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Azul retoma operação para Orlando e Fort Lauderdale

Companhia aérea brasileira retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, as rotas para Orlando e Fort Lauderdale, ambas com um voo diário.

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A Azul retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, a operação entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, Brasil, e as cidades norte-americanas de Orlando e Fort Lauderdale, depois das rotas terem estado suspensas mais de um ano devido à COVID-19.

“Com a flexibilização da entrada de brasileiros em solo americano, a companhia volta a operar sua malha pré-pandemia nos Estados Unidos, com dois voos diários para Orlando e Fort Lauderdale”, anuncia a Azul, em comunicado.

Os voos da Azul para Orlando têm partida pela 09h50, chegando a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário os voos partem da cidade norte-americana às 19h15, chegando a Campinas às 06h00.

Além dos voos para Orlando, a Azul retomou também os voos para Fort Lauderdale, cuja partida do Brasil está marcada para as 23h50, chegando aos EUA pelas 06h10, enquanto em sentido contrário a partida de Fort Lauderdale está marcada para as 19h25, chegando a Campinas às 05h30.

“Os nossos clientes estavam muito ansiosos pelo retorno dos voos para Orlando. Por onde eu passava, as pessoas perguntavam-me quando isso aconteceria. Existe uma demanda reprimida para esse destino e, agora, com a nossa retomada, acompanharemos a procura e aumentaremos as frequências se ela continuar crescendo”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul, citado num comunicado enviado à imprensa.

Os voos da Azul para Orlando decorrem em aviões A330neo, com capacidade para até 298 passageiros.

 

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Azul aumenta oferta para Lisboa no fim do ano

Entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, a Azul vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

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A Azul anunciou que, entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

“Para Lisboa, capital de Portugal e a porta de entrada da Azul para a Europa, a operação de final de ano ocorre entre os dias 19 de dezembro e 31 de janeiro. Além dos dois voos operados regularmente, a partir de Viracopos, a companhia vai aumentar a oferta para a capital portuguesa com um terceiro voo, partindo de Viracopos às segundas e retornando de Lisboa às terças-feiras”, indica a companhia aérea brasileira, em comunicado.

O aumento de oferta da Azul para Lisboa é acompanhado também pelo reforço da capacidade para Orlando e Fort Lauderdale, nos EUA, assim como para Punta del Este e Montevidéu, no Uruguai, que passam a contar com maior oferta no período do fim de ano.

“Para a alta temporada, a companhia vai ofertar 1.121 voos internacionais, entre voos regulares e reforço de malha, partindo de diversas bases brasileiras, como os aeroportos de Campinas (SP), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Belém (PA) e Manaus (AM)”, lê-se no comunicado divulgado pela Azul, que indica também que a venda de bilhetes já está disponível nos canais oficiais da companhia aérea.

No caso de Orlando, a Azul vai passar a operar mais um voo desde Viracopos, em Campinas, totalizando dois voos diários, aos quais se juntam mais dois voos diários para Fort Lauderdale, na Flórida, desde Viracopos, numa operação que vai ainda contar com um aumento das ligações diretas desde as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.

“A partir do dia 15 de dezembro, a capital do Amazonas passa a ter ligação direta com o aeroporto de Fort Lauderdale três vezes na semana, enquanto a capital paraense retoma sua ligação direta com o mesmo terminal a partir do dia 16, oferecendo voos quatro vezes na semana”, refere ainda a Azul.

Já no caso do Uruguai, a companhia aérea tem previsto um aumento da oferta de voos para Punta del Este, desde Campinas, enquanto no período entre 21 de dezembro de 2022 e 28 de janeiro de 2023 passam a existir dois voos semanais.

A partir de 21 de dezembro, a companhia aérea brasileira vai também passar a oferecer mais uma opção de ligação com Montevidéu, no Uruguai, com partida de Florianópolis, em Santa Catarina, numa operação que vai decorrer ao longo de todo o ano.

Além destes voos, a Azul vai também ligar Montevidéu a Foz do Iguaçu, no Paraná, cujos voos arrancam a 20 de dezembro, incluindo duas ligações aéreas por semana nos dois sentidos, estando ainda prevista uma ligação direta entre Recife e a capital do Uruguai com início em novembro, que passa a dois voos por semana, a partir de 21 de dezembro.

