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Encontro mundial de aeroportos discute aviação pós-pandemia

Representantes da indústria aeroportuária mundial reúnem-se até amanhã, dia 24 em Cancun (México) para discutir o sector da aviação pós-pandemia.

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Representantes da indústria aeroportuária mundial reúnem-se até amanhã, dia 24 em Cancun (México), na WAGA 2021 – World Annual General Assembly & Exhibition, a principal conferência anual do setor. 

Sob o tema “Runway to Recovery: Reconnecting Aviation for a Sustainable Future”, a conferência que teve início esta segunda-feira, está a discutir aspetos de como os aeroportos no mundo estão a atravessar a pandemia da Covid-19 e os caminhos necessários com vista à sustentabilidade e à neutralidade na emissão de carbono.  

O evento conta com a participação de mais de 60 palestrantes com ampla experiência e conhecimento da indústria, como líderes de aeroportos membros de ACI World. A cerimônia de abertura contou com a presença de Juan Carlos Salazar, secretário-geral da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). 

O encontro terá como foco os desafios e as iniciativas já em curso nos esforços da recuperação sustentável da indústria aeroportuária. Neste contexto, os painéis abordarão temas como a integração nos aeroportos de aviões movidos a SAF e outras fontes alternativas; as eficiências que a indústria está a desenvolver para atingir as metas da sustentabilidade; como as novas tecnologias e a inovação surgem para apoiar a recuperação; as necessidades e mudanças nas expetativas dos clientes dos aeroportos no pós-Covid-19;  o papel do setor privado no desenvolvimento dos aeroportos neste momento; e a regulamentação econômica do setor. 

 

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“Em 2022 seremos maiores que a TAP”, garante CEO da Ryanair

Mais uma vez critico da atuação do Governo português relativamente à TAP, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, destaca que a companhia nacional poderá “facilmente” desbloquear 250 ‘slots’ por semana no aeroporto de Lisboa.

Em mais uma visita a Portugal, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, deixou, não um recado, mas uma certeza: “Em 2022 seremos maiores que a TAP”.

O responsável pela companhia low cost irlandesa voltou a criticar a política do Governo português relativamente à TAP, demonstrando que “a Ryanair irá crescer mais do que a TAP sem desperdiçar 3,2 mil milhões de euros”. Munido dos slides de apresentação, O’Leary anunciou a maior programação de verão para Portugal para 2022, com 17 novas rotas, totalizando, assim, 170 rotas a partir de Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Funchal, a mais recente e 5.ª base da companhia no nosso país.

Assinalando que a Ryanair possui as tarifas “mais baixas da Europa”, O’Leary assinalou que, em 2022, voará para 170 destinos a partir dos aeroportos nacionais, enquanto a TAP voará para 65. Certo é que as estimativas do responsável irlandês apontam para que a companhia consiga transportar mais de 13 milhões de passageiros, “enquanto a TAP, com os mais de três mil milhões de euros recebidos pelo Estado português, não irá além dos 11 milhões”.

Para Portugal, O’Leary anunciou ainda mais 28 aeronaves, num investimento de 2,8 mil milhões de euros, o que corresponde a cerca de 2,5 mil milhões de euros, criando, assim, segundo o mesmo, mais 1.000 empregos diretos e 9.000 indiretos.

Afirmando que a Ryanair “cria empregos, enquanto a TAP reduz e que “lidera o turismo e a recuperação económica”, O’Leary afirmou ainda que a companhia irlandesa não cresce mais, “porque o novo aeroporto ainda não existe”.

A crítica maior do CEO da Ryanair foi, contudo, direcionada ao “desperdício” dos ‘slots’ desaproveitados pelas companhias aéreas concorrentes da TAP, salientando que “essa acumulação de ‘slots por parte da TAO bloqueia a recuperação do turismo” em Portugal.

Esse bloqueio dos ‘slots levou,m segundo o’Leary ao cancelamento de mais de 700 voos por parte da Ryanair, “o que significa menos 130.000 passageiros e turistas para o país”.

