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Portugal arrecada 26 prémios na gala europeia dos World Travel Awards

Portugal conquistou 26 prémios na gala europeia dos ‘Óscares do turismo’, que decorreu esta sexta-feira, 22 de outubro, e na qual Algarve, Madeira e Açores foram destaque.

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Portugal arrecada 26 prémios na gala europeia dos World Travel Awards

Portugal conquistou 26 prémios na gala europeia dos ‘Óscares do turismo’, que decorreu esta sexta-feira, 22 de outubro, e na qual Algarve, Madeira e Açores foram destaque.

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Na última edição da gala europeia dos World Travel Awards (WTC), considerados os óscares do turismo, Portugal arrecadou 26 galardões, com destaque para o Algarve, Madeira e Açores, que foram considerados os melhores destinos de praia, insular e de aventura da Europa, respetivamente.

A cerimónia de atribuição dos prémios, que distinguem o melhor do turismo na Europa a cada ano, decorreu à meia-noite desta sexta-feira, 22 de outubro, e voltou a colocar Portugal em destaque, já que também o Porto de Lisboa foi eleito, pela sétima vez consecutiva, como o melhor porto de cruzeiros da Europa.

Já a TAP foi distinguida como melhor a melhor companhia aérea nas ligações entre a Europa e a América do Sul, assim como entre a Europa e África; o Turismo de Portugal foi eleito como o melhor organismo oficial de turismo e o Dark Sky Alqueva recebeu um prémio de Turismo Sustentável.

Nos cruzeiros, a DouroAzul ganhou na categoria de melhor empresa europeia de cruzeiros e os Passadiços do Paiva também voltaram a ser distinguidos, vencendo nas categorias de melhor atração turística da Europa e melhor projeto de desenvolvimento turístico.

Na hotelaria, os prémios também foram vários e distinguiram unidades de norte a sul, começando logo na Amazing Evolution, que foi considerada o melhor operador de hotéis boutique da Europa.

Já o Pestana CR7 Lisboa ganhou na categoria de melhor hotel lifestyle da Europa, categoria em que também o Conrad Algarve foi distinguido ao nível dos resorts, enquanto o Valverde Hotel foi considerado o melhor boutique hotel de luxo e o Vila Vita Parc arrecadou o galardão de melhor hotel com villas de luxo.

Destaque ainda para o The Lake Resort, que ganhou o prémio enquanto melhor resort lifestyle de luxo, e o Dunas Dourada Beach Club, que foi considerado o melhor espaço de resort e villas de luxo.

O Cascada Wellness Resort foi ainda distinguido como melhor resort europeu para o segmento desportivo, o Hotel 1908 Lisboa foi considerado o melhor hotel de design da Europa e o Club Med da Balaia foi eleito o melhor resort ‘tudo incluído’.

Finalmente, na família Savoy Signature, o Saccharum foi distinguido com o prémio de “Leading Island Resort 2021”, enquanto o Savoy Palace recebeu o galardão de “Portugal’s Leading Luxury Hotel 2021”.

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Business man holding airliner aircraft plane on world globe background / worldwide travel concept

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Custo de vida como principal barreira para viagens de longo-curso

O interesse pelas viagens de longo-curso registou uma melhoria global para o último trimestre de 2022. Contudo, as incertezas de cariz financeira aparecem como principal entrave. Portugal aparece destacado nas escolhas dos brasileiros.

Victor Jorge

Apesar do interesse pelas viagens de longo curso ter aumentado globalmente, o mais recente “Long-Haul Travel Barometer (LHTB), realizado pela European Travel Commission (ETC) e Eurail BV, que analisa o interesse pelas viagens para o período de setembro-dezembro de 2022, revela que o desejo de visitar a Europa estagnou nos mercados-chave, assinalando melhorias marginais, aparecendo as questões relacionadas com a realidade financeira e o aumento do custo de vida como principais entraves.

Os dados mostram que o interesse por viagens de longo-curso, nos últimos meses de 2022 registaram uma evolução, com o Brasil a passar de um índice de 95 pontos (janeiro-abril) para 150 pontos (setembro-dezembro), Canadá a atingir os 136 pontos (aqui numa comparação homóloga entre o último trimestre de 2021 e 2022) e os EUA a passarem de 104 para 126 pontos quando comparados os primeiros três meses de 2022 (janeiro-março) com os últimos do ano (setembro-dezembro).

Contudo, o mesmo índice mostra que o aumento no interesse global pelas viagens de longo-curso não é transferido para a Europa, sendo que no caso do Brasil, a evolução é somente de seis pontos, passando de 97 para 103 pontos, o que é manifestamente inferior ao sentimento global.

