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Azul retoma voos diários entre São Paulo e Orlando a 1 de dezembro

Os bilhetes para os voos entre São Paulo-Campinas e Orlando, nos EUA, já se encontram disponíveis, através dos canais oficiais da companhia aérea brasileira.

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Azul retoma voos diários entre São Paulo e Orlando a 1 de dezembro

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A Azul – Linhas Aéreas Brasileiras vai retomar os voos entre São Paulo-Campinas e Orlando, nos EUA, a 1 de dezembro, realizando um voo por dia entre as duas cidades, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

De acordo com a Azul, os voos vão ser realizados em aviões Airbus A330neo, com capacidade para 298 passageiros, e os bilhetes para os voos entre São Paulo e Orlando já se encontram a ser comercializados, através dos canais oficiais da companhia aérea.

Os voos partem de São Paulo-Campinas pelas 09h50 e chegam a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário a partida dos EUA decorre pelas 19h15, chegando a São Paulo-Campinas às 06h00, sempre em horários locais.

“Orlando é um dos destinos mais procurados na nossa rede e estávamos sonhando com o dia em que poderíamos anunciar o retorno das nossas operações para essa cidade. Voltaremos a operar já visando a alta temporada de férias escolares no Brasil, atendendo os clientes que querem viajar novamente para fora do país”, refere Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul, citado na informação divulgada.

Segundo a Azul, a reabertura dos voos para Orlando acontece depois do anúncio da “flexibilização das regras de entrada de brasileiros nos Estados Unidos”, que entram em vigor a 8 de novembro e que os passageiros podem consultar através do site da Azul.

Com o regresso dos voos para Orlando, a Azul vai passar a contar com dois voos diários para os EUA, sendo que, além desta cidade da Flórida, a companhia aérea brasileira disponibiliza também ligações diárias para Fort Lauderdale, também na Flórida.

 

 

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TAP “salva-se”, vende, cede ‘slots’, mas não será ‘tapezinha”, diz ministro

Afinal, a prenda de Natal chegou à TAP. Com a aprovação do plano de reestruturação pela Comissão Europeia, a companhia aérea nacional vê-se forçada a vender empresas, a ceder 18 ‘slots’ por dia, mas, concluindo, continua TAP e não ‘tapezinha’.

Victor Jorge

Depois de na parte da tarde ter surgido a notícia de que a Comissão Europeia ter admitido ver “viabilidade a longo prazo para a TAP” e ter prometido uma decisão antes do Natal sobre o plano de reestruturação, alertando, no entanto, que deveria implicar “remédios”, eis que a companhia aérea [e Governo] receberam a notícia de que (afinal) a TAP tem “salvação).

A Comissão Europeia (CE) aprovou, no quadro das regras da União Europeia (UE) em matéria de auxílios estatais, a reestruturação da TAP.

Mas o que significa isso? Ora, segundo o comunicado, a CE aprova o auxílio do Estado português de 2.550 milhões de euros para reestruturar o grupo TAP (TAP SGPS), somando-lhe 107 milhões de euros à TAP Air Portugal para compensar os prejuízos devidos à pandemia de coronavírus, em resultado da pandemia de coronavírus, entre 1 de julho e 30 de dezembro de 2020.

Analisando esta aprovação da CE, regista-se que Bruxelas impôs remédios, com a TAP a ter de ceder 18 slots diários no aeroporto de Lisboa (o que equivale a 5% dos slots) e vender três empresas, ou melhor, “dividir atividades” no caso da TAP e Portugália; alienar filiais em atividades adjacentes de manutenção e assistência em escala (VEM Brasil); e os de ‘catering’ e de ‘handling’, que deverão ser alienados.

Além disso, a TAP SGPS e a TAP Air Portugal ficarão “inibidas de efetuar quaisquer aquisições e reduzirão a frota até ao final do plano de reestruturação, racionalizando a sua rede e ajustando-se às previsões mais recentes que estimam que a procura não irá recuperar antes de 2023 devido à pandemia de coronavírus”, lê-se no comunicado da CE.

A Comissão indica que, a TAP disponibilizará até “18 faixas (slots) horárias por dia no aeroporto de Lisboa a uma transportadora concorrente”, visto que, “a TAP Air Portugal tem uma vasta presença no aeroporto de Lisboa, que se encontra estruturalmente muito congestionado, o que se traduz na impossibilidade de as companhias aéreas terem acesso às faixas horárias de aterragem e de descolagem que solicitam para operarem no aeroporto”. Por esta razão, a CE diz que “são necessárias medidas adicionais para preservar uma concorrência efetiva neste aeroporto [Lisboa]”.

