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Programa Cruzeiro com Confiança do Grupo Royal Caribbean passa a incluir partidas do verão 2022

Programa Cruzeiro com Confiança foi alargado às reservas até 31 de março de 2022, passando a abranger também as partidas do verão, até 30 de setembro,

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O Grupo Royal Caribbean prolongou o programa Cruzeiro com Confiança às reservas até 31 de março de 2022, passando a abranger também as partidas do verão, até 30 de setembro, segundo comunicado enviado à imprensa pela Melair Cruzeiros, que representa o grupo de companhias de cruzeiros em Portugal.

“Este programa foi criado para dar ao consumidor mais Tranquilidade e Flexibilidade no planeamento das suas férias e aos Agentes de Viagens confiança para sugerirem os cruzeiros Royal Caribbean e Celebrity Cruises aos seus clientes”, explica o grupo na informação divulgada.

Com este prolongamento, o Certificado para Futuro Cruzeiro pode ser aplicado em cruzeiros com data de partida até 31 dezembro 2022 ou até 12 meses a contar da data de partida do cruzeiro original cancelado, uma vez que se “aplica o prazo que for maior”.

Desta forma, as reservas realizadas até 31 de março para cruzeiros com partida até 30 de setembro, têm ao dispor a possibilidade de cancelar a viagem até 48 horas antes da partida em substituição por um Certificado de Cruzeiro Futuro no valor de 100%, sendo também possível optar pelo cancelamento da reserva sem gastos, desde que a reserva “tenha sido efetuada com uma tarifa regular, e se encontrar fora do calendário de penalidades (90 dias antes da data de partida)”.

Já se a reserva tiver sido efetuada ao abrigo de uma Tarifa de Depósito Não Reembolsável, ao optar pelo cancelamento da reserva antes da data de pagamento final, o cliente recebe um Certificado de Cruzeiro Futuro no valor do depósito, sem qualquer penalidade.

Por outro lado, no caso do cliente pretender receber o Certificado ao abrigo do programa ‘Cruzeiro com Confiança’, no momento em que a sua reserva estiver sujeita a gastos de cancelamento inferiores a 100% da tarifa total do cruzeiro, ao optar por receber um Certificado, concorda em ficar imediatamente sujeito a taxas de cancelamento equivalentes a 100% da tarifa do cruzeiro.

Os Certificados para um Cruzeiro Futuro são válidos até 31 de dezembro de 2022 e aplicam-se em cruzeiros com data de partida até 31 dezembro 2022 ou até 12 meses a contar da data de partida do cruzeiro original cancelado (aplica-se o prazo que for maior), sendo que, se não utilizado dentro deste prazo, o Certificado perde automaticamente a sua validade.

Já nos cruzeiros com data de partida depois de 1 outubro de 2022 aplicam-se os Termos & Condições regulares, sendo que as condições excecionais de cancelamento ao abrigo do programa ‘Cruzeiro com Confiança’ não são válidas neste caso.

“Ao solicitar um Certificado ao abrigo do programa ‘Cruzeiro com Confiança’, significa que optou por cancelar voluntariamente a sua reserva e renuncia a qualquer direito de receber qualquer reembolso da tarifa do cruzeiro paga, mesmo que a viagem seja posteriormente cancelada”, explica o comunicado divulgado.

Este programa garante ainda “a melhor tarifa e promoção aplicada à reserva até 48 horas antes da data de partida”, num aplicação que deve ser solicitada via email e que permite o “ajuste direto no preço, se solicitado fora do período de pagamento final” ou a “atribuição de Crédito a Bordo não reembolsável, quando solicitado dentro do período de pagamento”

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Qatar Airways e Airlink lançam codeshare para melhorar ligações no sul de África

Nova parceria entre a Qatar Airways e a Airlink abrande 45 destinos e 13 países, e pretende contribuir para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África.

A Qatar Airways e a Airlink estabeleceram um acordo de codeshare para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África, que abrande 45 destinos e 13 países, informaram as companhias aéreas, em comunicado.

“Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem”, lê-se na informação divulgada.

Com este acordo, os passageiros passam a poder reservar voos entre o sul de África e os EUA, Europa e Ásia, sendo que esta parceria também aumenta a abrangência de voos da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.

“Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”, considera Akbar al Baker, CEO da Qatar Airways.

Para Rodger Foster, CEo da Airlink, “este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região” do sul de África, uma vez que a companhia aérea conta com uma “extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo”.

“Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que a Qatar Airways foi a única companhia aérea que abriu novos voos para África durante a pandemia, tendo lançado, durante esse período, os voos para Luanda, em Angola, assim como para Harare, no Zimbabué, e Lusaca, na Zâmbia. Este mês, a companhia aérea do Qatar vai também retomar os voos para Windhoek, na Namíbia.

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Swiss aumenta frequências do Porto para Zurique e Genebra até 14 voos adicionais por semana

A Swiss adicionou um voo ‘early bird’ à operação para Zurique e uma ligação noturna para Genebra, passando a disponibilizar até 14 voos adicionais por semana para a Suíça à partida do Porto.

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A Swiss vai aumentar para até 14 voos adicionais por semana o número de ligações aéreas do Porto para Zurique e Genebra, na Suíça, num aumento de oferta que chega aos 10 voos por semana para Zurique e que entrou em vigor sexta-feira, 1 de julho, enquanto Genebra conta com mais quatro voos por semana.

“A Swiss International Air Lines (SWISS) está a expandir os seus serviços para os passageiros portugueses tanto para voos de negócios como de lazer à partida do Porto no verão de 2022, com dez frequências semanais adicionais para Zurique e mais quatro voos semanais para Genebra”, destaca a companhia aérea helvética, que pertence ao Grupo Lufthansa, em comunicado.

No caso de Zurique, explica a Swiss, além do voo matinal que já existia e dos voos que decorrem a meio do dia, assim como à noite, passa a existir mais um voo ‘early bird’, que tem lugar quatro vezes por semana e que arrancou na passada sexta-feira, 1 de julho.

Esta nova ligação ‘early bird’ parte do Porto pelas 03h05 e chega à cidade suíça de Zurique pelas 06h30, horário que, segundo a companhia aérea, é ideal para os passageiros que têm voos de ligação através do hub da companhia aérea.

Além do aumento de oferta entre o Porto e Zurique, a Swiss está também a reforçar a operação entre a cidade Invicta e Genebra, destino que, além do voo diário ao meio-dia, passou também a contar, a partir de 17 de junho, com um voo noturno adicional.

“A Swiss tem estado presente no mercado português com voos do Porto e Lisboa desde a sua fundação há 20 anos”, destaca Thomas Ahlers, diretor-geral de Vendas do Lufthansa Group para Portugal, revelando que a companhia aérea está “a oferecer 70% mais voos a partir do Porto do que em 2019, antes da pandemia, até seis frequências diárias”.

“No total, a Swiss está a operar um número recorde de nove voos diários das cinco cidades portuguesas de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada para a Suíça no horário de verão, o que sublinha o importante significado do mercado português para a Suíça”, acrescenta o responsável.

O aumento de oferta da Swiss no Porto coincide com o 20.º aniversário da companhia aérea, motivo pelo qual a Swiss está a oferecer tarifas mais baixas para ligações de ida e volta, cujos preços começam agora nos 99 euros, valor que já inclui taxas.

No âmbito do aniversário, a companhia aérea está ainda a oferecer um vale de 20 euros para o próximo voo da Swiss a partir de Portugal. Para obterem o código promocional, os interessados devem visitar o site swiss.com e, até ao final de julho, realizar uma reserva para uma viagem que tenha lugar até 31 de dezembro.

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Tráfego da Ryanair dispara em junho

No primeiro semestre de 2022, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

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A Ryanair transportou 15,9 milhões de passageiros no passado mês de junho, número que representa uma subida de 203% face aos 5,3 milhões de passageiros que a companhia aérea low cost tinha transportado em igual mês do ano passado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Ryanair indica que o bom desempenho do tráfego teve reflexos também na ocupação dos voos, que chegou aos 95% no sexto mês do ano, 23 pontos percentuais acima do registado em junho de 2021, quando este indicador se ficava pelos 72%. Em junho, a Ryanair realizou mais de 88.500 voos.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a Ryanair transportou já 134,5 milhões de passageiros, o que traduz um aumento de 283% face aos 35,1 milhões de passageiros que tinham sido transportados no primeiro semestre de 2021.

Na ocupação dos voos, os primeiros seis meses do ano fica também marcado pelo bom desempenho, já que este indicador chegou aos 86%, 14 pontos percentuais acima dos72% registados até junho de 2021.

A Ryanair lembra ainda que o tráfego e a ocupação dos seus voos tem vindo sempre a crescer desde dezembro do ano passado, quando a companhia transportou 9,5 milhões de passageiros com um load factor de 81%, valores que sofreram uma quebra em janeiro, devido à Ómicron, para sete milhões de passageiros e uma ocupação de 79%.

