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Portugal mantém 6.ª posição como destino mais popular entre os turistas britânicos

Portugal ocupa a 6.ª posição num Top liderado pela Espanha, EUA e França.

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Portugal manteve intacta a 6.ª posição do Top 10 dos destinos mais populares entre os turistas britânicos para o ano de 2022, mostra uma recente inquirição da Associação Britânica de Agências de Viagens (ABTA).

Segundo a associação, Portugal foi indicado por 8,7% dos inquiridos, longe dos 29,3% de Espanha que lidera este ranking, destino que recebe, habitualmente, 18 milhões de turistas britânicos pro ano.

Curiosa a troca no Top 3 entre EUA e França, com terras de “Uncle Sam” a passar de 3.º para 2.º (18,1%) e França (17,8%) a fazer o caminho inverso, sendo que 1 em cada 5 britânicos a apontar Nova Iorque e a Flórida como um dos possíveis destinos para 2022.

Entre os destinos transatlânticos aparecem, também, Austrália (5,1%) e Canadá (4,5%), embora em posições mais “modestas”, 8.º e 9.º lugares, respetivamente.

Entre os clássicos destinos europeus, além de Espanha, França e, claro, Portugal, aparece Itália, na 4.ª posição, com a indicação de 16,4% dos britânicos, bem como Grécia, na 5.ª posição, com 10,1% de “rating”.

Atrás de Portugal, além de Austrália e Canadá, aparecem Alemanha (8,2%) e Turquia (4%), sendo que Canadá e Turquia subiram, respetivamente duas posições o que lhes possibilitou entrarem neste Top 10.

De acordo com a ABTA, “o relaxamento dos requisitos de teste do Reino Unido tornará a viagem mais acessível”, uma vez que os viajantes totalmente vacinados não precisarão de realizar teste antes da partida ao regressar ao Reino Unido, com o teste do segundo dia a mudar de PCR para antigénio, a partir de 9 de janeiro.

Com dados a mostrarem que existe mais 30% de probabilidade de as pessoas utilizarem um profissional de viagens face à realidade pré-pandémica, principalmente para orientação sobre os requisitos de viagem referente ao Coronavirus (47%), segurança relativamente ao pacote de férias (46%), a ABTA espera ver mais clientes a recorrer a profissionais de viagens para reservar as tão esperadas viagens para este ano.

Graeme Buck, diretor de Comunicação da ABTA, refere, em comunicado que “janeiro é, tipicamente, quando as pessoas começam a planear as suas férias para o ano que se inicia”, destacando que “encoraja qualquer um que esteja pensando em reservar as férias para falar com um membro da ABTA”.

Principais destinos para os turistas britânicos em 2022:

  • Espanha (29.3%) =
  • Estados Unidos da América (18.1%) +1
  • França (17.8%) -1
  • Itália (16.4%) =
  • Grécia (10.1%) =
  • Portugal (8.7%) =
  • Alemanha (8.2%) =
  • Austrália (5.1%) +2
  • Canadá (4.5%) +2
  • Turquia (4.0%) +2
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    Marrocos reabre espaço aéreo a 7 de fevereiro

    Decisão foi tomada de acordo com as recomendações da comissão científica e técnica, que está também a estudar as medidas que vão ser implementadas nas fronteiras marroquinas após a reabertura do espaço aéreo.

    O Governo de Marrocos anunciou esta quinta-feira, 27 de janeiro, que o espaço aéreo do país vai reabrir a 7 de fevereiro, depois de ter estado encerrado mais de dois meses como medida para prevenir a propagação da COVID-19.

    De acordo com a Lusa, que cita um comunicado do Governo marroquino enviado à agência de notícias espanhola EFE, a decisão foi tomada de acordo com as recomendações da comissão científica e técnica, que está também a estudar as medidas que vão ser implementadas nas fronteiras marroquinas após a reabertura do espaço aéreo e que “serão anunciadas posteriormente”.

