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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

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Quinze museus e monumentos da cidade de Lisboa vão ser requalificados e valorizados ao abrigo de um protocolo de cooperação, financiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê o investimento de 56.879.350,00 euros, até final de 2025.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, este protocolo, que junta a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), prevê intervenções na Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém.

“As ações foram definidas pela DGPC em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental”, explica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, pelo Turismo de Lisboa.

Entre os projetos previstos, encontra-se a “remodelação profunda” do Museu Nacional de Arqueologia, a “valorização” do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor, a “requalificação” do Museu Nacional do Azulejo, a “remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas” do Museu Nacional de Arte Antiga, a “criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas” na Torre de Belém e no Panteão Nacional, assim como “ações de conservação e restauro” no Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.

“O desenvolvimento deste ambicioso projeto de valorização da oferta cultural de Lisboa e de melhoria da experiência do visitante será acompanhado por um plano de comunicação interna e externa, visando a captação de novos públicos para os equipamentos culturais de Lisboa, contribuindo para a sua sustentabilidade futura e para o reforço da atratividade turística”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

O protocolo foi assinado pelo diretor geral da DGPC, João Carlos dos Santos; pelo vice-presidente da CML, Filipe Anacoreta Correia; e pelos presidente adjunto e diretor geral da ATL, José Luís Arnaut e Vítor Costa, prevendo ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, composta por um representante de cada entidade, cabendo à DGPC e à CML a aprovação dos projetos e o acompanhamento técnico e à ATL a sua execução e a promoção interna e externa.

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Cabo Verde: Número de turistas atinge 90% do recorde de 2019

Em 2022, Cabo Verde terá recebido mais de 700 mil turistas, o que corresponde a cerca de 90% do recorde de 819 mil entrados no país em 2019.

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Esta previsão foi avançada pelo ministro cabo-verdiano do Turismo e Transportes, mas ainda não confirmada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

“Pelos nossos números já recebidos – e ainda não confirmados pelo Instituto Nacional de Estatísticas [INE] – poderão estar a atingir os 700 mil turistas que tenham chegado a Cabo Verde, isto significa 90% daquilo que nós recebemos em 2019, são números interessantes”, revelou Carlos Santos, citado pela Lusa.

Em declarações aos jornalistas no âmbito do segundo Conselho do Ministério do Turismo e Transportes, realizado na cidade da Praia, o governante espera que “se não houver essas perturbações internacionais, uma escalada inflacionária no segundo semestre, nós podemos chegar aos números de 2019″, notando que “a recuperação chegou”, após a procura turística cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Depois dessa queda, o ministro disse, conforme notícia da Lusa, que país está a tornar-se num “destino muito apreciado pelos turistas”, que têm um perfil diferente, estando à procura de outro tipo de produto, nomeadamente cultural e gastronómico, o que “exige de nós uma preocupação e cuidados maiores, no sentido de disponibilizarmos serviços com qualidade, segurança e higiene alimentar, segurança das pessoas e acessibilidades”, apontou Carlos Santos, fatores que podem também representar oportunidades para investidores e empreendedores, sobretudo os mais jovens.

Para fomentar o turismo, o ministro destacou que o governo está a trabalhar em várias frentes, designadamente no incentivo a operadores aéreos turísticos para o arquipélago, para diversificar a proveniência dos turistas e aumentar ainda mais a contribuição deste setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde.

O Conselho do Ministério do Turismo e Transportes teve como foco o Programa Operacional do Turismo (POT) 2022-2026, que reflete a visão e ambição do Governo nesta que é o principal setor de atividade económica do país, e com os transportes, contribuem para 35% do PIB.

Orçado em cerca de 200 milhões de euros para os próximos quatro anos, o ministro revelou que já foram mobilizados cerca de 50% desse valor, através do Banco Mundial e do Fundo do Turismo, tendo como objetivo “estruturar bem” a oferta turística do arquipélago.

Boa parte do montante destina-se a melhorar as infraestruturas turísticas, mas o país quer apostar muito na apresentação e promoção do destino. “Sem perder de vista a sustentabilidade, que hoje é um princípio norteador do crescimento”, salientou o governante.

Uma das metas do programa é fazer com que 40% dos turistas que venham a chegar ao país em 2026 possam ir para outras ilhas, além das principais de sol e praia, como Sal e Boa Vista.