Em fevereiro, contudo, as notícias voltaram a melhorar e a Ryanair já transportou 8,7 milhões de passageiros, com uma ocupação de 86%, enquanto em março se registou uma forte subida, com um tráfego de 11,2 milhões de passageiros e uma ocupação de 87%, ainda que a Ryanair diga que o tráfego deste mês foi “afetado pela crise causada pela invasão russa à    Ucrânia”.

Os números voltaram ainda a aumentar em abril, com 14,2 milhões de passageiros e 91% de ocupação, assim como em maio, quando a Ryanair transportou mais 15,4 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 92%.

 

 

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Turkish Airlines conta lançar voos sem escalas para a Austrália em 2026 ou 2027

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

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A Turkish Airlines pretende abrir voos sem escalas entre Istambul, na Turquia, e Sydney e Melbourne, na Austrália, numa operação que, segundo Ahmet Bolat, presidente da Turkish Airlines, poderá arrancar em 2026 ou 2027, uma vez que a companhia aérea turca está ainda a estudar o tipo de aparelho a usar nesta rota.

“A Austrália é o último continente para o qual a Turkish Airlines não voa”, recordou o responsável, durante a reunião geral anual da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que decorreu em Doha, no Qatar.

De acordo com Ahmet Bolat, a rota entre Istambul e a Austrália poderá vir a ser realizada num avião A350-1000XWB ou Boeing 777X, em vez dos A340-500s ou 777-200LRs que, acrescenta o responsável, acarretam maiores custos com o combustível.

“Os nossos estudos mostram uma grande perda (financeira) com essas aeronaves, especialmente com os altos preços atuais do combustível”, afirmou o presidente da Turkish Airlines, explicando que, por isso, a companhia aérea deve “optar por uma versão adicional, o A350-1000XWB, para serviços de ultralonga distância de Istambul a Sydney e Melbourne”.

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

Até à chegada dos voos sem escalas, a Turkish Airlines vai manter os acordos de codeshare que já disponibiliza nos voos para a Austrália e está em conversações com outros parceiros para alargar a oferta

“Com a frota existente, não podemos fazer voos sem escalas. Estamos a conversar com os nossos parceiros de codeshare porque é mais confortável operar a Austrália com a mesma aeronave”, concluiu o responsável.

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KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

Victor Jorge

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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TAAG já voa para Madrid

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos, no sentido Luanda-Madrid, enquanto em sentido contrário há voos às segundas e sextas-feiras. Os voos são realizados num avião Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros.

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A TAAG – Linhas Aéreas de Angola abriu segunda-feira, 27 de junho, a nova rota que passou a ligar Luanda à capital espanhola, numa operação que conta com dois voos por semana e que, segundo Eduardo Fairen, CEO da companhia aérea angolana, “representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa”.

“Esta nova rota Luanda-Madrid-Luanda representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa. Estamos focados em aumentar a nossa rede de destinos e a oferecer aos nossos clientes o melhor serviço possível. Estamos entusiasmados com o acordo com a IBERIA que permite que cada companhia possa incorporar a rede do parceiro na sua oferta de destinos, e proporcionar às famílias e ao segmento corporativo mais opções de viagens a partir do nosso hub de Luanda para a Europa, via Madrid”, congratula-se o CEO da TAAG.

Os voos para Madrid são realizados em aviões m Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros, incluindo 12 na classe business plus, 56 lugares na classe standard business e 225 lugares na classe económica.

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos no sentido Luanda-Madrid, partindo de Luanda pelas 21h00 para chegar a Madrid às 05h15 (+1), enquanto no sentido contrário os voos são às segundas e sextas-feiras, com saída da capital espanhola pelas 23h55, enquanto a chegada a Luanda está prevista para as 06h25 (+1).

Nesta operação, a TAAG estabeleceu um acordo de codeshare e interline com a Iberia, o que permite que os passageiros oriundos de Luanda possam, através de um bilhete único, pago em Kwanzas, chegar a Madrid como destino final ou escala para um voo de ligação (operado pela IBERIA) para diversas cidades em Espanha e na Europa, incluindo o Porto.

“Os passageiros beneficiam de mais destinos para fins de turismo bem como, os empresários interessados em conhecer e investir em Angola e demais geografias cobertas pela TAAG (vice-versa) passam a ter múltiplas possibilidades de ligação Europa-África-América latina”, sublinha ainda a TAAG.

