Assine já
Destinos

Belas Clube de Campo lança soluções Golden Visa Ready

O Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready com possibilidade de escritura imediata, na sequência das alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, anunciadas para 2022.

Publituris
Destinos

Belas Clube de Campo lança soluções Golden Visa Ready

O Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready com possibilidade de escritura imediata, na sequência das alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, anunciadas para 2022.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Novo centro equestre internacional nasce no Belas Clube de Campo
Destinos
Grupo André Jordan investe 100 M€ em novo projecto no Belas Clube de Campo
Destinos
Clube de Golfe de Belas celebra 20.º aniversário com crescimento de 30%
Homepage
Golfe do Belas Clube de Campo cresce em número de voltas no último trimestre de 2020
Homepage

O Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready – apartamentos e lotes para construção de moradias, com possibilidade de escritura imediata.

A decisão do Belas Clube de Campo vem na sequência das alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, anunciadas para 2022, que têm originado uma elevada procura para compra de imóveis, por parte de investidores nacionais e internacionais.

De acordo com Gilberto Jordan, presidente Conselho de Administração da Planbelas “queremos continuar a contribuir para a captação de investimento internacional em Portugal e, para isso, desenvolvemos esta estratégia, que visa assegurar as melhores condições aos compradores que queiram investir em imobiliário até ao final deste ano”.

Em nota de imprensa, o empreendimento imobiliário-turístico destaca que dos cerca de seis mil milhões de euros investidos para obter uma autorização de residência, 90,4% foram para a compra de imóveis. No Belas Clube de Campo, 60% das vendas no Lisbon Green Valley são feitas junto do mercado estrangeiro, dos quais 30% com recurso ao Golden Visa. As nacionalidades que mais têm procurado esta modalidade são o Brasil e o Reino Unido, contando já com mais de 30 nacionalidades residentes.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Destinos

Turismo de Lisboa quer mais apoios para empresa se situação epidemiológica se agravar

Diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa considera que, se a situação epidemiológica se agravar por um período prolongado, deve regressar o lay-off, assim como outras medidas de apoio à tesouraria.

Publituris

O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa, Vitor Costa, defendeu esta segunda-feira, 20 de dezembro, novos apoios para as empresas caso a situação epidemiológica se venha a agravar e revelou que o aparecimento da variante Ómicron, que está a levar a novas restrições um pouco por todo o mundo, veio gorar as expetativas “favoráveis” que existiam para o Natal e Ano Novo.

“Com esta última evolução da pandemia que não tem tanto a ver com as nossas medidas em Portugal, mas com a questão geral dos nossos mercados, com as restrições que estão a existir na Alemanha, Inglaterra e Holanda, nossos mercados decisivos, a situação agravou-se”, afirmou o responsável à Lusa, depois de revelar que o verão já trouxe alguma retoma, mesmo que longe dos números pré-pandemia.

Com a nova variante e o regresso das restrições em vários países, Vitor Costa diz que há já uma quebra face às previsões que existiam para este ano, apesar de ainda não a conseguir quantificar.

“Verificámos que a região de Lisboa foi a região que teve mais quebra devido à questão das ligações aéreas e de termos uma componente mais internacional. Lisboa foi a que mais sofreu. A partir de meados do verão, e não foi como no Algarve ou na Madeira, começámos a sentir uma melhoria, mas agora registámos um recuo com cancelamentos de noites em hotéis, na restauração devido a esta quinta vaga”, explicou o diretor-geral do Turismo de Lisboa.

Devido a essa quebra, que pode vir a piorar caso a situação epidemiológica também se venha a agravar, Vitor Costa fala mesmo na renovação dos apoios para as empresas, que permitiram a sobrevivência do tecido empresarial durante as primeiras fases da pandemia.

“Durante um período alargado, as empresas sobreviveram em parte com as medidas tomadas ao nível do ‘lay-off’, das moratórias, de vários apoios, mas as medidas estão a chegar ao fim e impõe-se a revisão de algumas e manutenção de outras”, considerou.

