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Transavia também vai voar entre Amesterdão e Ponta Delgada a partir de abril de 2022

Voos entre Amesterdão e Ponta Delgada arrancam em abril de 2022, com uma ligação por semana, aos domingos.

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Depois de anunciar o lançamento de uma rota entre Paris e Ponta Delgada, nos Açores, no verão do próximo ano, a Transavia revelou agora que também vai voar entre a capital micaelense e Amesterdão, numa operação que arranca em abril do próximo ano e que vai contar com um voo por semana, aos domingos.

“A Transavia vai abrir uma nova rota entre Ponta Delgada e Amesterdão-Schiphol na próxima Primavera – a ser inaugurada em abril de 2022. Após anunciar, recentemente, uma nova rota de verão a ligar Paris e a ilha de São Miguel, nos Açores, a subsidiária low-cost do grupo Air France-KLM propõe agora uma ligação totalmente nova entre os Países Baixos e o arquipélago dos Açores”, lê-se num comunicado enviado pela companhia aérea à imprensa esta segunda-feira, 22 de novembro.

Na informação divulgada, a Transavia avança preços desde 72 euros para voos de ida e explica que a abertura da nova rota é possível devido à expansão da sua frota, principalmente em França, uma vez que vai passar de 40 aviões 737-800s no início de 2021 para 61 aviões a partir de abril de 2022.

“Globalmente, a filial low-cost do grupo Air France-KLM terá uma frota total de 89 aviões a voar para mais de 100 destinos na Europa”, acrescenta a Transavia, que alerta, no entanto, que o “programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

Os bilhetes já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla_Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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Sevenair quer voar em Portugal com aviões elétricos a partir de 2030

A Sevenair conta adquirir três aviões elétricos, com opção de mais três, da startup sueca Heart Aerospace, aparelhos que podem voar até 200 quilómetros com carga elétrica e têm capacidade para 30 pessoas.

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A Sevenair quer ser a primeira companhia aérea a nível mundial a voar com aeronaves totalmente elétricas, num objetivo apontado para 2030, avança a Lusa, que cita o administrados da companhia aérea regional portuguesa.

“Esperamos que, de acordo com a expectativa, em 2027 ou 2028, a aeronave esteja certificada e em 2030 sejamos a primeira companhia aérea mundial a voar 100% elétrica”, indicou Alexandre Alves à Lusa, explicando que o objetivo é usar o avião ES-30, que é totalmente elétrico e tem capacidade para 30 pessoas.

O aparelho vai ter capacidade para voar até 200 quilómetros com carga elétrica e conta ainda com uma pequena turbina alimentada por combustível sustentável que abastece essas baterias e permite “duplicar a autonomia até 400 quilómetros”.

Segundo Alexandre Alves, trata-se de um projeto “com muita sustentabilidade” e a Sevenair conta adquirir três destes aparelhos projetados pela startup sueca Heart Aerospace, com “opção de mais três”, estimando-se que cada avião possa custar cerca de 10 milhões de euros.

A aeronave ainda está em fase de projeto, de testes, mas o ‘target’ é andar à volta de pouco acima de uma dezena de milhões de euros [cada aeronave]”, revelou o responsável à Lusa, à margem da Portugal Air Summit, em Ponte de Sor.

Alexandre Alves revelou ainda que já existem no mundo outras empresas interessadas na aquisição da aeronave, existindo nesta altura cerca de “400 encomendas”.

“Sendo Portugal um país pequeno e sendo nós operadores de voos muito curtos, a nossa operação e o nosso país são perfeitos para este tipo de aeronave e, por isso, estamos a tentar ser o país lançador e a companhia lançadora”, acrescentou.

Alexandre Alves acredita ainda que esta aeronave “vai mudar o paradigma” do mercado, uma vez que os custos vão “baixar brutalmente”, o que vai permitir reduzir também as tarifas aos passageiros.