“Estamos muito felizes por implementar estas novidades nas rotas internacionais, que gradualmente vão retomando os níveis anteriores e, principalmente, por descentralizar as operações partindo de diferentes localidades do Brasil, em concordância com a premissa da Azul que é interligar todas as regiões do país aos mais diferentes destinos”, destaca Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

 

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João Moreira Baptista, General Manager Summerwind Portugal

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João Moreira Baptista é o novo country manager da TAAG em Portugal

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação, passou também a assumir o cargo de country manager da TAAG em Portugal.

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Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, a companhia aérea angolana passou a também a ter um novo country manager em Portugal, cargo que passa a ser assumido por João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação de companhias aéreas em Portugal.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro, e que é assinado pelo próprio João Moreira Baptista, o responsável garante que o novo cargo representa “uma oportunidade única e repleta de desafios”, até porque a TAAG e a sua Administração pretendem dar uma “energia renovada” ao modelo de negócio da companhia aérea.

“Da minha parte, poderão contar com uma determinação e ambição inabaláveis”, garante o novo country manager da TAAG em Portugal, que se mostra também comprometido em “consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal”.

“Estou consciente da minha responsabilidade para com todos, a Administração, os colegas e os passageiros, a todos posso apenas expressar o meu orgulho por fazer parte da equipa e o meu compromisso no cumprimento dos objetivos que me proponho alcançar”, conclui João Moreira Baptista.

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easyJet oferece viagem a Marrocos em passatempo que vai testar conhecimentos sobre a companhia e o destino

Passatempo decorre este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, e vai oferecer uma viagem a Marraquexe para duas pessoas a quem provar ter mais conhecimentos sobre a companhia aérea e sobre o destino.

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A easyJet vai promover, este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, um passatempo que vai oferecer uma viagem a Marraquexe, em Marrocos, a quem provar que melhor conhece a companhia aérea low cost, que começa na próxima segunda-feira, 31 de outubro, a voar para a cidade marroquina, que é considerada um dos principais destinos turísticos deste país do norte de África.

O passatempo, que vai decorrer junto à Estação do Oriente, em Lisboa, vai desafiar os portugueses a testarem os seus conhecimentos sobre a operação aérea em Portugal e a tirarem uma fotografia original no Photobooth da companhia, ficando habilitados a ganhar um viagem para duas pessoas a Marraquexe.

“Para se habilitarem a ganhar, os participantes serão testados com oito questões sobre a easyJet e o destino Marrocos, para onde a companhia começa a voar no próximo dia 31 de outubro, inaugurando, assim, a primeira rota com partida de Lisboa para fora do continente europeu. Em caso de empate nas respostas, um júri selecionado escolherá a fotografia mais original e determinará o vencedor”, indica a easyJet, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro.

O vencedor do passatempo será contactado pela easyJet via e-mail e o prémio poderá ser usufruído entre novembro de 2022 e 31 de março de 2023, com exceção dos períodos festivos.

O passatempo está disponível para participantes residentes em Portugal Continental e/ou Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, com idade igual ou superior a dezoito anos e as fotografias tiradas no Photobooth devem ser enviadas à companhia aérea por email, até às 23h59 do dia 29 de outubro.

“A easyJet está a fazer uma enorme aposta no mercado português, com mais rotas e novas frequências, em que a nova ligação a Marraquexe se insere. É um destino de eleição para os portugueses, ideal para short-breaks, que queremos aproximar com duas frequências semanais e a baixos custos”, acrescenta José Lopes, country manager da easyJet em Portugal.

Recorde-se que a nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe arranca na próxima segunda-feira, 31 de outubro, e conta com duas ligações aéreas por semana, fazendo parte do  novo plano de expansão da companhia aérea no aeroporto de Lisboa, depois de receber 18 novas slots da Comissão Europeia.

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Summerwind confirmada como novo GSA da TAAG em Portugal

A Summerwind Portugal passa a ser o GSA da TAAG em território nacional, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea angolana em Portugal.

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A Summerwind Portugal veio esta quarta-feira, 26 de outubro, confirmar que foi nomeada pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola como GSA da transportadora angolana em Portugal, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea em território nacional.

“Esta nomeação é algo que muito orgulha a atual estrutura acionista da Summerwind, bem como toda a equipa em Lisboa, que desde já expressa o seu agradecimento à TAAG por este voto de confiança”, destaca a empresa de representação de companhias aéreas em comunicado.

