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Ampliação do ‘taxiway’ no Aeroporto do Porto já foi concluída

Ampliação do ‘taxiway’ veio acrescentar 1.300 metros ao caminho de circulação paralelo à pista, num investimento que rondou os 31 milhões de euros.

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A ampliação do ‘taxiway’ no aeroporto do Porto, que veio acrescentar 1.300 metros ao caminho de circulação paralelo à pista, num investimento que rondou os 31 milhões de euros, já foi concluída, informou a ANA – Aeroportos de Portugal.

De acordo com a informação avançada em comunicado pela empresa que gere os aeroportos nacionais à Lusa, as intervenções foram concluídas no final de outubro e vieram acrescentar “1.300m ao caminho de circulação paralelo à pista, incluindo um desvio que permitirá uma melhor sequência de descolagens e uma saída rápida da pista de 300m”.

A ANA – Aeroportos de Portugal revela que as intervenções permitiram reabilitar 600m do ‘taxiway’, assim como a instalação de uma “nova sinalização operacional, utilizando mais de 200 km de cabos elétricos”.

“Este investimento, de cerca de 31 milhões de euros, da ANA/VINCI Airports, representa uma melhoria operacional fundamental, com impacto positivo imediato para as companhias aéreas e passageiros. Este novo caminho de circulação de aeronaves irá melhorar a eficiência e a capacidade do aeroporto do Porto e consequentemente reforçar a sua importância na região e no país como catalisador do desenvolvimento económico”, explica a empresa.

A ANA – Aeroportos de Portugal considera que a expansão do ‘taxiway’ permite ao aeroporto do Porto “manter o seu trajeto de crescimento sustentado no futuro”, tal como vinha a acontecer antes da pandemia.

“No período anterior à crise pandémica, o aeroporto do Porto atingiu consistentemente níveis elevados de crescimento do tráfego de passageiros e está hoje entre os melhores aeroportos a recuperar em Portugal, com mais de 60% do tráfego que registou em 2019 já recuperado e 76 destinos operados este verão”, sublinha a gestora dos aeroportos nacionais.

s obras agora concluídas “fazem parte da estratégia da ANA/VINCI para a modernização do aeroporto do Porto, cujos investimentos já incluíram a remodelação da área comercial, uma nova área de rastreio de segurança, utilizando tecnologia de ponta e a inovação aplicada à melhoria da experiência dos passageiros”.

“Como as recentes parcerias com universidades para desenvolver soluções robóticas para limpeza e desinfeção e o investimento em soluções biométricas no registo e embarque de passageiros”, lê-se no comunicado.

A ANA frisa que “este investimento e estratégia contínuos têm merecido um forte reconhecimento da indústria, como a recente menção do aeroporto do Porto como ‘highly commended’ nos prémios ACI Europe Awards 2021”, em que a infraestrutura foi distinguida como ‘Melhor Aeroporto Europeu na categoria de 5 a 15 milhões de passageiros’.

“Com esta melhoria, o aeroporto do Porto irá consolidar a sua posição como o principal aeroporto do noroeste da Península Ibérica, permanecendo uma referência em termos de conectividade e qualidade de serviço”, salienta Thierry Ligonnière, CEO da ANA – Aeroportos de Portugal.

 

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TAP anuncia reforço de voos, mas não os coloca em sistema, alerta SkyExpert

Para a empresa de consultoria especializada em transporte aéreo, aeroportos e turismo, os novos voos da TAP do Porto para o verão 2022 não estão em sistema e os que estão, apresentam tarifas 50% mais caras se o destino for o Porto.

Depois do anúncio da TAP relativamente a um reforço das ligações entre o Porto e o Brasil, mais concretamente, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, e entre Porto e Lisboa, a SkyExpert analisou esta “novidade” e verificou que nenhum desses voos se encontra disponível nos sistemas para venda, nem mesmo no site da TAP.

A companhia aérea nacional informou que acrescentará, a partir do próximo verão, dois voos semanais do Porto para o Brasil e mais dois voos diários do Porto para Lisboa, tendo a empresa de consultoria especializada em transporte aéreo, aeroportos e turismo verificado que nenhum desses voos se encontra disponível nos sistemas para venda, nem mesmo no site da TAP.