No caso dos EUA, aliás, o interesse por viajar para a Europa regista uma quebra – muito devido aos receios da guerra existente na Ucrânia e às atuais incertezas económico-financeiras que impactam as carteiras dos norte-americanos -, passando de 97 pontos, no período de setembro-dezembro de 2021, para os 94 pontos neste último trimestre de 2022.

Com a crise do custo de vida prestes a ter um impacto incapacitante nos orçamentos domésticos em todo o mundo neste inverno, as finanças pessoais tornaram-se a principal razão na decisão dos inquiridos (24%) de não fazer viagens longas. Brasileiros (55%), canadianos (31%) e americanos (30%) são os mais sensíveis a questões financeiras. Além disso, as preocupações relacionadas ao Covid-19 ainda são desanimadoras para muitos, com 19% dos entrevistados afirmando que isso é um motivo para não viajar para o exterior, principalmente os da Ásia.

Para Luís Araújo, presidente da ETC, “é positivo ver uma melhoria contínua no sentimento de viagens de longa distância”. Contudo, considera que este último Barómetro de Viagens de Longo-Curso reflete os “impactos negativos que o aumento do custo de vida está a causar na capacidade das pessoas de viajar internacionalmente”. Assim, admite que “é provável que as finanças pessoais alterem significativamente as escolhas de viagem das pessoas nos próximos meses”.

Brasileiros preferem Portugal
Entre os países analisados pelo LHTB da ETC, o Brasil é o país onde os inquiridos mais referiram Portugal como um dos destinos preferidos para uma viagem neste final de ano, aparecendo o nosso país, de resto, no topo das preferências com 41%. A análise da ETC admite até que “o interesse continue a crescer, em parte devido à melhoria da conectividade aérea entre o Brasil e as cidades europeias”.

Já no caso do Canadá e EUA, Portugal também aparece entre os destinos indicados, mas numa percentagem muito menos, 11% e 6%, respetivamente. No primeiro caso, são países como França, Itália e Reino Unido que lideram as preferências, enquanto nos EUA aos três países já mencionados pelos canadianos, se junta a Alemanha.

Apesar da estratégia de zero Covid, o sentimento de viagem dos chineses para a Europa registou uma evolução positiva, passando de 94 pontos nos primeiros três meses do ano para 103 pontos para os últimos três meses de 2022, com 64% dos inquiridos a esperar visitar um destino europeu nos próximos meses. No entanto, as preocupações com a COVID-19 continuam a ser a principal barreira, com 39% dos chineses a declarar este aspeto como um motivo para não viajar em setembro-dezembro de 2022. Mais de um quarto dos entrevistados chineses (29%) acha que ainda é “muito complicado viajar” para o exterior devido à COVID-19.

Já o Japão é um mercado “mais avesso ao risco”, pois o nível de sentimento para viagens ao exterior permaneceu negativo desde o início da pandemia. De todos os japoneses pesquisados, apenas 22% consideram fazer uma viagem de longa distância nos próximos meses, dos quais 13% têm a Europa em mente.

A Austrália, por sua vez, mostra que quase 60% dos australianos planeiam uma viagem de longo-curso no final de 2022, com 38% dos inquiridos a apontarem a Europa como destino provável. Independentemente da idade, aqueles que desejam visitar a Europa querem descobrir “locais e monumentos históricos, passear pelas cidades europeias, desfrutar do design urbano e da vida noturna e participar em experiências culinárias”, refere a ETC.

Da Rússia, o sentimento de viagem melhora para destinos de longa distância (136p) e europeus (87p) quando comparado com o último verão. No entanto, o sentimento permanece abaixo dos níveis registados no outono nos últimos anos, refletindo a situação geopolítica e os atuais obstáculos para os russos viajarem para fora do país. Entre os inquiridos, menos de um quarto (24%) planeia viajar para a Europa em setembro-dezembro de 2022 (contra 36% em 2021). A Turquia, que manteve a conectividade aérea e suas fronteiras abertas aos cidadãos russos, é o destino mais popular entre os potenciais viajantes neste mercado (22%).

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Niterói: Obras em Portugal Pequeno vão estimular o turismo

As obras do cais do Portugal Pequeno, um dos recantos mais charmosos e bucólicos de Niterói (Estado do Rio de Janeiro – Brasil) vai permitir desenvolver um espaço com atrações turísticas, nomeadamente um polo gastronómico, recreação, lazer e cultura.

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Na Ponta D’Areia, as obras deste espaço, que foram visitadas pelo autarca de Niterói, Axel Grael, devem estar concluídas já no primeiro trimestre de 2023.

A região é conhecida por ter recebido inúmeras famílias portuguesas no passado e ainda hoje mantém a tradição de estabelecimentos que oferecem a culinária de Portugal, incluindo iguarias como bacalhau ou o polvo à vinagrete.