Na informação divulgada, a Summerwind indica que, “além de assumir a representação comercial da TAAG, “deverá igualmente assumir parte da gestão operativa da TAAG, nomeadamente ao nível do Balcão de Vendas no aeroporto e do call center para os passageiros TAAG”.

A Summerwind diz ainda que, devido à “reconhecida importância que a operação de Lisboa constitui para a TAAG”, está empenhada em “implementar e promover boas práticas” na companhia aérea, assim como em “trabalhar em articulação permanente com a Administração da TAAG para imputar uma nova dinâmica ao modelo de negócio existente, apostando no seu desenvolvimento”.

“A Summerwind quer assumir publicamente com todos, passageiros, colegas e clientes, o seu compromisso em consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal, reforçando o seu compromisso em fazer da TAAG um motivo de orgulho para todos”, conclui a empresa.

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Air France-KLM anunciam acordo de longo prazo para compra de SAF

O grupo Air France-KLM continua na senda da descarbonização. Para atingir o objetivo de incorporação de 10% SAF até 2030, o grupo acaba de assinar um acordo para o fornecimento de 1,6 milhão de toneladas de SAF entre 2023 e 2036.

Victor Jorge

A Air France-KLM anunciaram dois grandes contratos de compra de longo prazo para um total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável (SAF). Os acordos são vinculativos e serão aplicados por vários anos em parceria com os fornecedores de SAF Neste e DG Fuels.

“Esta parceria marca um passo importante para alcançar nossa ambição de misturar 10% de SAF globalmente até 2030”, refere o grupo em nota de imprensa. Os dois acordos cobrirão um terço das necessidades até 2030 e as primeiras entregas estão previstas para 2023.

Os acordos cobrem o fornecimento de um volume total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável entre 2023 e 2036, o que evitará emissões de 4,7 milhões de toneladas de CO2 em todo o ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis.

A Neste fornecerá, no período de 2023 a 2030 um milhão de toneladas de SAF, enquanto a DG Fuels entregará 600.000 toneladas de SAF de 2027 a 2036.

Recorde-se que a Air-France-KLM anunciou um compromisso para a redução do seu impacto ambiental, pretendendo reduzir as emissões de CO2 por passageiro/km em 30% até 2030 em relação a 2019.

Os contratos agora assinados representam um primeiro passo do grupo para atingir as metas de incorporação de 10% SAF até 2030 e cobrirão aproximadamente 3% dos requisitos de 10% SAF, compromisso que se junta à renovação da frota e a pilotagem ecológica.

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MSC Cruzeiros já recebeu novo navio MSC World Europa

O MSC World Europa é o primeiro navio de cruzeiro da companhia movido a GNL e vai ser oficialmente inaugurado no Qatar, no início de dezembro.

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A MSC Cruzeiros recebeu segunda-feira, 24 de outubro, o MSC World Europa, o primeiro navio de cruzeiro da companhia movido a GNL e que vai ser oficialmente inaugurado no Qatar, no início de dezembro.

De acordo com a companhia de cruzeiros, o navio foi entregue à MSC Cruzeiros numa cerimónia que decorreu nos estaleiros Chantiers de l´Atlantique, em Saint- Nazaire, onde o MSC World Europa foi construído.

Além de ser movido a GNL, um combustível menos poluente, o MSC World Europa é também um navio ambientalmente avançado, já que conta com diversas inovações que garantem a redução de emissões e a sua eficiência energética.

“Estamos orgulhosos de ter na nossa frota o MSC World Europa, o nosso 20.º navio e o primeiro a ser movido a LNG. Este navio pioneiro representa a fase seguinte na nossa viagem em direção não só ás zero emissões como ao cruzeiro sustentável e é um símbolo do nosso inabalável compromisso com estas duas preocupações”, destaca Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da divisão de cruzeiros do Grupo MSC.

Além de ser movido a GNL, o MSC World Europa é também um dos primeiros navios do mundo a incorporar tecnologia de célula de combustível de óxido sólido (SOFC), contando também com um “demonstrador SOFC de 150 quilowatts que utilizará o LNG para produzir eletricidade e calor a bordo de uma forma altamente eficiente por meio de uma reação eletroquímica”.

“Será um teste para acelerar o desenvolvimento da tecnologia de células de combustível para navios de cruzeiro contemporâneos e oferece um potencial para permitir soluções de propulsão híbrida no futuro”, considera a MSC Cruzeiros em comunicado.

