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WTM 2021: “Podemos reclamar alguma liderança” na sustentabilidade, afirma Rita Marques

Admitindo que as questões ligadas à sustentabilidade “já estão na nossa agenda desde há uns anos a esta parte, muito antes da pandemia”, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, referiu que “existem sempre riscos, mas que estamos continuamente a mitigá-los”.

Victor Jorge
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WTM 2021: “Podemos reclamar alguma liderança” na sustentabilidade, afirma Rita Marques

Admitindo que as questões ligadas à sustentabilidade “já estão na nossa agenda desde há uns anos a esta parte, muito antes da pandemia”, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, referiu que “existem sempre riscos, mas que estamos continuamente a mitigá-los”.

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Foi após a conferência da Organização Mundial do Turismo (OMT), World Travel & Tourism Council (WTTC) e que juntou mais de 30 ministro do Turismo de todo o mundo que a secretária de Estado do Turismo (SET), Rita Marques, falou com o Publituris, referindo que durante o encontro tentou frisar que “Portugal, desde 2017, possui uma estratégia para a sustentabilidade muito vincada do ponto de vista social, económica e ambiental”. Por isso, salientou que todos estes temas que estão na ordem do dia no setor do turismo “já estão na nossa agenda desde há uns anos a esta parte, muito antes da pandemia”.

“Evidentemente que a pandemia traz uma nova urgência, razão pela qual lançámos o ‘Plano Turismo +Sustentabilidade’ durante a pandemia”, vincando Rita Marques que Portugal, no que toca ao compromisso da sustentabilidade nestas três dimensões – social, económica e ambiental –, “já tem uma estratégia muito bem definida, reunindo um grande consenso entre as entidades públicas e as entidades privadas”, admitindo que “há um grande trabalho de casa que já foi feito no nosso país”.

No final da “UNWTO, WTTC and WTM Ministers’ Summit 2021 – Investing in Tourism’s Sustainable Future”, Rita Marque assinalou, ainda, que Portugal tem vindo, nestes fóruns internacionais, quer na OMT quer na WTTC, “a ser reconhecido como líder no tema e temos sido, inclusivamente, convidados para, de alguma forma, partilhar o nosso conhecimento”. Por outras palavras, “Portugal tem vindo a assumir uma posição de grande destaque a nível internacional, justamente, porque tem uma estratégia muito bem montada e que foi escrita a várias mãos”. Por isso, admite que, “sim, podemos reclamar alguma liderança”.

Quanto aos desafios ou obstáculos que podem, de alguma forma, prejudicar que esta agenda seja colocada em prática, Rita Marques admite que “existem sempre riscos, mas que estamos continuamente a mitigá-los”.

A secretária de Estado do Turismo frisou que existe “uma questão financeira pelo facto de virmos de uma crise muito aguda. Esta pandemia colocou desafios muito importantes às empresas e, portanto, as empresas que não possuem tesouraria podem, de alguma forma ver prejudicados os seus investimentos e a sua perspetiva de investimentos verdes, mais sustentáveis”.

No entanto, Rita Marques enfatizou que “não há alternativa, este é o caminho, não há Planeta B”.

Por outro lado e em conclusão, referiu que “os governos têm um papel importante e uma responsabilidade acrescida, porque têm de alguma forma de ventilar apenas apoios financeiros se os respetivos projetos forem verdes e, por isso, também temos vindo a trabalhar nessa ótica”. Ou seja, “só existe financiamento, só haverá incentivos fiscais e financeiros se o investimento respeitar o ambiente e for verde”.

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Transportes

Porto de Lisboa ultrapassa a centena de escalas em ‘turnaround’

O Porto de Lisboa ultrapassou, pela primeira vez, a centena de cruzeiros no segmento ‘turnaround’. O ano ficou ainda marcado por novos navios a realizarem escala e novos operadores a iniciarem atividade no porto da capital portuguesa.

O Porto de Lisboa bateu o recorde de escalas e passageiros de cruzeiro no segmento turnaround, ou seja, nos cruzeiros que têm embarque e/ou desembarque no terminal de cruzeiros da capital portuguesa.

Segundo os números avançados pelo Porto de Lisboa, em 2022, foi ultrapassada, pela primeira vez, a centena de escalas em turnaround (103) e registaram-se 88.292 mil passageiros neste segmento.