“O Portugal Pequeno é um dos recantos mais históricos da cidade. Essas obras fazem parte de um pacote de investimentos dentro do Plano Niterói 450 anos e farão a economia girar. A revitalização deste local tão tradicional vai estimular a formação de um polo gastronómico para impulsionar o turismo. A região possui várias famílias portuguesas que se estabeleceram aqui no passado. Vamos desenvolver mais um espaço com atrações turísticas, recreação, geração de emprego, lazer e cultura”, disse o autarca

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“Este é um segmento [enoturismo] altamente estratégico para Portugal”

Quem o afirma é Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, entidade que “pretende ser um parceiro na capacitação, qualificação e formação do enoturismo no país” e, sobretudo, “unir o setor nesta matéria”.

Em entrevista ao Publituris, o presidente da ViniPortugal, Frederico Falcão, faz uma resenha do setor do enoturismo no nosso país, do seu crescimento, das suas mais valias nas diversas regiões do país, e do que está a ser feito ao nível da sua promoção, através da marca Wines of Portugal.

Como é que a ViniPortugal através da marca Wines of Portugal encara o segmento do enoturismo?
A Wines of Portugal leva Portugal a mais de 20 mercados em todo o mundo, destacando o nosso país como um produtor de referência, mas também para o posicionar enquanto um destino de referência mundial no enoturismo. Este é um segmento altamente estratégico para Portugal, especialmente por estar em crescimento ano após ano e por se tratarem de turistas com um elevado poder de compra.

Atualmente o nosso país é conhecido no mundo por produzir vinho de excelência, por isso, quando é o momento de escolher um destino turístico, no caso de Portugal, os vinhos e a gastronomia são determinantes na escolha. A somar a estes fatores está a curiosidade dos turistas pelas quintas dos produtores nacionais que os conduzem a visitas e ao enoturismo. São estes alguns dos argumentos que apresentamos além-fronteiras e que nos fazem crer, com certezas, que somos também um país de enoturismo de excelência.

A crescente importância deste segmento reflete-se também nos resultados das exportações dos vinhos nacionais, uma vez que os enoturistas, depois das experiências memoráveis nas quintas, adegas e caves do nosso país tencionam ter os vinhos de Portugal à sua mesa para degustar e reviver.

Promover para reforçar posição do país
O que está feito em termos de promoção deste segmento contemplado no vosso plano de marketing?
O plano de promoção da ViniPortugal inclui uma estratégia de comunicação no âmbito do enoturismo, onde temos o intuito de reforçar a posição do nosso país neste segmento. Neste sentido, marcamos presença assídua nos principais eventos internacionais do setor, iniciativas onde participam especialistas desta área e onde divulgamos o que de melhor se faz em Portugal, também neste segmento. Comunicamos vinhos sim, mas é através deles que apresentamos também o vasto património vitivinícola das diversas regiões do nosso país, os produtores nacionais, as suas adegas e convidamos a viver experiências turísticas memoráveis, como é o caso da participação nas vindimas onde é possível, por exemplo, vivenciar o pisar das uvas.

É um tipo de turismo que pode ajudar a combater a sazonalidade?
Sim, sem dúvida. Nos dias de hoje, os consumidores de vinho de todo o mundo querem saber mais sobre o processo de transformação da uva até à garrafa. Este tipo de consumidor quer envolver-se e participar numa próxima vindima, transformando um simples processo de compra e venda numa verdadeira experiência de enoturismo. Um cliente de vinho passa assim a ser um turista, porque tem interesse em conhecer o local da vinha, quer apreciar a cultura local e saber mais sobre a história daquele produto em particular. Este é um interesse que surge na maioria das vezes na época das vindimas, mas que se prolonga ao longo de meses e pode impulsionar o enoturismo, seja em turismo rural ou urbano, em qualquer altura do ano.

Qual tem sido o papel das entidades do turismo, designadamente do Turismo de Portugal, com vista ao desenvolvimento do enoturismo? A que patamar se pretende chegar?
A ViniPortugal faz parte do Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo para delinear, com o Turismo e demais entidades relevantes, estratégias a assumir para o futuro do enoturismo. Este conselho foi também criado para reforçar a captação de eventos internacionais ligados ao enoturismo, onde a ViniPortugal, através da Wines of Portugal, marca presença.

O desenvolvimento da oferta de enoturismo em todo o território está a ser trabalhado por produtores, distribuidores, enólogos, operadores turísticos e negócios locais, em comunicações regulares junto dos consumidores. O Turismo de Portugal tem um papel relevante, mas não é o único neste âmbito. Também as Comissões Vitivinícolas Regionais são importantes neste segmento e têm vindo a dinamizar, com frequência, programas com diversas iniciativas ao longo de todo o ano.

A ViniPortugal pretende ser um parceiro na capacitação, qualificação e formação do enoturismo no país e queremos, sobretudo, unir o setor nesta matéria.

