Assine já
Destinos

Obras para instalar Museu Nacional Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche arrancam em fevereiro

Intervenções estão orçadas em 2.995.803,55 de euros e têm conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023, segundo a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Publituris
Destinos

Obras para instalar Museu Nacional Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche arrancam em fevereiro

Intervenções estão orçadas em 2.995.803,55 de euros e têm conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023, segundo a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Dino Parque Lourinhã abre no início de Fevereiro
Destinos
Hotelaria algarvia com aumentos na ocupação e volume de vendas em Fevereiro
Homepage
Hotelaria de Lisboa mantém subida de preços e rentabilidade em Fevereiro
Homepage
Lisboa
Receitas do Turismo subiram 15,5% até Fevereiro
Homepage

As obras para a instalação do Museu Nacional Resistência e Liberdade (MNRL) na Fortaleza de Peniche arrancam no próximo mês de fevereiro, informou esta quinta-feira, 13 de janeiro, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em comunicado.

“Esta obra contempla as intervenções de reabilitação e remodelação  que são necessárias para adequar as estruturas existentes na Fortaleza de acordo com o previsto no projeto aprovado, da responsabilidade do Atelier Ar4 (Évora), sob coordenação do arquiteto João Barros Matos”, lê-se no comunicado da DGPC.

De acordo com a informação divulgada, as intervenções, orçadas em 2.995.803,55 de euros, têm conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023, sendo ainda de prever que, em determinadas fases, o espaço museológico venha mesmo a encerrar temporariamente ao público, numa situação que, segundo a entidade pública, “será a seu tempo comunicada através dos canais institucionais do Museu e da DGPC”.

Recorde-se que a consignação da empreitada de instalação do MNRL ocorreu a 30 de dezembro de 2021, na sequência do lançamento de um concurso público e após conclusão de toda a tramitação administrativa subsequente.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Destinos

Governo autoriza verba de 10 milhões de euros para promoção turística digital

O Turismo de Portugal tem autorização do Governo para gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional nos meios digitais. A maior parte da verba, ou seja, 7,5 milhões de euros, pode ser utilizada este ano.

Publituris

O Turismo de Portugal pode gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional por via digital nos próximos dois anos, sendo que 7,5 milhões podem ser aplicados este ano, segundo portaria publicada esta sexta-feira.

As secretárias de Estado do Turismo, Rita Marques, e do Orçamento, Cláudia Joaquim, pelo despacho assinado no final de dezembro e esta sexta-feira publicado, autorizam encargos plurianuais decorrentes da contratação de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal, até ao montante de 10 milhões de euros.

Segundo o diploma, citado pela Lusa, já foi lançado um procedimento pré-contratual para um acordo-quadro, “celebrado com uma entidade” nos termos do Código dos Contratos Públicos, destinado à aquisição de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal.

“Assim, importa preparar as condições para que o Turismo de Portugal, cumprindo as responsabilidades que lhe estão cometidas, possa, face ao contexto existente, preparar a execução de campanha de publicidade, no âmbito do acordo-quadro celebrado”, justifica o Governo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

AHRESP volta a insistir no reforço dos centros de testagem em locais de animação noturna

Associação lembra que o acesso a bares e discotecas, que reabrem esta sexta-feira, continua a obrigar à apresentação de um teste negativo à COVID-19 e teme que a escassez de testes prejudique ainda mais estes estabelecimentos.

Publituris

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) voltou esta sexta-feira, 14 de janeiro, a insistir no apelo para o reforço dos centros de testagem em locais de animação noturna, uma vez que o acesso a bares e discoteca continua a obrigar à apresentação de um teste negativo à COVID-19.

“Com o dia 14 de janeiro e a reabertura de bares e discotecas a aproximar-se, a AHRESP vem, novamente, solicitar às autarquias a disponibilização de centros de testagem que apoiem o funcionamento destas atividades económicas, que tiveram de voltar a encerrar depois de apenas dois meses a funcionar e mais de um ano totalmente encerradas devido à situação pandémica”, indica a associação, que teme que a escassez de testes venha a prejudicar ainda mais estes estabelecimentos.

