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Nova injeção de 150 milhões na TAP não é “descontrolo”, afirma ministro Pedro Nuno Santos

O ministro das Infraestruturas, Pedo Nuno Santos, diz-se frustrado pela “sistemática” má interpretação relativamente ao assunto TAP.

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O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, esclareceu que a nova injeção de 150 milhões de euros na TAP está prevista no montante total de 3.200 a 3.700 milhões de euros e não se trata de “descontrolo” no apoio à companhia aérea.

“Estamos a falar de 150 milhões que estão incluídos nos 3.200 milhões de euros, não está a acontecer nenhum descontrolo sobre a verba que está a ser injetada na TAP”, explicou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de assinatura de contrato entre a Medway, a Stadler e a Tratavagonka para a aquisição de 16 locomotivas e 113 vagões, citado pela agência Lusa.

Estas declarações surgem na sequência da notícia avançada pelo Jornal Económico, dando conta que a TAP iria “receber mais 150 milhões para compensar danos da COVID”, montante que deverá entrar na companhia aérea nas próximas semanas.

“Foi decidido e apresentado ao país um determinado montante para injetar na TAP, no quadro do seu plano de reestruturação, e quando foi apresentado era entre 3,2 e 3,7 mil milhões de euros. Nós, em princípio, ficaremos no limiar inferior e, portanto, o valor que estamos a falar no total é sempre este, não é mais do que este”, apontou o governante, que se admitiu frustrado, por considerar que o Governo é “sistematicamente” mal interpretado e mal traduzido para a opinião pública, relativamente ao que está a ser feito na TAP.

“Parece que cada vez que sai um novo número, que é mais um adicional face ao que estava esperado ser injetado na TAP e eu gostava que nós pudéssemos – através, nomeadamente, da comunicação social – conseguir esclarecer, para não se criar a ideia de que de x em x meses há um deslizar no montante que está a ser injetado na TAP e que se está a injetar mais do que era esperado. Não é verdade”, afirmou o ministro.

Segundo Pedro Nuno Santos, o que se passa é que as tranches vão sendo transferidas à medida que são aprovadas pela Direção-Geral da Concorrência europeia (DG Comp), sendo que uma parte dos 3.200 milhões de euros é paga através do regime de compensação COVID-19.

Questionado sobre as notícias que têm sido avançadas na comunicação social, de que a Comissão Europeia está a exigir que a TAP abdique de 12 ‘slots’ (vagas que permitem à companhia aérea marcar uma aterragem ou descolagem, num intervalo de tempo pré-determinado), e não das seis previstas no plano de reestruturação entregue pelo Governo e que ainda aguarda ‘luz verde’ de Bruxelas, Pedro Nuno Santos não confirmou a informação.

“Tem de haver uma faixa horária para o avião sair e tem de haver uma faixa horária para o avião voltar e, por isso, nós estamos sempre a falar de pares, desse ponto de vista não há grande diferença. Vamos é esperar para saber qual é o número, porque eu não confirmo esse número que saiu na comunicação social, de 12, não confirmo mesmo e, por isso, temos que esperar”, explicou.

(Lusa)

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SATA antecipa que 2022 pode ser ano recorde

O presidente executivo da SATA, Luís Rodrigues, revelou no Congresso da APAVT, que termina sexta-feira em Aveiro, que a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente os níveis de 2019 e espera bater recorde em 2022.

SATA, que aguarda para breve a aprovação, pela Comissão Europeia, do seu plano de reestruturação, deixou boas notícias no 46º Congresso da APAVT, que termina esta sexta-feira em Aveiro. Isto porque, a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente aos níveis de 2019 e espera bater recordes em 2022.

O CEO da SATA, Luís Rodrigues, revelou que “tivemos um verão fantástico, apenas 7% abaixo de 2019 e neste momento estamos praticamente ao nível desse ano. O que, comparado com outras companhias aéreas, é muito bom, não temos razões para nos queixar.

O executivo lembrou que este crescimento verificado, principalmente neste trimestre, após um 2020 e primeiro trimestre deste ano, períodos para esquecer, deve-se, por um lado ao progressivo levantamento de medidas restritivas impostas pela pandemia, em que as pessoas ganharam confiança e voltaram a viajar, e por outro, pela pontualidade na ordem dos 90%.