Face a 2019, estes números representam um crescimento de 43% nas escalas e 21% no número de passageiros.

Em comunicado, o presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Carlos Correia, “congratula-se com os resultados alcançados, que revelam uma demonstração efetiva de que o Porto de Lisboa continua a merecer a melhor atenção e o interesse por parte dos operadores de cruzeiro para embarque e desembarque dos seus navios”.

Neste contexto, refere que o Terminal de Cruzeiros de Lisboa tem sido preponderante e recorda a sua distinção como o melhor da Europa, atribuída pelo World Cruise Awards, em 2022.

Carlos Correia acrescenta ainda que “os excelentes resultados quantitativos alcançados traduzem o desenvolvimento e a valorização sustentada deste segmento de negócio no Porto de Lisboa, fruto da resiliência à adversidade, da capacidade, e do esforço coletivo de inúmeros players que, diariamente, persistem em torno do objetivo comum de potenciar o porto e a cidade de Lisboa como um destino sustentável de cruzeiros de excelência”.

Em termos económicos, é de realçar a importância do segmento de turnaround, pois é aquele que traz mais riqueza aos destinos. De acordo com o Estudo de Impacto Económico da Atividade de Cruzeiros em Lisboa, promovido pela APL em parceria com a “Lisbon Cruise Port”, e realizado pela Netsonda e a Nova SBE, um passageiro embarcado gasta em média 367 euros, em Lisboa.

“Considerando que, em 2022, embarcaram no Porto de Lisboa 45.276 passageiros, estamos a falar de cerca de 17 milhões de impacto económico direto gerado apenas pelas pessoas que iniciaram a sua viagem na capital portuguesa”, salienta o presidente da APL.

Novos navios e operadores
O ano de 2022 ficou marcado pelos 22 navios de cruzeiro que escalaram pela primeira vez o Porto de Lisboa, com destaque para o Silver Dawn e o Evrima, navios batizados no porto da capital portuguesa. O Valiant Lady, AIDAcosma, Celebrity Beyond e o World Traveller destacaram-se por incluírem Lisboa na sua viagem inaugural.

A este propósito, Carlos Correia considera que “deve ser visto com apreço o interesse conquistado por Lisboa na eleição das companhias de cruzeiro para a realização de um momento tão importante como o batismo de um navio”.

Em termos de inovação e sustentabilidade, a maioria destes navios merece especial importância, porque dispõem de novas tecnologias ambientais que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo.

Além dos navios, houve três operadores que também se estrearam no Porto de Lisboa, a Virgin Voyages, a Scenic Luxury Cruises & Tours e a Ritz Carlton Yatch Collection, sendo estas duas últimas destinadas a um nicho de mercado de elevados recursos económicos.

Mais escalas que não significam mais passageiros
No global, o Porto de Lisboa registou 327 escalas de navios de cruzeiro, o que representa uma subida de 5,5%, face às 310 contabilizadas em 2019.

O crescimento de escalas não se traduziu, no entanto, num aumento de passageiros – 492.438 passageiros – a exemplo do que se passou na generalidade do setor, em grande medida justificado pelos registos alcançados no 1.º semestre, período em que ainda vigoravam os protocolos sanitários a bordo por parte das companhias.

De referir ainda que, num ano de grande importância no relançamento e reconfiguração do mercado global de cruzeiros, a APL deu “continuidade a umas ações e iniciou outras, no âmbito da estratégia de valorização e qualificação da indústria de cruzeiros na cidade de Lisboa em termos económicos, sociais e ambientais”.

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Conheça os nomeados dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023”

Os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL” têm na sua edição de 2023, uma centena de nomeados. As votações terminam a 17 de fevereiro de 2023.

Publituris

Estão lançados os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023”. Para a edição deste ano, existem 100 nomeados em 16 categorias, havendo ainda lugar ao prémio de “Personalidade do Ano”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Tal como na edição de 2022, os vencedores serão encontrados através de uma média ponderada entre os votos do Júri (45%), dos assinantes do jornal do Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária do www.publituris.pt (10%).

