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TAP já liga Lisboa a Punta Cana

Serão três voos semanais a ligar a capital portuguesa a Punta Cana (Rep. Dominicana), com a TAP a utilizar os novos A330-900neo.

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TAP já liga Lisboa a Punta Cana

Serão três voos semanais a ligar a capital portuguesa a Punta Cana (Rep. Dominicana), com a TAP a utilizar os novos A330-900neo.

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A TAP já iniciou os voos que ligam, três vezes por semana, Lisboa a Punta Cana (Rep. Dominicana), ligação essa que será realizada com o A330-900 neo, aeronaves que oferecem a nova cabina Airspace by Airbus.

Os voos entre Lisboa e Punta Cana irão realizar-se à quarta, sexta-feira e sábado, com partida da capital portuguesa às 17:00 e chegada ao aeroporto da República Dominicana às 21:20. Já o regresso será feito pelos voos da TAP com partida de Punta Cana às 23:05 e chegada ao aeroporto Humberto Delgado às 10:35 do dia seguinte (horas locais).

A TAP informa que os voos de ida-e-volta estão disponíveis a partir de 403 euros, com todas as taxas incluídas.

Quanto à aeronave que fará a ligação, o A330-900neo tem 168 lugares em Economy e 96 lugares em EconomyXtra, enquanto na classe executiva a companhia portuguesa oferece 34 lugares.

Novo programa de reservas “com confiança”
O novo programa “Reserve com Confiança” da TAP, iniciado a 1 de dezembro, permite aos viajantes total flexibilidade para alterar as reservas em todas as tarifas, incluindo a discount. Os passageiros podem agora alterar a data, destino ou deixar o bilhete em aberto, sem taxas, nas viagens reservadas até 28 de fevereiro de 2022. “Não há taxa de alteração e não há limite de alterações, mas podem aplicar-se diferenças tarifárias”, informa a TAP em nota de imprensa.

 

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Rent-a-car adquiriu 5.073 viaturas em julho

O setor do rent-a-car adquiriu 5.073 viaturas em julho, entre veículos ligeiros de passageiros, comerciais ligeiros, motos e pesados, número que representa uma descida de 6,2% face a igual mês do ano passado, segundo a ARAC.

No passado mês de julho, o setor do rent-a-car adquiriu 5.073 viaturas, entre veículos ligeiros de passageiros, comerciais ligeiros, motos e pesados, número que representa uma descida de 6,2% face a igual mês do ano passado, quando tinham sido adquiridas 5.411 viaturas pelas empresas de rent-a-car.

De acordo com a Associação dos Industriais de Automóveis sem Condutor (ARAC), entre o total de veículos adquiridos pelas empresas de rent-a-car que operam em Portugal, contam-se 4.602 viaturas ligeiras de passageiros e 354 veículos ligeiros de mercadorias, número que, segundo a associação, indicam que “o rent-a-car continua a afirmar-se de forma clara como o maior comprador de veículos automóveis novos em Portugal”.

“Na composição das aquisições referidas, prevalecem (à semelhança do mercado nacional de um modo geral) os segmentos A, B e C, que representaram, em julho, a maioria das aquisições efetuadas pelas empresas de rent-a-car”, indica a ARAC na informação divulgada.

No total, mercado português de veículos ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros encerrou o mês de julho com um volume de vendas de 16.369 unidades, registando um crescimento de 17,4% face mês homólogo do ano anterior, segundo elementos fornecidos pela ACAP – Associação Automóvel de Portugal.

 

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TAP mantém liderança nas ligações aéreas entre o Brasil e a Europa

No primeiro semestre do ano, a TAP transportou 28% do total de passageiros que viajaram entre o Brasil e o continente europeu, média que mantém a companhia aérea nacional como líder nas ligações aéreas entre os dois destinos.

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No primeiro semestre do ano, a TAP transportou 640 017 passageiros entre o Brasil e a Europa, número que traduz um aumento de 526% face a igual período de 2021 e que representa 28% do total de passageiros transportados nas rotas que ligam o Brasil ao continente europeu.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de bandeira nacional sublinha que os números confirmam a liderança da TAP enquanto “principal companhia aérea que liga o Brasil à Europa”.