 

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Residentes em Portugal viajaram mais no 3.º trimestre de 2022, mas números ainda estão aquém de 2019

Os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens ao longo do 3.º trimestre de 2022 (+5,8% comparado com o mesmo período de 2021). Se em território nacional se registou uma quebra (-0,6% face a período homólogo de 2021), as viagens ao estrangeiro cresceram 109%. Comparado com 2019, as viagens as viagens não recuperaram.

Victor Jorge

No 3.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo de 5,9% face ao mesmo período de 2021, mas ficou ainda a 5,8% face ao trimestre homólogo de 2019, indicam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

As viagens em território nacional corresponderam a 88,4% das deslocações (7,2 milhões), diminuindo 0,6% face ao 3.º trimestre de 2021, quebra menor que a registada face ao mesmo período de 2019, em que caíram 5,2%. Já as viagens ao estrangeiro, segundo avança o INE, cresceram 109%, encontrando-se ainda 10,6% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 950,6 mil viagens.

Lazer domina viagens
O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 3.º trimestre de 2022, contabilizando 5,5 milhões de viagens, +1,5% face ao 3.º trimestre de 2021, mas inferior em 4,9% face ao mesmo período de 2019, apesar da redução de representatividade (66,9% do total, -2,9 p.p.2 face ao 3.º trimestre 2021).

As deslocações nacionais referentes a esta motivação totalizaram 4,7 milhões de viagens (65,5%; -5 p.p.), enquanto as deslocações ao estrangeiro contabilizaram 737,7 mil viagens (77,6%; +18,8 p.p.).

Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos”, que cresceu 11,7% (-6,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019), tendo atingido 2,2 milhões de viagens (26,4% do total, +1,4 p.p.). Neste capítulo foram realizadas internamente dois milhões de viagens correspondendo a 28,1%, +3,1 p.p.) enquanto ao estrangeiro realizaram mais de 129 mil viagens (13,6%, -12,4 p.p.).

Os “hotéis e similares” concentraram 31% das dormidas resultantes das viagens turísticas dos residentes no 3.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+1,7 p.p.) e superando os níveis pré-pandemia (+3,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (54,5% das dormidas, -2,2 p.p.).

Preferência vai para julho
Analisando os três meses que compõem o trimestre, o INE refere que o número de viagens aumentou em todos: +10,6% em julho, +4,7% em agosto e +1,9% em setembro. Face aos mesmos meses de 2019, apenas em julho se registou um ligeiro acréscimo (+0,7%), dado que em agosto e setembro se observaram reduções de 9,2% e 7,4%, respetivamente.

No 3.º trimestre de 2022, 45,2% das viagens foram efetuadas recorrendo à marcação prévia de serviços (+3,3 p.p.), proporção que atingiu 94% (+10,8 p.p.) no caso de deslocações ao estrangeiro e 38,8% nas viagens em território nacional (-0,5 p.p.).

A internet foi utilizada na organização de 29,9% das deslocações (+4,6 p.p.), tendo este meio sido opção em 66% (+0,7 p.p.) das viagens ao estrangeiro e em 25,1% (+2,3 p.p.) das viagens em território nacional.

Os dados do INE mostram ainda que no 3.º trimestre de 2022, cada viagem teve uma duração média de 6,05 noites (6,17 no 3.º trimestre de 2021; 5,76 no 3.º trimestre de 2019). A duração média mais baixa foi registada no mês de setembro (4,04 noites), enquanto a mais elevada ocorreu em agosto (6,68 noites).

No 3.º trimestre de 2022, 40% dos residentes realizaram pelo menos uma deslocação turística, +0,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2021 (-2,3 p.p. comparando com o 3.º trimestre de2019). Numa análise mensal, registaram-se aumentos na proporção de residentes que viajaram em julho e agosto (+2,2 p.p. e +0,7 p.p., respetivamente, face aos mesmos meses de 2021), tendo diminuído ligeiramente em setembro (-0,1 p.p.). Em comparação com os mesmos meses de 2019, as variações observadas foram de -0,6 p.p., -1,6 p.p. e -1,3 p.p., respetivamente.

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Banco de Espanha refere expectativas “um tanto cautelosas” para o turismo espanhol para os próximos meses

O Banco de Espanha refere no seu primeiro relatório que o turismo em no país consolidou a recuperação, mas que ainda estão distante dos números de 2019. Para o futuro, o agravamento das perspectivas económicas globais condicionam a performance do setor, salientando a entidade que são necessários “investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”.