Face às edições anteriores dos “Publituris Portugal Trade Awards” existem categorias que transitam para os “Publituris Travel Awards” que se realizarão no final do mês de junho de 2023. As categorias que transitaram para os “Publituris Portugal Travel Awards” foram todas as categorias relacionadas com a hotelaria, rent-a-car, cruzeiros, parques temáticos, animação turística e marinas.

A entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023” realizar-se-á no dia 1 de março de 2023, a partir das 17h00, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) 2023.

A votação online decorre no site dos prémios – https://premios.publituris.pt/ – entre os dias 23 de janeiro de 2023 e 17 de fevereiro de 2023.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail, que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter do Publituris.pt.

Os nomeados dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023” são:

Melhor Operador Turístico
Icárion
Lusanova
Nortravel
Quadrante
Solférias
Soltour
Soltrópico
Sonhando
Viajar Tours

Melhor Agência Corporativa
Carlson Wagonlit Travel (CWT)
Cosmos
Globalis
Osiris
TQ Travel Quality
Travelstore American Express GBT
Wide Travel

Melhor Consolidador
Consolidador.com
Magnet
TUI Air Cruiser

Melhor DMC
Abreu Events
Buzz Travel
CITUR
DTravel
EC Travel
In Tours
Inside Tours
PT DMC by Em Viagem

Melhor Distribuidor B2B
Bedsonline
Tour10
Turitravel
Veturis
W2M

Melhor GSA Aviação
APG
ATR
Select Aviation
Silon Aviacion
Summerwind

Melhor Sistema Global de Distribuição
Amadeus
Destinux
Travelport

Melhor Empresa de Transfers
CM Private Luxury Tours
DP Tours Plus
Specialimo
Timeless
VIP Limousines
Yellowfish

Melhor Empresa Gestão Hoteleira
AHM
Amazing Evolution
Blueshift
DHM
Unlock Boutique Hotels

Melhor Empresa Software Gestão Hoteleira (PMS)
CLEVER
GuestCentric
HiJiffy
HOST
Newhotel
Paratytech
RoomRaccoon
XLR8RMS

Melhor Startup
Handyhostel
LUGGit
Merytu
Pleez
Sciven
YooniK

Melhor Consultoria e Assessoria Turismo
ABC Hospitality
IPDT
Neoturis
Pendular
PHC
Viability

Melhor Formação Turismo
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril
Escolas de Turismo de Portugal
ISAG
ISCE
NOVA SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality
Universidade de Évora
Universidade Europeia

Melhor Seguradora de Viagens
Allianz
Europe Assistance
IATI Seguros
In Sure Brokers
Liberty
MAPFRE
MDS
SGS

Melhor Empresa Organização de Eventos
29 Graus
Desafio Global
GR8
H2N
NIU – Brand Activation
Voqin´

Melhor Venue para Eventos e Congressos
Alfândega do Porto
Altice Arena
Altice Forum Braga
CCB
Centro de Congressos do Estoril
Convento de São Francisco
Convento do Beato
WOW Porto

Personalidade do Ano 2022
Prémio atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

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Europa domina turismo, mas será ultrapassada pela Ásia – revela o WTTC

As cidades da Europa continuam a ser os destinos preferidos dos turistas de todo o mundo, mas, a curto prazo, a Ásia vai destronar o velho continente como potência turística, estima afirmou o World Travel Tourism Council (WTTC).

Segundo um estudo apresentado pela entidade em Madrid, no decorrer da Fitur – Feira Internacional de Turismo, o WTTC indica que a capital francesa era o principal destino urbano mundial, mas este ano será superada por Pequim.

O WTTC lembrou que a pandemia de Covid-19 teve um impacto devastador no setor das viagens e turismo, sobretudo nas grandes cidades, uma vez que os governos nacionais tomaram a decisão de fechar as fronteiras para fazer face à crise sanitária.

Assim, um bom número de viajantes trocou as visitas das cidades por destinos menos massificados, tanto no litoral como nas áreas rurais, mas com a abertura das fronteiras, as grandes cidades voltaram a ser o foco das atenções para as férias.

“Paris assume a coroa como o destino urbano mais poderoso do mundo, com um setor de viagens e turismo no valor de quase 36 mil milhões de dólares em 2022, em termos de contribuição direta do PIB para a cidade”, mencionou o WTTC, que destacou que, nos próximos 10 anos a capital de França deverá cair para o terceiro lugar, embora o seu valor suba para mais de 49 mil milhões de dólares.