Segundo o responsável, se a quebra se mantiver e for prolongada devido à nova variante, “vão ter de ser encaradas outras medidas, prorrogar o ‘lay-off’ e outras de apoio à tesouraria”, uma vez que muitas empresas já não têm reservas e as que as tinham ganho, podem agora esgotá-las.

Devido à incerteza que a nova variante veio agravar, o diretor-geral do Turismo de Lisboa diz que as perspetivas para 2022 estão dependentes da evolução epidemiológica, uma vez que de “cada vez que a pandemia melhora verifica-se uma reação imediata de procura”

“Entre o verão e agora houve um ‘suplemento de alma’ com a vinda de mais clientes, que deu algum ânimo, oxigénio, às empresas. Precisamos que a pandemia fique controlada”, concluiu Vitor Costa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Reservas antecipadas de britânicos para o verão mal chegam a metade de um ano normal

Apenas 27% dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no verão vai reservar as férias até final de março, o que representa cerca de metade da percentagem de um ano normal.

Publituris

Com a COVID-19 a provocar novamente incerteza quanto ao futuro, os consumidores britânico continuam hesitantes e preferem esperar para ver como evolui a situação epidemiológica antes de reservarem as férias para o verão, apurou um estudo da Mintel, empresa de estudos de opinião e de mercado, que conclui que as reservas antecipadas por parte dos britânicos mal chegam a metade do que seria expectável num ano normal.

De acordo com o estudo, que foi realizado em novembro e cujos resultados foram agora publicados pela imprensa britânica, apenas 11% dos turistas que planeiam ficar no Reino Unido no próximo verão conta realizar reservas até ao final do ano, enquanto 17% diz que o vai fazer logo no início de 2022, concretamente entre janeiro e final de março.

Dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no próximo verão, 27% também diz que vai realizar a reserva até ao final de março, número que, no entanto, “mal chega a metade do nível esperado num ano normal”, segundo Marloes de Vries, diretora da Mintel para a área das viagens.

Segundo a responsável, no total, a percentagem de britânicos que vai fazer férias no Reino Unido mas que diz não saber quando vai fazer a reserva chega a 34%, sendo que, entre os que pretendem viajar para fora do país, 23% também diz que ainda não sabe quando vai fazer a reserva para o verão.

Para Marloes de Vries, além da incerteza quanto à COVID-19, também o aumento dos preços pode ser um problema, uma vez que a subida dos custos pode tornar “alguns consumidores mais sensíveis aos preços”, o que deverá levar a um aumento da procura por produtos mais económicos, como as férias em tudo incluído ou o campismo.

Ainda assim, nem tudo são más notícias, uma vez que, apurou ainda a pesquisa da Mintel, apesar da subida dos preços, muitos turistas pouparam dinheiro por não terem conseguido viajar desde o início da pandemia e, por isso, vão querer aproveitar o tempo perdido já este verão.

“Ainda existem muitas quarentenas e restrições mas as férias são vistas como uma prioridade. Mais de metade dos viajantes que pouparam dinheiro desde o início da pandemia de coronavírus estão interessados em fazer um upgrade às férias no próximo ano”, acrescenta Marloes de Vries.

O estudo da Mintel foi realizado entre 25 de novembro e 1 de dezembro, e incluiu entrevistas online realizadas a cerca de mil adultos britânicos.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Foto: Vasco Célio/Stills
Destinos

Diversificação de mercados, sustentabilidade e transição digital são prioridades da ATA

Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as linhas de atuação definidas para a promoção externa do Algarve.

Publituris

Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as prioridades na promoção do turismo do Algarve, defendeu João Fernandes, presidente da RTA, que acaba de ser reconduzido para um segundo mandato à frente da ATA.

Na cerimónia de tomada de posse da nova Direção da Associação Turismo do Algarve (ATA), a entidade responsável pela promoção deste destino junto dos mercados internacionais, João Fernandes, explicou que, não se tratando de objetivos novos, a pandemia veio acentuar a necessidade de reforçar estas linhas de ação que já vinham a orientar os planos de promoção e de desenvolvimento turístico da região.