“Com 3.129 voos no primeiro semestre deste ano, é a primeira companhia aérea para a Europa e a terceira maior companhia aérea internacional em número de descolagens, o que representa um aumento de 130% em comparação com o mesmo período em 2021”, acrescenta a TAP, na informação divulgada.

No Brasil, a TAP já está a operar 86% da capacidade do período pré-pandemia, o que prova que o Brasil “continua a ser um dos mercados prioritários para a TAP Air Portugal”, que garante que vai continuar a investir no mercado brasileiro.

Atualmente, a TAP conta com voos diretos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador para Lisboa, aos quais se juntam ainda os voos de São Paulo e Rio de Janeiro para o Porto.

“No total, existem 11 cidades no Brasil (13 rotas) que a TAP liga diretamente à Europa. Para o Verão europeu, a TAP irá operar 76 voos por semana entre o Brasil e Portugal, o maior número de voos entre as companhias aéreas estrangeiras que operam no Brasil”, indica ainda a companhia aérea.

 

 

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Estudo encomendado pelo Porto de Lisboa confirma “relevante contributo económico dos cruzeiros”

Estudo encomendado pela Administração do Porto de Lisboa (APL) apurou que cada cruzeirista que chega à capital portuguesa gasta, em média, 82 euros na cidade, essencialmente em restauração, alojamento e transportes.

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A Administração do Porto de Lisboa (APL) e a Lisbon Cruise Port encomendaram um estudo que veio confirmar “o relevante contributo económico dos cruzeiros para a cidade de Lisboa”, uma vez que apurou que cada cruzeirista que chega à capital portuguesa gasta, em média, 82 euros na cidade, essencialmente em restauração, alojamento e transportes.

“Numa altura em que estamos a recuperar das consequências de dois anos de pandemia, os passageiros de cruzeiros revelam-se fundamentais para a recuperação de atividades como a restauração e os transportes”, considera Ricardo Medeiros, vogal da Administração Porto de Lisboa (APL).

De acordo com o estudo, que foi realizado pela Netsonda para a APL e Lisbon Cruise Port, a “média das despesas por pessoa é superior aos números conhecidos até agora”, sendo também possível perceber que os turistas que visitam Lisboa em cruzeiros têm um “maior poder de compra” e optam por ficar em hotéis de quatro e cinco estrelas, antes e depois da viagem de cruzeiro.

O estudo realizado para a APL indica também que estes turistas apresentam uma forte satisfação com a escala na capital portuguesa, sendo 96% os cruzeiristas que admitem regressar a Lisboa numa viagem de lazer.

Já sete em cada 10 passageiros optam por visitar a cidade a pé e mais de metade frequentam cafés e restaurantes lisboetas durante o período de visita à cidade, enquanto um terço visita atrações turísticas, 45% faz compras e um quarto utiliza transportes.

Por nacionalidades, destaque para os americanos, que são os que mais vão a restaurantes/cafés, enquanto os italianos dominam nas visitas a locais turísticos e os britânicos são os que mais fazem compras em lojas.

“São os passageiros que embarcam (no modelo turnaround) que mais contribuem para o valor dos 82 euros, com uma média de despesas de 367 euros por pessoa (37 euros no caso dos que estão em trânsito)”, revela ainda o estudo, que apurou que quase 90% dos passageiros que embarcam escolhem hotéis de cinco e quatro estrelas (43% e 46% respetivamente).

“Estes são dados que atestam que estamos a assistir a uma transformação do perfil da atividade e dos passageiros de cruzeiros, no sentido de uma maior qualificação e valorização”, destaca o Porto de Lisboa, no comunicado divulgado.

Os passageiros de turnaround que desembarcam em Lisboa passam uma média de 1,5 dias na cidade, sendo que esse número sobe para 2,1 dias no caso dos que embarcam na capital, sendo que a maioria dos passageiros em trânsito prefere visitar Lisboa a pé (69%).