“Com uma aeronave que hoje operamos, com 19 lugares e combustível tradicional, estamos a falar de um voo de ida e volta (Lisboa/Évora) que pode custar quatro mil euros e com esta aeronave talvez metade”, exemplificou.

A Sevenair opera em linha aérea regional com voos diários ´charter` para vários destinos em Portugal, como Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais ou Portimão.

 

 

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Autarquias de localizações em estudo integram Comissão de Acompanhamento do aeroporto

Segundo uma resolução do Conselho de Ministros, a comissão vai integrar os autarcas de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, assim como de localizações que venham a ser propostas.

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A Comissão de Acompanhamento da Comissão Técnica Independente que vai estudar as soluções para o novo aeroporto, presidida por Carlos Mineiro Aires, vai integrar também os presidentes das Câmaras Municipais de localizações em estudo, segundo uma resolução do Conselho de Ministros, publicada esta sexta-feira, 14 de outubro, em Diário da República.

De acordo com a Lusa, esta resolução, que tinha sido aprovada em Conselho de Ministro no final de setembro, estabelece que, além do respetivo presidente, a comissão integra também “os presidentes das câmaras municipais de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém, bem como os presidentes de câmara de localizações que venham a ser propostas pela comissão técnica, se tal acontecer”.

Recorde-se que, no final de setembro, o Governo aprovou uma proposta de lei para alterar o poder dos municípios de vetar obras de interesse nacional, como aconteceu com o projeto para o Montijo, que não obteve parecer favorável de todas as autarquias envolvidas e, por isso, foi ‘chumbado’ pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Além dos autarcas, a comissão vai integrar ainda o Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), o presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, a presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e um magistrado judicial jubilado designado pelo presidente do Supremo Tribunal Administrativo.

O bastonário da Ordem dos Economistas e o bastonário da Ordem dos Engenheiros também participam nesta comissão, que integra ainda sete personalidades indicadas pela Academia das Ciências de Lisboa, uma personalidade indicada pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, uma personalidade indicada pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e o presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa.

Já a Comissão Técnica será dirigida por um coordenador-geral, designado pelo primeiro-ministro, sob proposta conjunta do presidente do CSOP, do CNADS e do CRUP, “no prazo de 30 dias contados da data de publicação da presente resolução”.

A Comissão Técnica terá ainda de integrar seis coordenadores de projeto para as equipas de “estudos de procura aeroportuários e de acessibilidades de infraestruturas e transportes”, “planificação aeroportuária, incluindo análise de capacidade e planos de desenvolvimento aeroportuário compatíveis com a evolução de um hub intercontinental”, “acessibilidades rodoviárias e ferroviárias”, “ambiente e AAE [Avaliação Ambiental Estratégica]”, “análise e modelagem económico-financeira” e “jurídica”.

A partir desta publicação em Diário da República, a Comissão Técnica tem agora 60 dias para definir o cronograma dos trabalhos.

Esta comissão vai estudar cinco soluções para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, podendo ainda propor mais, caso entenda, adiantou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no final do Conselho de Ministros de 29 de setembro.

Em causa, está a solução em que o aeroporto Humberto Delgado fica como aeroporto principal e Montijo como complementar, uma segunda em que o Montijo adquire progressivamente o estatuto de principal e Humberto Delgado de complementar, uma terceira em que Alcochete substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado, uma quarta em que será este aeroporto o principal e Santarém o complementar, e ainda uma quinta hipótese em que Santarém substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado.

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Air Canada abre três novas rotas na Europa no verão de 2023

As novas rotas para Toulouse, Copenhaga e Bruxelas são os principais destaques da Air Canada para o próximo verão na Europa.

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A Air Canada anunciou que, no próximo verão, vai abrir três novas rotas para a Europa, passando a ligar Montreal a Toulouse e Copenhaga, em França e na Dinamarca, assim como Toronto a Bruxelas, na Bélgica.