A organização observou que Pequim, na China, é atualmente o segundo maior destino urbano do mundo, com um setor de viagens e turismo avaliado em quase 33 bilhões mil milhões de dólares. No entanto, “ultrapassará Paris nos próximos 10 anos, crescendo para impressionantes 77 mil milhões de dólares”, assumiu.

No continente americano, Orlando, nos Estados Unidos, foi avaliado em 31 mil milhões de dólares em 2022 e ocupa o terceiro lugar, seguido por Xangai, Las Vegas e Nova Iorque.

“Grandes cidades como Londres, Paris e Nova Iorque continuarão a ser potências globais, mas nos próximos anos Pequim, Xangai e Macau subirão na lista dos principais destinos urbanos”, disse Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC.

A executiva observou que os turistas sempre terão cidades favoritas para onde voltar, mas “à medida que outros países priorizam viagens e turismo, veremos destinos novos e emergentes a desafiar os favoritos tradicionais”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Nova edição: Os nomeados dos Portugal Trade Awards, Lisboa e autocarros de turismo

A nova edição do Publituris faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março. Além disso, inclui também um especial sobre Lisboa, um dossier sobre autocarros de turismo e passageiros, uma entrevista com o responsável da VARIAÇÕES e um artigo sobre a Turiset, a primeira agência em Portugal a ostentar o selo ‘Checked by DECO’.

Publituris

A nova edição do Publituris, a última do primeiro mês de 2023, faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Nesta edição, publicamos também um especial sobre Lisboa, destino cuja marca está a puxar toda a região, segundo Vitor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa (ATL). Neste trabalho, saiba também porque quer a ATL repensar a estratégia turística para a região, através das palavras da diretora executiva da associação, Paula Oliveira, fique a par das novidades da hotelaria na região da capital para este e para os próximos anos e conheça ainda a nova Doca da Marinha, que promete aproximar Lisboa do Tejo.

Na secção Distribuição, publicamos ainda um artigo sobre a Turiset, que se tornou na primeira agência de viagens em Portugal a ostentar o selo “Checked by DECO”, e, em MI, o destaque vai para uma entrevista com Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+, que vai estar presente na BTL 2023 e que pede que Portugal crie uma estratégia para este segmento, que vale perto de 50 mil milhões de euros.

O Dossier desta edição do Publituris é dedicado aos autocarros de turismo e passageiros, que se mostram mais confiantes em relação a 2023, uma vez que, com a melhoria da situação epidemiológica, a procura parece estar a regressar. Apesar de positivas as expetativas para este ano, as empresas mostram-se moderadamente otimistas, uma vez que os desafios continuam a ser muitos e foram agravados com a guerra na Ucrânia, nomeadamente ao nível dos custos com o combustível, aos quais estas empresas estão particularmente expostas. Neste dossier, saiba ainda que novidades estão as empresas de autocarros de turismo e passageiros a preparar para este ano.

Além do Pulse Report, esta edição conta ainda com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor); Mariana Marques (docente do ISG); Andrea Santos, Filipe Trindade e Gilda Mendes (coordenadores da Pós-Graduação em Organização de Eventos do ISAG); e António Paquete (economista).

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Edição Digital: Os nomeados dos Portugal Trade Awards, Lisboa e autocarros de turismo

A nova edição do Publituris faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março. Além disso, inclui também um especial sobre Lisboa, um dossier sobre autocarros de turismo e passageiros, uma entrevista com o responsável da VARIAÇÕES e um artigo sobre a Turiset, a primeira agência em Portugal a ostentar o selo ‘Checked by DECO’.

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A nova edição do Publituris, a última do primeiro mês de 2023, faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Nesta edição, publicamos também um especial sobre Lisboa, destino cuja marca está a puxar toda a região, segundo Vitor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa (ATL). Neste trabalho, saiba também porque quer a ATL repensar a estratégia turística para a região, através das palavras da diretora executiva da associação, Paula Oliveira, fique a par das novidades da hotelaria na região da capital para este e para os próximos anos e conheça ainda a nova Doca da Marinha, que promete aproximar Lisboa do Tejo.

