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“Não queremos ser como outros destinos. Somos Yucatan”

A poucos dias do início da maior feira turística da América Latina, o Publituris falou com, Michelle Fridman, ministra do Turismo de Yucatan, Estado mexicano conhecido pelas praias do Golfo do México e ruínas Maias. Apelidando Yucatan de “clássico renovado”, além da cultura, tradição e história, a sustentabilidade é o eixo central desta “nova opção turística”.

Victor Jorge
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“Não queremos ser como outros destinos. Somos Yucatan”

A poucos dias do início da maior feira turística da América Latina, o Publituris falou com, Michelle Fridman, ministra do Turismo de Yucatan, Estado mexicano conhecido pelas praias do Golfo do México e ruínas Maias. Apelidando Yucatan de “clássico renovado”, além da cultura, tradição e história, a sustentabilidade é o eixo central desta “nova opção turística”.

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Foi a primeira vez que Yucatan recebeu a mais importante feira do turismo da América Latina. A realização do Tianguis Turístico estava marcada para 2020, mas como em tantos outros eventos, a pandemia fez o favor de adiá-lo. Mas Yucatan tem muito mais para oferecer. Desde logo, foi aqui que caiu o “pedragulho” que dizimou a era dos dinossauros, que nasceu a cultura Maia e onde não falta cultura, tradições e história. Os investidores são bem-vindos a Yucatan, desde que o respeito pela sustentabilidade – em toda a ordem – esteja garantida.

O que é que Yucatan tem para oferecer de novo ou renovado agora que caminhamos para uma retoma gradual?
Yucatan é a fronteira entre o Golfo do México e as Caraíbas e é, precisamente, isso que torna este Estado tão único. Estamos no coração da Península de Yucatan e isso, por vezes, pode ser confuso para os que julgam que Yucatan é Cancún. Mas não é.

Yucatan está virada para Norte e é, precisamente, aí que as águas das Caraíbas se misturam com as águas do Golfo do México.

Começo por uma aula de história e de geografia. Há 66 milhões de anos quando a “grande rocha” caiu na Terra e extinguiu os dinossauros, isso aconteceu em Yucatan. Por isso, imagine a história que não passou por este local.

A cultura Maia, uma cultura viva que está entre os residentes e população de Yucatan, está cá há milhares de anos.

Fruto desta longa história, temos recebido muitas outras culturas, europeias, inclusive, já que durante muitos anos Yucatan esteve mais ligado à Europa do que ao resto do México.

E perguntar-me-á porquê? Pois temos um porto, que é o porto de Sisal que dá o nome ao sisal com o qual fabricamos cordas, tapetes e outros materiais que levaram, durante muitos anos, os navios a atracarem em Yucatan para levarem o sisal para a Europa.

Quando vinham para cá, esses navios traziam muita da cultura europeia e daí dizer que, durante muito tempo, a influência europeia foi maior e mais sentida do que a mexicana. Além disso, temos imensas influências europeias na nossa arquitetura, gastronomia, o que me leva a dizer que Yucatan é uma mistura, um blend de diversas culturas e de muitas histórias.

O que têm, então, para oferecer é essa história?
Sim, mas não só. Temos uma natureza ímpar e temos tido muito cuidado em preservá-la e desenvolver um destino sustentável, agora que essa preocupação está muito na moda, mas que aqui tem sido uma prática já com muitos e muitos anos.

Este é um local onde é possível encontrar milhares, senão milhões de flamingos nas nossas praias, existe, devido ao impacto do meteorito há milhões de anos, um sistema de cavernas – “Cenotas” – que fazem as maravilhas de quem pretende descobrir coisas novas e ter experiências únicas. E em Yucatan temos cerca de 3.600 destas “Cenotas” que são piscinas subterrâneas. É uma das maravilhas que pode ser explorada para nadar, mergulhar ou simplesmente contemplar.

E aqui é possível, também, encontrar vestígios dos Maias e tudo o que liga a essa cultura.

Esses são os locais preferidos entre os europeus, já que é conhecido o gosto e interesse dos europeus por história. Além disso, uma das novas maravilhas do mundo – Chichén Itzá -está em Yucatan. Mas além de Chichén Itzá, que o local mais conhecido, temos mais 18 locais como este que são tão ou mais fabulosos que esta maravilha do mundo.

Mas existem milhares de outros locais arqueológicos abertos ao público que faz de Yucatan um destino único a conhecer e a descobrir. Por isso, imagine a história que existe para descobrir em Yucanta.

Novas experiências para um destino com história
Yucatan não é, então, um novo destino para o mundo. Existem novas experiências e segredos para serem descobertos e explorados?
Não sendo um destino novo, é um destino surpreendente e que poucos conhecem. Yucatan é um clássico renovado.

Yucatan, tal como muitos destinos europeus está muito ligado às tradições, à cultura, passado, história. Por isso, quem nos visita, encontrará essa história, cultura e tradições.

Ao mesmo tempo, podemos afirmar que se trata de um novo destino, porque não existe muita gente a conhecer Yucatan. Muitos turistas ficam confusos ou confundem Yucatan e Cancún. Além disso, temos desenvolvido novos produtos e ofertas turísticas.

Quais?
Experiências que existem há vários anos, mas que não eram exploradas e divulgadas. Tivemos que renová-las e criámos novos produtos e ofertas em torno dessas histórias e tradições. Em 2019, o Ministério do Turismo de Yucatan desenvolvemos mais de uma centena de novas experiências. Isso permitiu-nos criar uma campanha que designámos de “365 dias em Yucatan”. Com essa campanha, lançámos todos os dias uma nova experiência. Isso mostra que poderá viver um ano inteiro em Yucatan e ser surpreendido todos os dias com uma nova experiência.