No comunicado divulgado, a AHRESP revela que “vários municípios já responderam” aos seus apelos e colocaram a funcionar “estruturas estrategicamente colocadas junto aos estabelecimentos noturnos”, numa medida que a associação pretende ver replicada.

A AHRESP lembra que, na passada quarta-feira, 12 de janeiro, a Direção Geral da Saúde atualizou as orientações para estes estabelecimentos, que reabrem esta sexta-feira depois do encerramento decretado pelo Governo logo a seguir ao Natal, confirmando a necessidade de apresentação de um teste negativo à COVID-19.

Para acesso a bares e discotecas, é necessário apresentar um teste PCR negativo e realizado até 72 horas antes, um teste antigénio realizado até 48 horas antes ou um autoteste realizado à porta do estabelecimento, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços.

Apenas os recuperados da doença ou quem tenha recebido a dose de reforço da vacina há mais de 14 dias fica isento da apresentação de um teste negativo no acesso a estabelecimentos de animação noturna.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Hong Kong proíbe passageiros em trânsito de 153 países, Portugal incluído

Proibição que afeta passageiros portugueses entra em vigor este domingo, 16 de janeiro, e vai estar em vigor ao longo de um mês para contar a variante Ómicron.

Publituris

O aeroporto de Hong Kong proíbe, a partir deste domingo, 16 de janeiro, o trânsito de passageiros provenientes de 153 países, incluindo Portugal, numa medida que, segundo a Lusa, pretende evitar a propagação da COVID-19 no território.

De acordo com as autoridades de Hong Kong, que são citadas pela Lusa, a suspensão aplica-se a países considerados de “alto risco” para a COVID-19 e vai estar em vigor ao longo de um mês, visando essencialmente conter a variante Ómicron, que é “altamente contagiosa”.

Para os passageiros destes países, a única forma de entrar em Hong Kong é possuir a vacinação completa contra a COVID-19 e realizar uma quarentena de 21 dias, uma vez que, a par da China, Hong Kong é um do territórios que aplicam a estratégia “COVID zero”, que consiste em evitar a propagação do coronavírus no seu território a todo o custo, nomeadamente através de uma rigorosa política de isolamento dos pacientes e dos seus contactos.

A medida já estava, aliás, em vigor e abrangia diversos países cujos passageiros já estavam proibidos de fazer escala em Hong Kong, mas a lista foi agora atualizada, sendo que, além de Portugal, também os países lusófonos de Angola, Moçambique ou Cabo Verde estão incluídos nesta lista de países de “alto risco” para a COVID-19.

Recorde-se que Hong Kong já tinha proibido o acesso ao seu território desde 08 de Janeiro a qualquer passageiro que tivesse permanecido mais de duas horas nos últimos 21 dias na Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Paquistão, Filipinas e Reino Unido.

A Lusa lembra ainda que as autoridades de Honh Kong têm estado em alerta desde que foi identificado um pequeno surto local da Ómicron num restaurante que desencadeou campanhas maciças de testes, rastreio frenético de casos de contacto, encerramento de bares, instalações desportivas, escolas, cinemas e museus, bem como a imposição de um recolher obrigatório para os restaurantes a partir das 18h00.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

África a braços com recuperação do turismo

Com uma percentagem ainda pequena da população imunizada contra a Covid-19, o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais está preocupado com a recuperação do turismo em África, e diz que não será antes de 2024.

O turismo em África só deverá atingir os níveis pré-pandémicos em 2024, alerta o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais (UNDESA).

Na parte que diz respeito a África, o relatório sobre a Situação e Perspetivas Económicas Mundiais das Nações Unidas para 2022, divulgado esta quinta-feira, em Washington, refere, conforme noticia a Lusa, que as chegadas de turistas ao continente não deverão regressar aos níveis de 2019 antes de 2023 e, muito possivelmente, só em 2024.

“As economias dependentes do turismo em África têm perspetivas positivas de evolução, embora a base seja bastante baixa, impulsionadas pelo abrandamento das restrições às viagens e à recuperação económica nos mercados de origem, na Europa e na Ásia, bem como devido à maior confiança para viajar associada com o sucesso das medidas de contenção e taxas de vacinação relativamente altas, como existe em Cabo Verde, Ilhas Comores, Maurícias, Marrocos, São Tomé e Príncipe e Tunísia”, destaca o documento.