Na secção Distribuição, publicamos ainda um artigo sobre a Turiset, que se tornou na primeira agência de viagens em Portugal a ostentar o selo “Checked by DECO”, e, em MI, o destaque vai para uma entrevista com Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+, que vai estar presente na BTL 2023 e que pede que Portugal crie uma estratégia para este segmento, que vale perto de 50 mil milhões de euros.

O Dossier desta edição do Publituris é dedicado aos autocarros de turismo e passageiros, que se mostram mais confiantes em relação a 2023, uma vez que, com a melhoria da situação epidemiológica, a procura parece estar a regressar. Apesar de positivas as expetativas para este ano, as empresas mostram-se moderadamente otimistas, uma vez que os desafios continuam a ser muitos e foram agravados com a guerra na Ucrânia, nomeadamente ao nível dos custos com o combustível, aos quais estas empresas estão particularmente expostas. Neste dossier, saiba ainda que novidades estão as empresas de autocarros de turismo e passageiros a preparar para este ano.

Além do Pulse Report, esta edição conta ainda com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor); Mariana Marques (docente do ISG); Andrea Santos, Filipe Trindade e Gilda Mendes (coordenadores da Pós-Graduação em Organização de Eventos do ISAG); e António Paquete (economista).

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Portugal e Espanha definem “pontos de encontro” no turismo transfronteiriço

Portugal e Espanha acordaram uma nova Estratégia para o Turismo Fronteiriço. Se do lado português, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, considera que “definirá conceitos de turismo virados para o futuro”, a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, refere que se trata de “uma oportunidade e não de uma necessidade”.

Victor Jorge

O ministro da Economia e do Mar de Portugal, António Costa e Silva, e a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, apresentaram esta quinta-feira, 19 de janeiro, no decorrer da FITUR 2023, em Madrid, a nova Estratégia de Sustentabilidade do Turismo Transfronteiriço 2022-2024 no que o ministro português considerou ser um “projeto transformador” e que irá desenhar “novos pontos de encontro entre os dois países”.

António Costa e Silva destacou mesmo “o dia histórico”, uma vez que se trata de um “acordo único no mundo”. De acordo com o ministro português, este acordo permitirá, através do turismo, “fixar população, atrair talento e qualificar pessoas”, dando enfâse ao que os dois países poderão oferecer em termos de gastronomia, enologia, literatura, cultura, arte, entre outros.

Salientando o facto de “estarmos a falar de 1.234 quilómetros de fronteira” e, em termos demográficos, de “cerca de 140.000 quilómetros quadrados de território”, Costa e Silva considera que este projeto “redefine o turismo através do território”, uma vez que existe “uma forte ligação entre as regiões transfronteiriças portuguesas e espanholas”.

Contudo, o ministro da Economia e do Mar português salientou o facto de ser necessário” reinventar produtos turísticos para oferecer experiências novas” que assentarão, também, numa estratégia de promoção externa conjunta.

“As comunidades sentem-se abandonadas”, destacando Costa e Silva “a coesão territorial” como factor essencial para o futuro, frisando ainda que “com as acessibilidades que estão e serão construídas, teremos a capacidade de fidelizar fluxos turísticos”.

“Os países quando trabalham juntos podem ser transfigurados”, admitindo mesmo que esta estratégia agora apresentada e que será desenvolvida no futuro, “poderá reinventar a identidades dos dois países. No fundo, queremos apresentar conceitos de turismo virados para o futuro”, terminou António Costa e Silva.

Já Maria Reyes Maroto também destacou o “acordo único” que os dois países passam a desenvolver a partir de agora e que fora assinado na Cimeira Bilateral de novembro de 2022 em Viana do Castelo. “Estamos a falar oportunidades e não de necessidades”, considerou a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha.

Reyes Maroto definiu, de resto, quatro pontos estratégicos para este acordo: “oportunidade; desenvolvimento económico e social do território; sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social; e coesão”.

No final, António Costa e Silva referiu que “as duas entidades responsáveis pela promoção do turismo de ambos os países irão agora definir a respetiva estratégia conjunta”, não tendo avançado com prazos, investimentos e quais os mercados onde será realizada a aposta na promoção desta nova parceria.