O estudo foi realizado entre 9 de abril e 23 de maio, e envolveu a realização de 853 entrevistas a passageiros em trânsito e em turnaround.

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Lufthansa chega a acordo com sindicato do pessoal de terra

O acordo alcançado entre a administração da Lufthansa e o sindicato Verdi prevê um aumento salarial em três fases, ao longo de um ano.

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A Lufthansa chegou a acordo com o sindicato que representa os 20.000 funcionários de terra da companhia aérea alemã, entendimento que foi alcançado uma semana depois da greve que levou ao cancelamento de mais de 1.000 voos nos aeroportos de Munique e Frankfurt e afetou cerca de 134.000 passageiros.

De acordo com a Lusa, que cita fontes sindicais, o acordo alcançado entre a administração da Lufthansa e o sindicato Verdi prevê um aumento salarial em três fases, que começam com o pagamento de 200 euros por mês, a partir de 1 de julho, a que se seguirá um aumento de 2,5% em janeiro do próximo ano e mais 2,5% a partir de julho de 2023.

Para o sindicato que representa os trabalhadores de terra da Lufthansa este é “um bom acordo”, uma vez que atende à inflação e estabelece um aumento real, sobretudo para os trabalhadores com um nível salarial inferior, aos quais é garantido um aumento mínimo gradual de 350 euros.

Apesar do acordo alcançado com o pessoal de terra, a Lufthansa está ainda em negociações com o sindicato dos pilotos, que exige um aumento salarial de 5,5% e já prometeu uma greve, caso não seja possível alcançar um acordo.

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TAP lança promoção com voos desde 65 euros para Portugal, Espanha, França, Suíça e Marrocos

A promoção da TAP é válida para reservas realizadas até 17 de agosto, cuja viagem decorra entre 30 de outubro e 25 de março de 2023, com exceção do período entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2023.

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A TAP lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, uma promoção com voos de ida e volta cujos preços começam nos 65 euros e que é válida para destinos em Portugal, Espanha, França, Suíça e Marrocos. A oferta está em vigor para reservas realizadas até 17 de agosto.

“A promoção inclui viagens para Barcelona a 69 euros; Bilbao a 65 euros; Valência a 79 euros; Fuerteventura a 119 euros; Las Palmas a 145 euros; Tenerife a 95 euros; Marselha a 79 euros; Toulouse a 99 euros; Zurique a 119 euros; Maraquexe a 125 euros”, destaca a TAP, num comunicado enviado à imprensa.

A oferta da TAP é válida para reservas realizadas até 17 de agosto, cujas viagens decorram entre 30 de outubro e 25 de março de 2023, excluindo o período entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2023.

Todas as tarifas incluem o transporte de um item pessoal e de bagagem de mão, e as condições da oferta podem ser consultadas  no site da TAP.

 

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Procura internacional dita aumento de 76,2% no tráfego aéreo global de junho

Apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Inês de Matos

O tráfego aéreo global aumentou 76,2% em junho face a igual mês de 2021, muito por culpa do aumento da procura internacional, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA),  que divulgou esta quinta-feira, 4 de agosto, os dados relativos ao transporte aéreo global de junho.

Segundo os dados da IATA, apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19.

Em junho, o tráfego doméstico subiu 5,2% face a mês homólogo de 2021, com a IATA a indicar que esta evolução trouxe “melhorias na maioria dos mercados”, o que, combinado com “a flexibilização de algumas restrições de bloqueio relacionadas com a Ómicron no mercado doméstico chinês”, permitiu o crescimento do tráfego doméstico.

Tal como no tráfego global, também o tráfego doméstico continua ainda abaixo do registado em  junho de 2019, já que em junho apenas foram atingidos 81,4% dos níveis apresentados antes da pandemia.

Mais positivo é o crescimento do tráfego internacional que, em junho, aumentou 229,5% face ao mesmo mês do ano passado, com a IATA a sublinhar que o “levantamento das restrições de viagem na maior parte da Ásia-Pacífico está a contribuir para a recuperação”. Já o tráfego internacional atingiu 65,0% dos níveis de junho de 2019.