A pontualidade é um fator chave, destacou Luís Rodrigues, porque, “elimina tudo o que são compensações ao cliente por atrasos; e por outro lado, porque as pessoas apreciam esse fator e criam maior confiança e fidelidade”.

Também deu conta que a SATA aproveitou a redução da atividade imposta pela pandemia para dar a volta à operação e à relação comercial com os clientes.

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Costa Cruzeiros já recebeu segundo navio movido a GNL

O Costa Toscana é o segundo navio da frota da Costa Cruzeiros movido a GNL e começa a operar a 5 de março de 2022, no Mediterrâneo Ocidental.

A Costa Cruzeiros já recebeu o Costa Toscana, o segundo navio da companhia de cruzeiros movido a Gás Natural Liquefeito (GNL), depois do Costa Smeralda, e que começa a operar a 5 de março de 2022, segundo comunicado da companhia de cruzeiros.

“O Costa Toscana reforça o nosso compromisso com a inovação sustentável ao contribuir ainda mais para a utilização do GNL aplicado aos navios de cruzeiro, uma tecnologia da qual fomos pioneiros. É uma inovação que se insere num caminho de transição ecológica em constante evolução”, refere Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

De acordo com o responsável, o novo navio da Costa Cruzeiros conta com “inovadoras características e serviços”, que vão contribuir para que o Costa Toscana seja “capaz de atrair novos passageiros de cruzeiros”, com base na presença da companhia no Mediterrâneo e no plano para o reinicio gradual das operações.

O Costa Toscana começa a navegar a 5 de março de 2022, realizando um itinerário de uma semana com partida de Savona, Itália, e escalas em Marselha, Barcelona, Valência, Palermo e Civitavecchia/Roma.

Após este itinerário inaugural, o navio vai ficar colocado no Mediterrâneo Ocidental e, no próximo verão, realiza cruzeiros com escalas em Savona, Civitavecchia/Roma, Nápoles, Ibiza, Valência, Marselha, num itinerário que vai também manter no outubro, com Palma de Maiorca a substituir a escala de Ibiza.

No comunicado divulgado, a Costa Cruzeiros apelida o novo navio de uma “verdadeira ‘smart city’ itinerante”, uma vez que, além de ser movido a GNL, conta também com diversas “inovações tecnológicas de ponta” que reduzem o impacto ambiental do navio, nomeadamente através de processos de dessalinização da água, sistemas inteligentes de consumo de energia e reciclagem.

A bordo, o navio também faz eco da ecologia, uma vez que, como explica a companhia de cruzeiros, as mesas do restaurante Archipelago são feitas com madeira flutuante que foi recolhida no âmbito de um projeto de educação ambiental, sendo que as refeições servidas neste restaurante também têm um lado solidário, uma vez que parte dos lucros deste espaço serão doados para projetos ambientais e sociais.

A par da preocupação ambiental, o Costa Toscana distingue-se também pela decoração em homenagem à região italiana da Toscana, num projeto criativo com curadoria de Adam D. Tihany, que visa “valorizar e dar vida num só local ao melhor que existe nesta maravilhosa região italiana, que dá o nome ao navio, aos seus decks e às principais áreas públicas”.

“O mobiliário, a iluminação, os tecidos e os acessórios são todos Made in Italy e foram concebidos especificamente para o Costa Toscana por 15 parceiros representativos da excelência italiana. A oferta a bordo enquadra-se perfeitamente neste contexto extraordinário: do Spa Solemio às zonas de entretenimento; desde os bares temáticos, em colaboração com grandes marcas italianas e internacionais, aos 21 restaurantes e espaços dedicados à “experiência gastronómica””, acrescenta a Costa Cruzeiros.

Para alojamento, o navio, que é irmão do Costa Smeralda, conta ainda com mais de 2.600 cabines a bordo, que refletem perfeitamente o estilo e o gosto italianos, com destaque para as cabines “Sea Terrace”, que oferecem varanda.

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Congresso APAVT: TAP espera “prenda de Natal” de Bruxelas

A TAP está, segundo Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da companhia, a trabalhar como se o plano de reestruturação já tivesse recebido “luz verde” de Bruxelas. Para já, existe um novo novo programa de flexibilidade para alterar reservas sem custos.

Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da TAP, admitiu estar “otimista” quanto à aprovação do plano de reestruturação da companhia por parte da Comissão Europeia até ao final do presente ano.

