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Qatar Airways Privilege Club e JetBlue TrueBlue de mãos dadas

A Qatar Airways e a JetBlue lançaram uma parceria, trazendo vantagens adicionais aos membros dos programas de fidelização de ambas as companhias aéreas:

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Qatar Airways Privilege Club e JetBlue TrueBlue de mãos dadas

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A Qatar Airways e a JetBlue lançaram uma parceria, trazendo vantagens adicionais aos membros dos programas de fidelização de ambas as companhias aéreas: Privilege Club e TrueBlue. 

Os membros do Qatar Airways Privilege Club podem, assim, ganhar Qmiles em voos operados pela JetBlue e os membros da TrueBlue podem somar pontos nos voos da Qatar Airways.
Por outro lado, os membros do Privilege Club podem agora voar para mais destinos nos Estados Unidos, Caraíbas e América Central, ligando-se à rede de 100 cidades da JetBlue, ao mesmo tempo que ganham Qmiles. Isto eleva o número total de destinos nas Américas para mais de 300 cidades. 

Os Qmiles podem ser utilizados para um conjunto de recompensas, incluindo
voos-prémio, melhoria de cabine, bagagem extra, uma estadia num dos mais de 350 mil hotéis contemplados nas recompensas Hotel & Car, e muito mais. 

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easyJet mantém resultados no negativo, mas aponta recuperação total para final de 2022

Com resultados ainda no vermelho no ano fiscal de 2021, terminado em setembro, a easyJet aponta para estar a níveis pré-pandémicos no 4.º trimestre de 2022.

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A easyJet obteve, no exercício fiscal de 2021, terminado em setembro, receitas de 1.458 milhões de libras (cerca de 1.725 milhões de euros), comparando com os 3.000 mil milhões de libras (cerca de 3.540 mil milhões de euros) do exercício transato de 2020, correspondendo a um decréscimo de 52%.

No que toca aos lucros, a companhia aérea anuncia, no comunicado ao mercado, que obteve prejuízos de 858 milhões de libras (ligeiramente acima de mil milhões de euros), após contabilizar perdas de 1.079 milhões de libras (1.270 milhões de euros) no ano anterior.

Ao comentar os resultados, Johan Lundgren, CEO da easyJet, admite que a companhia está a passar pela pandemia com “força renovada”, tendo “transformado o negócio ao otimizar a rede e flexibilidade, proporcionando uma economia significativa de custos”.

Depois de apresentados os números referentes ao ano fiscal de 2021, pode ler-se no comunicado que a companhia vê “um início encorajador para este ano [2022]”, destacando a “forte procura para os períodos de pico de férias de inverno, juntamente com o aumento da procura de verão”, admitindo que a capacidade no último trimestre de 2022, ou seja, de julho a setembro do próximo ano, “esteja perto dos níveis do ano fiscal de 2019”.

“Com planos ambiciosos de crescimento, estamos a expandir as nossas posições de liderança em bases importantes como Gatwick e Milão com ‘slots’ e aeronaves adicionais este ano e com 118 aeronaves encomendadas com uma compra adicional de 59 opções e direitos confirmados para continuar a desenvolver nos próximos anos”, diz Lundgren, vendo uma “oportunidade para a easyJet conquistar clientes e quota no mercado” aos rivais neste período.

Quanto à nova variante da COVID-19, Ómicron, a companhia refere no comunicado que, “é muito cedo para dizer que impacto a variante terá nas viagens na Europa e as consequências que quaisquer restrições de curto prazo possam ter”.

“Continuamos a ver os bons níveis das novas reservas para a segunda metade do ano e continuamos a esperar que o quarto trimestre de 2021-2022 mostre um regresso aos níveis próximos da pré-pandemia em termos de capacidade, já que as pessoas optam por fazer as suas esperadas férias de verão”, refere a companhia no comunicado.

 

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Mudanças na Lufthansa Portugal: sai Patrick, entra Thomas

Aós cinco anos a liderar o departamento de vendas em Portugal, Patrick Borg Hedley dá o lugar a Thomas Ahlers.

Victor Jorge

A Lufthansa renovou a sua estrutura diretiva de vendas em Portugal, com a saída de Patrick Borg Hedley, há cinco anos à frente do departamento de vendas no nosso país e que “viaja” para a Finlândia para ficar à frente dos destinos da companhia no país escandinavo, mas também com a supervisão do mercado belga.