O que é que este segmento já representa ao nível dos produtores em Portugal?
É com satisfação que vemos os produtores nacionais a conseguirem alargar as suas vendas à esfera do enoturismo e a tirar partido das particularidades das suas quintas e adegas para proporcionar novas experiências para os apreciadores deste tipo de turismo. De momento não temos dados suficiente neste segmento, mas faz parte da estratégia fazer um estudo aprofundado sobre o enoturismo em Portugal.

Um cliente de vinho passa assim a ser um turista, porque tem interesse em conhecer o local da vinha, quer apreciar a cultura local e saber mais sobre a história daquele produto em particular”

Produtores são verdadeiros guias turísticos
O que é que as adegas têm de fazer, em termos de investimentos, para tornar este produto mais apelativo? Deviam criar também alojamento turístico?
O mercado mundial de vinhos e o segmento do enoturismo encontram-se em constante crescimento, pelo que a diferenciação é um fator muito relevante para captar a atenção do consumidor. Os produtores nacionais estão já um passo à frente, com a inovação dos seus vinhos, onde recuperam castas antigas e as utilizam enquanto ingredientes ‘secretos’ para os diferenciar dos demais. Este foi um primeiro passo em que atraíram novos consumidores e consolidaram os atuais clientes.

Este segmento pressupõe, acima de qualquer outro fator, a qualidade do vinho, pois, é o produto que vai levar este tipo de turistas à região e promover o destino.

Atualmente estamos perante uma exigência cada vez maior, seja porque o consumidor está mais atento à origem do produto, porque está preocupado com as questões ambientais ou mais predisposto à digitalização. Os produtores de vinho estão a adaptar-se às tendências de consumo, a adotar estratégias de transformação digital nas suas empresas e a implementar práticas mais sustentáveis nas suas adegas, desde a produção até aos processos de distribuição.

Desde cedo, destacam nos seus produtos a origem, onde mostram o percurso da garrafa entre a vindima e a mesa do consumidor e esta mudança fez com que o consumidor quisesse saber mais e transformasse a venda num interesse pelo enoturismo.

Foi assim que os produtores demonstraram que sabem contar a sua história. Comunicam-na de forma eficiente e proporcionam aos turistas experiências e atividades como visitas guiadas, apanha da uva, workshops e provas comentadas nas caves, lagares ou adegas, almoços e jantares enogastronómicos, circuitos aos processos de produção e/ou visita a pontos de interesse nas suas propriedades. Com autenticidade, confiança e singularidade partilham o local da vinha e todos os detalhes dos seus produtos, promovendo a região vitivinícola que representam e, também, Portugal.

Temos produtores que convidam os turistas para os seus alojamentos turísticos, outros que sugerem estabelecimentos de referência da região, todos eles impulsionam o turismo da sua zona, levando os turistas às principais atrações locais, e sugerindo restaurantes regionais para provarem a harmonização dos seus vinhos. Os produtores nacionais são verdadeiros guias turísticos.

Mas a inovação tem de ser constante, por parte do produtor, para que consiga acompanhar o consumidor que está em igual transformação. Nesta matéria pressupõe também a digitalização e a automação nos seus processos, realidades que chegaram com a evolução tecnológica e que vieram para ficar.

Nos dias de hoje, o enoturismo já vai muito além das atividades que os produtores disponibilizam. Os turistas querem vivenciar a cultura e a tradição de cada região, as novas experiências passam pela criação do seu próprio vinho, recriando os processos tradicionais da vindima aliado à inovação, querem conhecer o modo de vida dos habitantes locais e visitar lugares fora do comum. Os produtores têm de criar uma oferta que responda à necessidade que existe.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Portugal tem lugar no pódio no enoturismo

A qualidade do enoturismo coloca Portugal no pódio das regiões vinícolas mais famosas em todo o mundo, quer pela produção de vinhos, da cultura da vinha e das experiências relacionadas com estes setores. O enoturismo está a crescer a olhos vistos no nosso país e o seu desenvolvimento, em praticamente todas as regiões, permite criar um turismo diferenciador e possível de ser usufruído durante todo o ano.

Portugal é o segundo melhor país para os amantes de vinho visitarem nas férias, posição que ocupa pelo segundo ano consecutivo, destronado apenas pela Itália. Um recente estudo da Bounce destaca ainda países como Espanha, França, Nova Zelândia, Grécia, Chile, Argentina, Austrália e a Hungria no ranking dos 10 melhores.

O trabalho, que analisa fatores como o consumo e produção de vinho, a área dos vinhedos face à dimensão do país, as visitas de enoturismo e o custo médio da garrafa de vinho, visa dar a conhecer as melhores localizações para quem gosta de vinho visitar nas suas férias.