 

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Receitas turísticas de novembro ultrapassam pela primeira vez os mil milhões de euros

Os dados do Banco de Portugal (BdP) mostram que, em novembro, pela primeira vez neste mês, as receitas turísticas ficaram acima dos mil milhões de euros, ultrapassando igual mês de 2019 em 35,1%, que tinha sido o melhor mês de novembro de sempre para o turismo nacional.

Inês de Matos

As receitas provenientes da atividade turística voltaram a subir no passado mês de novembro e, pela primeira vez, ultrapassaram os mil milhões de euros neste mês, que se tornou já no melhor novembro de sempre para o turismo nacional, com as receitas a somarem 1.226,67 milhões de euros, segundo os dados revelados esta quinta-feira, 19 de janeiro, pelo Banco de Portugal (BdP).

De acordo com o BdP, as receitas turísticas de novembro, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, ficaram 35,1% acima do apurado em igual mês de 2021 e ultrapassaram mesmo novembro de 2019, que tinha sido o melhor mês de novembro de sempre para o turismo nacional, em 24,4%.

Tal como as receitas turísticas, também as importações do turismo, que são apuradas pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, somaram, em novembro, o valor mais elevado de sempre para este mês, chegando aos 394,98 milhões de euros, o que traduz uma subida de 22,4% face ao valor apurado em novembro de 2021 e de 8,5% em comparação com novembro de 2019.

E também o saldo da rubrica “Viagens e Turismo” aumentou em novembro de 2022 e somou 831,69 milhões de euros, valor que ficou 42% acima do apurado em igual mês de 2021 e 33,4% do registado em novembro de 2019.

O BdP indica que, em novembro,  “a rubrica de viagens e turismo, cujas exportações e importações cresceram, em termos homólogos, respetivamente, 35,1% e 22,4%”, contribuiu para a subida das exportações e das importações na balança de serviços, que registou mesmo um excedente e compensou “parcialmente” o aumento do défice da balança de bens.

Acumulado também sobe

Tal como em novembro, também o acumulado desde o início do ano traz boas notícias, uma vez que as receitas turísticas somam já 19.722,13 milhões de euros, o que traduz um aumento de 16,1% face aos 16.955,7 milhões de euros que tinham sido apurados em novembro de 2019.

As boas notícias são ainda comuns às importações do turismo, que somaram, em novembro, 5.116,18 milhões de euros, ultrapassando em 8,3% o valor de 4.722,2 milhões de euros acumulado até novembro de 2019.

No saldo da rubrica “Viagens e Turismo”, o aumento foi de 16,5%, uma vez que os 12.508,73 milhões de euros apurados no acumulado dos primeiros 11 meses de 2019 comparam agora com um valor que chega aos 14.569,97 milhões de euros.

 

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Portugal espera repetir este ano crescimento do turismo acima do esperado de 2022

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados”, afirmou Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

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Portugal apresenta-se na Feira de Turismo de Madrid (FITUR), com 92 empresas num expositor de 900 metros quadrados do Turismo de Portugal, além da presença das sete regiões turísticas do país (Porto e Norte, Centro, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores) e diversos municípios e entidades intermunicipais em ‘stands’ próprios na FITUR, com a expectativa de repetir este ano o crescimento do setor acima do que tinha sido previsto para 2022 e de captar mais turistas em Espanha.

O ano passado é já “o melhor de sempre do ponto de vista de receitas” do turismo português, com uma estimativa de mais de 22 mil milhões de euros, que comparam com os 18,4 mil milhões de 2019, o último sem qualquer impacto da pandemia de covid-19, disse aos jornalistas o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, em Madrid, na abertura da FITUR.

“Recuperámos antes do que prevíamos”, sublinhou o presidente da entidade responsável pela promoção de Portugal como destino turístico.

“Aquilo que estamos a prever para 2023 é continuar o crescimento que tivemos em 2022, obviamente, com grandes incertezas, da guerra na Ucrânia até à inflação. Mas acreditamos que estamos muito bem posicionados. Um exemplo disto é esta feira, a FITUR”, acrescentou Luís Araújo, que destacou que o mercado espanhol é atualmente o segundo maior para Portugal em número de hóspedes e o quarto em termos de receitas.

Em relação a Espanha há, assim, segundo Luís Araújo, “um trabalho a fazer” para aumentar as receitas, através de “segmentos específicos” do mercado.