Para substituir Patrick Borg Hedley, a Lufthansa nomeou Thomas Ahlers como general manager of sales depois de ter passado por Nova Iorque, Xangai ou Frankfurt, entre outros mercados.

Na apresentação do novo executivo do grupo Lufthansa em Portugal, Julia Hillenbrand, diretora-geral do grupo para a Europa Ocidental, teve a oportunidade de agradecer o trabalho realizado por Patrick Borg Hedley, destacando os desafios que foram colocados à companhia ao longo deste período, admitindo que “a indústria da aviação foi a primeira a entrar na crise e, provavelmente, será última a sair”. Contudo, a executiva, baseada em Madrid (Espanha) mostrou-se “otimista quanto ao futuro”, revelando que 55% da frota “está no ar” e a voar para 80% dos destinos comparativamente a 2019.

Patrick Borg Hedley referiu, por sua vez, que os cinco anos que passou em Portugal foram “gratificantes”, destacando o aumento do número de passageiros transportados, tendo passado de 1,6 milhões, em 2016, para 2,4 milhões, em 2021.

Salientando que a companhia está no nosso país há 66 anos, o anterior diretor de vendas no nosso país fez ainda referência às novas rotas introduzidas pela Lufthansa, admitindo que, para tal, “é preciso conhecer a procura”. Assim, depois de várias rotas que passaram a ligar a Madeira a cidades alemãs, nomeadamente, Munique e Frankfurt, Borg Hedley destacou as rotas abertas recentemente com os Açores, a partir de Ponta Delgada e que passaram a ligar a ilha a Genebra, Frankfurt.

Embora os tempos sejam de alguma incerteza, Julia Hillenbrand fez ainda referência aos 80.000 lugares adicionais e 440 voos extra para a época de Natal e Ano Novo que o grupo alemão anunciou no início de novembro.

Do lado de quem acaba de chegar, ou seja, Thomas Ahlers, a promessa é a de “continuar” o trabalho feito pelo seu antecessor, destacando a “flexibilidade e adaptabilidade” como “pilares de atuação para os tempos desafiantes que vivemos”, destacando o processo de vacinação desenvolvido em Portugal que contribui para um “clima de confiança”.

De resto, o novo diretor-geral de Vendas em Portugal do Lufthansa Group, responsável pela atividade comercial e vendas de todas as transportadoras aéreas do grupo (Lufthansa, Austrian Airlines, Brussels Airlines, Eurowings e SWISS) que operam no mercado português, admitiu que, nestes tempos, “as pessoas passaram a procurar mais destinos de proximidade e de lazer”, evidenciando a importância de Lisboa e Porto (responsável por 80% da operação da companhia no nosso país). “Creio que os destinos que envolvam voos de longa distância vão demorar mais a recuperar” e, por isso, “a operação em Portugal será muito importante”, estimando Ahlers um crescimento de “duplo dígito para este inverno”.

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“Em 2022 seremos maiores que a TAP”, garante CEO da Ryanair

Mais uma vez critico da atuação do Governo português relativamente à TAP, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, destaca que a companhia nacional poderá “facilmente” desbloquear 250 ‘slots’ por semana no aeroporto de Lisboa.

Victor Jorge

Em mais uma visita a Portugal, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, deixou, não um recado, mas uma certeza: “Em 2022 seremos maiores que a TAP”.

O responsável pela companhia low cost irlandesa voltou a criticar a política do Governo português relativamente à TAP, demonstrando que “a Ryanair irá crescer mais do que a TAP sem desperdiçar 3,2 mil milhões de euros”. Munido dos slides de apresentação, O’Leary anunciou a maior programação de verão para Portugal para 2022, com 17 novas rotas, totalizando, assim, 170 rotas a partir de Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Funchal, a mais recente e 5.ª base da companhia no nosso país.

Assinalando que a Ryanair possui as tarifas “mais baixas da Europa”, O’Leary assinalou que, em 2022, voará para 170 destinos a partir dos aeroportos nacionais, enquanto a TAP voará para 65. Certo é que as estimativas do responsável irlandês apontam para que a companhia consiga transportar mais de 13 milhões de passageiros, “enquanto a TAP, com os mais de três mil milhões de euros recebidos pelo Estado português, não irá além dos 11 milhões”.