Paralelamente, o navio foi também construído com um formato de casco inovador, que permite minimizar a resistência através da água e incorpora ainda “uma ampla gama de equipamentos para otimizar a utilização de energia em todo o navio”.

“Estes incluem ventilação inteligente e sistemas avançados de ar condicionado, com circuitos automatizados de recuperação de energia, permitindo uma distribuição eficaz de calor e frio em todo o navio, controlada por sistemas de gestão inteligentes para melhorar ainda mais o perfil de poupança de energia”, acrescenta a companhia de cruzeiros.

O navio está ainda equipado com  sistemas aperfeiçoados de recolha automática de dados para monitorização remota de energia e análise avançada, permitindo suporte em terra em tempo real para otimizar a eficiência operacional a bordo.

“Esses avanços de eficiência e a utilização de LNG permitirão um desempenho operacional muito superior aos critérios de design energético exigidos pela IMO para novos navios. O MSC World Europa foi concebido para ter um desempenho 47% melhor do que o Índice de Design de Eficiência Energética (EEDI) exigido pela regulamentação”, explica a companhia.

Mas o MSC World Europa conta ainda com um sistema avançado de tratamento de águas residuais (AWTS), que “trata todas as águas residuais produzidas a bordo para se aproximar dos padrões de água da torneira”, assim como com um sistema de tratamento de água de lastro de última geração, que “impede a introdução de espécies invasoras no ambiente marinho através de descargas de águas de lastro”.

O navio possui também um sistema de redução catalítica seletiva (SCR) que reduz as emissões de NOx em 90% quando o LNG não está disponível e o navio deve funcionar com gasóleo marítimo, e, como todos os novos navios da MSC Cruzeiros, também o MSC World Europa “está equipado com capacidade de energia em terra, o que permite minimizar a utilização do motor nos portos onde a infraestrutura necessária está disponível”.

Já o casco e a sala de máquinas do MSC World Europa foram “concebidos para minimizar o impacto acústico submarino, reduzindo o impacto potencial sobre os mamíferos marinhos nas águas circundantes”.

Além das inovações de cariz ambiental, o novo navio da MSC Cruzeiros vai também trazer novos conceitos a bordo, que começam logo no design inovador do navio, em forma de Y, assim como na promenade semi-aberta e semi-coberta, de 104 metros de comprimento, e que oferece vistas deslumbrantes do oceano.

O MSC World Europa traz também novos camarotes com varanda e vista para a promenade, onde se encontra ainda um escorrega de 11 decks de altura, que é o mais longo do mar.

O navio conta ainda com uma microcervejaria, bar de gin, bar de sumos saudáveis, Café Emporium e casa de chá, além de 13 opções gastronómicas, onde se incluem os novos restaurantes de especialidade La Pescaderia, que oferece frutos do mar frescos, e Chef´s Garden Kitchen, que proporciona culinária sazonal da fazenda ao oceano.

O MSC World Europa possuir 215,863 toneladas de arqueação bruta, 333 metros de comprimento e 47metros de largura, contando com 2.626 camarotes e capacidade para transportar 6.762 passageiros.

Além da cerimónia de entrega do MSC World Europa, a MSC Cruzeiros e os estaleiros Chantiers de l´Atlantique assinalaram também o corte de aço do MSC World America, navio que também vai pertencer à World Classe e que vai ser inaugurado em 2025, para navegar pela América do Norte.

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Azul é a companhia aérea brasileira com menor número de reclamações

Segundo o Boletim Consumidor.gov, disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC), no segundo trimestre de 2022, a Azul registou apenas 45,8 reclamações a cada 100 mil passageiros.

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A Azul é a companhia aérea brasileira com menor número de reclamações ao longo de 2022, de acordo com o Boletim Consumidor.gov, que é periodicamente disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC).

De acordo com a última edição deste ranking, a Azul foi “a empresa que apresentou o menor índice de reclamações no 2º trimestre deste ano (45,8 reclamações a cada 100 mil passageiros) e o melhor desempenho na solução de problemas: o maior índice de solução de reclamações (91,7%) e o maior índice de satisfação dos consumidores em relação ao atendimento recebido (4,2 em uma escala de 1 a 5)”.

Nos primeiros três meses do ano, a Azul obteve o menor índice de reclamações para cada grupo de 100 mil passageiros pagos transportados (91,6), além de ter obtido os melhores índices de solução (92,1%) e satisfação (4,2).