Essa campanha foi lançada em 2019. No início de 2020, fomos confrontados com um vírus que levou o mundo a fechar. Como é que a pandemia impactou a região de Yucatan e todas essas novas experiências?
Bem, a pandemia impactou todos os destinos do mundo. Mas deixe-me contar-lhe algo de bom em toda essa história: Yucatan foi “Covid-friendly” mesmo antes da COVID aparecer.

Yucatan não é um destino de turismo massivo. Não irá encontrar locais com grandes resorts, com milhares de turistas. Yucatan é um destino com áreas e espaços abertos, um destino muito individual, com uma grande preocupação no que toca à sustentabilidade.

Por isso, encontrará muitos locais onde poderá usufruir verdadeiramente do turismo e não ser “invadido” por turistas e sentir-se inseguro.

Mas reconhece que o México não tem fama de ser o destino mais seguro do mundo?
Mas posso dizer-lhe que Yucatan é um dos destinos mais seguros não só do México, mas do mundo. Os nossos níveis de segurança são comparáveis aos da Suécia. E não somos nós que o dizemos, mas entidades internacionais.

Além dessa segurança, somos, igualmente, conhecidos pelo nosso nível de bio-segurança, já que implementamos, assim que a pandemia foi conhecida, um programa de certificação com standards internacionais e implementamo-lo em toda a cadeia de fornecimento.

Isso quando?
Em maio de 2020. Esses protocolos foram implementados no nosso aeroporto, serviços de transporte, hotéis, restaurantes, museus, locais arqueológicos, comunidades.

E como é que isso foi visto do lado do turista?
Muito bem. Fomos reconhecidos por muitas instituições, entidades, cruzeiros, como um destino muito seguro. Como exemplo, Yucatan foi dos primeiros destinos para o qual os cruzeiros planearam as suas rotas.

E qual foi a quebra registada no turismo em Yucatan?
A quebra registada foi 50 a 55%. Yucatan foi dos locais onde o Governo implementou regras sanitárias mais restritas. Durante quatro meses, todos os hotéis, restaurantes, todo o universo ligado ao turismo fechou. A taxa de ocupação dos nossos hotéis foi de zero e foi impossível competir com qualquer outro destino no mundo.

Por isso, tivemos de reconstruir praticamente do nada, estamos crescer. Naturalmente ainda não estamos ao nível de 2019, já que foi um ano recorde para Yucatan, mas estamos a recuperar.

Ligação ao resto do mundo
Mas o que estão a fazer e que planos estão previstos para atingir esses níveis de 2019 o mais rapidamente possível?
Assim que a pandemia nos atingiu, desenvolvemos um plano de recuperação com quatro fases. A primeira cuidar da saúde; a segunda, dar as ferramentas à indústria do turismo para que pudesse sobreviver estes tempos difíceis, com diversos programas de apoios e incentivos; em terceiro lugar, a retoma do turismo enquanto a COVID-19 ainda permanece entre nós, ou seja, conseguir reabrir algumas atividades, sem colocar em risco a saúde dos locais e dos turistas. Finalmente e em quarto lugar, a recuperação do mercado. Neste último ponto, temos estado a trabalhar em grande colaboração com as companhias aéreas para recuperar a nossa conetividade, sabendo que o nosso budget não é o mesmo dos grandes destinos turísticos.

Chichén Itzá é uma das grandes atrações de Yucatan, mas não a única

Por isso, tivemos de otimizar esse orçamento, de modo a atingir os mercados principais e de maior importância para nós.

Começamos em setembro e 2020 com o turismo local, o chamado “staycation” e foi aí que surgiu a tal campanha das 365 experiências em Yucatan. Quisemos dizer, também, aos locais que não era preciso viajar para longe para ter e viver experiências únicas e diferentes.

Mas como destino internacional, Yucatan não sobrevive somente do turismo local. Por isso, quais as companhias aéreas que têm a voar para Yucatan?
Naturalmente que os mercados internacionais são importantíssimos para nós. O nosso aeroporto principal, localizado na nossa capital, Mérida, é uma unidade muito bem conectada a nível nacional e internacional com a América do Norte. Temos voos com Miami, Houston, Dallas, Toronto, San Diego e Oakland.

Claro que não somos Cancún onde está localizado o aeroporto com melhores ligações no México. Mas está localizado somente a 30 minutos da nossa fronteira [estadual].

Portanto, temos imensos turistas que voam até Cancún e que depois vêm visitar-nos.

Mas sentem que existem os turistas que visitam Cancún com o propósito de sol e mar e outros que voam até Cancún para depois apanhar outro voo ou ir de carro para visitar Yucatan e fazer outro tipo de turismo?
Sim claramente. São mercados completamente distintos. Não temos muito interesse naquele tipo de turistas norte-americano que só nos visitam nas épocas de férias da Páscoa ou outros feriados e que vão para Cancún para as festas na praia.

Não é esse o tipo turista que queremos captar e também não temos muito para oferecer a esse tipo de turista. Não somos um destino do “tudo incluído”, somos o oposto. O turista que nos interessa é aquele que tem interesse na história, cultura, tradições, experiências e gastronomia.