Para Portugal, O’Leary anunciou ainda mais 28 aeronaves, num investimento de 2,8 mil milhões de euros, o que corresponde a cerca de 2,5 mil milhões de euros, criando, assim, segundo o mesmo, mais 1.000 empregos diretos e 9.000 indiretos.

Afirmando que a Ryanair “cria empregos, enquanto a TAP reduz e que “lidera o turismo e a recuperação económica”, O’Leary afirmou ainda que a companhia irlandesa não cresce mais, “porque o novo aeroporto ainda não existe”.

A crítica maior do CEO da Ryanair foi, contudo, direcionada ao “desperdício” dos ‘slots’ desaproveitados pelas companhias aéreas concorrentes da TAP, salientando que “essa acumulação de ‘slots por parte da TAO bloqueia a recuperação do turismo” em Portugal.

Esse bloqueio dos ‘slots levou,m segundo o’Leary ao cancelamento de mais de 700 voos por parte da Ryanair, “o que significa menos 130.000 passageiros e turistas para o país”.

“A TAP sabe que nunca irá utilizar esses ‘slots’, mas não os desbloqueia”, acusa o CEO da Ryanair, adiantando ainda que, “quando a TAP liberta os ‘slots’, fá-lo em cima da hora, de modo a que mais nenhuma companhia possa utilizar”, apelando ao Governo e entidades regulatórias que “atuam”.

Contabilizando o número de ‘slots’ que a TAP poderia libertar, O’Leary afirmou que a companhia portuguesa poderia “facilmente desbloquear 250 ‘slots’ por semana, até porque mesmo esse número [250] ficará abaixo dos ‘slots’ desperdiçados semanalmente”.

Garantindo que irá diminuir “drasticamente” os preços dos voos da Madeira para Lisboa e Porto, O’Leary mostrou-se “preocupado” com a nova variante do coronavírus (Omicron), criticando os governantes europeus por “avançarem de imediato para as restrições e proibições”. “Não cancelámos voos e iremos cumprir com todas as diretrizes que sejam postas em práticas pelas autoridades de saúde e segurança dos diversos países”, deixando a certeza que “iremos cumpri-las”, destacando ainda “não ver razão para que passageiros com certificado e testes negativos não possam voar”.

Quanto ao novo Governo a sair das eleições de 30 de janeiro de 2022, o CEO da Ryanair não quis tecer qualquer comentário, afirmando que “sou um simples irlandês que não se quer meter na política portuguesa”.

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RENA considera “inaceitável” apelidar companhias aéreas de irresponsáveis

Presidente da RENA, Paulo Geisler, critica as palavras do primeiro-ministro aquando do anúncio do agravamento das multas para as companhias que transportem passageiros sem teste negativo e considera a medida “desproporcionada”.

Inês de Matos

O presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler, considera “inaceitável” que o primeiro-ministro, António Costa, tenha apelidado as companhias aéreas de irresponsáveis, quando anunciou um agravamento das multas até 20 mil euros para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19.

Numa publicação no Linkedin, Paulo Geisler começa por dizer que a “generalização, desresponsabilização governativa e intimidação nunca foram boas práticas”, para depois considerar que as palavras de António Costa não são aceitáveis, tendo em conta o papel fundamental das companhias aéreas.

“É, no mínimo, inaceitável apelidar as companhias aéreas  de irresponsáveis, tratando-se de um dos setores mais afetados pela atual conjuntura mas que, mesmo assim, mais tem ajudado no combate à pandemia, quer através do transporte de vacinas, testes, material de proteção e mercadorias, quer através do transporte de passageiros para a retoma da Economia”, considera o responsável, numa publicação datada desta sexta-feira, 26 de novembro.

Além das palavras de António Costa, Paulo Geisler é também crítico da própria medida anunciada pelo líder do executivo, que diz que “não faz qualquer sentido no contexto atual”, é desproporcional e vai “prejudicar ainda mais” a aviação, que já foi “um dos setores mais afetados pela pandemia”.

“O aumento da moldura contra-ordenacional é totalmente desproporcionado e excessivo, sobretudo tendo em conta que se trata de uma obrigação ou dever acessório da companhia, que age em substituição do Estado”, defende o responsável, considerando que as “políticas de saúde pública são uma incumbência do Estado que deve ser financiada por recursos próprios do Estado, não por esbulho ou confisco de operadores económicos”.

Recorde-se que esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o regresso do estado de calamidade e várias medidas para impedir a subida dos casos de COVID-19, incluindo o agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo.