Victor Jorge

Depois de publicado o primeiro boletim económico referente ao setor do turismo, o Banco de Espanha (BdE) salienta a “consolidação da recuperação para níveis pré-pandemia, após a eliminação de, praticamente, todas as restrições à mobilidade internacional”, revelando, no entanto, que “os níveis de afluência de turistas ainda não recuperou na totalidade face a 2019, devido à debilidade registada no turismo de longo curso, em particular na Ásia”.

Não obstante, as receitas turísticas alcançaram já níveis pré-pandemia, impulsionados, em parte, por uma maior atração de turismo com maior capacidade de compra, refletindo “o aumento do peso relativo do alojamento hoteleiro de maior qualidade”.

As perspetivas de curto prazo “são positivas”, avança o BdE, em linha com a evolução dos indicadores de tráfego aéreo, embora o balanço de riscos apresente indicadores de uma baixa, devido à “deterioração das perspetivas económicas nos principais mercados emissores de turistas e a alta dos preços, que reduz a capacidade de gasto das famílias”, frisa o BdE.

A longo prazo, a evolução do turismo internacional está “condicionada pela possibilidade do setor continuar a melhorar a sua capacidade de atração de turistas com maior perfil de gasto, o que requer a consolidação de ganhos de qualidade e aprofundar a diversificação da oferta turística”, diz o BdE.

Globalmente, o Banco de Espanha refere que as expectativas para os próximos meses são “um tanto cautelosas, dada a incerteza relativamente ao agravamento das perspectivas económicas e aumento da inflação”.

Segundo a entidade bancária, a eliminação das restrições à mobilidade internacional entre os principais mercados de origem dos turistas para a Espanha ao longo de 2022 consolidou uma notável reativação dos fluxos turísticos. Assim, as chegadas de turistas não residentes a Espanha no verão, como um todo, ficaram 10,8% abaixo dos valores do mesmo período de 2019, ano em que foram atingidos máximos históricos, face a uma diferença de 50,4% na temporada de verão de 2021. No entanto, durante todo o verão, registou-se uma moderação da tónica de reativação da afluência de turistas internacionais, pelo que em setembro foi 11,6% inferior ao alcançado em 2019.

Poder de compra como “fator condicionante”
As perspetivas estão envoltas numa “grande incerteza”, diz o BdE. Por um lado, os fatores de suporte para a procura de viagens internacionais, como a procura estagnada e o rendimento acumulado durante a pandemia, previsivelmente “perderão força nos próximos meses”. Por outro lado, tenderão a exercer mais influência os fatores mais desfavoráveis que caracterizam a situação atual, entre os quais o destaque vai para a “evolução e repercussões da guerra na Ucrânia, a deterioração das perspectivas económicas dos principais mercados emissores de turistas e a erosão da capacidade do poder de compra das famílias causada pelo aumento da inflação”, salienta o relatório.

Na verdade, o BdE admite que “esses fatores negativos poderão estar a começar a concretizar-se na evolução mais desfavorável em outubro das pernoites em hotéis de britânicos e, principalmente, de alemães”.

Além disso, refere que “a perda do poder de compra pode levar a uma perda de atratividade em comparação com destinos alternativos do Mediterrâneo com níveis de preços mais baixos”. A esses fatores, o relatório acrescenta “a vulnerabilidade do setor turístico espanhol a episódios de fraqueza da libra esterlina”, dado que o Reino Unido constitui o primeiro mercado de origem de turistas do país.

Num horizonte de médio prazo, o turismo internacional em Espanha está fortemente dependente do transporte aéreo, cujo custo pode “encarecer no contexto da transição verde em que a UE está imersa, o que pode levar a um aumento dos custos dos voos devido às emissões geradas por este meio de transporte com tecnologia atual”, salienta o BdE. Esses possíveis efeitos poderiam afetar “mais intensamente o turismo de longa distância, no qual o peso das despesas com o transporte aéreo é elevado e, em certos segmentos das viagens de negócios, já que as empresas poderiam reduzir esse tipo de viagem para diminuir a pegada de carbono dos seus colaboradores”.

Adicionalmente, o BdE refere no relatório que “persistem dúvidas sobre o nível de equilíbrio do turismo de negócios, apesar do seu comportamento positivo ao longo de 2022, face aos progressos registados devido à digitalização da atividade empresarial, e o turismo asiático, que ainda permanece muito distante dos níveis pré-pandêmicos”.

