta é também, no entanto, integrada numa história global do turismo, com paralelos, em particular, com a evolução do turismo em outros espaços geográficos da Ásia, nomeadamente no Japão.

A segunda parte do curso debruça-se sobre os discursos e as experiências de turismo na China pós-Maoista. Tendo por base trabalhos de cariz etnográfico, explora a articulação entre lugar, viagem, identidade e memória, a partir de dimensões como o turismo étnico, o ecoturismo, o turismo ‘sombrio’ (a lugares que foram palco de catástrofes e de sofrimento) e o turismo artístico (das viagens motivadas pelo poder da pintura e do cinema, ao turismo que decorre do interesse pela produção artística contemporânea).

António Barrento é docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Doutorado em História da China (SOAS, Universidade de Londres), Mestre em Estudos da Ásia do Sul (SOAS, Universidade de Londres), em Língua e Sociedade Japonesas (Universidade de Sheffield), História da Ásia (SOAS, Universidade de Londres), Estudos Asiáticos (Universidade de Hong Kong), Direito (Universidade de Hong Kong), e Estudos Europeus Avançados (Colégio da Europa, Bruges).

Tânia Ganito é professora auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (Universidade de Lisboa) e docente convidada do Mestrado em Estudos Asiáticos da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa. É Doutorada em Estudos de Cultura (Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa), Mestre em Antropologia (ISCSP, Universidade Técnica de Lisboa), Licenciada em Língua Chinesa (Universidade de Língua e Cultura de Pequim), Investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (Universidade Católica Portuguesa) e Investigadora-Colaboradora do Instituto do Oriente (ISCSP, Universidade de Lisboa).

As inscrições estão disponíveis no site do Museu do Oriente.

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Açores destino convidado pela UE no âmbito do Tourism Transition Pathway

Os Açores foi um dos destinos convidados pela Comissão Europeia para apresentar, como exemplo de referência, no evento “Together for EU Tourism stakeholders meeting”, o trabalho realizado e os compromissos assumidos no âmbito do Tourism Transition Pathway.

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A secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, destacou “a importância da participação dos Açores a convite da Comissão Europeia”, recordando que, na região, “o compromisso com a sustentabilidade é um compromisso de todos – do Governo, das empresas e das famílias – e deve estar profundamente interiorizado como um ato de cidadania”.

Conforme refere o site oficial do Governo Regional, os Açores integraram um lote restrito de seis entidades de turismo da União Europeia, selecionadas de entre 112 organizações incluídas na lista de participação no evento, para apresentar publicamente os seus compromissos individuais e coletivos, tendo em vista o sucesso da transição do turismo até 2030.

O envolvimento ativo e empenhado da Região em várias áreas do Tourism Transition Pathway foi exposto aos participantes, demonstrando a dinâmica de liderança dos Açores na prossecução de um verdadeiro turismo sustentável e o respetivo efeito no âmbito da certificação dos Açores como “Destino Sustentável”.

O Tourism Transition Pathway, criado pela Comissão Europeia, determina 27 áreas de atuação, com várias medidas concretas a serem implementadas pelos órgãos de gestão e desenvolvimento turístico, a fim de alcançar a transição ecológica e digital e acelerar a recuperação do setor do turismo no pós-pandemia de Covid-19.

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Trade britânico pede mais apoios para sobreviver à crise dos preços

A ABTA, a AITO e o The Travel Network Group consideram que a crise gerada pela inflação e aumento dos preços pode ser “a gota de água” para muitas empresas do setor, que ainda estão a viver momentos difíceis devido à COVID-19.

Inês de Matos

As associações britânicas ligadas ao turismo consideram que o apoio decretado pelas autoridades do Reino Unido para ajudar o setor do turismo a ultrapassar a crise do aumento dos preços é “dececionante”, uma vez que apenas está em vigor durante a época baixa e não é suficiente para cobrir as necessidades das empresas, depois de dois anos de pandemia.

“Os nossos membros estão a entrar na crise dos preços depois de dois dos piores anos da história do setor, com pequenas e médias empresas a estarem particularmente vulneráveis”, afirmou Mark Tanzer, presidente executivo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, citado pela publicação britânica Travel Weekly.

A ABTA é um das associações britânicas do setor do turismo que têm vindo a solicitar às autoridades do Reino Unido um alargamento dos apoios concedidos às empresas para fazer face à crise gerada pela inflação e consequente aumento dos preços, que no Reino Unido consiste na limitação dos preços da energia por um período de seis meses para as empresas.

Além da ABTA, também a AITO – Associação dos Operadores Turísticos Independentes e o The Travel Network Group têm avisado as autoridades britânicas que é necessário aumentar os apoios para que “não se cometam os mesmos erros novamente”, uma vez que a crise da COVID-19 já deixou as empresas do setor numa situação difícil.

As associações turísticas querem, nomeadamente, que este apoio seja prolongado por um maior período de tempo, que não abranja apenas os seis meses correspondentes à época baixa do turismo britânico.

Segundo a Travel Weekly, Mark Tanzer quer também que o governo britânico procure “outras formas” de ajudar as empresas, a exemplo de um prazo mais alargado para o pagamento de taxas e impostos, mas também um acordo com a banca que permita igualmente um período mais dilatado para o pagamento dos créditos contraídos devido à COVID-19.

Na AITO, a opinião é semelhante e, segundo Martyn Sumners, diretor executivo da associação, apesar das medidas já apresmentadas representarem “um passo positivo”, os seis meses de limitação dos preços da energia são “um período muito curto para fornecer ajuda real”.

“Este setor foi o mais atingido na pandemia, de acordo com o Centro de Estatísticas Nacionais, e teve uma retoma difícil devido aos problemas com cancelamentos de voos e falta de funcionários nos aeroportos”, defende Martyn Sumners.

O responsável da AITO lembra que “nem todas as empresas beneficiaram dos subsídios na pandemia”, o que leva a associação a pedir que não se cometam os mesmo erros da época da COVID-19 e que o apoio agora concedido vá além dos seis meses inicialmente previstos.

Já o Travel Network Group considera que a falta de informação sobre os apoios disponíveis, assim como o prazo de seis meses, “são extremamente preocupantes”, uma vez que, alerta o grupo de viagens britânico, esta crise pode ser a “gota de água” para muitas empresas.

“O plano não delineou apoios específicos para as empresas, que têm uma ameaça crescente de ruína financeira durante esta crise”, acrescenta Gary Lewis, responsável executivo do Travel Network Group, considerando que “a ideia de negociar contratos de longo prazo com fornecedores de energia é muito bem-vinda, mas apenas se isso permitir que as contas voltem a níveis razoáveis”.

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