    O Governo de Marrocos continua a apelar aos cidadãos para que mantenham o cumprimento das medidas de precaução recomendadas pelas autoridades para combater a propagação do vírus, bem como para que recebam a terceira dose da vacina contra o SARS-CoV-2.

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    Candidaturas à 3.ª edição do programa Green Up decorrem até 21 de fevereiro

    Candidaturas ao programa de ideação, que é direcionado a estudantes ou formados na área do turismo, devem ser apresentadas online, até 21 de fevereiro, seguindo-se a fase de seleção e um bootcamp em Coruche.

    O programa de ideação Green Up está de volta e as candidaturas para a terceira edição desta iniciativa, que pretende “contribuir para o desenvolvimento de ideias inovadoras com impacto positivo no meio ambiente, sociedade e economia”, já se encontram a decorrer e têm lugar até 21 de fevereiro.

    Direcionado a estudantes ou formados na área do turismo, este programa visa “apoiar a implementação de ideias que respondam aos problemas identificados pelo Turismo de Portugal, nomeadamente, a gestão sustentável das empresas e do destino, a melhoria da experiência do turista, a promoção de mobilidade inteligente e a gestão baseada em dados e otimização dos negócios e empresas”.

    “Transversalmente, todos os projetos deverão contribuir para a promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pelas Nações Unidas”, indica a Territórios Criativos, consultora que promove a iniciativa com o apoio do Turismo de Portugal e em parceria com a Universidade Europeia, o GEN Portugal e a Câmara Municipal de Coruche.

    A 3.ª edição do Green Up foi oficialmente apresentada esta sexta-feira, 28 de janeiro, e as candidaturas decorrem até 21 de fevereiro, sendo que, após a fase de seleção dos candidatos, tem lugar um bootcamp, a 3 e 4 de março, em Coruche.

    As candidaturas devem ser apresentadas online, através do site dos Territórios Criativos, em
    http://www.territorioscriativos.eu/green-up/.

     

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    Lisboa entre as melhores cidades para uma “escapadinha única”

    No capítulo das “espadinhas”, gastronomia, arte e história e cultura, a capital portuguesa aparece bem classificada no ranking da consultora William Russell.

    Lisboa aparece no ranking das 20 cidades mais apetecíveis para uma “escapadinha única” da William Russell, uma consultora e fornecedora de seguros internacionais de saúde, vida e proteção de rendimento.

    Ocupando a 11.ª posição, a consultora considera que, “a sensação de descobrir a beleza e as maravilhas de um novo lugar é incomparável”, tendo, agora, listado as cidades com base no número de locais únicos, ocultos e interessantes para fazer, conforme classificado pelo AtlasObscura, para dar a conhecer os melhores locais do mundo para uma “fuga secreta”.

    Para a William Russel, “não são muitos os turistas que são corajosos o suficiente para ir ao ‘desconhecido’, mas para aqueles que são, a experiência não tem preço”. Por isso, considera que, “numa época em que as viagens foram restritas por tanto tempo, não há melhor momento para fugir da multidão do que agora”.

    Mas não é somente nas “escapadinhas únicas” que Lisboa aparece entre os Top 20. Quando analisados os locais, no que toca à gastronomia (bebida e comida), Lisboa salta para o 8.º lugar, subindo ainda mais, para a 6.ª posição quando listadas os melhores destinos no que toca à arte.

    Também na análise das cidades que apresentam uma história e cultura única, Lisboa aparece no Top 10, mais concretamente, em 7.º lugar.

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    Residentes realizaram no verão maior número de viagens desde o início da pandemia

    Segundo o INE, tanto nas viagens ao estrangeiro como em território nacional, “os valores registados no terceiro trimestre de 2021 corresponderam aos mais elevados desde o início da pandemia”.