Apesar destas fontes de incerteza, o relatório do Banco de Espanha destaca que Espanha é um destino turístico “atraente, pela sua perceção de destino seguro e pela qualidade das suas infraestruturas”.

Para manter essa atratividade, diz o BdE, “são necessários investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”. O Banco de Espanha salienta ainda que “o crescimento da receita do turismo poderia ser fortalecido com uma maior atração de um turismo com maior gasto médio”. Este objetivo exige, segundo o BdE, “preservar a melhoria da qualidade percebida dos serviços, reforçar a atratividade de Espanha como destino de negócios, urbano e cultural e adaptar-se a uma procura cada vez mais canalizada pelos meios digitais e vocacionado para um turismo mais personalizado, experiencial e com maior compromisso com sustentabilidade ambiental”.

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Novas descobertas arqueológicas enriquecem oferta turística de Cairo

O Egito revelou dezenas de novas descobertas arqueológicas, incluindo dois túmulos antigos, numa necrópole faraónica mesmo à saída da capital, o Cairo.

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Estas novas descobertas vão permitir enriquecer a oferta turística do destino, setor que recolhe uma fonte significativa de divisas, mas que foi duramente atingido pela pandemia da Covid-19 e está atualmente a sofrer as consequências da guerra na Ucrânia. Tanto a Rússia como a Ucrânia constituíam anteriormente uma grande fonte de turistas para o país.

Segundo uma equipa que participou na escavação, conforme notícia divulgada pela “Euronews”, todos os itens, descobertos durante um ano de escavação, jazem sob um antigo recinto de pedra dentro da Necrópole de Saqarra e datam da quinta e sexta dinastias do Velho Reino, abrangendo cerca de 2500 a.C. a 2100 a.C. Outras descobertas importantes da escavação incluem estátuas, amuletos, e um sarcófago bem preservado.

Refira-se que o sítio Saqqara faz parte de uma necrópole em expansão na antiga capital egípcia de Memphis, que inclui as famosas pirâmides de Gizé, bem como pirâmides mais pequenas em Abu Sir, Dahshur e Abu Ruwaysh. As ruínas de Memphis foram designadas como Património Mundial da UNESCO nos anos 70.

Para além desta, são frequentemente anunciadas novas descobertas no Egito, que contribuem para atrair turistas.

 

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Turismo Industrial: Porto e Norte passa a incluir mais de 100 pontos de visita

Com o alargamento a mais 15 entidades da região a sua rede de Turismo Industrial, o Porto e Norte passa a incluir mais de 100 pontos de visita nessa oferta, nomeadamente, eme museus, fábricas e outros equipamentos.

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Os protocolos de adesão à rede serão assinados na Oliva Creative Factory, em São João da Madeira, segunda-feira, no decurso do congresso da ERIH – Rede Europeia de Turismo Industrial, que contará com várias instituições ligadas à defesa e divulgação do património e história da indústria.

Para Luís Pedro Martins, presidente da Associação de Turismo do Porto e Norte (ATP), citado pela Lusa, com as 15 novas adesões, essa região turística “destaca-se claramente no país como o território que detém mais projetos de Turismo Industrial devidamente chancelados no âmbito da estratégia nacional”.

Alexandra Alves, representante nacional da ERIH, declarou à Lusa, que o evento vai analisar os novos desafios que se colocam à salvaguarda do Turismo Industrial, procurando envolver os profissionais da área num “diálogo aberto sobre processos de atualização em linguagem, programação, ferramentas, mediação, novas tecnologias e mesmo a própria definição dos circuitos de visita do património industrial português, inclusive em contexto real de laboração”.

As novas entidades que aderem à rede são: em São João da Madeira, a fábrica de colchões Sleep8; em Ponte de Lima, o Museu do Brinquedo Português; em Braga, o Elevador do Bom Jesus; em Gondomar, o Museu Municipal da Filigrana e o Museu Mineiro de São Pedro da Cova; em Freixo de Espada à Cinta, o Museu da Seda e do Território; em Marco de Canavezes, o Museu da Pedra e a fábrica de biscoitos Duriense; no Porto, a ourivesaria Alcino Silversmith, a Cerveja Nortada, a Loja Claus, a gráfica Peninsular e os museus do Carro Elétrico, dos Transportes e Comunicações, e do ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto.