“A procura por viagens aéreas continua forte. Após dois anos de bloqueios e restrições nas fronteiras, as pessoas estão a aproveitar a liberdade de viajar para onde puderem”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais subiu em junho, num aumento que chegou aos 492.0% face a junho de 2021, enquanto a capacidade disponibilizada subiu 138.9% e o load factor aumentou 45.8 pontos percentuais, fixando-se nos 76.7%, com a IATA a sublinhar que “a região está agora relativamente aberta a visitantes estrangeiros e ao turismo, o que está a ajudar a promover a recuperação”.

As boas notícias continuam no Médio Oriente, onde o tráfego aumentou 246.5% em junho, enquanto a capacidade subiu 102.4% e o load factor cresceu 32.4 pontos percentuais, para 78.0%.

Na Europa, o aumento do tráfego de junho foi de 234.4% face a mês homólogo de 2021, enquanto a capacidade subiu 134.5% e o load factor cresceu 25.8 pontos percentuais, fixando-se nos 86.3%, com a IATA a destacar que, a nível europeu, o tráfego internacional “está acima dos níveis pré-pandemia em termos ajustados sazonalmente”.

Na América do Norte, o aumento do tráfego aéreo chegou aos 168.9%, enquanto a capacidade subiu  95.0% e o load factor cresceu 24.1 pontos percentuais, para 87.7%, naquele que foi o load factor mais elevado entre todas as regiões.

Já na América Latina houve um aumento de 136.6% no tráfego face a junho de 2021, com a capacidade a subir 107.4% e o load factor a aumentar 10.3 pontos percentuais, para 83.3%, naquele que foi o terceiro load factor mais elevado, depois desta região ter liderado na ocupação ao longo de 20 meses.

Em África, o tráfego subiu 103.6% em junho, enquanto a capacidade aumentou 61.9% e o load factor cresceu 15.2 pontos percentuais, passando para 74.2%, naquele que voltou a ser o load factor mais baixo entre todas as regiões, ainda que a IATA revele que o “tráfego internacional entre África e as regiões vizinhas está próximo dos níveis pré-pandemia”.

Apesar das  melhorias, a IATA mostra-se preocupada com as perturbações que se têm registado nos aeroportos europeus e dos EUA, motivo pelo qual a associação volta a insistir no adiamento do regresso às regras dos slots, defendendo que, no imediato, essa decisão é “prematura”.

“Basta olhar para os problemas que as companhias aéreas e os seus passageiros em alguns aeroportos centrais estão a enfrentar. Esses aeroportos não conseguem suportar a sua capacidade declarada, mesmo com o limite atual de 64% de slots”, alerta Willie Walsh, que considera que “a flexibilidade ainda é essencial para apoiar uma recuperação bem-sucedida”.

 

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Grupo SATA ultrapassa 1M de passageiros transportados mais cedo que em 2019 e 2021

Marca de um milhão de passageiros transportados foi atingida a 31 de julho, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019.

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As companhias aéreas do Grupo SATA celebraram a 31 de julho a chegada à marca de um milhões de passageiros transportados, resultado que, este ano, foi alcançado mais cedo que em 2021 e até que em 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

“A marca simbólica de um milhão de passageiros transportados acabou por ser alcançada antes mesmo do registado em 2019, sendo que a 31 de julho de 2022, o grupo SATA atingia a marca de 1 milhão de passageiros transportados. Em suma, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019”, destaca o grupo de aviação açoriano, que detém as companhias aéreas Azores Airlines e SATA Air Açores.

De acordo com um comunicado do grupo, numa comparação com os dados contabilizados a 31 de julho de 2019 e de 2021, verifica-se um aumento de 3% no número de passageiros transportados quando comparado com o ano de 2019, e de 83%, se comparado a igual período de 2021.

No comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA lembra que a primeira vez que a SATA Air Açores atingiu a marca de um milhão de passageiros foi em 1977, 30 anos depois do início de operação da companhia aérea, que começou a voar em 1947.