A Itália ocupa o primeiro lugar, sendo o maior produtor com 82 milhões de hectolitros por 100.000 pessoas e com cerca de 400 variedades de vinhas nativas no país, seguindo-se Portugal com o maior número de visitas de enoturismo.

Muitas pessoas adoram a experiência de experimentar coisas novas, o que é especialmente verdade com o vinho. De passeios em vinhedos e degustações de vinhos a novas misturas criadas por enólogos inovadores, o mundo do vinho oferece infinitas possibilidades para explorar. Os amantes do vinho levam isso ainda mais longe, viajando pelo mundo para vivenciar novas experiências.

Segundo a análise, Portugal tem duas regiões produtoras de vinho designadas como património mundial da UNESCO, uma das quais produz o vinho mais reconhecido de Portugal, o Porto, em homenagem à cidade do Porto. Esta reputação internacional de produzir vinhos únicos pode ser a razão pela qual este país também tem o maior número de tours de vinho. Esta designação da UNESCO tornou locais como o vale do Douro, berço do Porto, em atrações turísticas populares para os amantes do vinho, levando a um elevado número de passeios e provas de vinho.

O enoturismo representa um excelente veículo para quem quiser descobrir uma região através do vinho e conhecer todos os seus aspetos culturais e turísticos, e neste caso, as rotas do vinho desempenham um papel importante de organização e divulgação deste segmento.

Ao descobrir-se o vinho no seu meio natural, compreende-se que este não é uma bebida qualquer, mas sim um produto tradicional, cheio de história. Portugal é, todo ele, uma mancha vitícola pelo que o enoturismo representa um veículo para que as pessoas que visitam uma região possam descobrir, através do vinho, todos os aspetos culturais da mesma, do artesanato ao património paisagístico, arquitetónico e museológico, passando pela gastronomia.

Vinho é sinónimo de alegria, de amizade, de celebração. Nos últimos tempos, tem sido também sinónimo de crescimento no turismo, sobretudo com o setor a recuperar de um dos piores momentos de sempre, e com as pessoas a procurar cada vez mais destinos rurais.

Produto estruturante
Portugal, mais propriamente o Alentejo (Reguengos de Monsaraz), foi palco, o ano passado, da Conferência Mundial de Enoturismo, sob a égide da OMT – Organização Mundial do Turismo, com o mote “Enoturismo – um motor do desenvolvimento rural”, onde foi destacado o contributo deste segmento para o desenvolvimento regional e o seu potencial para gerar inovação e negócio para os territórios e para as empresas.

A Conferência incluiu apresentações e debates sobre as diversas dimensões do enoturismo, nos quais se incluem os temas relacionados com a inovação, a sustentabilidade, a gestão de destinos turísticos, bem como o cruzamento com a gastronomia e o reforço do conhecimento da procura e das tendências do consumidor.

É nesta perspetiva que a OMT olha para este segmento, como motor do crescimento das economias locais e de mudança social: “Este é um setor que pode liderar uma mudança positiva, especialmente em muitas comunidades rurais, criando empregos e oportunidades nas áreas mais despovoadas, impulsionando o crescimento económico e preservando o ambiente natural e cultural”, conforme testemunhou, no Alentejo, o seu secretário-geral, Zurab Pololikashvili.

Identificado na Estratégia Turismo 2027 (ET27) como um dos ativos qualificadores do destino, o enoturismo, pelas suas caraterísticas e valências, possui uma capacidade de atração e retenção de um público altamente qualificado e com elevado poder de compra, permitindo múltiplas âncoras de atração em todo o território e durante todo o ano, contribuindo assim para a coesão territorial da atividade turística e para a redução da sazonalidade, indica o Turismo de Portugal, que empenhado em manter o destino no topo das preferências dos turistas, lançou um programa de ação para o enoturismo.

Este programa implementa-se na prática através de ações de promoção e formação com o objetivo de potenciar o cross-selling entre ‘vinho’ e ‘turismo’, induzir boas práticas nos agentes do setor, contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo e valorizar os territórios vinhateiros.

No que se refere à projeção internacional do enoturismo, sob a marca “PortugueseWineTourism”, têm sido desenvolvidas várias ações de promoção de Portugal enquanto destino de enoturismo nos mercados externos.

Este segmento assume centralidade nas iniciativas junto do trade internacional, bem como na captação de eventos internacionais, como foi o caso desta Conferência Mundial de Enoturismo da OMT.

Igualmente, a plataforma digital www.portuguesewinetourism.com que agrega a oferta de enoturismo nacional, conferindo-lhe maior escala e notoriedade nos mercados interno e externo e funcionado também como âncora na vertente de promoção internacional, tem tido um papel importante.

Foi também a Conferência de Reguengos de Monsaraz que deu o pontapé de saída para a criação do Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, com vista a alargar o compromisso deste segmento a outras entidades, públicas e privadas, em todo o território nacional.

O Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, coordenado pelo Turismo de Portugal, assume-se como um grupo de reflexão, debate e concertação sobre o enoturismo nacional, competindo-lhe também a formulação de recomendações com base nas prioridades estratégicas definidas.

Refira-se que 10% daqueles que nos visitaram em 2019, num universo global de 27 milhões de turistas, vieram pelo enoturismo e pelo vinho, mas o Governo acredita que “conseguimos mais”.

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Lisboa entre os destinos preferidos dos sul-americanos para o outono

Com o mercado russo e chinês em quebra, os destinos devem apontar as suas atenções para mercados como a América Latina que, segundo os especialistas da ForwardKeys, está em “ascensão”.

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De acordo com os dados recentes da ForwardKeys, Lisboa mantém-se entre os destinos preferidos para os sul-americanos. Efetivamente, a consultora revela que, para o 4.º trimestre de 2022, a Península Ibérica continua a atrair os viajantes da América Latina  com hotéis de luxo, passeios personalizados e locais de compras de topo, destacando cidades como Madrid, Barcelona e Lisboa, apresentando estes destinos crescimentos de duplo dígito para o outono e inverno de 2022.

Juan A. Gomez, Head of Market Intelligence da ForwardKeys, salienta que “face à contínua ausência do cenário global de viagens de alguns dos principais mercados de origem, como China e Rússia, os destinos devem visar públicos alternativos para cobrir as deficiências no total de chegadas de turistas”, apontando que essa “compensação” poderá vir da América Latina.

Comparando com 2019, a quota de mercado das viagens premium da América Latina para a Europa aumentou no verão de 2022, seis pontos percentuais. Assim, comparando o verão de 2022 com o período homologo de 2019, as chegadas à Europa em viagens premium da Colômbia aumentaram 57%, enquanto a Argentina registou um crescimento de 32%, seguida do México (+21%) e Brasil (+15%), concluindo a consultora que, no total, as chegadas da América Latina aumentaram 25% em relação a 2019.

Se no verão de 2022, os dados da ForwardKeys aponta um crescimento de 31% entre as chegadas de viajantes premium provenientes da América Latina, ocupando a capital portuguesa o 5.º lugar, para o outono deste ano, as previsões apontam para um aumento de 44% para Lisboa, ficando somente atrás de Madrid (+59%), e à frente de Amsterdão (+42%), paris (+34%) e Barcelona (+20%).

Em julho e agosto, por exemplo, 58% dos visitantes que viajaram da Argentina para a Europa em classe premium ficaram mais de 14 noites, representando um aumento de 16 pontos percentuais em relação a 2019.

Por isso, Juan Gomez sugere que se “aproveite as mudanças que a COVID e os eventos recentes trouxeram”, frisando que a América Latina está em “ascensão” e concluindo que se trata de um mercado “muito diferente em termos de necessidades e interesses quando comprado com o mercado chinês”.

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Dubai promove as ofertas da montanha de Hatta para turistas aventureiros

São várias as atividades que se pode realizar na montanha de Haffa, no Dubai. Escalada, trilhos, ciclismo de montanha ou zorbing são apenas algumas.

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Localizada a 130 quilómetros da cidade do Dubai, Haffa outrora conhecida pelo seu forte histórico e pelas pequenas quintas desérticas, é hoje ponto de encontro dos entusiastas de aventuras.

Para além de vários desportos de montanha, há toda uma envolvência que convida a apreciar as paisagens agrícolas, os lagos naturais ou as colinas rochosas e ainda algum oásis escondido.

Para os mais radicais, o Hatta Mountain Bike Trail Center é o ponto de partida para explorar os trilhos de ciclismo que percorrem o terreno montanhoso, disponibilizando informações úteis e até mesmo de aulas para os iniciantes.

Já o Bird EyeParachuting Club oferece a possibilidade de efetuar o salto de paraquedas, enquanto o Hatta Drop-in permite deslizamentos em água. Por sua vez, o Hatta Wadi Hub é o centro de atividades que promete surpreender com aquela que é a primeira e única pista de zorbing ao ar livre no Médio Oriente.

Além das paisagens naturais, Hatta é uma das mais antigas áreas de património preservado nos Emirados Árabes Unidos. Num passeio cénico até à cidade, pode-se apreciar o Hatta FortHotel ou a Biblioteca de Hatta e ficar a saber um pouco mais sobre a história dos emirados.

A par do Hatta Forthotel, existem outras propostas de alojamento, direcionadas àqueles que querem ficar mais próximos da natureza, como o Hatta Dome Park, os Hatta Damani Lodges ou os Sedr Trailers.

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Governo apoia empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios com 10 milhões de euros

Além das três linhas de apoio apresentadas pelo Governo, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…” que irá incidir em meios digitais no mercado nacional e internacional.