“É uma situação muito rara: com exceção de rotas sujeitas a aprovação governamental, as companhias aéreas anunciam rotas quando as mesmas já estão em sistema e é possível reservar. No caso de aumento de frequências, isso ainda é mais evidente”, afirma Pedro Castro, fundador e diretor da SkyExpert, em nota de imprensa enviada ao Publituris. “Atualmente nenhuma das frequências adicionais comunicadas à partida do Porto estão em sistema…porquê?” No entender de Pedro Castro estas situações acontecem quando as “companhias pretendem fazer uma campanha de comunicação, quando não têm certeza do horário, da disponibilidade de equipamento, etc., mas sacrificam essa parte por questões mediáticas”.

Para a SkyExpert, o ponto fulcral continua a ser a “data fatídica” de novembro de 2022: nessa altura, a TAP terá de abdicar obrigatoriamente 18 ‘slots’ – faixas horárias de aterragem e descolagem sem as quais não existem voos – no aeroporto de Lisboa. Nessa altura também, as regras europeias sobre os ‘slots’ passarão a vigorar na sua plenitude, ou seja, a TAP poderá apenas guardar aqueles ‘slots’ que efetivamente usar.

Com a frota reduzida de 108 aviões para 94 (menos 12%), “a TAP não terá frota suficiente para manter os ‘slots’ que tem e que quer proteger em Lisboa”, vaticina Pedro Castro, “e vai ter de ir buscar os aviões fora da base para cumprir essa missão. Isso vai esvaziar o Porto da TAP.”

“Neste momento, é provável que a TAP já saiba que voos irá operar do Porto em novembro de 2022, mas será muito difícil obter qualquer informação a este respeito porque a TAP não quererá abrir o jogo à concorrência e apenas abdicará dos ‘slots’ à última hora”, refere ainda a nota.

Para Pedro Castro, as declarações de “querer trazer mais turistas para a ‘Invicta’” não encontram aplicação prática. Nos destinos intercontinentais, a tarifa aérea continua a ter um papel preponderante na decisão sobre o destino e, nesse aspeto, a consultora frisa que “as tarifas da TAP continuam a privilegiar quem apenas usa o Porto como aeroporto de transferência para seguir viagem para Londres ou para Paris e, por isso, entre 50 a 70% dos passageiros que a TAP transportar nas rotas do Brasil-Porto continuarão viagem para outros destinos sem qualquer contributo para a economia do Norte”.

Quem, de facto” quiser viajar para o Porto/Norte e para quem o preço será um critério mais importante, fá-lo-á com outras companhias aéreas e com escala noutros aeroportos”, remata Pedro Castro.

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TAP reforça voos para o Brasil a partir do Porto

A TAP passará a voar três vezes por semana para São Paulo e duas vezes por semana para o Rio de Janeiro. Já a ligação entre a “Invicta” e Lisboa passará a ter um total de 10 voos semanais.

A TAP vai reforçar, no próximo verão, a sua oferta de voos intercontinentais com partida do Porto para São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil. O reforço dar-se-á com mais um voo por semana para cada um destes destinos. Além do aumento nos voos intercontinentais para o Brasil, a TAP anuncia, igualmente, um reforço da Ponte Aérea entre o Porto e Lisboa com mais dois voos diários.

Deste modo, o Porto vai ter três voos semanais para São Paulo e passa a ter dois voos por semana para o Rio de Janeiro, o que contribuirá para um crescimento do número de turistas provenientes do Brasil que vão visitar a “Invicta”.

Já relativamente à Ponte Aérea que liga o Porto e Lisboa, a TAP passará a ligar as duas cidades com um toral de 10 voos por dia, o que permite a otimização das ligações a todos os destinos operados pela companhia no seu ‘hub’ de Lisboa.

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Receitas da TAP, em 2022, podem ficar “melhor do que antecipado no plano de restruturação”, admite ministro das Finanças

Estando prevista uma injeção de [mais] 990 milhões de euros, para o próximo ano, o ministro das Finanças, João Leão, não descarta que a receita da TAP “até possa ficar melhor do que foi antecipado no plano de restruturação”..

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O ministro das Finanças, João Leão, disse esta quarta-feira, 29 de dezembro, que o plano de reestruturação da TAP assentou num cenário conservador, mas admite que em 2022 as receitas da transportadora aérea possam ser melhores do que o antecipado.