Além das novas rotas para a Europa, a companhia aérea canadiana vai também retomar as rotas para o Japão, nomeadamente entre Vancouver e Osaka, assim como entre Toronto e Toquio/Haneda, o que é possível graças à reabertura do Japão às viagens internacionais depois da pandemia.

A companhia aérea canadiana está ainda a repor o número de frequências que existia antes da pandemia na região do Atlântico, Pacífico e América do Sul, cujos bilhetes estão já disponíveis para aquisição.

“Continuamos a perseguir a nossa abordagem disciplinada de expandir a nossa rede global em resposta à procura antecipada. Estamos especialmente satisfeitos por adicionar três novas rotas estratégicas para a Europa, retomando os serviços importantes para o Japão e aumentando as frequências para os principais destinos internacionais para o verão de 2023”, disse Mark Galardo, vice-presidente sénior de planeamento de rede e gestão de receita da Air Canada.

No caso da nova rota de Bruxelas, os voos arrancam a 1 de junho e contam com cinco frequências semanais, em aviões B787 Dreamliner, o mesmo número de ligações semanais que a companhia aérea vai disponibilizar também para Toulouse, rota que também começa no mesmo dia e que vai ser operada em aviões A330-300. Em ambos os casos, a rota vai manter-se ao longo de todo o ano.

Já os voos para Copenhaga, que também começam a ser operados a 1 de junho, decorrem apenas durante o período do verão e contam igualmente com cinco ligações aéreas por semana, em aviões B787 Dreamliner.

No caso do Japão, os voos da Air Canada para Osaka são retomados a 2 de junho, com quatro frequências semanais, numa operação que vai decorrer apenas no verão, enquanto para Tóquio/Haneda os voos são diários e decorrem ao longo de todo o ano, a partir de 1 de maio.

Na Europa, a companhia aérea canadiana vai também reforçar várias rotas à partida de Toronto, nomeadamente para Londres/Heathrow, que passa para quatro voos por semana; Edimburgo, que passa a voos diários; Copenhaga, que passa a cinco voos semanais; Barcelona, que passa a voos diários; e Madrid, que passa a contar com seis voos por semana.

Além das rotas europeias desde Toronto, a Air Canada vai também reforçar as rotas desde Montreal para Frankfurt, que passa de 19 voos por semana para dois voos diários (em parceria com a Lufthansa); Genebra, que passa a voos diários; e Nice, cuja operação é aumentada para quatro voos por semana.

A Air Canada conta ainda reforçar os voos para o Dubai, Telavive e Algiers, no Médio Oriente, assim como para São Paulo, na América do Sul, e para Brisbane, no Pacífico Sul. Na Ásia, há ainda reforço de operação para Hong Kong, Seul e Tóqui/Narita desde Toronto e Montreal.

 

 

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Qatar Airways contrata 10 mil funcionários para dar resposta à procura para o Mundial’22

Apesar de admitir a contratação de funcionários para dar resposta ao aumento da procura para o Mundial, a Qatar Airways não revelou quantos destes postos de trabalho serão definitivos.

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A Qatar Airways está a contratar 10 mil colaboradores para dar resposta ao aumento da procura expectável para o Mundial de Futebol de 2022, que decorre no Qatar, entre novembro e dezembro.

De acordo com a Reuters, que cita uma fonte anónima da companhia aérea de bandeira do Qatar, esta campanha de recrutamento vai aumentar de cerca de 45 mil para mais de 55 mil o número de funcionários da Qatar Airways.

“A Qatar Airways está numa trajetória de crescimento após a Covid-19 e, com os preparativos do Mundial de Futebol em pleno andamento, está a aumentar o recrutamento em toda a companhia aérea”, admitiu a companhia aérea, num comunicado enviado à Reuters esta semana.

Apesar de admitir a contratação de funcionários para dar resposta ao aumento da procura para o Mundial, a Qatar Airways não revelou quantos destes postos de trabalho serão definitivos.

Recorde-se que, devido à pandemia e à paragem da aviação ditada pela situação epidemiológica, a Qatar Airways reduziu significativamente o número de colaboradores, que terá chegado perto dos 37 mil funcionários.