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, a Azul “também obteve índices superiores aos das suas concorrentes nos quesitos solução de problemas e satisfação dos clientes”.

“É gratificante ver que o nosso esforço em proporcionar a melhor experiência de viagem para os nossos clientes está sendo reconhecido por quem mais importa para nós da Azul: os nossos clientes. Ser a empresa aérea com menor número de reclamações, e ao mesmo tempo com excelentes índices de solução de problemas e atendimento recebido, mostra também que nossos tripulantes no céu e na terra estão empenhados em oferecer um atendimento de qualidade”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

O responsável revela também que a Azul conta com “uma célula dedicada” ao atendimento dos clientes e que “adota caminhos e estratégias diferentes para cada tipo de experiência relatada”.

Recorde-se que o Boletim  Consumidor.gov.br, da responsabilidade da ANAC, visa proporcionar transparência à sociedade sobre o desempenho das empresas aéreas, promover a concorrência e a melhoria da qualidade dos serviços prestados ao passageiro, além de disponibilizar informações que sejam úteis para a decisão de compra de passagens aéreas.

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Ryanair quer chegar aos 15 milhões de passageiros em Portugal nos próximos 5 anos e não teme a inflação

Michael O’Leary e a Ryanair voltaram a Lisboa para comemorar os 20 anos da operação da companhia no nosso país. Depois de explicar o quanto a Ryanair contribuiu para a economia e turismo nacional, ficou a promessa de mais investimento. As “alfinetadas” foram para a TAP, easyJet, ‘slots’ e falta de decisão referente ao novo aeroporto.

Victor Jorge

Michael O’Leary, presidente da Ryanair veio a Lisboa para comemorar o 20.º aniversário da operação da companhia em Portugal e veio munido de um estudo, realizado pela PwC, que dá conta da importância da Ryanair para o turismo e para a economia portuguesa.

Em conferência de imprensa, onde se fez acompanhar de Eddie Wilson, CEO da Ryanair, Michael O’Leary destacou o contributo da companhia e dos passageiros que transporta, avaliado em dois mil milhões de euros por ano, para a economia portuguesa. No estudo que apresentou por ocasião dos 20 anos da Ryanair em Portugal, o presidente da companhia referiu que a Ryanair e os passageiros contribuíram com mais de 15 mil milhões de euros, desde o primeiro voo que efetuou, em 2003, a partir de Dublin para Faro.

E se de 2003 a 2020 a companhia transportou cerca de 71 milhões de passageiros, em 2020, a Ryanair atingiu os 11,5 milhões de passageiros, fazendo dela a companhia “aérea com mais passageiros nos aeroportos do Porto e Faro”, perspetivando os responsáveis da Ryanair atingir os 15 milhões de passageiros/ano, até 2027.

O estudo da PwC fez com que Michael O’Leary destacasse a importância da companhia para Portugal ao referir que a Ryanair transportou 67 milhões de passageiros, de 2011 a 2020, o que significa 17 vezes mais do que a terceira companhia aérea no mesmo período, concluindo-se que os passageiros da Ryanair representaram 19,4% dos passageiros internacionais em Portugal em 2019 e 21% em 2020.

De resto, esta oportunidade não foi deixada passar em claro por O’Leary para afirmar que a Ryanair é a única companhia aérea na Europa que está num crescendo, transportando, segundo o mesmo, “mais passageiros do que antes da pandemia”. Segundo o presidente da Ryanair, a companhia está a operou este verão “a 115% da capacidade pré-covid”, aproveitando para dar mais uma “alfinetada” na TAP ao destacar que a companhia portuguesa “está a operar a cerca de 70% da capacidade pré-pandemia” e a easyJet “a cerca de 80%”.

O peso no PIB
Além dos passageiros transportados, Michael O’Leary destacou o peso da atividade da Ryanair no PIB da economia portuguesa, referindo o estudo da PwC que esse valor ascendeu a 244 milhões de euros, em 2019.

No geral e pelas contas apresentadas, o impacto anual total da Ryanair em termos de PIB, em 2019, incluindo empresas e turismo ascende a 2.280 milhões de euros, correspondendo a 1,1% do PIB nacional nesse ano.