“No programa de reestruturação da TAP, o cenário que foi criado para 2021 e 2022 era conservador e, portanto, as perspetivas que temos agora sobre a evolução da receita na empresa não diferem do que está no plano”, referiu o ministro das Finanças no final do Conselho de Ministros.

Essas projeções, disse ainda o ministro, estão “muito próximas” do valor final registado em 2021. Porém, em relação a 2022, João Leão não descarta que, apesar da evolução da pandemia e do impacto que está a ter no setor da aviação (com o cancelamento de voos), a receita da empresa “até possa ficar melhor do que foi antecipado no plano de restruturação”.

Já quanto ao impacto da evolução da pandemia e o aumento do número de contágios por via da variante Ómicron na operação da TAP pode levar a que haja necessidade de uma injeção adicional de dinheiro na transportadora, o ministro repetiu os valores que Bruxelas autorizou que sejam injetados.

Assim, ainda em relação a 2021, o que está previsto é uma injeção de 536 milhões de euros, que será realizada ainda esta semana.

“Para o próximo ano, o que está previsto são 990 milhões de euros, [o] que conclui a injeção de verbas até esse montante máximo autorizado pela Comissão Europeia”, precisou o ministro de Estado e das Finanças.

João Leão reiterou ainda que o montante máximo permitido que o Estado pode no próximo ano autorizar para injeção na TAP é de 990 milhões de euros e que estes “serão realizados em função do setor e dos resultados da empresa durante o próximo ano”.

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TAP, Portugália e Cateringpor em ‘situação económica difícil’ até 31 de dezembro de 2022

Em está desde janeiro deste ano, esta medida é considerada “instrumental” para o futuro da TAP e poderá ir até ao final do ano de 2024.

Renato Leite

A renovação por mais um ano, até 31 de dezembro de 2022, da declaração da TAP, Portugália e Cateringpor em situação económica difícil foi publicada esta quarta-feira, 29 de dezembro, permitindo reduzir condições de trabalho e suspender instrumentos de regulamentação coletiva.

No diploma, o executivo argumenta que” o estatuto de empresa em situação económica difícil vai permitir à TAP manter postos de trabalho, que em outras circunstâncias deixariam de poder ser suportados, num contexto em que os concorrentes estão a implementar agressivos programas de restruturação e de redução de custos, preparando-se para um período de acrescida intensidade competitiva”.

A Resolução n.º 185/2021 do Conselho de Ministros publicada prolonga para 2022 a declaração das empresas em situação económica difícil, que está em vigor desde janeiro deste ano, considerando tratar-se de uma medida que, até ao final do ano de 2024, é instrumental para o futuro da TAP, contribuindo para a sua sobrevivência e sustentabilidade através de poupanças de custos e reduzindo as necessidades de caixa, bem como as necessidades de apoio à TAP por parte do Estado Português.

No diploma publicado em janeiro deste ano, que declarou as empresas em situação económica difícil, o executivo tinha determinado que a TAP, a Portugália e a Cateringpor iriam dar início, no primeiro trimestre de 2021, ao processo negocial para a revisão dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho, na sequência da apresentação das linhas gerais do plano de reestruturação aos sindicatos, adaptando aqueles instrumentos à nova realidade competitiva das empresas e do setor.

No diploma agora publicado, esta determinação é também prolongada, definindo agora que aquele processo negocial aconteça “durante o primeiro semestre de 2022”.

Recorde-se que recentemente, o ministro das Finanças, João Leão, anunciou uma injeção de cerca de 530 milhões de euros para a TAP, depois de Bruxelas ter dado ‘luz verde’ ao plano de reestruturação da transportadora.

Na mesma semana, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, esclareceu que os apoios à TAP vão atingir o limite de 3.200 milhões de euros, devido a valores já pagos e outros a aprovar.

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Renato Leite

Managing Director da Global Blue em Portugal
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Aval ao plano da TAP é “boa notícia, mas nada está conseguido”, falta realizar, diz APAVT

Apesar de considerar uma “boa notícia”, o aval de Bruxelas à reestruturação da TAP deverá servir para “colocar a TAP, uma vez mais, ao serviço da economia portuguesa”, bem como “no trilho dos resultados positivos”.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) viu com satisfação o aval de Bruxelas à reestruturação da TAP, pois lembra que o país “precisa” da companhia, ressalvando que “nada está conseguido”, pois falta agora “trilhar caminho”.