Definindo a retoma do tráfego aéreo no espaço europeu como primeira meta a alcançar, a estratégia da nova Direção passa por continuar a apostar na diversificação de mercados, de modo a assegurar um crescimento do turismo da região mais sustentável e menos dependente do Reino Unido – o seu principal mercado. Ainda assim, o Algarve não pretende abrir mão da ligação privilegiada que tem com este mercado, razão pela qual irá ser trabalhada uma requalificação dessa relação, para que a região continue a ser vista pelos turistas britânicos como um destino competitivo e diferenciador no contexto pós-Brexit e pós-pandemia.

Outro dos propósitos da nova direção da ATA é o de continuar a promover um crescimento turístico do destino, em qualidade e de forma sustentável, com uma melhoria de desempenho que não se traduza apenas em termos económicos, mas também sociais, ambientais e territoriais. Neste contexto, foram apresentados como principais desafios a necessidade de estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, de qualificar os agentes do setor neste âmbito e de promover uma maior divulgação deste tipo de atividade turística.

A qualificação de profissionais no setor do turismo é mais um dos desafios que serão tidos em conta no novo mandato.

Em linha com as principais tendências de mercado e com os novos comportamentos dos viajantes, a nova estratégia vai também refletir a necessidade de uma forte aposta na transição digital, que será materializada numa presença ainda mais robusta do destino em diversas plataformas digitais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

“Stakeholders” do turismo e viagens apelam aos governos europeus para evitar o ‘caos’ com “restrições erráticas”

As viagens na Europa estão, novamente, a ser impactadas devido às “decisões erráticas e imprudentes dos governos de reintroduzir as restrições de viagens aos viajantes vacinados”, referem ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC.

Publituris

Os “stakeholders” do universo do turismo e viagens – ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC – reagiram, recentemente, às restrições introduzidas por vários Estados-Membros da União Europeia (UE) a viajantes totalmente vacinados em resposta à nova variante Ómicron, admitindo que estas decisões “destroem os planos de milhares de pessoas que esperavam cruzar as fronteiras para ver amigos e familiares durante as férias”, refere o comunicado conjunto. Além disso, lê-se que estas novas restrições tomadas por diversos Estados da UE, colocam, mais uma vez, os agentes e operadoras “em perigo financeiro”.

No comunicado pode ler-se ainda que “alterar as restrições de viagem num prazo muito curto enfraquece a confiança nas viagens e prejudica todos os esforços que foram feitos até agora, incluindo o Certificado Digital Covid da UE”, salienta o texto enviado às redações.

Assim, ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC instam os governos a seguir as conclusões do Conselho Europeu de 16 de dezembro para “continuar os esforços coordenados para responder aos desenvolvimentos com base nas melhores evidências científicas disponíveis”.

Numa nova orientação publicada recentemente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control – ECDC) indica que a variante Ómicron está agora presente em toda a Europa e que as infeções causadas são predominantemente por transmissões da comunidade, em vez de casos relacionados com viagens.

O ECDC recomenda, por isso, o fortalecimento das “Intervenções Não Farmacêuticas” (INF), como evitar grandes reuniões públicas ou privadas, encorajar o uso de máscaras, teletrabalho, entre outros, salientando que “não existe recomendação para reintroduzir restrições às viagens”, encontrando-se esta constatação em linha com a avaliação anterior de que “as restrições a viagens são ineficazes na redução da transmissão do vírus, hospitalizações ou mortes”.

De acordo com este conjunto de “stakeholders” do universo do turismo e viagens, as férias de esqui no Natal e no inverno representam “uma importante estação turística”, avançando com os números do Eurostat de 2018/19 que indicam que 33,7% do total de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE27 foram durante o inverno (novembro a abril incluídos).