Durante o 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), a decorrer em Aveiro até 3 de dezembro, a responsável da TAP disse que tal decisão poderá ser mesmo encarada como uma “prenda de Natal” por parte de Bruxelas, salientando que o trabalho está a ser feito como se o plano já tivesse aprovado.

No que diz respeito à estratégia comercial da companhia nacional Mosquera revelou que a TAP lançou, a 1 de dezembro, um novo programa de flexibilidade que permite ao cliente alterar o voo sem custos, destacando a importância da “flexibilidade” nos tempos atuais.

Este novo programa estará em vigor até 28 de fevereiro do próximo ano e dá ao cliente a possibilidade de “alterar a data e destino gratuitamente”, esclarecendo, contudo, que, caso existam, “as diferenças tarifárias serão aplicadas”.

Quanto à procura, a CCRO da TAP revelou que, desde setembro, que se registou uma “maior procura”, destacando os mercados do Brasil e dos EUA, apontando para uma recuperação na ordem dos 60% para o ano de 2022.

Admitindo que a companhia “tem de melhorar as vendas, a experiência do cliente e ao mesmo tempo reduzir custos”, Mosquera reconheceu que o serviço de cal center “não está a prestar um bom serviço”, uma vez que o volume de chamadas foi “inesperado”, assinalando que o digital cresceu por causa da pandemia.

No que diz respeito à nova variante da COVID-19 – Ómicron – a CCRO da TAP reconheceu que teve impacto na companhia, com a suspensão dos voos com Marrocos e Moçambique, referindo que a segurança dos passageiros é sempre a prioridade”.

Quanto ao trabalho com as agências de viagens, Silvia Mosquera admitiu que são o canal “mais importante e chave para a TAP”, reconhecendo, contudo, que “não vamos estar sempre de acordo, mas vamos trabalhar juntos”.

“Foram, são e continuarão a ser [as agências de viagens] importantes para a TAP”, concluiu a executiva da TAP.

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TAP reconhece perda de liderança mas lembra que é a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”

Companhia aérea de bandeira nacional reage às notícias que dão conta que transporta apenas um em cada 10 passageiros no Porto.

A TAP veio esta quinta-feira, 2 de dezembro, reagir às notícias que dão conta que a companhia aérea de bandeira nacional só transporta um em cada 10 passageiros no Porto e, num esclarecimento enviado à imprensa, reconhece que há alguns anos que já não tem a liderança no que diz respeito ao número de passageiros transportados, mas lembra que continua a ser a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”.

“A TAP já não tem a liderança no transporte de passageiros no aeroporto do Porto há alguns anos. No entanto, continua a ser a companhia que oferece mais voos intercontinentais diretos do Porto, para destinos no Brasil e Estados Unidos. Através da Ponte Aérea, a TAP oferece também ligações otimizadas a toda a sua rede de destinos desde o seu hub em Lisboa”, lembra a companhia de bandeira nacional.

A TAP fala também na quota de mercado que detém atualmente no aeroporto do Porto para explicar que esta não apresenta nenhuma tendência negativa, uma vez que, “de acordo com os relatórios da ANAC, a TAP duplicou a sua quota de mercado no aeroporto Francisco Sá Carneiro em número de passageiros transportados”.

“Essa quota foi de 10% no terceiro trimestre, conforme referido pela ANAC, quando no trimestre anterior era de 5%. Não há, portanto, qualquer tendência de decréscimo, bem pelo contrário, esta duplicação mostra um crescimento que se espera que continue”, explica a transportadora aérea.

Na informação divulgada, a TAP reconhece também que “é uma companhia com um modelo de negócios de “hub and spoke”” e que, por isso, “60% dos seus passageiros” fazem em Lisboa a ligação entre voos que não têm como destino ou origem final Portugal, explicando ainda que, “em circunstância normais”, o mercado nacional representa 20% do total de passageiros transportados pela TAP.

“Acresce que os mercados do Brasil e Estados Unidos representam um grande volume dos passageiros transportados pela TAP e, devido à pandemia, no trimestre em causa existiam ainda fortes restrições às viagens de e para esses países”, aponta ainda a nota divulgada pela TAP, que considera, por isso, que “qualquer análise que se procure fazer ao tráfego de passageiros em período de pandemia e de fortes limitações à mobilidade e livre circulação de pessoas assenta em bases que nada têm a ver com o regular funcionamento do mercado”.