Isso não quer dizer que o turista que visita Cancún não nos interessa, mas terá de vir com outro espírito para Yucatan, já que a nossa oferta é completamente diferente.

O nosso objetivo é mostrar aos mercados emissores que somos uma nova opção.

Mas qual a origem de quem vos visita e como caracterizaria esse turista?
O nosso mercado principal são os EUA e depois Canadá. Da Europa, os principais mercados emissores são Espanha, Alemanha, Itália, UK e França.

E Portugal, tem números?
Não é um número representativo, ainda, mas esperamos inverter esta situação.

E qual é a vossa estratégia para o mercado português?
Temos uma estratégia de promoção que está assente em quatro eixos: o primeiro, B2B, o trade marketing e daí estarmos presente em diversas feiras. A par disso, fomos anfitriões da 45.ª edição da Tianguis Turístico 2021, a principal feira de turismo do México e, provavelmente, na América Latina. Esse evento – realizado de 16 a 19 de novembro – terá um impacto fortíssimo na nossa estratégia.

O Tianguis Turístico 2021 marcará a retoma do turismo no México.

Voltando aos quatro eixos, em segundo lugar temos as campanhas B2C, muito importantes, mas cujo investimento foi reduzido, já que o Governo Federal decidiu cortar o orçamento de promoção para o turismo. Por isso, com o orçamento reduzido, a nossa estratégia tem passado por apostar em campanhas digitais, em mercados que estão a encher aviões que voam para Yucatan.

Neste momento, como disse, o nosso foco está em aumentar a nossa conectividade, porque sem ela, não temos meios para recuperar. Depois temos as relações públicas, através dos nossos conteúdos.

Sem sustentabilidade não há Yucatan
Focou diversas vezes a importância da história, cultura, tradição, gastronomia, conectividade, mas por várias vezes apontou a sustentabilidade como eixo fundamental. Que estratégia possui Yucatan neste capítulo?
De todos esses termos que apontei, o mais importante é sustentabilidade. Sem ela, não teremos todas as outras. Desde o início desta administração que temos vindo a trabalhar no desenvolvimento de um destino sustentável.

Mas chamo a atenção para o facto de, quando falamos em sustentabilidade, não quer dizer que falemos somente do ambiente. Sustentabilidade vai muito além do ambiente. Temos estado a trabalhar numa sustentabilidade inclusiva, descentralizando os nossos produtos, oferta, investimentos, infraestruturas e conectividade.

Não se trata somente de levar turistas para os locais mais conhecidos como Chichén Itzá, mas levar turistas a todos os pontos do nosso Estado. A sustentabilidade aplica-se a tudo.

Existem milhares de “Cenotes” em Yucatan, com águas cristalinas

E como é que inclui em toda essa estratégia e políticas de sustentabilidade a comunidade local?
Isso é um dos pontos essenciais em qualquer política de sustentabilidade. Não ligar a comunidade local a essa estratégia não é mais viável.

Compreendemos que a nossa riqueza está na nossa história, tradições, cultura, e isso só é possível com proximidade e ligação com a comunidade local.

Por isso, quando recebo grandes investidores que querem construir um grande resort para 1.000 ou 1.200 pessoas, a resposta que dou é que o investimento é bem-vindo a Yucatan, mas esse investimento não e para um destino como Yucatan.

Queremos pequenos hotéis boutique ou resorts, que cuidem do nosso ambiente, das nossas pessoas, que sejam construídos com materiais locais e não com produtos exclusivamente importados, que empregue locais, onde a gastronomia que é servida seja produzida com ingredientes locais.

Isso é algo que encontra em Yucatan e que não prescindimos. É esse o tipo de turismo que queremos continuar a ter, acrescentando valor, mas sem perder a nossa autenticidade.

Já trabalhei em diversos locais e destinos turísticos e posso garantir-lhe que não há nenhum destino no continente que mostre mais orgulho relativamente à herança como Yucatan.

Mas focou investimentos. Para Yucatan ser um destino sustentável, não só ambiental, mas financeira e economicamente, precisa desse investimento. Como atrai esse investimento, colocando-lhe, desde logo, essas barreiras?
Não são barreiras. São eixos básicos para que não se desvirtue o que é Yucatan. Nós temos a nossa história, cultura, tradição, arqueologia, gastronomia, as nossas gentes e com que tudo isto que queremos ser um destino turístico. Não queremos ser um destino turístico que ofereça o mesmo que tantos outros oferecem. Temos de nos diferenciar. E não é por ter resorts com 1.000 ou 1.200 quartos que o iremos fazer. Por outras palavras, nós sabemos que tipo de investimento queremos para Yucatan.

Posso dizer-lhe que de 2019 até hoje recebemos perto de mil milhões de dólares de investimento para o turismo em Yucatan e há grandes grupos hoteleiros a chegar e a construir em Yucatan. Nós temos os Hilton, os Intercontinental e os Marriott. A questão é que esses grupos compreendem que não devem construir e fazer o que fazem noutros destinos.

Por isso, estão a construir de acordo com o que está estabelecido para Yucatan, conservando o ambiente, os locais – pessoas e produtos – e manter o investimento sustentável.

Não vale a pena conseguir investimentos ou investidores que não promovam o emprego junto da população de Yucatan ou que não incentive o consumo e produção de produtos locais.

Esse não é o novo turismo. Esse turismo de massas, sem respeito pelo ambiente, pessoas e produtos locais, sem qualquer preocupação com o ambiente, esse turismo já não existe, ou melhor, existe, mas pertence ao passado. Ninguém quer fazer turismo, viajar para esses locais.