A disponibilização destes slots serão organizados pela Comissão num processo de seleção “transparente e não discriminatório” (com o apoio de um mandatário responsável pelo acompanhamento) para selecionar a transportadora concorrente.

A vice-presidente executiva Margrethe Vestager, responsável pela política da concorrência, declarou, aquando do anúncio desta decisão que “as medidas aprovadas permitirão a Portugal compensar a TAP pelos prejuízos diretamente sofridos em consequência das restrições de viagem aplicadas para limitar a propagação do coronavírus”.

Vestager afirmou ainda que, “ao mesmo tempo, o plano aprovado para a reestruturação da TAP assegurará a viabilidade da companhia aérea no longo prazo”.

No fundo, o apoio assumirá a forma de medidas de capital e de quase capital no montante de 2.550 milhões de euros, incluindo a conversão do empréstimo de emergência de 1.200 milhões de euros em capital próprio.

De 108 para 94 que poderão ser 99
Quanto à frota, que no período pré-pandemia era de 108 aeronaves, a TAP vê-se forçada a reduzir para 94 aviões, dando a Comissão autorização para chegar aos 99 até 2025, salientando a CE que a companhia aérea irá “reduzir a frota até ao final do plano de reestruturação, agilizando a sua rede e ajustando-se às últimas projeções que antecipam que a procura não recupere antes de 2023 por causa da pandemia de coronavírus”.

Recorde-se que, ainda esta semana, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, tinha avançado que, caso a decisão da Comissão Europeia não fosse favorável, que a TAP “teria de fechar”.

Conhecida a decisão, Pedro Nuno Santos congratulou-se com a aprovação do plano de reestruturação da TAP por parte da Comissão Europeia, dizendo que “o trabalho do Governo português está feito”.

A conferência de imprensa (pós decisão), o ministro afirmou que “os nossos argumentos foram bem recebidos”, concluindo que “os resultados são bons”.

Na mesma conferência de imprensa, Pedro Nuno Santos admitiu, também, que a cedência de 18 slots (diários) no aeroporto de Lisboa, “não põe em causa o negócio da TAP”, já que, segundo o governante, a transportadora tem 300 slots diários, tratando-se, assim, de “um número reduzido”.

Pedro Nuno Santos explicou ainda as contas, esclarecendo que os apoios à TAP atingirão o limite de 3.200 milhões de euros, devido a valores já pagos e a outros que ainda irão ser aprovados. Ou seja, a intervenção na TAP “é feita em duas modalidades: uma ao nível da reestruturação e outra no quadro da compensação COVID”.

Na parte da reestruturação incluem-se os 2.550 milhões de euros anunciados pela Comissão Europeia, nos quais se incluem “1.200 milhões de euros que já foram injetados na TAP”.

“Falta ainda um empréstimo junto de privados, com garantia de Estado a 90%, de 360 milhões de euros, e de uma nova injeção de capital de 990 milhões de euros”, contabilizou o governante.

Já no âmbito das compensações relacionadas com a pandemia da COVID-19, “temos 462 milhões de euros referentes ao primeiro semestre de 2020, que já foram injetados na TAP, e foi autorizado também [com esta decisão da CE] 107 milhões de euros referentes ao segundo semestre de 2020”.

“Se nós somarmos todas as parcelas que já foram autorizadas pela Comissão Europeia, chegamos a 3.119 milhões de euros”, resumiu Pedro Nuno Santos, acrescentando que “falta a compensação COVID referente ao primeiro semestre de 2021 que será aprovada nos próximos dias”.

Resumindo e segundo Pedro Nuno Santos, será um montante que, “com toda a certeza”, “não ultrapassa os 3,2 mil milhões de total de ajuda pública que será autorizada à TAP”.

A procura por parceiros para a TAP e não para uma “tapezinha”
Certo é que, também segundo o ministro das Infraestruturas, “no mercado global da aviação já não se sobrevive sozinho”, adiantando que “há interessados”.