 

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MSC Cruzeiros exige vacinação completa e teste negativo em todos os cruzeiros de inverno

Companhia estendeu a exigência de vacinação completa e teste negativo antes do embarque também ao cruzeiros de inverno no Mediterrâneo, a bordo do MSC Grandiosa e MSC Fantasia.

A MSC Cruzeiros veio esta quinta-feira esclarecer que, a partir de sábado, 4 de dezembro, será necessário possuir vacinação completa e apresentar um teste negativo para a COVID-19 para embarcar nos cruzeiros de inverno da companhia, incluindo os itinerários do Mediterrâneo.

“As medidas já estão em vigor para todos os itinerários de inverno da companhia noutras regiões e agora também todos os cruzeiros no Mediterrâneo foram adicionadas com os novos requisitos, estendendo-se assim, aos passageiros com reservas no MSC Grandiosa e no MSC Fantasia”, explica a MSC Cruzeiros, em comunicado.

A companhia explica que são considerados completamente vacinados os passageiros que tenham “recebido o conjunto completo de vacinas COVID-19 mais de 14 dias antes do início das suas férias no mar” e que, além da vacinação, é ainda necessário “realizar um teste COVID-19 nas 48 horas que antecedem o horário de partida do navio”.

“As medidas aplicam-se a todos os passageiros com 12 anos ou mais e estão no topo das normas de saúde e segurança existentes introduzidas pela MSC Cruzeiros no verão de 2020, e que hoje constituem o protocolo líder da indústria da companhia. Isso inclui um teste COVID-19 adicional no embarque, bem como outras medidas durante a navegação, todas planeadas para oferecer a todos os passageiros e tripulantes o nível máximo de protecção da sua saúde e segurança”, lê-se no comunicado da MSC Cruzeiros.

“Uma vez que alguns países da Europa estão a ver um aumento nas taxas de infecção em terra e para garantir o bem-estar daqueles a bordo de nossos navios e nas comunidades onde fazem escala, a nossa abordagem demonstra, mais uma vez, que a saúde e segurança são a nossa prioridade”, acrescenta Gianni Onorato, CEO da companhia de cruzeiros.

Recorde-se que estas medidas já estavam em vigor nos cruzeiros da companhia no Norte da Europa, América do Norte, América do Sul, África do Sul e Médio Oriente, chegando agora também ao MSC Grandiosa e MSC Fantasia, que realizam itinerários de sete noites no Mediterrâneo, com partidas de Barcelona e Génova, respetivamente.

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IATA alerta que medidas contra Omicron põem em causa recuperação de outubro

A IATA está preocupada que as medidas adotadas contra a nova variante Omicron venham colocar em causa a recuperação da procura por viagens aéreas, que voltou a melhorar em outubro.

A proibição ou limitação de viagens decretada em vários países na sequência da identificação da variante Omicron pode colocar em causa a recuperação que o tráfego aéreo apresentou em outubro, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou esta quinta-feira, 2 de dezembro, os dados referentes ao tráfego aéreo global de outubro.

“O desempenho do tráfego de outubro reforça que a ideia de que as pessoas vão viajar quando puderem. Infelizmente, a resposta dos governos ao surgimento da variante Omicron estão a colocar em risco a conectividade global que levou tanto tempo a reconstruir ”, avisa Willie Walsh, diretor geral da IATA, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com os dados da IATA, em outubro, o tráfego aéreo manteve a tendência de recuperação que já se vinha a verificar desde o verão e que permitiu que a procura global por viagens aéreas tenha apresentado uma descida de 49,4% face a igual mês de 2019, ainda antes da pandemia.

Apesar do resultado continuar a ser negativo em comparação com os dados de 2019, o certo é que este indicador tem vindo a subir e o resultado de outubro mostra mesmo uma recuperação face a setembro, quando a procura global por viagens aéreas tinha ficado 53,3% abaixo de igual mês de 2019.

Tal como também já vinha a acontecer, o tráfego doméstico voltou a registar um melhor desempenho, com a procura do mercado interno a apresentar uma descida de 21,6% face a outubro de 2019, igualmente com uma melhoria face à descida de 24,2% identificada em setembro.