    Inês de Matos

    Os residentes em Portugal realizaram, no terceiro trimestre de 2021, o maior número de viagens desde o início da pandemia, num total de 7,7 milhões de deslocação, o que corresponde a um aumento de 21,3% face a igual período de 2020, mas a uma quebra de 11,1% face ao terceiro trimestre de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

    De acordo com os dados divulgados pelo INE esta quinta-feira, 27 de janeiro, e que são relativos ao terceiro trimestre de 2021, nesse período, os residentes em Portugal realizaram 454,8 mil viagens com destino ao estrangeiro e 7,3 milhões de deslocações em território nacional, valores que traduzem, no entanto, tendências diferentes.

    No caso das viagens ao estrangeiro, que representaram 5,9% do total, houve um aumento de 180,9% face a igual período de 2020, ainda que, numa comparação com o terceiro trimestre de 2019, continue a existir uma quebra de 57,2%.

    Já as deslocações em território nacional, que corresponderam a 94,1% do total, traduzem um aumento de 17,1% face ao terceiro trimestre de 2020, ainda que, face ao mesmo período de 2019, se registe uma descida de 4,6%.

    “Em ambos os casos, os valores registados no 3ºT 2021 corresponderam aos mais elevados desde o início da pandemia”, indica o INE, revelando que o “lazer, recreio ou férias” se manteve como a principal motivação de viagem, representando 5,4 milhões de deslocações, o que indica uma subida de 20,9% face ao mesmo período de 2020, mas uma descida de 6,2% quando comparada com igual trimestre de 2019.

    Já a “visita a familiares ou amigos” foi a segunda motivação de viagem e representou 1,9 milhões de deslocações, o que traduz um aumento de 24,4% face a igual período de 2020, mas uma descida de 16,2% quando comparado com o mesmo trimestre de 2019.

    Os “hotéis e similares” concentraram 29,3% das dormidas resultantes das viagens turísticas no terceiro trimestre de 2021, reforçando o seu peso no total, que subiu 4,3 pontos percentuais, enquanto o “alojamento particular gratuito” se manteve como a principal opção e representou 56,6% das dormidas, numa descida de 4,4 pontos percentuais.

    Já a marcação das viagens foi realizada, essencialmente, através da internet, que foi o método escolhido em 25,3% dos casos, o que traduz um aumento de 0,6 pontos percentuais, com destaque nas viagens para o estrangeiro, onde este meio foi utilizado em 65,4% das deslocações, num aumento de 4,8 pontos percentuais, enquanto nas viagens em território nacional representou 22,8% das deslocações, o que traduz uma descida de 1,0 pontos.

    Apesar do crescimento no número de deslocações, cada turista residente dormiu, em média, 8,24 noites nas viagens turísticas realizadas no terceiro trimestre de 2021, o que indica uma descida de 1,9% face a igual trimestre de 2021, quando o número médio de noites foi de 8,41. Ainda assim, face ao mesmo período de 2019, houve uma subida, já que no terceiro trimestre de 2019 este indicador estava nas 7,80 noites.

    “A duração média mais elevada foi observada nas viagens realizadas em agosto (9,26 noites)”, acrescenta ainda o INE.

    Sobre o autorInês de Matos

    Inês de Matos

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    Candidaturas ao programa Green Key abertas até segunda-feira

    Termina já na segunda-feira, dia 31, o prazo de candidaturas para o programa Green Key 2022, galardão que visa a promoção do turismo sustentável.

    Os empreendimentos turísticos, alojamento local, parques de campismo, restaurantes e centros de conferência, que implementam boas práticas ambientais e sociais, podem ainda candidatar-se ao programa Green Key até à próxima segunda-feira, dia 31.

    Desenvolvido pela Foundation for Environmental Education (FEE), e coordenada em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), o programa Green Key ​​está presente em 65 países e conta com uma rede de cerca de 3200 estabelecimentos.​ O galardão visa a promoção do turismo sustentável.