“É para nós claro que num negócio altamente competitivo da aviação, uma companhia aérea não sobrevive isolada e, portanto, estamos a trabalhar para que a TAP possa vir a estar num grupo importante de aviação, porque essa é a forma mais sólida e consistente de conseguirmos a viabilidade”, afirmou o Pedro Nuno Santos, após conhecida a ‘luz verde’ da Comissão Europeia ao plano de reestruturação da companhia aérea.

O governante afirmou, no entanto, que, o que está em cima da mesa “não é substituir a TAP em Lisboa, mas em ter uma cooperação e colaboração com a TAP”.

Garantido ficou, igualmente, nas palavras de Pedro Nuno Santos, que “não haverá mais despedimentos, nem cortes de salário”, deixando ainda uma certeza: “conseguimos evitar que a TAP fosse transformada numa ‘tapezinha’” (numa alusão ao que aconteceu em Itália, onde a ITA, que substitui a Alitalia, nasceu com apenas 52 aeronaves.

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INE: Aeroportos nacionais tiveram a maior aproximação aos números pré-pandemia em outubro

Em outubro, os aeroportos nacionais receberam cerca de quatro milhões de passageiros e 15,8 mil aeronaves em voos comerciais, números que continuam a indicar descidas mas já mais perto dos valores de 2019.

Inês de Matos

No passado mês de outubro, os aeroportos nacionais receberam cerca de quatro milhões de passageiros e 15,8 mil aeronaves em voos comerciais, números que indicam descidas de 27,2% e 21,4% face a igual mês de 2019, respetivamente, naquele que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicam que outubro foi o mês com maior aproximação aos números pré-pandemia.

De acordo com os dados revelados pelo INE esta terça-feira, 21 de dezembro, apesar de continuarem a traduzir uma quebra face a igual período de 2019, antes da chegada da pandemia, os aeroportos nacionais têm vindo a recuperar tráfego e, face a outubro de 2020, existem já crescimentos de 180,6% no número de passageiros e de 63,2% no total de aviões aterrados nos aeroportos nacionais.

Do total de passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em outubro, 80,2%
corresponderam a tráfego internacional, indica o INE, que recorda que, em igual período do ano passado, os passageiros internacionais eram 74,9% do total, e chegaram a território nacional provenientes essencialmente de aeroportos europeus (72,0%).

Já no que respeita aos passageiros embarcados em Portugal, houve também 80,2% de tráfego internacional, quando em igual período do ano passado o tráfego internacional não ia além dos 76,2%, sendo que 72,1% também tiveram como destino aeroportos europeus.

Já no acumulado até outubro, período em que os aeroportos nacionais receberam cerca de 19,8 milhões de passageiros, o INE diz que se verificou uma “inversão da tendência”, uma vez que tanto o número de passageiros como de aeronaves aterradas em território nacional cresceram, numa tendência que se acentuou a partir de maio.

“A partir da segunda quinzena de maio, verificou-se um crescimento mais acentuado, tendo-se mantido uma tendência de crescimento nos meses seguintes. Apesar de no mês de setembro de 2021 se ter verificado uma ligeira redução face ao mês anterior, em outubro assistiu-se a um crescimento, tendo-se registado o desembarque médio diário de 64 mil passageiros no conjunto dos aeroportos nacionais (59 mil em setembro). Este valor representou o triplo do registado no mês homólogo de 2020 e aproximou-se do nível observado em outubro de 2019 (86 mil)”, indica o INE.

De janeiro a outubro, , o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 18,6% face ao período homólogo do ano anterior, quando se tinha verificado uma quebra de 68,0%, ainda que, face ao mesmo período de 2019, este número continue a traduzir uma redução de 62,1%.

Por aeroportos, foi em Lisboa que se registou o maior movimento de passageiros, concentrando, entre janeiro e outubro, 45,2% do total de passageiros (8,9 milhões) e registou um aumento de 6,8%, seguindo-se Faro, onde houve um aumento de 35,5% no movimento de passageiros neste período, atingindo os 2,8 milhões de passageiro, número que, segundo o INE, está ainda “muito distante do registado no mesmo período em 2019 (8,4 milhões de passageiros, -66,4%)”.

Já o principal país de origem e destinos dos passageiros que passaram pelos aeroportos nacionais até outubro foi França, “registando crescimentos de 13,2% no número de passageiros desembarcados e 10,9% no número de passageiros embarcados, relativamente ao mesmo período de 2020”, segundo o INE.