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O Governo lançou, em Manteigas, no distrito da Guarda, três linhas de apoio no valor global de 10 milhões de euros para as empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios do verão.

No âmbito do plano de apoio e recuperação económica das zonas do país mais afetadas pelos incêndios, o Turismo de Portugal apresentou nesta vila do coração da serra da Estrela, numa sessão que contou com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, as linhas de apoio às empresas e aos territórios afetados pelos incêndios e uma campanha promocional de aldeias e vilas do interior intitulada “Grandes em…”.

As três ajudas financeiras que constam da resolução aprovada pelo Conselho de Ministros, disponibilizam três milhões de euros para apoio à tesouraria das empresas, cinco milhões de euros para a qualificação da oferta e dois milhões de euros para transformar o turismo no território (para entidades públicas e também de natureza associativa).

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, referiu que “a resolução do Conselho de Ministros inclui várias medidas, de várias áreas”, e, em Manteigas, foi apresentada a parte “relativa à área do Turismo, que encerrava quatro dimensões (as três linhas de apoio e a campanha promocional)”.

Segundo a SETCS, os instrumentos disponibilizados são “muito competitivos”, são “bastante interessantes” e correspondem às preocupações que os empresários demonstraram numa reunião realizada recentemente em Manteigas.

Rita Marques assumiu que tem “muitas” e “boas” expectativas em relação ao aproveitamento das verbas pelos empresários do setor do turismo.

Na mesma sessão, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…”, que aposta na divulgação de aldeias e vilas do interior e mostra as especificidades dos diferentes territórios, em particular dos mais afetados pelos incêndios, nomeadamente a serra da Estrela.

A campanha vai ser feita através de meios digitais no mercado nacional e internacional, a começar por Espanha, referindo o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, que a iniciativa visa “colocar aldeias e vilas nos destinos turísticos do mundo” e que as medidas pretendem “repor a normalidade” da atividade turística nos territórios e “aumentar a sua resiliência”.

Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, disse na sessão que as medidas expostas são “importantes” para a região e “uma oportunidade para que o território seja mais competitivo e atrativo”.

Já o presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, anunciou que aquela entidade está a preparar um plano de promoção da região, que não se restringe apenas aos seis concelhos afetados pelos incêndios, mas a toda a sua área.

Por sua vez, o autarca de Manteigas, Flávio Massano, afirmou que a serra da Estrela é “uma das principais marcas” do país e o seu território “está vivo”.

Recorde-se que o grande incêndio na serra da Estrela deflagrou no dia 6 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco) e rapidamente alastrou a outros concelhos da zona da serra da Estrela. De acordo com os dados oficiais, este fogo consumiu 28 mil hectares do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), sendo que o Governo aprovou a declaração de situação de calamidade para este território, a qual vigora durante um ano.

Já no dia 15 de setembro, o Governo tinha aprovado medidas no valor de 200 milhões de euros para aplicar nos concelhos com maior área ardida este ano em Portugal. Além dos municípios da serra da Estrela (Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia), também são elegíveis para estes apoios os municípios de Carrazeda de Ansiães (Bragança), Mesão Frio (Vila Real), Murça (Vila Real), Vila Real, Albergaria-a-Velha (Aveiro), Alvaiázere (Leiria), Ansião (Leiria) e Ourém (Santarém).

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Lisboa é a segunda cidade europeia mais barata para uma escapadinha

Apesar do aumento dos preços no alojamento indicado pelo “City Costs Barometer”, Lisboa aparece em segundo lugar como cidade mais barata para um city-break para os viajantes britânicos.

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A cidade de Lisboa aparece em segundo lugar no ranking “City Costs Barometer” da Post Office Travel Money como cidade europeia mais barata para uma “city break”, depois de comparadas as 20 cidades europeias que os turistas do Reino Unido nomearam como principal escolha para visitar.

No “City Costs Barometer”, a capital portuguesa aparece atrás de Atenas, indicando a análise que, pela primeira vez em 15 anos, as “city breaks” na Europa Ocidental são mais baratas que as congéneres mais a Leste.

Lisboa apresenta um custo, para uma estadia de fim de semana (dois dias) num hotel de três estrelas, com um jantar para duas pessoas e algumas atividades, de 218 libras (cerca de 248 euros). Contudo, a análise do barómetro da Post Offide Travel Money refere que “os preços na capital portuguesa subiram 21% desde o ano passado, com o custo de duas noites de alojamento a subir de 73 libras (pouco mais de 85 euros), em setembro de 2021, para as atuais 115 libras (cerca de 130 euros)”.

Já Atenas, que apresenta um valor de 207 libras (cerca de 235 euros) para a mesma escapadinha, viu os preços caírem 15% em relação ao ano anterior.