Com a melhoria da situação pandémica, a companhia aérea voltou a aumentar o número de destinos para onde voa, o que levou também à abertura de processos de recrutamento nas Filipinas, Índia e outros países no final de setembro.

Além do reforço de pessoal, a Qatar Airways está também a ajustar 70% da sua programação, de forma a permitir a realização de voos especiais que levem todos os adeptos do futebol até ao Qatar durante a competição.

“Será um grande desafio ser capaz de gerir essa procura muito rápida para um grande número de espectadores”, disse o CEO da Qatar Airways, Akbar al-Baker, no início do ano.

 

 

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Ministro admite que integração num grande grupo pode ser única maneira de “assegurar a viabilidade” da TAP

Num debate na Assembleia da República, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

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O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, admitiu esta quinta-feira, 13 de outubro, que a integração da TAP num grande grupo de aviação  “pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”.

Durante um debate na Assembleia da República sobre a privatização da TAP, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado tão fortemente globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

“A integração da TAP num grupo criaria sinergias importantes e traria resiliência para enfrentar a volatilidade tão característica da aviação. Esta pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”, acrescentou o governante, citado pela Lusa.

No entanto, Pedro Nuno Santos defende que a abertura do capital da TAP “será decidida no tempo e no modo que melhor defenda o interesse nacional”.

Depois de criticas à anterior privatização da TAP, feita pelo Governo de Pedro Passos Coelho, o ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu que, com o atual Governo, a privatização da TAP terá de assegurar condições para que a empresa seja mais competitiva, sustentável e que permita a expansão do ‘hub’ de Lisboa, que classificou como “o maior ativo da aviação nacional”.

Pedro Nuno Santos criticou ainda o maior partido da oposição por continuar a ser “incapaz de assumir uma posição clara” em relação à intervenção na TAP, sem dizer qual seria a sua solução para resolver a emergência que a companhia aérea enfrentou durante a pandemia.

“A nacionalização da empresa em 2020 teria de ser feita mesmo que a TAP fosse, à altura, totalmente privada. A intervenção pública não foi feita para a empresa ficar do lado do Estado, ela foi feita para garantir que a empresa não fechava. O que estava em causa não era ter uma TAP pública ou uma TAP privada, o que estava em causa era a sobrevivência ou a falência da TAP”, reiterou.

 

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Emirates premiada pelo papel no crescimento do turismo das Maldivas

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da companhia aérea para o desenvolvimento socioeconómico e crescimento do turismo nas Maldivas.

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A Emirates foi distinguida nas Maldivas pelo seu papel no crescimento da indústria de turismo no país, que atribuiu à companhia aérea o “Prémio de Ouro do Presidente para o Turismo”.

“Emirates recebeu o prestigioso reconhecimento por “Contribuições Excecionais para o Desenvolvimento do Turismo nas Maldivas”, destacando os seus 35 anos de serviço ao país, com voos de e para Malé desde 1987″, indica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 13 de outubro.

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da Emirates para o desenvolvimento socioeconómico das Maldivas nos últimos 35 anos, ao longo dos quais a companhia aérea tem contribuído para o crescimento da indústria do turismo, que é um pilar da economia das Maldivas.

Na informação divulgada, a Emirates lembra que, desde 1984, operou já mais de 29.000 voos de ida e volta para as Maldivas, tendo efetuado cerca de 135 milhões de quilómetros nesta rota e transportado 8,5 milhões de passageiros de e para o destino.

Atualmente, a Emirates opera 28 voos por semana entre o Dubai e as Maldivas, sendo que, além destas ligações aéreas, a companhia aérea oferece ainda um serviço diário entre Malé e Colombo.

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FlixBus chega a Beja e vai também ligar Castelo Branco a Campanhã e ao aeroporto do Porto

A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para Beja e, esta sexta-feira, 14 de outubro, abre novas linhas de Castelo Branco para o Porto.