O relatório conclui que “as indústrias dependentes do turismo, como a conservação da vida selvagem e proteção ambiental, e os trabalhadores informais do setor deverão enfrentar outro ano difícil, com efeitos agravados a longo prazo”, tendo em conta que na maioria dos países africanos menos de 5% da população está completamente imunizada contra a Covid-19, “falhando a meta da Organização Mundial de Saúde de 10% de cobertura até setembro de 2021 e 40% no final de 2021”.

O relatório da ONU surge no dia em que o diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (Africa CDC) afirmou que os países africanos receberam até agora 663 milhões de doses, das quais administraram 340 milhões, o que equivale a 60,4% do total.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Destinos

Lisboa é a segunda cidade da Europa para férias com diversão noturna sem multidões

Estudo de uma empresa de jogos online apurou que a capital portuguesa conta com uma “impressionante oferta de atividades ao ar livre e restaurantes”, além de casinos e animação noturna.

Publituris

Lisboa é a segunda cidade da Europa melhor classificada para férias e diversão sem multidões, de acordo com um estudo da empresa de jogos online SlotsUp, que destaca o facto da capital portuguesa contar com uma “impressionante oferta de atividades ao ar livre e restaurantes”.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela SlotsUp esta quinta-feira, 13 de janeiro, Lisboa surge como a segunda melhor “cidade do pecado” da Europa, uma vez que conta com uma generosa oferta de atividades para uma férias de diversão com amigos, como casinos, animação noturna, atividades ao ar livre e restaurantes.

“Lisboa ficou em segundo lugar com uma impressionante oferta de atividades ao ar livre e restaurantes, alem de uma população de apenas 500.000 pessoas, pelo que é o local perfeito para uma escapadela com distanciamento social”, indica a SlotsUp.

O estudo da empresa de jogos online aponta Benidorm, em Espanha, como a capital da diversão e a cidade mais indicada para umas férias animadas com distanciamento, enquanto Praga, capital da República Checa, ficou na terceira posição, empurrando Amesterdão, nos Países Baixos, para fora do Top3. Já a capital britânica ficou na oitava posição, à frente de Sydney, na Austrália, e Singapura, enquanto o Mónaco ficou na quarta posição, com mais atividades noturnas do que Paris.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Abertas inscrições para competição mundial de vídeos de turismo

As inscrições para a considerada maior competição mundial para vídeos de turismo estão ainda abertas até sábado. Trata-se do Circuito CIFFT, que reúne os melhores festivais de filmes de turismo do mundo em concurso.

Publituris

Estão abertas, até sábado, dia 15, as inscrições para a considerada maior competição do mundo para vídeos de turismo.

O Circuito CIFFT reúne os melhores festivais de filmes de turismo do mundo em um concurso que irá reconhecer e premiar os melhores anúncios e campanhas em vídeo produzidos para a promoção de destinos, produtos e serviços turísticos.

A iniciativa conta com o apoio da Organização Mundial do Turismo (OMT) e da European Travel Commission (ETC), entre outras instituições.

Nesta 34ª edição, o concurso já conta com a participação de grandes marcas e empresas do setor do turismo de países Portugal, Áustria, Azerbaijão, Croácia, França, Finlândia, Grécia, Japão, Polónia, Eslovénia, África do Sul, Espanha e Taiwan.

De acordo com a programação, ao longo do ano, os participantes irão percorrer 10 festivais que compõem o Circuito CIFFT em quatro

continentes, incluindo o festival ART&TUR em Portugal, organizado pelo Centro de Portugal Film Commission (CPFC), que será realizado em Ourém entre os dias 25 e 28 de outubro do próximo ano.

Em cada etapa do Circuito CIFFT, as produções audiovisuais serão avaliadas e premiadas por júris internacionais, enquanto os prémios obtidos serão convertidos em pontos que garantem acesso à CIFFT Ranking List, o principal recurso para benchmarking relacionado com a criatividade e a eficácia na Comunicação Turística. Ao fim do ano, o ranking irá definir os Melhores Filmes de Turismo do Mundo em cinco categorias temáticas principais: destinos turísticos cidade, região e país, serviços turísticos e produtos turísticos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Candidaturas ao programa Check-In já estão abertas e decorrem até 6 de fevereiro

Programa da Nova SBE e do Turismo de Portugal, que visa preparar as empresas do setor para a digitalização e torná-las mais resilientes para o futuro, arranca a 28 de março,

Publituris

Já se encontram a decorrer as inscrições para a 2ª edição do programa Check-In – Tourism Innovation on Campus, iniciativa que visa ajudar as PME a vingarem na nova era do turismo e a tornarem-se digitais, promovida por dois institutos da Nova SBE, em parceria com o Turismo de Portugal.