“Atualmente, as companhias aéreas transportam mais de um milhão de passageiros a cada ano que passa”, congratula-se o Grupo SATA.

 

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Air Europa estabelece acordo de interline com a Viva Air

Com o acordo de interline com a Viva Air, os passageiros da Air Europa passam a dispor de conexões desde Bogotá e/ou Medellín para 18 cidades colombianas, assim como de Lima para Cuzco, no Peru.

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A Air Europa estabeleceu um acordo de interline com a Viva Air, companhia aérea ultra low cost colombiana, que vai reforçar a oferta de voos da companhia aérea da companhia aérea espanhola na Colômbia e Peru, a partir do início deste mês.

Num comunicado enviado à imprensa, a Air Europa explica que, com este acordo, os seus passageiros passam a dispor de conexões desde Bogotá e/ou Medellín para 18 cidades colombianas, assim como de Lima para Cuzco, no Peru.

Cali, Pereira, Montería, Riohacha, Cúcuta, Bucaramanga são algumas das cidades para onde os passageiros da Air Europa podem agora voar na Colômbia, às quais se juntam ainda destinos na Costa Atlântica e caraíbas, tais como, San Andrés, Cartagena e Santa Marta.

Com este acordo de interlline, os passageiros da Air Europa podem voar para os destinos da Viva Air na Colômbia e Peru com um único bilhete, numa parceria que vai reforçar a presença da companhia aérea nesta região da América Latina.

“O acordo a que chegámos com a Viva Air completa a nossa presença na Colômbia e no Perú, e permite-nos colocar à disposição dos nossos clientes mais de 18 novas cidades. Este aumento na rede interna de novos destinos consolida a nossa posição e marca e abre-nos novas oportunidades internacionais. Com a Viva Air facultamos um melhor serviço e reiteramos o nosso compromisso com ambos os mercados, estratégicos para a nossa companhia”, destaca Estelle Leray, diretora de Alianças e Customer Experience de Air Europa.

Já Carlos Orellana, responsável de alianças da Viva Air, considera que “alcançar este acordo com Air Europa permitirá aos passageiros contar com mais itinerários alternativos, conectando-se à rede de destinos operados pela Viva Air”, nomeadamente a partir do hub da companhia aérea em Medellín, a partir do qual a low cost colombiana voa para 43 destinos domésticos na Colômbia e no Peru.

A Viva Air é uma companhia aérea ultra low cost colombiana que conta com uma frota de 23 aviões que é considerada a mais moderna da Colômbia, a segunda da América do Sul e a quarta do mundo. A companhia aérea voa na Colômbia há 10 anos e está presente no Peru há cinco anos e, nos próximos anos, conta abrir 30 novas rotas domésticas e internacionais.

 

 

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Grupo Royal Caribbean suspende teste COVID-19 antes do embarque já este mês

Grupo de companhias de cruzeiros vai suspender já na próxima segunda-feira, 8 de agosto, o teste antes do embarque para passageiros vacinados contra a COVID-19 em cruzeiros até cinco dias e espera alargar a suspensão a todos os cruzeiros em breve.

Inês de Matos

O Grupo Royal Caribbean deverá suspender os testes COVID-19 antes do embarque para passageiros vacinados em cruzeiros até cinco dias já a partir da próxima segunda-feira, 8 de agosto, avança o jornal britânico especialista em turismo Travel Weekly, que cita Jason Liberty, presidente e CEO do grupo de companhias de cruzeiros.

De acordo com o responsável, a suspensão dos testes aplica-se, numa primeira fase, apenas aos cruzeiros até cinco dias, ainda que Jason Liberty admita que a sua abolição se venha a estender aos restantes cruzeiros dentro de pouco tempo.

“Assim que o teste nos EUA foi suspenso, assistimos a um aumento de 9% a 10% nas reservas para viagens de 2022. Ganhámos bastante terreno desde que essa exigência foi levantada”, afirmou o responsável, durante a apresentação dos resultados trimestrais do grupo, na passada quinta-feira, 28 de julho.