Já o impacto total no PIB pela Ryanair em Portugal no período de 2003 a 2020 foi de 15,19 mil milhões de euros, dos quais 1,67 mil milhões dizem respeito ao impacto empresarial da Ryanair e 13,52 mil milhões ao impacto dos turistas que foram transportados pela companhia, deixando 6.840 milhões no setor da hotelaria e restauração, 1.750 milhões no setor das artes e lazer, mais 940 milhões no retalho.

Dos mercados internacionais, destaque natural para o Reino Unido, que só em 2019, foram mais de 2,3 milhões britânicos que voaram para Portugal, seguindo-se França com perto de 1,3 milhões e Alemanha com 1,1 mil milhões.

Já no que diz respeito ao emprego, a Ryanair, com base no estudo da PwC, faz referência à criação de mais de 80.000 empregos ETI, representando 1,7% das pessoas empregadas no nosso país. Contudo, a companhia escalpelizou esse número e frisa que os empregos ETI anuais criados pela companhia aérea durante a presença da Ryanair em Portugal ascendem a mais de 535 mil: 514 mil atribuíveis ao impacto dos turistas e mais de 23 mil ao impacto da empresa.

O passado já foi. E o futuro?
Para o futuro, Eddie Wilson, CEO da companhia, deixou claro que a intenção é “continuar a investir”. Assim, além dos 20 mil milhões de euros que a companhia pretende investir na renovação da frota, até 2026, com a incorporação de novos aviões B737 mais ecológicos, a Ryanair pretende crescer nos “Laboratórios Ryanair” em Portugal para mais de 200 postos de trabalho em TI, até 2027.

O Porto é visto com um potencial de investimento de 50 milhões de euros numa instalação de manutenção e as perspetivas apontam para o tal crescimento para 15 milhões de passageiros, até 2027, bem como a criação de mais 600 novos postos de trabalho para pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e profissionais de TI no nosso país, até 2027.

Os recados
Uma vinda de Michael O’Leary a Portugal não podia acontecer sem haver alguns recados e críticas. Depois de referida a discrepância entre a capacidade da Ryanair e as principais concorrentes – TAP e easyJet -, as primeiras críticas tiveram nestas duas companhias o primeiro alvo, quando o líder da Ryanair frisou que “continuam a faltar slots na Portela” e que “estão a bloquear esses slots e a impedir a Ryanair de criar mais postos de trabalho” no Aeroporto de Lisboa.

Relativamente à TAP, O’Leary acredita e frisou-o: “devemos ultrapassar, brevemente, a TAP, já que os números da companhia portuguesa estão a cair”. Já Eddie Wilson sugeriu que “a melhor opção para a TAP seria “um acordo com a IAG” [detentora da Iberia e British Airways].

Por isso, a solução apontada por Michael O’Leary passa, inevitavelmente, por um novo aeroporto, não escondendo a preferência por Montijo, e por mais slots que farão a Ryanair “crescer nos próximos anos.

Além disso, também a taxa de carbono deve ser “eliminada”, já que, segundo O’Leary, “são uma enorme ameaça à competitividade das economias periféricas”, salientando o mesmo que a “a inflação dos preços e as recessões têm sido, historicamente, muito boas para o crescimento da Ryanair”.

Por isso, a conclusão é simples: “As pessoas não deixaram de voar e não vão deixar de voar”. Para O’Leary poderá passar a existir uma maior preocupação e sensibilidade ao fator preço e, por isso, o que poderá acontecer é “as pessoas deixarem de voar nas companhias aéreas mais caras”. Ou seja, mais uma alfinetada à TAP.

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Carlos Moedas anuncia parceria com Ryanair para “Fábrica de Unicórnios”

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou uma parceria com a Ryanair para a “Fábrica de Unicórnios”, afirmando, também, estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da companhia irlandesa.

Victor Jorge

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira, 25 de outubro, que a cidade quer estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da Ryanair e anunciou uma parceria com a companhia aérea para a “Fábrica de Unicórnios”.

Aproveitando a presença do presidente da Ryanair, MichaelO’ Leary, que veio a Lisboa para celebrar o 20.º aniversário da operação da companhia no nosso país, Carlos Moedas disse que “tudo fazer para que a Ryanair também estabeleça aqui, mais um centro de inovação em Lisboa, acho que isso é importante, portanto vamos tentar estar nesta corrida”.

Perante vários representantes do setor do turismo nacional, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal, entre outros, o autarca sublinhou que a concorrência para a localização do novo centro é “entre cidades de toda a Europa” e defendeu que Lisboa “tem de criar essa atratividade”.