“A TAP sabe que nunca irá utilizar esses ‘slots’, mas não os desbloqueia”, acusa o CEO da Ryanair, adiantando ainda que, “quando a TAP liberta os ‘slots’, fá-lo em cima da hora, de modo a que mais nenhuma companhia possa utilizar”, apelando ao Governo e entidades regulatórias que “atuam”.

Contabilizando o número de ‘slots’ que a TAP poderia libertar, O’Leary afirmou que a companhia portuguesa poderia “facilmente desbloquear 250 ‘slots’ por semana, até porque mesmo esse número [250] ficará abaixo dos ‘slots’ desperdiçados semanalmente”.

Garantindo que irá diminuir “drasticamente” os preços dos voos da Madeira para Lisboa e Porto, O’Leary mostrou-se “preocupado” com a nova variante do coronavírus (Omicron), criticando os governantes europeus por “avançarem de imediato para as restrições e proibições”. “Não cancelámos voos e iremos cumprir com todas as diretrizes que sejam postas em práticas pelas autoridades de saúde e segurança dos diversos países”, deixando a certeza que “iremos cumpri-las”, destacando ainda “não ver razão para que passageiros com certificado e testes negativos não possam voar”.

Quanto ao novo Governo a sair das eleições de 30 de janeiro de 2022, o CEO da Ryanair não quis tecer qualquer comentário, afirmando que “sou um simples irlandês que não se quer meter na política portuguesa”.

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RENA considera “inaceitável” apelidar companhias aéreas de irresponsáveis

Presidente da RENA, Paulo Geisler, critica as palavras do primeiro-ministro aquando do anúncio do agravamento das multas para as companhias que transportem passageiros sem teste negativo e considera a medida “desproporcionada”.

Inês de Matos

O presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler, considera “inaceitável” que o primeiro-ministro, António Costa, tenha apelidado as companhias aéreas de irresponsáveis, quando anunciou um agravamento das multas até 20 mil euros para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19.

Numa publicação no Linkedin, Paulo Geisler começa por dizer que a “generalização, desresponsabilização governativa e intimidação nunca foram boas práticas”, para depois considerar que as palavras de António Costa não são aceitáveis, tendo em conta o papel fundamental das companhias aéreas.

“É, no mínimo, inaceitável apelidar as companhias aéreas  de irresponsáveis, tratando-se de um dos setores mais afetados pela atual conjuntura mas que, mesmo assim, mais tem ajudado no combate à pandemia, quer através do transporte de vacinas, testes, material de proteção e mercadorias, quer através do transporte de passageiros para a retoma da Economia”, considera o responsável, numa publicação datada desta sexta-feira, 26 de novembro.

Além das palavras de António Costa, Paulo Geisler é também crítico da própria medida anunciada pelo líder do executivo, que diz que “não faz qualquer sentido no contexto atual”, é desproporcional e vai “prejudicar ainda mais” a aviação, que já foi “um dos setores mais afetados pela pandemia”.

“O aumento da moldura contra-ordenacional é totalmente desproporcionado e excessivo, sobretudo tendo em conta que se trata de uma obrigação ou dever acessório da companhia, que age em substituição do Estado”, defende o responsável, considerando que as “políticas de saúde pública são uma incumbência do Estado que deve ser financiada por recursos próprios do Estado, não por esbulho ou confisco de operadores económicos”.

Recorde-se que esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o regresso do estado de calamidade e várias medidas para impedir a subida dos casos de COVID-19, incluindo o agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo.

Sobre o autorInês de Matos

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Mais de 400 agentes de viagens portugueses no roadshow da Costa Cruzeiros

O roadshow da Costa Cruzeiros, que decorreu durante o mês de novembro e ainda incluiu a realização uma Cruise Fam Trip a bordo dos navios Costa Smeralda e Costa Firenze, contou com a participação de mais de 400 agentes de viagens. 