O voo inaugural da TAAG para Madrid contou com uma delegação composta por entidades governamentais de Angola e Espanha, incluindo a administração da TAAG, representantes do tecido empresarial e os primeiros passageiros regulares.

O início dos voos foi ainda assinalado já em Madrid, com um evento comemorativo com entretenimento cultural típico de Angola e de Espanha que juntou vários stakeholders, com destaque para a presença do Embaixador de Angola em Espanha, José Luís de Matos Agostinho, e do Embaixador do Reino de Espanha em Angola, Manuel Lejarreta.

 

 

 

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Operação de verão da British Airways para os Açores arranca sábado

A operação sazonal da British Airways, que liga o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

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A British Airways começa este sábado, 2 de julho, a operação de verão entre o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, e que conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

“Tendo sempre em vista a promoção do destino, o alargamento de acessibilidades e a captação de novas rotas, esta é mais uma conquista da Associação de Turismo dos Açores (ATA) que visa contribuir para o sucesso inequívoco da retoma do setor na Região Autónoma dos Açores”, sublinha a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho.

No total, a British Airways vai realizar 10 voos para Ponta Delgada este verão, ligações aéreas que vão ser operadas num avião Airbus A320-NEO, com 180 lugares, o que totaliza 1.800 lugares disponibilizados no conjunto desta operação aérea sazonal.

“A presença da British Airways nos Açores no verão 2022 demonstra o trabalho de consolidação da promoção dos Açores que a ATA tem vindo a desenvolver, em particular no Reino Unido. É uma grande oportunidade para o setor do turismo dos Açores, na medida em que o Reino Unido é um importante mercado internacional emissor de turistas nos Açores e a British Airways uma das mais importantes companhias aéreas mundiais, com potencial para estimular novos segmentos de mercado”, congratula-se Carlos Morais, presidente da ATA.

Para estimular a procura pelos Açores, a ATA e a British Airways lançaram uma campanha de marketing conjunta que está atualmente em vigor, estando ainda previsto o desenvolvimento de várias ações promocionais por parte da associação e que vão decorrer em “parceria com os operadores turísticos do mercado do Reino Unido”.

Paralelamente, a ATA vai também promover a organização de “viagens educacionais com jornalistas, com vista ao necessário aumento da notoriedade do destino Açores naquele mercado”.

 

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Heathrow cancela 30 voos devido à falta de capacidade para dar resposta

Um dos maiores aeroportos da Europa e do mundo pediu a diversas companhias aéreas para cancelar cerca de 30 voos devido ao elevado número de passageiros, alegando incapacidade para dar uma resposta adequada.

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O aeroporto de Heathrow pediu às companhias aéreas para cancelarem cerca de 30 voos na manhã de quinta-feira, 30 de junho, alegando falta de capacidade para lidar com o fluxo de passageiros no aeroporto.

Segundo avança a imprensa britânica, milhares de passageiros foram afetados pela decisão do maior aeroporto do Reino Unido e um dos mais movimentados do mundo, com perdas de ligações e não tendo sido avisados previamente.

Um porta-voz de Heathrow admitiu que o aeroporto esperava um número “mais elevado de passageiros do que o esperado para a qual não temos capacidade para dar resposta, decidindo pedir às companhias aéreas para retirar 30 voos dos planos da manhã”.

Segundo o mesmo porta-voz, os responsáveis do aeroporto estão “a trabalhar para garantir que todos tenham uma jornada tranquila por Heathrow neste verão”, salientando que “o mais importante é garantir que todos os prestadores de serviços no aeroporto tenham recursos suficientes para responder à procura”.

Segundo as notícias, cerca de 98% dos voos a sair do aeroporto deverão ser operados em conformidade com os planos.

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Swiss aumenta frequências de voos no Porto para o verão

O aumento de frequências de Swiss no Porto vai ser apresentado na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa com a participação de Julia Hillenbrand, diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental.

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A Swiss International Airlines vai aumentar o número de voos diretos operados à partida do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, novidade que vai ser apresentada na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa a decorrer na cidade Invicta.

“A Swiss International Air Lines (SWISS), que pertence ao Lufthansa Group, vai expandir os seus serviços na cidade do Porto este verão, aumentando a frequência de voos diretos a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro”, lê-se numa nota a autarquia, que não especifica, no entanto, o número de voos que a companhia aérea helvética vai passar a operar.

A conferência de imprensa para apresentar o aumento do número de frequências vai decorrer no Jardim Botânico do Porto, pelas 11h00, com a participação da vereadora com o Pelouro do Turismo e da Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha, e da diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental, Julia Hillenbrand.

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Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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