Como como definiria esse “novo turismo” ou “novo turista”?
Yucatan é para o novo turista. Esse novo turista procura novas e experiências autênticas, experiências individualizadas e distintas, preocupa-se em fazer tudo isto de forma sustentável.

E Yucatan oferece tudo isso. Não consigo, sinceramente, encontrar um destino mais autêntico, mais distintivo e diferenciado que Yucatan. Não queremos ser como outros destinos. Somos Yucatan.

E conseguiremos ter turistas, conseguiremos ter mais turistas, conseguiremos captar mais investimento e investidores, tal como o fizemos em 2019, sem prescindir de ser autênticos e preservar as nossas tradições e os nossos recursos culturais, ambientes e pessoas.

Mas quando fala em história, cultura, tradição, olhamos para o passado. Olhando para o futuro, o que é que Yucatan tem para oferecer de novo?
Eu gosto de ver ou chamar Yucatan como um “clássico contemporâneo”. Isso é algo que é possível ver na Europa. A Europa é história, cultura, tem milhares de anos. Isso não quer dizer que não é nova, que não tem nada de novo para oferecer. Pode ir a Roma, Paris e encontrará centenas, senão milhares de anos de história. Mas também encontrará novos restaurantes, novos hotéis, novas experiências, novos museus, novos teatros. Isso aconteceu em Yucatan. Temos a história, mas, por exemplo, o programa das aldeias Maias é completamente novo.

O programa não acontece em locais novos, uma vez que as aldeias Maias estão lá há milhares de anos, mas o programa, as experiências que proporcionamos são novas.

Por isso, sim, mantemos a nossa tradição, história, cultura, mas conseguimos renová-la e apresentar novas experiências.

Realiza-se agora o Tianguis Turístico 2021. Que importância tem este evento para Yucatan enquanto destino turístico?
É muito importante. É a primeiro vez que este evento é organizado em Yucatan. O evento foi-nos atribuído em 2019 para ser realizado em 2020 e esforçamo-nos tanto para ter o melhor evento possível no ano passado e só 10 dias antes da inauguração, com os dados a mostrarem que iríamos quebrar todos os recordes, o evento foi cancelado e adiado por causa da pandemia.

Precisámos de reinventar o Tianguis depois da COVID-19. Não poderíamos realizar um evento como se fazia numa realidade pré-COVID. O mundo mudou e o evento terá de acompanhar essa mudança.

Este será o primeiro Tianguis depois da COVID e encaramos o evento como o “renascer do turismo” no México, como oportunidade para reiniciar a indústria do turismo no país.

Trata-se de uma reconstrução ou transformação do turismo?
Penso que seja ambas. Acho que o termo correto até será “renascimento”, porque é, efetivamente, disso que se trata. Não quer dizer que se olhe para certas coisas do passado e não se transponham para o futuro, mas penso que o turismo, como um todo, renascerá para melhor.

2019 foi o melhor ano para Yucatan. Quantos turistas receberam?
3,2 milhões de turistas.

Quando espera voltar a esses números?
Estamos a trabalhar para atingi-los no final de 2022 ou início de 2023.

E o que é que aprendeu desta pandemia?
Penso que durante esta pandemia se aprendeu muito. Fundamentalmente, dar o valor correto ao setor do turismo, até porque a maioria das pessoas de fora deste setor não compreende quão importante é o turismo.

Depois, compreendemos, finalmente, a importância de sermos sustentáveis e tomámos consciência da urgência em renovar constantemente a nossa indústria, o turismo.

A era digital, por exemplo, não nos atingiu por causa da pandemia, já nos persegue há anos, mas não olhávamos para ela como algo que tinha de ser feito, aproveitado, utilizado e explorado.

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Portugal não vai ter festejos de passagem do ano

Um pouco por todo o país, os festejos de rua de passagem do ano, com concertos e fogo-de-artifício, foram cancelados para evitar uma grande aglomeração de pessoas, e evitar a propagação da pandemia da covid-19 em Portugal.

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Várias cidades portuguesas, um pouco de norte a sul do país, acabam de anunciar que não vai haver festejos de passagem de ano devido à evolução da pandemia da covid-19 no país e consequentemente pelas medidas de restrição pelas medidas de restrição em vigor.

Os festejos da passagem de ano em Lisboa foram cancelados devido à evolução da pandemia de Covid-19, anunciou esta sexta-feira o presidente da câmara, Carlos Moedas, remetendo para a semana uma decisão sobre os espetáculos de fogo de artifício. Para justificar a decisão, o autarca de Lisboa afirmou que as festas iriam criar “um grande aglomerado de pessoas”.

Também o autarca do Porto, Rui Moreira, revelou que as festas de fim de ano na cidade não se vão realizar, devido à situação pandémica. Este será o segundo ano consecutivo que os festejos são cancelados. “Era nossa intenção fazer fogo-de-artificio na praia desta vez, mas as circunstâncias são o que são, temos de nos ajustar e, portanto, falámos com os GNR com quem já tínhamos agendado o concerto – ainda não tínhamos anunciado – e passaram para o Pavilhão Rosa Mota no dia 30 de dezembro”, explicou o autarca, sublinhado que esta decisão pretende “evitar a concentração nas ruas”.