Além de França, também o Reino Unido, Alemanha e Espanha estão entre os principais países de origem e destinos dos passageiros que, entre janeiro e outubro, passaram pelo aeroportos nacionais.

Por outro lado, o maior crescimento ao nível dos passageiros embarcados e desembarcados foi para a Suíça, que registou crescimentos de 25,6% e 20,9%, respetivamente, ocupando a quinta posição deste ranking.

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Qatar Airways processa Airbus por degradação da superficie e pintura dos A350

No início de novembro, a companhia aérea do Qatar já tinha anunciado a paragem de 19 aparelhos A350, devido a problemas de degradação na fuselagem, nomeadamente debaixo da tinta.

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A Qatar Airways processou judicialmente a Airbus devido a uma série de problemas na fuselagem de vários dos aparelhos A350XWB da frota da companhia aérea de bandeira do Qatar, numa ação que deu entrada nos tribunais ingleses, confirmou esta terça-feira, 21 de dezembro, o fabricante aeronáutico europeu.

De acordo com a Airbus, a ação judicial é referente à disputa entre as duas empresas relativamente a problemas na fuselagem dos aparelhos, que segundo a Qatar Airways apresenta uma degradação da superfície e da pintura, o que levou mesmo à paragem de 19 destes aparelhos da Qatar Airways.

“A Airbus recebeu uma ação judicial formal nos tribunais ingleses movida pela Qatar Airways, relacionada com a disputa sobre a degradação da superfície e pintura de algumas aeronaves A350XWB da Qatar Airways”, confirma a Airbus num comunicado enviado à imprensa, onde o fabricante aeronáutico europeu diz também que está a analisar o conteúdo desta ação judicial, garantindo que pretende “defender vigorosamente sua posição”.

Recorde-se que, já no início de outubro, a Qatar Airways tinha anunciado problemas com 19 aparelhos A350, que apresentavam uma degradação da fuselagem, nomeadamente debaixo da tinta, o que tinha mesmo levado à paragem destes aviões e ao regresso do A380, o maior avião comercial do mundo, para permitir que a companhia aérea desse resposta ao crescimento da procura no pico do inverno.

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Azul já inaugurou rota inédita que liga São Paulo a Fernando de Noronha

Operação da Azul entre o aeroporto de São Paulo-Congonhas e a ilha de Fernando de Noronha conta com voos diários, naquela que é a primeira vez que existem voos diretos entre os dois destinos.

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A Azul inaugurou esta segunda-feira, 20 de dezembro, uma nova rota que liga o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, à ilha de Fernando de Noronha, numa operação regular e direta, cujos voos decorrem diariamente.

“A operação é um marco não só para a companhia, mas para todo o setor de aviação pois, pela primeira vez, o arquipélago contará com voos diretos para a capital paulista, operados de forma diária e regular”, destaca a companhia aérea brasileira em comunicado.

Segundo a Azul, a nova rota entre Congonhas e Fernando de Noronha é operada num avião Embraer E2, o maior avião comercial fabricado no Brasil e que, segundo a companhia aérea, é um dos “únicos modelos capazes de realizar essa operação com voos diretos”.

“A ilha de Fernando de Noronha é um dos lugares mais paradisíacos e desejados por viajantes do Brasil e do mundo. Estamos muito animados com o lançamento desse voo, já que tornará a ligação entre a maior metrópole do país e Fernando de Noronha muito mais rápida, confortável e conveniente, atendendo também Clientes com conexões de outras cidades”, refere Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

Os voos partem de São Paulo-Congonhas diariamente pelas 08h35 e chegam a Fernando de Noronha às 13h35, enquanto em sentido contrário a partida está marcada para as 14h35, chegando ao aeroporto da capital paulista às 17h35.

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Lufthansa muda gestão no grupo

Todos os novos gestores que ocuparão os cargos de topo dentro do grupo Lufthansa saíram de dentro da própria companhia.

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O Lufthansa Group vai alterar a sua estrutura de gestão a partir de 1 de abril de 2022. A partir dessa data, a Lufthansa Airlines passará a ser liderada por Jens Ritter, até aqui membro da Comissão Executiva da Lufthansa e COO da Eurowings, sucedendo a Klaus Froese que desempenhou o cargo durante seis anos.