Em termos práticos, a rede passa assim a integrar “mais de 100 projetos, o que representa mais de 50% da oferta de todo o território português”, segundo Luís Pedro Martins, adiantando que, essa dimensão confirma, por sua vez, o “enorme potencial da região para se afirmar como destino por excelência do Turismo Industrial”, sobretudo considerando que o turista atual “privilegia, de forma mais assertiva, experiências autênticas e descobertas originais”.

“Presenciar o processo de fabrico de um determinado produto, descortinar o seu modo de funcionamento e experienciar o trabalho final revelam-se componentes fundamentais do Turismo Industrial, proporcionando ao turista vivências únicas no âmbito de uma feliz conjugação de conhecimento e emoção”, defende o responsável regional.

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IPDAL assinala 17º aniversário e promete continuar a fazer “pontes” entre Portugal, América Latina e Caraíbas

O IPDAL – Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas assinalou o seu 17º aniversário esta quarta-feira, em Lisboa, em ambiente de festa. Na ocasião, o seu presidente, Paulo Neves, garantiu que a organização vai continuar a fazer “pontes” entre Portugal, América Latina e Caraíbas.

Na sua intervenção, Paulo Neves sublinhou a atenção que o Ministério português dos Negócios Estrangeiros tem dado àquelas duas regiões do mundo que o IPDAL representa no sentido de fomentar a cooperação.

O IPDAL, segundo o responsável, também colabora numa reflexão sobre a estratégia da política externa portuguesa, dando como exemplo uma reunião realizada no passado mês de setembro em Cascais, cujo documento das sugestões, sobre esta matéria, será entregue ao Governo.

O presidente do IPDAL lembrou que o objetivo desta organização é fazer a promoção da América Latina e das Caraíbas em Portugal, nos mais diversos setores, incluindo o turismo, mas também vice-versa. Assegurou que “vamos continuar a trabalhar muito para promover essas regiões e os países individualmente, aqui em Portugal”, recordando, nomeadamente, a realização do Fórum Empresarial Iberoamericano com vista a aproximar as empresas portuguesas à América Latina, bem como o Fórum do Turismo, a reunião da América Latina com a CPLP, a presença na BTL, e a organização de visitas a regiões do país e a instituições com os embaixadores, sempre com o objetivo de “fazer ‘pontes’ entre Portugal, a América Latina e as Caraíbas”, disse.

Paulo Neves prometeu que “vamos continuar a ter muita ambição e vamos fazer aquilo que, exatamente, aquilo que sabemos fazer e gostamos, fazer ‘pontes’ e pôr Portugal no mapa e o mapa em Portugal”.

A cerimónia de celebração dos 17 anos do IPDAL contou com presenças do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Francisco André, membros do corpo diplomático acreditado em Portugal, com destaque para os da América Latina e Caraíbas, responsáveis do setor do turismo, outras entidades portuguesas, parceiros e amigos do Instituto.

 

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Gastos com cartões estrangeiros em Portugal aumentam 69% face a 2019. No alojamento crescem 30%

Os números avançados pela SIBS relativamente aos gastos com cartões de pagamento estrangeiros em Portugal, em 2022, indicam uma clara subida em valor e volume. A subida no alojamento foi superior a 30% e na restauração de 74%.

Victor Jorge

De acordo com a SIBS, o número de transações anuais com cartões estrangeiros em Portugal mais do que duplicou, em 2022, em comparação com 2021, totalizando quase 126 milhões de transações, correspondendo a +106,5% face a 2021 e mais 68,9% em comparação com 2019.

Já quanto ao volume total de compras que se cifrou nos 5.598 milhões de euros, a SIBS indica que ficou 92,9% acima do registado em 2021 e mais 36,1% face ao ano de 2019.

Contudo, valor médio de transação baixou relativamente aos outros dois anos em análise, com a comparação com 2021 a indicar uma quebra de 6,6%, enquanto face a 2019 essa descida foi de 8,8%.

As transações em compras com cartões bancários estrangeiros, em 2022, ficaram marcadas por dois aspetos, já que, com exceção de janeiro, em todos os outros meses foram registados máximos absolutos. Em comparação com os meses homólogos de 2019, janeiro foi o que registou menores ganhos. Um segundo aspeto apontado pela SIBS refere que, a partir do 2.º trimestre a utilização de cartões bancários para compras aumentou mais de 70% relativamente ao meses homólogos de 2019.