Ainda no Norte, o fogo-de-artificio e concertos já foram cancelados nos concelhos de Espinho, Matosinhos, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Braga e Guimarães. A autarquia de Espinho adiou ainda a tradicional corrida de São Silvestre, que estava, originalmente, marcada para 8 de janeiro e passou para 15 do mesmo mês.

Igualmente, os 16 municípios do Algarve decidiram em conjunto cancelar a realização de festas de passagem de ano por não estarem reunidas as condições para cumprir as medidas de contenção da covid-19, anunciou a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

Em comunicado, a AMAL adianta que a decisão “foi consensualizada em sede de reunião do conselho intermunicipal”, na sexta-feira, atendendo ao “contexto de pandemia que atualmente se vive e à recente evolução” epidemiológica.

“Mesmo que estas iniciativas fossem de realização ao ar livre, teriam que obedecer a um conjunto de orientações da DGS, que os autarcas afirmam não haver condições para serem cumpridas, uma vez que implicam uma grande concentração de pessoas”, lê-se na nota.

Alguns autarcas decidiram manter a tradição do fogo-de-artifício, “sendo que outros decidiram não avançar uma vez que podem promover aglomeração de pessoas”, razão pela qual foram também canceladas várias iniciativas da programação de Natal, prossegue.

“Conscientes de que esta decisão poderá trazer constrangimentos aos empresários e comerciantes da região, os autarcas defendem que, nesta altura, o foco deverá estar centrado na proteção da saúde e bem-estar da população do Algarve”, conclui o organismo que agrega os 16 municípios do distrito de Faro.

 

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Rio de Janeiro cancela as festas de fim de ano

Um dos maiores cartazes turísticos internacionais – as festas de fim de ano na cidade brasileira do Rio de Janeiro, não vão acontecer este ano. Foram canceladas por cauda da covid-19.

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As autoridades do Rio de Janeiro cancelaram as festas de um dos maiores cartazes turísticos internacionais da cidade:  a passagem de ano, por causa da covid-19.

O anúncio foi feito pelo presidente da câmara da cidade brasileira, Eduardo Paes, que afirmou que “respeitamos a ciência. Como são opiniões divergentes entre comités científicos, vamos sempre ficar com a mais restritiva. O Comité da prefeitura diz que pode. O do Estado diz que não. Então não pode. Vamos cancelar dessa forma a celebração oficial do réveillon do Rio”, escreveu Eduardo Paes nas redes sociais.

O autarca acrescentou que não seria possível organizar uma festa de passagem de ano com a dimensão que tem no Rio de Janeiro sem a garantia de todas as autoridades sanitárias. “Infelizmente não temos como organizar uma festa dessa dimensão, em que temos muitos gastos e logística envolvidos, sem o mínimo de tempo para preparação”, acrescentou.

Esta decisão é o culminar de uma semana de debate entre as autoridades do Rio de Janeiro sobre as festas de passagem de ano, depois de a variante mais recente do vírus da covid-19 (Ómicron) ter chegado ao Brasil.

Na quinta-feira passada, a autarquia do Rio de Janeiro decidiu impor a necessidade de passaporte de vacinação contra a covid-19 para a entrada em espaços como restaurantes, bares e hotéis.

O Rio de Janeiro soma-se assim a outras 21 capitais regionais do Brasil, como São Paulo, a cidade mais populosa do país, que já decidiram cancelar as festas previstas para o fim do ano.

 

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Porto de Lisboa instala segunda webcam TejoLIVE em Cacilhas

Projeto mostra imagens do Tejo em direto e durante 24horas por dia, sendo agora possível visualizar a zona entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através desta nova webcam instalada em Cacilhas.

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O Porto de Lisboa instalou e já tem em funcionamento a segunda webcam do projeto TejoLIVE, que mostra imagens do rio Tejo em direto e durante 24 horas por dia, disponibilizando agora imagens e uma visão global entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através de uma webcam instalada em Cacilhas.

“Cacilhas foi o local escolhido para a instalação da segunda webcam TejoLIVE”, destaca o Porto de Lisboa, explicando que este projeto arrancou em maio, com a colocação de uma webcam no 7º piso do Centro de Coordenação e Controlo de Tráfego Marítimo e Segurança (Edifício VTS, em Algés), que permite a visão da área de aproximação ao porto de Lisboa e uma perspetiva privilegiada do rio Tejo.

“A captação de imagens abrange a área entre a Ponte 25 de Abril e a ponte Vasco da Gama, incluindo os terminais da zona portuária da margem norte do porto de Lisboa, um vasto angulo de visão do Rio e das duas margens, permitindo assistir não só ao movimento de navios na entrada e na saída do porto de Lisboa, como, conferir as condições meteorológicas, estado do mar, ou acompanhar eventos náuticos de interesse público”, acrescenta o Porto de Lisboa, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 3 de dezembro.

As imagens da primeira webcam instalada no âmbito do projeto TejoLIVE podem ser visualizadas através do website do Porto de Lisboa.

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Algarve com perspetivas “otimistas” para a ocupação da hotelaria no Natal e Ano Novo

Em declarações à Lusa, tanto a AHETA como a Região de Turismo do Algarve admitem uma procura mais elevada para a quadra festiva do Natal e fim de ano, principalmente por parte do mercado nacional e espanhol.

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O presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas revela que a hotelaria algarvia está “otimista” quanto às perspetivas de ocupação para a quadra festiva do Natal e passagem de ano, que pode superar os níveis de 2019.