Mas não é só na Lufthansa Airlines que existem alterações. Também a Austrian Airlines mudará de líder, passando a ser assumida por Annette Mann, atualmente, Head of Corporate Responsibility no Lufthansa Group. O cargo de CEO pertencia, até agora, a Alexis von Hoensbroech que deixará a companhia.

Dietmar Focke, atualmente responsável pelos serviços de motores na Lufthansa Technik, passa para a Comissão Executiva da Lufthansa Cargo e assumirá, a partir de 1 de março de 2022, a responsabilidade de operações e recursos humanos, enquanto Jörg Beißel, até aqui Head of Corporate Controlling no Lufthansa Group, ficará como CFO da Lufthansa Airlines.

Frank Bauer, por sua vez, deixa de ser membro da Comissão Executiva da Eurowings e responsável pelas finanças e RH para assumir o Corporate Controlling do Lufthansa Group. As áreas de RH e Finanças na Eurowings ficarão, por sua vez, entregues a Kai Duve, até aqui responsável pela divisão de tripulação da Lufthansa Airlines em Frankfurt. Para o lugar de Kai Duve segue Benedikt Schneider que deixa o dep. executivo do diretor de Recursos Humanos e Jurídico da Deutsche Lufthansa AG.

Finalmente, Wilken Bormann, atualmente responsável pelo Lufthansa Group Finance, assumirá a responsabilidade das Finanças e Recursos Humanos na Comissão Executiva do LSG Group.

“Preencher estes cargos de gestão de topo é outro passo importante na nossa transformação. Continuamos o nosso percurso com velocidade inalterada e fortalecemos a nossa posição entre os principais grupos de companhias aéreas globais. Estou satisfeito por termos sido capazes de preencher todos os cargos dentro do grupo Lufthansa, confirmando, assim, o sucesso do desenvolvimento pessoal e de liderança”, concluiu Carsten Spohr, chairman da Comissão Executiva e CEO da Deutsche Lufthansa AG.

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Flixbus reforça operação doméstica e internacional no Natal e Fim de Ano

Empresa de autocarros de passageiros conta realizar até 24 ligações diárias entre Lisboa e Porto nesta época festiva.

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A Flixbus vai reforçar a suas operações doméstica e internacional no período do Natal e Fim de Ano em 30% e 50%, respetivamente, disponibilizando 24 ligações diárias entre Lisboa e Porto, informou a empresa de autocarros de passageiros em comunicado.

De acordo com a Flixbus, a nível internacional, “serão reforçadas as ligações aos países com uma grande comunidade de portugueses”, a exemplo de Espanha, França, Luxemburgo ou Suíça.

“As ligações de Paris e Madrid ao Porto e a Lisboa terão reforço diurno e noturno do número de autocarros e cidades como Salamanca, San Sebastián e Bilbao verão também as ligações reforçadas, assim como outros destinos em França, como Nice ou Toulouse, Sion ou Zurique, na Suíça, Dortmund ou Frankfurt, na Alemanha, e, claro, o Luxemburgo”, indica a empresa.

Segundo Pablo Pastega, diretor geral da FlixBus para Portugal e Espanha, este reforço da operação visa “dar resposta a todos aqueles que precisam de se deslocar nesta quadra festiva, a todos os que estão fora e que se juntam à família neste Natal, e que elegem o autocarro como meio de transporte”.

A Flixbus indica ainda que “as ligações de e para a região Centro são também reforçadas nesta época festiva, sobretudo durante a semana”, com destaque para Coimbra, Aveiro, Leiria ou Fátima, que são alguns dos destinos que vão contar com um reforço da operação no Natal e Fim do Ano, tal como Lisboa, Porto e Algarve, sendo que, entre Lisboa e Porto, está mesmo prevista a operação de até 24 autocarros por dia.

“Apesar dos eventos de fim de ano estarem a ser cancelados, verificamos uma procura elevada para estes destinos neste período, pelo que iremos reforçar a operação de forma a dar resposta à procura”, afirma Pablo Pastega.

Atualmente, a Flixbus conta com 40 destinos na sua rede doméstica em Portugal e conta, no próximo ano, aumentar em 25% o número de destinos em território nacional, chegando a 50 cidades portuguesas.

“A FlixBus vai continuar com o investimento e desenvolvimento da rede doméstica no país, e Castelo Branco, Vila Real, Bragança, Covilhã, Guarda, Sines, Aljezur e Tavira são alguns dos novos destinos para 2022”, acrescenta a empresa.