As candidaturas podem ser apresentadas até 6 de fevereiro e, segundo um comunicado da Nova SBE, está previsto que o arranque da nova edição do programa Check-in aconteça a 28 de março, com o evento imersivo Matchmaking.

De acordo com o comunicado divulgado pelo estabelecimento de ensino superior, com a pandemia da COVID-19, o turismo precisa de “avançar rapidamente para uma recuperação sustentada”, o que passa pela intensificação da digitalização das empresas e da força de trabalho do setor, de forma a torná-lo “mais resiliente”.

“Nesta nova era do Turismo as tecnologias digitais precisam ser usadas para aumentar a segurança e confiança dos viajantes e, ao mesmo tempo, repensar o sector de forma integrada e sinergética”, aponta a Nova SBE, que diz que este é “ainda o momento de redesenhar e ajustar as políticas e a gestão do turismo, inclusive através de uma maior diversificação, produtos mais inovadores e a revitalização das áreas rurais”, numa reconstrução do setor em que a inovação e a tecnologia assumem um papel principal.

“O programa Check-In – Tourism Innovation on Campus responde às necessidades mais prementes do sector e parte para a sua 2ª edição com o intuito de apoiar as startups nacionais e internacionais a co-desenvolverem as melhores soluções com experientes e reconhecidos parceiros do mercado, com o objetivo de as colocarem à disposição do setor das Viagens e Turismo. Para tal, as startups integradas no programa são capacitadas com as ferramentas e o mindset necessários para enfrentarem os seus desafios”, acrescenta a Nova SBE.

As startups participantes podem também vir a integrar o ecossistema de inovação da Nova SBE, através da comunidade de startups do Haddad Entrepreneurship Institute, que irá permitir uma maior aproximação das startups aos alunos, recursos e network da Escola.

No total, o programa conta, nesta segunda edição, com a participação de 18 parceiros de várias áreas do turismo, 15 dos quais já integraram a primeira edição do programa, dando agora continuidade à parceria “pelas mais valias de inovação e disrupção que encontram nos projetos e sinergias que são potenciadas”.

Amazing Evolution, Boost, Campigir, Cityrama, Visit Cascais, Details Hotels & Resorts, FeelsLikeHome, Go4Travel, GuestCentric, HotelShop, Osiris, Nonius Hospitality Technlogy, PortugalTrails, Selina Hotels, Top Atlântico, TravelStore, United Hotels of Portugal e Parques de Sintra são, nesta edição, os parceiros do programa Check-In.

As candidaturas devem ser enviadas até 6 de fevereiro, sendo que, até 27 de março, decorre a fase de pré-seleção de startups elegíveis, à qual se segue o arranque do programa, no dia 28, com a imersão Matchmaking, na qual, durante três dias, as empresas vão dar a conhecer as suas ideias para os projetos-pilotos, que vão posteriormente ser desenvolvidos ao longo de três meses.

“Digitalização e Personalização, Experiência Integral e Aprimorada e EcoTravel são as áreas de desafio a que a 2ª edição do programa procura responder com novas soluções, prevendo-se que em junho sejam apresentadas no Demo Day”, acrescenta a Nova SBE.

Recorde-se que o programa Check-in é promovido pelo Haddad Entrepreneurship Institute em cooperação com o Westmont Institute of Tourism and Hospitality, ambos institutos da Nova SBE, em parceria com o Turismo de Portugal.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Porto e Norte promove região do Douro no Aeroporto Francisco Sá Carneiro

Entidade regional de turismo inaugura esta sexta-feira, 14 de janeiro, uma uma tela gigante promocional da região do Douro no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

Publituris

O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) inaugura esta sexta-feira, 14 de janeiro, uma tela gigante promocional da região do Douro no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, convidando os turistas que passam pela infraestrutura aeroportuária a visitarem o destino que está a comemorar o 20.º aniversário da classificação enquanto Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

“A tela ficará estrategicamente situada no exterior da loja do Turismo do Porto e Norte, situada em frente à zona de «chegadas» do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, primeiro “call to action” da Região, impactando os turistas para partirem à descoberta de uma região ímpar em termos de paisagem e valor histórico”, refere o TPNP, num comunicado enviado à imprensa.