No global, a distribuição regional das transações não foi equitativa, indicando a SIBS que a Área Metropolitana de Lisboa concentrou mais de 40% do total de transações; o Algarve e a Região Norte ficaram numa posição intermédia, cada uma com cerca de 20% do valor total; e os Açores e o Alentejo foram as regiões com menor número de transações, ambas abaixo dos 3%.

Globalmente, a distribuição das transações por mercado de origem assume uma evidente hierarquização, com a liderança a ser partilhada pelo Reino Unido e pela França com quotas próximas dos 15%. Espanha ocupa a posição seguinte, com uma quota de 11%; os EUA ultrapassaram, ainda que muito ligeiramente, a Alemanha, ocupando respetivamente o 4.º e 5.º lugares entre os principais mercados emissores.

Tal como nas transações, a distribuição regional dos consumos não foi equitativa, tendo a Área Metropolitana de Lisboa concentrado perto de 40% dos gastos totais; o Algarve, com 24%, e a Região Norte, com 19%, ficaram em posições intermédias. Já os Açores e o Alentejo foram as regiões com menores valores gastos, ficando ambas as regiões entre os 2,5% e os 3,5%.

A distribuição dos consumos, por mercado de origem, também evidencia uma clara hierarquização com o Reino Unido e a França ocupam as posições cimeiras, com quotas a rondar os 15%; os EUA posicionaram-se em 3.º lugar, como líderes destacados entre os mercados intercontinentais, com 11%. Alemanha e Espanha, apesar de aumentarem as suas quotas face a anos anteriores, são ultrapassadas pelos EUA.

O gasto médio em compras com cartões bancários estrangeiros em 2022 reforçou a tendência de “diminuição já verificada em anos anteriores”, sendo o valor mais reduzido desde 2019. “Na origem desta tendência e do crescimento significativo do número de operações está a generalização do uso do cartão bancário como meio de pagamento mais utilizado, mesmo para despesas mais correntes e de baixo valor”, refere a SIBS.

A distribuição regional dos gastos médios, tal como os outros indicadores, também mostrou diferenças. Os Açores e o Algarve apresentam o valor médio por compra mais elevado, superior a 50€; o Alentejo, a Região Centro e a Madeira ficaram em posições intermédias, com montantes entre 45 e 50€; a Área Metropolitana de Lisboa registou o valor médio por compra mais baixo, pouco acima dos 40€.

A distribuição dos gastos médios, por mercado de origem, ao contrário dos outros indicadores, mostra um relativo equilíbrio, com os EUA a posicionaram-se como líderes absolutos, com um gasto médio próximo dos 60€; seguem-se França, Reino Unido e Alemanha, com valores pouco acima de 40€.

Gastos em alojamento a crescer a partir do 2.º trimestre
Em 2022, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros no alojamento foram sempre crescentes até agosto, mês em que foi atingido o valor máximo.

Os dados da SIBS mostram um valor acumulado, em 2022, de 1,526 milhões de euros, comparando com os 1.166 milhões de 2019, representando, assim, uma evolução de mais de 30%, enquanto com o ano de 2022 (580 milhões de euros), esse crescimento cifra-se acima dos 160%.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos a partir do início do 2.º trimestre. Os meses de julho e agosto apresentaram ganhos relativos quase 50% superiores face aos meses homólogos de 2019.

A distribuição relativa dos gastos em alojamento, por região, evidencia, mais uma vez, uma marcada hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa a representar quase 40% dos gastos; o Algarve conquistou a 2.ª posição, com uma quota de 27%; os Açores (4%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de alojamento.

A distribuição dos consumos em alojamento, por mercado emissor, evidencia uma liderança partilhada pelos EUA e Reino Unido que superam claramente os maiores mercados europeus.

Neste ponto, tal como na globalidade da análise da SIBS, o valor médio gasto desce face a 2019, passando de 172,8 euros para 153,6 euros.

Já na restauração, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros foram, em 2022, sempre crescentes até ao mês de agosto, altura em que foi atingido o valor máximo.

No acumulado do ano 2022, a SIBS indica um valor de 1.685 milhões de euros, o que compara com os 688,5 milhões de 2021 e com os 965,5 milhões de 2019.

Comparando com os meses homólogos de 2019, registaram-se ganhos relativos logo desde o início do ano. Em todos os meses do 2.º semestre, os ganhos relativos tiveram aumentos pelo menos 75% superiores face aos meses homólogos de 2019.