 

 

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CEO da Ryanair defende que só vacinados devem ser autorizados a voar

Para o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, só quem estiver vacinado deveria ser autorizado a voar e critica o “pânico” que se está a instalar pela Europa devido à variante Ómicron.

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Michael O’Leary, CEO da Ryanair, defendeu recentemente em entrevista ao “The Telegraph” que somente as pessoas vacinadas deveriam ser autorizadas a voar, criticando fortemente aqueles que ainda não se decidiram por serem vacinados, chamando, inclusivamente, de “idiotas” os negacionistas anti-vacinas.

Não se colocando como um defensor de um programa obrigatório de vacinação, O’Leary e da opinião que os diversos governos devem “dificultar a vida” a quem recuse vacinar-se sem razão válida.

“Se não está vacinado, não deverá voar, não deverá andar no metro de Londres e não deveria ser autorizado a ir ao supermercado local ou farmácia”, disse em entrevista ao diário britânico.

Estas declarações do executivo da Ryanair vieram na sequência de novas medidas por parte do Governo irlandês para a quadra festiva que se aproxima e devido às preocupações com a nova variante da Ómicron, criticando o Governo de Boris Johnson por “semear o pânico”.

Segundo os cálculos da Ryanair, o impacto já é sentido, com a companhia a admitir voar menos 10% em dezembro e janeiro devido a estas “desconfianças” por parte dos viajantes.

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Bruxelas não deverá decidir sobre reestruturação da TAP ainda este ano

Na agenda da Comissão Europeia não consta até ao final deste ano, nada sobre a reestruturação da TAP. Os comissários só voltam a reunir-se a 12 de janeiro.

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A Comissão Europeia não se quer comprometer com uma data para a decisão sobre o plano de reestruturação da TAP de 3,2 mil milhões de euros. Os contactos entre as autoridades europeias e nacionais continuam a decorrer.

No entanto, ainda na semana passada, o ministro das Finanças, João Leão,  revelou, em entrevista á Reuters, que a Comissão Europeia aprovará o plano de reestruturação até ao Natal.

Mas, na agenda de trabalhos da Comissão já só resta uma reunião do colégio de comissários agendada para 22 de dezembro. Nos temas alinhados preliminarmente para o encontro não há qualquer referência à TAP. Os comissários só voltam a reunir-se a 12 de janeiro.

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Empresas de transporte de passageiros denunciam impacto “brutal” das novas restrições e pedem mais apoios

Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP) diz que novas restrições provocaram “recuo inesperado e brutal” no transporte de passageiros, com “cancelamento de serviços na ordem dos 95%”.

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A Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP) veio esta sexta-feira, 17 de dezembro, denunciar que as novas restrições adotadas na sequência da variante Ómicron provocaram um “recuo inesperado e brutal” no transporte de passageiros, nomeadamente nas empresas associadas ao turismo, e pede, por isso, apoios urgentes ao Governo que compensem o impacto dos cancelamentos.

“O infeliz agravamento da pandemia a nível mundial e as restrições à entrada em Portugal, assim como noutros países estrategicamente importantes para o turismo, originaram o cancelamento de serviços na ordem dos 95%, numa altura em que as empresas de transporte de passageiros da área do turismo ainda se encontram bastante fragilizadas”, denuncia a associação, num e-mail enviado ao ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, a que a Lusa teve acesso.

Rui Pinto, presidente da ARP e que assina o referido e-mail, salienta que, “apesar de todos os esforços”, as empresas do setor “continuam com muitas dificuldades, agora agravadas”, e estão “impossibilitadas de cumprir com os compromissos anteriormente assumidos junto da banca e demais entidades”, o que torna urgente a adoção de novos apoios ao setor.

“Assim, face à entrada em vigor do estado de calamidade e das medidas implementadas, torna-se urgente a criação de um pacote de medidas que apoiem as empresas, uma vez que a retoma, já de si lenta, sofreu agora um recuo inesperado e brutal”, sustenta a associação.

Entre os “apoios possíveis” e que considera “exequíveis”, a ARP destaca a manutenção do Apoio à Retoma Progressiva da Atividade “até as empresas atingirem os níveis de faturação de 2019”, a criação do Programa Adaptar Transportes Públicos de Passageiros e a reedição do Programa Apoiar.pt.