Com 5,7 metros de largura e 3,90 metros de altura, a tela transmite, segundo o TPNP, “uma imagem poderosa do Douro Vinhateiro, região que durante este ano será alvo de uma forte promoção nas feiras de turismo nacionais e internacionais”, lê-se no comunicado.

Além desta ação, o TPNP vai também levar a cabo uma grande campanha de promoção digital e várias exposições nas lojas do Turismo do Porto e Norte, numa estratégia que representa “mais um passo na promoção de um dos subdestinos da região com grande potencial turístico e que vai ao encontro de um dos objetivos traçados pelo presidente do Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro de Martins, de uma melhor distribuição de turistas por todo o destino”.

Além do presidente do TPNP, na cerimónia de inauguração da tela promocional do Douro vão também marcar presença Beraldino Pinto, vice-presidente da Comissão de Coordenação da Região Norte, Carlos Santiago, presidente da Comissão Intermunicipal do Douro, e Fernando Vieira, diretor do Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Brasil vai sediar este ano primeiro escritório da OMT na América Latina

O Brasil vai ter ainda este ano o primeiro escritório da Organização Mundial do Turismo (OMT) na América Latina. Será o quarto em todo o mundo. a ter a presença deste organismo das Nações Unidas especializado em turismo.

Publituris

A Organização Mundial do Turismo (OMT) escolheu o Brasil para sediar o seu primeiro escritório na América Latina. Prevê-se que esta delegação deverá entrar em operação já este ano.

Assim, o país passará a ser um dos quatro em todo o mundo onde a agência das Nações Unidas especializada em turismo marca presença.

Entre as várias funções do novo escritório, destacam-se a promoção e desenvolvimento do setor do turismo, visando, nessa zona do globo, atrair investimento, impulsionar novas startups, realizar e encomendar estudos de relevância para o setor, desenvolver um portal de apoio ao turista, bem como apoiar as ações e projetos desenvolvidos pela OMT em todo o mundo.

Segundo o ministro brasileiro do Turismo, Gilson Machado Neto, “graças ao compromisso até aqui demonstrado, pudemos provar o nosso potencial ao mundo e fechar aquela que é uma das maiores oportunidades para o turismo brasileiro em décadas. A confirmação de um escritório da OMT no Brasil é uma grande conquista para todos nós e para o nosso país”.

Para o presidente da Embratur, Carlos Brito, que participou ativamente no processo, “temos a certeza de que poderemos, em conjunto com os maiores stakeholders do mundo no setor do turismo, realizar ainda mais ações promocionais para que os turistas internacionais venham visitar os destinos maravilhosos que temos no Brasil”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Portugal é o melhor país do mundo para trabalho remoto e viagens

Portugal está em primeiro lugar no ranking dos países onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com viagem de lazer, de acordo com um índice publicado pela momondo.

A momondo, através do seu índice de trabalho remoto com viagens de lazer, revela que Portugal ficou posicionado em primeiro lugar.

Sabendo que cada vez mais pessoas adotam ambientes de trabalho flexíveis, a momondo analisou os dados de 111 países classificando-os com base em 22 fatores e em seis categorias: custo de viagens e acessibilidade, preços locais, saúde e segurança, condições de trabalho remoto, vida social, e clima. Assim, encontrou os destinos onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com o lazer nas horas livres.

Segundo a plataforma, algumas das razões que explicam esta classificação são porque Portugal ter um visto de trabalho remoto, um nível elevado de inglês de muitos habitantes, estabilidade política elevada com ausência de violência, ótimo clima e baixa poluição do ar.

Além de Portugal, nos top 10 estão a Espanha, Roménia, Maurícia, Japão, Malta, Costa Rica, Panamá, República Checa, e Alemanha.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.