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Mais de 400 agentes de viagens portugueses no roadshow da Costa Cruzeiros

O roadshow da Costa Cruzeiros, que decorreu durante o mês de novembro e ainda incluiu a realização uma Cruise Fam Trip a bordo dos navios Costa Smeralda e Costa Firenze, contou com a participação de mais de 400 agentes de viagens. 

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Mais de 400 agentes de viagens de norte a sul do país participaram na edição deste ano do roadshow da Costa Cruzeiros que decorreu durante o mês de novembro e ainda incluiu a realização uma Cruise Fam Trip a bordo dos navios Costa Smeralda e Costa Firenze. 

Foi a oportunidade de a companhia de cruzeiros dar a conhecer a empresa e apresentar as novidades e o reforço das ofertas para 2022. 

Este roadshow decorreu em 9 webinars com os grupos de agências e consórcios que reuniram 290 agentes, e em sessões presenciais realizadas nas cidades de Lisboa e Porto, em que participaram 73 agentes de viagens. Igualmente, para conhecerem o produto e o poderem vivenciar a bordo dos seus navios, a Costa Cruzeiros levou 45 agentes de viagens de todas as zonas em três fam trips

Entre as novidades apresentadas no roadshow, a Costa Cruzeiros destacou a sua aposta em três áreas chave – gastronomia, excursões e sustentabilidade – com uma nova identidade visual para as comunicar, em consonância com os princípios do seu “Manifesto” que inclui o compromisso da empresa de crescer em conjunto com as comunidades locais da forma mais sustentável e inclusiva possível. 

 

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Vinci Airports admite ampliação do aeroporto de Beja

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, revelou que a abertura da Vinci Airports para ampliar o aeroporto foi demonstrada no último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, na semana passada.

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O presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, revelou esta semana que, pela primeira vez, a Vinci Airports, que detém a concessão dos aeroportos nacionais, “mostrou-se aberta para poder ampliar” o Aeroporto de Beja e melhorar o taxiway, caso exista o interesse de mais operadores na infraestrutura.

De acordo com o autarca, que prestou declarações à Radio Pax no final do último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, que decorreu na passada sexta-feira, 19 de novembro, a possibilidade foi admitida “no caso de haver mais operadores interessados” e de os dois lotes que restam do lado ar “serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares”.

“A Vinci, no caso de haver mais operadores interessados e dos dois lotes que restam serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares, pela primeira vez, mostrou-se aberta para poder ampliar o aeroporto e criar, com isso, mais sete lotes do lado ar, proporcionando a mais sete empresas a instalação efetiva no aeroporto de Beja. Isso nunca tinha acontecido nos Conselhos Consultivos anteriores e, agora, a Vinci demonstrou esta disponibilidade”, revelou o responsável.

Segundo o autarca, a Vinci Airports admite ainda a melhoria do taxiway, que é “uma das principais condicionantes que as empresas têm colocado”.

Paulo Arsénio revelou ainda à rádio local que estão também “muito avançadas as possibilidades de instalação de mais uma empresa nova na zona do aeroporto e que possa trabalhar com o aeroporto”, adiantando que se trata de uma empresa “da área da carga e da logística”.

De acordo com o autarca, no ano passado, o aeroporto de Beja terá recebido cerca de 2.500 passageiros, a grande maioria em voos premium com destino à costa alentejana e a unidades de luxo do concelho de Beja, num total de 160 movimentos.

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TAP assinala ‘Cyber Weekend’ com descontos

Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede.

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Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede, assinalando, assim, a ´Ciber Weekend’. 

Para usufruir destes descontos, a reservas terão de ser efetuadas até a próxima terça.feira, dia 30 de novembro. 

Esta promoção não contempla viagens entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2022 e entre 1 e 25 de abril do próximo ano, e não aplicável nas tarifas Discount e Executive

A campanha inclui ofertas exclusivas aos clientes TAP Miles&Go e subscritores da newsletter FlyTAP, que tiveram acesso antecipado aos descontos. Estas reservas beneficiam ainda da flexibilidade de uma alteração gratuita (exceto tarifa Discount). 

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20 mil euros de multa para companhias que transportem passageiros sem teste negativo

Para o setor da aviação, o Governo anunciou medidas que levam a que, quem não possuam teste negativo [à COVID-19], a companhia pague 20 mil euros face aos atuais três mil.