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Mais de 400 agentes de viagens de norte a sul do país participaram na edição deste ano do roadshow da Costa Cruzeiros que decorreu durante o mês de novembro e ainda incluiu a realização uma Cruise Fam Trip a bordo dos navios Costa Smeralda e Costa Firenze. 

Foi a oportunidade de a companhia de cruzeiros dar a conhecer a empresa e apresentar as novidades e o reforço das ofertas para 2022. 

Este roadshow decorreu em 9 webinars com os grupos de agências e consórcios que reuniram 290 agentes, e em sessões presenciais realizadas nas cidades de Lisboa e Porto, em que participaram 73 agentes de viagens. Igualmente, para conhecerem o produto e o poderem vivenciar a bordo dos seus navios, a Costa Cruzeiros levou 45 agentes de viagens de todas as zonas em três fam trips

Entre as novidades apresentadas no roadshow, a Costa Cruzeiros destacou a sua aposta em três áreas chave – gastronomia, excursões e sustentabilidade – com uma nova identidade visual para as comunicar, em consonância com os princípios do seu “Manifesto” que inclui o compromisso da empresa de crescer em conjunto com as comunidades locais da forma mais sustentável e inclusiva possível. 

 

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Vinci Airports admite ampliação do aeroporto de Beja

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, revelou que a abertura da Vinci Airports para ampliar o aeroporto foi demonstrada no último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, na semana passada.

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O presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, revelou esta semana que, pela primeira vez, a Vinci Airports, que detém a concessão dos aeroportos nacionais, “mostrou-se aberta para poder ampliar” o Aeroporto de Beja e melhorar o taxiway, caso exista o interesse de mais operadores na infraestrutura.

De acordo com o autarca, que prestou declarações à Radio Pax no final do último Conselho Consultivo do Aeroporto de Beja, que decorreu na passada sexta-feira, 19 de novembro, a possibilidade foi admitida “no caso de haver mais operadores interessados” e de os dois lotes que restam do lado ar “serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares”.

“A Vinci, no caso de haver mais operadores interessados e dos dois lotes que restam serem definitivamente ocupados e afetos à construção de mais hangares, pela primeira vez, mostrou-se aberta para poder ampliar o aeroporto e criar, com isso, mais sete lotes do lado ar, proporcionando a mais sete empresas a instalação efetiva no aeroporto de Beja. Isso nunca tinha acontecido nos Conselhos Consultivos anteriores e, agora, a Vinci demonstrou esta disponibilidade”, revelou o responsável.

Segundo o autarca, a Vinci Airports admite ainda a melhoria do taxiway, que é “uma das principais condicionantes que as empresas têm colocado”.

Paulo Arsénio revelou ainda à rádio local que estão também “muito avançadas as possibilidades de instalação de mais uma empresa nova na zona do aeroporto e que possa trabalhar com o aeroporto”, adiantando que se trata de uma empresa “da área da carga e da logística”.

De acordo com o autarca, no ano passado, o aeroporto de Beja terá recebido cerca de 2.500 passageiros, a grande maioria em voos premium com destino à costa alentejana e a unidades de luxo do concelho de Beja, num total de 160 movimentos.

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TAP assinala ‘Cyber Weekend’ com descontos

Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede.

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Para viagens a realizar entre 16 de janeiro e 31 de maio de 2022, a TAP está a promover descontos de 20% nas reservas feitas para os destinos de toda a sua rede, assinalando, assim, a ´Ciber Weekend’. 

Para usufruir destes descontos, a reservas terão de ser efetuadas até a próxima terça.feira, dia 30 de novembro. 

Esta promoção não contempla viagens entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2022 e entre 1 e 25 de abril do próximo ano, e não aplicável nas tarifas Discount e Executive

A campanha inclui ofertas exclusivas aos clientes TAP Miles&Go e subscritores da newsletter FlyTAP, que tiveram acesso antecipado aos descontos. Estas reservas beneficiam ainda da flexibilidade de uma alteração gratuita (exceto tarifa Discount). 

