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IPDT Tourism Conference vai definir agenda para o turismo em 2022

O IPDT Tourism Conference, que decorre em formato online, no próximo dia 16 de dezembro, pretende fomentar o debate e a reflexão em torno das oportunidades e desafios que se colocam ao setor, com o olhar para o próximo ano.

Carolina Morgado
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IPDT Tourism Conference vai definir agenda para o turismo em 2022

O IPDT Tourism Conference, que decorre em formato online, no próximo dia 16 de dezembro, pretende fomentar o debate e a reflexão em torno das oportunidades e desafios que se colocam ao setor, com o olhar para o próximo ano.

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É já no dia 16 de dezembro que vai decorrer, em formato online, a edição de 2021 da IPDT – Tourism Conference, que pretende dar contributos para uma agenda estratégica para o turismo no horizonte 2022.

Promovida pela IPDT, a conferência, que vai na sua 16ª edição, pretende unir conhecimento e experiência para refletir e analisar os desafios e oportunidades que se colocam ao turismo, com o objetivo de identificar propostas para uma agenda estratégica para o setor no ano que se avizinha.

Em debate estarão temas como: Quais os grandes desafios e oportunidades para o turismo em 2022?; Qual a importância da sustentabilidade para o desenvolvimento?; Como estão os destinos a preparar-se para a retoma?; e Quais as principais tendências para o turismo em 2022?.

Entre os oradores constam Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Manuel Violas, presidente do Grupo Solverde e Chairman da Conferência, Eduardo Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Luís Pedro Martins, presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal, António Jorge Costa, presidente do IPDT – Turismo e Consultoria, na sessão de abertura.

Os dois painéis contarão com intervenções de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Sandra Carvão,Chief, Market Intelligence and Competitiveness at UNWTO, Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de Estado do Turismo, Mariana Ribeiro Ferreira, diretora Cidadania Empresarial e Responsabilidade Social CUF, António Loureiro, Travelport accounts Managing Director Iberia/Benelux/France, Cristina Siza Vieira, vice-presidente VP Executiva da AHP, Mafalda Magalhães, Operations Manager do FCPorto Museum, e ainda de Ricardo Valente, vereador do pelouro de Turismo e Comércio da Câmara Municipal do Porto.

O encerramento da sessão ficará a cargo de António Jorge Costa, José Guilherme Aguiar, vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, e Miguel Reis, presidente do Município de Espinho.

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Contributo direto e indireto do turismo para o PIB foi de 16,8 MM€, em 2021

A atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, em 2021, comparando com os 6,6%, de 2020, e 11,8%, em 2019

De acordo com as contas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, correspondendo a 16,8 mil milhões de euros, e de 7,9% para o VAB da economia nacional, ou seja, 14,4 mil milhões de euros.

Os dados divulgados pelo INE mostram que Valor Acrescentado Bruto gerado pelo Turismo (VABGT), em 2021, face a 2020, registou um aumento nominal de 27,3%, representando 5,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional (4,8% em 2020), situando-se ainda 2,3 pontos percentuais (p.p.) abaixo de 2019, ano em que representou 8,1% do VAB da economia.

As contas feitas pelo INE indicam que O VABGT totalizou 10.671 milhões de euros em 2021, enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) cifrou-se em 21.334 milhões de euros, o equivalente a 10,1% do PIB (8,4% no ano anterior e 15,3% em 2019).

Na comunicação feita pelo INE pode ler-se que o ano de 2020 foi marcado por “uma forte contração da atividade económica, que se traduziu numa diminuição de 8,4% do PIB em volume”. Assim, as contas indicam uma “redução da atividade turística que terá contribuído com -5,6 p.p. para aquele resultado, o que corresponde a cerca de 2/3 da redução do PIB”. Já em 2021, “o PIB aumentou 4,9%, em volume, com o turismo a contribuir com 1,8 p.p. para este resultado”.

“Os produtos que mais contribuem para o PIB turístico, como os serviços de alojamento, a restauração e similares, os transportes (especialmente os transportes aéreos) e os serviços de aluguer, foram os que mais sofreram os impactos económicos da pandemia COVID-19, o que se refletiu em reduções, em volume, entre 46,5% e 65,7% no PIB turístico gerado por estas atividades, em 2020”, refere o INE.

Em 2021, os mesmos produtos observaram, em regra, “crescimentos intensos” (entre 14,4% e 59,1%) face ao ano anterior, à exceção dos serviços de aluguer, que continuaram a registar um decréscimo.