Lisboa também aparece em segundo lugar quando analisado o preço (mais baixo) para uma refeição (de três pratos), apresentando um preço de 41 libras (cerca de 47 euros), enquanto a líder Atenas não vai além das 39 libras (cerca de 44 euros). Estes valores estão muitos distantes das 139 libras (cerca de 158 euros) apresentados por Estocolmo na Suécia.

Entre os top 10 do “City Costs Barometer” figuram ainda as seguintes cidades: Cracóvia (Polónia) com 249 euros; Riga (Letónia), com 251 euros; Budapeste (Hungria), com 252 euros; Praga (Rep. Checa), com 283 euros; Madrid (Espanha), com 340 euros; Berlim (Alemanha), com 361 euros; Dubrovnik (Croácia), com 362 euros; e Roma (Itália), com 395 euros.

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APENO lança fóruns regionais para debater enoturismo

A APENO vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional. O arranque está marcado para o próximo dia 19 de outubro, em Torres Vedras, numa iniciativa que decorrerá ao longo de 2022 e 2023.

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A Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) e a Ageas Seguros, em parceria com as Comissões Vitivinícolas Regionais nacionais (CVR), vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional e que irão realizar-se em 2022 e 2023 em vários pontos do país.

O arranque destes fóruns acontece no dia 19 de outubro, com o Fórum Regional de Enoturismo de Lisboa, nos Paços do Concelho, em Torres Vedras.

“Descentralizar tem sido a palavra-chave da APENO e da Ageas Seguros para se fazer mais e melhor pelo enoturismo em Portugal. Por isso, a missão, desta vez, é abrir portas a ciclos de debates, em que o foco é discutir o melhor e o pior do enoturismo nacional, com o intuito de se encontrarem soluções para fazer crescer ainda mais um setor já de si em franca expansão, mas com muito mais ainda para dar em território português”, refere a associação em comunicado.

João de Almeida, a presidente da APENO, considera que, dois anos depois da criação da associação, “fala-se muito de enoturismo, mas ainda ninguém tem definições nem números que ajudem a compreendê-lo, entre outras questões que têm de ser debatidas”. Por isso, diz, “a APENO tem estado focada em resolver estas questões e em criar bases sólidas de trabalho para que Portugal seja considerado uma região de referência no enoturismo a nível mundial”.

Já Francisco Toscano Rico, presidente da CVR de Lisboa, refere que “é no enoturismo que reside o maior potencial para crescermos em valor”; considerando que o Fórum Regional de Enoturismo, com a sua componente formativa especializada e a partilha de conhecimento por quem trabalha a temática dos territórios “é uma excelente oportunidade para as empresas reforçarem as suas competências nucleares num momento em que o enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos de Lisboa está a crescer a um ritmo quase frenético”, afirma Francisco Toscano Rico, Presidente da CVR de Lisboa.

Os próximos fóruns já estão agendados e serão realizados na Região da Península de Setúbal, no dia 31 de outubro de 2022; e na Região Tejo, no dia 7 de novembro de 2022, com as datas dos próximos eventos nas restantes regiões vitivinícolas nacionais a serem divulgadas em breve.

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TripWonder estreia-se em Lisboa

A nova plataforma online que quer revolucionar a forma como viajamos, TripWonder, acaba de chegar a Lisboa.

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Com uma aposta em itinerários personalizados e na experiência e conhecimentos de pessoas locais, a TripWonder, que se estreia em Lisboa, quer mudar a forma como se viaja e como se experiência cada destino.

A nova plataforma promete, assim, mostrar os lugares mais escondidos de uma cidade, pouco turísticos que merecem mesmo a pena visitar, as melhores atrações para quem quer fugir das enchentes de turistas, ou que restaurantes recomendam os locais.

Para tal, isso, a startup portuguesa conta com uma plataforma com dezenas de “Locals” (pessoas locais) que a ajudam a garantir uma experiência totalmente personalizada e genuína, mesmo antes da chegada ao destino. No site da Tripwonder os “Travelers” poderão encomendar itinerários com base numa vasta seleção de interesses escolhidos por si previamente. Com essa informação os Locais registados na plataforma preparam as recomendações perfeitas com os conhecimentos de quem melhor conhece o destino.

Numa primeira fase, a startup decidiu apostar na cidade de Lisboa para lançar a sua nova plataforma online e conta já com mais de 26 lisboetas dispostos a desvendar todos os segredos da cidade.

Para quem está a pensar visitar a capital portuguesa, basta entrar no site da TripWonder, preencher o formulário com as informações necessárias, incluindo o destino, duração da viagem, categorias de interesse e orçamento, e a seguir é só selecionar um “Local” para desenhar o itinerário perfeito para a sua estadia.

A plataforma oferece ainda uma opção de criação de itinerários urgentes para pedidos de última hora que garantem um roteiro personalizado em apenas 24h.

 

 

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