Os números da entidade estatística da Europa mostram que as dormidas na UE27, no inverno 2020-2021, diminuíram 71% em comparação com o inverno 2018-2019, salientando o comunicado que “este também é um período importante para o planeamento das próximas férias de verão”, concluindo-se que, “com as restrições erráticas às viagens, a Europa perderá, mais uma vez, uma importante temporada de turismo”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Venezuela alarga restrições às viagens aéreas até 18 de janeiro

Autoridades venezuelanas estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes de avião durante este período.

Publituris

As autoridades venezuelanas voltaram a restringir as ligações aéreas comerciais de passageiros até 18 de janeiro de 2022, devido ao agravamento da COVID-19, e estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes para este período.

“O Instituto Nacional de Aeronáutica Civil  (…) informa ao público em geral, aos exploradores aéreos e agencias de viagem que continuam as restrições nas operações da aviação comercial, aviação geral e privada, desde e para a República da Venezuela”, explica um comunicado divulgado em Caracas e citado pela Lusa.

Segundo o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil (INAC), as restrições resultam das diretrizes do Governo venezuelano “a fim de garantir a saúde os cidadãos que residem no país, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela covid-19”.

“De maneira excecional, unicamente se encontram autorizadas as operações comerciais aéreas para o transporte de passageiros entre a República Bolivariana da Venezuela e os países irmãos da Turquia, México, Panamá, República Dominicana, Bolívia, Rússia e Cuba”, explica o INAC.

No comunicado o INAC apela “aos exploradores aéreas e agências de viagem a não comercializar bilhetes em rotas distintas às aprovadas pelo Executivo” e pede “aos cidadãos em geral a que não adquiram passagens aérea em rotas distintas às autorizadas”.

A Lusa recorda que, a 12 de dezembro, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, já se tinha queixado que a Venezuela não tem respondido aos pedidos de autorização para que a TAP realize voos humanitários entre Caracas e Lisboa, apesar de ter autorizado outras companhias.

Carlos Sousa Amaro revelou que o primeiro destes voos humanitários deveria ter decorrido a 12 de dezembro, mas não se realizou devido à ausência de resposta por parte das autoridades venezuelanas, com o embaixador a explicar que não faz “a mínima ideia” do motivo para a ausência de resposta.

O embaixador de Portugal em Caracas estranhou, no entanto, que as autoridades venezuelanas tenham autorizado a realização de vários voos entre Caracas e Madrid, em Espanha, que estão a decorrer este mês de dezembro e que se vão manter também em janeiro.

A Lusa recorda ainda que a Venezuela está, desde 13 de março de 2020, em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

’Riviera Mindelo’ vai transformar o turismo em São Vicente

A sociedade privada Mindelgolf & Resort prevê investir 1.200 milhões de euros para transformar, em 12 anos, a ilha cabo-verdiana de São Vicente na ’Riviera Mindelo’.

Publituris

A sociedade privada Mindelgolf & Resort prevê investir 1.200 milhões de euros para transformar, em 12 anos, a ilha cabo-verdiana de São Vicente na ’Riviera Mindelo’, com marina para 300 navios de recreio e um campo de golfe internacional.

A convenção para este projeto, que prevê o acordo entre o Estado de Cabo Verde e o investidor, foi aprovada recentemente pelo Conselho de Ministros.

De acordo com a Lusa, que teve acesso ao documento, o ’Riviera Mindelo’ prevê um investimento de 1.200 milhões de euros em três fases e deverá criar entre sete mil a 10 mil empregos diretos.

A primeiro fase do projeto — que cobre uma área de 3,5 milhões de metros quadrados na ilha de São Vicente, junto à cidade do Mindelo – terá uma duração de três anos e envolve a infraestruturação e construção de equipamentos básicos e do loteamento, incluindo as áreas de circulação e as infraestruturas de água, energia, saneamento e comunicações.

A segunda fase passa pela construção de infraestruturas desportivas, uma marina interior para receber 300 navios de recreio, um centro de saúde moderno e complementar ao Hospital Regional Doutor Baptista de Sousa, tendo a duração de 30 meses, após a conclusão da primeira fase.