Quanto ao valor médio por compra, esta cifrou-se nos 30,3 euros, enquanto em 2021 estava nos 32,3 euros e, em 2019, nos 36,6 euros.

A distribuição relativa dos gastos em restauração, por região, evidencia uma forte hierarquia entre regiões, com a Área Metropolitana de Lisboa representou cerca de 44% dos gastos; o Algarve ocupou a 2.ª posição, com 26%; os Açores (2,5%) e o Alentejo (2%) foram as regiões com menores gastos relativos em serviços de restauração.

Quanto à distribuição dos consumos por mercado emissor evidencia uma liderança destacada do Reino Unido, secundado pela França e pelos Estados Unidos da América que superam Espanha e Alemanha.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Marina de Vilamoura recebe certificação 5 Gold Anchor Platinum da TYHA

A Marina de Vilamoura acaba de receber a certificação 5 Gold Anchor Platinum acreditada pela The Yacht Harbour Association (TIHA).

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Torna-se, assim, na primeira marina em Portugal a ostentar a mais alta distinção desta mais antiga associação da indústria, e permite que o nosso país entre para o Top 10 mundial.

São apenas 10 as marinas/portos de recreio, a nível mundial, a hastear a certificação e, agora, Portugal faz parte deste ranking de marinas que se distinguem por receber clientes de elevada exigência e que esperam os mais altos níveis de instalações, infraestruturas e serviço ao cliente.

Para alcançar a distinção foi necessário garantir alguns princípios diferenciadores onde se inclui uma avaliação da ambiência da marina baseada em design de construção, instalações, acessórios e outras características de primeira classe; atendimento ao cliente através de uma equipa de concierge dedicada que atende a todas as necessidades dos proprietários, convidados e tripulação; e instalações de qualidade, proporcionando uma experiência de luxo para os clientes.

Isolete Correia, administradora da Vilamoura World, entidade master developer que tem por objetivo liderar e promover Vilamoura, comenta que “esta certificação reflete o nível de oferta e a qualidade das infraestruturas, bem como o trabalho constante e dedicação de toda a equipa envolvida, cujo esforço está inteiramente focado na prestação de serviços de excelência”.

Refira-se que, entre 2015 e 2017, a Marina de Vilamoura foi eleita, entre todas as marinas classificadas com 5 Âncoras, a melhor marina internacional do ano e, por ser galardoada em três anos consecutivos, em 2017 foi-lhe atribuída a respetiva distinção: prémio “International Marina of Distinction 2015-2017”. Em 2019 foi novamente distinguida com prémio de melhor marina internacional do ano e nomeada como a Melhor do Mundo em 2021 e mais recentemente, em setembro de 2022, foi eleita a Melhor Marina Internacional, no Southampton International Boat Show.

 

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‘Metro Art’ é nova atração turística de Banguecoque

Chama-se ‘Metro Art’ a nova atração turística da capital tailandesa, um espaço de arte e criatividade, que acaba de ser inaugurado.

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Localizado na estação de metro MRT Phahon Yothin, a nova atração turística de Banguecoque ocupa uma área de 1.000 metros quadrados, está aberta entre as 07h00 e as 21h00, e é de entrada gratuita.

O projeto Metro Art resulta de um investimento de mais de 30 milhões de Baht (mais de 842 mil euros) e foi desenvolvido pela Bangkok Expressway, Metro Public Company Limited e Bangkok Metro Networks Limites (BMN), apoiado pela TAT para se tornar num novo local atrativo para os turistas e residentes que apreciam arte e criatividade.

Ao longo de 2023, o Metro Art vai ser palco de vários eventos, desde exposições mensais de arte moderna e clássica de artistas famosos, bem como apresentações regulares de música ao vivo. O espaço conta ainda com um Art Learning Center, em colaboração com a International Watercolor Society Thailand, no qual os visitantes podem aprender vários tipos de arte; uma galeria e loja para venda de obras de arte; um espaço de pintura; e um mercado de arte.

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Sustentabilidade como elemento-chave na agenda de viagens dos turistas

Um recente relatório do WTTC, em conjunto com o Grupo Trip.com e Deloitte, revela que 69% dos viajantes procuram ativamente opções de viagens sustentáveis. Além disso, três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

Victor Jorge

Um novo e importante relatório do World Travel & Tourism Council (WTTC) e do Grupo Trip.com, juntamente com a Deloitte, revela um interesse elevado por turismo sustentável entre os consumidores, com 69% dos viajantes a procurarem ativamente opções de viagens sustentáveis.