Em 2021, quer as importações, quer as exportações de turismo observaram um aumento próximo de 30%, face ao ano anterior. Contudo, os valores foram ainda inferiores aos registados em 2019, indicando o INE uma redução de “31% no caso das importações e -45,6% no caso das exportações”.

Considerando a informação disponível para o ano de 2020 para países europeus (dados provisórios ou preliminares), observou-se que Portugal foi o país que registou maior importância relativa da procura turística no PIB (8,4%).

Em termos de variação, os dados divulgados pelo INE mostram um “decréscimo significativo da procura turística em 2020 em todos países europeus com informação disponível, oscilando entre -29,6% (Áustria) e -60,3% (Espanha). Em Portugal, a procura turística diminuiu 49,1%, face a 2019.

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Tailândia confia no regresso “em força do turismo” com levantamento de restrições

Com o alivio de restrições previsto a partir de 1 de julho, a Tailândia mostra-se confiante e diz que o turismo “vai voltar em força”, incluindo por parte do mercado português.

A 1 de julho, a Tailândia deixa de exigir o Thailand Pass e o seguro de saúde contra a COVID-19 para entrar no país, num levantamento de restrições que deverá resultar no regresso “em força” do turismo ao país, incluindo por parte do mercado português, acredita Rosário Louro, representante da Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT) em Portugal.

“A expetativa é muito boa, acho que o turismo vai voltar em força e sentimos isso porque os agentes de viagens estão, em força, a programar a Tailândia”, disse a responsável ao Publituris, à margem do Festival da Tailândia, que decorreu este fim-de-semana, em Belém, Lisboa.

Rosário Louro explica que, durante os últimos três meses, a TAT tem vindo a trabalhar para promover o destino e preparar o regresso do turismo depois da COVID-19, a exemplo da participação da Tailândia na BTL, de uma campanha com a Bestravel, do passatempo da Tailândia, do Festival da Tailândia e de uma famtrip ao país, em abril, em que participaram oito operadores turísticos portugueses.

Apesar da expectativa positiva, Rosário Louro considera que, este ano, ainda não será possível regressar aos números de 2019, ainda que se mostre confiante que, no próximo ano, já seja possível até alcançar um crescimento face ao período pré-pandemia.

“É evidente que, este ano, ainda não vamos chegar ao ano de 2019, mas estamos a preparar tudo para que, no próximo ano, possamos voltar aos números normais e já deverá haver um crescimento”, afirma a responsável, sublinhando que o preço das viagens é, neste momento, o principal obstáculo ao aumento do número de turistas portugueses na Tailândia.

Tal como Rosário Louro, também Krongkanit Rakcharoen, Embaixadora Tailândia em Portugal, se mostra confiante na recuperação do turismo já este ano, incluindo por parte do mercado português.

“Esperamos mais turismo, por isso é que estamos a levantar as restrições a partir de 1 de julho. A partir dessa data, as pessoas vão ter maior liberdade para visitar a Tailândia e, por isso, é expetável que o país consiga atrair mais turistas. Também de Portugal, como é óbvio”, afirmou Krongkanit Rakcharoen ao Publituris, após a inauguração oficial do Festival da Tailândia.

De acordo com a Embaixadora da Tailândia em Portugal, antes da pandemia, a Tailândia tinha recebido cerca de 52 mil turistas portugueses, um número que, segundo a responsável, é “maravilhoso para um país pequeno, com apenas 10 milhões de habitantes, e para um destino tão distante quanto a Tailândia”.

“Portanto, é um número elevado e esperamos voltar a esses números no mercado português, agora que estamos a relaxar as regras de entrada na Tailândia”, acrescentou, explicando que, a nível global, a Tailândia conta receber, este ano, entre sete a 10 milhões de turistas internacionais, subindo para os 20 milhões em 2023.

Krongkanit Rakcharoen destacou ainda a importância do Festival da Tailândia, que traz até Lisboa “o melhor da Tailândia sem ser necessário viajar”, como as danças, a gastronomia ou as massagens tailandesas, o que permite dar aos portugueses “uma pequena amostra daquilo que se pode encontrar na Tailândia”.

Passatempo com participação recorde

Além das várias ações promocionais que têm vindo a ser lançadas, a TAT retomou também o Passatempo da Tailândia, iniciativa que vai na 9.ª edição e que decorreu entre 14 de maio e 17 de junho, e no qual foi, segundo Rosário Louro, registada uma participação recorde.