A terceira fase, a desenrolar-se em seis anos, envolve a edificação de uma torre central de 30 andares, para acolher um centro internacional de negócios, incluindo comércio, finanças e ’shipping’, um conjunto de “hotéis de referência”, uma área de vivendas de luxo para segmentos “altamente exigentes”, uma área de condomínios fechados “de elevado padrão de qualidade”, uma área comercial e recreativa, entre outras.

Entre as infraestruturas desportivas do ’Riviera Mindelo’ conta-se a construção de um campo de golfe de 18 buracos, a ser inscrito na PGA — Professional Golfers Association, mas ainda um campo de cricket, bem como quatro cortes de ténis.

“O Governo de Cabo Verde considera o projeto ’Riviera Mindelo’ de grande valia e, por isso, declara-o de interesse de excecional no quadro da sua estratégia de desenvolvimento socioeconómico do país, tendo em conta o impacto que representará em termos de investimento, do emprego, da formação profissional, da riqueza que gerará, de diversificação da economia, do incremento da oferta turística em qualidade e quantidade da capacidade de alojamento nacional e na diversificação da oferta turística”, lê-se na resolução.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Israel proíbe viagens para países da lista vermelha, Portugal incluído

Viagens entre Israel e vários países europeus, incluindo Portugal, foram proibidas devido à nova variante Ómicron.

Publituris

O governo israelita proibiu este domingo, 19 de dezembro, os seus cidadãos de viajarem para países incluídos na lista vermelha da COVID-19, na qual Portugal se encontra, de forma a evitar a propagação da variante Ómicron.

De acordo com a Lusa, que cita informação avançada pela agência France Press, as restrições às viagens em território israelita já contemplavam grande parte dos países africanos, assim como a Grã Bretanha e a Dinamarca, mas passaram agora a incluir também vários países europeus, como é o caso de Portugal, mas também de Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Noruega, Suécia e Emirados Árabes Unidos.

Esta segunda-feira, 20 de dezembro, foi ainda anunciado que também os EUA e o Canadá vão passar para a lista vermelha, a partir das 00h00 de terça-feira, dia 21, pelo que os cidadãos israelitas apenas poderão viajar para estes países mediante uma autorização especial.

“O tempo está a esgotar-se. Os países europeus instituíram bloqueios ou estão a preparar-se para o fazer”, afirmou Naftali Bennett, primeiro-ministro israelita, defendendo a adoção das novas restrições como forma de evitar outro tipo de bloqueios.

Além dos cidadãos israelitas ficarem impedidos de viajar para os países incluídos na lista vermelha, também os nacionais desses países não poderão viajar para Israel, salvo raras exceções, sendo que, nesses casos, é necessário realizar uma quarentena de uma semana após o regresso ao país.

Israel optou por voltar a restringir as viagens dos seus cidadãos para países considerados de risco elevado para a COVID-19 depois do número de casos no país com a nova variante Ómicron ter disparado, com o país a contabilizar já mais de 440 desta nova estirpe, que foi identificada na África do Sul, há cerca de um mês.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Vacinação Fotos de banco de imagens por Vecteezy
Destinos

Dinamarca e Noruega apertam restrições

Com aumentos no número de infeções, Dinamarca e Noruega resolveram “apertar” um pouco mais as medidas para a quadra natalícia.

Publituris

Depois da Alemanha, Países Baixos e outros países europeus, é a vez da Noruega e Dinamarca fecharem portas. Embora não apareçam como os países com piores resultados em termos de infeção e mortes, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, em resposta ao que pode ser um problema de saúde, decidiu fechar teatros, cinemas e salas de concerto, bem como parques de diversões, centros de convenções e museus.

Na Noruega, as medidas tomadas pelo Governo, são semelhantes, embora os números apresentados pela Dinamarca sejam maiores.

A Dinamarca teve um novo recorde histórico de casos na passada sexta-feira, com mais de 11.000 infeções registadas nas últimas 24 horas, incluindo um novo recorde de mais de 2.500 da variante Ómicron.