Recorde-se que, no início de setembro, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa, Michael O’Leary, disse, num encontro com jornalistas, em Dublin, que a Ryanair quer abrir um novo centro de treinos para pilotos e tripulantes de cabine na Península Ibérica e admitiu que o Porto é uma das hipóteses em consideração.

No entanto, hoje, o presidente executivo da companhia de aviação, Eddie Wilson, avançou que a decisão deverá ser tomada nos próximos três meses e que Madrid se apresenta como uma opção com melhores conexões.

O responsável disse ainda que a empresa está a analisar a hipótese de abrir instalações em Lisboa para a equipa de tecnologias de informação, que pretende reforçar.

Carlos Moedas aproveitou também o momento para anunciar que a Câmara de Lisboa e a Ryanair vão ser parceiros no desenvolvimento da Fábrica de Unicórnios, que deverá ser anunciada na próxima semana, na Web Summit.

“Vamos anunciar a Fábrica de Unicórnios, aquele que é o meu grande projeto de inovação, para que Lisboa seja a capital da inovação da Europa e, hoje, tive a boa notícia que a Ryanair vai também participar neste projeto”, frisou Moedas.

Já no que diz respeito ao novo aeroporto, Carlos Moedas afirmou que “o que a Ryanair fez foi mais do que simples números. Foi trazer pessoas para fazerem a nossa economia crescer”.

Além disso, admitiu que “o que a Ryanair fez foi dar a uma geração a possibilidade de viajar”; salientando que “vocês [Ryanair] democratizaram as viagens”.

Para rematar a intervenção, Moeadas afirmou ainda que “precisamos de um novo aeroporto já”, reforçando que “precisamos de um novo aeroporto em Lisboa”.

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TACV e TAAG estudam abertura de rota conjunta entre Cabo Verde e Angola

A abertura de uma rota conjunta daria seguimento à agenda estratégica que Angola e Cabo Verde mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

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A TACV e a TAAG estão a estudar a criação de uma rota conjunta entre Cabo Verde e Angola, avança a Lusa, que cita o Ministério dos Transportes e Turismo cabo-verdiano.

A abertura da rota conjunta entre as duas companhias aéreas de bandeira de Cabo Verde e Angola daria seguimento à agenda estratégica que os dois países mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

Segundo a Lusa, a abertura de uma rota conjunta entre os dois países foi um dos temas abordados na reunião entre Carlos Santos, ministro do Turismo e dos Transportes de Cabo Verde, e Eduardo Fairen, presidente da comissão executiva da TAAG, que decorreu esta segunda-feira, 24 de outubro.

“Dentre as conversações havidas, destaca-se a possibilidade da criação da rota conjunta Angola/Cabo Verde/Angola e outras oportunidades de negócios entre as duas companhias aéreas, no quadro da política do Governo para os transportes aéreos para o aumento da conectividade entre Cabo Verde e o continente africano e não só”, indica uma nota informativa divulgada pelo ministério cabo-verdiano.

A Lusa recorda que as ligações aéreas entre Cabo Verde e Angola foram interrompidas com a pandemia da COVID-19, que levou mesmo a uma paragem total da companhia aérea cabo-verdiana, que, desde então, apenas retomou os voos para Lisboa, a partir do Sal, São Vicente e Praia.

A colaboração entre as duas companhias aéreas é bem-vista também pelo presidente angolano, João Lourenço, que, em março passado, defendeu a criação de uma ‘joint-venture’ entre as duas companhias aéreas de bandeira, para aproveitar as capacidades de cada país.

“Vamos juntar as capacidades dos dois países neste domínio da aviação civil e creio que sairemos todos a ganhar com isso”, disse João Lourenço na ocasião, depois de uma reunião com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, na qual foi assinado um acordo entre as administrações das companhias aéreas estatais dos dois países para cedência de um avião Boeing 737-700 da TAAG à TACV.

Na mesma altura, foi ainda assinado um Acordo Bilateral de Serviços Aéreos entre os dois governos, um Memorando de Entendimento sobre os Transportes Aéreos entre os ministérios dos Transportes dos dois países, e um Memorando de Cooperação Técnica entre a Agência de Aviação Civil de Cabo Verde (AAC) e a Autoridade Nacional da Aviação Civil de Angola (ANAC).

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