O relatório “A world in motion: shifting consumer travel trends in 2022 and beyond”, mostra que a sustentabilidade é um elemento-chave da agenda de viagens, com viajantes interessados em reduzir a sua pegada de carbono e apoiar o turismo sustentável.

De acordo com uma pesquisa incluída no relatório, três quartos dos viajantes estão a considerar viajar de forma mais sustentável no futuro e quase 60% escolheram opções de viagem mais sustentáveis nos últimos dois anos. Outra pesquisa também descobriu que cerca de três quartos dos viajantes de luxo estão dispostos a pagar mais para tornar as suas viagens mais sustentáveis.

No ano passado, após mais de dois anos de interrupções nas viagens, os viajantes deixaram claro que o seu desejo de viajar está muito vivo, com um aumento de 109% nas chegadas internacionais durante a noite, em relação a 2021.

De acordo com o relatório, no ano passado, os consumidores estavam dispostos a esticar o seu orçamento para os planos de férias, com 86% dos viajantes a planear gastar a mesma quantia ou mais em viagens internacionais do que em 2019, com os turistas dos EUA a liderarem a lista como grandes gastadores.

Mas 2023 parece ainda melhor em termos de gastos dos viajantes. Apesar das preocupações com a inflação e a crise do custo de vida em todo o mundo, o relatório do WTTC revela que “quase um terço (31%) dos viajantes pretende gastar mais em viagens internacionais este ano do que em 2022”.

Além disso, de acordo com o ‘Global State of the Consumer Tracker’ da Deloitte, no ano passado, mais da metade (53%) dos consumidores globais entrevistados durante o verão afirmaram que planeiam ficar num hotel nos três meses seguintes.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, frisa que a “procura por viagens está mais forte do que nunca e este relatório mostra que este ano veremos uma recuperação significativa. 2023 está definido para ser um ano muito forte para as viagens e turismo”.

A responsável pelo WTTC destaca ainda que “a sustentabilidade está no topo da agenda dos viajantes, e os consumidores destacam o valor que atribuem à proteção da natureza e ao viajar com responsabilidade.”

Jane Sun, CEO do Trip.com Group, refere, por sua vez, que “as viagens e turismo são uma força poderosa para impulsionar a economia global, criar empregos, estimular o crescimento económico e tirar as comunidades da pobreza”.

Além disso, salienta que “a região da Ásia-Pacífico, com suas economias dinâmicas e de classe média em rápido crescimento, está bem posicionada para capitalizar o crescimento da indústria e ocupar o seu lugar como líder na economia global do turismo”, admitindo-se “otimista com o momento positivo para a retomada global e o crescimento das viagens em 2023, impulsionado principalmente pelos consumidores da China continental, o que ajudará a acelerar a recuperação e o desenvolvimento mundial”.

Já Scott Rosenberger, líder do setor de transporte global, hospitalidade e serviços da frisa que “as viagens estão a recuperar da pandemia, inovando e atendendo às procuras de tipos de viagens alternativas mais modernas, viagens sustentáveis, viagens de luxo e muito mais”.

Mesmo o aumento das preocupações financeiras causadas pela inflação “não está a diminuir o ritmo”, salientando o responsável da Deloitte que “incrivelmente, as viagens estão no topo das prioridades e os acordos de trabalho remoto/flexível estão a criar novas oportunidades”.

Outras descobertas reveladas no relatório revelam que as vendas de pacotes de férias de sol e mar para 2022 aumentem 75% em comparação com o ano anterior; que no ano passado, durante o verão, as chegadas internacionais a destinos europeus de sol e praia ficaram apenas 15% abaixo dos níveis de 2019; que, em 2022, se espera que as visitas às principais cidades tenham um aumento de 58% em relação ao ano anterior, menos de 14% abaixo dos níveis de 2019; que as férias de luxo serão particularmente populares, com vendas de hotéis de luxo estimadas em 92 mil milhões de dólares (cerca de 85 mil milhões de euros) até 2025, em comparação com 76 mil milhões de dólares (cerca de 70 mil milhões de euros) em 2019); e que quase 60% dos viajantes admitiram já estarem a pagar para compensar as suas emissões de carbono ou a considerar esse aspeto se o preço for justo.

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