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20 mil euros de multa para companhias que transportem passageiros sem teste negativo

Para o setor da aviação, o Governo anunciou medidas que levam a que, quem não possuam teste negativo [à COVID-19], a companhia pague 20 mil euros face aos atuais três mil.

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As companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19 incorrem em multas de 20 mil euros por pessoa, segundo as novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, após a reunião do Conselho de Ministros.

“Os testes passam a ser obrigatórios para qualquer entrada em território nacional, seja qual for o ponto de origem e seja qual for a nacionalidade do passageiro”, começou por dizer o primeiro-ministro na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros que aprovou novas medidas para conter a pandemia.

António Costa sublinhou que “é obrigação de todas as companhias de aviação, no momento do ‘check in’ só permitirem o embarque dos voos para Portugal de pessoas que provem estar devidamente testadas e não podem transportar para Portugal ninguém que não esteja devidamente testado”.

“Constatamos que infelizmente as companhias de aviação não têm cumprido a sua obrigação e por isso alterámos o quadro contraordenacional e passaremos a aplicar uma coima de 20 mil euros por cada passageiro que seja desembarcado no território português sem que esteja devidamente testado”, salientou o primeiro-ministro.

Além disso, António Costa, referiu que o Governo vai “agravar as sanções acessórias que podem culminar com a suspensão das licenças de voo dessas companhias para território nacional”.

“Queria deixar uma mensagem muito clara às companhias de aviação: consideramos que é uma profunda irresponsabilidade transportar pessoas que não estão testadas e desembarcar pessoas em território nacional que não estão testadas”, frisou, indicando que o Governo pretende manter as fronteiras abertas.

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TACV volta a operar em Dezembro

A TACV, parada desde Março de 2020 devido à pandemia da Covid-19 e renacionalizada em Julho último, deverá retomar a operação ainda durante o mês de Dezembro deste ano. 

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A TACV, parada desde Março de 2020 devido à pandemia da Covid-19 e renacionalizada em Julho último, deverá retomar a operação ainda durante o mês de Dezembro deste ano.  

O anúncio foi feito, esta quarta-feira, no Parlamento, pelo primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva. Anteriormente, o governo tinha apontado a retoma da TACV para o primeiro trimestre de 2022. A operação de Portugal foi sempre uma aposta estratégica da transportadora aérea. 

Segundo o chefe do governo, citado pela imprensa, se “tudo correr como previsto, a TACV começará a operar ainda durante o mês de Dezembro deste ano”, tendo ainda destacado que as medidas necessárias para o regresso da companhia aérea de bandeira de Cabo Verde “estão a ser tomadas”. 

A TACV deve, assim, retomar as operações, cinco meses após uma tentativa falhada de voltar a voar na altura sob o controlo do grupo islandês Icelandair. Em Julho deste ano, a companhia aérea passou para o controlo do Estado cabo-verdiano, após a reversão de 51% das ações vendidas à Loftleidir Icelandic em 2019 pelo governo ao grupo da Icelandair, alegando vários incumprimentos na gestão e dissolvendo de imediato os corpos sociais. 

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da TACV por 1,3 milhão de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da Cabo Verde Airlines – nome comercial da companhia) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada). 

A companhia, em que o Estado cabo-verdiano mantinha uma posição de 39% (além de 10% a trabalhadores e emigrantes), concentrou então a atividade nos voos internacionais a partir do ‘hub’ do Sal, deixando os voos domésticos. 

 

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Ryanair lança campanha para “Black Friday” para 1.000 destinos europeus

Esta nova campanha da Ryanair tem cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus, diz a companhia de origem irlandesa.

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A Ryanair lança esta quinta-feira, 25 de novembro, a campanha “Black Friday” “Compre Um, Ganhe outro Grátis”, com cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus.

Durante o 4.º dia da “Cyber Week” da Ryanair, a oferta “Compre Um, Ganhe Outro Grátis” encontra-se disponível no website www.ryanair.com, de 25 de novembro até à meia-noite de sexta-feira, 26 de novembro.