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A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para a capital do Baixo Alentejo, passando a ligar a cidade de Beja a Évora e Lisboa.

A FlixBus destaca que são “três as ligações diárias” existentes nesta linha para Beja, cujos bilhetes apresentam preços desde 2,99 euros para as ligações entre Beja e Évora, enquanto as ligações entre a capital do Baixo Alentejo e Lisboa apresentam preços desde 4,99 euros.

“Continuamos a expandir a nossa rede em Portugal, e a levar os nossos autocarros verdes a cada mais cidades e vilas portuguesas, indo ao encontro das necessidades daqueles que privilegiam este meio de transporte, e também para dar resposta ao aumento da procura que se tem sentido ao longo dos últimos meses”, afirma Pablo Pastega, diretor-geral da FlixBus para Portugal e Espanha.

Além da nova linha de Beja, a FlixBus prepara-se para passar a ligar também Castelo Branco à estação de Campanhã e ao aeroporto do Porto, a partir desta sexta-feira, 14 de outubro.

No caso das ligações de Castelo Branco para o Porto, os preços dos bilhetes começam nos 4,99 euros. Além do Porto, a FllixBus liga também Castelo Branco a Coimbra, cujos preços começam nos 2,99 euros.

A empresa de autocarros de passageiros alerta, no entanto, que “os preços dos bilhetes FlixBus variam de acordo com a antecipação da compra, um pouco à semelhança do que acontece com as companhias aéreas, pelo que, quanto mais cedo se comprarem os bilhetes, mais barata é a viagem”.

“Estamos a trabalhar na expansão da nossa rede e 2023 vai ser um ano desafiante para a FlixBus em Portugal, já que iremos aumentar significativamente a nossa rede, lançando novas linhas e ligações, e, consequentemente, aumentar o número de autocarros na estrada. São vários os problemas que este sector dos transportes enfrenta, atualmente, que vão desde a falta de motoristas à grave crise energética, pelo que temos um enorme desafio pela frente”, acrescenta Pablo Pastega.

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CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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TAP acaba com tarifa Basic nos voos de Portugal, Europa e Norte de África

A nova estrutura tarifária da TAP entrou em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e abrange os bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

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TAP anunciou que, a partir desta terça-feira, 11 de outubro, procedeu a uma  simplificação tarifária, que prevê o fim da tarifa Basic nos bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

“Desta forma, nas vendas a partir de 11 de outubro e para voos em Portugal, restante Europa e norte de África, a iniciar a partir de 11 de novembro, os Clientes da TAP vão poder continuar a adquirir os produtos Discount, Classic e Plus em classe económica e Executive e TOP Executive em classe executiva”, indica a companhia aérea de bandeira nacional em comunicado.

Segunda a TAP, apesar da alteração, os tarifários mantêm “as características anteriores”, passando a existir apenas três tarifas de classe económica, “com vista a proporcionar uma oferta flexível e personalizável, com mais transparência, clareza e simplicidade”.

“Assim, nas viagens em Portugal, restante Europa e Norte de África, os passageiros passam a ter três opções para viajar em classe económica e duas em classe executiva, às quais correspondem cinco tarifas com serviços e ofertas diferentes e à medida das necessidades de cada passageiro”, acrescenta a companhia.

Para quem viaja apenas com bagagem de mão, a tarifa Discount é ideal, enquanto quem quiser transportar, pelo menos, uma peça de bagagem de porão e que deseje reservar o seu lugar a bordo pode fazê-lo com a tarifa Classic. Já a tarifa Plus permite mais conforto e flexibilidade, assim como a possibilidade de reservar lugar nas filas da frente, além de check-in prioritário e flexibilidade na alteração de bilhetes.

“Independentemente da tarifa escolhida, os Clientes podem também, a qualquer momento, adquirir serviços extra ou o upgrade para a tarifa seguinte”, refere ainda a TAP.

Todas as informações sobre a nova estrutura de tarifas da TAP estão disponíveis no site da companhia aérea.

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