    Para ser galardoado com este símbolo internacional, os estabelecimentos devem cumprir uma série de critérios que trabalham diferentes áreas e preencher o formulário de candidatura na Plataforma Green Key​.​​

    Sobre o autorCarolina Morgado

    Carolina Morgado

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    Valência revalida título de cidade mais sustentável do mundo

    Estudo da consultora consultora de produtos financeiros Money.co.uk elege, pelo segundo ano consecutivo, Valência como a cidade que “melhor cuida da saúde dos seus residentes e visitantes”.

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    A cidade de Valência, em Espanha, voltou a ser considerada como a cidade mais saudável do mundo pela consultora de produtos financeiros Money.co.uk, que voltou a eleger a cidade, pelo segundo ano consecutivo, como a que “melhor cuida da saúde dos seus residentes e visitantes”.

    Num comunicado enviado à imprensa, a VisitValência explica que o estudo teve em conta vários fatores para eleger a cidade mais sustentável do mundo, como os “níveis de obesidade, esperança de vida, níveis de poluição, cuidados de saúde, segurança, taxas de criminalidade e horas de luz solar”.

    Este ano, o estudo da consultora incluiu também características como o número de casas de banho por 100.000 habitantes, despesas de saúde, percentagem da população com acesso a apoio de saúde e prevalência de perturbações mentais e do uso de substâncias.

    A luz de Valência foi, segundo a entidade de promoção turística, um dos aspetos mais valorizados pelo estudo, uma vez que o facto da cidade contar com 2,696 horas de luz solar por ano e uma temperatura média de 19 graus Celsius leva a que Valência seja considerada “um destino intemporal a desfrutar em qualquer estação do ano”, onde os parques, as praias, bem como os terraços contribuem para uma maior qualidade de vida.

    A gastronomia sustentável e baseada em produtos da época foi outro dos fatores destacados, uma vez que “poucas cidades no mundo têm zonas naturais a partir das quais os cidadãos, mercados e restaurantes são abastecidos”, seja ao nível da agricultura ou da pesca, sendo também de lembrar que Valência acolheu o Guia Michelin Espanha & Portugal 2022.

    Os baixos índices de contaminação e poluição também foram tidos em conta, pois Valência “mantem os níveis de poluição muito abaixo de outras capitais” e conta ainda com mais de cinco milhões de metros quadrados de zonas verdes, o que contribui para um “turismo mais sustentável e saudável”.

    Os cuidados sanitários, pois a cidade concentra “um grande número de especialistas de topo que trabalham em centros equipados com instrumentos e tecnologia mais avançados do sector”, foi outra das características valorizadas, uma vez que Valência cidade é “lar de importantes hospitais como o IVO, nomeado durante dois anos como um dos 50 melhores centros oncológicos do mundo”.

    Além de todos estes fatores, também a longa esperança de vida, que chega aos 83,5 anos, se destaca em Valência, uma vez que o “estilo de vida pacífico, acompanhado por uma dieta mediterrânica e baixos níveis de poluição, tornam a qualidade de vida ideal para manter uma boa saúde”.

    “Este estudo inclui também outros fatores importantes que fazem da cidade, mais uma vez, a cidade mais saudável do mundo. É considerada uma das cidades mais seguras do mundo e tem uma baixa taxa de criminalidade”, acrescenta a VisitValência.

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    Noruega abre fronteiras

    O turismo da Noruega vê esta medida como “animadora” e espera que possa vir a ter consequências positivas para todo o setor.

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    A Noruega abriu todas as fronteiras aos viajantes, independentemente do local de origem. Desde o início de 2020, o país mantinha restrições de viagem, especialmente rígidas para quem chegasse sem o Certificado COVID emitido pela União Europeia. Mas a partir desta quarta-feira, 26 de janeiro, qualquer viajante pode entrar no país sem precisar ficar dez dias em quarentena.

    Esta é uma ótima notícia para o turismo norueguês que espera que esta última mudança de diretrizes tenha consequências positivas para todo o setor.