Em declarações à Lusa, o presidente da AHETA disse que “as perspetivas para o fim de ano são positivas”, influenciadas pela procura do mercado português, uma vez que o Natal é “tradicionalmente uma festa de família”, que não costuma ter grande impacto na ocupação da hotelaria algarvia.

Já para a passagem do ano, a AHRESP diz esperar que os portugueses “viajem menos para o exterior e escolham sobretudo o Algarve, que é o destino por excelência do mercado nacional”.

“É um período que se caracteriza sobretudo por uma procura por parte dos nacionais. Isso vai-se verificar e nós pensamos que até pode haver um aumento da procura por parte dos portugueses, mesmo relativamente a 2019, tal como aconteceu já nos meses de verão”, estimou o responsável, situando esse aumento na “ordem dos 20 a 25%”.

Já em relação ao mercado internacional, Elidérico Viegas mostra-se menos entusiasmado, até porque, além de esta ser uma época em que este mercado procura menos o Algarve, existem atualmente novas restrições devido à variante Ómicron, que podem ter um efeito “desmotivador”, sobretudo, devido à “exigência de testes negativos” nos aeroportos de origem e à chegada à Portugal.

“Esperamos que estas restrições possam ajudar a esbater o problema rapidamente, para que isso não comprometa a próxima época turística, que é aquela em que temos uma expectativa de recuperação”, afirmou, garantindo que o cenário de cancelamentos de reservas “não se verifica”.

Perspetivas “bastante otimistas” é também o que diz ter João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), que revelou à Lusa que já existe um “nível de reservas interessante”, principalmente de visitantes portugueses e de Espanha.

“Estamos de facto a ter um nível de reservas interessante para esse período entre o Natal e o ‘réveillon’”, afirmou, reconhecendo que existe “apreensão” relativamente à “evolução da pandemia e eventuais regras mais restritivas”, mas considerando que isso não impede que os dados apontem para uma “procura interessante”.

Em relação a outros mercados, João Fernandes espera que a procura seja “mais reduzida”, por força do aumento de casos de covid-19 na Europa central e do Norte, mas, ainda assim, longe do cenário do ano passado, uma vez que  “não há enceramentos de atividades, nem restrições de horário e lotação”.

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Porto e Norte usa filigrana de Gondomar para mostrar turismo de luxo na Expo Dubai

Entidade regional de turismo vai dar a conhecer a filigrana de Gondomar na Expo Dubai 2020, numa ação que vai ter lugar no Pavilhão de Portugal, entre 7 e 12 de dezembro.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal promove, entre 7 e 12 de dezembro, uma iniciativa que vai colocar a filigrana de Gondomar em destaque no Pavilhão de Portugal na Expo Dubai 2020 e que pretende mostrar a oferta de turismo de luxo que a região do Porto e Norte tem para oferecer.

“Numa iniciativa conjunta do Turismo do Porto e Norte, Câmara Municipal de Gondomar e AICEP, estarão em permanência no auditório do Pavilhão artesãos a mostrar in loco a minúcia da filigrana, promovendo esta arte que quer ser reconhecida como Património Cultural Imaterial da Humanidade”, explica a entidade regional de turismo em comunicado.

Mais do que dar a conhecer esta arte típica da região Norte, esta ação pretende também posicionar a região no turismo de luxo, até porque o Dubai e o Médio Oriente são mercados com “especial apetência para tudo o que é luxo”.

De acordo com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal, esta ação, “para além de conquistar uma nova oportunidade de comunicação e promoção do destino num grande palco mundial, reforça o posicionamento no segmento de turismo de luxo, numa oferta qualificada que evidencia, cumulativamente, o saber fazer português junto de um mercado de alto rendimento e com um comportamento em viagem que se projeta como um dos mercados internacionais que mais crescimento terá nos próximos 10 anos”.

Para o responsável, estes grandes eventos mundiais são “excelentes momentos para comunicar com novos parceiros, órgãos de comunicação, operadores e opinion leaders”.

Além de estar presente na Expo Dubai 2020, a filigrana de Gondomar é também candidata ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, com o Turismo do Porto e Norte de Portugal a revelar que a autarquia de Gondomar pretende também candidatar a filigrana a Património Cultural Imaterial da Humanidade, esperando-se que a presença na Expo Dubai possa vir a “impulsionar esta candidatura”.

 

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AHRESP quer que 20% do financiamento das linhas de crédito COVID-19 seja convertido em fundo perdido

Associação defende que, face ao agravamento das obrigações financeiras, que é esperado para o próximo ano, as empresas ainda “não estão preparadas para fazer face a todos os encargos”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) considera que, face ao agravamento das obrigações financeiras das empresas, que é esperado para o próximo ano, o Governo deve converter 20% de todo o financiamento concedido no âmbito das linhas de crédito COVID-19 em fundo perdido.

Num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 2 de dezembro, a AHRESP defende que as empresas, por terem “níveis de faturação ainda distantes dos valores pré-pandemia” e devido às “restrições e limitações que impactam diretamente a atividade do setor do alojamento, restauração e similares”, ainda “não estão preparadas para fazer face a todos os encargos”.

Por isso, a AHRESP vem apelar ao Governo para que “20% de todo o financiamento concedido no âmbito das linhas de crédito COVID-19 seja convertido em fundo perdido”, defendendo ainda e de forma complementar, a regulamentação “com a máxima brevidade possível” do programa Reforçar, de forma a que este mecanismo de apoio “esteja totalmente operacional quando terminarem os períodos de carência das linhas COVID-19”.