“Foi uma boa notícia. É uma notícia que dá tempo à TAP e a TAP precisa de tempo para trilhar um caminho e para definir um rumo e o país precisa da TAP”, disse o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, à Lusa, lembrando que é conhecida esta posição da associação, atualmente e, “em certa medida, fora de moda, difícil de sustentar, pouco sexy”.

Mas, sustenta, a APAVT “sabe bem o que é que representa o turismo para a economia portuguesa”, para o crescimento e “o que é necessário para a economia portuguesa crescer”.

“Sei também muito bem qual é a necessidade e a dependência que o turismo tem da própria TAP”, reforçou.

A Comissão Europeia informou na semana passada que aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo que a companhia aérea disponibilize até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa.

Ainda assim, Pedro Costa Ferreira diz que “nada está conseguido, nada está realizado”, mas que “a notícia foi boa”, pois permite que “os dirigentes da TAP, os trabalhadores da TAP e os ‘stakeholders’ do turismo em geral possam trabalhar em conjunto para mudar a norma, para colocar a TAP, uma vez mais, ao serviço da economia portuguesa e, para uma vez, colocar também a TAP no trilho dos resultados positivos”.

O responsável acrescentou que a “boa notícia”, para além de o ser, “sobretudo para a TAP, para o turismo português e para a economia nacional”, é também, “porque não é despiciente”, “para os trabalhadores que estão na TAP, que são um número significativo”.

Já sobre se concorda com o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, que o aval de Bruxelas, nomeadamente a autorização da Comissão Europeia para que a frota da TAP possa chegar aos 99 aviões até ao fim do plano de reestruturação, mostra que a companhia não vai ser “TAPzinha”, Pedro Costa Ferreira afirma: “Estou de acordo que foram lhe dados os instrumentos para não ser uma ‘TAPzinha’, falta-lhe ter êxito”.

Pedro Costa Ferreira diz “que melhor era quase impossível”. Melhor mesmo, acrescenta, “é a TAP agora pegar nesta notícia e transformá-la em resultados positivos e num caminho de longo prazo e que seja coerente e que seja sólido”.

Em 21 de dezembro, o ministro disse que os 99 aviões foi o valor que o Governo propôs na proposta inicial do plano de reestruturação.

“Ao contrário do que se possa pensar, em Portugal não vai dar uma ‘TAPzinha’. O ponto a ponto em Lisboa é sustentado pelo ‘hub’. Quando se diz que a TAP não serve o turismo, porque o Algarve não tem TAP cometem-se dois erros grosseiros: o primeiro, muito grosseiro, é achar que o turismo em Portugal ‘hoje por hoje’ é o Algarve. O Algarve é um excelente destino turístico, mas o turismo em Portugal é muito mais do que o Algarve e, sobretudo, o crescimento futuro do turismo em Portugal passa por muitos sítios e muito pouco pelo Algarve onde as taxas de ocupação estão muito próximas dos 100% na época alta. E, portanto, o facto de o Algarve não ter TAP não tem nada a ver com o facto de a TAP não servir o turismo em Portugal. Este é o primeiro ponto”, sublinhou o responsável.

Já o segundo ponto para a APAVT é que “o que existe em termos de posição da TAP no Algarve é exatamente o seria a posição da TAP em Lisboa” se não houvesse um ‘hub’.

“A TAP não está no Algarve porque não queira estar no Algarve. A TAP não está no Algarve porque como não tem o ‘hub’ no Algarve não consegue competir no ponto a ponto com as ‘low cost’, coisa que consegue em Lisboa. Portanto, o que teríamos era um abandono total das rotas de longo curso, em nosso entendimento, e com isso o que sofreria era o interior do país, era o Alentejo, era o centro de Portugal, era o Douro, eram as estadias mais longas, eram os mercados turísticos mais ricos e com maior capacidade de gasto turístico”, concluiu.