“Sentimos um grande crescimento no passatempo que, este ano, teve uma participação quase 30% superior em relação ao ano passado. Tivemos cerca de 2.000 pessoas que passaram à fase final. De 4.500 concorrentes que se registaram, cerca de 2.000 passaram à fase final, o que mostra, não só o interesse que as pessoas têm, como a vontade que têm de conhecer a Tailândia porque, para participar no passatempo, é preciso pesquisar imenso e é uma coisa que dá trabalho. Por isso, é preciso querer muito”, revelou a responsável.

No próximo ano, acrescentou ainda Rosário Louro, a ideia é reforçar o passatempo ao nível dos prémios, com mais viagens e estadias de hotéis, uma vez que a iniciativa vai assinalar a 10.ª edição.

“No próximo ano, como o passatempo faz 10 anos, vamos tentar aumentar a oferta de prémios, com mais participação de hotéis porque sentimos que a Tailândia é um país que ainda pode explodir em Portugal, em termos de turismo”, concluiu Rosário Louro.

 

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Aeroporto do Porto é o melhor da Europa para o ACI Europe

Distinção foi entregue na categoria 10-25 milhões de passageiros, pela recuperação da atividade após crise pandémica, qualidade de serviço e pelas ações implementadas no âmbito da sustentabilidade, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal.

Publituris

O ACI Europe distinguiu, pela primeira vez, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o prémio Best European Airport 2022, na categoria 10-25 milhões de passageiros, destacando a “recuperação da atividade após crise pandémica, a qualidade de serviço e as ações implementadas no âmbito da sustentabilidade”, informou a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado.

“Os critérios de avaliação para os prémios desde ano estiveram sobretudo relacionados com a qualidade de serviço e a implementação de medidas durante a crise pandémica nas áreas operacionais, saúde e segurança, gestão comercial, no contexto da estratégia de sustentabilidade do aeroporto e da sua recuperação financeira. E foi com evidências fortes da concretização destas medidas e da sua qualidade, que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro vê agora atribuído o prémio de melhor Aeroporto Europeu nos aeroportos entre 10-25 milhões de passageiros”, indica a empresa gestora dos aeroportos nacionais.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal destaca as ações de sustentabilidade desenvolvidas e que passam pela “criação do Fórum dos Stakeholders para a Gestão Global de Carbono, os projetos de reutilização da água (dos veículos dos socorros e das garrafas dos passageiros, para rega e lavagens nos aeroportos), a redução da pegada hídrica e o sistema inovador de triagem de resíduos com uma central dedicada no Aeroporto”.

De destacar é também a recuperação da infraestrutura, com a ANA – Aeroportos de Portugal a indicar que o Aeroporto do Porto tem vindo a obter “resultados muito positivos de recuperação de tráfego e de conectividade”, tendo já sido superado “o nível de conetividade verificado no verão de 2019, sendo agora disponibilizadas 100 rotas regulares (em 2019, eram 99)”.

Ao nível do serviço, a empresa que gere os aeroportos nacionais lembra que mesmo durante a pandemia, “um período tão desafiante para todo o setor da aviação, a infraestrutura foi melhorada com a ampliação do taxiway, foram desenvolvidas e implementadas novas soluções inovadoras”, ao mesmo tempo que foram “reforçados compromissos no âmbito da sustentabilidade”.

“É com muita satisfação que recebemos tão elevada distinção por parte do ACI-Europe, a mais respeitada e reconhecida avaliação no setor, que resulta do empenho e profissionalismo das equipas da ANA|VINCI Airports na gestão da operação qualidade de serviço e retoma de atividade”, considera Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal, garantindo que a empresa vai continuar comprometida “com o desenvolvimento da conetividade da região Norte, promovendo o Aeroporto do Porto como uma porta de entrada eficiente, sustentável e inovadora, que irá contribuir para a recuperação económica e do setor do turismo em Portugal”.

“Este é o reconhecimento do trabalho diário realizado pelas equipas do Aeroporto do Porto, e de toda a comunidade aeroportuária a quem dirijo o nosso agradecimento”, acrescenta.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal lembra ainda que esta não é a primeira vez que o Aeroporto do Porto é reconhecido pelo ACI Europe, uma vez que, ainda no ano passado e no mesmo fórum, a infraestrutura recebeu a menção Highly Commended, a par com o Aeroporto de Lisboa, vindo também a ser recorrentemente premiado pela ASQ ACI (Airport Service Quality), recebendo diferentes distinções em posições cimeiras nos últimos 15 anos.

 

 

 

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Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa um crescimento face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

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47º Congresso da APAVT já tem data: 08/11 de dezembro de 2022

O 47º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai acontecer de 08 a 11 de dezembro deste ano. O local da sua realização é que ainda não foi anunciado.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) comunicou ao trade turístico, na noite de quinta-feira, que a realização do seu 47º Congresso, já tem data marcada: será de 08 a 11 de dezembro de 2022.