“Esta medida destina-se a empresas que tenham contraído crédito ao abrigo das linhas COVID-19, apoiando-as na redução do endividamento gerado durante a crise pandémica. As empresas poderão ter acesso a um apoio máximo de 15 mil euros a fundo perdido, desde que os sócios das empresas coloquem montantes de igual valor para amortizar o seu endividamento atual”, explica a associação.

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Foto: Vasco Célio/Stills
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João Fernandes reeleito para novo mandato na Associação de Turismo do Algarve

João Fernandes foi reeleito esta quinta-feira, 2 de dezembro, para um novo mandato à frente da Associação de Turismo do Algarve (ATA).

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O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes, foi reeleito para um segundo mandato à frente da Associação de Turismo do Algarve (ATA), entidade responsável pela promoção internacional do Algarve, cujas eleições decorreram esta quinta-feira, 2 de dezembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a ATA explica que o ato eleitoral contou com uma lista única, que era liderada por João Fernandes e que contava com “representatividade dos vários agentes da indústria de turismo da região” e reuniu uma votação “expressiva”, com 90 votos a favor, um voto nulo e outro voto em branco.

“A acompanhar João Fernandes na presidência dos restantes órgãos da nova Direção, que ficará em funções até 2024, estão a ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, à frente da Assembleia Geral, e o Hotel Júpiter, à frente do Conselho Fiscal”, indica a ATA, no comunicado divulgado.

Depois do ato eleitoral, João Fernandes mostrava-se “muito satisfeito com esta reeleição”, principalmente por poder dar continuidade ao projeto que foi iniciado em 2018 e que, segundo o responsável, “se tem mostrado vencedor”, mesmo durante a fase de pandemia.

“Os próximos anos continuarão a ser, certamente, tempos muito desafiantes e exigentes para o turismo do Algarve, mas tenho confiança que esta equipa irá saber manter o mesmo espírito combativo para continuar a ultrapassar obstáculos com sucesso, dedicação e muita criatividade”, afirma João Fernandes.

Aposta na diversidade da oferta da região e consolidação do reconhecimento internacional do Algarve como um destino turístico autêntico e de qualidade superior são, de acordo com a ATA, os pilares que vão suportar a promoção futura do Algarve e cujo sucesso, segundo a associação, deverá continuar a passar pelo “envolvimento dos vários agentes do setor de turismo da região em torno deste objetivo comum”.

Além de João Fernandes, reeleito presidente da Direção da ATA, a associação passa a contar com os seguintes órgãos sociais:

Assembleia Geral

Presidente – ACRAL (Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve),
representada por Álvaro José Martins Viegas.

Secretário – Castro Marim Golfe and Country Club (Algarvelux – Const. e
Empreendimentos, S.A.), representada por David Martins.

Vogal – Casa Modesta (Casa Modesta, Lda.), representada por Vânia Isabel Brito
Fernandes.

Suplente – Animaris (Animação Turística, Lda.) representada por José Rita Brito Vargas

Suplente – Restaurante 2 Passos (Alfazema Restaurantes, Lda), representado por
Joaquim Alberto Rodrigues Coelho.

Direção

Presidente – Região de Turismo do Algarve, representada por João Pedro Ferreira
Caldas Fernandes.

Vice-Presidente – Hotel Quinta do Lago (Grampiam, SA.), representado por Filipe José
Rosário do Adro.

Vice-Presidente – APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo),
representada por Duarte Manuel Gois Correia.

Vice-Presidente – Benamor (Atividades Turísticas, SA.), João Paulo Carvalho Oliveira e
Sousa.
Vice-Presidente – Vila Monte Farm House (Discovery Hotel Management),
representada por Pedro Minetto Ferreira Neto.

Vice-Presidente – Hotel Eva (AP Hotels & Resorts), representada por Emanuel José
Moreira de Freitas.

Suplente – VISACAR (Aluguer de Veículos Motorizados Automóveis, SA.), representada
por Honório Manuel Bernardo Teixeira.

Suplente – Associação Vilamoura Visitors, Residents & Conventions Bureau,
representada por Isolete Jerónimo Café Correia.

Conselho Fiscal

Presidente – Hotel Júpiter (Júpiter Indústria Hoteleira, S.A.) representada por Luís
Miguel Henriques da Conceição Negrão Sequeira.

Vice-Presidente – Salema EcoCamp Surf & Nature (Around the Eden Nature Park,
Lda.), representada por Joaquim Jacinto Lourenço.

Vogal –Dreamwave (DreamWave Algarve, Atividades Marítimo-Turísticas, Lda.),
representada por Raul Manuel Domingos Correia.

Suplente – Loulé Jardim Hotel (Filipe Contreiras Unipessoal), representado por Filipe
Manuel Lampreia Contreiras.

Suplente – Vale do Garrão, Lda. (Hotel Ria Park), representada por Maria Teresa Pontes
Caldeano.

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Há duas aldeias portuguesas entre as melhores do mundo para turismo rural

Cumeada e Castelo Rodrigo foram as duas aldeias portuguesas distinguidas nos prémios Best Tourism Village, que foram, este ano, entregues pela Organização Mundial do Turismo (OMT) pela primeira vez.

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As aldeias portuguesas de Cumeada e Castelo Rodrigo foram duas das vencedoras do Prémio Best Tourism Village da Organização Mundial do Turismo (OMT), galardões que foram entregues esta quinta-feira, durante a 24.ª Assembleia Geral da organização, que está a decorrer em Madrid, Espanha.