De um ponto de vista mais global, a estratégia é “tentar diversificar ainda mais o núcleo de mercados” que são fundamentais para o turismo português, afirmou.

Para este objetivo, uma das chaves de crescimento está nas ligações aéreas, de que o turismo português depende por causa da localização geográfica do país.

“Temos conseguido retomar as rotas que tínhamos perdido em 2020 e 2021 e estamos já com os indicadores muito próximos [aos dos anos anteriores]. Este ano, 2023, vamos ultrapassar 2019. É uma das grandes âncoras para a retoma do setor”, afirmou o presidente do Turismo de Portugal.

Luís Araújo destacou que “o crescimento faz-se em todos os aeroportos” e deu como exemplo, precisamente, Espanha, país que teve ligações com os cinco aeroportos nacionais portugueses no ano passado, através da companhia aérea espanhola Iberia, “um fator ótimo de distribuição” de turistas, principalmente de mercados a que no passado Portugal não chegava, como o mexicano ou outros da América do Sul.

“O nosso papel é, em conjunto com cada um dos nossos aeroportos, e há ainda margem para crescer em muitos dos aeroportos, tentar demonstrar esta capacidade de atração para todas as regiões. Aquilo que nós entendemos é que existe obviamente um ‘hub’, que é Lisboa e faz esta distribuição, mas existem muitos motivos de interesse para muitos mercados para destinos como Algarve, o norte ou as ilhas”, afirmou.

Presente na FITUR está também o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Nuno Fazenda, que destacou, em declarações aos jornalistas, a importância do mercado espanhol e a “forte presença” de empresas nacionais na feira de Madrid deste ano.

“O mercado espanhol é um mercado muito importante para o nosso país, é o segundo maior mercado em dormidas e o primeiro em algumas regiões, como o Norte, Centro e Alentejo. E, nesse contexto, temos também de trabalhar vários segmentos para crescer também em valor e crescer também no interior, no território do interior de Portugal”, afirmou.

O ministro da Economia, António Costa Silva, e a ministra espanhola do Turismo, Reyes Maroto, apresentam esta quinta-feira, 19 de janeiro, a Estratégia de Cooperação Transfronteiriça entre Portugal e Espanha para o setor do turismo, que foi acordada na última cimeira ibérica, em novembro passado.

“É um reforço para desenvolver também turisticamente o interior do nosso país”, sublinhou Nuno Fazenda, que considerou a região transfronteiriça “uma centralidade ibérica” que é necessário potenciar através da promoção turística, mas também do aumento e melhoria das ligações aéreas, rodoviárias e ferroviárias entre Portugal e Espanha, como está previsto, sublinhou, no âmbito de investimentos com fundos europeus dos planos de recuperação e resiliência.

O secretário de Estado manifestou-se “muito satisfeito” com a adesão de empresas e outras entidades a esta edição da FITUR, com vista à afirmação de Portugal como destino turístico no mercado espanhol.

Em paralelo, defendeu a continuidade na aposta dos mercados estratégicos para Portugal dentro e fora da Europa, onde está concentrada 80% da procura turística do país.

Neste contexto, deu como exemplo o sucesso recente da aposta nos Estados Unidos, que transformou este país no quinto com maior peso no turismo português.

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Ministro do Turismo da Jordânia visita Fátima no 2.º semestre para analisar parcerias

O crescimento do Turismo Religioso faz com que o novo ministro do Turismo da Jordânia, Markam Al-Queisi, visite Fátima no 2.º semestre deste ano para analisar a possibilidade de futuras parcerias em prol de ambos os destinos.

Victor Jorge

O ministro do Turismo da Jordânia, Makram Al-Queisi, referiu esta quarta-feira, durante o decorrer na FITUR Madrid, que se realiza até ao próximo dia 22 de janeiro, que virá a Portugal para estudar com as entidades de Fátima uma possível parceria “para benefício de ambos os destinos”.

Em entrevista ao Publituris, Makram Al-Queisi considera que ambos os destinos possuem “uma forte componente no Turismo Religioso” e que uma parceria seria “uma boa forma de promover os dois destinos em muitos mercados internacionais e estabelecer trabalho conjunto no segmento que tem vindo a crescer exponencialmente”.