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As companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19 incorrem em multas de 20 mil euros por pessoa, segundo as novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, após a reunião do Conselho de Ministros.

“Os testes passam a ser obrigatórios para qualquer entrada em território nacional, seja qual for o ponto de origem e seja qual for a nacionalidade do passageiro”, começou por dizer o primeiro-ministro na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros que aprovou novas medidas para conter a pandemia.

António Costa sublinhou que “é obrigação de todas as companhias de aviação, no momento do ‘check in’ só permitirem o embarque dos voos para Portugal de pessoas que provem estar devidamente testadas e não podem transportar para Portugal ninguém que não esteja devidamente testado”.

“Constatamos que infelizmente as companhias de aviação não têm cumprido a sua obrigação e por isso alterámos o quadro contraordenacional e passaremos a aplicar uma coima de 20 mil euros por cada passageiro que seja desembarcado no território português sem que esteja devidamente testado”, salientou o primeiro-ministro.

Além disso, António Costa, referiu que o Governo vai “agravar as sanções acessórias que podem culminar com a suspensão das licenças de voo dessas companhias para território nacional”.

“Queria deixar uma mensagem muito clara às companhias de aviação: consideramos que é uma profunda irresponsabilidade transportar pessoas que não estão testadas e desembarcar pessoas em território nacional que não estão testadas”, frisou, indicando que o Governo pretende manter as fronteiras abertas.

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TACV volta a operar em Dezembro

A TACV, parada desde Março de 2020 devido à pandemia da Covid-19 e renacionalizada em Julho último, deverá retomar a operação ainda durante o mês de Dezembro deste ano. 

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A TACV, parada desde Março de 2020 devido à pandemia da Covid-19 e renacionalizada em Julho último, deverá retomar a operação ainda durante o mês de Dezembro deste ano.  

O anúncio foi feito, esta quarta-feira, no Parlamento, pelo primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva. Anteriormente, o governo tinha apontado a retoma da TACV para o primeiro trimestre de 2022. A operação de Portugal foi sempre uma aposta estratégica da transportadora aérea. 

Segundo o chefe do governo, citado pela imprensa, se “tudo correr como previsto, a TACV começará a operar ainda durante o mês de Dezembro deste ano”, tendo ainda destacado que as medidas necessárias para o regresso da companhia aérea de bandeira de Cabo Verde “estão a ser tomadas”. 

A TACV deve, assim, retomar as operações, cinco meses após uma tentativa falhada de voltar a voar na altura sob o controlo do grupo islandês Icelandair. Em Julho deste ano, a companhia aérea passou para o controlo do Estado cabo-verdiano, após a reversão de 51% das ações vendidas à Loftleidir Icelandic em 2019 pelo governo ao grupo da Icelandair, alegando vários incumprimentos na gestão e dissolvendo de imediato os corpos sociais. 

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da TACV por 1,3 milhão de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da Cabo Verde Airlines – nome comercial da companhia) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada). 

A companhia, em que o Estado cabo-verdiano mantinha uma posição de 39% (além de 10% a trabalhadores e emigrantes), concentrou então a atividade nos voos internacionais a partir do ‘hub’ do Sal, deixando os voos domésticos. 

 

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Ryanair lança campanha para “Black Friday” para 1.000 destinos europeus

Esta nova campanha da Ryanair tem cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus, diz a companhia de origem irlandesa.

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A Ryanair lança esta quinta-feira, 25 de novembro, a campanha “Black Friday” “Compre Um, Ganhe outro Grátis”, com cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus.

Durante o 4.º dia da “Cyber Week” da Ryanair, a oferta “Compre Um, Ganhe Outro Grátis” encontra-se disponível no website www.ryanair.com, de 25 de novembro até à meia-noite de sexta-feira, 26 de novembro.

Dara Brady, diretor de Marketing da Ryanair, refere que os lugares estão disponíveis nas 1.000 rotas de “1 de dezembro de 2021 a 18 de fevereiro de 2022”, dando aos clientes a possibilidade de reservar “um fim-de-semana numa cidade europeia ou umas férias” e “levar um acompanhante, sem pagar mais por isso”.

O responsável pelo marketing da companhia liderada por Michael O’Leary admite que esta oferta é “uma mais-valia para os nossos viajantes, especialmente com o Natal à vista”.

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