Ao nível da restruturação financeira, defende “a possibilidade de as empresas poderem reestruturar as moratórias/créditos com a banca sem que seja lançado um ‘alerta’ junto do Banco de Portugal, o que traria implicações na concessão de créditos futuros”.

A ARP pede ainda apoio ao financiamento da formação de trabalhadores do setor, onde existe “uma panóplia de formações obrigatórias”, sublinhando que “as dificuldades atuais tornam essa obrigação e vontade [em formar os recursos humanos] cada vez mais difíceis de cumprir”.

Outra das medidas reclamadas pela ARP é um desconto em portagens ao transporte pesado de passageiros, num contexto em que as portagens nas autoestradas portuguesas vão ter um aumento de 1,83% a partir de 2022.

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a associação defende ainda a criação de linhas para a digitalização nos transportes públicos (dando como exemplos programas informáticos de gestão, controlo da frota, ‘app’, manutenção da frota ou ‘site’ de venda ‘online’), e apoios à internacionalização e à compra de autocarros elétricos e a hidrogénio.

Além do ministro da Economia e Transição Digital, a ARP enviou também um e-mail ao secretário de Estado da Mobilidade, Eduardo Pinheiro, em que destaca a “extrema importância e urgência” da inserção da CAE [Classificação das Atividades Económicas] relativo à atividade de transportes pesados de passageiros na Linha de Apoio ao Turismo 2021.

“Consciente do papel fulcral que os transportes pesados de passageiros têm no turismo, a secretaria de Estado do Turismo reconheceu esta atividade como fazendo parte integrante” do setor, passando assim o CAE 49392 (transporte terrestre de passageiros (turístico)) a constar de todas as linhas de apoio lançadas pelo Turismo de Portugal”, lembra a ARP.

A associação lamenta, no entanto, que após a análise às CAE elegíveis para a candidatura à Linha de Apoio ao Turismo 2021, se tenha verificado, “inexplicavelmente, a ausência da CAE 49392, contrariando aquilo que tem sido o entendimento da secretaria de Estado do Turismo”.

“Com base em estudos recentes da Comissão Europeia, perspetiva-se que os serviços relacionados com o turismo internacional continuarão a enfrentar prejuízos duradouros, pelo que a possibilidade das empresas se poderem candidatar a apoios desta natureza mostra-se de capital importância”, sublinha.

Segundo salienta a ARP, “numa altura em que o mundo enfrenta uma nova vaga e, por conseguinte, as empresas viram 95% dos seus serviços cancelados, estes apoios vão permitir que as mesmas, por um lado, se reorganizem e cumpram os seus compromissos financeiros, e, por outro, não recorram à tão indesejada insolvência”.

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Cabo Verde Airlines retoma este mês ligações entre Praia e Lisboa

O dia concreto ainda não se sabe, mas o primeiro-ministro cabo-verdiano assegurou que a Cabo Verde Airlines vai retomar ainda este mês as ligações entre a cidade da Praia e Lisboa.

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O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, assegurou que a Cabo Verde Airlines (CVA) vai retomar, ainda este mês as operações entre a cidade da Praia e Lisboa, mas não precisou o dia.

Em declarações aos jornalistas, na cidade da Praia, o chefe do governo disse que a retoma dos voos da companhia aérea de bandeira renacionalizada em julho, será “com sustentabilidade e continuidade”.

“As condições estão criadas e vão começar a operar em voos ponto a ponto Praia – Lisboa e depois, à medida que se vai solidificando a situação da empresa, vão para outras rotas, nomeadamente para Boston”, afirmou.

Na mesma semana, em declarações à rádio nacional, também a presidente do Conselho de Administração da Cabo Verde Arilines, Sara Pires, disse que a companhia já está autorizada a retomar os voos, mas sem determinar a data concreta, referindo apenas que já foi certificada pela Agência de Aviação Civil (AAC) do país.

A executiva anunciou que a transportadora aérea vai começar a operar com um aparelho Boeing-757-200 em regime de “wet leasing”, em que o proprietário do avião garante a tripulação, assim como o seguro, mas garantiu que até março deverá ter tripulação cabo-verdiana.

Anteriormente, o Governo tinha apontado a retoma dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), que não operam voos comerciais desde março de 2020, devido à pandemia de covid-19, durante o primeiro trimestre de 2022.

 

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