Já a quebra na procura internacional voltou a ser mais preocupante, chegando aos 65,5% em comparação com outubro de 2019, ainda assim também com um melhor desempenho face a setembro, quando a descida de procura internacional por viagens aéreas tinha sido de 69,0% e com as melhorias a chegarem a todas as regiões do mundo.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacional mais desceu em outubro, com uma quebra de 92,8% face a igual mês de 2019, praticamente inalterada face ao resultado de setembro, quando o decréscimo chegava aos 93,1%. Nesta região, a capacidade desceu 83,8%, enquanto o load factor caiu 44 pontos percentuais, para 35,7%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo internacional chegou aos 60,3%, o que, segundo a IATA, é um resultado animador pois representa “um enorme salto” face à quebra de 67,1% registada no mês de setembro, enquanto a capacidade teve um quebra de 49,1% e o load factor caiu 16,1 pontos percentuais, para 57,5%.

Em África, a descida do tráfego aéreo internacional foi 60,2% em outubro, o que também indica uma melhoria face ao decréscimo de 62,1% observado em setembro, enquanto a capacidade caiu 49,0% e o load factor encolheu 15,2 pontos percentuais, para 54,1%.

Na América do Norte, a quebra do tráfego internacional foi de 57,0%, igualmente com uma melhoria em comparação com o mês anterior, quando a descida tinha sido de 61,4%, enquanto a capacidade desceu 43,2% e o load factor caiu 20 pontos percentuais, para 62,4%.

Na América Latina, a descida do tráfego internacional em outubro foi de 55,1%, o que representa uma forte melhoria face à descida de 61,4% identificada em setembro, com a capacidade a apresentar uma quebra de 52,5% e o load factor a descer 4,3 pontos percentuais, para 76,9%, naquele que volta a ser o load factor mais elevado entre todas as regiões pelo 13.º mês consecutivo.

Já a Europa foi a região onde o tráfego aéreo internacional menos desceu, apresentando uma quebra de 50,6% face a igual mês de 2019, o que também traduz uma melhoria substancial face ao desempenho de setembro, quando a quebra foi de 56,5%. Já a capacidade desceu 41,3% na Europa, enquanto o load factor encolheu 13,7 pontos percentuais, para 72,5%.

 

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Qatar Airways abre nova rota para a capital do Uzbequistão a 17 de janeiro

Operação para Tashkent vai contar com dois voos por semana, operados em aviões A320, com 12 lugares em executiva e 120 em económica.

A Qatar Airways vai começar a voar para Tashkent a partir de 17 de janeiro de 2022, disponibilizando dois voos por semana entre Doha e a capital do Uzbequistão, informou a companhia aérea do Qatar em comunicado.

De acordo com a Qatar Airways, os voos para Tashkent vão ser operados em aviões A320, com capacidade para 12 passageiros em business e 120 em classe económica.

“Vemos um tremendo potencial de crescimento na Ásia central e este novo serviço para Tashkent vai servir para impulsionar as oportunidades comerciais e atrair turistas que querem descobrir este belo destino”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

A capital do Uzbequistão está no centro da Rota da Seda, é a maior cidade da Ásia central e, segundo a Qatar Airways, além de “paisagens únicas”, oferece uma “gastronomia variada e diversos locais para ver e descobrir”.

Os voos à partida de Doha para Tashkent decorrem às segundas e sextas-feiras, com saída pelas 18h55, enquanto a chegada está prevista para as 00h30+1. Em sentido contrário, as partidas da capital do Uzbequistão decorrem às terças e sábados, pelas 01h50, chegando a Doha às 04h00, sempre em horários locais.

 

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Ryanair transporta 10,2 milhões de passageiros em novembro

Em novembro, a companhia aérea low cost realizou 62.300 voos e alcançou uma ocupação de 86%.

A Ryanair transportou um total de 10,2 milhões de passageiros no passado mês de novembro, mês em que a companhia aérea operou 62.300 voos e registou uma ocupação de 86%, revelou a companhia aérea low cost em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela Ryanair, os 10,2 milhões de passageiros que a companhia aérea transportou no passado mês de novembro comparam com os dois milhões de passageiros que a companhia tinha transportado em igual mês de 2020, quando o tráfego aéreo estava a ser fortemente afetado pela COVID-10 e pelas restrições às viagens adotadas para conter a pandemia.

Os dados de novembro indicam que os resultados da Ryanair têm vindo a melhorar desde julho, quando a Ryanair contabilizava 9,3 milhões de passageiros e uma ocupação de 80%, enquanto em agosto já tinham sido contabilizados 11,1 milhões de passageiros e 82% de ocupação.