Tal como o presidente e CEO do Grupo Royal Caribbean, também Michael Bayley, presidente e CEO da Royal Caribbean, uma das mais conhecidas companhias de cruzeiros do grupo, concorda que a suspensão dos testes deverá atrair um maior número de cruzeiristas, até porque, explicou, cerca de 40% dos clientes da companhia que receberam crédito para um futuro cruzeiros ainda não o utilizaram e estão à espera que a exigência do teste deixe de existir.

“Esperamos ver um aumento nas reservas”, acrescentou Jason Liberty, admitindo que o Grupo Royal Caribbean espera que 2023 já seja um ano “normal”, com melhores taxas de ocupação e um EBITDA mais elevado.

O responsável mostra-se confiante na recuperação que as companhias de cruzeiros do grupo têm vindo a apresentar, motivo pelo qual afirma que 2022 é um “ano de transição”, ao longo do qual o grupo espera ver aumentar os níveis de ocupação.

“Estou confiante em nossa trajetória de recuperação”, afirmou, explicando que o grupo tem assistido a uma forte procura na Europa para 2023, que tem vindo a aumentar à medida que o verão vai decorrendo.

“Esperamos que a Europa se comporte de forma muito semelhante a 2019”, indicou ainda Jason Liberty, revelando que, neste momento, a ocupação na Europa ronda os 75%, muito por culpa do impacto do conflito militar na Ucrânia.

Recorde-se que, além da Royal Caribbean International, o Grupo Royal Caribbean conta também com as companhia de cruzeiros Celebrity Cruises e Silversea Cruises, sendo representado em Portugal pela Melair Cruzeiros.

 

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Qatar Airways obtém certificação ISO em Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacionais

A Qatar  Airways obteve a certificação ISO 45001:2018, relativa a sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacionais, que confirma o empenho da companhia aérea na prevenção de lesões de trabalho e melhoria do bem-estar dos colaboradores.

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A Qatar  Airways obteve a certificação ISO 45001:2018, relativa aos sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacionais, que confirma o empenho da companhia aérea na prevenção de lesões relacionadas com o trabalho e na melhoria do bem-estar dos seus colaboradores.

“A certificação foi obtida através da implementação de várias medidas preventivas, incluindo avaliações de risco, formações e inspeções regulares de adesão”, indica a companhia aérea, revelando que a avaliação decorreu ao longo de um período de 28 dias e abrangeu vários critérios avaliados pelo Bureau Veritas, entidade responsável pela atribuição da certificação.

Durante o período de avaliação, foram realizados testes independentes por oito auditores em onze locais, num processo que envolveu também entrevistas a colaboradores das companhias aéreas durante o período de avaliação para assegurar a conformidade com a norma do sector.

“A segurança e o bem-estar dos nossos colaboradores são de grande importância para nós, e a nossa nova ISO 45001:2018 é uma prova das medidas vigorosas que temos vindo a implementar. Reduzimos, comprovadamente, os fatores que levam a lesões relacionadas com o trabalho e, consequentemente, melhorámos o estilo de vida dos nossos colaboradores”, congratula-se  Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Esta foi a 14.ª certificação ISO recebida pela companhia aérea de bandeira do Qatar, que viu, assim, reconhecida a excelência operacional em todos os seus departamentos e subsidiárias.

Tal como a Qatar Airways, também a subsidiária de catering da Qatar Airways, a QACC, conquistou recentemente a sexta certificação ISO, concretamente a ISO/IEC 17025:2017 para Acreditação Laboratorial, enquanto o Aeroporto Internacional de Hamad (HIA) obteve quatro certificações ISO, incluindo a ISO 55001:2014, a ISO/IEC 27001:2013, a ISO 22301:2019 e, mais recentemente, a ISO/IEC 20000-1:2018.

Já a Qatar Aviation Services (QAS), serviço de assistência em terra da Qatar Airways, conquistou duas certificações ISO de Sistemas de Gestão de Qualidade para os seus serviços operacionais de companhia aérea e para os seus serviços de gestão de cargas, ao abrigo da certificação 9001:2015.

 

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