O local da realização deste, que é considerado o maior congresso do Turismo nacional, e que abrange a discussão de todas as áreas do setor, e não só da distribuição, é que continua no segredo dos deuses.

A nota da APAVT que nos chegou diz apenas ao trade para “salvar” esta data na sua agenda, remetendo para breve novas informações.

Refira-se que, para além de uma realização em Macau, todos os congressos da APAVT, com a liderança de Pedro Costa Ferreira, tiveram como palco o território português. A última edição decorreu em Aveiro, no início de dezembro de 2021.

 

 

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Turismo Religioso e Fátima têm os olhos postos na Jornada Mundial da Juventude 2023 em Lisboa

Sem avançar números de potenciais participantes de jovens de todo o mundo, católicos ou anão, a Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em 2023 em Lisboa, e a “quase” certeza da visita do Papa Francisco a Fátima “antes”, ou “durante”, ou depois do evento, são vistos com entusiasmo.

O Bispo D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada Mundial da Juventude apresentou, na Conferência dos X Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorre até esta sexta-feira em Fátima alguns pormenores sobre este evento, que decorrerá, em 2023, em Lisboa.

O hoteleiro Alexandre Marto Pereira fala em acima de 1,5 milhões de participantes, com impacto nacional e ibérico. O Reitor do Santuário de Fátima diz que é “uma oportunidade única” para o turismo religioso e para Fátima, uma vez que os que visitarem o local nessa ocasião, sentirão “o desejo de regressar a Fátima”, em outras ocasiões.

Se o Bispo D. Américo Aguiar, não se compromete com números de participantes, até porque as inscrições só abrem no final do verão deste ano, mas sempre dizendo que se espera que será o de maior dimensão realizado no país, deixa alguns recados ao setor do turismo.

A maioria, revelou, ficará alojada em Lisboa, Setúbal e Santarém, mas acredita que deverão espalhar-se um pouco por todo o país, em prés e pós tours, pela Península ibérica, e até por outros países europeus, pensando-se dos que chegam de “mercados mais improváveis”, ou seja, dos mais longínquos.

Uma boa oportunidade para todas as agências de viagens portuguesas e as DMC, uma vez que a organização da Jornada Mundial da Juventude, não celebrou nenhum contrato específico com estes profissionais e nem criou agências de viagens oficiais. Portanto, disse, “esses profissionais têm toda a abertura para fazer os seus negócios e organizar os seus grupos”.

As notícias não serão tão boas para a hotelaria tradicional, segundo o responsável, uma vez que grande parte utilizará casas de familiares, retiros, escolas ou pavilhões durante a jornada e estada no país. O que apela aos municípios é que proporcionem experiências únicas a estes jovens, futuros turistas para Portugal.

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Há otimismo, mas “Fátima ainda não recuperou”, alertou a Turismo Centro de Portugal

O otimismo em relação à retoma do fluxo de turistas para Fátima, é generalizado, mas Alexandre Marto Pereira, que discursou na sessão solene de abertura dos X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, na qualidade de representantes doa Turismo Centro de Portugal, alertou que o destino Fátima não recuperará tão depressa para os resultados antes da pandemia.

O também vice-presidente da AHP, e representante desta Associação no Centro de Portugal, grande conhecedor do destino Fátima, realçou que o turismo está a recuperar em força, em Portugal, e até abril, a região Centro teve um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2019, mas a recuperação não é homogênea, e Fátima ainda não recuperou”, estando com 19% do número de noites abaixo dos verificados antes da pandemia. Lembrou que existe ou polo importante na região Centro – Coimbra com o número de noites 8% abaixo do 2019.

Alexandre Marto destacou que o turismo religioso, para Fátima, tem as suas especificidades, baseando-se muito em grupos, pessoas de maior idade, e mercados intercontinentais. O Brasil, disse, em abril estava ainda 20% abaixo da pré-pandemia, vários mercados asiáticos ainda estão por abrir, para lembrar que só a Coreia do Sul era responsável por quais de 100 mil noites em Fátima, e “está parado”. O que está a crescer, na opinião de Alexandre Marto, é o mercado polaco, tendo atingido em abril, um aumento de 16% face a 2019.

Por sua vez, o padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, deixou também alguns números que têm a ver com o de peregrinos àquele que é considerado o “Altar do Mundo”.