Em setembro, a Ryanair transportou 10,6 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 81%, resultados que voltaram a melhorar em outubro, quando o total de passageiros da companhia aérea chegou aos 11,3 milhões e a ocupação bateu nos 84%.

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Azul retoma operação para Orlando e Fort Lauderdale

Companhia aérea brasileira retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, as rotas para Orlando e Fort Lauderdale, ambas com um voo diário.

A Azul retomou esta quarta-feira, 1 de dezembro, a operação entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, Brasil, e as cidades norte-americanas de Orlando e Fort Lauderdale, depois das rotas terem estado suspensas mais de um ano devido à COVID-19.

“Com a flexibilização da entrada de brasileiros em solo americano, a companhia volta a operar sua malha pré-pandemia nos Estados Unidos, com dois voos diários para Orlando e Fort Lauderdale”, anuncia a Azul, em comunicado.

Os voos da Azul para Orlando têm partida pela 09h50, chegando a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário os voos partem da cidade norte-americana às 19h15, chegando a Campinas às 06h00.

Além dos voos para Orlando, a Azul retomou também os voos para Fort Lauderdale, cuja partida do Brasil está marcada para as 23h50, chegando aos EUA pelas 06h10, enquanto em sentido contrário a partida de Fort Lauderdale está marcada para as 19h25, chegando a Campinas às 05h30.

“Os nossos clientes estavam muito ansiosos pelo retorno dos voos para Orlando. Por onde eu passava, as pessoas perguntavam-me quando isso aconteceria. Existe uma demanda reprimida para esse destino e, agora, com a nossa retomada, acompanharemos a procura e aumentaremos as frequências se ela continuar crescendo”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul, citado num comunicado enviado à imprensa.

Os voos da Azul para Orlando decorrem em aviões A330neo, com capacidade para até 298 passageiros.

 

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easyJet mantém resultados no negativo, mas aponta recuperação total para final de 2022

Com resultados ainda no vermelho no ano fiscal de 2021, terminado em setembro, a easyJet aponta para estar a níveis pré-pandémicos no 4.º trimestre de 2022.

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A easyJet obteve, no exercício fiscal de 2021, terminado em setembro, receitas de 1.458 milhões de libras (cerca de 1.725 milhões de euros), comparando com os 3.000 mil milhões de libras (cerca de 3.540 mil milhões de euros) do exercício transato de 2020, correspondendo a um decréscimo de 52%.

No que toca aos lucros, a companhia aérea anuncia, no comunicado ao mercado, que obteve prejuízos de 858 milhões de libras (ligeiramente acima de mil milhões de euros), após contabilizar perdas de 1.079 milhões de libras (1.270 milhões de euros) no ano anterior.

Ao comentar os resultados, Johan Lundgren, CEO da easyJet, admite que a companhia está a passar pela pandemia com “força renovada”, tendo “transformado o negócio ao otimizar a rede e flexibilidade, proporcionando uma economia significativa de custos”.

Depois de apresentados os números referentes ao ano fiscal de 2021, pode ler-se no comunicado que a companhia vê “um início encorajador para este ano [2022]”, destacando a “forte procura para os períodos de pico de férias de inverno, juntamente com o aumento da procura de verão”, admitindo que a capacidade no último trimestre de 2022, ou seja, de julho a setembro do próximo ano, “esteja perto dos níveis do ano fiscal de 2019”.

“Com planos ambiciosos de crescimento, estamos a expandir as nossas posições de liderança em bases importantes como Gatwick e Milão com ‘slots’ e aeronaves adicionais este ano e com 118 aeronaves encomendadas com uma compra adicional de 59 opções e direitos confirmados para continuar a desenvolver nos próximos anos”, diz Lundgren, vendo uma “oportunidade para a easyJet conquistar clientes e quota no mercado” aos rivais neste período.

Quanto à nova variante da COVID-19, Ómicron, a companhia refere no comunicado que, “é muito cedo para dizer que impacto a variante terá nas viagens na Europa e as consequências que quaisquer restrições de curto prazo possam ter”.

“Continuamos a ver os bons níveis das novas reservas para a segunda metade do ano e continuamos a esperar que o quarto trimestre de 2021-2022 mostre um regresso aos níveis próximos da pré-pandemia em termos de capacidade, já que as pessoas optam por fazer as suas esperadas férias de verão”, refere a companhia no comunicado.

 

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