    O diretor interino do Visit Norway, Audun Pettersen, diz-se “animado” com a reabertura da fronteira. “Esperamos tanto por este dia e sentimos muita falta dos visitantes de todo o mundo”. O responsável pela entidade norueguesa afirma ainda, em comunicado, que “as pessoas podem finalmente começar a planear as suas férias e viajar novamente para a Noruega”, concluindo que “isso significa muito para nós e para todo o setor”.

    Os viajantes que chegam à Noruega terão, contudo, de preencher um formulário online e serão obrigados a fazer um teste à chegada ao país. Além disso, os visitantes que chegarem sem certificado COVID ou sem ter tido a doença, devem fazer um teste 24 horas antes de chegar ao país nórdico.

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    Turismo de luxo com recuperação rápida nos EUA

    O aumento do rendimento líquido dos norte-americanos terá reflexos nas escolhas dos turistas. Mais rendimento significa um “upgrade” para opções mais luxuosas. Segundo a GlobalData, um terço dos norte-americanos afirmam ter mais rendimento disponível.

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    A recuperação do turismo de luxo nos Estados Unidos da América (EUA) deverá acontecer mais rapidamente do que esperado, avançam os dados da GlobalData. Segundo a consultora, a pandemia fez com que o número de turistas viajantes com rendimentos mais altos aumentasse, tornando os super-ricos ainda mais ricos, com um terço dos inquiridos a afirmar que os seus orçamentos são “muito” ou “ligeiramente” maiores do que antes da pandemia. O mercado de lazer de luxo registou uma forte recuperação à medida que consumidores ricos, agora com níveis mais altos de rendimento disponível, começaram a viajar novamente em 2021.

    Ao analisar especificamente os EUA, a GlobalData verificou que a receita total de hotéis de viajantes de lazer para hotéis de luxo registou uma evolução de 147%, comparando 2021 com 2020.

    Ralph Hollister, analista de viagens e turismo da GlobalData, considera este um aumento percentual “significativamente maior em comparação com o subsetor de hotéis económicos dos EUA, segmento que registou um aumento de receita anual de 42%” face ao ano anterior de 2020.

    Ao olhar para o futuro, o analista da GlobalData estima que receita total de viajantes de lazer para hotéis de luxo nos EUA “cresça a uma robusta taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 25,2% entre 2021 e 2024”, devido ao “forte aumento do número de indivíduos com rendimento líquido mais elevado em países desenvolvidos, como os EUA”.

    As contas da GlobalData mostram que 2% dos cidadãos dos EUA detinham um património líquido superior a um milhão de dólares (cerca de 850 mil euros) em 2021, referindo que “a pandemia foi ‘benéfica’ para um segmento significativo de viajantes globais”.

    Hollister refere ainda que a recuperação contínua do turismo de luxo “parece estar em boa posição, pois o número de indivíduos com alto rendimento líquido continua a crescer em todo o mundo, e especialmente em importantes mercados de origem, como os EUA”.

    Isto faz, segundo a consultora, com que “quantidades crescentes de rendimento disponível tenham um impacto favorável na procura por produtos e serviços premium”, concluindo Hollister que “os destinos e empresas que podem oferecer as experiências mais únicas e autênticas poderão aumentar a sua participação neste mercado lucrativo”.

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    Mealhada também cancela festejos de Carnaval

    Organização justifica a decisão pelo facto de “não estarem reunidas as condições necessárias” para a realização dos festejos de Carnaval, mas admite que ainda está a pensar numa forma de assinalar o dia de Carnaval.

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    Depois de também Sines ter anunciado o cancelamento dos desfiles de Carnaval já esta semana, foi agora a vez da Mealhada seguir o mesmo caminho e anunciar que, este ano, os festejos do Entrudo também ficam suspensos, num cancelamento que é justificado com o aumento de casos de COVID-19.