O reitor realçou que, em 2017 o Santuário acolheu 9,5 milhões de peregrinos, passando a 7 milhõs em 2018, 6,5 milhões em 2019. No primeiro ano da Pandemia, Fátima recebeu 1,4 milhões de pessoas em peregrinação, 2,5 milhões em 2021, e este ano, até maio “superou já os números do total 2020. “Estamos a sentir o regresso de peregrinos”, disse, para sublinhar a presença do mercado espanhol.

Na sua intervenção, o padre Carlos Cabecinhas reconheceu que “a retoma do Turismo Religioso será mais lenta, dada a sua especificidade”.

Os dois intervenientes têm, no entanto, esperança que as Jornadas Mundiais da Juventude, no próximo ano, em Lisboa, vão catapultar Fátima e o Turismo Religioso em Portugal.

A sessão solene de abertura, que decorreu esta quinta-feira no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, contou ainda com intervenções de Purificação Reis, presidente da Direção da ACISO, entidade que promove o evento, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP),Jorge Brandão, vogal Executivo do Centro 2020, Sérgio Costa, presidente do Município da Guarda, Natálio Reis, vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, e Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. Sobre as restantes intervenções e as restantes palestras que incluíram a conferência durante toda a manhã de quinta-feira. daremos conta em pormenor na próxima edição do Publituris.

Participam nestes X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, que termina esta sexta-feira, em Fátima, com reuniões B2B, 122 hosted buyers de 47 países, 123 suppliers e 41 expositores. Só a conferência inaugural contou com a presença de aproximadamente 500 pessoas.

 

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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Vila Galé abre novo resort no Brasil, o maior do Estado de Alagoas

O Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, é o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro” e fica localizado a cerca de 40 minutos de Maceió, capital do Estado de Alagoas.

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A Vila Galé abriu um novo resort tudo incluído no Brasil, o Vila Galé Alagoas, que se encontra localizado a cerca de 40 minutos de Maceió e se apresenta como o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro”.

Segundo um comunicado do grupo hoteleiro português, o Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, quatro piscinas, sete restaurantes, cinco bares, Clube Nep para crianças com parque aquático, Satsanga Spa & Wellness, discoteca, centro de convenções com 2.000 m2 e várias zonas de lazer e desportivas.

“Conseguimos superar todas as dificuldades e cumprimos a nossa meta de abertura, graças ao gigantesco esforço das equipas Vila Galé e de todo o pessoal em obra. Estamos muito orgulhosos do novo resort e de termos uma unidade em Alagoas”, afirma o presidente e fundador da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida.

O novo resort da Vila Galé no Brasil conta também com uma vasta oferta de restauração, com destaque para a pizzaria Massa Fina e para a Cervejaria Portuguesa, sem esquecer o restaurante Inevitável e os buffets do Versátil. Além destes, o Vila Galé Alagoas conta também com o ‘Museu Do Sertão’, onde são servidos pratos típicos do estado de Alagoas, assim como com o restaurante NEP, com alimentação infantil e pensado para as crianças.

A nova unidade segue também a estratégia da Vila Galé, que tem vindo a dar um tema aos seus hotéis, sendo que, no caso do Vila Galé Alagoas, o tema escolhido foram os escritores de língua portuguesa de Portugal e do Brasil, aos quais o resort presta homenagem.

“Os quartos têm sempre uma referência a um escritor. Na receção, os mais célebres escritores mundiais foram homenageados com estátuas realistas. As escritoras também têm uma exposição própria e há uma galeria dos 54 prémios Nobel da Literatura”, indica a Vila Galé.

Este é o 10º empreendimento da Vila Galé no Brasil e vem reforçar a posição do grupo de hotelaria português como a maior rede de resorts no país.

 

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Sintra volta a cobrar taxa turística a partir de julho

Autarquia justifica a decisão com “o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

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As dormidas em estabelecimentos de alojamento no concelho de Sintra vão voltar a pagar uma taxa turística de um euro a partir de julho, avançou a autarquia, que revogou a isenção de taxa na última reunião do executivo municipal de Sintra, presidido por Basílio Horta (PS).

De acordo com a Lusa, a autarquia emitiu uma nota informativa, que é assinada por Basílio Horta e que explica que a revogação desta medida, que tem efeitos a partir de 01 de julho, “teve como fundamento o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

Recorde-se que a taxa turística cobrada em Sintra tinha sido suspensa em novembro de 2020, devido à pandemia da COVID-19, que levou a autarquia a decretar a isenção desta taxa, que foi criada em 2019 e é cobrada pelos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local aos respetivos hóspedes com estadia máxima de três noites seguidas.

As receitas desta taxa revertem para o “crescimento sustentável do turismo, qualidade ambiental e manutenção do património cultural do município”.

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