O plano aprovado estabelece ainda “um pacote de medidas para racionalizar as operações da TAP e reduzir os custos”, nomeadamente a divisão de atividades entre, por um lado, as da TAP Air Portugal e da Portugália (que serão apoiadas e reestruturadas), e por outro a alienação de “ativos não essenciais” como filiais em atividades adjacentes de manutenção (no Brasil) e restauração e assistência em terra (que é prestada pela Groundforce)”.

O Governo entregou à Comissão Europeia, há um ano, o plano de reestruturação da TAP, tendo, entretanto, implementado medidas como a redução de trabalhadores.

*[Lusa]

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Aeroportos do Brasil deverão movimentar 6,7 milhões de passageiros no fim do ano

As estimativas do Ministério do Turismo do Brasil apontam para um crescimento de 55% face ao mesmo período de 2020.

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De acordo com dados do Ministério do Turismo do Brasil, cerca de 6,7 milhões de pessoas devem voar pelo país no período durante as semanas do Natal e Ano Novo, correspondendo a uma subida de 55% face a igual período de 2020, quando os aeroportos movimentaram 4,3 milhões de pessoas.

O ministro do Turismo brasileiro, Gilson Machado Neto, revelou à imprensa do país que os números se devem “ao esforço do Governo federal em vacinar a população contra a COVID-19” e “garantir a segurança sanitária nos destinos nacionais”.

“Estamos a chegar a índices pré-pandemia, e isso é muito bom para o nosso setor”, admitiu Machado Neto, prevendo que “vamos terminar 2021 como o ano da retoma do turismo no Brasil”.

Entre os aeroportos com maior circulação estão o de Congonhas, com perto de 850 mil passageiros, Viracopos, com 634 mil, enquanto Guarulhos (todos do estado de São Paulo) estima um crescimento de 8% face a igual período de 2020. Já na região Nordeste, Recife figura entre os destinos com maior movimentação de passageiros, estiando-se que receba mais de 400 mil pessoas no período.

O Aeroporto de Brasília espera um tráfego mais intenso de 27 a 30 de dezembro, com uma média de 44 mil passageiros por dia, enquanto Manaus espera receber cerca de 172 mil pessoas.

Para garantir melhores experiências aos turistas, os ministérios do Turismo e da Justiça e Segurança Pública lançaram, no dia 21 de dezembro, duas novas edições da publicação “Consumidor Turista”, com dicas e orientações para aprimorar as relações de consumo no setor.

Assim como na primeira edição, publicada em setembro, o foco continua a ser o transporte aéreo. Desta vez, porém, a abordagem é a jornada que o turista percorre durante a viagem e, também, o momento logo após o desembarque no destino escolhido.

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Qatar Executive continua a apostar em jatos privados com mais três G650ERs

Para operar em voos de ultralongo curso para África, as Américas, Ásia-Pacífico e Europa, a Qatar Executive acaba de receber mais três aviões ultramodernos Gulfstream G650ER, elevando para 11 os modelos desta família. O 12º chega à frota ainda este mês.

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A Qatar Executive continua a apostar em jatos privados, com a receção da frota de mais três aviões ultramodernos Gulfstream G650ER, elevando para 11 os modelos desta família.

As três aeronaves irão operar em rotas estratégicas de ultralongo curso para África, as Américas, a Ásia-Pacífico e para a Europa.

A Qatar Executive anunciou, igualmente, que receber o seu décimo segundo Gulfstream G650ER antes do final de 2021. O avião é um dos jatos mais cobiçados entre a elite mundial de viajantes devido à sua capacidade de alcance, tecnologia de cabine líder na indústria, eficiência de combustível e conforto para os passageiros. A aeronave de última geração pode voar a uma velocidade mais rápida e para distâncias maiores do que qualquer outro jato do seu género, com um alcance de 7.500 milhas náuticas.

Assim, as aeronaves G650ER da Qatar Executive podem operar, sem parar, de Doha para Nova Iorque em aproximadamente 13 horas, e de Doha para Seul em pouco mais de 8 horas.

Os designs inovadores e de asa limpa da Gulfstream proporcionam uma combinação de velocidade e alcance recorde, conforto excecional e melhor eficiência aerodinâmica para uma menor pegada de carbono.