De acordo com a chefe do executivo dinamarquês, “o nosso objetivo continua a ser manter a sociedade o mais aberta possível”, excluindo bloqueios como os da primavera de 2020, “porque temos vacinas”.

Certo é que o feriado de Natal foi estendido para conter o aumento de casos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Filme promocional do Porto e Norte conquista prémios no “Vegas Movie Awards”

O filme promocional do Turismo do Porto de Norte para o segmento de Meeting & Industry venceu cinco prémios no “Vegas Movie Awards”.

Publituris

Os “Vegas Movie Awards” renderam-se ao filme promocional do Turismo do Porto de Norte para o segmento de Meeting & Industry, tendo-lhe atribuído cinco prémios.

Best Costume Design – Award of Prestige, Best 1st Time Director – Award of Excellence, Best 1st Time Screenwriter – Award of Excellence, Best 1st Time Producer – Award of Excellence, Best Advertising Film – Award of Excellence foram as categorias em que o filme “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” venceu.

O presidente do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, sublinha a importância desta distinção, “ainda para mais num festival que se realiza num importante mercado turístico para o destino”.

O presidente da TPNP recorda que “temos feito uma aposta muito forte de promoção da região no mercado externo e, em particular, nos de proximidade que representavam a maior quota da procura turística em período pré-pandemia, um trabalho que visa posicionar o destino entre as primeiras escolhas dos turistas internacionais no regresso da ‘normalidade’ ao setor das viagens e turismo”.

Em cerca de três minutos, “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” dá-nos a conhecer a carismática Ofelia de Souza, uma experiente organizadora de eventos e epicurista de 72 anos, num distinto papel de embaixadora do Turismo do Porto e Norte, que acompanhada de seus assistentes pessoais, desfia um conjunto de dicas e segredos sobre como escolher e aproveitar o melhor destino para turismo de negócios do mundo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Europa volta a fechar

Devido ao aumento de casos da nova variante da Covid-19 a Europa tem vindo a aumentar, todos os dias, medidas de restrições. Os Países Baixos fecham mesmo.

A Europa volta a apertar as restrições para travar o avanço da pandemia. França cancelou as festas de fim de ano. Reino Unido e Dinamarca têm medidas excecionais. Na Holanda, todas as lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros e outros serviços não essenciais fecham até 14 de janeiro.

No Reino Unido, e principalmente em Londres, voltaram as medidas excecionais para travar a pandemia.

Na Irlanda, bares e restaurantes fecham às 20h00. A explosão de infeções devido à nova variante acionou o recolher obrigatório enquanto em França, estão canceladas as festas de Ano Novo. Foram decretadas regras mais apertadas para a vacinação, e na Alemanha, o governo recuperou planos de emergência.

A Holanda entrou em um novo lockdown desde este domingo, 19, com o objetivo de tentar conter o aumento de casos da variante Ómicron. A decisão acompanha diversas medidas e restrições dos países europeus frente ao aumento de casos impulsionado pela nova variante. O anúncio foi feito no sábado, 18, pelo primeiro-ministro Mark Rutte. Todas as lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros e outros serviços não essenciais devem fechar até 14 de janeiro.

Entretanto, em Portugal, o Primeiro-Ministro António Costa admite que as medidas restritivas para fazer face à pandemia serão prolongadas após 9 de fevereiro.

“Se é possível antecipar o que vai ser a evolução, eu acho que devemos prever que a partir de 09 de janeiro vamos ter que ter de manter as medidas de controlo de fronteiras. Esta variante está a difundir-se muito intensamente na Europa, também em Portugal e, portanto, naturalmente, não vamos poder desarmar, vamos ter que manter ou mesmo reforçar se vier a ser necessário”, afirmou o primeiro-ministro.

O primeiro-ministro defendeu também que tem que estar preparado “para adotar qualquer medida que venha a ser necessária”, com a rapidez necessária para aumentar a prevenção de um risco de escalada na covid-19.

Por causa da Ómicron, detetada o mês passado na África Austral, a OMS calcula que o número de novos casos duplica a cada dia e meio nas regiões onde existe transmissão comunitária.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.