De referir que Makram Al-Queisi, que foi nomeado ministro do Turismo e das Antiguidades da Jordânia há pouco mais de um mês, conhece Portugal, uma vez que exerceu o cargo de Embaixador Extraordinário não residente no nosso país em 2014.

“Fátima é um lugar único e sabemos as visitas internacionais que possui ao longo do ano”, referiu Makram Al-Queisi ao Publituris. “Naturalmente que o nosso interesse em Portugal não se limita a Fátima”, avançando o ministro jordano que em termos de operação turística, a Jordânia irá contar com um voo charter a partir de maio e que irá prolongar-se até novembro, começando com um voo semanal, esperando, contudo, “e dado os números que esperamos de turistas portugueses, esse voo poderá passar a bissemanal”.

A Jordânia recebeu, em 2022, mais de 4.000 turistas portugueses, número que as autoridades do Turismo da Jordânia esperam duplicar com esta operação entregue à Avoris.

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OMT: Chegadas internacionais de turistas vão acelerar em 2023 e aproximam-se dos níveis pré-pandémicos

Após uma recuperação mais forte do que o esperado em 2022, as chegadas internacionais de turistas podem retomar aos níveis pré-pandémicos na Europa e no Médio Oriente, este ano. No entanto, num contexto económico difícil, os turistas tendem cada vez mais ajustar os seus orçamentos e deslocar-se para destinos mais próximos do seu local de residência.

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De acordo com as previsões da OMT para 2023, as chegadas de turistas internacionais podem ficar entre 80% e 95% dos níveis pré-pandémicos este ano, dependendo da extensão da desaceleração económica, de como as viagens se recuperam na Ásia e no Pacífico e qual é a evolução da ofensiva russa na Ucrânia, entre outros fatores.

Segundo novos dados da OMT, mais de 900 milhões de turistas fizeram viagens internacionais em 2022, o dobro do verificado em 2021, embora esse número ainda esteja em 63% dos níveis pré-pandêmicos. Todas as regiões do mundo registaram aumentos notáveis ​​no número de turistas internacionais. O Médio Oriente teve o maior aumento relativo, com chegadas a subir para 83% dos números pré-pandémicos. A Europa atingiu quase 80% dos níveis pré pandemia, com 585 milhões de chegadas em 2022.

A África e as Américas recuperaram cerca de 65% dos visitantes pré-Covid, enquanto a região da Ásia-Pacífico recuperou apenas 23%, mantendo medidas mais rígidas relacionadas à pandemia que só começaram a ser suspensas nos últimos meses.

O primeiro Barómetro Mundial do Turismo da OMT de 2023 também analisa o comportamento por região e identifica os países com melhores resultados em 2022, incluindo vários destinos que já recuperaram os níveis de 2019.

De acordo com o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, prevê-se “um ano forte para o setor, mesmo perante diversos desafios, incluindo a situação económica e a contínua incerteza geopolítica. As pessoas vão viajar em 2023 e a OMT espera que a procura por viagens domésticas e regionais permaneça forte e ajude a impulsionar a recuperação mais ampla do setor”.

A OMT estima ainda que o recente levantamento das restrições de viagens relacionadas com o COVID-19 na China, o maior mercado emissor do mundo em 2019, é um passo significativo para a recuperação do setor de turismo na Ásia, no Pacífico e mesmo no resto do mundo.

Ao mesmo tempo, a forte procura dos Estados Unidos, apoiada por um dólar americano forte, continuará a beneficiar os destinos na região e não só, enquanto a Europa continuará a desfrutar de fortes fluxos de viagens dos EUA, em parte devido a um euro mais fraco em relação ao dólar americano.

Por outro lado, a OMT indica que, na maioria dos destinos verificaram-se, em 2022, aumentos notáveis ​​nas receitas do turismo internacional, em vários casos superiores ao crescimento das chegadas, fator que tem sido apoiado pelo aumento do gasto médio por viagem devido a períodos de permanência mais longos, a disposição dos viajantes de gastar mais no destino e maiores custos de viagem devido à inflação. No entanto, a conjuntura económica poderá traduzir-se numa atitude mais cautelosa dos turistas em 2023, com redução de gastos, viagens mais curtas e deslocações mais próximas de casa.

 

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