Dara Brady, diretor de Marketing da Ryanair, refere que os lugares estão disponíveis nas 1.000 rotas de “1 de dezembro de 2021 a 18 de fevereiro de 2022”, dando aos clientes a possibilidade de reservar “um fim-de-semana numa cidade europeia ou umas férias” e “levar um acompanhante, sem pagar mais por isso”.

O responsável pelo marketing da companhia liderada por Michael O’Leary admite que esta oferta é “uma mais-valia para os nossos viajantes, especialmente com o Natal à vista”.

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Equador terá nova companhia aérea: EquAir

Dá pelo nome de EquAir e é, a partir de 20 de dezembro, a nova companhia aérea do Equador. Para já, operará com duas aeronaves, mas segundo a imprensa do país, em 2022, chegarão mais duas aeronaves.

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O Equador terá, a partir de meados do mês de dezembro, uma nova companhia aérea – EquAir – que concorrerá com a Latam Airlines e a Avianca.

Numa primeira fase, e segundo o plano anunciado, a nova companhia irá operar no mercado doméstico e operações charter. Segundo avança a imprensa internacional, a companhia tem previsto operar na rota Quito – Guayaquil com cinco voos semanais, naquela que é a ponte aérea de maior tráfego. Além disso, está, igualmente previsto, a ligação entre estas duas cidades e os destinos turísticos mais importantes, como são os casos de Baltra e San Cristóbal (Galápagos).

Para começar, a EquAir voará com duas aeronaves Boeing 737-700, com capacidade para 142 passageiros, indicando a imprensa nacional equatoriana que a companhia deverá contar com mais dois aviões no próximo ano.

“Esta oportunidade, um momento único, permitiu a um grupo de empresários, amigos, mas, principalmente, equatorianos, ver a necessidade que existe no nosso país para fortalecer a conectividade dos nossos céus, nossas cidades”, afirmou Gabriela Sommerfeld, CEO da EquAir.

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Qatar Airways recebe primeiro avião B777-9

A Qatar Airways vai ser a primeira companhia aérea a operar o novo avião B777-9, aparelho de nova geração, que proporciona maior conforto e um menor consumo de combustível.

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A Qatar Airways já apresentou o seu primeiro avião B777-9, aparelho de nova geração e com maior eficiência no consumo de combustível, do que a companhia aérea do Qatar é o cliente de lançamento mundial, e que foi recebido no Aeroporto Internacional de Doha, numa cerimónia que contou com a presença de Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea, e de vários convidados VIP.

De acordo com um comunicado da Qatar Airways, apesar de já ter sido apresentado no aeroporto da capital do Qatar, o novo avião vai ainda regressar ao Boeing Field, em Seattle, EUA, “onde continuará o seu rigoroso programa de testes”, prevendo-se que venha a integrar a frota da transportadora “num futuro próximo”.

“O avião, que se prevê vir a integrar a frota da companhia aérea premiada num futuro próximo, será o maior e mais eficiente jato bimotor do mundo, proporcionando um consumo de combustível e emissões 20% mais baixos do que o da geração anterior de aeronaves. As tecnologias chave que permitem esta eficiência são a sua nova asa composta de fibra de carbono, os novos motores e as nacelas de fluxo laminar natural”, lê-se no comunicado da Qatar Airways.

O avião, que pertence à família de aparelhos 777 e 787 da linha Dreamliner, da Boeing, oferece um maior conforto a bordo, com melhor humidade, contribuindo para proporcionar “uma viagem mais suave”, numa cabine mais larga e com janelas maiores, além de uma arquitetura mais espaçosa.

“Estamos extremamente orgulhosos por sermos um cliente de lançamento mundial deste produto líder na indústria, e por podermos demonstrar o nosso empenho em continuar a apoiar a nossa próspera rede global com uma frota que inclui os aviões bimotores mais jovens, tecnologicamente mais avançados e eficientes do mundo”, considera Akbar Al Baker, recordando que a Qatar Airways avançou para a compra destes aparelhos em 2013.

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