    A decisão de cancelar os festejos, anunciada pela Associação de Carnaval da Bairrada e pela Câmara Municipal da Mealhada, é justificada pelo facto de “não estarem reunidas as condições necessárias para a sua realização”, devido à COVID-19.

    “Sabíamos que era difícil levar a cabo algumas festividades carnavalescas, mas tentámos esticar ao máximo para ver se a situação epidemiológica mudava. Todos os eventos que estavam a ser programados foram cancelados”, revelou o presidente da Associação de Carnaval da Bairrada, Alexandre Oliveira, citado pela Lusa.

    De acordo com o responsável, a organização do Carnaval da Mealhada tinha decidido promover, este ano, iniciativas “algo diferentes”, sem os dois habituais desfiles, uma vez que as escolas de samba do concelho não estavam preparadas.

    “As nossas escolas de samba não estavam preparadas e o nosso Carnaval depende bastante das nossas quatro escolas de samba. Não havendo forma de fazer os desfiles habituais, faríamos algo um bocadinho diferente, em que teríamos tenda, desfile trapalhão e mais algumas coisas, mas nem isso será possível”, lamentou o responsável.

    “O único caminho possível era cancelar”, acrescentou Alexandre Oliveira, explicando que a decisão foi tomada em conjunto com a autarquia da Mealhada, que também concordou que não era possível “pedir às pessoas que corressem esse risco”.

    Este é o segundo ano que a Mealhada fica sem Desfile de Carnaval, “o maior evento anual do concelho”, que todos os anos envolve “centenas de pessoas”, ainda que Alexandre Oliveira admita que a organização ainda esteja a pensar numa forma de, pelo menos, assinalar o dia de Carnaval.

    “Este ano contávamos reinventar a perspetiva de Carnaval, mas nem isso é possível. Ainda iremos pensar em alguma forma de assinalar, pelo menos, o Dia de Carnaval”, disse, descartando, no entanto, qualquer evento digital, uma vez que “as pessoas já não estão fechadas em casa, como no início da pandemia”.

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    AHP quer que Portugal levante as restrições a partir de 1 de fevereiro

    No âmbito da decisão do Conselho Europeu de recomendar a livre circulação para cidadãos com o certificado digital Covid da UE, a AHP apela a que as restrições em Portugal sejam levantadas a partir de 01 de fevereiro.

    “Este é um passo importantíssimo para a retoma das viagens internacionais”, afirma Raul Martins, presidente da AHP, ao comentar a decisão do Conselho da Europa de recomendar a livre circulação para cidadãos com o certificado digital Covid da UE, independentemente da situação do seu país de origem, mas apenas da pessoa.

    Assim, a Associação da Hotelaria de Portugal apela a que as restrições no nosso país sejam levantadas a partir de 01 de fevereiro. Segundo o presidente da AHP, “espera-se que Portugal levante rapidamente quaisquer restrições e adote quanto antes esta recomendação. Não cremos que seja necessário esperar pelo dia 09 de fevereiro”.

    Isto porque, lembra Raul Martins “cerca de 90% dos turistas que chegam a Portugal vêm por via aérea e as restrições ainda existentes dificultam a vinda de estrangeiros, além de terem forte impacto na operação e logística nos aeroportos e nos hotéis”

    Em comunicado de imprensa, a Associação recorda ainda que, desde há muito que defende que o certificado digital Covid da UE deve ser um título válido de circulação, só por si, por questões de simplificação das viagens, uniformização de critérios e valorização da situação de vacinação na Europa, esperando que esta recomendação seja seguida rapidamente por todos os países da UE, dispensando-se assim os testes e quarentenas.

    Atualmente vários países da Europa, como Espanha, França, Itália, Países Baixos, bem como o Reino Unido, já adotaram igual procedimento.

    Por outro lado, a AHP reforça a necessidade de Portugal aceitar certificados de cidadãos de países extra UE, como os dos EUA, Canadá ou Brasil, isto porque as vacinas aí ministradas são reconhecidas pela Agência Europeia do Medicamento.

     

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