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Tráfego de passageiros cai 20% na Europa devido ao Ómicron

O Airport Council International Europe (ACI Europe) acaba de revelar que, desde os primeiros relatos sobre a nova variante do coronavísvur Ómicron, o tráfego aéreo no continente europeu caiu pelo menos 20%.

Desde os primeiros relatos sobre a nova variante do coronavírus Ómicron, o tráfego de passageiros nos aeroportos europeus caiu 20%, revelou o Airport Council International Europe.

A ACI Europe divulgou dados preliminares sobre o impacto da nova vaga de Covid-19, realçando que “não é surpreendente que as proibições de voos para a África do Sul e as restrições de viagens impostas por muitos governos em outros mercados, incluindo na Europa, tenham impactado diretamente os níveis de tráfego nas últimas semanas”, disse Olivier Jankovec, CEO da associação dos gestores dos aeroportos na Europa.

O CEO da ACI Europe afirmou que “as viagens de negócios foram as primeiras a diminuir, seguidas das viagens de lazer, dada a extrema incerteza e a perspetiva de mais restrições tanto nas viagens como na vida local.

A ACI Europe alertou ainda que a reversão da dinâmica de recuperação do tráfego de passageiros nas últimas semanas e no resto do ano significa que 2021 terminará abaixo da previsão de 60% no tráfego de passageiros da rede aeroportuária europeia, face a 2019.

Jankovec acrescentou que, além da temporada festiva, não há dúvida de que o Ómicron afetará o tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2022, mas tudo dependerá da reação dos vários governos.

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Ryanair revê números para ano fiscal 2022 em baixa

As consequências da nova variante Ómicron fazem-se sentir na Ryanair, com as previsões a indicarem perdas maiores e menos passageiros a transportar.

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A Ryanair, de acordo com o Yahoo Finance, reviu em baixa as previsões para o ano fiscal de 2022 devido à propagação da nova variante Ómicron e às consequentes restrições instauradas.

A companhia low cost estima agora perdas anuais entre 250 e 450 milhões de euros, contra os anteriores 100 a 200 milhões de euros, e vai reduzir a capacidade utilizada no mês de janeiro em 33%. Isto quer dizer que, em vez dos 10 milhões de passageiros previstos para o mês de janeiro, a companhia liderada por Michael O’Leary não deverá ir além dos seis a sete milhões de passageiros, colocando o ónus em cima das restrições, para viagens, especialmente, nas limitações em França e Alemanha aos viajantes provenientes do Reino Unido, bem como da suspensão de voos de e para Marrocos a partir e com destino à União Europeia.

A companhia ainda não divulgou quaisquer previsões relativamente aos meses de fevereiro e março de 2022.

O número anual de passageiros transportados deverá situar-se ligeiramente abaixo dos 100 milhões, quando antes antecipava um valor um pouco acima de 100 milhões de passageiros. O ano fiscal termina no dia 31 de março de 2022.

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Air France e KLM aumentam voos para Buenos Aires a partir de janeiro de 2022

A partir de janeiro, ambas as companhias aéreas ligarão Paris, Amsterdão e Buenos Aires com cinco frequências semanas, respetivamente.

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O grupo Air France/KLM aumentará a frequência de voos de Paris e Amsterdão para Buenos Aires, Argentina, para cinco por semana. Os voos entre Ezeiza e o aeroporto Charles de Gaulle, na capital francesa, passarão de três para cinco a partir de 10 de janeiro.

A KLM, por sua vez, que opera atualmente quatro voos semanais de passageiros, acrescentará uma frequência em fevereiro, ligando Buenos Aires a Amsterdão cinco vezes por semana.

Da Argentina, “Air France e KLM oferecem conexões via Paris e Amsterdão para mais de 250 destinos em todo o mundo; os requisitos sanitários aplicáveis são exclusivamente os de destino final, o que simplifica a ligação”, indicam as autoridades argentinas.

Isto é, “se uma pessoa viaja da Argentina para a Espanha ou Itália como destino final, deve atender às condições sanitárias exigidas em Espanha ou Itália apenas, uma vez que os requisitos sanitários da França e da Holanda não se aplicam para conexões. ”

Antes de viajar, as companhias aéreas recomendam que os clientes entrem em contato com as autoridades competentes nos seus países de partida, destino e trânsito para verificar os requisitos de entrada e estadia.

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