Num comunicado enviado à imprensa, o Turismo de Portugal explica que este foi o primeiro ano em que a OMT entregou estes prémios, com o objetivo de “distinguir os melhores destinos rurais a nível mundial e, desta forma, contribuir para a valorização do território rural e comunidades locais através do turismo”.

Nesta primeira edição, Portugal candidatou três aldeias, o máximo de candidaturas permitidas por país, tendo os prémios recebido um total de 170 candidatos de 75 países.

Com o prémio, as aldeias vencedoras recebem também o selo Best Tourism Village, que é válido por três anos, após os quais as aldeias serão novamente avaliadas, de acordo com os requisitos de sustentabilidade, para lhe ser renovado o selo.

Paralelamente, a OMT vai também selecionar, através do Upgrade Programme, um conjunto de aldeias que não preencheram a totalidade dos critérios de Best Tourism Village, mas que vão receber apoio da OMT e outros parceiros para “desenvolver aspetos identificados como a melhorar durante o processo de avaliação da candidatura”.

“Os candidatos são também integrados na Rede Internacional da OMT que irá permitir a partilha de experiências e boas práticas entre aldeias. Esta rede vai integrar representantes das aldeias Best Tourism Village e das aldeias do Upgrade Programme, bem como especialistas e parceiros públicos e privados, envolvidos no desenvolvimento do turismo rural”, acrescenta o Turismo de Portugal.

Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, que marcou presença na 24.ª Assembleia Geral da OMT, estes prémios são também “uma validação da estratégia turística nacional que, desde 2017, tem vindo a desenvolver um conjunto de ações com vista a construir o turismo do futuro, sustentável e inovador”.

“E são estas boas práticas que queremos ver implementadas em larga escala, para que, cada vez mais, Portugal seja um destino que pode ser visitado ao longo de todo o ano, em todas as regiões”, explica a governante.

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AHRESP pede nova prorrogação da linha de microcrédito do Turismo de Portugal

Associação considera que o impacto das novas medidas adotadas para conter a pandemia justifica a prorrogação do período de carência desta linha de apoio por mais um ano.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta terça-feira, 30 de novembro, pedir uma nova prorrogação do período de carência da linha de microcrédito do Turismo de Portugal, uma vez que, defende a associação, as novas medidas adotadas para conter a pandemia voltaram a “perturbar os negócios” das empresas de restauração e hotelaria, o que justifica “o reforço dos apoios à tesouraria”.

“As recentes medidas anunciadas pelo Governo, bem como o clima generalizado de perda de confiança nos consumidores e turistas, estão mais uma vez a perturbar os negócios das nossas empresas, pelo que é da maior urgência o reforço dos apoios à tesouraria, como a prorrogação do período de carência da linha do Turismo de Portugal por mais um ano”, defende a associação, num comunicado enviado à imprensa.

Para a AHRESP, esta linha de apoio, que foi criada logo no início da pandemia e que “tem vindo a ser sucessivamente reforçada”, revelou-se “um dos principais instrumentos de apoio à tesouraria” das empresas de restauração e hotelaria.

A associação admite que o Turismo de Portugal já prorrogou o período de carência desta linha para 30 de junho de 2022, no caso dos contratos cujos períodos de carência terminavam até 31 de março de 2022, mas considera que o impacto das novas medidas justifica uma nova prorrogação e que os pagamentos dos contratos atualmente em vigor apenas se iniciem a partir de 1 de julho de 2023.

Recorde-se que a partir de 1 de dezembro, com o regresso da situação de calamidade, voltou a ser obrigatória a apresentação de certificado de vacinação ou teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de restauração e alojamento turístico.

 

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Madeira lança nova campanha e convida a viver Natal e Fim de Ano “À Madeirense”

Nova campanha vai estar em vigor até 20 de dezembro, em 17 mercados internacionais e exclusivamente através de plataformas online, promovendo as festas de Natal e Fim de Ano da Madeira.

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A Associação de Promoção da Madeira (APM) lançou uma nova campanha promocional exclusiva para plataformas online, na qual convida os turistas nacionais e internacionais a visitarem o arquipélago e a viverem um Natal e Fim de Ano “À Madeirense”, mote que dá nome à nova campanha, que está em vigor até 20 de dezembro.

“Nova campanha para o mercado nacional e internacional acontece até 20 de dezembro, exclusivamente em plataformas online, sob o mote “À Madeirense”. Este é um convite para todos se juntarem às épicas festas de Natal e Fim de Ano que a Madeira proporciona aos seus visitantes”, explica a associação, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a APM, a campanha visa promover as festas de Natal e Fim de Ano na região vai estar presente em 17 mercados internacionais, incluindo os tradicionais do Reino Unido, Espanha e França, mas também “novas apostas, como a Polónia ou República Checa e os Estados Unidos”.

A campanha conta com várias versões que enfatizam as tradições natalícias da região da Madeira, nomedamente “À Madeirense é um Natal de tirar o fôlego”, “À Madeirense o Natal é de festa em festa” e “À Madeirense o Natal é com calor e muita alegria”

As festas de Natal e Fim de Ano na Madeira voltam, este ano, a incluir diversas celebrações, como o Mercadinho de Natal, presépio com elementos da região, mesas com Bordado da Madeira e o tradicional espetáculo de fogo-de-artifício na noite de 31 de dezembro, além de decoração, música e gastronomia tradicional, exposições e quadros vivos, decorrendo entre 1 de dezembro e 9 de janeiro.

 

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